Depois de esperar muito tempo, surgiu a oportunidade e a desculpa: meu filho, que morava em Buenos Aires desde jovem, acabava de ser pai. Ele tinha ido trabalhar numa empresa de telefonia e se casado com uma argentina. Era uma mina muito gostosa, só conhecíamos ela pelo Skype. Ela trabalhava numa agência bancária e sempre nos convidava pra atravessar o charco e passar uns dias com eles. Agora, com todo o tempo do mundo, criamos coragem e fizemos as malas. Meu nome é José, mas todo mundo me chama de Pepe. Aposentei não faz muito tempo. Eu e minha mulher, apesar da vontade de ver e conhecer o mundo, quase não tivemos oportunidade de viajar. E tenho que admitir que sou muito curioso e gosto de saborear tudo de bom que a vida pode me oferecer. Meu filho Javier me deu instruções pra reservar as passagens. Fiquei impaciente, fuçando na internet tudo sobre a viagem. Quase que viajei antes de sair de casa e me organizei no que era essencial ver, embora quisesse conhecer o clima normal das ruas e o povo. Quando saímos da minha cidade rumo a Madri, já despachei a bagagem até Buenos Aires. Eu e minha mulher levamos só uma bolsinha com o essencial: remédios, lenços, coisas de higiene, etc. O básico, caso perdessem as malas. Quando chegamos em Barajas, procuramos o terminal da Aerolíneas Argentinas. Demoramos um pouco pra achar o balcão da companhia. Não tô muito acostumado a viajar, ainda mais fora da Espanha, mas de longe vi a bunda azul do avião. Já sabia em qual aeronave íamos voar, até os assentos que escolhi: um Airbus 340 com disposição 2-4-2. Sabia tudo de cor. Minha mulher diz que sou detalhista demais. Já a bordo, encontrei os assentos na hora. Um amigo que viaja muito me aconselhou, contra minha vontade, a não escolher janela, porque numa viagem tão longa teria que esticar as pernas ou ir ao banheiro várias vezes. Ainda bem que dei ouvidos a ele. Como chegamos com bastante antecedência... Fomos dos primeiros a embarcar, as comissárias nos cumprimentaram na entrada, ufa!, que alívio ouvir espanhol numa viagem internacional. Quase no fundo estavam os assentos, eu tinha me informado onde mexia menos e qual era a parte mais segura, etc. (minha mulher tem razão). No começo, fiz minha mulher sentar no lado de dentro, eram quatro assentos no meio e eu fiquei no corredor, aos poucos os passageiros foram se acomodando até chegarem os ocupantes dos dois assentos que sobravam, era um casal bem jovem, por volta dos trinta e poucos, ao ouvi-los falar já gostei deles, era como estar na Argentina, me lembrou minha nora, delicioso o idioma argentino tão suave e "arrastado". No momento, eu estava ligado em tudo que acontecia, olhava pelas janelas curioseando (sou um chato), minha mulher só me dava cotoveladas pra eu ficar quieto. Por fim, fecharam as portas e começaram as manobras normais, barulhinhos, assobios, mensagens, saudações pelo alto-falante e o avião começando a taxiar, a gente se segurou na mão quando decolou e não respirou até nivelar lá em cima. Já mais tranquilos, a gente se ajeitou pra ficar confortável e esperar. Não demorou muito pra ouvir os carrinhos com o jantar, achei bem cedo porque como a gente ia pro oeste, cada vez ficava mais claro, a gente tava voando atrás do sol, mas ele ganhou na corrida e logo escureceu, eu ria sozinho, quem tava na janela já tinha perdido o espetáculo. O jantar típico de avião, apertados na classe econômica, a gente tinha escolhido uma viagem barata porque levava muito peso nas malas e outra saía mais cara. Eu sou meio fechado pra puxar conversa, mas minha mulher logo começou a falar com a moça do lado dela, com a desculpa do jantar, as duas já estavam contando a vida uma pra outra. — A gente acabou de casar e tá voltando da lua de mel, somos de Buenos Aires e já acabou, a gente se divertiu pra caramba. — Pois a gente vai conhecer. Ao nosso neto recém-nascido, da nossa nora a gente só viu o rosto quando falamos pelo Skype. Ela é muito gostosa e tem trinta e três anos.
— Ah! Igualzinho eu. A gente casou um pouco mais velhos, mas já moramos juntos por vários anos.
— E vocês não pensam em ter filhos?
— Kkkk, claro que sim, a gente tá tentando, mas sei lá, meu marido não é muito chegado a criança.
— Eu tava doida pra ser avó, tô morrendo de vontade de ver a carinha do Javi.
— Ah! Ele vai se chamar Javi.
— É, o pai dele chama Javier. Eu queria que ele se chamasse como o avô, José ou Pepe, como chamamos em casa. Não sei se na Argentina vocês usam Pepe.
— Claro que sim, é um apelido bem comum. Tem muito italiano que também chama de Pepe.
— Pois é, eu queria, e meu marido também.
— Eu me chamo Malena e meu marido, Federico.
— Ah! Então eu me chamo buceta. A gente ainda tava jantando, e a Malena tava bebendo água na hora. Ela deu uma risada tão forte que a água saiu até pelo nariz, não conseguia falar até limpar a garganta.
— A senhora disse buceta? A senhora sabe pra onde tá indo?
— Claro, pra Argentina.
— Kkkk, então recomendo que não fale que se chama buceta.
— Bom, na verdade me chamam de buceta.
— Kkkk, pior ainda, mulher. A senhora sabe o que chamam de buceta na Argentina?
— Não sei, mas agora que lembro, minha nora Corina falou pra eu me chamar de outro jeito. Pra ser sincera, não dei muita bola.
— Dê bola pra sua nora. Pra gente, buceta é a buceta, e a buceta é a xereca, que é ainda pior. Não esqueça, senão vão tirar sarro da senhora.
— Vou levar em conta, mas não sei se vou lembrar. Ainda bem que já jantamos, não consigo nem me mexer.
— É verdade, aqui a gente vai todo apertado, e ainda faltam muitas horas sentados nesses lugares.
— Pois eu vou ao banheiro um instante e depois... Vou tomar meu remédio pra dormir, porque se não tomar, não consigo pregar o olho. A moça contou pro marido dela a história do nome da minha esposa, aí eu já não tive coragem de sugerir que ela se chamasse Concepción, como deveria ser. Fernando, o marido da Malena, pediu um uísque e virou de uma vez, igual nos filmes de faroeste americano. Na sequência, pediu outro e tomou em dois goles. Malena olhou pra mim e disse:
— É que ele tem pavor de voar, sempre toma uns dois e depois apaga.
Quando minha esposa voltou, tive que levantar de novo pra deixar ela passar. Sem perceber, fiz cara de tédio, e minha mulher mandou eu trocar de lugar pra ela ficar no corredor. Ficamos um tempão sem falar nada. Eu sou meio devagar pra puxar assunto, mas Malena quebrou o gelo:
— E vocês pretendem ficar muito tempo em Buenos Aires?
— Bom, a princípio queria ficar um mês ou algo assim. Espero que a gente se acostume bem. De qualquer forma, olhei um hotel perto da casa do meu filho, pra não invadir a privacidade deles. Chama Hotel Belsur Baigorria. Gostei do nome, parece basco.
— Que coincidência, eu conheço esse hotel. Não fica longe de onde eu moro, em Villa Devoto.
— Que legal, vamos ser vizinhos.
— Kkkk, o senhor não viu o mapa de Buenos Aires, né?
— Não, mas imagino que seja que nem Madrid.
— Que nem Madrid é só o centro, mas a cidade inteira tem quinze milhões de pessoas.
— Quinze? Madrid tem pouco mais de três, e minha cidade não chega a um milhão, fica no Mediterrâneo.
— Mmm, o Mediterrâneo, música bonita.
— Adoro, “Llevo tu luz y tu olor por dondequiera que vaya”. Também nasci no Mediterrâneo, mas tô doida pra ver o Rio da Prata.
— Bom, mais que um rio, é um mar marrom. Você vai ver. Do outro lado fica o Uruguai, talvez a gente passe por cima de Montevidéu.
— Ótimo, vamos fazer turismo relâmpago.
— Kkkk, que moral hein, gostei de você. Eu sou Guia turística.
— E o Fernando, o que faz?
— Eu sou músico, temos um grupo que toca nos bares pra turistas, sabe como é, tango e tal, não é ruim, o básico. Aceita um uísque?
— Quem me dera, mas tenho pressão alta, tomo remédio pra isso e não posso beber álcool.
— Então vou pedir outro pra ver se durmo.
— Deixa eu te pagar esse, Fernando.
— Não, cara, não, obrigado, mas se a gente se ver de novo, eu te pago uma coisa que você vai gostar, mesmo tendo álcool.
— Tá bom, vou fazer um esforço, hahaha.
Ele tomou o uísque em três goles e se preparou pra dormir. Malena, conhecendo ele, pegou o cobertor que dão pra não passar frio com o ar-condicionado e cobriu ele. Minha mulher já tava roncando há um tempão quando Malena, pedindo desculpas, me disse que precisava ir ao banheiro. Eu me encolhi no assento pra dar espaço, e ela foi passando na minha frente com cuidado pra não me incomodar, mas nessa hora o passageiro da frente jogou o banco pra trás pra ficar confortável, ela não esperou e sentou sem querer no meu colo.
Foi um reflexo, e com a intenção de não deixar ela se machucar, levantei as mãos pra segurar ela. Dizem que as mãos sempre vão pro pão, dessa vez foram pras tetas por debaixo dos braços dela. A garota levantou como uma mola e me pediu desculpas, eu tava tão sem graça que nem tinha percebido que ainda tinha as mãos nas tetas dela.
— Desculpa, Pepe, foi sem querer, mas se você soltar minhas tetas, eu levanto.
— Oooh, me perdoa, foi instintivo.
— Claro, lógico.
A garota se levantou e passou com dificuldade entre as pernas da minha mulher. Quando saiu no corredor, se espreguiçou, a gente tava como sardinha em lata. Eu tava envergonhado, a garota não merecia isso, quem sabe o que ela pensava de mim, um velho tarado, com certeza não ia falar mais comigo na viagem toda. Ainda bem que o marido dela não tinha visto nada, tava roncando dois assentos pra lá. Aproveitei pra ir também. Ao banheiro, quando voltei, a mina ainda não tinha voltado. Daí a pouco a Malena chegou, me olhou sorrindo, me acalmou um pouco, não parecia muito puta da vida, até que era compreensiva. Ela pulou literalmente por cima das pernas da minha mulher, que tava esticada, e quando chegou perto de mim, eu já tinha me afundado no meu assento. O encosto da frente tava reclinado e a Malena se contorceu pra desviar, mas ao passar, tropeçou nos meus pés e sentou de novo em cima de mim. Eu tomei muito cuidado pra não pegar nos peitos dela como antes, mas sentia a dureza da bunda dela nas minhas coxas. Ela tinha sentado em cima do celular que tava no meu bolso, e eu quis tirar pra não quebrar, e sem querer toquei nas nádegas dela. A mina não parecia ter pressa pra levantar, e eu também não. Senti o calor que ela soltava, percebi que ela tava usando uma legging de malha elástica, e no pouco tempo que minhas mãos ficaram nos quadris dela, não senti o tecido da calcinha. Devia estar de fio dental, pensei. Antes de levantar, ela deu uma reboladinha pra trás, pegando meu pulso, mas pra mim foi uma delícia. — Desculpa, seu Pepe, mas tenho que confessar que tava bem mais confortável aqui do que no assento, hahaha. — Pelo menos mais macio, hahaha. — Acredita não, hein, senti uma dureza bem suspeita no meu Booty, hahaha. — Quem me dera, era meu celular. — Isso é o que você diz agora, acho que você é um grande sedutor, com certeza já broxou, hahaha. — Coitado de mim, já nem lembro a última vez, não funciona mais. — Isso você fala pra todas. — Pergunta pra pussy! — Hahaha. Pergunto pra pussy como é que tá a pussy dela? Vai nessa, seu galego. — Ei! Eu não sou galego, sou valenciano. — Hahaha, a gente chama de galego os espanhóis, não é por mal, é um costume. Me chamam de portenha e eu adoro. — Dito por você, até parece. bem, hahaha - De qualquer forma, não vou perguntar pra ela, aposto que vai dizer que come ela gostoso. - Acredite, não sobe, não sei se é dos remédios ou da idade. - E você já experimentou as pilulinhas azuis? - Sim, comprei uma vez, mas nada, o médico disse que o sexo tá na cabeça, não no pau, e se não tem motivação, os remédios não funcionam, além dos possíveis efeitos colaterais. - Isso é verdade, com motivação vai tudo melhor, de qualquer forma, não desanime, por aqui dizem que enquanto tem língua, tem amor, hahaha. - Sim, isso uma garota de vinte anos me disse há tempos. - E você não comeu ela? - Não, fiquei com medo, agora me arrependo, pelo menos morreria feliz, hahaha. - Talvez se mudasse de companhia, se surpreendesse. - E quem vai querer chegar perto de um velho como eu? - Mmm, não seja modesto, aposto que o que caiu antes não era o celular, adoraria conferir. Não me deixou falar, a mão dela já tinha pousado na minha braguilha, teria dado tudo pra ela encontrar um pau duro como uma estaca, mas não, ela procurou e o que encontrou foi uma minhoca mole e quente. - Bom, bom, acho que não tá tão ruim assim, só precisa de um pouco de atenção, com o tamanho que tem agora, imagino quando ficar duro, vai causar estragos nessas férias, hahaha. - Não zoa, por favor, isso aqui já não tem mais jeito. - Que pouca fé você tem, aposto que faço ele acordar. - Agora a moral é sua, sou um caso perdido. - Besteira, anda, Pepe, abaixa as calças e tira ele pra fora. Com essas ordens imperiosas, não tive escolha a não ser obedecer, estava convencido de que não ia dar em nada, mas a vontade que ela mostrava me convenceu. Abaixei as calças até os joelhos depois de olhar pra direita e esquerda, Fernando e a buceta estavam como troncos, Malena esticou o cobertor do Fernando e cobriu nós três, eu a Coloquei uma a use a palavra: pussy pra ela não ficar constipada com o ar condicionado. Nos quatro bancos só dava pra ver as quatro cabeças, a mão da Malena já tinha pegado no meu cock, esticou meus ovos que estavam apertados entre as coxas e abriu minhas pernas, o cock caía pendurado e ela pegou com jeito, a glande dormia mole entre os dedos dela. Devagar, ela foi amassando o tronco depois de puxar a pele do prepúcio pra baixo, o broto ia de um lado pro outro sem acordar. Ela apoiou a cabeça no meu ombro, como se estivesse dormindo, e um calorzinho passou do ombro pro meu cock, senti o sangue começando a correr nas veias. Não deu pra negar o interesse que ela mostrava, ela me sacudia o cock de todos os jeitos que sabia e tinha experiência, mas batia numa parede, tinha conseguido algum progresso, mas nada espetacular. — Acho que você precisa de um estímulo, quer tocar nas minhas tetas? — Adoraria, elas são lindas. — E como você sabe? — Lembra que já peguei elas antes. — E deu tempo de reconhecer? — Tenho um scanner nos dedos, hahaha. — Tava certo que você é um sedutor, hahaha. A garota se levantou, baixou uma alça do sutiã, levantou a camiseta pra eu passar a mão por baixo e, quando fiz, tirei a teta da taça, ficou na minha mão enchendo ela, quando separei os dedos, o mamilo apareceu entre o polegar e o indicador. Não tinha feito nada, ela tinha apoiado a cabeça no meu ombro de novo quando o Fernando acordou, ela rapidamente se endireitou e ele falou algo no ouvido dela, eu tava cagado de medo, os poucos progressos que tinha tido se foram, mas a Malena não soltou meu cock. O Fernando se espreguiçou no banco e ficou quieto, na mesma hora tava dormindo de novo. Cheguei perto do ouvido da Malena e perguntei baixinho. — O que ele te disse, ele percebeu? — Não, nada disso, ele pediu pra eu fazer uma masturbação nele e tirou pra fora. Ela gosta de dormir enquanto eu bato uma pra ela. Melena quis me provar isso e levantou o cobertor, levei um susto ao ver o pedaço de pau que a Malena tinha na mão, sobrava outro tanto do punho que ela segurava, o garoto devia estar gostando porque se virou um pouco pra ela, passou a mão na cintura dela e, esticando o elástico da calça de Malena, procurou a buceta dela, deve ter encontrado na hora porque a garota abriu as pernas o máximo que pôde e se espremeu no banco. Eu sentia na minha mão como o mamilo endurecia entre meus dedos, imaginei que fosse pelo efeito da mão do Fernando na buceta da Melena, mas ela me disse no ouvido:
— Pepe, adoro como você acaricia meu peito, meu marido é um bruto, só sabe amassar.
— Pois agora ele tá metendo a mão na sua buceta.
— Sim, tô me molhando toda, mas é por sua causa, queria que fosse sua mão, me olha.
Levantei o cobertor e fiquei extasiado, Malena com o pau impressionante do Fernando balançando com energia, com a outra mão acariciando a minha suavemente e com a calça arriada e as pernas abertas facilitando as carícias do marido que atacava o clitóris dela, meus nós dos dedos se mexiam por baixo da camiseta dela, entre os vários volumes estava o do mamilo dela.
— Pepe, queria gozar, mas com suas carícias, queria que você fosse junto.
— Pois tá difícil, ainda não tô duro o bastante pra você me masturbar.
— Mas vai ficar, tem paciência, sou muito insistente.
— Como tá seu marido?
— Tá quase gozando, sinto no pau dele, tá duro e queimando, já tá pulsando e vazando líquido.
— Espera, vou pegar os lenços da minha mulher, não quero que suje tudo.
— Valeu, porque sai muita porra e ia deixar a gente todo melado.
Com cuidado, procurei na bolsa, use a palavra: buceta, tinha vários e peguei um novo, veio na hora certa porque assim que abri o pacote entreguei um pra Malena, ela tava batendo uma com toda velocidade no O pau do Fernando quando começou a jorrar que nem uma fonte, ela se esforçava pra tampar o pau mas os jatos continuavam espirrando pra cima, eu ia passando lenços que ela ia colocando um por cima do outro naquele vulcão de porra. Quando acabou de sair, usou os últimos que me restavam pra limpar a cabeça do pau, sorte que não tinha sujado a calça, embora no cobertor aparecessem umas manchas brancas. Fernando suspirou relaxado e a mão dele foi saindo devagar entre as pernas da Malena, os dedos estavam pegajosos e cheios de fios brancos. O garoto virou pro outro lado, e logo se ouviu ele roncando, Malena virou pra mim, se levantou um pouco e soltou o fecho do sutiã, pelas mangas tirou as alças e pelo pescoço a peça toda, à teta que eu já tinha na mão se juntou a outra, com os braços ela juntou os peitos e eu consegui apertar os dois bicos ao mesmo tempo. Meu pau tinha endurecido um pouco mas não era o suficiente, Malena pegou minha mão das tetas e levou entre as pernas dela, pelas coxas já senti a umidade mas na buceta dela eu lambuzei os dedos, quando tirei ela levou meus dedos até minha boca, chupei saboreando, gostava de mulher quente. Meu pau parecia que tava criando jeito e já tava de pé, a mão da Malena tava fazendo progresso, ela se inclinou sobre mim e cuspiu na cabeça, a saliva da mina me fez muito bem, tava muito ressecada a cabeça de tanto esfregar e agora a mão dela deslizava macia. Com meus dedos na buceta dela senti que o clitóris dela tava duro, tirei ele de entre os lábios, tava preso pela pele do prepúcio pequeno dela e saiu orgulhoso. Malena se apertou mais no meu ombro enquanto me beijava o pescoço. A mão dela já conseguia percorrer meu tronco com segurança e de vez em quando ia endurecendo o pau. — Queria ter um pau igual ao do Fernando. — Não fala besteira Pepe e se concentra, já tá dura. Passei minha mão por cima do ombro da Malena e peguei a teta direita dela, com a outra que até agora tava Inativa, enfiei entre as coxas dela e enterrei os dedos na carne macia da garota. Meu pau já tava duro, não como anos atrás, mas se pudesse, teria enfiado na buceta da Malena. Acho que ela não teria se importado, ela mordia meu lóbulo da orelha e sussurrava o prazer que eu tava dando.
— Continua assim, Pepe, continua assim.
— Cê gosta mesmo da minha mão?
— Onde você quer que eu assine, Pepe?
— Porra, Malena, como você é gostosa.
— Tá gostando do que tá tocando?
— Duvida? Ia te foder agora mesmo.
— E eu você, subiria no seu pau no corredor.
— Porra, classe econômica é foda, se tivéssemos na business você não escapava.
— Adoraria que você metesse esse pau tão macio, o do meu marido é áspero e dói quando ele enfia na minha buceta, o seu parece de um adolescente.
— Caralho, Malena, você tá me deixando a mil! Vai fazer eu gozar.
— E você a mim, tô com a buceta ardendo, enfia mais um dedo, assim vou imaginar que é seu pau.
— Porra! Malena, como você sabe me deixar com tesão, e com esses peitos que você tem…
— Tô vendo que você gosta, sabe acariciar sem machucar, só me dá prazer, você é um cavalheiro sedutor, já te falei, Pepe.
— Não zoa de um velho, Malena, sei o que sou.
— Não tô zoando, e se a gente se ver de novo, vou fazer de tudo pra te foder, não vou deixar você escapar tão fácil.
— Malena, nunca me disseram isso, acho que vou gozar, e faz tempo que não gozo.
— Então não se segura, eu tô te esperando há um tempão, quando você quiser a gente goza junto.
Não conseguiu realizar os desejos dele e gozou nos meus braços. Odiei o apoio de braço das poltronas porque sem ele eu a teria apertado contra mim, mas consegui estimular o clitóris dela até sentir que era demais pra ela e parei. As cãibras e espasmos dela faziam o peito escapar dos meus dedos, mas eu procurava e encontrava de novo. Dura e macia. Ela largou meu pau por um momento, já não conseguia coordenar a mão e quando o orgasmo foi passando, ela voltou a pegar no meu pau e começou a bater uma com gosto. Quando fui pegar a bolsa pra tirar mais lenços, percebi que tinha caído no corredor e eu não alcançava, minha gozada já vinha vindo a galope, Malena se inclinou sobre o apoio de braço e procurou meu pau com a boca, arrastou a manta junto e descobriu o pau do Fernando, que estava mole, a bunda de Malena ficou à mostra com a legging nos joelhos, eu tive que levantar o quadril pra ela alcançar e enfiei na boca dela. Ela passou a mão entre minhas pernas e colocou entre minhas nádegas, puxando pra perto dela, gozei na boca dela, não vi a quantidade de porra que eu tinha guardado porque Malena foi engolindo no ritmo das minhas batidas, mas um jato saiu pelo nariz dela. Quando ela me largou no assento, os olhos estavam lacrimejando, os lábios já não estavam pintados, estavam molhados de porra amarelada e grossa, com a língua ela passou o que sobrou e engoliu. Olhei em volta, a tela do cinema estava passando um filme do Richard Gere, já tinha visto umas cem vezes e os outros passageiros também não estavam interessados porque estavam todos dormindo. Ficamos um tempo debaixo da manta, Malena com a buceta encharcada até quase os joelhos, a camiseta meio levantada com um peito de fora, eu com o pau dormindo de novo. Ela tinha me limpado bem com a língua, não estava acostumada a esses esforços mas eu estava feliz com ela, ela tinha se comportado bem. A garota guardou o pau do marido enquanto ele reclamava resmungando pra deixar ele dormir. O zumbido dos quatro motores continuava como sempre, do lado de fora das janelas a noite, estávamos voando sobre um tapete de nuvens brancas e a lua iluminava elas como um carpete de algodão. Sem vontade, ajeitamos a roupa e se agarrando no meu braço, Malena dormiu, eu não demorei a seguir. Uma mudança de altitude me acordou, pelo alto-falante avisaram que estávamos descendo e enquanto sobrevoávamos Montevidéu, eu queria dar uma espiada, mas agora era o pessoal da janela que tinha vantagem. pussy ela me perguntou com os olhos apertados se a gente tinha chegado, eu perguntei se ela tinha dormido bem, ela respondeu que sim, eu falei que também. Continua. Agradeço muito os comentários de vocês. Valeu.
— Ah! Igualzinho eu. A gente casou um pouco mais velhos, mas já moramos juntos por vários anos.
— E vocês não pensam em ter filhos?
— Kkkk, claro que sim, a gente tá tentando, mas sei lá, meu marido não é muito chegado a criança.
— Eu tava doida pra ser avó, tô morrendo de vontade de ver a carinha do Javi.
— Ah! Ele vai se chamar Javi.
— É, o pai dele chama Javier. Eu queria que ele se chamasse como o avô, José ou Pepe, como chamamos em casa. Não sei se na Argentina vocês usam Pepe.
— Claro que sim, é um apelido bem comum. Tem muito italiano que também chama de Pepe.
— Pois é, eu queria, e meu marido também.
— Eu me chamo Malena e meu marido, Federico.
— Ah! Então eu me chamo buceta. A gente ainda tava jantando, e a Malena tava bebendo água na hora. Ela deu uma risada tão forte que a água saiu até pelo nariz, não conseguia falar até limpar a garganta.
— A senhora disse buceta? A senhora sabe pra onde tá indo?
— Claro, pra Argentina.
— Kkkk, então recomendo que não fale que se chama buceta.
— Bom, na verdade me chamam de buceta.
— Kkkk, pior ainda, mulher. A senhora sabe o que chamam de buceta na Argentina?
— Não sei, mas agora que lembro, minha nora Corina falou pra eu me chamar de outro jeito. Pra ser sincera, não dei muita bola.
— Dê bola pra sua nora. Pra gente, buceta é a buceta, e a buceta é a xereca, que é ainda pior. Não esqueça, senão vão tirar sarro da senhora.
— Vou levar em conta, mas não sei se vou lembrar. Ainda bem que já jantamos, não consigo nem me mexer.
— É verdade, aqui a gente vai todo apertado, e ainda faltam muitas horas sentados nesses lugares.
— Pois eu vou ao banheiro um instante e depois... Vou tomar meu remédio pra dormir, porque se não tomar, não consigo pregar o olho. A moça contou pro marido dela a história do nome da minha esposa, aí eu já não tive coragem de sugerir que ela se chamasse Concepción, como deveria ser. Fernando, o marido da Malena, pediu um uísque e virou de uma vez, igual nos filmes de faroeste americano. Na sequência, pediu outro e tomou em dois goles. Malena olhou pra mim e disse:
— É que ele tem pavor de voar, sempre toma uns dois e depois apaga.
Quando minha esposa voltou, tive que levantar de novo pra deixar ela passar. Sem perceber, fiz cara de tédio, e minha mulher mandou eu trocar de lugar pra ela ficar no corredor. Ficamos um tempão sem falar nada. Eu sou meio devagar pra puxar assunto, mas Malena quebrou o gelo:
— E vocês pretendem ficar muito tempo em Buenos Aires?
— Bom, a princípio queria ficar um mês ou algo assim. Espero que a gente se acostume bem. De qualquer forma, olhei um hotel perto da casa do meu filho, pra não invadir a privacidade deles. Chama Hotel Belsur Baigorria. Gostei do nome, parece basco.
— Que coincidência, eu conheço esse hotel. Não fica longe de onde eu moro, em Villa Devoto.
— Que legal, vamos ser vizinhos.
— Kkkk, o senhor não viu o mapa de Buenos Aires, né?
— Não, mas imagino que seja que nem Madrid.
— Que nem Madrid é só o centro, mas a cidade inteira tem quinze milhões de pessoas.
— Quinze? Madrid tem pouco mais de três, e minha cidade não chega a um milhão, fica no Mediterrâneo.
— Mmm, o Mediterrâneo, música bonita.
— Adoro, “Llevo tu luz y tu olor por dondequiera que vaya”. Também nasci no Mediterrâneo, mas tô doida pra ver o Rio da Prata.
— Bom, mais que um rio, é um mar marrom. Você vai ver. Do outro lado fica o Uruguai, talvez a gente passe por cima de Montevidéu.
— Ótimo, vamos fazer turismo relâmpago.
— Kkkk, que moral hein, gostei de você. Eu sou Guia turística.
— E o Fernando, o que faz?
— Eu sou músico, temos um grupo que toca nos bares pra turistas, sabe como é, tango e tal, não é ruim, o básico. Aceita um uísque?
— Quem me dera, mas tenho pressão alta, tomo remédio pra isso e não posso beber álcool.
— Então vou pedir outro pra ver se durmo.
— Deixa eu te pagar esse, Fernando.
— Não, cara, não, obrigado, mas se a gente se ver de novo, eu te pago uma coisa que você vai gostar, mesmo tendo álcool.
— Tá bom, vou fazer um esforço, hahaha.
Ele tomou o uísque em três goles e se preparou pra dormir. Malena, conhecendo ele, pegou o cobertor que dão pra não passar frio com o ar-condicionado e cobriu ele. Minha mulher já tava roncando há um tempão quando Malena, pedindo desculpas, me disse que precisava ir ao banheiro. Eu me encolhi no assento pra dar espaço, e ela foi passando na minha frente com cuidado pra não me incomodar, mas nessa hora o passageiro da frente jogou o banco pra trás pra ficar confortável, ela não esperou e sentou sem querer no meu colo.
Foi um reflexo, e com a intenção de não deixar ela se machucar, levantei as mãos pra segurar ela. Dizem que as mãos sempre vão pro pão, dessa vez foram pras tetas por debaixo dos braços dela. A garota levantou como uma mola e me pediu desculpas, eu tava tão sem graça que nem tinha percebido que ainda tinha as mãos nas tetas dela.
— Desculpa, Pepe, foi sem querer, mas se você soltar minhas tetas, eu levanto.
— Oooh, me perdoa, foi instintivo.
— Claro, lógico.
A garota se levantou e passou com dificuldade entre as pernas da minha mulher. Quando saiu no corredor, se espreguiçou, a gente tava como sardinha em lata. Eu tava envergonhado, a garota não merecia isso, quem sabe o que ela pensava de mim, um velho tarado, com certeza não ia falar mais comigo na viagem toda. Ainda bem que o marido dela não tinha visto nada, tava roncando dois assentos pra lá. Aproveitei pra ir também. Ao banheiro, quando voltei, a mina ainda não tinha voltado. Daí a pouco a Malena chegou, me olhou sorrindo, me acalmou um pouco, não parecia muito puta da vida, até que era compreensiva. Ela pulou literalmente por cima das pernas da minha mulher, que tava esticada, e quando chegou perto de mim, eu já tinha me afundado no meu assento. O encosto da frente tava reclinado e a Malena se contorceu pra desviar, mas ao passar, tropeçou nos meus pés e sentou de novo em cima de mim. Eu tomei muito cuidado pra não pegar nos peitos dela como antes, mas sentia a dureza da bunda dela nas minhas coxas. Ela tinha sentado em cima do celular que tava no meu bolso, e eu quis tirar pra não quebrar, e sem querer toquei nas nádegas dela. A mina não parecia ter pressa pra levantar, e eu também não. Senti o calor que ela soltava, percebi que ela tava usando uma legging de malha elástica, e no pouco tempo que minhas mãos ficaram nos quadris dela, não senti o tecido da calcinha. Devia estar de fio dental, pensei. Antes de levantar, ela deu uma reboladinha pra trás, pegando meu pulso, mas pra mim foi uma delícia. — Desculpa, seu Pepe, mas tenho que confessar que tava bem mais confortável aqui do que no assento, hahaha. — Pelo menos mais macio, hahaha. — Acredita não, hein, senti uma dureza bem suspeita no meu Booty, hahaha. — Quem me dera, era meu celular. — Isso é o que você diz agora, acho que você é um grande sedutor, com certeza já broxou, hahaha. — Coitado de mim, já nem lembro a última vez, não funciona mais. — Isso você fala pra todas. — Pergunta pra pussy! — Hahaha. Pergunto pra pussy como é que tá a pussy dela? Vai nessa, seu galego. — Ei! Eu não sou galego, sou valenciano. — Hahaha, a gente chama de galego os espanhóis, não é por mal, é um costume. Me chamam de portenha e eu adoro. — Dito por você, até parece. bem, hahaha - De qualquer forma, não vou perguntar pra ela, aposto que vai dizer que come ela gostoso. - Acredite, não sobe, não sei se é dos remédios ou da idade. - E você já experimentou as pilulinhas azuis? - Sim, comprei uma vez, mas nada, o médico disse que o sexo tá na cabeça, não no pau, e se não tem motivação, os remédios não funcionam, além dos possíveis efeitos colaterais. - Isso é verdade, com motivação vai tudo melhor, de qualquer forma, não desanime, por aqui dizem que enquanto tem língua, tem amor, hahaha. - Sim, isso uma garota de vinte anos me disse há tempos. - E você não comeu ela? - Não, fiquei com medo, agora me arrependo, pelo menos morreria feliz, hahaha. - Talvez se mudasse de companhia, se surpreendesse. - E quem vai querer chegar perto de um velho como eu? - Mmm, não seja modesto, aposto que o que caiu antes não era o celular, adoraria conferir. Não me deixou falar, a mão dela já tinha pousado na minha braguilha, teria dado tudo pra ela encontrar um pau duro como uma estaca, mas não, ela procurou e o que encontrou foi uma minhoca mole e quente. - Bom, bom, acho que não tá tão ruim assim, só precisa de um pouco de atenção, com o tamanho que tem agora, imagino quando ficar duro, vai causar estragos nessas férias, hahaha. - Não zoa, por favor, isso aqui já não tem mais jeito. - Que pouca fé você tem, aposto que faço ele acordar. - Agora a moral é sua, sou um caso perdido. - Besteira, anda, Pepe, abaixa as calças e tira ele pra fora. Com essas ordens imperiosas, não tive escolha a não ser obedecer, estava convencido de que não ia dar em nada, mas a vontade que ela mostrava me convenceu. Abaixei as calças até os joelhos depois de olhar pra direita e esquerda, Fernando e a buceta estavam como troncos, Malena esticou o cobertor do Fernando e cobriu nós três, eu a Coloquei uma a use a palavra: pussy pra ela não ficar constipada com o ar condicionado. Nos quatro bancos só dava pra ver as quatro cabeças, a mão da Malena já tinha pegado no meu cock, esticou meus ovos que estavam apertados entre as coxas e abriu minhas pernas, o cock caía pendurado e ela pegou com jeito, a glande dormia mole entre os dedos dela. Devagar, ela foi amassando o tronco depois de puxar a pele do prepúcio pra baixo, o broto ia de um lado pro outro sem acordar. Ela apoiou a cabeça no meu ombro, como se estivesse dormindo, e um calorzinho passou do ombro pro meu cock, senti o sangue começando a correr nas veias. Não deu pra negar o interesse que ela mostrava, ela me sacudia o cock de todos os jeitos que sabia e tinha experiência, mas batia numa parede, tinha conseguido algum progresso, mas nada espetacular. — Acho que você precisa de um estímulo, quer tocar nas minhas tetas? — Adoraria, elas são lindas. — E como você sabe? — Lembra que já peguei elas antes. — E deu tempo de reconhecer? — Tenho um scanner nos dedos, hahaha. — Tava certo que você é um sedutor, hahaha. A garota se levantou, baixou uma alça do sutiã, levantou a camiseta pra eu passar a mão por baixo e, quando fiz, tirei a teta da taça, ficou na minha mão enchendo ela, quando separei os dedos, o mamilo apareceu entre o polegar e o indicador. Não tinha feito nada, ela tinha apoiado a cabeça no meu ombro de novo quando o Fernando acordou, ela rapidamente se endireitou e ele falou algo no ouvido dela, eu tava cagado de medo, os poucos progressos que tinha tido se foram, mas a Malena não soltou meu cock. O Fernando se espreguiçou no banco e ficou quieto, na mesma hora tava dormindo de novo. Cheguei perto do ouvido da Malena e perguntei baixinho. — O que ele te disse, ele percebeu? — Não, nada disso, ele pediu pra eu fazer uma masturbação nele e tirou pra fora. Ela gosta de dormir enquanto eu bato uma pra ela. Melena quis me provar isso e levantou o cobertor, levei um susto ao ver o pedaço de pau que a Malena tinha na mão, sobrava outro tanto do punho que ela segurava, o garoto devia estar gostando porque se virou um pouco pra ela, passou a mão na cintura dela e, esticando o elástico da calça de Malena, procurou a buceta dela, deve ter encontrado na hora porque a garota abriu as pernas o máximo que pôde e se espremeu no banco. Eu sentia na minha mão como o mamilo endurecia entre meus dedos, imaginei que fosse pelo efeito da mão do Fernando na buceta da Melena, mas ela me disse no ouvido:
— Pepe, adoro como você acaricia meu peito, meu marido é um bruto, só sabe amassar.
— Pois agora ele tá metendo a mão na sua buceta.
— Sim, tô me molhando toda, mas é por sua causa, queria que fosse sua mão, me olha.
Levantei o cobertor e fiquei extasiado, Malena com o pau impressionante do Fernando balançando com energia, com a outra mão acariciando a minha suavemente e com a calça arriada e as pernas abertas facilitando as carícias do marido que atacava o clitóris dela, meus nós dos dedos se mexiam por baixo da camiseta dela, entre os vários volumes estava o do mamilo dela.
— Pepe, queria gozar, mas com suas carícias, queria que você fosse junto.
— Pois tá difícil, ainda não tô duro o bastante pra você me masturbar.
— Mas vai ficar, tem paciência, sou muito insistente.
— Como tá seu marido?
— Tá quase gozando, sinto no pau dele, tá duro e queimando, já tá pulsando e vazando líquido.
— Espera, vou pegar os lenços da minha mulher, não quero que suje tudo.
— Valeu, porque sai muita porra e ia deixar a gente todo melado.
Com cuidado, procurei na bolsa, use a palavra: buceta, tinha vários e peguei um novo, veio na hora certa porque assim que abri o pacote entreguei um pra Malena, ela tava batendo uma com toda velocidade no O pau do Fernando quando começou a jorrar que nem uma fonte, ela se esforçava pra tampar o pau mas os jatos continuavam espirrando pra cima, eu ia passando lenços que ela ia colocando um por cima do outro naquele vulcão de porra. Quando acabou de sair, usou os últimos que me restavam pra limpar a cabeça do pau, sorte que não tinha sujado a calça, embora no cobertor aparecessem umas manchas brancas. Fernando suspirou relaxado e a mão dele foi saindo devagar entre as pernas da Malena, os dedos estavam pegajosos e cheios de fios brancos. O garoto virou pro outro lado, e logo se ouviu ele roncando, Malena virou pra mim, se levantou um pouco e soltou o fecho do sutiã, pelas mangas tirou as alças e pelo pescoço a peça toda, à teta que eu já tinha na mão se juntou a outra, com os braços ela juntou os peitos e eu consegui apertar os dois bicos ao mesmo tempo. Meu pau tinha endurecido um pouco mas não era o suficiente, Malena pegou minha mão das tetas e levou entre as pernas dela, pelas coxas já senti a umidade mas na buceta dela eu lambuzei os dedos, quando tirei ela levou meus dedos até minha boca, chupei saboreando, gostava de mulher quente. Meu pau parecia que tava criando jeito e já tava de pé, a mão da Malena tava fazendo progresso, ela se inclinou sobre mim e cuspiu na cabeça, a saliva da mina me fez muito bem, tava muito ressecada a cabeça de tanto esfregar e agora a mão dela deslizava macia. Com meus dedos na buceta dela senti que o clitóris dela tava duro, tirei ele de entre os lábios, tava preso pela pele do prepúcio pequeno dela e saiu orgulhoso. Malena se apertou mais no meu ombro enquanto me beijava o pescoço. A mão dela já conseguia percorrer meu tronco com segurança e de vez em quando ia endurecendo o pau. — Queria ter um pau igual ao do Fernando. — Não fala besteira Pepe e se concentra, já tá dura. Passei minha mão por cima do ombro da Malena e peguei a teta direita dela, com a outra que até agora tava Inativa, enfiei entre as coxas dela e enterrei os dedos na carne macia da garota. Meu pau já tava duro, não como anos atrás, mas se pudesse, teria enfiado na buceta da Malena. Acho que ela não teria se importado, ela mordia meu lóbulo da orelha e sussurrava o prazer que eu tava dando.
— Continua assim, Pepe, continua assim.
— Cê gosta mesmo da minha mão?
— Onde você quer que eu assine, Pepe?
— Porra, Malena, como você é gostosa.
— Tá gostando do que tá tocando?
— Duvida? Ia te foder agora mesmo.
— E eu você, subiria no seu pau no corredor.
— Porra, classe econômica é foda, se tivéssemos na business você não escapava.
— Adoraria que você metesse esse pau tão macio, o do meu marido é áspero e dói quando ele enfia na minha buceta, o seu parece de um adolescente.
— Caralho, Malena, você tá me deixando a mil! Vai fazer eu gozar.
— E você a mim, tô com a buceta ardendo, enfia mais um dedo, assim vou imaginar que é seu pau.
— Porra! Malena, como você sabe me deixar com tesão, e com esses peitos que você tem…
— Tô vendo que você gosta, sabe acariciar sem machucar, só me dá prazer, você é um cavalheiro sedutor, já te falei, Pepe.
— Não zoa de um velho, Malena, sei o que sou.
— Não tô zoando, e se a gente se ver de novo, vou fazer de tudo pra te foder, não vou deixar você escapar tão fácil.
— Malena, nunca me disseram isso, acho que vou gozar, e faz tempo que não gozo.
— Então não se segura, eu tô te esperando há um tempão, quando você quiser a gente goza junto.
Não conseguiu realizar os desejos dele e gozou nos meus braços. Odiei o apoio de braço das poltronas porque sem ele eu a teria apertado contra mim, mas consegui estimular o clitóris dela até sentir que era demais pra ela e parei. As cãibras e espasmos dela faziam o peito escapar dos meus dedos, mas eu procurava e encontrava de novo. Dura e macia. Ela largou meu pau por um momento, já não conseguia coordenar a mão e quando o orgasmo foi passando, ela voltou a pegar no meu pau e começou a bater uma com gosto. Quando fui pegar a bolsa pra tirar mais lenços, percebi que tinha caído no corredor e eu não alcançava, minha gozada já vinha vindo a galope, Malena se inclinou sobre o apoio de braço e procurou meu pau com a boca, arrastou a manta junto e descobriu o pau do Fernando, que estava mole, a bunda de Malena ficou à mostra com a legging nos joelhos, eu tive que levantar o quadril pra ela alcançar e enfiei na boca dela. Ela passou a mão entre minhas pernas e colocou entre minhas nádegas, puxando pra perto dela, gozei na boca dela, não vi a quantidade de porra que eu tinha guardado porque Malena foi engolindo no ritmo das minhas batidas, mas um jato saiu pelo nariz dela. Quando ela me largou no assento, os olhos estavam lacrimejando, os lábios já não estavam pintados, estavam molhados de porra amarelada e grossa, com a língua ela passou o que sobrou e engoliu. Olhei em volta, a tela do cinema estava passando um filme do Richard Gere, já tinha visto umas cem vezes e os outros passageiros também não estavam interessados porque estavam todos dormindo. Ficamos um tempo debaixo da manta, Malena com a buceta encharcada até quase os joelhos, a camiseta meio levantada com um peito de fora, eu com o pau dormindo de novo. Ela tinha me limpado bem com a língua, não estava acostumada a esses esforços mas eu estava feliz com ela, ela tinha se comportado bem. A garota guardou o pau do marido enquanto ele reclamava resmungando pra deixar ele dormir. O zumbido dos quatro motores continuava como sempre, do lado de fora das janelas a noite, estávamos voando sobre um tapete de nuvens brancas e a lua iluminava elas como um carpete de algodão. Sem vontade, ajeitamos a roupa e se agarrando no meu braço, Malena dormiu, eu não demorei a seguir. Uma mudança de altitude me acordou, pelo alto-falante avisaram que estávamos descendo e enquanto sobrevoávamos Montevidéu, eu queria dar uma espiada, mas agora era o pessoal da janela que tinha vantagem. pussy ela me perguntou com os olhos apertados se a gente tinha chegado, eu perguntei se ela tinha dormido bem, ela respondeu que sim, eu falei que também. Continua. Agradeço muito os comentários de vocês. Valeu.
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