Por gostosa - Parte 2

No dia seguinte, acordo e a Carola de novo fazendo das dela com uma punheta gostosa e me fala "pra começar bem o dia, meu amor". Aí já esse "meu amor" começou a me encher o saco, e pergunto se ela ia com os caras reservar passagem.. porque tava tendo muita procura e ela responde: "Relaxa, quero arrumar a casa, vou lavar suas roupas e depois a gente vê. Se não achar, melhor, fico mais uns dias com você." E eu: QUE?!

Carola tava se fazendo de namorada e já queria cuidar da casa e ficar mais dias??? Não, não, não, eu não queria compromisso por enquanto. Então fiquei sério, falei pra ela não fazer nada e ir ver a passagem. A gatinha ficou meio chateada, mas a verdade é que eu não queria misturar as coisas. Na volta, já programando tudo pra noite. Ela veste um vestido preto curtinho. Marcava bem a silhueta dela e os biquinhos aparecendo. Ela pergunta: "Gostou pra noite, meu amor?" Eu já tava de saco cheio da situação, falei pra ela vestir o que quisesse e que eu tinha um compromisso, que fosse com os caras e as minas que ela tinha combinado, que eu tinha outra coisa pra fazer... Era mentira, mas mesmo assim chamei uns amigos pra visitar, sempre tinha putaria, gatinhas, então era um bom plano. Falei pro meu amigo: "Por favor, enfia essa gatinha pra qualquer um na balada ou pra algum dos meus amigos, que eu não sou ciumento." Aí fui pra festa sozinho e eles foram pra balada. Nisso, meu amigo me liga e fala que tem um after na casa com gatinhas e tudo, e que a Carola não quis nada com ninguém. Já tava meio bêbado e fui pra casa. Tavam meus amigos e mais três pessoas: duas minas e um cara que eu não conhecia... Uma das minas era a que meu amigo que morava comigo tava afim, tinha 17 anos, a garota se achava mais velha. Mas dava pra ver aquela carinha inocente, um corpitcho feito a mão, tudo muito delicado, a verdade é que era muito gostosa, mas era a mina do meu amigo. Nisso, Carola começa a se aproximar de mim e eu falo: "Não me enche mais o saco, vou dormir e não quero ninguém me perturbando." Daí, sinto baterem na porta. "Carola, me deixa em paz, por favor." Abrem a porta e era a mina do meu amigo, que vamos chamar de Tânia. "Desculpa", ela fala, "não queria te incomodar. Mas chamaram o Marcelo, e ele disse que já volta, e eu não conheço ninguém, tô com medo porque tão tudo bêbado." "Uhhh", falei, "dá um toque, senta aí que vou ligar pro meu amigo." Até aquele momento, nenhuma maldade. Tânia se deita. Na cama, não passa nem 3 minutos e sinto a porta abrindo. Era a Carola com uma cara de fúria. "Filho da puta, por isso não me pegou, pra comer essa gostosa. Você é o pior, vai se foder" e bateu a porta com força. Que isso, me diz a Tânia. É sua namorada? Não, falei. É uma longa história. E a gente ficou ali parado..
Meu amigo Marcelo gostava dela e, mesmo se acabando por dentro, não podia fazer nada. Então comecei a ligar e mandar mensagens pra ele, mas nada.

Ela não responde, eu digo: quer que eu chame um táxi? Não, ela me diz: posso esperar aqui?


Sim, sem problema, já vou dormir, mas bota um filme ou algo. Fico um tempo e meu amigo não chegava. A Tânia fala: "Tô com frio. Posso deitar aí embaixo???


Eu pensava comigo mesmo... já sei como isso vai acabar, mas meu amigo não aparece e essa mina tá se entregando de bandeja pra mim... Será que...


Bom, eu falo isso, mas ninguém dorme de roupa debaixo da cama. Ela ri como se fosse uma piada, mas eu tô sério. Sério mesmo? Ela me pergunta de novo, e eu, sim, sério.

Com cara de quem não gostou do jeito que tirei a jaqueta, o jeans, e deitei de blusa e calcinha fio dental. Que bunda linda a da mina. Era meio ruivinha, com sardas, e dava pra ver uns peitinhos bem pequenos, mas dava pra notar que estavam durinhos... Aí já entrou toda a maldade em mim e chego perto falando que sempre abraçava meu travesseiro e perguntando se podia abraçar ela, ela ri, me abraça e me dá um beijo. Muito fofo, muito suave, e aí a fera acorda.


Começo a beijar o pescoço dela e sinto aquele cheiro de carne fresca, a pele dela muito macia e quentinha. Acaricio os peitos dela por cima da roupa. Sinto aquelas tetinhas como imaginava, bem durinhas, tiro a blusa e o sutiã dela, os biquinhos eram grandes e cor de pele. Que excitante, meu Deus.

Quando fui tocar a virilha dela, tava toda molhada, a calcinha encharcada. Meti a mão e senti uns pelinhos bem curtos e um clitóris pequenininho que desci pra me entreter. No começo, ela não queria. Não sei se por vergonha ou porque nunca tinha feito aquilo. Fato é que, com minha insistência, ela aceitou e comecei a lamber aquela pussy deliciosa. Passava a língua por todo lado enquanto ela me masturbava com a mão. "Me faz sua", ela disse... Não tinha camisinha nem nada, mas com a excitação, não ia perder a chance de comer aquela gostosa. Ela me jogou na cama, montou em cima de mim e começou a se sentar no meu pau, mal entrava a cabecinha e ela falava: "Você tem ele muito grande. Vai me rasgar..." Eu dizia: "Vai, bebê, você consegue, só o começo que é difícil." Ela começou a se mexer e a enfiar tudo aos poucos, quando tava na metade, a maldade bateu. Peguei ela pela cintura e fiz descer tudo. Ela deu um puta grito. "Ai, Deus. Que yummy cock", ela falava. Os movimentos dela eram lentos, como se doesse muito, até que foi pegando o ritmo. Depois, coloquei ela de quatro pra continuar. Ela disse: "Não seja bruto, por favor, sou novinha. Gosto de como você me come, mas sinto entre dor e prazer." E a tiny ass, falei? "Não, você é louco. Até gostaria, mas acho que não aguento." Então comecei a comer ela devagar, aquela pussy pussy escorria um líquido branco que saía da buceta dela, me excitava demais. Depois, as enfiadas foram ficando cada vez mais fortes e gozei nas costas dela toda. Ela tava toda suada, a carinha vermelha, as marcas das minhas mãos nos glúteos dela. Era pra ser uma foto mental, hahaha. Depois disso, dormimos. Lá dentro não tinha barulho nenhum. Tava todo mundo dormindo e, meia hora depois, chega meu amigo Marcelo, bate na minha porta: "Matias, Matias." Fingi que tava dormindo, a Tânia preocupada porque ela também gostava dele e ia dar merda. Então falei pra gente dizer que ela ficou no quarto um tempo. Que chamamos ele e ele não apareceu. A gatinha entrou pra fazer Quilombo, a Tânia foi de táxi e eu tranquei a porta pra ela não encher meu saco...


Não sei se ela acreditou em mim, mas nem eu nem ela tocamos mais no assunto, e depois disso eles ficaram juntos por uns meses. Eu só tive mais um encontro com ela, mas depois deixei o caminho livre pro meu amigo...



Por safado que eu sou, isso acontece comigo. A Carola nunca mais falou comigo, com meus amigos a gente nunca toca no assunto da Tânia. Com certeza é nosso segredo, e aqui estou eu... contando minha história pra vocês.

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