Já tinha comentado antes que os homens não cobiçam mulheres intimidadoras. Devo reconhecer que gosto de ser eu quem leva o controle na hora do sexo. Indicar as posições, coroar a cara dele com minha buceta. Me mexer de forma compulsiva e acariciar com minha vulva exposta sobre sua língua brilhante. Cobria o rosto dele, marcava, possuía. Gostava daquelas noites de encontros de uma noite só e usar os pênis deles como um bendito vibrador. Já falei que adoro as ervas que se fumam, e as sensações que me provocam. Justamente uma dessas vezes que quis dar uma chapada do caralho. Foi quando consegui uma certa dissociação esquisita. E sim, efetivamente posso vê-los como brinquedo sexual. Separava o corpo do membro dele. Esquecia que ele estava ali e era eu pulando e buscando ter mais de um orgasmo como sempre. Já conheci bastantes caras. Alguns ainda são amigos, outros só uma vez, e alguns amantes ocasionais (aqueles momentos em que a tesura te domina, e você precisa se satisfazer naquela hora). Antes de decidir entrar nessa vida era toda pudor. Agora entendi como funciona o jogo, e como pode ser simples para uma mulher pular de homem em homem. No entanto, decidi que gostava mais assim, porque o homem em si, não nasceu para uma vida monógama. Prefiro ficar solteira e não ter que ficar dando explicações para ninguém. Já passei por aquelas relações fiéis em que me entediava demais. Minha última relação era com um cara chamado Fabián. O Fabián adorava planejar nossos encontros sexuais, que por outro lado, eram bem distantes. Tinha um trabalho que exigia muito tempo, e as vezes que podíamos nos ver eram contadas. Sempre planejando o momento, a grande noite, que culminava em comer romanticamente em algum lugar, ir a um motel novo ou então, jantar no apartamento dele, jantar, e terminar tendo um sexo tão fingido, que até poderia suspeitar que o cara mais de uma vez fingiu suas gozadas. Com o Fabián... Inventei montes de eventos só para acabar mais insatisfeita que antes. Fiquei nessa por uns 2 anos. Até que chegou um convite, ou melhor, eu procurei meu ingresso para esses lugares. Na linda internet, encontrei um anúncio curioso de "Festas privadas em uma casa". Diziam que a próxima festa seria tal data, em tal lugar, deixavam um e-mail, e através desse e-mail te davam um número de telefone e uma senha. Era um grupo de pelo menos umas 100 pessoas que eram frequentes nessas festas. Eu estava em um grupo de "Whatsapp" com outras 24 pessoas, e um deles, o Roby, um gringo nascido e criado na Califórnia, com cara de surfista e um espanhol muito bom. Ele fazia o papel de moderador desse grupo, e nos mandou uma mensagem: -Oi, pessoal! Bem-vindos a todos. Meu nome é Roby, estou há uns 10 anos no Chile, e comecei a fazer essas festas na minha casa, principalmente, elas acontecem na minha casa. Nós seremos o primeiro grupo, a senha como já mencionamos é: "Noite de máscaras". E por nenhum motivo devem tirar a máscara, e já devem estar com ela colocada antes. Como vocês são todos novatos. Este é o primeiro passo. Porque nós queremos um "Festim" de corpos misturados, e só serão escolhidos por um desejo carnal. É indispensável saber quem quer participar e pertencer, porque nosso lema é "Ode constante ao prazer". Quem quiser entrar, deve renunciar completamente ao compromisso, e se entregar aos instintos, e ver o outro apenas como um objeto. É um exercício constante e pode ser alcançado. Quem está disposto a se explorar e a renunciar a uma vida monótona? Podem pensar, dou 24 horas. Amanhã, no mesmo horário espero suas confirmações. Dos 24, restaram 15, e no outro dia o número caiu para 10. Finalmente, quando chegou a hora em que devíamos dar uma resposta. Eu, sem nem pensar ou avaliar por 24 horas. Só me concentrei 3 horas antes em ver todos os prós e contras. Como prós, eu sabia que queria conhecer alguém que pudesse me dar mais de uma sessão de sexo, e que acontecesse de modo espontâneo sem tanta premeditação. Como segundo Pró. A outra noite saí com amigas depois de terminar meu relacionamento com Fabián, aquele que planejava suas transas. Decidi que era hora de dar uma guinada na minha vida sexual. E entre saúde, e várias doses no corpo. Todas elas e eu gritamos em coro: "Só queremos uma boa foda". Até que em um momento da noite pensamos em nos chamar de "Incooláveis", porque antes de querer nos entregar ao mercado da descoberta sexual. Coincidimos todas, que melhor não transássemos com nenhum cara qualquer e fizéssemos uma seita não satânica, mas praticamente era fazer celibato como as "Incooláveis". Não deixaríamos que nenhum homem entrasse na nossa portinha da felicidade. No final como já lhes disse, terminamos decidindo que o melhor era ficar louca e transar com quem quiséssemos. Terceiro Pró: Conhecer meu corpo. O contra era só "E se me arrepender?". Mandei uma mensagem no grupo, e fui a primeira a dizer: -Sim, aceito! Estou disposta. Roby me enviou mensagem na hora, agradecendo minha participação, e que depois que os outros (Já restavam 7 contando com Roby) dessem sua resposta. O segundo que confirmou foi Esteban, depois, Isis, Linda e Alberto. Por último, o que faltava e nunca soubemos o nome, nem vimos sua cara acabou saindo do grupo. Roby escreveu: Dos 25, restaram 6. Sempre acontece quando propomos renunciar ao compromisso. O homem sempre gosta de negar sua natureza, e esquecem que a vida é para ser aproveitada. No fim das contas, todos vamos morrer. Que pelo menos na sua lápida esteja escrito "Gozador". Nos pediu para indicar nossos nomes ou apelidos. Eu essa noite, decidi me chamar de feroz. Roby me perguntou depois: -Por que escolheu se chamar "Feroz"? E enviou um emoji de diabinho. -Porque naquele dia, naquele momento em que você pediu para confirmarmos nossa participação, eu me sentia assim, e queria devorar o mundo. -Interessante! Olha só, você conseguiu. Enviou emoticons de risa. -Foi a melhor decisão que já tomei. -Sem dúvida. E ele me mandou outro diabinho. Depois de todos os participantes se apresentarem. E de esperarmos com uma ansiedade estranha pelo que aconteceria. Ele pediu uma máscara específica, nos indicou onde comprar e que vestíssemos formal. Em alguns dias, iríamos para a grande e glamorosa festa. Além do Roby, estaria todo o grupo de moderadores (eram mais 10 pessoas, além de nós 5). Haveria um jantar de 5 pratos em nossa homenagem. Como começaríamos, tudo seria revelado naquele dia. Um sábado às 21h em um lugar afastado. Nos explicaram que um motorista viria nos buscar em nossas casas e nos deixaria na casa do "Roby". Devíamos ir com nossa máscara colocada antes de entrar no local. Eu coloquei um batom mate vinho, um vestido bem conservador com um decote deplorável, e roupa íntima do mesmo tom dos meus lábios, e uns lindos saltos bem baixos. Com meu cabelo ao vento, e minhas pernas longas desci do carro, e observei o lindo lugar coberto de lanternas, havia muita natureza ao redor de uma construção toda feita de concreto, com espaços abertos que se conectavam com o verde dos jardins. Já estava com minha máscara e as pernas tremendo, devido à incerteza e à ativação de todos os meus medos. Como era possível que eu tivesse ido tão longe? Já estava aqui, e quanto mais me aproximava por um caminho de vidro cristalino. Olhei para baixo e dentro deste caminho corria um pequeno riacho, muitas pedrinhas posicionadas estrategicamente para produzir um efeito de nascente. Entre o arrependimento e o espanto, avistei ao longe uma cabeleira loira e desgrenhada, ao lado dele um homem vestido como garçom nos esperava com uma bandeja com diferentes coquetéis, entre eles, um daiquiri de framboesa. O Roby esperou que eu chegasse até ele, e me observou da cabeça aos pés. Ele disse: -Oi! Tudo bem? Meu nome é Roby. E você? Seu apelido? -Bom, é fer...oz. Sussurrei. -Como é que é? -Bem, "Feroz". Tentei elevar um pouco o tom.
- Bem-vinda, Feroz! Escolha um drink.
Peguei o daiquiri, e Roby bateu sua taça na minha e disse em voz alta:
- Saúde!
Bebemos e ele anunciou:
- Você foi a primeira a aceitar e a primeira a chegar. Portanto, como você gosta de ser "Voluntária", vamos começar por você. Você será a aprendiz e também a cobaia da indução.
Eu só fiz um "O" com a boca, e ele continuou:
- Calma, tem uma palavra de segurança. A ideia é que vocês curtam e que isso não vire um martírio. Entendemos que o pudor é uma das emoções mais difíceis de largar, mas, uma vez que você se entrega e segue as instruções, tudo fica mais fluido e fácil. Você pode ser uma futura moderadora. Por isso, vamos avaliar seu desempenho e participação; além disso, criatividade e inovação que você possa trazer somam pontos. Hoje você pode desistir, ou pode entrar de vez.
- Mas... não era pra eu já ter dito sim?
- Sim! Esse foi seu primeiro "Sim", precisamos de mais 5 desses. Não quero entrar em mais detalhes. Mais informações serão reveladas conforme você for avançando e se sentindo confortável. Isso é só o primeiro teste. Pode ser que você goste e já solte logo, como pode ser difícil, mas você queira continuar, ou então, faça hoje e a gente nunca mais se veja. Você não pode contar nada pra ninguém sobre isso, é importante, só os moderadores podem convidar.
Não consegui dizer uma palavra, e finalmente, ao longe, Roby e eu vimos os outros quatro chegando pelo caminho cristalino.
Eles se aproximaram, nos cumprimentamos, escolheram drinks e disseram seus nomes.
Continua...
P.S.: (O próximo relato que eu postar será a continuação da Quarta Parte).
Para quem quiser continuar lendo a história da "Feroz". Convido todos e todas a ficarem de olho nas minhas redes, ou podem encontrar o link do meu blog no meu perfil do Poringa.
"Ana vem com tudo". E os próximos capítulos, pelo menos desta história, só vão sair no meu Blog 😃 Espero poder aguçar sua imaginação e fantasias com um novo personagem que está no forno!
- Bem-vinda, Feroz! Escolha um drink.
Peguei o daiquiri, e Roby bateu sua taça na minha e disse em voz alta:
- Saúde!
Bebemos e ele anunciou:
- Você foi a primeira a aceitar e a primeira a chegar. Portanto, como você gosta de ser "Voluntária", vamos começar por você. Você será a aprendiz e também a cobaia da indução.
Eu só fiz um "O" com a boca, e ele continuou:
- Calma, tem uma palavra de segurança. A ideia é que vocês curtam e que isso não vire um martírio. Entendemos que o pudor é uma das emoções mais difíceis de largar, mas, uma vez que você se entrega e segue as instruções, tudo fica mais fluido e fácil. Você pode ser uma futura moderadora. Por isso, vamos avaliar seu desempenho e participação; além disso, criatividade e inovação que você possa trazer somam pontos. Hoje você pode desistir, ou pode entrar de vez.
- Mas... não era pra eu já ter dito sim?
- Sim! Esse foi seu primeiro "Sim", precisamos de mais 5 desses. Não quero entrar em mais detalhes. Mais informações serão reveladas conforme você for avançando e se sentindo confortável. Isso é só o primeiro teste. Pode ser que você goste e já solte logo, como pode ser difícil, mas você queira continuar, ou então, faça hoje e a gente nunca mais se veja. Você não pode contar nada pra ninguém sobre isso, é importante, só os moderadores podem convidar.
Não consegui dizer uma palavra, e finalmente, ao longe, Roby e eu vimos os outros quatro chegando pelo caminho cristalino.
Eles se aproximaram, nos cumprimentamos, escolheram drinks e disseram seus nomes.
Continua...
P.S.: (O próximo relato que eu postar será a continuação da Quarta Parte).
Para quem quiser continuar lendo a história da "Feroz". Convido todos e todas a ficarem de olho nas minhas redes, ou podem encontrar o link do meu blog no meu perfil do Poringa.
"Ana vem com tudo". E os próximos capítulos, pelo menos desta história, só vão sair no meu Blog 😃 Espero poder aguçar sua imaginação e fantasias com um novo personagem que está no forno!
2 comentários - Feroz: Parte Quatro.