Tudo começa de manhã, a gente foi pra clínica em outra cidade com meu parceiro porque iam operar minha mãe do coração. Eu meio preocupada que desse merda, chegamos na clínica e tinha vários parentes meus, mas eu não queria saber de nenhum. Vejo que levam minha mãe de maca pro centro cirúrgico e me encosto na parede com meu parceiro, eu não queria estar ali com eles. Quando a gente percebeu, todo mundo tinha ido embora da sala de espera. Com meu parceiro, a gente só tinha uma coisa na cabeça: foder. Eu devia estar mal pela situação, mas só queria ter uma rola dentro de mim. Entro no banheiro feminino e não tinha ninguém. O segurança passou e, assim que ele sumiu, eu e meu parceiro entramos no banheiro feminino. Fomos pra uma cabine, desabotoei minha calça, baixei ela com a tanga e tudo, inclinei minha bunda pra trás, mostrando bem pra receber a rola toda. Ele enfiou tudo no meu cu quente. Apoiei minhas mãos na parede pra receber porrada atrás de porrada e aproveitar o quanto eu queria uma rola nos meus buracos. Minha tara era tanta que minha buceta escorria de sentir como aquela rola abria meu cu, sentir ela bem apertada dentro de mim. Tava tão excitada que não me importei se alguém entrasse no banheiro, eu queria rola e nada ia me impedir. Ele me segurava forte pelo quadril, enfiando a rola dura e grossa no meu cu, cada vez mais rápido, me fazendo gozar quando a rola tocava minha buceta. Eu só queria que ele não parasse de me foder, que continuasse me dando tanta rola quanto possível. Nisso, ouvi alguém entrar no banheiro. Ele tentou parar de me comer, mas eu comecei a rebolar a bunda, enfiando a rola de volta porque não queria deixar de sentir ela dentro de mim. Então ele continuou me fodendo contra a parede, me dando tanta rola quanto possível, enfiando tudo em cada estocada. Eu podia sentir as bolas dele batendo na minha bunda cada vez que a rola entrava fundo. Não para!! Continua assim, me dá tudo, quero tudo dentro de mim, não para até deixar todo seu gozo no meu cu. Eu não parava de rebolar a bunda pra receber mais pica, precisava sentir ela toda, sentir como ela me abria com aquela pica grossa e dura que nem pedra, que fazia meu cu dilatar cada vez mais. Me deu umas metidas boas contra a parede até que senti o leite quente dele escorrendo pelo meu cu, tudo lá dentro. A gente tava tão tesudo que ele não parava de gozar dentro de mim. Até a última gota de porra eu deixei no teu cu, putinha. Você é tão puta que nem ligou que sua mãe tá no centro cirúrgico. Não, eu só quero pica e ser entupida de leite. A gente se vestiu e eu falei: "Espera, vou ver se o guarda tá ali". Cheguei perto da porta e ele apareceu na minha frente. Esperei ele se afastar, voltei e mandei ele sair. A foda foi tão boa, e era a primeira vez que a gente fazia uma gozada no cu no banheiro de uma clínica, que a gente cruzou pra churrascaria do lado e comeu um bom churrasco pra recuperar as forças. Eu, feliz da vida com meu cu cheio de porra, e ele, feliz de ver minha cara de puta viciada. Voltamos pra clínica e minha mãe já tava no quarto, se recuperando da anestesia. Por sorte, tinha dado tudo certo, sem complicação, só precisava se cuidar de agora em diante. Como eu fico molhada com pica no cu, e nem preciso falar da minha buceta, que fica toda molhada só de ter uma na minha mão.
6 comentários - Operación igual leche caliente en el orto año 2007