Viagem de aposentado pra Argentina 6

A viagem de volta pra casa foi mais curta que o normal, minha cabeça revivia cada minuto passado com as duas amigas e minhas pernas pareciam flutuar, eu ia como numa nuvem. Quando entrei em casa, a Elena tava na cozinha preparando o jantar e a Corina guardava com cuidado as roupinhas do neto Javi, o moleque parecia que crescia apressado dia após dia, além de ser mais esperto que o normal. A mãe dele me olhou de canto e sorriu, depois de uns minutos olhou de novo e, levantando a voz pra Elena ouvir, me disse: "Você deve estar exausto, Pepe, por que não toma um banho? Vai te fazer bem."

Enquanto falava isso, fez um gesto com o nariz como se sentisse um cheiro estranho. Instintivamente, baixei o nariz na axila pra ver, mas minha nora olhou pra minha braguilha. Devia ter um faro de cachorro e uma intuição felina, porque adivinhou que eu não vinha exatamente do museu. Obedeci e tomei um banho, passando depois uma água de colônia refrescante, parecia a do Javi.

Quando saí do banho, a Corina me olhou satisfeita e balançou a cabeça, me recriminando pela falta de visão. Na hora, minha mulher me chamou da cozinha pra ajudar a pôr a mesa, jantamos em harmonia. A Elena me perguntou onde eu tinha passado o dia todo e eu contei que tinha ido ao Museu, pelo menos não menti, na porta eu tinha estado mesmo. A Corina tava super comunicativa e falante, parecia feliz de ter me avisado e ser um pouco cúmplice das minhas aventuras. Quando terminamos de jantar, o telefone tocou, era o Javier, que tava viajando no interior. Ele também tava contente, a Corina percebeu porque a língua dele tava um pouco enrolada. Cheirar, claro, não cheirava, mas a mulher dele soube que ele tava meio bêbado e com boa companhia. Na hora ela ficou séria, mas no fim deu de ombros e me disse que o marido dela tinha lembrado do recado e que, se eu não tivesse feito, pra não esquecer.

Por um No entendi na hora, mas de repente lembrei que ela tinha me pedido pra ir na casa da Viviana, a sogra dele pedia os reparos caseiros e ele ia todo feliz, eu suspeitava que o pagamento era em espécie, pela Viviana não tinha dúvida e pelo meu filho também não. Diante da cara de dúvida da Corina, tive que falar que a mãe dela tinha me pedido pra dar uma olhada nas portas de um armário que não fechavam direito, ela pareceu acreditar, mas eu não juraria nisso.

Depois do que minha comadre me fez passar, não tava com vontade de ir feito um cordeirinho atender o chamado dela e deixei passar um dia, mas a ligação direta do meu filho me obrigou a ir, a sogra dele tava enchendo o saco pra eu ir. Até o último momento não me decidi, já tava na rua quando me senti mal, principalmente pelo Javier que devia estar enchendo o saco dele. Quando cheguei na casa dela, ela abriu na hora, me recebeu como se fosse uma festa, não acreditava que pra ficar em casa ela se arrumava toda, nunca via ela sem maquiagem e com roupa normal, nem na casa dela. Oi Pepe, tava te esperando, bom, faz dias que te espero, o Javier não te falou nada? A verdade é que sim, desculpa, mas esqueci, não achei que era tão urgente, porque você teria chamado um profissional. Não, não é tão urgente, o caso é que o Javier me disse que você é muito jeitoso e conserta tudo, eu acredito nele, até agora ele tava consertando pra mim, mas como vai viajar... Entendi, e qual é o problema tão importante? É só uma porta do guarda-roupa, tô trocando a roupa de inverno pela de verão e toda vez que abro a porta, ela cai, quer ver o que tem? Vem, fica no meu quarto.

Não pude recusar e segui ela, fui desconfiado esperando uma armadilha, mas a porta tava mesmo ruim, tinha duas dobradiças soltas e tava quase caindo. Que pena, se eu soubesse teria trazido parafusos e alguma ferramenta. Não se preocupa, tenho um parafuso velho, pelo menos tenta não deixar cair mais.
                              Não tinha escapatória, ela me trouxe a ferramenta e eu tentei apertar os parafusos que tinham afrouxado, os buracos estavam tão arrombados que não seguravam, aí pensei em reforçar e pedi um palito de dente, com eles ficaram provisoriamente firmes, a mulher pulava de alegria ao ver que pelo menos as portas fechavam e, de repente, me abraçou emocionada, com as mãos ocupadas pela ferramenta e os parafusos não pude fazer nada e aguentei todo o tempo que ela quis me abraçar, não foi breve e não era um abraço de cortesia, ela se grudava literalmente em mim, sentia como os braços dela me puxavam para perto e ela espremia os peitos dela contra mim sob a blusa leve, a cintura dela não se afastava da minha e a pélvis dela pressionava a minha, os sinais eram de alegria mas os roços eram de uma intenção clara. Que alegria, Pepe, você é um faz-tudo de verdade, nunca teria pensado nisso, olha só com um simples palito de dente, é que você tem umas mããããos!
                              Quando ela se afastou de mim, a blusa tinha grudado nos peitos dela e os mostrava como uma segunda pele, ela seguiu meu olhar e viu que eram os peitos dela o motivo da minha cara.
                              Anda, Pepe, não seja bobo, ficou de boca aberta, são só um par de peitos e você… já conhece eles. Não tanto quanto eu queria, você tem uns peitos muito lindos, desculpa, seios… Hum, que educado você ficou de repente, gosto mais quando você fala peitos… sai de dentro. Pode apostar, bem lá de dentro. Já que estamos aqui, pode me ajudar a guardar a roupa, quer?
                              Encolhi os ombros e ela interpretou como se eu estivesse adorando, enquanto eu segurava as roupas dobradas, quando ela encontrava uma peça que gostava, desdobrava e me mostrava colocando sobre ela. Olha esta camisa, sempre gostei dela, sabe de uma coisa? É de homem, mas vi um filme em que A mulher vestia a camisa dele quando se levantava depois de uma noite louca com ele, adoro sentir o roçar de uma roupa masculina, deixa eu vestir e você vai ver como fica bom em mim.                              Desabotoou os botões da camisa, era de homem mesmo, branca e parecia de festa, pra usar gravata borboleta e tudo, pensei que ela fosse vestir por cima da blusa, mas virou de costas e tirou a blusa num segundo, quando se virou de novo já estava com a camisa vestida, mas abotoada só com um botão, fazia poses pra ela entreabrir e mostrar a redondeza dos peitos soltos, meus dedos coçavam querendo se jogar por baixo da camisa, mas me segurei.                              Cada vez mais frequentes eram os testes de roupa, eu sentado na cama assistia como espectador, no começo muito pudica, ela virava de costas pra trocar de peça, mas com a rotina foi perdendo a vergonha e já se trocava sem tanta cerimônia, a rapidez foi sendo substituída por me fazer reparar em qualquer detalhe da roupa e isso se colocando entre minhas pernas, aproximando tanto os peitos, na maioria das vezes visíveis, a poucos centímetros do meu nariz.                              Resolvi entrar na brincadeira seguindo o bom conselho do meu novo amigo, quando tinha alguma dúvida apontava, fazendo questão de que meu dedo acertasse em cheio uma das duas gêmeas, quando ela se dava por achada e queria que eu continuasse me arriscando com as mãos, eu as retirava sem me abalar. Viviana não entendia, ou melhor, não admitia minha indiferença e cada vez mais me provocava, oferecendo os peitos sem disfarce. Pepe, você reparou como essa camiseta valoriza meus peitos? Comprei depois de ver a atriz usando…) Pois não tinha reparado, deixa eu ver… aqui parece que tem uma dobra… ah! desculpa, é seu mamilo… Hum, que dedos e que mãos você tem, Pepe, já te falei, preciso de uma revisão completa. Bem completa? Completa mesmo, Pepe. Ufa! Que horas são, e ainda tenho que fazer um recado, De qualquer forma, não posso consertar tudo hoje, não tenho a ferramenta certa. Claro que tem a ferramenta certa, eu só me contento com uma e suas mãozinhas… olha como você deixou meus mamilos, duros como azeitonas pretas. Deve ser por causa do frio. Bom, Viviana, desculpa, outro dia a gente continua, vou vir consertar o armário e se quiser que eu veja mais alguma coisa é só falar… Tem certeza que precisa ir? Pena que você não sabe o que está perdendo, estou bem motivada hoje. Que pena, a gente nunca se encontra, vamos ver se temos mais sorte na próxima, tchau.

Saí da casa da Viviana que nem um leão enjaulado, pra minha surpresa a pica tinha se animado o suficiente pra ter realizado os desejos da mulher, mas dessa vez a cabeça de cima tinha vencido a de baixo e eu estava contente, porém mais quente que uma vela acesa.

Tinha uma confusão na minha cabeça que me fazia andar rápido pra casa, não sabia se tinha feito certo ou errado, com certeza tinha perdido a chance de ter provado a Viviana ou talvez algo mais, mas podia ser que na última hora eu tivesse broxado e aí sim estaria ferrado. Minha pica não entendia de sutilezas e martelava na minha cabeça dizendo que “ave que voa pra panela”, mas eu não pensava assim… Pelo menos até agora.

Ao entrar em casa, cruzei com a Elena, ela saía apressada, ia buscar as fraldas pro Javi que estavam encomendadas na farmácia, me perguntou se eu queria ir, mas com a cara de paisagem que eu fiz, ela pensou que enquanto me explicasse onde era e tal, já teria feito tudo sozinha, não sabia que essa era minha arma secreta pra me livrar quando não queria fazer alguma coisa.

Sentei na sala e comecei a ler o jornal sem vontade, logo saiu do quarto dela a Corina, tinha acabado de deitar o Javi e tinha lavado os peitos, com certeza, porque estava abotoando a blusa. Oi, Pepe, você por aqui tão cedo? Sim, hoje eu Pronto, terminado, talvez até demais, não sei. Pô, Pepe, você sabe que te conheço muito bem, quase como a Elena, você tá com alguma coisa, mas não vai me contar, vai? Quem me dera, Corina, gosto muito de você, mais do que você imagina, mas tem coisas que não posso te contar, ainda mais pra você. Já entendi, não precisa falar mais… minha mãe… Porra, Corina, não sei o que você tem, mas o faro… sim, é sua mãe, não sei o que pensar dela. Se quiser, eu te digo, que a conheço: minha mãe é uma pessoa que sabe que tá muito bem pra idade dela e adora ser notada e paquerada, mas quando percebe que vai rápido demais, não sabe se decidir e de repente freia, e aí quem vem atrás bate nela. Desculpa te falar isso, Corina, de jeito nenhum quero te ofender, é sua mãe e isso é sério, mas no Brasil a gente tem um nome pra isso: sua mãe é uma “siririqueira”, se quiser mais detalhes, não precisa traduzir. Já sei, Pepe, ela gosta de provocar e seduzir os outros, depois se caga de medo e volta atrás… e te esquentou pra caralho… Que nora, hein, você me conhece bem mesmo, vim com o pau mais duro do que há muito tempo. Como o mundo é mal dividido, Pepe. Por que você diz isso? Se te ofendi, desculpa, escapou. Não, não é isso, é que tem pessoas que não são assim e não têm ninguém pra acalmar quando tão como você agora. Não sabe quanto eu daria pra encontrar uma pessoa assim. E eu, tenho vergonha de te falar, mas sei que vou me arrepender se não disser: gosto do seu jeito, não sou igual à minha mãe. Já sei, você me mostrou que confia mais em mim do que no meu próprio filho. Você percebeu? Claro, Corina, no dia que você ofereceu seus peitos pra eu mamar, me emocionei, reconheço que você tem uns peitos divinos e adorei chupá-los, mas gostei muito da sua entrega pra me fazer feliz, e também quando você veio até mim assustada com o machucado na buceta… foi emocionante depois do susto. Não Sabe as sensações que você me deu nas duas vezes? Ver você mamar nos meus peitos foi uma experiência que me fez ficar toda molhada, e quando depois de me acalmar você me curou com o "cura-sana", me conquistou de vez. Depois, na minha cama, eu queria que você ficasse a noite toda me curando, eu estava em chamas. Que pena, Corina, já estou de pau duro só de falar com você, e por culpa da sua mãe você me diz essas coisas… Se eu te confessar uma coisa, você vai ficar brava? Com você nunca, Corina. Fala. Eu queria que você me mostrasse seu pau, só me mostrar, depois eu vou bater uma pensando em você, eu juro. Você está pedindo demais, Corina. Não me importo de te mostrar meu pau, pelo contrário, quase me envergonha, não é nada atraente, mas você tem seu marido, ele vai te comer muito bem, vai te encher de elogios e te fazer ter orgasmos intensos. Ah, se eu te contasse, Pepe, tudo isso é o que eu queria, mas a realidade é diferente, não devo te contar nada porque é seu filho, mas acredite, é diferente, principalmente comigo, por isso queria ver seu pau, só para sonhar com ele. É que minha mulher pode chegar a qualquer momento, imagina a cena. Não se preocupa, a gente ouve ela chegar, é só olhar. Tá bem, Corina, faço isso só por você, porque pela sua mãe… Não fala dela agora, por favor…

A gente ficou na frente da janela, o sol entrava pra caralho, e quando eu abaixei o zíper, Corina estava sentada na minha frente com os olhos bem abertos. Abri a calça e fiquei só de cueca, dava pra ver o volume descendo pela perna esquerda. Corina não esperou eu tirar, pegou no elástico e foi puxando pra baixo. Quando viu o tronco venoso, engoliu seco, depois continuou descendo. O pau estava forçado pela ereção, e quando chegou na cabeça, pulou de repente na frente dela, ficou na horizontal depois de dar uns pulinhos. Ahhh! Pepe, que maravilha! É melhor do que eu imaginava, e vou te falar uma coisa: gostei mais do que o do Javier. O dele é mais comprido, mas o A sua é bem mais grossa, quase não deve caber. Não zoa de mim, Corina, eu tenho uma pica bem comum, vulgar até, e o mais estranho é que ela vive dormindo. Não acredito, ela tem a cabeça vermelha, cheia de sangue vivo e com pele, diferente da do seu filho, é um prazer descobri-la e esperar ela despertar que nem o sol de manhã. Deixa eu ver ela descoberta? Corina, pelo amor, minha mulher vai chegaaaaar. Só vai ser um instante. Tá bom, olha… ou melhor, faz você. Valeu, não tava com coragem de pedir.

A garota segurou o prepúcio com dois dedos e foi puxando devagar, com medo de me machucar. Lembrei que meu filho tinha sido operado de fimose quando criança e, pra piorar, o cirurgião não tinha sido muito habilidoso na costura. Ela só puxou o suficiente pra revelar a cabecinha. Continua se quiser, não tá me machucando, mas segura com todos os dedos, não vai quebrar.

A garota me olhou e sorriu, agarrou com a mão toda e fechou o punho na minha pica, que tava cada vez mais dura, e puxou em direção à base. Eu sentia nas minhas veias a passagem dos dedos dela, um por um. Quando a mão dela chegou nas minhas bolas, a pele tava esticada e a glande se curvava, tensionando o freio. Que cheiro gostoso! Deve ser gel de banho. Não, cheira a macho, a homem de verdade. Deixa eu beijar? Por favor, Corina, a Elena tá pra chegar, imagina se ela nos pega. Fica tranquilo, é só um beijo carinhoso.

Fechei os olhos pra não ver, imaginei que ela juntava os lábios pra dar um selinho na ponta, mas senti o calor da respiração dela e os lábios envolvendo a glande por completo. Quando abri os olhos, vi a cabecinha inteira dentro da boca dela, e ela ainda sugava, fazendo entrar aos poucos, cada vez mais fundo. Não consegui repreender nada, só esperei, e quando ela ergueu os olhos pra mim, disse:

Tá gostosa, quero provar. Corina! Que isso, cê tá louca? Tô, sim, louca pra provar, nem que seja um pouquinho, sentir ela tocando minha buceta, queimando. saber que você está aí, depois vou sonhar com você enquanto me toco com os dedos. Você se toca com os dedos? Desde que mamou nos meus peitos, me concede esse capricho, vale muito pra mim.

                             Eu estava resistindo bem às palavras dela até agora, mas quando ela levantou a saia e abaixou a calcinha, mostrando a buceta com só um milímetro de pelo, não aguentei. Como a gente faz? Do jeito que você quiser, se quiser senta e eu subo no seu colo. Mas vai ser como você disse, só te tocar. Claro, Pepe, eu prometo.

                             Sentei como ela mandou, e ela levantou a saia e sentou no meu colo, depois deixou a saia cair, não dava pra ver nada, só sentia o calor que vinha da entreperna dela. Ela passou os braços no meu pescoço e foi se ajeitando, senti os lábios dela se abrindo na passagem do meu pau, ela se mexia percorrendo toda a fenda do sexo dela, senti o clitóris enganchar e pular quando se soltava, ela sentiu muito mais do que eu. Quando chegou nos lábios menores, estavam molhados, essa era a meta dela, me sentir na entrada, e conseguiu. Ela me olhou, e eu disse que já era o suficiente, ela resignada mas com cara de irritação obedeceu e se levantou.

Espera, só um momento.

                             Me surpreendeu, não esperava isso dela, mas ela se deixou cair de uma vez, sentou literalmente o pau até o fundo da buceta dela, cravou as unhas nas minhas costas e teria gozado se não tivessem batido na porta. Era a Elena, e ela estava com pressa. Corina tirou o pau da buceta encharcada e correu pra abrir, eu guardei a calcinha dela no bolso.

                             Elena entrou ofegante, veio quase correndo porque estava atrasada pro almoço. Corina entrou no quarto dela e saiu secando o rosto e as mãos, devia ter se refrescado. Quando senti umidade na minha perna vindo do bolso, lembrei de devolver a calcinha pra minha nora, ainda estava molhada, ela escondeu na cintura da saia e Ela saiu rápido pra esconder elas e vestir outras.

À noite, minha mulher fez outra investida no bolso da minha calça de pijama, eu agradecia minha sorte, coisas impensáveis estavam acontecendo comigo há um mês, mas o comentário da Elena me tirou do sonho e, de quebra, gelou meu sangue. Hum… Que cheiro gostoso! Você comprou um perfume novo?

Aí eu me toquei que, depois do breve rolo com a Corina, não tinha me lavado, e o cheiro dos fluidos da garota ia me entregar. Mas, por outro lado, meu "cheiro bom" podia ser da proximidade com os peitos da Viviana, então decidi tomar uma atitude desesperada. Virei a Elena, abri as pernas dela e enfiei a pica sem mais. Eu já não tô pra posição de missionário, então, depois de umas metidas rápidas e da surpresa da minha mulher passar, deitei do lado dela e optei pela posição de sempre quando não temos sono e ficamos conversando. Entrelacei minhas pernas com as dela, os dois deitados com a pica enfiada na buceta dela, num ritmo lento, íamos comentando enquanto eu me mexia suavemente, mantendo minha ereção e, de vez em quando, dando uns carinhos no clitóris ou nos peitos. No final, sempre acabava do mesmo jeito: quando a conversa morria, ou eu acelerava, ou ela se acariciava até provocar um orgasmo, e eu seguia até gozar mais ou menos junto.

Dessa vez, o papo foi interrompido quando ouvimos barulhos na cozinha. A luz estava acesa, e minha mulher se levantou pra ver se algo tinha acontecido com a Corina ou com o menino, mas na hora a luz apagou, embora os barulhos continuassem por um tempo. Nós, mais tranquilos, voltamos ao nosso vai-e-vem até dormirmos com os sexos satisfeitos.

De manhã, cruzei com minha nora. Minha mulher estava colocando roupa na máquina de lavar, com cara de quem dormiu pouco. Bom dia, Corina, como cê tá? Parece que a gente ouviu você na cozinha de madrugada. Shhhit, fala baixo. Em voz baixa, ontem à noite não conseguia dormir, imagina só lembrando de quê? O dedo já tava pouco e usei dois, depois três, nada. Peguei a escova de cabelo e usei o cabo, também não era nem parecido. No fim, fui na cozinha e achei um pepino do tamanho parecido com a sua porra, levei pro meu quarto, enrolei com uma camisinha e não parei até gozar que nem uma louca. Não me diz que esses eram os barulhos que a gente ouviu. Com certeza, e o melhor é que hoje de manhã, antes de levantar, enfiei de novo. Tô obcecada com seu pau, Pepe.

Nessa hora, a Elena veio perguntar se ela ia adicionar mais alguma peça de roupa, ela respondeu que tinha umas calcinhas e que colocaria ela mesma.

Ultimamente, minha mulher já não falava nada, tinha se acostumado, mas eu não. A hora de alimentar meu neto era uma rotina. Se a Corina não pensava em sair de casa, só vestia uma camisa que, na hora, abria totalmente e mostrava os peitos, e quando digo os peitos, me refiro aos dois ao mesmo tempo. Não sei se fazia isso pra motivar o Javi, mas a mim motivava e muito. A Elena até às vezes aconselhava ela a tirar a camisa aberta de vez pra ter mais mobilidade com o pequeno. Isso me deixava louco, saber que o Javi ia deixar (por excesso de leite) um peito cheio pelo menos me fodia bastante. Com prazer, me ofereceria como voluntário pra esvaziar e renovar o conteúdo do que ficasse esquecido pelo meu neto, e sei que a Corina também me agradeceria.

A visão da mãe oferecendo o alimento pro bebê me comovia, mas quando ela apertava o mamilo do peito que não tava em uso com dois dedos e jogava o jato de leite pra cima, me deixava doente. Acho que até por reflexo eu esticava a língua pra não perder o líquido. A mãe também curtia, sabendo das minhas fraquezas por peitos cheios de leite ou sem leite. O resultado era sempre o mesmo: se minha mulher se aproximava ou a mamada terminava... exibição, eu tinha que me levantar cobrindo a braguilha pra esconder minha ereção, aquela tarde não foi exceção e me levantei bem antes ao lembrar da confidência de Corina sobre a noite dela com “meu” pepino.

De manhã, já mais de boa, decidi sair vazado e realizar meu sonho de ver o famoso Museu, tava me barbeando quando a luz elétrica apagou, foi só um instante, mas o trovão que veio depois me fez pular, saí estranhando, quando me levantei o céu tava cinza, mas agora tava preto igual à caverna do Ali Babá, ainda não chovia, mas de vez em quando escurecia mais até que umas gotas do tamanho de pratos caíram com força, da janela dava gosto ver a cortina d’água que desabava sobre os telhados, a rua se dissolvia na neblina de chuva, logo na calçada se formavam rios que os bueiros não conseguiam engolir, no meio desse caos bateram na porta, estranhamos, não esperávamos ninguém nem achávamos que alguém ia se atrever a tentar vender alguma tranqueira.

Todo mundo se olhou e sobrou pra mim ir ver quem era, eu representava o macho protetor e fui, não sem cuidado, olhei pelo olho mágico e não vi nada, só parecia uma vassoura virada ao contrário, abri mais por curiosidade do que por outra coisa e a pessoa (pra dizer algo) que tava no patamar me era desconhecida, ela levantou a franja encharcada e reconheci a carinha jovem da Carla, mandei ela entrar sem falta, parecia tirada da máquina de lavar sem centrifugar e pingando, levei ela pra sala, as duas mulheres demoraram pra reagir, nem esperavam ela nem sabiam o que fazer ou dizer. O que aconteceu contigo, Carla, por que você veio hoje e com esse temporal? Vim porque como pedi permissão pra faltar dois dias por causa da minha prova, não devia deixar a casa sem cuidar… Mas Carla, se a gente é duas mulheres e quase não suja, você podia vir qualquer dia e hoje ainda com esse toró que tá caindo, anda, vamos trocar sua roupa. – disse Corina – A maquinaria feminina entrou em ação na mesma hora, levaram a Carla pro quarto da Corina, que pegou umas roupas de antes de engravidar. Ouvi o secador de cabelo e, depois de um tempo, trouxeram ela de volta pra sala. Minha mulher tinha preparado um café com cum pra ela e, num instante, parecia de novo a moça linda de sempre. Insistiram pra ela não fazer nada, mas a garota, muito grata, se empenhou em limpar o essencial. As mulheres da casa desistiram diante da teimosia e deixaram ela seguir com o serviço.

Eu já tinha me despreocupado do assunto e peguei meu jornal do dia anterior. A verdade é que as notícias que davam me eram indiferentes. Comecei a pensar no pobre velho do parque, torcendo pra que a tempestade não tivesse pegado ele, e também no meu novo amigo grisalho, que hoje devia estar passando um mau batalhando com os bronquios. Tava nessa quando a Carla chegou perto de mim com um esfregão, catando o pó do chão. Ela me sorriu, eu sorri de volta e perguntei... Como cê tá, Carla? Por que cê veio hoje? A verdade? Tava com vontade de te ver. Valeu, mulher, mas não precisava ter vindo com esse tempo. E o que eu ligo pra chuva?

A garota olhou em volta e viu que a gente tava sozinho. Pegou a beirada da saia que a Corina tinha deixado e puxou até a cintura, me oferecendo a visão mais gostosa que eu via há muito tempo. Não tava de calcinha, elas tavam secando no banheiro da Corina. As pernas finas dela quase se juntavam num pubis depilado, completamente partido no meio pelo rego dos lábios. Pra não deixar dúvida, ela beliscou os lábios e separou, deixando o clitóris sozinho. Tava moreno no meio da pele rosada da buceta. Uma pontada no meu pau fez eu levar a mão até ele.

A Carla percebeu e, olhando pra porta, se aproximou de mim e colocou a mão no volume que se marcava. Minha mão deslizou entre as pernas da garota e senti como ela tava molhada, e não de chuva, com certeza. Só consegui deslizar o passei o dedo ao longo dos lábios dela, mas o suspiro que ela me deu foi o maior presente. com as vozes das mulheres se aproximando, ela baixou a saia e continuou com o serviço.

A garota fez o trabalho dela mais rápido que o normal e foi pra casa. Corina deu dinheiro pra ela pegar um táxi, embora a tempestade já tivesse passado e só chuviscasse. quando sentamos pra comer, o assunto foi ela. tanto Elena quanto Corina não paravam de elogiar o compromisso da menina, tão nova e tão responsável. já estávamos terminando as sobremesas quando uma ligação cortou a conversa… Deve ser a Carla pra dizer que chegou bem… Alô, chegou bem? Bem? tô desesperada, não consegui sair de casa o dia inteiro e ainda fiquei esperando o Pepe. comprei ferramentas pra ele não faltar nada e ele também não veio hoje. Mãe, como é que ele ia sair com o dia horrível que fez? ele avisou e a gente proibiu – mentiu – assim que puder, ele passa e arruma tudo… se der. Bom, confio nisso. diz pra ele que guardei uma surpresa… Tá bem, vou falar, mas não exagera, mãe, que eu te conheço. não se aproveita dele, ele é muito boa pessoa, tô te falando. tchau, mãe.

Corina desligou e olhou pra gente… condescendente. Minha mãe… fica histérica quando as coisas não saem como ela planejou. não liga pra ela, Pepe, vai quando quiser ou puder e não dá muita bola, você já sabe como ela é. O caso é que eu tinha planejado ir essa tarde, mas já que você falou com ela, vou outro dia. Melhor, hoje ela tá meio obcecada e não se controla muito.

Minha nora me dizia isso com a convicção de quem sabia do que a gente tava falando. Elena concordava, convencida da paranoia da consogra.

Já livre do compromisso, me senti mais à vontade em casa e fiquei com as duas e o menino. brinquei com ele um tempão e curti as gracinhas dele e a visão das tetas que ele mamou. Antes de cair rendido com um sorriso angelical, minha mulher me olhava e, com os olhos, apontava para a frente da Corina, caso eu não tivesse reparado o suficiente.

De manhã cedo, Viviana ligou de novo, com a desculpa de garantir que eu ia, para poder sair se não fosse o caso. Tive que confirmar que iria naquela manhã. Quando saí pela porta, olhei para as duas mulheres que ficavam em casa; as duas me desejaram sorte e paciência com a Viviana. A filha dela apertava os punhos num gesto de incentivo também. Quando cheguei na casa da mulher, não me surpreendi nem um pouco com a roupa que ela usou para me receber. Ela não chegou a se mostrar completamente porque só vestia um roupão que mal cobria a bunda e estava mal abotoado. "Ai, desculpa, Pepe, não te esperava tão cedo, mas entra. Ia tomar um banho agora. Se quiser, ali tem o bar, sirva-se do que quiser." "Obrigado, Viviana, mas é um pouco cedo pra mim. Vou esperar. Você não disse que tinha ferramentas novas?" "Não pense que é grande coisa, mas nas suas mãos vão fazer maravilhas. A sua, sim, deve ser uma boa ferramenta... é o que espero."

Antes de entrar no banheiro, ela pegou uma caixa que pesava bastante. Dentro dela, com certeza teria de tudo um pouco. Ela se virou tentando levantar a caixa do chão, e isso fez com que o roupão subisse até a cintura, deixando a bunda à mostra. Entre as coxas apertadas, os lábios se espremiam formando uma linha vertical.

Realmente, tinha todo tipo de ferramenta para um reparo simples, embora de qualidade meia-boca. Na loja, parece que viram ela chegando.

Ela não demorou a aparecer enrolada em duas toalhas: uma no cabelo, que só deixava o rosto à mostra, e outra enrolada no corpo, por baixo dos braços, que batia pouco acima dos joelhos. O roupão, claro, ela tinha esquecido no banheiro. "Ufa, que calor. Você não tem ideia do quanto um bom banho me revigora. E você? Não? Também, mas quando tenho algo pra fazer, prefiro tomar banho depois, já venho lavado de casa.

Parecia que tava com muita pressa pra eu começar, porque ficou me explicando a lista que tinha preparado. Era tudo besteira, mas se eu quisesse, podia me demorar fazendo aquilo. Não quis ir direto pro quarto pra evitar que ela me encurralasse assim que chegasse, então escolhi o mais neutro. O que tem de errado com a pia da cozinha? É que não para de pingar. Seu filho já tentou várias vezes, mas com suas mãos com certeza resolve. Vamos ver, pode limpar as garrafas da pia?

Ela, diligentemente, se abaixou e começou a tirar os detergentes e os frascos de limpeza. Enquanto tirava as coisas, a toalha foi subindo até passar das nádegas. Eu olhava pro lado, pegando as garrafas que ela me dava. Quando a pia ficou limpa, ela disse: "Pronto, mas espera, você tá muito arrumado. Vou pegar um pano velho pra você se ajoelhar sem se sujar. Não quero que a Elena fique brava com você e... comigo."

A ideia do pano foi boa. Eu não tava com o joelho bom, os joelhos estralavam e tive que sentar pra ficar confortável. Depois de confirmar que realmente tava pingando, pedi se ela podia abrir a torneira pra eu ver de onde vinha o vazamento. Acabei deitando de barriga pra cima pra enxergar melhor. "Viviana, pode abrir a torneira pra eu ver por onde sai? Muito bem, já já. Me avisa quando fechar."

Demorei um bocado pra mandar ela fechar. Debaixo, entre as pernas dela, tinha uma visão privilegiada das coxas. Ela realmente tinha um corpo excepcional pra idade. Ela mudava o peso das pernas enquanto esperava, me oferecendo várias posições dos lábios dela. Eram perfeitos, fechavam como uma ostra. Sabia que guardava a pérola e tinha certeza que eu ia adorar chupá-la. Quando falei que já sabia por onde a água tava saindo, ela quis ter certeza e se abaixou, sentando em cima de mim, com as pernas abertas. A toalha forçada acabou soltando e caiu no chão, Viviana não ligou e eu não demonstrei, tudo era me perguntar pra que servia isso ou aquilo, se alongando ou recuando sentada no meu pau, abria as pernas e consequentemente a buceta, os peitos amassados pelas coxas dela queriam escapar pelos lados, eu pedia alguma chave pra tentar fechar a fuga e ela sem se levantar se inclinava e esfregava no meu pau, já tinha encaixado ele nos lábios dela e por mais que se mexia só me dava uma ereção cada vez mais exagerada. Desculpa Pepe, não tinha percebido que me descarreguei em cima de você, devo estar te machucando. Imagina, o que me preocupa é você marcar minha calça de gel ou outra coisa, depois a Elena que tem que lavar. Desculpa, só queria ajudar, se quiser eu abro sua calça pra não sujar nada. O que você quiser.                              Não só abriu minha calça como puxou minha cueca o suficiente pro pau sair, mas deixou as bolas dentro, o pau deitado na minha barriga servia pra ela passear com os lábios em volta, parecia hiperativa do tanto que se mexia, já tava perdendo a paciência e além de se mover pra lá e pra cá fazia uns círculos que esfregavam a buceta toda sem deixar nada seco, quando cansou de esperar minha reação pegou meu tronco e colocou na vertical, segurou entre os lábios da vagina e se agarrou na borda da pia pra se levantar o suficiente e se deixar cair. O que você tá fazendo Viviana?, me provoca e depois passa num segundo, não brinca comigo assim. Desculpa Pepe mas tô tão nervosa e seu pau tá tão quente que me desandei sem querer. Então saiba que isso não é só coisa sua, acho que devo cooperar.                              Me machuquei pra caralho mas valeu a pena, com o alicate belisquei um dedo e saiu bastante sangue, gritei de dor e ela achou que eu tinha quebrado o pau, mas saí de baixo da pia com a mão ensanguentada, ainda com a pica dela fora, ela cuidava mais dela do que da minha mão, fiz que fiquei assustado, até parecia que eu ia desmaiar e pedi pra ela abotoar minha calça, me despedi dela pra voltar pra casa e me cuidar, enquanto guardava a pica, com pesar beijava ela e ela insistia que também tinha curativos pra me tratar, tentava me acalmar me abraçando, esfregando os peitos em mim pra me convencer, segurei a pressão e quando saí, no primeiro bar que vi pedi uma dose e com um guardanapo limpei a mão.

Quando cheguei em casa mostrei a mão ferida, a Elena se preocupou mas quando viu o machucado riu de mim. A Corina me tratou e perguntou o que tinha acontecido, tive que contar o motivo do ferimento e ela riu pra caramba, imaginou a cena da mãe dela já convencida de que ia conseguir o que queria e de novo ficava frustrada por uma bobagem.

Na manhã seguinte, com a desculpa de ver como estava meu machucado, a Viviana apareceu em casa, quando ouvi que ela chegava tive que enrolar a mão com um guardanapo de papel e colocar um esparadrapo, a mulher toda compungida me abraçou, como sempre colando o corpo todo no meu, falei que não era grave mas pra fazer qualquer coisa iam passar uns dias, ela relutou mas aceitou, a Corina e a Elena me apoiaram, embora ela tenha arrancado de mim a promessa de que sem falta iria o mais rápido possível e me informou que tinha comprado um kit de primeiros socorros.

Quando a Viviana foi embora, saí de casa, depois do dia todo anterior trancado precisava respirar e fui pro parque onde estavam meus novos amigos, vi o velho de longe mas parece que cheguei tarde, ele já tava rodeado de ouvintes, entre eles meu novo amigo, esse quando me viu chegando de longe se levantou e veio me encontrar, perguntei pela saúde dele e com uma cara mais que expressiva me deu a entender que tava indo, como eu imaginava o ambiente úmido não ajudava, sentamos num banco e ficamos conversando sobre Um pouco de tudo e, na mínima referência à minha consogra, contei como estava a luta desesperada pra fisgar o peixe depois de cansá-lo. Tava morrendo de vontade de contar pra ele, e ele me aconselhou a continuar assim, apertando mais a linha, que no fim cairia na cesta. Também me aconselhou a não demorar muito, pra não perder o interesse dela e ela arrebentar a linha. Esse último conselho me deixou pensativo, com certeza ele tinha razão e, na real, a mulher me atraía pra caralho e eu queria comer ela, mas do meu jeito.

Nos despedimos depois de um bom tempo, conversamos muito, ele tinha um papo muito interessante e conhecimento de tudo. Me fez uma confidência, não contou tudo por respeito à dama, mas conhecia algumas mulheres bonitas e, com certeza, não eram tão difíceis quanto a Viviana. Bom… tinha de tudo. Decidi que ia me interessar por essas histórias e ele ia enchendo meu saco com os detalhes.

De volta pra casa, resolvi não enrolar mais e ir no dia seguinte. Quando ela me viu na porta, o sorriso se iluminou. Cheguei sem avisar e ela tinha acabado de levantar, aparentemente sem graça, tentando se cobrir com a camisola curta mal colocada, e quanto mais cobria, mais mostrava. Me lembrou a história do vazamento da pia, mas eu já tava decidido e falei que preferia não molhar as mãos e fui direto pro armário. Ela adorou a ideia e, depois de se desculpar pela bagunça na cama, me fez sentar com ela. "Você não sabe como agradeço por ter vindo. Tô muito triste, passei a noite inteira sem dormir, cheia de dúvidas. Até imaginei que você tava evitando vir porque não gostava de me ver." "De jeito nenhum, você é uma mulher encantadora e é sempre um prazer estar ao seu lado." "Sério? Acho que não atraio mais os homens, já sou muito velha e meu corpo tá acabado, sem graça." "De forma alguma, você tem um corpo invejável, desejável, de uma garota jovem. Não tem homem que não sonharia em pegar você." "Mmm, não me diga isso só... Quer me bajonear, né? Acha que não sei que meus peitos já não agradam mais? Tão caídos e moles. Muito pelo contrário, eu adoro eles, o único defeito que vejo é que são meio fugidios… Bom… é que sou tão indecisa… mas depois sempre me arrependo. Quando você viu eles, senti um formigamento por dentro que me molhei toda, e quando você tocou, quase gozei na hora. Achei que você não gostasse o suficiente. Outro dia passei do ponto, me desculpa por isso, tava morrendo de vontade de você vir pra pedir perdão. Quando fui te ver, ia falar na frente de todo mundo, mas me segurei. Não ousa falar nada na frente da Elena, ela é minha mulher, amo ela demais e ela não precisa se meter nisso, e sua filha menos ainda, é mulher do Javier e não quero que eles tenham problemas de casamento… Fica tranquila, vou ser discreto, mas não me deixa tão excitado como outro dia. Eu também tava excitada, mas o acidente cortou o tesão, talvez outra hora… Outra hora?… E que tal agora mesmo? Foi tirando a camisola que vestia, deixando um peito de fora e depois lentamente o outro. A verdade é que eles eram lindos, mas eu tava decidido a ser duro com ela. Quando largou a camisola, só ficou de calcinha, era minúscula e ela ajeitou pra marcar melhor a racha da buceta, os lábios separados não deixavam dúvidas. Manhosa, ela se ajoelhou e veio rastejando na cama até mim, e começou a procurar na minha calça. Deixei fazer enquanto apertava os peitos dela, e quando ela puxou minha pica, foi direto chupar, mas eu parei na hora. Calma, Viviana, no sexo quem manda sou eu. Se não gostar, vou embora. Não, por favor, Pepe, não fica bravo comigo, só queria te agradar. Dizem que eu chupo muito bem. Ah, dizem… então quer dizer que tem vários que te comem e eu sou o último a chegar. Não, não, só tem um, mas cada vez fazemos menos. Isso é porque ele deve ter arrumado outra… Não, por favor, não me fala isso, tenho certeza que ele não faria isso comigo. Mim… Não sei, mas se você quer algo comigo, sou eu quem vai dizer o que quero e o que não quero. Sim, do seu jeito, você manda. Beleza, então deita na cama. Assim? Achei que você queria uma posição diferente. Não, assim não, deita de lado e deixa a cabeça cair pra fora da borda.                              A mulher não entendia direito, mas logo descobriu. Deitada no lençol com a cabeça pra fora, esperou eu fazer alguma coisa — e eu fiz. Me aproximei depois de tirar a roupa, só de ver ela tão gostosa, a pica já tava dura que nem ferro. Me abaixei pra beijar os peitos dela, ela juntou os dois pra eu chupar ao mesmo tempo, mas depois desci pro estômago. Minha pica foi se aproximando e ela nem percebeu, só quando encostou na testa dela que ela reparou. Com a cabecinha de fora, tava com uma cara agressiva, e quando passou pelo nariz, roçando até chegar nos lábios, ela abriu a boca. Só queria dar um beijo na glande, mas eu insisti até fazer ela abrir a boca e enfiei. No começo, ela recebeu com prazer, mas quando viu que não parava de entrar e que a grossura não era a que ela tava acostumada, começou a reclamar. Não parei até sentir o volume da cabecinha na garganta dela, e comecei a meter e tirar. Quando ela se acostumou com o calibre, fazia de tudo pra engolir. Eu segurava os dois peitos dela, e ela se agarrava nas minhas pernas. Pra falar a verdade, eu teria gozado gostoso fodendo a boca dela, mas tinha decidido deixar ela mais que satisfeita. Então, quando vi que ela tava ficando vermelha com a cabeça pendurada, tirei.                              Viviana demorou um pouco pra conseguir falar, a voz não saía, mas ela não reclamou. Eu segurava a pica na mão, esperando ela se recuperar, e quando ela me olhou com vontade de continuar, mandei ela descer da cama. Ela obedeceu e apoiou as mãos no colchão. Mandei ela levantar uma perna na cama e, de lado, enfiei a pica direto na buceta. Foi uma surpresa pra ela, esperava umas preliminares mais suaves, mas eu não queria mostrar “fraqueza” com ela. Fiquei metendo por um bom tempo. minutos, a idade me favorecia e eu não tinha pressa. Quando já estava cansada de ter a perna levantada e a buceta escorrendo pela coxa, peguei ela pela cintura e ela colocou as duas pernas para cima na beirada. Eu, do chão, segurando na cintura, continuei metendo enquanto ela apoiava a cabeça no lençol, os peitos pendiam e balançavam debaixo dela.

Embora reclamasse, Viviana estava gostando muito, isso ficava claro pelos gemidos que escapavam e pelo sussurro para eu continuar assim. Para a idade que tinha, não tinha celulite marcada nas nádegas, e me excitou muito quando ela segurou as duas para abrir ainda mais a buceta. No começo, não tinha intenção, mas a visão do buraco moreno completamente redondo me deu a ideia. Tirei a pica e com ela besuntei todo o canal entre as nádegas. Ela, num primeiro momento, se mexeu, mas como continuava com as mãos segurando as nádegas, apoiei a glande no ânus. Ela deu um pulo para frente fugindo e se virou.

— Ah! Não, isso não, não deixei ninguém fazer isso. — Nem o outro galã? — Também não, ninguém. Tenho muito medo pelo cu. — Não tema, eu sei como fazer sem que você sinta dor. — Nem pensar, por aí não quero. — Bom… então… o que você quiser…

Fiz menção de pegar minhas roupas espalhadas pelo quarto, e ela se abraçou nas minhas pernas.

— Não, por favor, Pepe, o que você quiser menos isso, nunca fiz isso. — Pois uma vez tem que ser a primeira… mas se você não quer… — É que você vai me machucar… — Não se preocupe, tenho prática, ninguém reclamou até agora. — Sério? Você promete que se machucar, vai parar? — Com certeza, sempre digo: ao menor desconforto… tiro fora.

Ela já se ajoelhou de novo, foi se aproximando da beirada da cama outra vez, mas eu disse para ela ficar no centro. Pedi um pouco de creme para suavizar a área, e ela procurou frenética na mesinha, me estendeu um creme suave e vi que tinha de sobra. Passei nos dedos e fui rodeando o ânus de fora para dentro. centro, ela se acalmava porque gostava do toque, de vez em quando eu me aproximava e passava a pica do clitóris até o cu, ao passar pela buceta fazia uma pequena incursão, ela já ia afastando os joelhos e se inclinava sobre o colchão, então coloquei o tubo de creme no esfíncter, apertei fundo e um jato de creme foi injetado no cu, o frescor do creme fez ela se mexer para espalhar e com um dedo fui enfiando e distribuindo pelas paredes internas.

Disse a ela que podia soltar as nádegas que eu cuidaria de tudo, aconselhei que ela pegasse nos próprios mamilos e os deixasse duros, pois o prazer devia ser completo, agarrei as poderosas ancas e com a pica lubrificada como um cachorro-quente me apoiei e empurrei. Não, não Javier, para, para já. Como assim Javier?, em quem você está pensando?, sou Pepe, quem é esse Javier? Sniff… Javier, eu disse Javier? Claro que ouvi bem, não será… meu filho Javier? Bem… sim, escapou. Então você está dando pra meu filho, pro seu genro, pro marido da sua filha Corina, pro pai do seu neto Javi. Sim, sim, sim, chamo ele quando estou desesperada, ele tem uma pica bem comprida embora a sua seja muito mais grossa e nunca dei meu cu pra ele, como vou dar pra você? Você vai me partir ao meio. Olha só, Javier também hein, com uma mulher tão boa que ele tem e vai atrás de outras bucetas. Ele só faz isso pra acalmar meu tesão, é como um favor de família. Pois é, um favor, agora vou te fazer outro favor, fica como estava. Não Pepe não, deixa pra lá. Nada disso, vou te foder o cu como você diz. Mas não me machuca, me trata bem. Não se preocupa, vai ser um favor de família.

Nem preciso dizer que dessa vez a cabaça entrou de primeira, o grito deu pra ouvir lá de casa com certeza, mas quando já estava no meio do tronco ela já se mexia procurando o caminho e suspirando de gosto. Oooh, Pepe, doeu mas valeu a pena, me fode por favor, enfia até o fundo. não cabe tudo, deixa metade pra fora, pela sua mãe.
Claro que não liguei pra isso e ela engoliu a pica toda e mais um pouco se tivesse, ela mesma foi se virando até ficar de barriga pra cima, subindo as pernas por cima da cabeça e deixando a buceta pra cima, os dedos dela se perdiam na vagina e o clitóris era atacado pela outra mão. Não para, Pepe, vou gozar, siiiim, vou gozaaaar, agh.
Os espasmos fizeram ela tremer, mas não soltou as pernas nem abaixou, enquanto tirava os dedos da buceta, beliscava os peitos, eu continuava num ritmo rápido e constante. Você não vai gozar, Pepe? Não se preocupa, quando eu for gozar você vai saber.
Continuei metendo, excitado pela visão da mulher de pernas abertas com os peitos vermelhos de tanto beliscar e os bicos duros como azeitonas pretas, quando senti que ia gozar, me levantei, ela se preparou pra eu meter na buceta, mas passei por cima, ela mudou de ideia e juntou os peitos pra me receber, mas minha pica foi direto pros lábios dela, eles se abriram, com um pouco de esforço mas se abriram e minha pica entrou até a metade, quando comecei a bombear porra, ela engolia ao mesmo tempo até escorrer pelos cantos da boca, quando terminei, ela pegou no meu cu e me puxou, enfiando a pica até a garganta. Pepe, Pepe, quanto tempo esperando por algo assim, você foi um pouco bruto comigo, mas te perdoo, me fez gozar como nunca. E o Javier? Também me faz gozar, mas não como você, é um filho digno seu, embora ainda lhe falte experiência. Se a Corina descobrisse… ela também adora transar. Mas você não vai contar pra Corina, vai? Claro que não, mas não sei como esconder isso, ela me conhece muito bem.
Continua
Agradeço seus comentários. Obrigado.

3 comentários - Viagem de aposentado pra Argentina 6

Esperando la próxima,van 10 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!