Aposentado na Argentina 1

Depois de esperar muito tempo, surgiu a oportunidade e a desculpa: meu filho, que mora em Buenos Aires desde jovem, acabara de ser pai. Ele tinha ido trabalhar numa empresa de telefonia e se casado com uma argentina. Era uma mina muito gostosa, só conhecíamos ela pelo Skype. Ela trabalhava numa agência bancária e sempre nos convidava pra atravessar o charco e passar uns dias com eles. Agora, com todo o tempo do mundo, criamos coragem e fizemos as malas. Meu nome é José, mas todo mundo me chama de Pepe. Aposentei não faz muito tempo. Eu e minha mulher, apesar da vontade de ver e conhecer o mundo, quase não tivemos oportunidade de viajar. E tenho que admitir que sou muito curioso e gosto de saborear tudo de bom que a vida pode me oferecer. Meu filho Javier me deu instruções pra reservar as passagens. Fiquei impaciente, fuçando na internet tudo sobre a viagem. Quase que viajei antes de sair de casa e me organizei no que era essencial ver, embora quisesse conhecer o clima normal das ruas e do povo. Quando saímos da minha cidade rumo a Madri, já despachei a bagagem até Buenos Aires. Eu e minha mulher só levamos uma bolsinha com o essencial: remédios, lenços, coisas de higiene, etc. Só o básico, caso perdessem as malas. Quando chegamos em Barajas, procuramos o terminal da Aerolíneas Argentinas. Demoramos um pouco pra achar o balcão da companhia. Não tô muito acostumado a viajar, ainda mais fora da Espanha, mas de longe vi a bunda azul do avião. Já sabia em qual aeronave íamos voar, até os assentos que escolhi: um Airbus 340 com disposição 2-4-2. Sabia tudo de cor. Minha mulher diz que sou muito detalhista. Já a bordo, encontrei os assentos na hora. Um amigo que viaja muito me aconselhou, contra minha vontade, a não escolher janela, porque numa viagem tão longa eu teria que esticar as pernas ou ir ao banheiro várias vezes. Ainda bem que dei ouvidos a ele. Como chegamos com bastante antecedência... Fomos dos primeiros a embarcar, as comissárias nos cumprimentaram na entrada, ufa!, que alívio ouvir espanhol numa viagem internacional. Quase no fundo estavam os assentos, eu tinha me informado onde mexia menos e qual era a parte mais segura, etc. (minha mulher tem razão). No começo, fiz minha mulher sentar no lado de dentro, eram quatro assentos no meio e eu fiquei no corredor, aos poucos os passageiros foram se acomodando até chegarem os ocupantes dos dois assentos que sobravam, era um casal bem jovem, lá pelos trinta e poucos, ao ouvi-los falar já gostei deles, parecia que estava na Argentina, me lembrou minha nora, delicioso o idioma argentino tão suave e "arrastado". De começo, eu estava ligado em tudo que acontecia, olhava pelas janelas curioseando (sou um chato), minha mulher só me dava cotoveladas pra eu ficar quieto. Por fim, fecharam as portas e começaram as manobras normais, barulhinhos, assobios, mensagens, saudações pelo alto-falante e o avião começando a taxiar, demos as mãos quando decolou e não respiramos até nivelar lá em cima. Já mais tranquilos, nos acomodamos e ficamos esperando. Não demorou muito pra ouvir os carrinhos com o jantar, achei cedo demais porque como estávamos indo pro oeste, cada vez ficava mais claro, estávamos voando atrás do sol, mas ele ganhou na corrida e logo escureceu, eu ria sozinho, quem tava na janela já tinha perdido o espetáculo. O jantar típico de avião, apertados na classe econômica, a gente tinha escolhido uma viagem barata porque levávamos muito peso nas malas e outra saía mais cara. Eu sou meio fechado pra puxar conversa, mas minha mulher logo começou a falar com a moça do lado dela, com a desculpa do jantar, as duas já estavam contando a vida uma pra outra. — A gente acabou de casar e tá voltando da lua de mel, somos de Buenos Aires e já acabou, foi muito bom. — Pois nós vamos conhecer. Ao nosso neto recém-nascido, da nossa nora a gente só viu o rosto quando falamos pelo Skype, ela é muito gostosa e tem trinta e três anos.
— Ah! Igualzinho eu, a gente casou um pouco mais velhos, mas já moramos juntos por vários anos.
— E vocês não pensam em ter filhos?
— Kkkk, claro que sim, a gente tá tentando, mas sei lá, meu marido não é muito chegado em criança.
— Eu tava doida pra ser avó, tô morrendo de vontade de ver a carinha do Javi.
— Ah! Vão chamar ele de Javi.
— Sim, o pai dele chama Javier, eu queria que ele se chamasse como o avô, José ou Pepe como a gente chama em casa, não sei se na Argentina vocês usam Pepe.
— Claro, é um apelido bem comum, tem muito italiano que também é chamado de Pepe.
— Pois é, eu queria, e meu marido também.
— Eu me chamo Malena e meu marido Federico.
— Ah! Então eu me chamo buceta. A gente ainda tava jantando e a Malena bebendo água na hora, ela deu uma risada tão forte que saiu até pelo nariz, não conseguiu falar até limpar a garganta.
— A senhora disse buceta, sabe pra onde tá indo?
— Claro, pra Argentina.
— Kkkk, então recomendo que não diga que se chama buceta.
— Bom, na verdade me chamam de buceta.
— Kkkk, pior ainda, mulher, sabe o que chamam de buceta na Argentina?
— Não sei, mas agora que lembro, minha nora Corina falou pra eu me chamar de outro jeito, mas não dei muita bola.
— Dê bola pra sua nora, pra gente buceta é a buceta e a buceta é a xereca, que é ainda pior, não esquece, senão vão tirar uma onda com a senhora.
— Vou levar em conta, mas não sei se vou lembrar, ainda bem que já jantamos, não consigo nem me mexer.
— É verdade, aqui a gente vai apertado e ainda faltam muitas horas sentados nesses lugares.
— Pois eu vou ao banheiro um instante e depois Vou tomar meu remédio pra dormir, porque se não tomar, não consigo pregar o olho. A moça contou pro marido dela a história do nome da minha mulher, aí eu já não me atrevia mais a sugerir que ela se chamasse Concepción, como deveria ser. Fernando, o marido da Malena, pediu um uísque e virou de uma vez, igual nos filmes de faroeste americano. Na sequência, pediu outro e bebeu em dois goles. Malena me olhou e disse:
— É que ele tem pavor de voar, sempre toma uns quantos e depois apaga.
Quando minha mulher chegou, tive que levantar de novo pra deixar ela passar. Sem perceber, fiz cara de irritado, e minha mulher disse pra eu trocar de lugar pra ela ficar no corredor. Ficamos um tempão sem falar. Eu sou meio lento pra puxar assunto, mas Malena quebrou o gelo:
— E vocês pretendem ficar muito tempo em Buenos Aires?
— Bom, a princípio gostaria de ficar um mês ou algo assim, espero que a gente se acostume bem. De qualquer forma, olhei um hotel perto da casa do meu filho, pra não atrapalhar a privacidade deles. Chama-se Hotel Belsur Baigorria. Gostei do nome, parece basco.
— Que coincidência, eu conheço esse hotel, não fica longe de onde eu moro, em Villa Devoto.
— Que legal, vamos ser vizinhos.
— Kkkk, você não viu o mapa de Buenos Aires, né?
— Não, mas imagino que seja igual a Madri.
— Igual a Madri é só o centro, mas a cidade inteira tem quinze milhões de pessoas.
— Você disse quinze? Madri tem pouco mais de três, e minha cidade não chega a um milhão, fica no Mediterrâneo.
— Mmm, o Mediterrâneo, música bonita.
— Adoro, “Llevo tu luz y tu olor por dondequiera que vaya”. Também nasci no Mediterrâneo, mas tô doida pra ver o Rio da Prata.
— Bom, mais que um rio, é um mar de cor marrom, você vai ver. Do outro lado fica o Uruguai, talvez a gente passe por cima de Montevidéu.
— Ótimo, vamos fazer um turismo relâmpago.
— Kkkk, que moral hein, gostei de você. Eu sou Guia turística.
— E o Fernando, o que ele faz?
— Eu sou músico, temos uma banda que toca nos bares pra turistas, sabe como é, tango e tal, não é ruim, o básico. Aceita um uísque?
— Quem me dera, mas tenho pressão alta, tomo remédio pra isso e não posso beber álcool.
— Então vou pedir outro pra ver se durmo.
— Deixa eu pagar esse, Fernando.
— Não, cara, não, obrigado, mas se a gente se ver de novo, eu te pago uma coisa que você vai gostar, mesmo tendo álcool.
— Tá bom, vou fazer um esforço, hahaha.

Ele tomou o uísque em três goles e se preparou pra dormir. Malena, conhecendo ele, pegou o cobertor que dão pra não passar frio com o ar-condicionado e cobriu ele. Minha mulher já tava roncando fazia um tempo quando Malena, se desculpando, me disse que precisava ir ao banheiro. Eu me encolhi no assento pra dar espaço, e ela foi passando na minha frente com cuidado pra não me incomodar, mas nessa hora o passageiro da frente jogou o banco pra trás pra ficar mais confortável. Ela não esperou e sentou sem querer no meu colo.

Foi um reflexo, e pra ela não se machucar, levantei as mãos pra segurar ela. Dizem que as mãos vão sempre no pão, dessa vez foram pras tetas por debaixo dos braços dela. A garota levantou como uma mola e me pediu desculpas. Eu tava tão sem graça que nem tinha percebido que ainda tinha as mãos nas tetas dela.
— Desculpa, Pepe, foi sem querer, mas se você soltar minhas tetas, eu levanto.
— Oooh, me perdoa, foi instintivo.
— Claro, lógico.

A garota se levantou e passou com dificuldade entre as pernas da minha mulher. Quando chegou no corredor, se espreguiçou — a gente tava amontoado como sardinha em lata. Eu tava envergonhado, a garota não merecia isso. Quem sabe o que ela pensava de mim, um velho tarado. Com certeza não ia falar mais comigo na viagem toda. Ainda bem que o marido dela não tinha visto nada, tava roncando dois assentos pra lá. Aproveitei pra ir também. No banheiro, quando voltei, a menina ainda não tinha voltado. Logo depois, Malena chegou, me olhou sorrindo, me acalmou um pouco, não parecia muito brava, até que era compreensiva. Ela literalmente pulou por cima das pernas da minha mulher, que estavam esticadas, e quando chegou perto de mim, eu já estava afundado no meu assento. O encosto da frente estava reclinado, e Malena se contorceu para desviar, mas ao passar, tropeçou nos meus pés e sentou de novo em cima de mim. Tomei muito cuidado para não tocar nos peitos dela como antes, mas sentia a dureza da bunda dela nas minhas coxas. Ela tinha sentado em cima do celular que estava no meu bolso, e eu quis tirá-lo para não quebrar, e sem querer, toquei nas nádegas dela. A menina não parecia ter pressa de se levantar, e eu também não. Sentia o calor que ela irradiava, percebi que ela estava usando uma legging de malha elástica, e no pouco tempo que minhas mãos ficaram nos quadris dela, não senti o toque de calcinha. Devia estar de fio dental, pensei. Antes de se levantar, ela deu uma reboladinha pra trás, pegando meu pulso, mas pra mim foi uma delícia.

— Puxa, sinto muito, seu Pepe, mas tenho que confessar que estava bem mais confortável aqui do que no assento, hahaha.
— Pelo menos mais macio, hahaha.
— Não acredito não, senti uma dureza bem suspeita no meu Booty, hahaha.
— Quem me dera, era meu celular.
— Isso é o que você diz agora, me parece que o senhor é um grande sedutor, com certeza já desistiu, hahaha.
— Coitado de mim, já nem lembro da última vez, não funciona mais.
— Isso você fala pra todas.
— Pergunta pra pussy!
— Hahaha. Pergunto pra pussy como é que tá a pussy dela? Vai ver o espanhol.
— Ei! Eu não sou espanhol, sou valenciano.
— Hahaha, a gente chama todos os espanhóis de galegos, não é por mal, é um costume. Me chamam de portenha e eu adoro.
— Dito por você, até parece. bem, hahaha - De qualquer forma, não vou perguntar pra ela, certeza que vai dizer que eu como bem. - Acredite, não sobe, não sei se é dos remédios ou da idade. - E você nunca experimentou os comprimidinhos azuis? - Sim, uma vez comprei, mas nada. O médico disse que o sexo tá na cabeça, não no pau, e se não tem motivação, os comprimidos não funcionam, além dos possíveis efeitos colaterais. - Isso é verdade, com motivação vai tudo melhor. De qualquer forma, não desanime, por aqui dizem que enquanto tem língua, tem amor, hahaha. - Sim, isso uma garota de vinte anos me disse há tempos. - E você não comeu? - Não, eu acovardei, agora me arrependo. Pelo menos morreria feliz, hahaha. - Talvez se mudasse de companhia, se surpreendesse. - E quem vai se aproximar de um velho como eu? - Mmm, não seja modesto, certeza que o que caiu antes não era o celular, queria conferir. Não me deixou opinar, a mão dela já tinha pousado na minha braguilha. Eu teria dado tudo pra ela encontrar um pau duro como uma estaca, mas não, ela procurou e o que encontrou foi um verme mole e quente. - Bom, bom, acho que não tá tão ruim assim, só precisa de um pouco de atenção. Com o tamanho que tem agora, imagino quando estiver duro, vai causar estragos nessas férias, hahaha. - Não zoa, por favor, isso aqui já não tem mais conserto. - Que pouca fé você tem, aposto que faço ele acordar. - Agora a moral é sua, sou um caso perdido. - Besteira, anda, Pepe, abaixa as calças e tira ele pra fora. Com essas ordens imperiosas, não tive escolha a não ser obedecer. Tava convencido de que não ia conseguir nada, mas a vontade que ela mostrava me convenceu. Abaixei as calças até os joelhos depois de olhar pra direita e esquerda. Fernando e a buceta estavam como troncos. Malena esticou a manta do Fernando e cobriu nós três. Eu Coloquei uma pussy pra ela não ficar constipada com o ar condicionado. Nos quatro bancos, só dava pra ver nossas quatro cabeças, a mão da Malena já tinha pegado no meu pau, esticou minhas bolas que estavam apertadas entre as coxas e abriu minhas pernas, o pau caía pendurado e ela pegou com jeito, a glande dormia mole entre os dedos dela. Devagar, ela foi amassando o tronco depois de puxar a pele do prepúcio pra baixo, a cabecinha ia de um lado pro outro sem acordar. Ela apoiou a cabeça no meu ombro, como se estivesse dormindo, e um calorzinho passou do ombro pro meu pau, senti o sangue começando a correr nas veias. Não pude negar o interesse que ela mostrava, ela me sacudia o pau de todos os jeitos que sabia e tinha experiência, mas batia numa parede, tinha conseguido algum progresso, mas nada demais. — Acho que você precisa de um estímulo, quer pegar nas minhas tetas? — Adoraria, elas são lindas. — E como você sabe? — Lembra que já peguei nelas antes. — E deu tempo de reconhecer? — Tenho um scanner nos dedos, hahaha. — Tava certo que você é um sedutor, hahaha. A garota se levantou, baixou uma alça do sutiã, levantou a camiseta pra eu passar a mão por baixo, e quando fiz, tirei a teta da taça, ela ficou na minha mão enchendo ela, quando separei os dedos, o mamilo apareceu entre o polegar e o indicador. Não fazia nada que ela tinha apoiado a cabeça de novo no meu ombro quando o Fernando acordou, ela rapidamente se endireitou e ele falou algo no ouvido dela, eu tava cagado de medo, os poucos progressos que tinha tido sumiram, mas a Malena não soltou meu pau. O Fernando se espreguiçou no banco e ficou quieto, na hora já tava dormindo de novo. Me aproximei do ouvido da Malena e perguntei baixinho. — O que ele te disse, ele percebeu? — Não, nada disso, ele me pediu pra fazer uma punheta e já tirou o pau pra fora. Ela adora dormir enquanto eu bato uma pra ela. Melena quis me provar e levantou o cobertor, levei um susto ao ver o pedaço de pau que a Malena tinha na mão, sobrava mais um tanto do punho que ela segurava, o garoto devia estar gostando porque se virou um pouco pra ela, passou a mão na cintura dela e, esticando o elástico da calcinha da Malena, foi procurar a buceta dela, deve ter encontrado na hora porque a garota abriu as pernas o máximo que pôde e se esparramou no banco. Eu sentia na minha mão o mamilo endurecendo entre meus dedos, imaginei que fosse pelo efeito da mão do Fernando na buceta da Melena, mas ela sussurrou no meu ouvido:

— Pepe, adoro como você acaricia meu peito, meu marido é um bruto, só sabe amassar.
— Pois agora ele tá metendo a mão na sua buceta.
— Sim, tô ficando toda molhada, mas é por sua causa, queria que fosse sua mão, me olha.

Levantei o cobertor e fiquei extasiado, Malena com o pauzão do Fernando balançando com energia, com a outra mão acariciando a minha com suavidade e com a calça arriada e as pernas abertas facilitando as carícias do marido que atacava o clitóris dela, meus nós dos dedos se mexiam por baixo da camiseta dela, entre os vários volumes estava o do mamilo dela.

— Pepe, queria gozar, mas com suas carícias, queria que você fosse junto comigo.
— Então você tá ferrada, ainda não tô duro o bastante pra você me fazer uma punheta.
— Mas vai ficar, tem paciência, sou muito insistente.
— Como tá seu marido?
— Tá quase gozando, sinto na cabecinha dele, tá dura e queimando, já tá pulsando e vazando líquido.
— Espera, vou pegar os lenços da minha mulher, não quero que suje tudo.
— Valeu, porque sai muito gozo dele e a gente ia ficar todo melado.

Com cuidado, procurei na bolsa, use a palavra: buceta, tinha vários e peguei um lacradinho, veio na hora certa porque assim que abri o pacote entreguei um pra Malena, ela tava batendo uma com toda velocidade no O pau de Fernando quando começou a jorrar que nem uma fonte, ela se esforçava pra tampar o pau, mas os jatos continuavam espirrando pra cima. Eu ia passando lenços pra ela, que ia colocando um por cima do outro naquele vulcão de porra. Quando terminou de sair, ela usou os últimos que me restavam pra limpar a cabeça do pau. Por sorte, não tinha sujado a calça, embora no cobertor aparecessem umas manchas brancas. Fernando suspirou relaxado e a mão dele foi saindo devagar entre as pernas da Malena, os dedos estavam pegajosos e cheios de fios brancos. O cara virou pro outro lado, e logo se ouviu ele roncando. Malena se virou pra mim, se levantou um pouco e soltou o fecho do sutiã, tirou as alças pelas mangas e a peça inteira pelo pescoço. A teta que eu tinha na mão se juntou com a outra, ela juntou os braços e eu consegui apertar os dois bicos ao mesmo tempo. Meu pau tinha ganhado um pouco de dureza, mas não era o suficiente. Malena pegou minha mão das tetas e levou entre as pernas dela, pelas coxas já senti a umidade, mas na buceta dela eu lambuzei os dedos. Quando tirei, ela levou meus dedos até minha boca, chupei saboreando, gostava de mulher quente. Meu pau parecia que tava criando jeito e já tava de pé, a mão da Malena tava fazendo progresso. Ela se inclinou sobre mim e cuspiu na cabecinha, a saliva da mina veio a calhar, tava muito ressecada de tanto esfregar, e agora a mão dela deslizava suave. Com meus dedos na buceta dela, senti que o clitóris tava duro, tirei ele de entre os lábios, tava preso pela pele do prepúcio pequeno dela e saiu orgulhoso. Malena se apertou mais no meu ombro enquanto beijava meu pescoço. A mão dela já conseguia percorrer meu tronco com segurança e, de vez em quando, ia endurecendo o pau. — Queria ter um pau igual ao do Fernando. — Não fala besteira, Pepe, e se concentra, já tá dura. Passei minha mão por cima do ombro da Malena e peguei a teta direita dela, com a outra que até agora tava Inativa, enfiei ela entre as coxas dela e afundei os dedos na carne macia da garota. Já minha pica tava dura, não como anos atrás, mas se pudesse, teria metido na buceta da Malena. Acho que ela não teria se importado. Ela mordia meu lóbulo da orelha e sussurrava como eu tava dando prazer pra ela.

- Continua assim, Pepe, continua assim.
- Cê gosta mesmo da minha mão?
- Onde você quer que eu assine, Pepe?
- Porra, Malena, que gostosa você é.
- Tá gostando do que cê tá tocando?
- Duvida? Te fodia agora mesmo.
- E eu você, subia em cima da sua pica no corredor.
- Porra, essa classe turista, se a gente tivesse na business, cê não escapava.
- Adoraria que você metesse essa pica tão macia, a do meu marido é áspera e dói quando ele enfia na minha buceta, a sua parece de um adolescente.
- Caralho, Malena, cê tá me deixando a mil! Vai fazer eu gozar.
- E você eu, minha buceta tá pegando fogo, mete mais um dedo, assim eu vou imaginando que é sua pica.
- Porra! Malena, como cê sabe me deixar com tesão, e com esses peitos que você tem...
- Tô vendo que cê gosta deles, sabe acariciar sem machucar, só me dá prazer, cê é um cavalheiro sedutor, já te falei, Pepe.
- Não zoa um velho, Malena, eu sei o que sou.
- Não tô zoando, e se a gente se ver de novo, vou fazer de tudo pra foder com você, não vou deixar você escapar tão fácil.
- Malena, nunca me disseram isso, acho que vou gozar, e faz tempo que não gozo.
- Então não se segura, eu já tô esperando há um tempão, quando você quiser, a gente goza junto.

Ele não conseguiu realizar os desejos dela e gozou nos meus braços. Odiei o apoio de braço das poltronas porque, sem ele, eu a teria apertado contra mim, mas consegui estimular o clitóris dela até sentir que era demais pra ela e parei. As cãibras e espasmos dela faziam o peito escapar dos meus dedos, mas eu procurava e encontrava de novo. Dura e macia. Ela largou meu pau por um momento, já não conseguia coordenar a mão e, quando o orgasmo foi passando, ela voltou a pegar no meu pau e começou a bater uma com vontade. Quando fui pegar a bolsa dela pra pegar mais lenços, percebi que tinha caído no corredor e eu não alcançava, minha gozada já vinha galopando. Malena se inclinou sobre o apoio de braço e procurou meu pau com a boca, arrastou a manta junto e descobriu o pau do Fernando, que estava inerte. A bunda de Malena ficou à mostra com a legging nos joelhos. Eu tive que levantar o quadril pra ela alcançar e enfiei o pau na boca dela. Ela passou a mão entre minhas pernas e colocou entre minhas nádegas, puxando pra perto dela. Gozei na boca dela, não vi a quantidade de porra que eu tinha acumulado porque Malena foi engolindo no ritmo das minhas batidas, mas um jato saiu pelo nariz dela. Quando ela me largou no assento, os olhos estavam lacrimejando, os lábios já não estavam pintados, estavam molhados de porra amarelada e grossa. Com a língua, ela passou o que sobrou e engoliu. Olhei ao redor, a tela do cinema estava passando um filme do Richard Gere, já tinha visto umas cem vezes e os outros passageiros também não estavam interessados porque todos estavam dormindo. Ficamos um tempo debaixo da manta, Malena com a buceta encharcada até quase os joelhos, a camiseta meio levantada com um peito de fora, eu com o pau dormindo de novo. Eu tinha me limpado bem com a língua, não estava acostumada a esses esforços, mas estava satisfeito com ela, ela tinha se comportado bem. A garota guardou o pau do marido enquanto ele reclamava resmungando pra deixar ele dormir. O zumbido dos quatro motores continuava como sempre, do lado de fora das janelas a noite, voávamos sobre um manto de nuvens brancas e a lua as iluminava como um tapete de algodão. Sem vontade, ajeitamos a roupa e, segurando no meu braço, Malena dormiu, eu não demorei a segui-la. Uma mudança de altitude me acordou, pelo alto-falante avisaram que estávamos descendo e que estávamos sobrevoando Montevidéu, eu teria gostado de espiar, mas agora quem tinha vantagem era o pessoal da janela. pussy me perguntou com os olhos apertados se a gente tinha chegado, perguntei se ela tinha dormido bem, ela respondeu que sim, eu disse que também. Continua. Agradeço muito os comentários de vocês. Valeu.

8 comentários - Aposentado na Argentina 1

Muy bueno, te mandaste una obra de arte para acabar, ni más ni menos.
linda historia . exelente viaje y en economica .
kramalo +1
muy bueno...!! el dicho dice: habiendo lengua y dedo, no hay viejo al pedo... jaja!!
Muy buen comienzo! Muy caliente y bien contado el relato! +10 de una