O entregador safado 8

Na manhã seguinte, acordei com um beijo no pescoço da Jime. O quarto estava iluminado pela luz do sol que entrava pelas frestas da persiana.

Y: Bom dia, dormiu bem?
J: Sim, obrigada por tudo, eu precisava disso.
Y: Para de agradecer, não te fiz um favor, eu curti.
J: E eu te curti também. Quer tomar café?
Y: Bora, aqui ou vamos pra outro lugar? Por causa da sua mãe.
J: Aqui, tô pouco me lixando pra minha mãe, que se dane... Mas primeiro quero outro café da manhã.

A Jime subiu em cima de mim, eu tava com uma daquelas ereções matinais e meu pau ficou roçando a buceta dela. Ela começou a me beijar e minhas mãos foram pra suas costas e rabeta. Uns segundos depois, ela se levantou, ficou sentada em cima de mim, me olhou, pegou nos peitos, apertou e mordeu o lábio.

J: Ontem à noite você fez amor comigo, agora quero que me coma, quero que me faça gritar.
Y: Mas e sua mãe?
J: Eu tive que ver ela gemendo pra um desconhecido, agora ela que me ouça gemer.

A Jime levantou um pouquinho, pegou meu pau com a mão e guiou até a buceta dela. Assim que a cabeça encostou nos lábios dela, ela se deixou cair, penetrando ele por completo. Um gemido inundou o quarto e ela ficou uns segundos parada, sentindo meu pau. Eu sentia a umidade e o calor lá dentro, e sentia os músculos da buceta apertando meu pau. Ela se inclinou pra trás, uma das mãos ainda apertando os peitos e a outra foi pro clitóris, começando a se tocar sem se mexer. Instintivamente, levei minhas mãos pra cintura dela primeiro, depois fui subindo até chegar naqueles peitos lindos que ela tinha. Essa ação foi como se tivesse dado a ordem pra ela se ativar, porque ela começou a se mexer, cada vez mais forte em cima do meu pau, a ponto de virar pulos. Mentira se eu disser quanto tempo ficamos assim, porque realmente perdi a noção do tempo. A única coisa que eu ouvia eram os gemidos dela. A cara dela era um poema, tava com os olhos virados e a boca aberta, gemendo. De vez em quando, ela beliscava os bicos dos peitos, apertava os peitos, e em outros momentos me beliscava e puxava. As mãos dela no meu pescoço. De repente, o corpo todo dela ficou tenso, os gemidos viraram gritos, as únicas palavras que saíam da boca dela eram "to gozando, to gozando" e finalmente ela caiu como desmaiada em cima de mim.

J: juro que fazia anos que não gozava assim, me pede o que quiser
Y: o que eu quiser?
J: o que você quiser, sou sua putinha!
Y: fica de quatro
J: SIM! Amo isso, me come de quatro por favor

Jime saiu de cima de mim e ficou de quatro, eu fiquei do lado da cama observando ela, a imagem era linda, Jime deu um tapa na própria bunda e falou "vai logo!". Fiquei atrás dela, a visão da buceta molhada brilhando com a luz que entrava no quarto era linda, me ajoelhei atrás dela e comecei a passar a língua, senti o arrepio que percorreu o corpo dela. Ia comer ela mesmo, mas era uma tentação e eu precisava passar minha língua ali. Fiquei atrás dela de novo e comecei a passar a ponta da pica nos lábios, ela mexia a bunda pra trás e de vez em quando dava uns tapas, até que começou a implorar pra eu meter. Não fiz ela esperar mais e enfiei tudo, igual ela tinha feito antes, de uma vez. Entrou até o fundo, ela levantou a cabeça e deu um grito pedindo mais, comecei a me mexer forte, no quarto só se ouvia os gritos dela e o barulho da minha batendo na bunda dela, junto com o som da minha pica na conchinha molhada dela. Tava curtindo quando vi o cuzinho dela, dava pra ver que não era um cuzinho virgem, mas era lindo, não consegui evitar, levei meu dedo até a bunda dela, primeiro passei saliva e depois cuspi no cu dela e comecei a enfiar o dedo no cuzinho dela.

J: ai sim pelo amor de Deus, pai, me fala que vai comer meu cu, eu imploro, por favor!
Y: quer que eu coma essa bunda linda? – enquanto dava um tapa – é isso que você quer, putinha?
J: sim, por favor, que delícia sentir essa pica grossa no meu cu, sempre me comeram com pica pequena
Y: me pede, quero que você implore pra eu comer seu cu
J: por favor, come meu cu, quero seu gozo no meu cuzinho, por favor

Tirei minha pica da buceta dela. totalmente encharcada, voltei a cuspir no cu dela e encostei a pontinha, comecei a meter devagar mas a ansiedade dela foi maior e ela mesma empurrou pra trás e enfiou meu pau inteiro, comecei a comer ela com força e ela se mexia no sentido contrário do que eu tava fazendo, o que dava mais prazer, comecei a dar tapas nela e ela gritava pedindo mais e como ela adorava ter o pau no cu, pedindo pra eu encher ela de porra. Não aguentei muito e comecei a gozar dentro dela, tirei meu pau porque queria ver ela cheia de leite, um último jatinho pequeno saiu bem na hora que tirei e caiu numa das bandas da bunda dela, via o cuzinho dela completamente aberto e meu leite escorrendo dele pra cima da bucetinha dela e da cama, dei um último tapa e me deitei do lado dela, que automaticamente se jogou em cima de mim e começou a me beijar

J: vamos tomar um banho e descer pra tomar café?
Y: bora, gostosa
J: adorei como você me comeu, tava há tempos sem transar assim

Entramos no chuveiro, ficamos nos beijando e nos acariciando, e metemos uma rapidinha que quase nem saiu leite quando gozei. Saímos, nos trocamos e descemos pra tomar café, a casa parecia vazia, sentei no balcão da cozinha enquanto ela preparava uns cafés e umas torradas. Nessa hora o celular dela tocou, ela pediu desculpa e saiu pra falar no jardim, nessa hora como se tivesse esperando apareceu a Marce com um roupão de seda fechado, toda despenteada, eu tava preparado pra ela me encher de xingamento mas fui surpreendido com o que aconteceu

M: bom dia, como cê tá?
Y: eu bem, e você?
M: como você acha que eu posso tar depois dos gritos que ouvi a manhã toda?
Y: desculpa, falei pra ela que a gente não fizesse isso que ia te incomodar
M: Incomodar? Não, filho, não me incomodei, tô é toda molhada, nem sabe como me toquei ouvindo vocês
Y: cê tá me zoando?
M: não, bobo, pelo amor de deus, que delícia você deve ter comido ela pra ela gritar assim, adoraria ter visto vocês
Y: hahaha cê é uma tarada, Marce
M: você não lembra do que te pedi na primeira noite?
Y: que eu pediu?
M: que foi que você me disse, sogrinha, e no final acabei comendo meu genro
Y: hahaha não sei se sou genro
M: não importa, desde que você faça ela feliz e continue me comendo, meu bem, e toma isso pra você, guarda antes que a Jime entre

Marcela tirou do bolso do roupão uma calcinha rendada azul. Quando peguei, estava completamente molhada. Ela abriu o roupão na parte de baixo e vi que não tava usando nada por baixo e tava molhada. Era real que ela tinha se tocado ouvindo a gente, isso deixou minha pica a mil. Segundos depois que a Marce saiu, a Jime entrou, me viu, sorriu, me deu um beijo no rosto e pediu desculpas pela interrupção. Tomamos café da manhã conversando besteira até ela pedir pra eu acompanhá-la até a casa da amiga que tinha deixado ela na mão no dia anterior. No caminho, começamos a conversar sobre a gente

J: como é que isso segue?
Y: isso o quê?
J: a gente
Y: como você quer que siga?
J: eu não quero namorado, ainda não, quero um amigo e você é um amigo muito bom
Y: do seu jeito, mas se eu soubesse que era a última vez, teria te comido mais na sua casa
J: não, não, não se engana, eu quero que o de hoje e o de ontem se repitam, mas não quero um namorado
Y: ok, agora entendi, não vou mentir, você sabe que faz tempo que eu gosto de você e depois do de ontem gosto mais ainda, mas também tô de boa com isso
J: perfeito, fica assim então, obrigada, lindo!
Y: por mim, se quiser a gente se vê à noite haha
J: adoraria, mas agora vou pra Tigre, temos uma festa, não quer vir comigo?
Y: não posso, senão iria com gosto, tenho coisas pra fazer amanhã, linda – realmente teria adorado, mas a Nora tinha marcado meu primeiro encontro oficial pra essa noite e eu não queria decepcionar ela
J: bom, melhor, porque senão com certeza minhas amigas iam querer te aproveitar, e ainda não quero te dividir
Y: ainda?
J: hahaha não se ilude não, lindo

Chegamos na casa da amiga dela, ela desceu e me deu um selinho, eu fui pra minha casa e num semáforo não consegui evitar pegar a calcinha da Marcela. O cheiro de... O sexo que ela exalava era tremendo e hipnótico, não sei se era tudo que eu tava vivendo ou o quê, mas algo dentro de mim tinha despertado. Fui direto pra casa da Marcela, toquei a campainha e depois de um tempo ela abriu. Continuava com o mesmo roupão e despenteada.

M: O que cê tá fazendo aqui?
Y: Vim terminar o que não conseguimos ontem. Cê me deixou todo arrepiado com aquela calcinha, sogrinha.
M: Mmmm, guy, passa, vamos pro quarto.

Entrei e a Marcela trancou a porta. Tinha aprendido a lição, evidentemente. Ela me levou pro quarto dela, mas quando a gente tava passando pela porta do quarto da Jime, ela me parou.

M: Mmmm, para. Essa menina se comportou mal, então eu vou me comportar mal também. Quero que você me coma igual comeu ela na cama dela.
Y: Que puta que cê é, sogrinha. Tem certeza?
M: Sim, quero que cê faça tudo que fez com ela quando ela gritava.
Y: Beleza, então fica de quatro, puta.
M: Sim, sou sua sogra puta, mas antes deixa eu chupar um pouquinho sua pica — ela pegou minha pica e levou até a boca — Mmmm, tem cheiro de bucetinha, tem cheiro da buceta da minha filha, que lindo.

Marce deu mais umas lambidas na minha pica e ficou de quatro na cama. Igual fiz com a filha dela mais cedo, me ajoelhei atrás dela e chupei a buceta dela. O cheiro de sexo que tinha era uma loucura e, de uma vez, enfiei a pica e comecei a comer ela bem forte, igual horas antes tinha comido a Jime. A imagem da Jime de quatro aparecia constantemente e me deixava mais excitado ainda. Tava comendo ela com violência e ela gemia cada vez mais, gritava e pedia mais e mais. Nesse ponto, aconteceu igual com a filha: da bunda gorda dela aberta, vi o cuzinho e me deu tesão. Ao contrário da filha, tava bem fechadinho.

Y: Sogrinha, cê quer que eu te coma igual comi sua filha hoje?
M: Sim, faz tudo que fez com ela, quero gritar igual ela.
Y: Beleza, mas não quero reclamação, não aceito um não — nessa hora, cuspi no cu dela e apoiei meu dedo —
M: O que cê tá fazendo? — ela falou assustada, virando a cabeça pra tentar ver.
Y: Vou te comer o cu. cu como a tua filha você não queria isso, putinha?
M: mas não, não, ninguém enfiou no meu cu por favor não, meu marido quis e doeu muito
Y: devia ter pensado antes, você pediu
M: cê tem razão, se a puta da minha filha aguenta, eu também tenho que aguentar, arromba meu cu, cara, enche ele de porra

As palavras dela foram ordens, mas o cu dela não era igual ao da filha e ia ser difícil pros dois aproveitarem. Nisso, vi um pote em cima da cômoda da Jime que conhecia bem, era um lubrificante que a Nora costumava usar nos brinquedos dela. Peguei e joguei um jato no cu dela. O frio do óleo fez a Marcela tremer, e rápido enfiei dois dedos que deslizavam fácil enquanto meu pau continuava entrando e saindo da bucetinha dela. Depois de enfiar um terceiro, imaginei que ela tava pronta e apoiei a ponta. Tava tão molhado meu pau e tão lubrificada ela que meu pau entrou perfeito. Um grito de dor ecoou pela casa toda e tenho certeza que na vizinhança inteira. Comecei a foder ela forte sem dar descanso, os gritos de dor dela logo viraram gemidos e ela pedia mais e mais. Não aguentei muito naquela posição e finalmente gozei dentro dela, enquanto com a mão direita ela se esfregava o clitóris frenética e também gozava.

M: que sortudo, de manhã comeu a menina e agora a velhinha
Y: gostou, sogrinha?
M: amei, agora que cê tá de namoro com minha filha vai me deixar de comer?
Y: não somos namorados
M: tá me zoando que minha filha tá só pelo prazer?
Y: sim, por que, te chamou atenção?
M: ela sempre foi muito na dela, só transava com os namorados, que sorte que cê tá mostrando pra ela o que é aproveitar de verdade, obrigada! – me deu um beijo e desceu pra chupar meu pau que rapidinho ficou duro – que bom que cê é novinho, já tá duro de novo

A Marcela subiu em cima de mim e começou a me montar igual a filha dela tinha feito mais cedo, fez isso até os dois gozarem de novo. Depois disso, ela se levantou, vestiu o roupão e me deu minha roupa. Eu me troquei e fui pra minha casa. Tinha que estar pronto pro meu primeiro encontro oficial. Prometo que logo conto essa história pra vocês.

7 comentários - O entregador safado 8

Están muy buenos los relatos loco! Qué bueno es sacarle punta al lápiz jajaja
ufff!!! que pajero estoy! van 10 puntos con los dedos pegoteados!!! 😜
excelente de nuevo papa! van 10, la verdad que solo imaginarlo me explota la pija! saludos Crack! esperamos la otra parte
owl3
Esto es una droga, no puedo esperar tanto al próximo
tome sus puntos buen hombre... estare esperando el proximo!