Pra começar a contar minha vida, quando era jovem, aos 21 anos, tinha uma namorada muito gostosa, que não sei bem por que estava comigo. A questão é que no grupo de amigos, eu sempre fui o que tinha a melhor situação financeira. Não sei se isso teve a ver com meu relacionamento, mas provavelmente sim. O negócio é que comecei a perceber que minha namorada, vamos chamar ela de Mariana, me traía. Com o passar dos anos, descobri que ela me passava a perna com quase todos os meus amigos, ou seja, todos comiam ela pelas minhas costas e, claro, riam de mim. Mariana tinha um corno oficial que era o Andrés, bonitão, magro, com abdômen trincado. A primeira vez que percebi foi quando fui buscar a Mariana na casa dela e ela apareceu na janela, só coberta pela cortina, e disse que não podia sair porque os pais não estavam e não deixavam ela sair, mas atrás da porta estava o Andrés, que já tinha a cock toda enfiada dentro dela e serrava sem parar, por isso vi que ela se mexia. Outra vez fomos acampar com esses amigos e ela comeu três enquanto eu procurava por eles em outra parte do acampamento onde supostamente estariam, e na mesma noite, quando estávamos os dois juntinhos dentro da barraca, ela disse que precisava ir ao banheiro, foi e demorou umas horas, foi pra barraca do Andrés e comeu ele de novo, mas dessa vez sozinha. Ela adorava foder com o Andrés porque ele tinha uma cock boa e fazia ela gozar, já eu não. Foi assim que comecei a viver minha cornice, e comecei a gostar e sentir um tesão do caralho pelo que faziam pelas minhas costas. Às vezes a Mariana me dizia que não tava afim de transar, mas eu me masturbava sem parar e não ligava, só queria que ela me fizesse de cuck. Chegou um ponto em que eu percebia e me fazia de besta, como na vez que tínhamos que ir comer churrasco na casa do Andrés, e a Mariana foi vestida que nem uma puta, fazia calor mas não era pra ir com uma minissaia preta bem curta, uma calcinha fio dental branca e um top rosa choque. Chegamos e ninguém queria fazer o churrasco, então eu disse que ia fazer. Fazer, todo mundo festejou e em dez minutos não tinha ninguém do meu lado, enquanto eu acendia o baseado, ouvia os gemidos da Mariana vindo do quintal. Naquela noite, acho que ela passou o rodo em todos os meus amigos. Eu, de vez em quando, ia no banheiro e batia uma punheta ouvindo os gemidos da Mariana, e gozava a cada transa que ela levava. Acho que naquela noite eu gozei umas quatro vezes e terminei destruído. Quando levei a Mariana pra casa, passei a mão nela e senti ela toda molhada, cheia de porra e sem calcinha. Outra vez que fui na casa do Andrés e vi a calcinha branca da Mariana pendurada como um troféu, não aguentei e pedi licença pra ir no banheiro e bati uma punheta. Já ouvia me chamarem de "Conu", era meu apelido, mas com o tempo percebi que era isso que eu queria, ser corno manso. Até que a Mariana cansou de eu ser tão corno e terminou comigo, deixou bem claro: "Tô te largando porque você é muito, muito corno." Vou continuar contando minhas experiências de corno manso ao longo da minha vida até hoje.
11 comentários - Minha vida de corno
Una lastima que te hayas perdido eso, verla cogida por tus amigos es hermoso!