A orgia mais inesperada

Voltei pra contar uma das melhores e mais safadas noites que tive. Tudo começou uns dias antes. Eu tava saindo com um cara mais velho que eu, o nome dele era Antonio, mas todo mundo chamava de Tony. Como eu tava naquela época me despedindo dos meus 22 anos e ele já tava chegando nos 40, eu era tipo o brinquedo sexual dele. Ele adorava me fazer experimentar coisas novas e, principalmente, testar o quanto eu podia ser uma putinha. Eu gostava da confiança dele, fruto da experiência. Ele era dominante e sabia me fazer gozar de um jeito que meus ex-namorados nunca conseguiram. Não tinha vergonha de me desrespeitar sexualmente, e isso me fazia ultrapassar limites o tempo todo. Eu ainda não sabia, mas ele tinha um plano na cabeça que ia me levar muito mais longe do que ele mesmo esperava.

Na véspera daquela noite, chegou na cidade meu tio Gustavo e a nova namorada dele. Pra mim não era novidade que em cada visita ele aparecia com uma nova "tia", que geralmente ficava com ele por interesse. Dessa vez era uma mina de uns trinta anos no máximo, que do lado dos 45 do meu tio parecia uma menina de escola. Na verdade, uma menina de escola com peitos de silicone e uma maquiagem de puta. Exatamente o perfil da maioria das minhas tias anteriores. O engraçado era que com esses personagens ele vinha na minha casa e tentava fazer o papel de cara família e sério. Pra todo mundo já era tão normal que a gente se divertia comentando essas coisas toda vez que ele ia embora. As trocas de olhares cúmplices com meus pais e meu irmão eram rotina nessas jantas bizarras.

Dessa vez, pra mim ia ser mais rápido porque eu ia encontrar o Tony, que tinha me prometido uma surpresa. Eu ficava louca imaginando com o que ele ia me excitar dessa vez. Já tava pensando em outra brincadeira de papéis. A última tinha sido com uma fantasia de empregada, e ele era meu patrão abusador. A gente fez aquilo por horas e ele nunca deixou eu tirar a fantasia ou sair do personagem. Por sorte era inverno e pra mim tava Fácil esconder as marcas que aquelas noites de descontrole e sexo pesado deixavam no meu corpo.

Minha tia eventual, Jasmim, que estava sentada no colo do meu tio, olhava as horas, entediada com certeza. Isso me fez perceber que faltava pouco pro meu encontro e eu ainda precisava me arrumar. Fui pro meu quarto e me vesti do jeito que meu boy gostava. Coloquei um top branco bem fininho que fazia um decote caído mostrando meus peitos já chamativos por si só, e tinha as costas todas de fora, então era impossível usar sutiã sem ficar ridículo. Por baixo, escolhi uma calcinha fio dental vermelha que sumia entre minhas nádegas, de propósito pra aparecer, e depois uma minissaia branca com detalhes vermelhos. Por baixo, minhas botas de salto agulha contornavam minhas pernas.

Me maquiei com os olhos puxados de preto e os lábios bem vermelhos pra acordar os ratos do Tony. Pra sair, vesti um casaco de couro que escondia meu visual pra meu pai não fazer escândalo como já tinha feito outras vezes. A única coisa que aparecia por baixo do casaco eram minhas botas.

— Ei, pra onde vai toda produzida? — Meu tio falou, interrompendo minha saída silenciosa.

— Hoje é sexta, vou sair pra dançar — respondi apontando pra porta.

— Espera, que a gente também vai sair, acho que não pro mesmo lugar — disse entre risadas cúmplices com a Jasmim.

— Mas se quiser, a gente pode te deixar em algum lugar, vamos pro centro — ela completou, tentando se dar bem com a família, como a boa interesseira que é. Percebi que falou por obrigação, mas só pra encher o saco aceitei a proposta.

Nós três nos arrumamos pra sair. Meu tio tem um carro importado cupê, então pra entrar tiveram que puxar o banco pra mim. Passei do lado do meu tio, que tava na calçada, pra não tropeçar com os saltos. Enquanto me abaixava pra entrar, vi de relance o velho safado olhando descaradamente pra minha bunda que, mesmo com o casaco, aparecia naquela posição. Olhei rapidinho pra namorada dele, mas ela tava O mundo dela, vidrada no celular. Fiquei meio puto, mas também senti uma parada estranha por dentro. Na real, meu namorado atual não tinha tanta diferença de idade pro meu tio, e comecei a pensar que talvez eles tivessem estilos parecidos. Me acomodei bem no meio dos bancos e tirei o casaco assim que entrei, enquanto ele arrumava o banco e entrava.

Assim que sentou, olhou pelo retrovisor e os olhos dele arregalaram, como quem vê um fantasma. Enquanto a namorada comentava algo sobre as mensagens que recebeu e ria, ele acompanhava com uma risada falsa e mantinha o olhar fixo no espelho. Dava pra sentir ele me escaneando dos pés à cabeça. Me perguntou nervoso onde eu queria descer, e falei um cruzamento que ficava a duas casas do prédio do Tony, pra não me deixarem na porta. Tava acostumada a chegar de táxi, e achei meio chato ele ver que meu tio me levava. Enquanto dava a direção, ajustava a queda da camiseta pra decote ficar mais evidente. Já que ele era um tarado, eu me divertia com os olhares dele.

O safado pegou o caminho dos paralelepípedos velhos, que é tipo andar aos pulos. Tanto os peitos da Jazmín quanto os meus iam quicando por causa do estado da rua. E eu via os olhos do Gustavo indo de um pro outro. Era uma situação bem sacana que, pelo visto, ele curtia pra caralho. Um sorriso mal disfarçado no rosto entregava ele quando a namorada falou:

— Ah, Gus, pegou o caminho com mais buracos — com a clássica distração de loira burra que marcava a maioria das namoradas dele. Ele me olhou no espelho, buscando uma certa cumplicidade, e respondeu:

— É que por aqui é mais curto pra onde a Andreita quer ir — quando terminou de falar, aquele sorriso debochado se desenhou de novo na cara dele, e eu também sorri, segurando a risada.

Finalmente chegamos na esquina que indiquei. Ele desceu pra puxar o banco, e eu fingi que tinha esquecido meu casaco. Desci e, como se Sem querer, voltei atrás nos meus passos pra pegar o casaco. Quando fiz isso, me certifiquei de esfregar bem a bunda na cara do degenerado do meu tio e, como eu suspeitava, ele tava com uma ereção tremenda. Me abaixei e passei bem nela, me fazendo de sonsa. Dei um beijo de longe pra Jaz e nele plantei um na bochecha, deixando a marca vermelha dos meus lábios desenhada. Cruzei na frente do carro acenando e esperei eles partirem pra ir até a porta do prédio. Me anunciei e meu homem desceu pra me receber. Assim que me viu, percebi que minha roupa deixou ele doido.

- Tá uma putinha gostosa, hein. Perfeita pro que eu planejei hoje - ele disse e me deu um beijo quente ali mesmo. Fechou a porta e continuamos nos beijando no corredor, na vista de qualquer vizinho que passasse. Senti a mão dele descendo pela minha bunda e a minha foi direto pro pau dele, que ainda tava num estado meio duro. Apertei e senti o suspiro dele. Ele também apertou forte minha bunda.

- Espera, minha putinha. Não me tenta que tenho planos bem sujos pra você hoje à noite - ele repetia com aquele mistério sedutor. Mas toda a brincadeira com meu tio me deixou com uma sede de pau do caralho e, assim que subimos no elevador, comecei a beijar ele contra o espelho do fundo e cruzei minhas pernas com as dele enquanto apertava meus peitos contra o peito dele.

- Não pode me dar um adianto? - perguntei fazendo minha melhor cara de puta, podia ver minha expressão no espelho do elevador. Ele me olhou mordendo os lábios e abaixou o zíper da calça. Tirou o pau dele completamente duro pra fora e me mostrou, oferecendo o adianto pedido.

- Vai, putinha! Aí tem o adianto. Já sabe o que tem que fazer - ele ordenou com aquele tom dominante que me fazia ficar molhada. Me abaixei na mesma hora que o elevador deu um solavanco. Tony tinha parado ele pra nada atrapalhar meu servicinho. Assim que tive o pau na frente, devorei ele rápido.

Assim que coloquei ele dentro da minha boca, comecei a ouvir os gemidos do meu homem e me motivei mais. Passei minha língua em volta dele pra fazer ele tremer de prazer. Enquanto isso Seus gemidos e agitação aumentavam, e eu ficava mais excitada. Minha cabeça se movia no ritmo do boquete. Enquanto com uma mão segurava a base do pau dele, com a outra esfregava minha calcinha fio dental, que já estava bem molhada. Sentia aquele pau venoso crescendo a cada impulso da minha boca. A música, misturada com a sucção da minha boca e os gemidos do Tony, era ensurdecedora dentro do elevador minúsculo. Mais ainda quando, excitado demais, ele agarrou minha cabeça e, com aquele instinto de macho, começou a foder minha boca, metendo o pau até o fundo da minha garganta. Minhas ânsias ecoavam, e os gemidos do meu garoto já estavam virando gritos.

Não passaram nem dois minutos desse movimento frenético, o suficiente pra fazer toda a minha máscara de cílios escorrer sob meus olhos por causa das lágrimas do afogamento violento, e senti a cabeça do pau dele inchar e uma porra grossa começar a explodir no fundo da minha boca. Saboreei aquilo como se fosse meu prêmio. Fui sugando pra não deixar cair uma gota. Não queria sujar minha roupa, e eu sei o quanto o Tony adora que eu engula toda a porra. Ele curtiu enquanto eu olhava nos olhos dele, passando minha língua naquele falo gostoso. E, por fim, dei uma última lambida na ponta e, com cuidado, guardei de novo na cueca dele e subi o zíper da calça. Ajeitei minha roupa, limpei o rosto e subimos. Pra minha surpresa, não tinha nada de estranho na casa, nem no quarto dele. Ele sentou pra fumar um cigarro, como sempre faz depois de gozar, enquanto eu andava pela casa procurando a tal surpresa que ele tinha prometido.

— Vai lá arrumar essa maquiagem, sua bebota, que em 10 minutos a gente sai — ele falou, cheio de confiança. Parece que a surpresa era o lugar pra onde a gente ia, e isso me deixou bem curiosa. Arrumei meus olhos, passei um retoque no batom vermelho rubi, ajeitei um pouco o cabelo e já tava pronta. Peguei minha bolsa e descemos pra pegar um táxi. Assim que entramos, ele nem deu o endereço, só falou o nome do lugar pra onde a gente ia, e tanto o taxista quanto eu sacamos qual era a dele. mente. Era um clube de swing famoso. Eu só conhecia de ouvir falar, mas o Tony conhecia bem pra caralho. Mal chegamos, ele já começou a cumprimentar geral. Dava pra ver o jeito que me olhavam desde que pisei na entrada. Qualquer um dos caras que eu cruzava podia ser com quem meu namorado fosse me trocar, e isso me deixava nervosa tanto quanto eles.

- Hoje vou te entregar, sua putinha. Quero ver você sendo comida por outro ou outros - Tony falou enquanto subíamos uma escada e eu começava a ouvir vozes gemendo de vários lugares. Lá em cima, vi que tinha vários quartos privados e, enquanto a gente passava por eles, via trios, quartetos, festas completas com caras que só entravam pra bater punheta vendo o show em cada canto. Eu sentia que tava me molhando só de olhar. Enquanto desfilávamos como se fosse um corredor de supermercado, o Tony parou na entrada de um quarto.

- Aqui - ele falou sem hesitar. Tinha um grupo de vários homens em volta de uma gatinha ajoelhada. Enquanto meu namorado entrava e começava a conversar com um cara, dois dos que estavam sendo atendidos pela gatinha se aproximaram de mim. Um por trás e outro pela frente.

- O que uma beleza igual você tá fazendo sozinha aí? Aqui você tem que se divertir - falou o que veio de frente. Detalhe importante: os dois já estavam pelados da cintura pra baixo.

- Meu namorado tá ali conversando pra ver se a gente pode entrar - eu disse, paralisada que nem uma idiota. O outro tava atrás de mim e esfregava a ponta do pau na minha cintura.

- Você já tá convidada, gata - avisou o da frente enquanto se acariciava. Lá no fundo, eu via a outra gatinha pelada chupando duas picas juntas. Nessa hora, o cara atrás de mim enfiou a mão por baixo da minha saia, puxou minha calcinha fio dental e começou a meter dois dedos molhados na minha buceta. Eu soltei um gemido forte ao sentir eles entrando violentamente.

- Uff, mina, já tá pronta? Vem - falou o mais falador dos dois e me puxou pelo cabelo, me levando. direto pro pau dele. Já tava duro e molhado de tanto se tocar e em parte pelo boquete da outra gostosa. Assim que me abaixei, senti o outro começando a meter em mim na buceta e, bem na hora que eu comecei a gemer, ele empurrou minha nuca enfiando aquele pauzão na minha boca. Sentia os dois me comendo com o mesmo tesão. Um me sufocava e o outro me macetava num ritmo já bem acelerado.

Tava nessa quando meu namorado chega com o cara com quem ele tava negociando a troca de minas, abraçados que nem quem vai mostrar uma mercadoria num negócio. Eu olhava pra eles mas não conseguia falar porque tinha a boca atravessada por um falo enorme. Mas aí percebi uma coisa que me surpreendeu e me deixou muito inquieta. O cara pra quem o Tony tava me entregando não era outro senão meu tio Gustavo. Tava com a camisa toda aberta, pronto pra comer a puta que tinham oferecido. Mas quando ele me viu, que era eu. A sobrinha dele. A mesma que tinha deixado ele de pau duro umas horas atrás e ainda por cima tava recebendo duas picas de completos estranhos naquele exato momento, vi a cara dele se transformar. Percebi no olhar dele que ele tava disposto a continuar e não tinha nenhuma intenção de revelar nosso parentesco.

- Que puta gostosa você tem, não esperava menos de você, me espera que vou falar com a minha mina - ele disse e, antes de ir, me deu um tapa na bunda. Chegou perto da Jasmim, que tava com a cara vermelha de tanto chupar paus, e falou no ouvido dela. Ela me olhou e sorriu de orelha a orelha. Levantou e falou com os caras que ela tava chupando. Todo mundo começou a se ajeitar. Tony sentou num sofá e tirou o pau pra fora, e a Jaz foi de gatinha até ele e começou a chupar. Os outros dois caras se posicionaram: um metendo nela por trás e o segundo de pé junto ao sofá pra revezar a boca da loira com meu namorado. Meu tio achou uma ótima ideia e ficou de pé junto do cara que eu tava chupando, se masturbando devagar. Ver a sobrinha dele toda puta. Isso esquentou ele na hora e aquela pica logo ganhou volume. As veias inchadas e a cabeça molhada me convidavam a provar. Ela roçou no meu rosto como me tentando enquanto eu chupava a outra pica olhando nos olhos dele.

Já tava ficando com tesão na ideia de ser comida em grupo pelo meu próprio tio. Os outros caras também pareciam gostar da ideia de me comer entre três como uma boa puta. O que tava segurando minha boca soltou minha nuca e me deixou livre pra chupar do meu jeito. Então eu tirei da boca e comecei a masturbar os dois. Meu tio adorava especialmente me ver assim enquanto passava a mão devagar nos meus peitos. Comecei a lamber as pontas dos dois e sentia como todos tremiam ao sentir minha língua devagar na parte mais sensível das picas deles.

Senti a mão com dedos grossos do Gustavo empurrando minha nuca e a pica dele entrando devagar na minha boca. Um arrepio gostoso percorria meu pescoço. Foi entrando até minha garganta e os olhos dele viraram. Enquanto minha boca abrigava aquele tronco delicioso, minha língua lambia a parte de baixo das bolas dele.

Olhei pro outro grupo do nosso lado no momento em que meu tio começava a bombar minha boca. A Jasmim tava montando no meu namorado e chupava as picas dos amigos dele. Do meu lado, o que tava me comendo deitou debaixo de mim. Colocou a pica entre os lábios da minha buceta e continuou me penetrando num ritmo frenético, mas agora também chupava meus peitos. Meus gemidos abafados pelo pau do meu tio ficavam mais intensos e isso esquentava ainda mais todo mundo. O outro cara que tava com a gente abriu minhas nádegas por trás e começou a meter a língua no meu cu. Quando sentiu que eu tava cedendo, não hesitou e se posicionou atrás de mim, colocando a pica no anel molhado que tinha trabalhado, e soltou todo o peso de uma vez. Foi tão brutal aquele movimento que eu tirei a pica do meu tio da boca e soltei um grito desgarrador.

Aquele som esquentou todo mundo, especialmente o culpado. Devagar, começou o movimento do... cu deleitei meu tio se masturbava na minha cara vendo minha expressão de dor. Ele chegou perto do meu ouvido
- Viu o que acontece com as putinhas que nem você, sobrinha? Terminam sempre com a buceta arrombada - minha resposta foi um olhar de raiva que fez ele rir. Então ele me puxou de novo pelos cabelos e continuou metendo o pau na minha boca, agora com mais vontade, porque me ver sendo penetrada dos dois lados deixava ele louco. Uns segundos antes de enfiar o pau até o fundo da minha garganta, eu vi de relance que a Jazmín já tava com um dos amigos também, levando no cu com uma perna no sofá e a outra no chão, igualzinho um pornô. A posição do cara deixava ver os dois paus entrando na namorada do meu tio enquanto o terceiro entupia a boca dela de rola. Meu namorado, que era dono de um dos paus que tava arrebentando a Jaz, chupava os pezinhos rosados dela igual um louco. Nós duas tava recebendo de todos os lados e os seis caras tava se acabando de prazer.

Obviamente, uma putaria dessa não passou despercebida e começou a juntar gente na beira do privado. Além dos paus e dos gemidos, eu via luzes de celular e sentia os olhares. Caras se masturbando, novinhos olhando com vontade. Era muito pesado pra mim. E os caras que tavam me comendo não se intimidavam nem um pouco com a plateia, tavam metendo cada vez mais forte. O de baixo me dava chicotadas constantes com a língua nos meus peitos, além da bombada sem parar.

Mas meu tio tinha outros planos. Me levantaram e me levaram pro outro grupo. Assim que cheguei perto, comecei a beijar meu namorado, que ficou doido ao sentir nos meus lábios o gosto de outros caras.

Nisso, a Jazmín se virou e, tirando um pau da boca, começou a me beijar, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. Pra todo mundo foi uma imagem muito excitante: a loira e a morena num beijo de língua bem quente. Enquanto eu tava me pegando com a namorada dele, meu tio colocou o pau no meu cu e, me segurando pelos cabelos, começou a meter na minha bunda de um jeito brutal, arrancando gemidos e alguma ovação entre os que olhavam. Eu começava a curtir aquele público, olhava pra eles enquanto brincava com a língua da loira. Meu namorado sentado no sofá alternava entre uma teta minha e uma dela. A que ficava livre era apertada com força pelo meu tio.

Todos percebiam que tinha algo especial entre nós, mas ninguém sabia do nosso parentesco. Tinha os dois amigos da Jasmim do meu lado. Claramente queriam me provar também, e eu já tava disposta a fazer todos gozarem naquela altura. Comecei a punhetar os dois, girando minhas mãos pra espremer bem aqueles paus. Na hora, levei um dos dois pra boca e, a partir daquele momento, comecei a alternar entre eles enquanto levava as porradas do meu tio, que, ao me ver chupando dois caralhos venosos, ficou mais excitado e metia com tudo.

Enquanto chupava, via meu namorado mordendo os lábios, como se pensasse na puta que eu tava parecendo. Agarrou a Jasmim pelo cabelo e começou a entalar ela violentamente, como se mostrasse pra mim o quanto ele ficava excitado me vendo na farra. Com ela abaixada entre as pernas dele, os outros dois se revezavam pra comer o cu dela. Eu ouvia alguns dos que olhavam gozando só de nos ver, e isso me excitava ainda mais, fazendo minhas mamadas ficarem mais profundas e rápidas. Já queria porra, tava sedenta. Pra minha inveja, a primeira a tomar leite foi a Jaz. Tony agarrou ela com força e puxou a cabeça dela pra trás. Ela deu um gemido profundo e ele gozou na boca dela. Eu ouvia ela continuar sugando pra não deixar escapar a porra que saía entre os lábios dela.

- Não seja egoísta, bebê, compartilha com a minha mina - disse o Tony. Parei de chupar o que tava entre meus lábios e ela se aproximou de boca aberta. Dava pra ver ela mexendo a porra com a língua. Nos fundimos num beijo muito gostoso, com a porra passando de boca em boca e escapando entre nossos lábios. Ouvi um gemido parecido com o do meu namorado atrás de mim, e um segundo depois senti uma porra grossa e quente enchendo meu cu. Meu tio não aguentou ver a namorada dele e a sobrinha passando leite de pica uma pra outra. boca a boca e encheu minha rabeta. Os dois satisfeitos com a troca quiseram completar a noite com um último show. Fizeram uma roda com os outros quatro caras que participaram e nós duas ajoelhadas no meio. Na hora sacamos o que tínhamos que fazer e começamos a chupar um por um enquanto eles se punhetavam atrás de gozo.

Depois ficamos juntas com as línguas pra fora e os olhos fechados e começamos a sentir a chuva de porra que banhava nossos rostos. Os gemidos não paravam até a última gota. Nos ver as duas tão entregues deixava eles loucos. O tesão que geramos se espalhou quando abri os olhos, os caras ao redor tinham mudado e a Jaz continuava chupando sem se importar com nada. Era pelo menos o dobro da quantidade. Senti um me pegar pelo braço e imaginei que ia ser comida por todos eles, mas era meu namorado.

- Pronto, gostosona. Gostou da surpresa? - ele falava enquanto me vestia como se eu fosse uma criança.
- Amei, amor - respondi olhando de canto pro meu tio, que também parecia estar terminando a dele, abotoando a camisa. Achei que ele ia tirar a Jazmin daquela multidão de caras que estavam apalpando ela e fazendo ela chupar, mas pra minha surpresa ele saiu do privado sozinho. Eu olhei confusa.
- Esse cara é foda. Sempre faz a mesma coisa. Traz umas novinhas e deixa pra todo mundo comer, conheço ele, vem de vez em quando - meu namorado disse entre risadas. Pelo visto a Jazmin não sabia desse detalhe, porque quando viu ele saindo começou a chamar ele com um desespero lógico, mas no lugar foram entrando caras que tiravam a roupa. Logo os chamados foram silenciados por um pau enorme que atravessou a boca dela. Quando fomos embora, o corpo da loira quase não dava pra ver no meio das pernas masculinas que a cercavam por todo lado.

Saímos pra pedir um táxi, mas aí a cupê do meu tio parou. Ele abaixou o vidro e perguntou:
- Querem carona, moçada? - Um sorriso de orelha a orelha se abriu no meu rosto. desenhou no rosto. Nos olhos dele, pude ver o que ele planejava, e acho que meu garoto também, porque ele entrou no carro, sentou atrás e me deixou no banco do carona. Assim que subiu o vidro, meu tio abaixou o zíper da calça e perguntou pro Tony pra onde a gente ia. Eu me abaixei no colo dele e fiquei chupando a pica dele o caminho inteiro de volta, sob o olhar atento do meu namorado entregador.

19 comentários - A orgia mais inesperada

exelente relato .muy buena fiestita .nos encantó ya queremos enfiestarte nosotros . van pts que nos quedaron
algo podemos hacer, por qué no?
Bass_07 +2
que lindo volver a leerte a vos hey 😉 como siempre, una ratoneada barbara y solo las ganas de probarte jaja
gracias bebe. besito 😘
acordate que vos y yo tenemos algo en deuda querida 😉
Excelente muy bueno gracias por compartir
gracias a vos amor
Tu relato me excito realmente debe ser genial tener una hembra asi de ardiente y segura de si misma y dispuesta a disfrutar al maximo de su cuerpo, sinseramente genial....
me gusta disfrutar al máximo bebe
Gracias por la paja que me generaste! van 10 puntos!
gracias a vos por los puntos y por dedicarme esa deliciosa paja
sos una bestia m drenaste toda la leche con el relato!!! yo tambien t quiero enfiestar jeje
con lo que me gusta a mi la leche calentita
Uffff , que paja por favor me exprimi la verga de la calentura que me agarró, como te enfiestaria,van 10 puntos.. felicitaciones
gracias por los puntitos, que rico lo de la verga mmm
eustasc +1
que suerte la de tu tio que linda puta que sos andreita
gracias bombón 😘
Marc_2 +1
si sos real debes ser terrible putita sumisa para enfiestarla...
si supieras como me calienta la palabra "putita" la hubieras puesto en mayuscula
Marc_2 +1
pude imaginarlo...
pururi +1
Excelente relato, tendrias que haberte quedado cogiendo 😘
si tenes razón pero mandaba mi hombre igual la pasé bien con los dos, lo del auto fue sólo el aperitivo
Increíble,no sabes cómo se me puso de dura te gusta???

A orgia mais inesperada
bueno ahora si se como se te puso. para chuparla desde la base 😛
Increible relato, me volvio loco, que ganas de estar en esa fiesta!!! Van puntos bombon!!
gracias por los puntitos amor
Uuuudffff muy bueno como siempre!
Como se extrañaban tus relatos!
Volvé a postear más seguido, no sabes como me pones la pija y la leche que he sacado con tus relatos!
PD: Siempre he querido saber a qué se debe tu gusto por el incesto
un día te contaré por privado. por reglas de la página hay cosas que no puedo contar
@Mishiand Entiendo, aunque eso de un día te contaré suena a mucho tiempo jaja
Te mando mp y me das un adelanto? jaja
aprovechame que estoy conectada jijiji
Que mujer mas fantástica y hermosa sos. Lo que daria por una mujer asi como vos. Me calentaste demasiado y acabe por tu culpa.
que rico, te chuparía las manos para no desperdiciar esa leche 😛
mmmmmmmm. Y te comeria esos pezones hermosos y limpiaria con ellos mi verga putita.
Tremeeeeeeeendo + 10 me la dejaste Garrote PUTITA!!!!!
poringuero que lee mis relatos se gana mi gratitud pero poringuero que lee con la misma atención mis comentarios se gana mi corazón 😘
Todo suma! Las respuestas a veces cuentan mas verdades y desnudan mas que lo que se relata o se muestra....
sabes jugar este juego
espero saber de vos en los relatos próximos, vas a tener toda mi atención cuando comentes. besitos
Super caliente, tengo que ir a conocer un boliche de estos y ver si tengo la suerte de encontrar una mina tan caliente
ojalá te pase amor, yo la pasé genial
megak-- +1
porfin volviste,+10
pensé que ya me extrañarían, besitos amor 😘
Que linda enfiestada que te pusieron bb ! Me dejaste el amigo duro y venoso. Van puntos
gracias bombón
FedCorp +1
como me calenté! me encataria poder ser uno de los que te coja duro.
me encanta bien duro