Voltei com outro relato verídico, espero que gostem. Num sábado, eu tava com meu marido e uns amigos tomando cerveja, a gente bebeu pra caralho, acho que eu umas seis. Os amigos do meu marido foram embora, e eu, de propósito pra provocar, me vesti com uma regata branca sem sutiã e uma legging azul com a cintura dobrada até quase onde começa minha bela peluda, bem apertada na frente e atrás. Já tinha minha tatuagem na lombar baixa atrás e uma na frente, entre o quadril e a buceta. Além do piercing no umbigo. Ficamos só nós dois e eu queria continuar bebendo, aí meu marido falou: "Só tem vodka". Falei: "Vamos nessa, continua", e assim fizemos. Mas depois de dois ou três copinhos, passei mal e me senti muito ruim. Ele dizia que era só bebedeira, mas eu insisti pra ele me levar no pronto-socorro aqui em Buenos Aires, um UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Ele me obedeceu, me levou. Entrei num consultório com um cara de uns 45 ou 50 anos, sei lá, e mandaram ele esperar lá fora na sala de espera.
Quando entrei, o cara me olhou de cima a baixo e perguntou: "Você ingeriu álcool?" E óbvio, falei: "Sim, muito, por quê?" Ele disse: "Bom, vou medir sua pressão, ouvir seu coração, e se estiver tudo bem, não tem problema", enquanto passava a mão nas minhas costas e eu sentada na maca. Mediu minha pressão e depois colocou o estetoscópio no meu peito por cima da regata. Eu tava cambaleando de tão bêbada. Enquanto colocava o estetoscópio, tocou no meu piercing do umbigo e, todo descontraído, falou: "Tava na farra, mamãe? Não pode beber tanto assim." Levei na boa, como conselho de médico gente boa. E depois, acho que ficou acariciando minha barriga enquanto fingia que tava ouvindo meu coração. Mandou eu levantar, e eu levantei. Disse que não tava ouvindo direito, que ia colocar o estetoscópio por baixo da minha regata, e eu falei: "Tá bom". Ele enfiou a mão por baixo da regata e, depois de alguns segundos, percebi que não tava ouvindo meu coração, tava massageando meus peitos. E eu, super bêbada, só fui notar depois de um minuto, acho. Fiquei assustada, mas tava excitada, queria ver se era coisa da minha cabeça por causa da bebida. Bêbada pra caralho ou ele já tava me apalpando, então não falei nada. Ele mandou eu deitar na maca de barriga pra cima, levantou minha regata, com uma mão ficava apertando meus peitos e a outra tava no meu pelo pubiano, passando por cima da minha buceta por cima da legging. Eu, muito bêbada, comecei a ficar excitada, e ele falava: "Fica tranquila, sou médico, é pra subir sua pressão". Depois ele disse: "Preciso ver mais pra saber se você tá bem". Falei "claro", e ele baixou minha legging até a metade da coxa. Aí pensei: "esse cara é um sem-vergonha", mas a bebedeira não me deixou reagir. Ele enfiou a mão dentro da minha calcinha fio dental e começou a me masturbar. Lembro que sentia medo e raiva, mas tava muito molhada, acho que gostei. Quando falei "doutor, o que cê tá fazendo?", ele disse: "Dorme, relaxa, você vai ficar sob controle por uma hora, pela sua segurança". Eu falei "tá bom" e apaguei. Entre o sono e a vigília, senti algo morno e molhado. Quando virei a cabeça, era o doutor encostando o pau dele na lateral da minha bunda, enquanto me apalpava e se punhetava. Me virei e vi ele com o pau pra fora, durasso, me olhando, tocando minha buceta e beijando meus peitos enquanto se masturbava e esfregava a cabeça do pau na lateral do meu quadril. A verdade é que me excitou e não falei nada, pensei que ia me comer, mas ele continuou assim por uns minutos até gozar na minha calcinha fio dental. Eu deitada de barriga pra cima, senti os jatos de porra no meu púbis. Aí levantei e falei: "O que cê tá fazendo?" E ele respondeu: "Nada, tá tudo bem, vai embora". Me arrumei, saí, fui com meu marido, chegamos em casa e transei com ele pensando como foi gostoso aquele filho da puta me gozando. E a verdade é que queria que ele tivesse me comido. Depois veio a culpa, mas nunca vou contar pra ele o que aconteceu.
Quando entrei, o cara me olhou de cima a baixo e perguntou: "Você ingeriu álcool?" E óbvio, falei: "Sim, muito, por quê?" Ele disse: "Bom, vou medir sua pressão, ouvir seu coração, e se estiver tudo bem, não tem problema", enquanto passava a mão nas minhas costas e eu sentada na maca. Mediu minha pressão e depois colocou o estetoscópio no meu peito por cima da regata. Eu tava cambaleando de tão bêbada. Enquanto colocava o estetoscópio, tocou no meu piercing do umbigo e, todo descontraído, falou: "Tava na farra, mamãe? Não pode beber tanto assim." Levei na boa, como conselho de médico gente boa. E depois, acho que ficou acariciando minha barriga enquanto fingia que tava ouvindo meu coração. Mandou eu levantar, e eu levantei. Disse que não tava ouvindo direito, que ia colocar o estetoscópio por baixo da minha regata, e eu falei: "Tá bom". Ele enfiou a mão por baixo da regata e, depois de alguns segundos, percebi que não tava ouvindo meu coração, tava massageando meus peitos. E eu, super bêbada, só fui notar depois de um minuto, acho. Fiquei assustada, mas tava excitada, queria ver se era coisa da minha cabeça por causa da bebida. Bêbada pra caralho ou ele já tava me apalpando, então não falei nada. Ele mandou eu deitar na maca de barriga pra cima, levantou minha regata, com uma mão ficava apertando meus peitos e a outra tava no meu pelo pubiano, passando por cima da minha buceta por cima da legging. Eu, muito bêbada, comecei a ficar excitada, e ele falava: "Fica tranquila, sou médico, é pra subir sua pressão". Depois ele disse: "Preciso ver mais pra saber se você tá bem". Falei "claro", e ele baixou minha legging até a metade da coxa. Aí pensei: "esse cara é um sem-vergonha", mas a bebedeira não me deixou reagir. Ele enfiou a mão dentro da minha calcinha fio dental e começou a me masturbar. Lembro que sentia medo e raiva, mas tava muito molhada, acho que gostei. Quando falei "doutor, o que cê tá fazendo?", ele disse: "Dorme, relaxa, você vai ficar sob controle por uma hora, pela sua segurança". Eu falei "tá bom" e apaguei. Entre o sono e a vigília, senti algo morno e molhado. Quando virei a cabeça, era o doutor encostando o pau dele na lateral da minha bunda, enquanto me apalpava e se punhetava. Me virei e vi ele com o pau pra fora, durasso, me olhando, tocando minha buceta e beijando meus peitos enquanto se masturbava e esfregava a cabeça do pau na lateral do meu quadril. A verdade é que me excitou e não falei nada, pensei que ia me comer, mas ele continuou assim por uns minutos até gozar na minha calcinha fio dental. Eu deitada de barriga pra cima, senti os jatos de porra no meu púbis. Aí levantei e falei: "O que cê tá fazendo?" E ele respondeu: "Nada, tá tudo bem, vai embora". Me arrumei, saí, fui com meu marido, chegamos em casa e transei com ele pensando como foi gostoso aquele filho da puta me gozando. E a verdade é que queria que ele tivesse me comido. Depois veio a culpa, mas nunca vou contar pra ele o que aconteceu.
5 comentários - Por beber de mas