Fala aí, galera do Poringa!
Tô começando agora minha conta aqui nesse site com a intenção de dar minha contribuição pro erótico, pro proibido e pro perverso.
Embora eu tenha uma vida sexual bem ativa, tenho que dizer que a maioria dos meus encontros sexuais são bem "comuns". Mas tenho umas histórias que merecem ser chamadas de "especiais", e vou compartilhá-las com vocês ao longo dos meus próximos posts. Algumas vão ter fotos e vídeos que tenho dessas histórias, outras vão ser só a história mesmo.
A história mais importante e obscura é a da minha comadre, que vou contando em vários posts, porque é uma história longa, cheia de casos, e que depois de quatro anos que começou, ainda tá sendo escrita. O motivo de eu dar tanta importância pra essa história é porque ela é cheia de tabu, erotismo, romantismo e perversão. Os fatos são: como já era de se esperar, ela não só é casada e tem filhos (um dos quais sou padrinho, obviamente), como também é minha vizinha e esposa do meu primo. Isso deu margem pra um montão de encontros. Já comemos em todos os lugares da minha casa e da casa dela, em reuniões de família, hotéis, lugares públicos, quartos ao lado onde tinha gente que podia nos pegar no flagra. Tenho que dizer que a adrenalina, o proibido, a paixão e a compatibilidade sexual que a gente tem nos prenderam e nos viciaram nessa aventura, nessa relação de amantes. A ponto de a gente até ter tentado engravidar ela e planejado uma espécie de casamento, criando uma vida secreta e obscura, paralela à que a gente leva no dia a dia. Uns vão achar isso idiota, outros vão ver como aberração, e outros vão entender a intensidade dessa situação. A única coisa que posso dizer é que eu, que tô vivendo essa história, tive uma das experiências mais excitantes de toda a minha vida. Então, se vocês tão a fim de saber como essa história se desenrolou, sem mais delongas... Adicionar, vou contar como tudo começou.
O COMEÇO
Não vou dizer que minha comadre é super gostosa ou que tem um corpo dos sonhos, no geral ela é uma mina comum, porém, pelo menos pra mim, ela tem uma atmosfera que faz dela uma pessoa atraente e que te faz pensar nela de um jeito muito sexual, só de olhar pra ela, sem saber por quê, dá vontade de seduzir ela, tocar, beijar e fazer tudo que você puder, com certeza vocês já encontraram pessoas assim. Enfim, ela e meu primo casaram muito jovens, devem ter uns 15 anos juntos, eu tinha 12 quando a conheci e desde então eu já gostava dela, tinha fantasias com ela e até sonhos molhados.
Nossa relação antes de tudo isso sempre foi mais cordial do que outra coisa: cumprimento, conversas rápidas, brincadeiras sem maldade e despedidas educadas, mesmo depois de nos tornarmos compadres. Mas tudo isso mudou na época em que eu estava na faculdade. Minha avó ficou doente e não conseguia mais fazer os serviços de casa, e como todo mundo tinha atividades durante o dia, só podíamos ajudar nos poucos momentos livres. Minha comadre, por ser dona de casa, se ofereceu pra fazer a limpeza depois de terminar a dela. Por causa disso, ela vinha limpar minha casa durante as tardes, então sempre a encontrava quando chegava da faculdade. Foi nessa época que começamos a conviver mais, já que éramos praticamente os únicos em casa, as conversas rolavam.
No começo, os papos eram sobre coisas comuns tipo: a faculdade, como tinha sido o dia, coisas que a gente via no dia a dia, etc. Mas aos poucos as conversas foram ficando mais profundas naturalmente, desde falar de pessoas que conhecíamos até o jeito que pensávamos ou víamos o mundo. Nossa amizade chegou ao ponto da confidência, onde a gente contava nossos problemas e tal, foi assim que descobri que ela suspeitava da infidelidade do marido, e pelo visto, foi o estopim de tudo, depois que essas conversas começaram, nosso tratamento mudou, tinha mais contato visual e físico, a gente se procurava com o olhar, se abraçava direto, na hora de se despedir os beijos cada vez mais perto da boca, até comecei a fazer massagens nela, e mesmo sabendo que tava brincando com fogo, a carga sexual que dava pra sentir me fazia ir atrás dela igual bicho no cheiro de comida, cada vez mais eu colava meu corpo no dela e ela o dela no meu.
Um dia, pouco depois de eu ter terminado meus estudos, já pronto pra ir pro meu serviço social, como já era costume fui me despedir dela, ela tava limpando o quarto do meu irmão. Entrei falando que já ia, ela sorriu pra mim e estendeu a mão, disse pra eu não ir, que queria conversar com alguém. Sentei na cama e falei pra ela chegar perto, abracei ela e disse que se fosse assim, ela também parasse de trabalhar e deitasse comigo pra conversar, sem esperar resposta puxei ela pra cama e ela ficou deitada em cima de mim, sentia o coração dela batendo muito rápido, ela tava com o rosto virado evitando o meu, disse que não era bom a gente ficar assim, respondi pra ela não se preocupar sussurrando no ouvido dela enquanto acariciava as costas dela, eu tava pegando fogo de tesão, sentia a adrenalina tomando conta de mim, minha comadre que eu sempre tinha desejado tava prestes a ser minha, sentia, sabia porque o rosto dela aos poucos virava pro meu e ela falando que tava nervosa, sentia os peitos dela em cima de mim, minha perna encostava grudada na buceta dela que começou a ficar quente. Num impulso me virei e fiquei por cima dela na cama, beijei ela, ela respondeu o beijo mas se afastou na hora, disse que tava com medo, que queria sim mas não se sentia segura de fazer, que uma coisa era flertar e outra muito diferente era foder, mas eu não conseguia parar, sabia que tava errado, mas um impulso de bicho tinha se soltado dentro de mim, a vontade de sentir com meu pau aquele calor intenso que senti no meu joelho era incontrolável, me Enfiei entre as pernas dela e comecei a mexer minha cintura contra ela, esfregava meu pau nela, e sentia que ela cedia, não parava de me beijar, mas toda vez que tentava desabotoar a calça dela, ela me parava e eu sentia que ela escapava de novo. Depois de várias tentativas, desisti, porque vi que ela realmente tinha medo de fazer aquilo. Então só dei um último beijo e pedi desculpas por ter colocado ela naquela situação. Ela me beijou de novo e disse que realmente queria, mas não conseguia. A gente se levantou, e ela foi com a avó, enquanto eu fui pro meu serviço social.
No dia seguinte, era sábado, ela e meu primo vieram em casa. Meu primo queria passar um tempo com a avó e, depois de algumas horas, enquanto via TV, ele dormiu no sofá do térreo. Foi quando a comadre aproveitou pra subir pro meu quarto. Ela disse que a gente precisava conversar sobre o que tinha rolado, falou que durante anos ela tinha desejado que algo acontecesse entre a gente e que se sentia mal por ter deixado passar aquela oportunidade. No entanto, também frisou que não era certo, que era perigoso e idiota, e que se fosse rolar, seria só uma vez. Então ela me beijou e me olhou com uma expressão ansiosa. Eu disse que concordava. Ela foi até a porta, trancou, depois foi pra cama e sentou encostada na cabeceira, abrindo as pernas, levantando a saia e tirando a calcinha. Mostrou a buceta dela, que já estava brilhando e inchada de tesão. Me olhou com uma cara que misturava nervosismo e medo com êxtase e desejo — era uma expressão que eu nunca tinha visto. Eu me joguei nela e a gente começou a se beijar. Beijei o pescoço dela, minhas mãos tocavam ela toda. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos dela pra fora. Chupei os bicos dos peitos dela, que já estavam duros, assim como meu pau. Ela desabotoou minha calça e começou a me masturbar. Não deixei um centímetro dela sem acariciar ou beijar. Lambi a buceta dela, os sucos escorriam pelo meu queixo enquanto ela me... pedia que já metesse, que não aguentava mais de vontade de me sentir dentro, que queria gozar no meu pau duro e banhar ele com o líquido dela. Mas não meti na hora, fiquei entre as pernas dela e comecei a esfregar meu pau na buceta dela, roçando o clitóris enquanto mordia os lábios dela, ela respirava muito ofegante, a respiração dela parecia que mal conseguia puxar ar e de repente o corpo dela começou a ter pequenas explosões convulsivas e vi como escorria a buceta dela manchando os lençóis, isso me excitou pra caralho e meti devagar o pau, conforme ia entrando sentia o calor da buceta dela me envolvendo, nunca tinha sentido uma buceta queimando daquele jeito.
Comecei a penetrar ela devagar no começo, sentia as paredes da buceta dela roçando intensamente com a pele do meu pau, aos poucos os movimentos dos nossos quadris foram ficando mais selvagens, a comadre não gritava mas gemia com sons abafados, às vezes interrompia os gemidos pra falar coisas tipo "assim!! não para!!!"... "ai não quero que pare de me foder!!"... "se é a única vez me dá a fodida que eu mereço!!"... de repente comecei a sentir no calor dela uma umidade que cobria meu pau, enquanto a penetrava se ouvia um som aguado ao bater minha pélvis contra os quadris dela, o corpo dela começava a convulsionar de novo, parecia um ataque de calafrios batendo no corpo dela, a cara dela tinha uma expressão de prazer que só de lembrar meu pau fica duro na hora, olhei pra buceta dela e notei que nos lençóis se formava uma poça molhada, isso me excitou e penetrei ela com mais paixão, mais vigor enquanto ela me arranhava as costas como se tentasse se agarrar em algo, senti que meu pau explodia, falei que ia gozar, mas ela me apertou com as pernas e disse pra gozar dentro, que se a gente ia foder queria ter tudo de mim dentro, meti mais forte, tava louco e ela só repetia pra eu dar meu sêmen pra ela. Comecei a gozar dentro dela, com cada jato Tremia ainda mais intensamente, me agarrando firme nela. Num instante, enquanto ainda gozava, senti de novo o líquido quente dela escorrendo por toda a buceta e o tremor do corpo dela.
Longe de ter acabado, toda a situação e o jeito que tava rolando, não parei de meter nela. A primeira gozada só tinha me dado mais sede de sexo, e ela também parecia querer mais. Continuei comendo ela. Chegou num ponto em que finalmente percebi a intensidade dos nossos movimentos: a cama era uma onda de rangidos, nossos gemidos não eram tão baixos quanto eu pensava. Bateu o medo de o compadre ou a avó poderem nos ouvir, mas quando olhei pra ela, tava tão focada no ato que acabei me entregando de novo pra continuar metendo. Teve um momento que nunca vou esquecer: enquanto via meu pau entrando nela e o movimento da pele que isso causava, ela começou a rebolar a cintura de um jeito ondulado. A visão disso foi muito gostosa. Ela me olhou com safadeza e disse: "Não para de me comer, compadre, você ainda quer mais e eu também. Me dá mais do seu leite, adoro a sensação quando você goza." Chegou num ponto em que a realidade bateu mais forte: começamos a ouvir barulhos no andar de baixo. Ainda mexendo a cintura devagar, prestamos atenção. A cara da minha comadre passou do êxtase ao medo, mas mesmo assim ela não parava de se mexer e esfregar a buceta na minha pélvis com meu pau dentro dela. Isso, combinado com o medo, me excitou pra caralho. Eu não queria parar. Finalmente tava comendo minha comadre!!! E mais ainda, a realidade era melhor que a imaginação, seja pela adrenalina da situação ou por toda a história por trás desse encontro. Ouvimos a porta da entrada se fechar. Sem tirar o pau dela, espiei pela janela perto da cama e vi meu primo indo pra venda. Falei pra comadre que a gente tinha que se apressar. Ela tava meio assustada, mas também notei que tava mais molhada. Continuamos comendo, aceleramos o ritmo. O barulho da cama e... nossas peles se chocando virou um barulhão, de repente ela começou a aumentar a voz e soltou um grito. De longe a gente ouviu a avó perguntando se tava tudo bem, isso nos desconcentrou mas a gente não parava de se mexer, ela dizia que já tinha que parar mas ao mesmo tempo se movia com mais intensidade, o olhar dela ficava na porta como se esperasse o momento em que iam gritar perguntando o que a gente tava fazendo, mas de repente senti de novo ela gozando, vi na cara dela uma mistura de prazer e terror, percebi que o perigo realmente excitava ela pra caralho, meti mais forte, se fossem pegar a gente pelo menos que valesse a pena, gozei dentro dela, meus jatos saíram mais fortes que da outra vez, ela disse que tava sentindo eu enchendo ela, falava "jorra tudo em mim, me enche, dá teu gozo compadre, dá teu gozo pra tua comadre!!".
Não descansamos, terminando a gente se vestiu e ela saiu do meu quarto, pra nossa sorte ninguém descobriu o que aconteceu naquele dia. Assim que ela e o compadre foram embora, a comadre me mandou uma mensagem, dizia que tinha curtido muito e que esperava que fosse uma grande lembrança, uma lembrança obscura e excitante pra nós, e que esperava que nossa amizade não mudasse. Mas nossa história tava só começando e mais ainda, até hoje quatro anos depois, parece longe de acabar.
Vou continuar compartilhando mais dessa história e outras em breve. Deixo umas fotos da comadre.




Tô começando agora minha conta aqui nesse site com a intenção de dar minha contribuição pro erótico, pro proibido e pro perverso.
Embora eu tenha uma vida sexual bem ativa, tenho que dizer que a maioria dos meus encontros sexuais são bem "comuns". Mas tenho umas histórias que merecem ser chamadas de "especiais", e vou compartilhá-las com vocês ao longo dos meus próximos posts. Algumas vão ter fotos e vídeos que tenho dessas histórias, outras vão ser só a história mesmo.
A história mais importante e obscura é a da minha comadre, que vou contando em vários posts, porque é uma história longa, cheia de casos, e que depois de quatro anos que começou, ainda tá sendo escrita. O motivo de eu dar tanta importância pra essa história é porque ela é cheia de tabu, erotismo, romantismo e perversão. Os fatos são: como já era de se esperar, ela não só é casada e tem filhos (um dos quais sou padrinho, obviamente), como também é minha vizinha e esposa do meu primo. Isso deu margem pra um montão de encontros. Já comemos em todos os lugares da minha casa e da casa dela, em reuniões de família, hotéis, lugares públicos, quartos ao lado onde tinha gente que podia nos pegar no flagra. Tenho que dizer que a adrenalina, o proibido, a paixão e a compatibilidade sexual que a gente tem nos prenderam e nos viciaram nessa aventura, nessa relação de amantes. A ponto de a gente até ter tentado engravidar ela e planejado uma espécie de casamento, criando uma vida secreta e obscura, paralela à que a gente leva no dia a dia. Uns vão achar isso idiota, outros vão ver como aberração, e outros vão entender a intensidade dessa situação. A única coisa que posso dizer é que eu, que tô vivendo essa história, tive uma das experiências mais excitantes de toda a minha vida. Então, se vocês tão a fim de saber como essa história se desenrolou, sem mais delongas... Adicionar, vou contar como tudo começou.
O COMEÇO
Não vou dizer que minha comadre é super gostosa ou que tem um corpo dos sonhos, no geral ela é uma mina comum, porém, pelo menos pra mim, ela tem uma atmosfera que faz dela uma pessoa atraente e que te faz pensar nela de um jeito muito sexual, só de olhar pra ela, sem saber por quê, dá vontade de seduzir ela, tocar, beijar e fazer tudo que você puder, com certeza vocês já encontraram pessoas assim. Enfim, ela e meu primo casaram muito jovens, devem ter uns 15 anos juntos, eu tinha 12 quando a conheci e desde então eu já gostava dela, tinha fantasias com ela e até sonhos molhados.
Nossa relação antes de tudo isso sempre foi mais cordial do que outra coisa: cumprimento, conversas rápidas, brincadeiras sem maldade e despedidas educadas, mesmo depois de nos tornarmos compadres. Mas tudo isso mudou na época em que eu estava na faculdade. Minha avó ficou doente e não conseguia mais fazer os serviços de casa, e como todo mundo tinha atividades durante o dia, só podíamos ajudar nos poucos momentos livres. Minha comadre, por ser dona de casa, se ofereceu pra fazer a limpeza depois de terminar a dela. Por causa disso, ela vinha limpar minha casa durante as tardes, então sempre a encontrava quando chegava da faculdade. Foi nessa época que começamos a conviver mais, já que éramos praticamente os únicos em casa, as conversas rolavam.
No começo, os papos eram sobre coisas comuns tipo: a faculdade, como tinha sido o dia, coisas que a gente via no dia a dia, etc. Mas aos poucos as conversas foram ficando mais profundas naturalmente, desde falar de pessoas que conhecíamos até o jeito que pensávamos ou víamos o mundo. Nossa amizade chegou ao ponto da confidência, onde a gente contava nossos problemas e tal, foi assim que descobri que ela suspeitava da infidelidade do marido, e pelo visto, foi o estopim de tudo, depois que essas conversas começaram, nosso tratamento mudou, tinha mais contato visual e físico, a gente se procurava com o olhar, se abraçava direto, na hora de se despedir os beijos cada vez mais perto da boca, até comecei a fazer massagens nela, e mesmo sabendo que tava brincando com fogo, a carga sexual que dava pra sentir me fazia ir atrás dela igual bicho no cheiro de comida, cada vez mais eu colava meu corpo no dela e ela o dela no meu.
Um dia, pouco depois de eu ter terminado meus estudos, já pronto pra ir pro meu serviço social, como já era costume fui me despedir dela, ela tava limpando o quarto do meu irmão. Entrei falando que já ia, ela sorriu pra mim e estendeu a mão, disse pra eu não ir, que queria conversar com alguém. Sentei na cama e falei pra ela chegar perto, abracei ela e disse que se fosse assim, ela também parasse de trabalhar e deitasse comigo pra conversar, sem esperar resposta puxei ela pra cama e ela ficou deitada em cima de mim, sentia o coração dela batendo muito rápido, ela tava com o rosto virado evitando o meu, disse que não era bom a gente ficar assim, respondi pra ela não se preocupar sussurrando no ouvido dela enquanto acariciava as costas dela, eu tava pegando fogo de tesão, sentia a adrenalina tomando conta de mim, minha comadre que eu sempre tinha desejado tava prestes a ser minha, sentia, sabia porque o rosto dela aos poucos virava pro meu e ela falando que tava nervosa, sentia os peitos dela em cima de mim, minha perna encostava grudada na buceta dela que começou a ficar quente. Num impulso me virei e fiquei por cima dela na cama, beijei ela, ela respondeu o beijo mas se afastou na hora, disse que tava com medo, que queria sim mas não se sentia segura de fazer, que uma coisa era flertar e outra muito diferente era foder, mas eu não conseguia parar, sabia que tava errado, mas um impulso de bicho tinha se soltado dentro de mim, a vontade de sentir com meu pau aquele calor intenso que senti no meu joelho era incontrolável, me Enfiei entre as pernas dela e comecei a mexer minha cintura contra ela, esfregava meu pau nela, e sentia que ela cedia, não parava de me beijar, mas toda vez que tentava desabotoar a calça dela, ela me parava e eu sentia que ela escapava de novo. Depois de várias tentativas, desisti, porque vi que ela realmente tinha medo de fazer aquilo. Então só dei um último beijo e pedi desculpas por ter colocado ela naquela situação. Ela me beijou de novo e disse que realmente queria, mas não conseguia. A gente se levantou, e ela foi com a avó, enquanto eu fui pro meu serviço social.
No dia seguinte, era sábado, ela e meu primo vieram em casa. Meu primo queria passar um tempo com a avó e, depois de algumas horas, enquanto via TV, ele dormiu no sofá do térreo. Foi quando a comadre aproveitou pra subir pro meu quarto. Ela disse que a gente precisava conversar sobre o que tinha rolado, falou que durante anos ela tinha desejado que algo acontecesse entre a gente e que se sentia mal por ter deixado passar aquela oportunidade. No entanto, também frisou que não era certo, que era perigoso e idiota, e que se fosse rolar, seria só uma vez. Então ela me beijou e me olhou com uma expressão ansiosa. Eu disse que concordava. Ela foi até a porta, trancou, depois foi pra cama e sentou encostada na cabeceira, abrindo as pernas, levantando a saia e tirando a calcinha. Mostrou a buceta dela, que já estava brilhando e inchada de tesão. Me olhou com uma cara que misturava nervosismo e medo com êxtase e desejo — era uma expressão que eu nunca tinha visto. Eu me joguei nela e a gente começou a se beijar. Beijei o pescoço dela, minhas mãos tocavam ela toda. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos dela pra fora. Chupei os bicos dos peitos dela, que já estavam duros, assim como meu pau. Ela desabotoou minha calça e começou a me masturbar. Não deixei um centímetro dela sem acariciar ou beijar. Lambi a buceta dela, os sucos escorriam pelo meu queixo enquanto ela me... pedia que já metesse, que não aguentava mais de vontade de me sentir dentro, que queria gozar no meu pau duro e banhar ele com o líquido dela. Mas não meti na hora, fiquei entre as pernas dela e comecei a esfregar meu pau na buceta dela, roçando o clitóris enquanto mordia os lábios dela, ela respirava muito ofegante, a respiração dela parecia que mal conseguia puxar ar e de repente o corpo dela começou a ter pequenas explosões convulsivas e vi como escorria a buceta dela manchando os lençóis, isso me excitou pra caralho e meti devagar o pau, conforme ia entrando sentia o calor da buceta dela me envolvendo, nunca tinha sentido uma buceta queimando daquele jeito.
Comecei a penetrar ela devagar no começo, sentia as paredes da buceta dela roçando intensamente com a pele do meu pau, aos poucos os movimentos dos nossos quadris foram ficando mais selvagens, a comadre não gritava mas gemia com sons abafados, às vezes interrompia os gemidos pra falar coisas tipo "assim!! não para!!!"... "ai não quero que pare de me foder!!"... "se é a única vez me dá a fodida que eu mereço!!"... de repente comecei a sentir no calor dela uma umidade que cobria meu pau, enquanto a penetrava se ouvia um som aguado ao bater minha pélvis contra os quadris dela, o corpo dela começava a convulsionar de novo, parecia um ataque de calafrios batendo no corpo dela, a cara dela tinha uma expressão de prazer que só de lembrar meu pau fica duro na hora, olhei pra buceta dela e notei que nos lençóis se formava uma poça molhada, isso me excitou e penetrei ela com mais paixão, mais vigor enquanto ela me arranhava as costas como se tentasse se agarrar em algo, senti que meu pau explodia, falei que ia gozar, mas ela me apertou com as pernas e disse pra gozar dentro, que se a gente ia foder queria ter tudo de mim dentro, meti mais forte, tava louco e ela só repetia pra eu dar meu sêmen pra ela. Comecei a gozar dentro dela, com cada jato Tremia ainda mais intensamente, me agarrando firme nela. Num instante, enquanto ainda gozava, senti de novo o líquido quente dela escorrendo por toda a buceta e o tremor do corpo dela.
Longe de ter acabado, toda a situação e o jeito que tava rolando, não parei de meter nela. A primeira gozada só tinha me dado mais sede de sexo, e ela também parecia querer mais. Continuei comendo ela. Chegou num ponto em que finalmente percebi a intensidade dos nossos movimentos: a cama era uma onda de rangidos, nossos gemidos não eram tão baixos quanto eu pensava. Bateu o medo de o compadre ou a avó poderem nos ouvir, mas quando olhei pra ela, tava tão focada no ato que acabei me entregando de novo pra continuar metendo. Teve um momento que nunca vou esquecer: enquanto via meu pau entrando nela e o movimento da pele que isso causava, ela começou a rebolar a cintura de um jeito ondulado. A visão disso foi muito gostosa. Ela me olhou com safadeza e disse: "Não para de me comer, compadre, você ainda quer mais e eu também. Me dá mais do seu leite, adoro a sensação quando você goza." Chegou num ponto em que a realidade bateu mais forte: começamos a ouvir barulhos no andar de baixo. Ainda mexendo a cintura devagar, prestamos atenção. A cara da minha comadre passou do êxtase ao medo, mas mesmo assim ela não parava de se mexer e esfregar a buceta na minha pélvis com meu pau dentro dela. Isso, combinado com o medo, me excitou pra caralho. Eu não queria parar. Finalmente tava comendo minha comadre!!! E mais ainda, a realidade era melhor que a imaginação, seja pela adrenalina da situação ou por toda a história por trás desse encontro. Ouvimos a porta da entrada se fechar. Sem tirar o pau dela, espiei pela janela perto da cama e vi meu primo indo pra venda. Falei pra comadre que a gente tinha que se apressar. Ela tava meio assustada, mas também notei que tava mais molhada. Continuamos comendo, aceleramos o ritmo. O barulho da cama e... nossas peles se chocando virou um barulhão, de repente ela começou a aumentar a voz e soltou um grito. De longe a gente ouviu a avó perguntando se tava tudo bem, isso nos desconcentrou mas a gente não parava de se mexer, ela dizia que já tinha que parar mas ao mesmo tempo se movia com mais intensidade, o olhar dela ficava na porta como se esperasse o momento em que iam gritar perguntando o que a gente tava fazendo, mas de repente senti de novo ela gozando, vi na cara dela uma mistura de prazer e terror, percebi que o perigo realmente excitava ela pra caralho, meti mais forte, se fossem pegar a gente pelo menos que valesse a pena, gozei dentro dela, meus jatos saíram mais fortes que da outra vez, ela disse que tava sentindo eu enchendo ela, falava "jorra tudo em mim, me enche, dá teu gozo compadre, dá teu gozo pra tua comadre!!".
Não descansamos, terminando a gente se vestiu e ela saiu do meu quarto, pra nossa sorte ninguém descobriu o que aconteceu naquele dia. Assim que ela e o compadre foram embora, a comadre me mandou uma mensagem, dizia que tinha curtido muito e que esperava que fosse uma grande lembrança, uma lembrança obscura e excitante pra nós, e que esperava que nossa amizade não mudasse. Mas nossa história tava só começando e mais ainda, até hoje quatro anos depois, parece longe de acabar.
Vou continuar compartilhando mais dessa história e outras em breve. Deixo umas fotos da comadre.





4 comentários - A Comadre Gostosa