Na manhã seguinte, acordei com um beijo no pescoço da Jime. O quarto estava iluminado pela luz do sol que entrava pelas frestas da persiana.
Y: Bom dia, dormiu bem?
J: Sim, obrigada por tudo, eu precisava disso.
Y: Para de agradecer, não te fiz um favor, eu curti.
J: E eu te curti também. Quer tomar café?
Y: Bora, aqui ou vamos pra outro lugar? Por causa da sua mãe.
J: Aqui, tô pouco me lixando pra minha mãe, que se dane... Mas primeiro quero outro café da manhã.
A Jime subiu em cima de mim, eu tava com uma daquelas ereções matinais e meu pau ficou roçando a buceta dela. Ela começou a me beijar e minhas mãos foram pra suas costas e rabeta. Uns segundos depois, ela se levantou, ficou sentada em cima de mim, me olhou, pegou nos peitos, apertou e mordeu o lábio.
J: Ontem à noite você fez amor comigo, agora quero que me coma, quero que me faça gritar.
Y: Mas e sua mãe?
J: Eu tive que ver ela gemendo pra um desconhecido, agora ela que me ouça gemer.
A Jime levantou um pouquinho, pegou meu pau com a mão e guiou até a buceta dela. Assim que a cabeça encostou nos lábios dela, ela se deixou cair, penetrando ele por completo. Um gemido inundou o quarto e ela ficou uns segundos parada, sentindo meu pau. Eu sentia a umidade e o calor lá dentro, e sentia os músculos da buceta apertando meu pau. Ela se inclinou pra trás, uma das mãos ainda apertando os peitos e a outra foi pro clitóris, começando a se tocar sem se mexer. Instintivamente, levei minhas mãos pra cintura dela primeiro, depois fui subindo até chegar naqueles peitos lindos que ela tinha. Essa ação foi como se tivesse dado a ordem pra ela se ativar, porque ela começou a se mexer, cada vez mais forte em cima do meu pau, a ponto de virar pulos. Mentira se eu disser quanto tempo ficamos assim, porque realmente perdi a noção do tempo. A única coisa que eu ouvia eram os gemidos dela. A cara dela era um poema, tava com os olhos virados e a boca aberta, gemendo. De vez em quando, ela beliscava os bicos dos peitos, apertava os peitos, e em outros momentos me beliscava e puxava. As mãos dela no meu pescoço. De repente, o corpo todo dela ficou tenso, os gemidos viraram gritos, as únicas palavras que saíam da boca dela eram "to gozando, to gozando" e finalmente ela caiu como desmaiada em cima de mim.
J: juro que fazia anos que não gozava assim, me pede o que quiser
Y: o que eu quiser?
J: o que você quiser, sou sua putinha!
Y: fica de quatro
J: SIM! Amo isso, me come de quatro por favor
Jime saiu de cima de mim e ficou de quatro, eu fiquei do lado da cama observando ela, a imagem era linda, Jime deu um tapa na própria bunda e falou "vai logo!". Fiquei atrás dela, a visão da buceta molhada brilhando com a luz que entrava no quarto era linda, me ajoelhei atrás dela e comecei a passar a língua, senti o arrepio que percorreu o corpo dela. Ia comer ela mesmo, mas era uma tentação e eu precisava passar minha língua ali. Fiquei atrás dela de novo e comecei a passar a ponta da pica nos lábios, ela mexia a bunda pra trás e de vez em quando dava uns tapas, até que começou a implorar pra eu meter. Não fiz ela esperar mais e enfiei tudo, igual ela tinha feito antes, de uma vez. Entrou até o fundo, ela levantou a cabeça e deu um grito pedindo mais, comecei a me mexer forte, no quarto só se ouvia os gritos dela e o barulho da minha batendo na bunda dela, junto com o som da minha pica na conchinha molhada dela. Tava curtindo quando vi o cuzinho dela, dava pra ver que não era um cuzinho virgem, mas era lindo, não consegui evitar, levei meu dedo até a bunda dela, primeiro passei saliva e depois cuspi no cu dela e comecei a enfiar o dedo no cuzinho dela.
J: ai sim pelo amor de Deus, pai, me fala que vai comer meu cu, eu imploro, por favor!
Y: quer que eu coma essa bunda linda? – enquanto dava um tapa – é isso que você quer, putinha?
J: sim, por favor, que delícia sentir essa pica grossa no meu cu, sempre me comeram com pica pequena
Y: me pede, quero que você implore pra eu comer seu cu
J: por favor, come meu cu, quero seu gozo no meu cuzinho, por favor
Tirei minha pica da buceta dela. totalmente encharcada, voltei a cuspir no cu dela e encostei a pontinha, comecei a meter devagar mas a ansiedade dela foi maior e ela mesma empurrou pra trás e enfiou meu pau inteiro, comecei a comer ela com força e ela se mexia no sentido contrário do que eu tava fazendo, o que dava mais prazer, comecei a dar tapas nela e ela gritava pedindo mais e como ela adorava ter o pau no cu, pedindo pra eu encher ela de porra. Não aguentei muito e comecei a gozar dentro dela, tirei meu pau porque queria ver ela cheia de leite, um último jatinho pequeno saiu bem na hora que tirei e caiu numa das bandas da bunda dela, via o cuzinho dela completamente aberto e meu leite escorrendo dele pra cima da bucetinha dela e da cama, dei um último tapa e me deitei do lado dela, que automaticamente se jogou em cima de mim e começou a me beijar
J: vamos tomar um banho e descer pra tomar café?
Y: bora, gostosa
J: adorei como você me comeu, tava há tempos sem transar assim
Entramos no chuveiro, ficamos nos beijando e nos acariciando, e metemos uma rapidinha que quase nem saiu leite quando gozei. Saímos, nos trocamos e descemos pra tomar café, a casa parecia vazia, sentei no balcão da cozinha enquanto ela preparava uns cafés e umas torradas. Nessa hora o celular dela tocou, ela pediu desculpa e saiu pra falar no jardim, nessa hora como se tivesse esperando apareceu a Marce com um roupão de seda fechado, toda despenteada, eu tava preparado pra ela me encher de xingamento mas fui surpreendido com o que aconteceu
M: bom dia, como cê tá?
Y: eu bem, e você?
M: como você acha que eu posso tar depois dos gritos que ouvi a manhã toda?
Y: desculpa, falei pra ela que a gente não fizesse isso que ia te incomodar
M: Incomodar? Não, filho, não me incomodei, tô é toda molhada, nem sabe como me toquei ouvindo vocês
Y: cê tá me zoando?
M: não, bobo, pelo amor de deus, que delícia você deve ter comido ela pra ela gritar assim, adoraria ter visto vocês
Y: hahaha cê é uma tarada, Marce
M: você não lembra do que te pedi na primeira noite?
Y: que eu pediu?
M: que foi que você me disse, sogrinha, e no final acabei comendo meu genro
Y: hahaha não sei se sou genro
M: não importa, desde que você faça ela feliz e continue me comendo, meu bem, e toma isso pra você, guarda antes que a Jime entre
Marcela tirou do bolso do roupão uma calcinha rendada azul. Quando peguei, estava completamente molhada. Ela abriu o roupão na parte de baixo e vi que não tava usando nada por baixo e tava molhada. Era real que ela tinha se tocado ouvindo a gente, isso deixou minha pica a mil. Segundos depois que a Marce saiu, a Jime entrou, me viu, sorriu, me deu um beijo no rosto e pediu desculpas pela interrupção. Tomamos café da manhã conversando besteira até ela pedir pra eu acompanhá-la até a casa da amiga que tinha deixado ela na mão no dia anterior. No caminho, começamos a conversar sobre a gente
J: como é que isso segue?
Y: isso o quê?
J: a gente
Y: como você quer que siga?
J: eu não quero namorado, ainda não, quero um amigo e você é um amigo muito bom
Y: do seu jeito, mas se eu soubesse que era a última vez, teria te comido mais na sua casa
J: não, não, não se engana, eu quero que o de hoje e o de ontem se repitam, mas não quero um namorado
Y: ok, agora entendi, não vou mentir, você sabe que faz tempo que eu gosto de você e depois do de ontem gosto mais ainda, mas também tô de boa com isso
J: perfeito, fica assim então, obrigada, lindo!
Y: por mim, se quiser a gente se vê à noite haha
J: adoraria, mas agora vou pra Tigre, temos uma festa, não quer vir comigo?
Y: não posso, senão iria com gosto, tenho coisas pra fazer amanhã, linda – realmente teria adorado, mas a Nora tinha marcado meu primeiro encontro oficial pra essa noite e eu não queria decepcionar ela
J: bom, melhor, porque senão com certeza minhas amigas iam querer te aproveitar, e ainda não quero te dividir
Y: ainda?
J: hahaha não se ilude não, lindo
Chegamos na casa da amiga dela, ela desceu e me deu um selinho, eu fui pra minha casa e num semáforo não consegui evitar pegar a calcinha da Marcela. O cheiro de... O sexo que ela exalava era tremendo e hipnótico, não sei se era tudo que eu tava vivendo ou o quê, mas algo dentro de mim tinha despertado. Fui direto pra casa da Marcela, toquei a campainha e depois de um tempo ela abriu. Continuava com o mesmo roupão e despenteada.
M: O que cê tá fazendo aqui?
Y: Vim terminar o que não conseguimos ontem. Cê me deixou todo arrepiado com aquela calcinha, sogrinha.
M: Mmmm, guy, passa, vamos pro quarto.
Entrei e a Marcela trancou a porta. Tinha aprendido a lição, evidentemente. Ela me levou pro quarto dela, mas quando a gente tava passando pela porta do quarto da Jime, ela me parou.
M: Mmmm, para. Essa menina se comportou mal, então eu vou me comportar mal também. Quero que você me coma igual comeu ela na cama dela.
Y: Que puta que cê é, sogrinha. Tem certeza?
M: Sim, quero que cê faça tudo que fez com ela quando ela gritava.
Y: Beleza, então fica de quatro, puta.
M: Sim, sou sua sogra puta, mas antes deixa eu chupar um pouquinho sua pica — ela pegou minha pica e levou até a boca — Mmmm, tem cheiro de bucetinha, tem cheiro da buceta da minha filha, que lindo.
Marce deu mais umas lambidas na minha pica e ficou de quatro na cama. Igual fiz com a filha dela mais cedo, me ajoelhei atrás dela e chupei a buceta dela. O cheiro de sexo que tinha era uma loucura e, de uma vez, enfiei a pica e comecei a comer ela bem forte, igual horas antes tinha comido a Jime. A imagem da Jime de quatro aparecia constantemente e me deixava mais excitado ainda. Tava comendo ela com violência e ela gemia cada vez mais, gritava e pedia mais e mais. Nesse ponto, aconteceu igual com a filha: da bunda gorda dela aberta, vi o cuzinho e me deu tesão. Ao contrário da filha, tava bem fechadinho.
Y: Sogrinha, cê quer que eu te coma igual comi sua filha hoje?
M: Sim, faz tudo que fez com ela, quero gritar igual ela.
Y: Beleza, mas não quero reclamação, não aceito um não — nessa hora, cuspi no cu dela e apoiei meu dedo —
M: O que cê tá fazendo? — ela falou assustada, virando a cabeça pra tentar ver.
Y: Vou te comer o cu. cu como a tua filha você não queria isso, putinha?
M: mas não, não, ninguém enfiou no meu cu por favor não, meu marido quis e doeu muito
Y: devia ter pensado antes, você pediu
M: cê tem razão, se a puta da minha filha aguenta, eu também tenho que aguentar, arromba meu cu, cara, enche ele de porra
As palavras dela foram ordens, mas o cu dela não era igual ao da filha e ia ser difícil pros dois aproveitarem. Nisso, vi um pote em cima da cômoda da Jime que conhecia bem, era um lubrificante que a Nora costumava usar nos brinquedos dela. Peguei e joguei um jato no cu dela. O frio do óleo fez a Marcela tremer, e rápido enfiei dois dedos que deslizavam fácil enquanto meu pau continuava entrando e saindo da bucetinha dela. Depois de enfiar um terceiro, imaginei que ela tava pronta e apoiei a ponta. Tava tão molhado meu pau e tão lubrificada ela que meu pau entrou perfeito. Um grito de dor ecoou pela casa toda e tenho certeza que na vizinhança inteira. Comecei a foder ela forte sem dar descanso, os gritos de dor dela logo viraram gemidos e ela pedia mais e mais. Não aguentei muito naquela posição e finalmente gozei dentro dela, enquanto com a mão direita ela se esfregava o clitóris frenética e também gozava.
M: que sortudo, de manhã comeu a menina e agora a velhinha
Y: gostou, sogrinha?
M: amei, agora que cê tá de namoro com minha filha vai me deixar de comer?
Y: não somos namorados
M: tá me zoando que minha filha tá só pelo prazer?
Y: sim, por que, te chamou atenção?
M: ela sempre foi muito na dela, só transava com os namorados, que sorte que cê tá mostrando pra ela o que é aproveitar de verdade, obrigada! – me deu um beijo e desceu pra chupar meu pau que rapidinho ficou duro – que bom que cê é novinho, já tá duro de novo
A Marcela subiu em cima de mim e começou a me montar igual a filha dela tinha feito mais cedo, fez isso até os dois gozarem de novo. Depois disso, ela se levantou, vestiu o roupão e me deu minha roupa. Eu me troquei e fui pra minha casa. Tinha que estar pronto pro meu primeiro encontro oficial. Prometo que logo conto essa história pra vocês.
Y: Bom dia, dormiu bem?
J: Sim, obrigada por tudo, eu precisava disso.
Y: Para de agradecer, não te fiz um favor, eu curti.
J: E eu te curti também. Quer tomar café?
Y: Bora, aqui ou vamos pra outro lugar? Por causa da sua mãe.
J: Aqui, tô pouco me lixando pra minha mãe, que se dane... Mas primeiro quero outro café da manhã.
A Jime subiu em cima de mim, eu tava com uma daquelas ereções matinais e meu pau ficou roçando a buceta dela. Ela começou a me beijar e minhas mãos foram pra suas costas e rabeta. Uns segundos depois, ela se levantou, ficou sentada em cima de mim, me olhou, pegou nos peitos, apertou e mordeu o lábio.
J: Ontem à noite você fez amor comigo, agora quero que me coma, quero que me faça gritar.
Y: Mas e sua mãe?
J: Eu tive que ver ela gemendo pra um desconhecido, agora ela que me ouça gemer.
A Jime levantou um pouquinho, pegou meu pau com a mão e guiou até a buceta dela. Assim que a cabeça encostou nos lábios dela, ela se deixou cair, penetrando ele por completo. Um gemido inundou o quarto e ela ficou uns segundos parada, sentindo meu pau. Eu sentia a umidade e o calor lá dentro, e sentia os músculos da buceta apertando meu pau. Ela se inclinou pra trás, uma das mãos ainda apertando os peitos e a outra foi pro clitóris, começando a se tocar sem se mexer. Instintivamente, levei minhas mãos pra cintura dela primeiro, depois fui subindo até chegar naqueles peitos lindos que ela tinha. Essa ação foi como se tivesse dado a ordem pra ela se ativar, porque ela começou a se mexer, cada vez mais forte em cima do meu pau, a ponto de virar pulos. Mentira se eu disser quanto tempo ficamos assim, porque realmente perdi a noção do tempo. A única coisa que eu ouvia eram os gemidos dela. A cara dela era um poema, tava com os olhos virados e a boca aberta, gemendo. De vez em quando, ela beliscava os bicos dos peitos, apertava os peitos, e em outros momentos me beliscava e puxava. As mãos dela no meu pescoço. De repente, o corpo todo dela ficou tenso, os gemidos viraram gritos, as únicas palavras que saíam da boca dela eram "to gozando, to gozando" e finalmente ela caiu como desmaiada em cima de mim.
J: juro que fazia anos que não gozava assim, me pede o que quiser
Y: o que eu quiser?
J: o que você quiser, sou sua putinha!
Y: fica de quatro
J: SIM! Amo isso, me come de quatro por favor
Jime saiu de cima de mim e ficou de quatro, eu fiquei do lado da cama observando ela, a imagem era linda, Jime deu um tapa na própria bunda e falou "vai logo!". Fiquei atrás dela, a visão da buceta molhada brilhando com a luz que entrava no quarto era linda, me ajoelhei atrás dela e comecei a passar a língua, senti o arrepio que percorreu o corpo dela. Ia comer ela mesmo, mas era uma tentação e eu precisava passar minha língua ali. Fiquei atrás dela de novo e comecei a passar a ponta da pica nos lábios, ela mexia a bunda pra trás e de vez em quando dava uns tapas, até que começou a implorar pra eu meter. Não fiz ela esperar mais e enfiei tudo, igual ela tinha feito antes, de uma vez. Entrou até o fundo, ela levantou a cabeça e deu um grito pedindo mais, comecei a me mexer forte, no quarto só se ouvia os gritos dela e o barulho da minha batendo na bunda dela, junto com o som da minha pica na conchinha molhada dela. Tava curtindo quando vi o cuzinho dela, dava pra ver que não era um cuzinho virgem, mas era lindo, não consegui evitar, levei meu dedo até a bunda dela, primeiro passei saliva e depois cuspi no cu dela e comecei a enfiar o dedo no cuzinho dela.
J: ai sim pelo amor de Deus, pai, me fala que vai comer meu cu, eu imploro, por favor!
Y: quer que eu coma essa bunda linda? – enquanto dava um tapa – é isso que você quer, putinha?
J: sim, por favor, que delícia sentir essa pica grossa no meu cu, sempre me comeram com pica pequena
Y: me pede, quero que você implore pra eu comer seu cu
J: por favor, come meu cu, quero seu gozo no meu cuzinho, por favor
Tirei minha pica da buceta dela. totalmente encharcada, voltei a cuspir no cu dela e encostei a pontinha, comecei a meter devagar mas a ansiedade dela foi maior e ela mesma empurrou pra trás e enfiou meu pau inteiro, comecei a comer ela com força e ela se mexia no sentido contrário do que eu tava fazendo, o que dava mais prazer, comecei a dar tapas nela e ela gritava pedindo mais e como ela adorava ter o pau no cu, pedindo pra eu encher ela de porra. Não aguentei muito e comecei a gozar dentro dela, tirei meu pau porque queria ver ela cheia de leite, um último jatinho pequeno saiu bem na hora que tirei e caiu numa das bandas da bunda dela, via o cuzinho dela completamente aberto e meu leite escorrendo dele pra cima da bucetinha dela e da cama, dei um último tapa e me deitei do lado dela, que automaticamente se jogou em cima de mim e começou a me beijar
J: vamos tomar um banho e descer pra tomar café?
Y: bora, gostosa
J: adorei como você me comeu, tava há tempos sem transar assim
Entramos no chuveiro, ficamos nos beijando e nos acariciando, e metemos uma rapidinha que quase nem saiu leite quando gozei. Saímos, nos trocamos e descemos pra tomar café, a casa parecia vazia, sentei no balcão da cozinha enquanto ela preparava uns cafés e umas torradas. Nessa hora o celular dela tocou, ela pediu desculpa e saiu pra falar no jardim, nessa hora como se tivesse esperando apareceu a Marce com um roupão de seda fechado, toda despenteada, eu tava preparado pra ela me encher de xingamento mas fui surpreendido com o que aconteceu
M: bom dia, como cê tá?
Y: eu bem, e você?
M: como você acha que eu posso tar depois dos gritos que ouvi a manhã toda?
Y: desculpa, falei pra ela que a gente não fizesse isso que ia te incomodar
M: Incomodar? Não, filho, não me incomodei, tô é toda molhada, nem sabe como me toquei ouvindo vocês
Y: cê tá me zoando?
M: não, bobo, pelo amor de deus, que delícia você deve ter comido ela pra ela gritar assim, adoraria ter visto vocês
Y: hahaha cê é uma tarada, Marce
M: você não lembra do que te pedi na primeira noite?
Y: que eu pediu?
M: que foi que você me disse, sogrinha, e no final acabei comendo meu genro
Y: hahaha não sei se sou genro
M: não importa, desde que você faça ela feliz e continue me comendo, meu bem, e toma isso pra você, guarda antes que a Jime entre
Marcela tirou do bolso do roupão uma calcinha rendada azul. Quando peguei, estava completamente molhada. Ela abriu o roupão na parte de baixo e vi que não tava usando nada por baixo e tava molhada. Era real que ela tinha se tocado ouvindo a gente, isso deixou minha pica a mil. Segundos depois que a Marce saiu, a Jime entrou, me viu, sorriu, me deu um beijo no rosto e pediu desculpas pela interrupção. Tomamos café da manhã conversando besteira até ela pedir pra eu acompanhá-la até a casa da amiga que tinha deixado ela na mão no dia anterior. No caminho, começamos a conversar sobre a gente
J: como é que isso segue?
Y: isso o quê?
J: a gente
Y: como você quer que siga?
J: eu não quero namorado, ainda não, quero um amigo e você é um amigo muito bom
Y: do seu jeito, mas se eu soubesse que era a última vez, teria te comido mais na sua casa
J: não, não, não se engana, eu quero que o de hoje e o de ontem se repitam, mas não quero um namorado
Y: ok, agora entendi, não vou mentir, você sabe que faz tempo que eu gosto de você e depois do de ontem gosto mais ainda, mas também tô de boa com isso
J: perfeito, fica assim então, obrigada, lindo!
Y: por mim, se quiser a gente se vê à noite haha
J: adoraria, mas agora vou pra Tigre, temos uma festa, não quer vir comigo?
Y: não posso, senão iria com gosto, tenho coisas pra fazer amanhã, linda – realmente teria adorado, mas a Nora tinha marcado meu primeiro encontro oficial pra essa noite e eu não queria decepcionar ela
J: bom, melhor, porque senão com certeza minhas amigas iam querer te aproveitar, e ainda não quero te dividir
Y: ainda?
J: hahaha não se ilude não, lindo
Chegamos na casa da amiga dela, ela desceu e me deu um selinho, eu fui pra minha casa e num semáforo não consegui evitar pegar a calcinha da Marcela. O cheiro de... O sexo que ela exalava era tremendo e hipnótico, não sei se era tudo que eu tava vivendo ou o quê, mas algo dentro de mim tinha despertado. Fui direto pra casa da Marcela, toquei a campainha e depois de um tempo ela abriu. Continuava com o mesmo roupão e despenteada.
M: O que cê tá fazendo aqui?
Y: Vim terminar o que não conseguimos ontem. Cê me deixou todo arrepiado com aquela calcinha, sogrinha.
M: Mmmm, guy, passa, vamos pro quarto.
Entrei e a Marcela trancou a porta. Tinha aprendido a lição, evidentemente. Ela me levou pro quarto dela, mas quando a gente tava passando pela porta do quarto da Jime, ela me parou.
M: Mmmm, para. Essa menina se comportou mal, então eu vou me comportar mal também. Quero que você me coma igual comeu ela na cama dela.
Y: Que puta que cê é, sogrinha. Tem certeza?
M: Sim, quero que cê faça tudo que fez com ela quando ela gritava.
Y: Beleza, então fica de quatro, puta.
M: Sim, sou sua sogra puta, mas antes deixa eu chupar um pouquinho sua pica — ela pegou minha pica e levou até a boca — Mmmm, tem cheiro de bucetinha, tem cheiro da buceta da minha filha, que lindo.
Marce deu mais umas lambidas na minha pica e ficou de quatro na cama. Igual fiz com a filha dela mais cedo, me ajoelhei atrás dela e chupei a buceta dela. O cheiro de sexo que tinha era uma loucura e, de uma vez, enfiei a pica e comecei a comer ela bem forte, igual horas antes tinha comido a Jime. A imagem da Jime de quatro aparecia constantemente e me deixava mais excitado ainda. Tava comendo ela com violência e ela gemia cada vez mais, gritava e pedia mais e mais. Nesse ponto, aconteceu igual com a filha: da bunda gorda dela aberta, vi o cuzinho e me deu tesão. Ao contrário da filha, tava bem fechadinho.
Y: Sogrinha, cê quer que eu te coma igual comi sua filha hoje?
M: Sim, faz tudo que fez com ela, quero gritar igual ela.
Y: Beleza, mas não quero reclamação, não aceito um não — nessa hora, cuspi no cu dela e apoiei meu dedo —
M: O que cê tá fazendo? — ela falou assustada, virando a cabeça pra tentar ver.
Y: Vou te comer o cu. cu como a tua filha você não queria isso, putinha?
M: mas não, não, ninguém enfiou no meu cu por favor não, meu marido quis e doeu muito
Y: devia ter pensado antes, você pediu
M: cê tem razão, se a puta da minha filha aguenta, eu também tenho que aguentar, arromba meu cu, cara, enche ele de porra
As palavras dela foram ordens, mas o cu dela não era igual ao da filha e ia ser difícil pros dois aproveitarem. Nisso, vi um pote em cima da cômoda da Jime que conhecia bem, era um lubrificante que a Nora costumava usar nos brinquedos dela. Peguei e joguei um jato no cu dela. O frio do óleo fez a Marcela tremer, e rápido enfiei dois dedos que deslizavam fácil enquanto meu pau continuava entrando e saindo da bucetinha dela. Depois de enfiar um terceiro, imaginei que ela tava pronta e apoiei a ponta. Tava tão molhado meu pau e tão lubrificada ela que meu pau entrou perfeito. Um grito de dor ecoou pela casa toda e tenho certeza que na vizinhança inteira. Comecei a foder ela forte sem dar descanso, os gritos de dor dela logo viraram gemidos e ela pedia mais e mais. Não aguentei muito naquela posição e finalmente gozei dentro dela, enquanto com a mão direita ela se esfregava o clitóris frenética e também gozava.
M: que sortudo, de manhã comeu a menina e agora a velhinha
Y: gostou, sogrinha?
M: amei, agora que cê tá de namoro com minha filha vai me deixar de comer?
Y: não somos namorados
M: tá me zoando que minha filha tá só pelo prazer?
Y: sim, por que, te chamou atenção?
M: ela sempre foi muito na dela, só transava com os namorados, que sorte que cê tá mostrando pra ela o que é aproveitar de verdade, obrigada! – me deu um beijo e desceu pra chupar meu pau que rapidinho ficou duro – que bom que cê é novinho, já tá duro de novo
A Marcela subiu em cima de mim e começou a me montar igual a filha dela tinha feito mais cedo, fez isso até os dois gozarem de novo. Depois disso, ela se levantou, vestiu o roupão e me deu minha roupa. Eu me troquei e fui pra minha casa. Tinha que estar pronto pro meu primeiro encontro oficial. Prometo que logo conto essa história pra vocês.
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