Durante anos, cuidei dos meus filhos, lavei, mimiei e alimentei com meus peitos até que conseguiram comer sólidos. Agora, estou grávida de novo, numa nova vida, com um marido novo e uma família grande, formada pelos meus dois filhos do meu relacionamento anterior e pelo filho adolescente do meu atual marido. Moramos todos juntos numa casa nos arredores de uma cidade grande e estamos todos muito animados com o nascimento da princesinha que cresce na minha barriga. No dia em que ela nasceu, foi uma festa para todos, estávamos encantados por ter um bebê que pudesse unir as duas famílias com laços de sangue. Em poucos dias, já estávamos todos em casa juntos, eu estava com os peitos muito inchados por causa da descida do leite e a pequena se agarrava ao mamilo por horas e horas ao longo do dia, com a teta, eu dava alimento, dava amor e dava consolo. Meus filhos, sempre que eu tirava um peito, se aproximavam para tocar e beijar, porque lembravam quando eles também tinham tido aquilo à disposição, e com a inocência infantil deles, incentivavam meu enteado a se aproximar e fazer o mesmo. Meus mamilos estavam enormes e bem escuros, e embora eu tentasse escondê-los o tempo todo dos olhares indiscretos, entre o bebê e os irmãos, eu ficava com as tetas de fora o dia inteiro. Meu enteado me olhava com devoção para os peitos, eu pensava que era por estar maravilhado com o milagre da vida que nos permite alimentar nossos filhos, mas logo descobri que não era essa a causa da fascinação dele. Os dias passavam e meus filhos continuavam com o entusiasmo tetudo; uma tarde, em que estavam especialmente chatos, decidiram que também queriam teta, só uma chupadinha porque estavam muito tristes e queriam consolo, igualzinho à irmãzinha. Eu, já cansada de tanta besteira e exausta ao extremo, concordei em dar uma porção, enquanto o bebê dormia, tirei os dois peitos e aproximei um mamilo de cada um, que se atiraram como se a vida dependesse disso. Fiquei ali, sentada, com os dois filhos mamando, e senti uma mistura de cansaço e estranheza, mas também um calor no peito. Meu enteado me encontrou quando veio pra sala ver TV. Sem saber pra onde olhar, o menino sentou do nosso lado, fazia um esforço danado pra não ficar besta, mas fracassava feio. Um dos meus filhos viu a cara do irmão adotivo e disse pra ele não se apressar, que era a vez dele e que o outro teria que esperar. O garoto ficou vermelho que nem um tomate e, em vez de dizer que não queria, completou com calma que esperaria a vez dele. Eu arregalei os olhos, esperando que ele se retratasse, mas ele sustentou meu olhar, esperando que eu fosse a primeira a negar. Sem me dar tempo de reagir, meu filho mais novo soltou a boca do mamilo e, sem largar a teta, ofereceu ela sorrindo pro João, que, nem aí, aproximou a cabeça da minha teta e pegou meu mamilão entre os lábios. A sensação foi bem diferente da boca anterior: os lábios cheios e quentes dele sugaram meu mamilo com um cuidado e um carinho que fez formigar cada parte do meu corpo, e por mais que tentasse, não consegui segurar um gemido de prazer, que chamou a atenção de todo mundo ali. Vermelha que nem um tomate e com umas sensações que eu não queria sentir, terminei a sessão de amamentação, dizendo que não tinha mais leite e que a irmãzinha ia passar fome. Quando meu enteado abriu os olhos, tava com o olhar brilhando de paixão e uma ereção bem visível que me deixou transtornada. Como não tinha vergonha na cara, ele incentivou os irmãos a repetir todo dia, porque não era justo que só a pequena tivesse direito àquele momento de prazer e que todos eram iguais diante de um bom par de tetas cheias de leite. Claro que meus filhos aceitaram na maior animação e decidiram que, na hora da soneca do bebê, todo mundo teria sua porção. Eu, sem saber como sair dessa enrascada, deixei o assunto de lado, pensando que amanhã eles já iam esquecer. Ledo engano: no dia seguinte, às 4 da tarde, tava os três esperando no sofá pela porção diária de leite. Então, era assim que eu tava. Eu, de novo com meus filhos grudados no peito e meu enteado olhando ansioso pras minhas tetas, esperando a vez dele, com um pau duro feito concreto, preso dentro da calça jeans, morrendo de vontade que alguém o convidasse pra sair. Igual da outra vez, quando meu filho terminou e passou o peito pro Juan, que pegou com devoção e devorou tudo, feito um selvagem. Eu, pronta pro prazer que ele ia me dar, aproveitei cada segundo daquele ataque. Como os outros já tinham terminado, saíram correndo, satisfeitos, pra brincar nos quartos, e eu fiquei ali, com a cabeça do Juan apoiada no meu colo, enquanto com cada mão eu alternava um mamilo e outro, como se fosse uma iguaria. Ele chupava, mordia e puxava meus bicos com muita gana, e eu não podia negar que tava morrendo de gosto. Comecei a acariciar o cabelo dele enquanto ele mamava, e ele grunhiu, todo excitado. Eu, cada vez mais tarada, apertava as coxas buscando um pouco de prazer entre minhas pernas... Não sabia como parar aquilo, o Juan tava de olhos fechados e as mãos dele em volta das minhas tetas, esvaziando os peitos como um mamador experiente, e ufff, eu não conseguia parar de me mexer e me contorcer de prazer. O fluxo já molhava a calcinha que eu tava usando, e um desejo como nunca tinha sentido atravessou meu corpo. Apertando as pernas, e com a boca dos sonhos dele, os dias sem sexo desde que o bebê nasceu e o tesão da situação, acabei tendo um orgasmo incrível. O Juan sentiu meu tremor, mesmo eu tentando disfarçar. Possesso de tão excitado que tava, ele esticou o braço, se esfregou no próprio pau duro por cima da calça e, em dois segundos, tinha uma mancha molhada e um gemido de êxtase escapou dos lábios dele. Quando me dei conta do que a gente tinha feito, levantei do sofá e fugi pro meu quarto, tarada e confusa como nunca. Naquela noite, não fiz o jantar, nem cuidei de nada que não fosse meu bebê. Me tranquei no quarto, fingindo cansaço, e meu marido cuidou de tudo em casa. Não conseguia nem olhar na cara dele, de vergonha do que tinha acontecido. aconteceu, eu me sentia cheia de culpa e mal-estar, e não sabia como agir, embora Juan já fosse maior de idade e estivesse cheio de foder, eu não parava de pensar que tinha abusado de um menino e que estava doente. À noite, quando Luís se deitou ao meu lado, senti que devia compensá-lo e me fazer perdoar, me entregar a ele de um jeito que nunca tinha feito. Então, me aproximei do ouvido dele e comecei a sussurrar todas as coisas que faria com ele e o que queria que ele fizesse comigo. Disse que queria lamber ele de cima a baixo, chupar o pau dele até deixar seco, lamber o cu dele e penetrá-lo com a língua, até ele morrer de prazer, e depois, colocar minha buceta à disposição dele, para que ele esvaziasse o leite dentro de mim até o fundo, fundo, como sabia que eu gostava. Que o desejava cegamente, que o amava e queria me perder nele. Comecei a fazer tudo o que tinha prometido, a lamber e chupar cada parte do corpo dele, enquanto ele se contorcia, excitado na cama. Os mamilos dele, pequenos e duros, agradeciam minhas atenções, eu mordia e depois lambia, e ele ficava mais e mais excitado. Em algum momento, meus peitos entraram em ação e começaram a gotejar leite sobre ele, que não parava de esfregar as gotinhas pelo corpo. A situação me deixava muito excitada, meus peitos dando comida e prazer, tão versáteis, com tantas possibilidades. Queria que ele também provasse e aproveitasse, como o filho dele tinha feito naquela tarde. Coloquei um na boca dele, e ele gemeu como nunca, quando começou a beber, a extrair o leite que eu sentia jorrar e encher a garganta dele. Deus, que prazer... não consegui resistir e me enfiei no pau duro dele, enquanto ele mamava sem parar. Eu me movia devagar, esfregando meu clitóris no púbis dele, para buscar mais prazer, era uma sensação incrível, não queria que acabasse nunca. Quando ele soltou um peito e pegou o outro, eu gozei. Gozei tanto que gritei o nome dele sem parar. Por sorte, não acordei ninguém que desse pra notar. Quando ele sentiu como eu o apertava com meu orgasmo, sem largar o teta, começou a bombar por baixo e em dois minutos explodimos os dois num orgasmo selvagem, que com certeza me deixou tremendo. Quando finalmente soltou meu mamilo, eu já estava dormindo e no sétimo céu. No que me pareceu um segundo e na verdade foram duas horas, fui acordada pela minha pequena exigindo o alimento, que era dela por direito e que hoje tinha que dividir com a família toda. Preocupada se não teria leite suficiente, aproximei ela do peito e ela começou a mamar. As tetas entraram em ação e deram tudo que ela precisou para dormir de novo. Fiquei maravilhada com as sensações diferentes que tinha com meus filhos no peito, comparado com o tesão danado que as bocas de Juan e Luís me davam. Como o cérebro conseguia saber a diferença e ficar excitada com uns e relaxada com outros. CONTINUA...
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