Conhecendo alguém especial (magia)

Acordo como todo dia, me masturbo como sempre até gozar tudo que tenho dentro de mim. Tomo meu café da manhã como sempre, sem problema nenhum, escovo os dentes e vou no vaso. Saí de casa, não sei se vou a pé ou de carro... Melhor ir a pé, é mais saudável. A umas quadras do meu instituto, vi uma mulher gostosa, deliciosa, olhos verdes, cabelo castanho, peitões como nunca, e uma bunda linda que daria vontade de encher de porra. Essa mina pareceu notar minha presença, tinha um colar de pedras e um anel igual. — Oi. — ela disse, me cumprimentando como se já nos conhecêssemos. Olhei pra todo lado pensando que era pra outra pessoa, mas não, era pra mim mesmo. Comecei a andar na direção dela, mas o pau começou a endurecer e ia me deixar sem jeito. — Oi. — falei pra começar o papo. — Como você tá? — ela sussurrou no meu ouvido, haha, já vi que tem cara de ser puta. — Bem, obrigado. — sussurrei de volta no ouvido dela. — Quer um lugar mais tranquilo? — ela disse, e isso fez o pau subir mais ainda. — E você, quem é? — perguntei. — Me chama do que quiser, amor. — Hohoho, isso vai ficar bom. — A vaca. — falei. — Tá bom. — Ela pegou no meu volume. — É grande e veiudo, gosto disso. — Vamos pra um lugar mais privado. — falei, e ela topou na hora. — Tenho o lugar pra isso, me segue. — Ela pegou na minha mão. Vou comer ela, ainda bem que ainda tenho leite pra essa mulher, espero não engravidar ela. Fomos pra um beco escuro, onde tinha uma porta. Quando abri, tinha mais gente. Não eram putas, eram mendigos, alguns eram bem gostosos, mas minha vaquinha é melhor. — Essa é sua casa? — falei meio surpreso. — É só uma parte. — Ela pegou no meu pau de novo, mas dessa vez me deu um beijo na boca com saliva. Do lado direito da casa tinha uma escada que levava pro segundo andar. Ela subiu primeiro, assim pude ver a bunda dela e a linda buceta se formando pelo short. calça justa. — Me chamo Anaís — ela disse —, este é meu quarto, piso flutuante, sua cama é grande e tá limpa, os outros também são melhores do que lá embaixo. — Alex — me apresentei. — Bom, Alex, o que você quer, um boquete ou algo melhor? — Anaís não tem papas na língua. — Algo melhor — falei animado. — Beleza — ela foi até uma gaveta ao lado da cama, pra pegar uns preservativos, mas também uma gema. Os preservativos ela ficou, mas a gema, que parece mais um colar. — Que presente? — Você vai saber, só coloca. Nem um moleque, coloquei sem falar nada. O cristal laranja começou a ficar vermelho, por algum motivo estranho aquilo me deixou mais feliz. — O que é isso? — perguntei. — É uma gema de fogo — ela respondeu. — Como assim, uma gema de fogo? — Quando a gente terminar a foda, eu te conto, porque eu preciso dos seus filhos. — Já entendi do que ela tá falando. Ela tirou a camisa, ficou só no sutiã roxo, não deu muita bola praquela gema. Tirei minha camisa e a gravata, se eu chegar tarde, foda-se, já tenho minha desculpa. Anaís, toda gostosa, tirou minha calça enquanto eu me joguei em cima dela, beijando com paixão, pra também passar a mão na buceta dela, já meio molhada. Eu puxei a calça dela pra baixo, tirei os sapatos, deixei ela pelada, e eu também. Ela começou a chupar meu pau com uma delicadeza, a boca dela é de uma deusa, e eu comecei a mexer a cintura, ela também gostou. Ela pegou os preservativos que tinha tirado e colocou no meu pau, depois se esticou na cama. Eu queria fazer uma coisa: chupar a boceta dela, e foi o que fiz, ela gemeu que nem uma louca. — Agora vem o forte — enfiei com toda força, sem mais nada. Anaís se segurou na cama, o balanço dos peitos dela é uma delícia. Comecei a chupar o peito direito, depois o esquerdo, enquanto continuava metendo. — Toma... Toma dos meus peitos — ela disse, acariciando minha cabeça. Dessa vez fui mais forte, a cara dela tava vermelha que nem tomate. Gozei dentro do preservativo, tirei. Meu pau na buceta dela, que tava toda molhada, a camisinha toda cheia de porra, tirei e o sêmen ficou no meu pau. Ela começou a se mexer e tirar o resto do sêmen com a língua. Terminou de chupar toda a porra do meu pau, joguei a camisinha cheia de sêmen no lixo que tava perto da cama dela. — Quando quiser, me liga, podemos até ser mais que amigos. — ela disse, com a cara safada. — Se você quisesse que a gente fosse mais, então eu vou ser o único que vai meter em você. — me aproximei dela pra jogar ela de novo na cama, e enfiei meu dedo na buceta dela. — Eu prometo. — ela sorriu. — Agora me diz, amiga, que colar é esse? — anunciei enquanto a gente se vestia. — Isso vai te proteger dos males que virão, cuida bem dele, e quanto mais você gozar, mais vou te ensinar a se cuidar. — ela passou a mão no meu pau de novo. — Do que eu vou ter que cuidar? — não sei se essa gostosa é doida, e se for, eu gosto. — Mais tarde você vai saber, agora vai pra sua escola, você vai se atrasar. — ela me soltou e se vestiu, e eu também. Não sabia se devia pagar pelo que a gente tinha feito ou não. — E quanto eu te devo, puta ideia. — ela me olhou de novo. — Nada, nem pela foda nem pela gema, considera um presente. — ela me passou um papel, com o que parecia ser o número dela. — Pra quando você estiver sozinho e quiser gozar dentro de mim de novo. Eu beijei ela, mas dessa vez toquei a buceta dela, e ela pareceu gostar. Sou aprendiz nisso tudo, não sei se vocês gostam, e se gostarem, deixem um comentário e votem se curtiram. Essa história não vai ser só de sexo, mas também de uma história de poderes e magia.

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