Compartia uma casa na Argentina com um velho amigo, umas duas vezes por ano caíam amigos dele, meus ou em comum que vinham passar o fim de semana na farra, fazer compras ou só relaxar um pouco. A gente tinha uma casa bem grande e confortável, e nunca faltava desculpa pra fazer alguma coisa. Pra essa viagem, uma amiga nossa, que vamos chamar de "Carola", veio nos visitar, junto com mais três amigos que conhecíamos os dois.
A parada é que chegaram numa sexta, e no começo tudo bem. Os caras iam se acomodar na sala com sacos de dormir, e minha amiga perguntou onde ela podia ficar. Sinceramente, eu não empresto meu quarto pra ninguém, só divido. Então falei pra ela ficar comigo, até porque já tinha rolado um sexo bom entre a gente antes, então dividir a cama não era nenhum sacrifício pros dois. Além disso, fazia quase uma semana que eu não comia ninguém, e o corpo já tava pedindo. Naquela tarde, falei pra Carola que ia tirar um cochilo, e se ela quisesse, podia ficar comigo, ou se preferisse fazer outra coisa, sem problema. Ela era baixinha, uns 1,60, corpo normal, peitos gostosos, bem grandes e macios. Mamilos rosadinhos, rosto bonito, voz bem delicada, uma bucetinha pequena e bem depilada. Cheiro gostoso de pele. Ela se cuidava pra caralho. Mas o melhor é que ela era muito, mas muito fogosa.
Bom, naquela tarde ela decidiu ficar pra soneca. Percebi na hora que a gente não ia dormir. Então falei que na cama não podia deitar com roupa, caso ela tivesse esquecido. Ela me olhou com cara de safada, tirou a roupa e ficou só de sutiã e calcinha. Eu, nessa altura, já sabendo como era o esquema, já tava pelado debaixo do cobertor. Aí a gente conversou um pouco, acho que uns 5 minutos, até que eu falei que ela tava muito gostosa, do jeito que eu lembrava. Nisso, ela me deu um beijão, eu acariciei os peitos dela por cima do sutiã e ela começou a falar no meu ouvido: "Meu amor, senti sua falta, tava com vontade de sentir você de novo." Bom, com a putaria no ar, nem liguei e a gente partiu pra ação. Comecei a beijar ela toda, o pescoço, os peitos, e sentia a buceta dela começando a molhar. Beijei os coxas e ela se contorcia, mordia o travesseiro e não dizia nada. Tirei a calcinha dela e lá estava aquela buceta gostosa como eu lembrava. Pequena. Rosadinha, com um cheirinho delicioso e suculenta. Coloquei um dedo e entrou na hora, depois dois e comecei a estimular ela pra fazer um squirt. Nisso ela me fala que queria mais um. Três dedos e ela continuava se molhando. Mais um, ela pede. Enfio os quatro dedos e ela reclamava, mas muito gostoso. Fiquei com muito tesão e me surpreendi quando ela pediu mais. Aquilo queria dizer que eu enfiasse a mão!! Nunca tinha feito isso e, sinceramente, sentia um medo de machucar ela e ao mesmo tempo muito tesão, porque sempre via em filmes, mas nenhuma gatinha nunca tinha me pedido isso. Então brinquei um pouco, enfiei a mão e senti os sucos quentes dela dentro da buceta. Nisso ela fala: "Love, mais rápido, entra e sai" até que depois de um minuto sinto ela gozar. Aí ela tira minha mão e leva até a boca dela, começou a chupar os próprios sucos, que coisa mais gostosa. Eu tava a mil e ela fala: "Valeu, love, agora é sua vez". Pegou meu pau e começou a ordenhar de um jeito único e enfiou tudo na boca. Como eu tava com tesão, apertava a cabeça dela com a mão e ela se engasgava, mas isso deixava ela com mais tesão ainda. Ela fala: "Não goza ainda, quero sentir você dentro. Quer meu cuzinho?" E eu, feito cachorro com dois rabos... Ela colocou a camisinha e sentou em cima de mim. Que gemidos mais excitantes ela dava, como se mexia e pedia pra eu apertar os peitos dela bem forte. Não sei o que tinha acontecido com ela durante todo esse tempo, mas eu gostava e ficava com tesão dela ser assim meio sádica. Aí eu tava quase gozando e ela fala: "Quero seu gozo nos meus peitos." Tirei a camisinha, ela começou a me masturbar até eu gozar tudo em cima dos peitões dela. Não satisfeita, passou os dedos pra pegar o que podia do meu gozo e levou à boca, pra depois de saborear, engolir tudo. Foi tomar um banho, a gente se beijou e ela deitou. Sinceramente, foi um sexo muito bom, mas eu sabia que à noite podia ser algo ainda mais especial. Então, procurei no meu armário umas paradas que tinha comprado com uma ex.
Saímos com a galera à tarde, fizemos um churrasco e todo mundo preferiu ficar bebendo em casa, falando que amanhã é outro dia. Bom, eu tava ansioso pra ver o que ia rolar na cama. Meus amigos olhavam pra gente e riam... Tinham ouvido a putaria toda mais cedo. Aí minha amiga começou a me tratar com muito carinho na frente de todo mundo, como se a gente fosse namorados. E eu não dei muita bola de novo. Até que falei que tava cansado e queria deitar. Ela topou na hora, se despediu de todo mundo e fomos pro quarto. Pra surpresa dela, quando chegou, se deparou com um imobilizador, umas algemas, um chicote e uma venda. Vi a cara dela, entre nervosa e safada. E ela perguntou: "E isso?" É pra gente brincar hoje à noite. De tarde você foi muito puta e quero te dominar hoje. "Mas nunca fiz isso", ela disse. Não sabia se acreditava ou não, mas tava decidido a realizar todas as minhas fantasias naquela noite. Então comecei a despir ela, dando muitos beijos e carícias, e vendando os olhos dela. Senti como os batimentos cardíacos dela ficavam mais rápidos, como a respiração ficava mais pesada, e a cada beijo os gemidos ficavam mais agudos. E era só o começo... Depois coloquei o imobilizador nela, que deixou as mãos e as pernas (abertas) sem movimento. Sem hesitar, comecei a chupar aquela buceta e a passar minha língua no cu da Carola, era uma delícia, tudo branquinho, sem nenhum pelo, sem nenhum cheiro. Como eu aproveitei chupando aquele cuzinho apertado, e como ela se tremia e gritava. Depois disso, enfiei minha mão na buceta dela de um jeito selvagem até ver até onde ia. Carola tremia, gritava. Tava doida, mas adorando. Virei ela de quatro e vi como daqueles lábios da buceta escorria uma gota de fluido. Era muito excitante. "Cê gosta, puta? Agora vou arrebentar teu cu." "Sim, meu amor, me deixou louca, sou toda sua, faz o que quiser comigo." Comecei a... investir forte nela e puxar o cabelo dela. Ela pedia pra puxar mais forte e cada vez pedia mais forte. Apertava a bunda e se mexia como ninguém nunca tinha feito. Nisso, sinto vontade de gozar e decidi meter tudo dentro do cu dela. Abro as nádegas e vejo como o cu dela tinha ficado aberto e minha porra escorrendo e passando pela pussy dela. "Que boa comida você me deu", ela diz. Eu me sentia um campeão, um verdadeiro porn star. Coloquei uma cueca e fui pro banheiro. Ouvia como meus amigos comentavam e falavam sobre o quão puta ela era. Assim passou a noite, com uma transa à meia-noite, já mais tranquilo. Fazendo amor, por assim dizer, muitos mimos, muitas carícias. E ela continuava me tratando como namorado...
A parada é que chegaram numa sexta, e no começo tudo bem. Os caras iam se acomodar na sala com sacos de dormir, e minha amiga perguntou onde ela podia ficar. Sinceramente, eu não empresto meu quarto pra ninguém, só divido. Então falei pra ela ficar comigo, até porque já tinha rolado um sexo bom entre a gente antes, então dividir a cama não era nenhum sacrifício pros dois. Além disso, fazia quase uma semana que eu não comia ninguém, e o corpo já tava pedindo. Naquela tarde, falei pra Carola que ia tirar um cochilo, e se ela quisesse, podia ficar comigo, ou se preferisse fazer outra coisa, sem problema. Ela era baixinha, uns 1,60, corpo normal, peitos gostosos, bem grandes e macios. Mamilos rosadinhos, rosto bonito, voz bem delicada, uma bucetinha pequena e bem depilada. Cheiro gostoso de pele. Ela se cuidava pra caralho. Mas o melhor é que ela era muito, mas muito fogosa.
Bom, naquela tarde ela decidiu ficar pra soneca. Percebi na hora que a gente não ia dormir. Então falei que na cama não podia deitar com roupa, caso ela tivesse esquecido. Ela me olhou com cara de safada, tirou a roupa e ficou só de sutiã e calcinha. Eu, nessa altura, já sabendo como era o esquema, já tava pelado debaixo do cobertor. Aí a gente conversou um pouco, acho que uns 5 minutos, até que eu falei que ela tava muito gostosa, do jeito que eu lembrava. Nisso, ela me deu um beijão, eu acariciei os peitos dela por cima do sutiã e ela começou a falar no meu ouvido: "Meu amor, senti sua falta, tava com vontade de sentir você de novo." Bom, com a putaria no ar, nem liguei e a gente partiu pra ação. Comecei a beijar ela toda, o pescoço, os peitos, e sentia a buceta dela começando a molhar. Beijei os coxas e ela se contorcia, mordia o travesseiro e não dizia nada. Tirei a calcinha dela e lá estava aquela buceta gostosa como eu lembrava. Pequena. Rosadinha, com um cheirinho delicioso e suculenta. Coloquei um dedo e entrou na hora, depois dois e comecei a estimular ela pra fazer um squirt. Nisso ela me fala que queria mais um. Três dedos e ela continuava se molhando. Mais um, ela pede. Enfio os quatro dedos e ela reclamava, mas muito gostoso. Fiquei com muito tesão e me surpreendi quando ela pediu mais. Aquilo queria dizer que eu enfiasse a mão!! Nunca tinha feito isso e, sinceramente, sentia um medo de machucar ela e ao mesmo tempo muito tesão, porque sempre via em filmes, mas nenhuma gatinha nunca tinha me pedido isso. Então brinquei um pouco, enfiei a mão e senti os sucos quentes dela dentro da buceta. Nisso ela fala: "Love, mais rápido, entra e sai" até que depois de um minuto sinto ela gozar. Aí ela tira minha mão e leva até a boca dela, começou a chupar os próprios sucos, que coisa mais gostosa. Eu tava a mil e ela fala: "Valeu, love, agora é sua vez". Pegou meu pau e começou a ordenhar de um jeito único e enfiou tudo na boca. Como eu tava com tesão, apertava a cabeça dela com a mão e ela se engasgava, mas isso deixava ela com mais tesão ainda. Ela fala: "Não goza ainda, quero sentir você dentro. Quer meu cuzinho?" E eu, feito cachorro com dois rabos... Ela colocou a camisinha e sentou em cima de mim. Que gemidos mais excitantes ela dava, como se mexia e pedia pra eu apertar os peitos dela bem forte. Não sei o que tinha acontecido com ela durante todo esse tempo, mas eu gostava e ficava com tesão dela ser assim meio sádica. Aí eu tava quase gozando e ela fala: "Quero seu gozo nos meus peitos." Tirei a camisinha, ela começou a me masturbar até eu gozar tudo em cima dos peitões dela. Não satisfeita, passou os dedos pra pegar o que podia do meu gozo e levou à boca, pra depois de saborear, engolir tudo. Foi tomar um banho, a gente se beijou e ela deitou. Sinceramente, foi um sexo muito bom, mas eu sabia que à noite podia ser algo ainda mais especial. Então, procurei no meu armário umas paradas que tinha comprado com uma ex.
Saímos com a galera à tarde, fizemos um churrasco e todo mundo preferiu ficar bebendo em casa, falando que amanhã é outro dia. Bom, eu tava ansioso pra ver o que ia rolar na cama. Meus amigos olhavam pra gente e riam... Tinham ouvido a putaria toda mais cedo. Aí minha amiga começou a me tratar com muito carinho na frente de todo mundo, como se a gente fosse namorados. E eu não dei muita bola de novo. Até que falei que tava cansado e queria deitar. Ela topou na hora, se despediu de todo mundo e fomos pro quarto. Pra surpresa dela, quando chegou, se deparou com um imobilizador, umas algemas, um chicote e uma venda. Vi a cara dela, entre nervosa e safada. E ela perguntou: "E isso?" É pra gente brincar hoje à noite. De tarde você foi muito puta e quero te dominar hoje. "Mas nunca fiz isso", ela disse. Não sabia se acreditava ou não, mas tava decidido a realizar todas as minhas fantasias naquela noite. Então comecei a despir ela, dando muitos beijos e carícias, e vendando os olhos dela. Senti como os batimentos cardíacos dela ficavam mais rápidos, como a respiração ficava mais pesada, e a cada beijo os gemidos ficavam mais agudos. E era só o começo... Depois coloquei o imobilizador nela, que deixou as mãos e as pernas (abertas) sem movimento. Sem hesitar, comecei a chupar aquela buceta e a passar minha língua no cu da Carola, era uma delícia, tudo branquinho, sem nenhum pelo, sem nenhum cheiro. Como eu aproveitei chupando aquele cuzinho apertado, e como ela se tremia e gritava. Depois disso, enfiei minha mão na buceta dela de um jeito selvagem até ver até onde ia. Carola tremia, gritava. Tava doida, mas adorando. Virei ela de quatro e vi como daqueles lábios da buceta escorria uma gota de fluido. Era muito excitante. "Cê gosta, puta? Agora vou arrebentar teu cu." "Sim, meu amor, me deixou louca, sou toda sua, faz o que quiser comigo." Comecei a... investir forte nela e puxar o cabelo dela. Ela pedia pra puxar mais forte e cada vez pedia mais forte. Apertava a bunda e se mexia como ninguém nunca tinha feito. Nisso, sinto vontade de gozar e decidi meter tudo dentro do cu dela. Abro as nádegas e vejo como o cu dela tinha ficado aberto e minha porra escorrendo e passando pela pussy dela. "Que boa comida você me deu", ela diz. Eu me sentia um campeão, um verdadeiro porn star. Coloquei uma cueca e fui pro banheiro. Ouvia como meus amigos comentavam e falavam sobre o quão puta ela era. Assim passou a noite, com uma transa à meia-noite, já mais tranquilo. Fazendo amor, por assim dizer, muitos mimos, muitas carícias. E ela continuava me tratando como namorado...
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