Voltei pra contar uma das melhores e mais safadas noites que tive. Tudo começou uns dias antes. Eu tava saindo com um cara mais velho que eu, o nome dele era Antonio, mas todo mundo chamava de Tony. Como eu tava naquela época me despedindo dos meus 22 anos e ele já tava chegando nos 40, eu era tipo um brinquedo sexual pra ele. Ele adorava me fazer experimentar coisas novas e, principalmente, testar o quão puta eu podia ser. Eu gostava da segurança dele, fruto da experiência. Era dominante e sabia me fazer gozar de um jeito que meus ex-namorados nunca conseguiram. Não tinha vergonha nenhuma de me desrespeitar sexualmente, e isso me fazia ultrapassar limites o tempo todo. Eu ainda não sabia, mas ele tinha um plano na cabeça que ia me levar muito mais longe do que ele mesmo esperava.
Na véspera dessa noite, chegou na cidade meu tio Gustavo e a nova namorada dele. Pra mim não era novidade que em cada visita ele aparecia com uma nova "tia", que geralmente se aproximava dele por interesse. Dessa vez era uma mina de uns trinta anos no máximo, que do lado dos 45 do meu tio parecia uma menina de escola. Na verdade, uma menina de escola com peitos de silicone e uma maquiagem de puta. Exatamente o perfil da maioria das minhas tias anteriores. O engraçado era que com esses personagens ele vinha na minha casa e tentava fazer o papel de cara família e sério. Pra todo mundo já era tão normal que a gente se divertia comentando essas coisas toda vez que ele ia embora. As trocas de olhares cúmplices com meus pais e meu irmão eram rotina nessas jantas bizarras.
Dessa vez, pra mim ia ser mais rápido porque eu ia encontrar o Tony, que tinha me prometido uma surpresa. Eu ficava louca imaginando com o que ele ia me excitar dessa vez. Já tava imaginando outra brincadeira de personagem. A anterior tinha sido com uma fantasia de empregada, e ele era meu patrão abusador. A gente fez aquilo por horas e ele nunca deixou eu tirar a fantasia ou sair do personagem. Por sorte era inverno e pra mim tava fácil esconder as marcas que aquelas noites de descontrole e sexo pesado deixavam no meu corpo.
Minha tia eventual, Jasmim, que estava sentada no colo do meu tio, olhava as horas, entediada com certeza. Isso me fez perceber que faltava pouco pro meu encontro e eu ainda precisava me arrumar. Fui pro meu quarto e me vesti do jeito que meu boy gostava. Coloquei um top branco bem fininho que fazia um decote caído mostrando meus peitos já chamativos por si só, e tinha as costas todas de fora, então era impossível usar sutiã sem ficar ridículo. Por baixo, escolhi uma calcinha fio dental vermelha que sumia entre minhas nádegas, com toda intenção de aparecer, e depois uma minissaia branca com detalhes vermelhos. Por baixo, minhas botas de salto agulha contornavam minhas pernas.
Me maquiei com os olhos puxados de preto e os lábios de vermelho bem forte pra acordar os ratos do Tony. Pra sair, vesti um casaco de couro que escondia meu look pra meu pai não fazer um escândalo como já tinha feito outras vezes. A única coisa que aparecia por baixo do casaco eram minhas botas.
— Ei, pra onde vai toda produzida? — Meu tio falou, interrompendo minha saída silenciosa.
— Hoje é sexta, vou sair pra dançar — respondi apontando pra porta.
— Espera, a gente também vai sair, acho que não pro mesmo lugar — disse ele, rindo cúmplice com a Jasmim.
— Mas se quiser, a gente pode te deixar em algum lugar, vamos pro centro — ela completou, tentando se dar bem com a família, como a boa interesseira que é. Percebi que ela falou por obrigação, mas só pra encher o saco, aceitei a proposta.
Nós três nos arrumamos pra sair. Meu tio tem um carro importado cupê, então pra entrar tiveram que puxar o banco. Passei pelo lado do meu tio, que tava do lado da calçada, pra não tropeçar com os saltos. Enquanto me inclinava pra entrar, vi de relance o velho safado olhando descaradamente pra minha bunda, que mesmo com o casaco, aparecia naquela posição. Olhei rapidamente pra namorada dele, mas ela tava O mundo dela, vidrada no celular. Fiquei meio puto, mas também com uma sensação estranha no peito. A real é que meu namorado atual não tinha tanta diferença de idade assim do meu tio, e comecei a pensar que talvez eles tivessem estilos parecidos. Me acomodei bem no meio dos bancos e tirei o casaco assim que entrei, enquanto ele arrumava o banco e entrava.
Assim que sentou, olhou pelo retrovisor e os olhos dele arregalaram, como quem vê um fantasma. Enquanto a namorada comentava algo sobre as mensagens que recebeu e ria, ele acompanhava com uma risada falsa e mantinha o olhar fixo no espelho. Dava pra sentir ele me escaneando dos pés à cabeça. Me perguntou, nervoso, onde eu queria descer, e eu falei uma esquina que ficava a duas casas do prédio do Tony, pra não me deixarem na porta. Tava acostumada a chegar de táxi, e achava meio chato ele ver que meu tio me levava. Enquanto dava a direção, eu ajeitava a alça da regata pra decote ficar mais pronunciado. Já que ele era um tarado, eu me divertia com os olhares dele.
O safado pegou o caminho dos paralelepípedos velhos, que é tipo andar aos pulos. Tanto os peitos da Jazmín quanto os meus iam quicando com o estado da rua. E eu via os olhos do Gustavo indo de um lado pro outro. Era uma situação muito putaria, e pelo visto ele tava adorando. Um sorriso mal disfarçado no rosto entregava ele quando a namorada falou:
— Ah, Gus, pegou o caminho mais cheio de buraco — com a típica distração de loira burra que marcava a maioria das namoradas dele. Ele me olhou no espelho, buscando uma certa cumplicidade, e respondeu:
— É que por aqui é mais curto pra onde a Andreita quer ir — quando terminou de falar, aquele sorriso safado se desenhou de novo na cara dele, e eu também sorri, segurando a risada.
Finalmente chegamos na esquina que eu indiquei. Ele desceu pra puxar o banco, e eu fingi que esqueci meu casaco. Desci e, como se Sem querer, dei um passo pra trás pra pegar o casaco. Quando fiz isso, caprichei pra esfregar bem a bunda no meu tio degenerado e, como eu suspeitava, ele tava com uma ereção monstra. Me abaixei e passei bem devagar, me fazendo de sonsa. Dei um beijo de longe pra Jaz e nele plantei um na bochecha, deixando a marca vermelha dos meus lábios estampada. Cruzei na frente do carro acenando e esperei eles ligarem o motor pra eu ir até a porta do prédio. Me anunciei e meu homem desceu pra me receber. Assim que me viu, percebi que ele amou meu visual.
— Tá uma putinha gostosa, bebota. Perfeita pro que eu planejei hoje — ele disse e me deu um beijo quente ali mesmo. Fechou a porta e a gente continuou se beijando no corredor, na vista de qualquer vizinho que passasse. Senti a mão dele descendo pela minha bunda e a minha foi direto pro pau dele, que ainda tava meio mole. Apertei e senti ele suspirar. Ele também apertou forte minha raba.
— Espera, sua putinha. Não me tenta que tenho planos bem sujos pra você hoje — ele repetia com aquele mistério sedutor. Mas toda a brincadeira com meu tio me deixou com uma sede de pau do caralho e, assim que entramos no elevador, comecei a beijar ele contra o espelho do fundo e cruzei minhas pernas com as dele enquanto apertava meus peitos no peito dele.
— Não pode me dar um adianto? — perguntei fazendo minha melhor cara de puta, dava pra ver minha expressão no espelho do elevador. Ele me olhou mordendo os lábios e abaixou o zíper da calça. Tirou o pau dele completamente duro pra fora e me mostrou, oferecendo o adiantamento pedido.
— Vai, putinha! Aí tá o adianto. Já sabe o que tem que fazer — ele ordenou com aquele tom dominante que me fazia ficar molhada. Me abaixei na mesma hora que o elevador deu um tranco. Tony tinha parado ele pra nada atrapalhar meu servicinho. Assim que tive o pau na frente, devorei ele rápido.
Quando coloquei ele dentro da minha boca, comecei a ouvir os gemidos do meu homem e me motivei ainda mais. Passei a língua em volta pra fazer ele tremer de prazer. Conforme fui Seus gemidos e agitação aumentavam, e eu ficava mais excitada. Minha cabeça se movia no ritmo do boquete. Enquanto com uma mão segurava a base do pau dele, com a outra esfregava minha calcinha fio dental, que já estava bem molhada. Sentia aquele pau veiudo crescendo a cada impulso da minha boca. A música, junto com a sucção da minha boca e os gemidos do Tony, era ensurdecedora naquele elevador minúsculo. Mais ainda quando, excitado demais, ele me segurou pela cabeça e, com aquele instinto de macho, começou a foder minha boca, metendo o pau até o fundo da minha garganta. Minhas ânsias ecoavam, e os gemidos do meu boy já estavam virando gritos.
Não passaram nem dois minutos daquele movimento frenético, o suficiente pra fazer toda a minha rímel escorrer sob meus olhos por causa das lágrimas do afogamento violento, e senti a cabeça do pau dele inchar e uma porra grossa começar a explodir no fundo da minha boca. Saboreei como se fosse meu prêmio. Fui sugando pra não deixar cair uma gota. Não queria sujar minha roupa, e sei o quanto o Tony adora que eu engula toda a porra. Ele curtiu enquanto eu olhava nos olhos dele, passando minha língua naquele falo gostoso. E no fim, dei uma última lambida na ponta e guardei cuidadosamente de volta na cueca dele, fechando a calça. Ajeitei minha roupa, sequei o rosto e subimos. Pra minha surpresa, não tinha nada de estranho na casa, nem no quarto dele. Ele sentou pra fumar um cigarro, como sempre faz depois de gozar, enquanto eu vasculhava a casa procurando a tal surpresa que ele tinha prometido.
— Vai se arrumar, bebota, que em 10 minutos a gente sai — ele falou, todo seguro. Parece que a surpresa era o lugar pra onde a gente ia, e isso me deixou bem curiosa. Arrumei meus olhos, dei um retoque no vermelho rubi dos meus lábios, ajeitei um pouco o cabelo e já tava pronta. Peguei minha bolsa e descemos pra pegar um táxi. Assim que entramos, ele nem deu o endereço, só falou o nome do lugar pra onde a gente ia, e tanto o taxista quanto eu sacamos qual era. em mente. Era um famoso clube de swing. Eu conhecia ele só de ouvir falar, mas o Tony claramente conhecia bem. Mal chegamos, ele já começou a cumprimentar o pessoal. Dava pra ver o jeito que me olhavam desde que passei pela entrada. Qualquer um dos caras que eu cruzava podia ser com quem meu namorado fosse me trocar, e isso me deixava tão nervosa quanto eles.
- Hoje vou te entregar, sua putinha. Quero ver você dando pra outro ou outros - Tony falou enquanto subíamos uma escada e eu começava a ouvir vozes gemendo de vários lugares. Lá em cima, vi que tinha vários quartos privados e, enquanto caminhávamos entre eles, via trios, quartetos, festas completas com caras que só entravam pra bater punheta vendo o show em cada canto. Senti que tava me molhando só de olhar. Enquanto desfilávamos como se fosse um corredor de supermercado, o Tony parou na entrada de um quarto.
- Aqui - ele disse sem hesitar. Tinha um grupo de vários homens em volta de uma gatinha ajoelhada. Enquanto meu namorado entrou e começou a conversar com um cara, dois dos que estavam sendo atendidos pela gatinha se aproximaram de mim. Um por trás e outro pela frente.
- O que uma beleza como você tá fazendo sozinha aí? Aqui é pra você se divertir - disse o que veio de frente. Detalhe importante: os dois já estavam pelados da cintura pra baixo.
- Meu namorado tá ali conversando pra ver se a gente pode entrar - falei, paralisada que nem uma idiota. O outro, atrás de mim, esfregava a ponta da pica na minha cintura.
- Você já tá convidada, gata - avisou o da frente, enquanto se acariciava a pica. Lá no fundo, via a outra gatinha nua chupando duas picas juntas. Nessa hora, o que tava atrás enfiou a mão por baixo da minha saia, puxou minha calcinha fio dental e começou a meter dois dedos molhados na minha buceta. Soltei um gemido forte ao sentir eles entrando violentamente.
- Uff, gata, já tá pronta? Vem - disse o mais falador dos dois, e me puxou pelo cabelo. direto pro pau dele. Já tava dura e molhada de tanto se tocar e também por causa do boquete da outra gostosa. Assim que me abaixei, senti o outro começando a meter na minha buceta e, bem na hora que eu comecei a gemer, ele empurrou minha nuca e enfiou aquele pauzão na minha boca. Eu sentia os dois me comendo com o mesmo tesão. Um me sufocava e o outro me comia num ritmo já bem acelerado.
A gente tava nessa quando meu namorado chegou perto de mim com o cara com quem ele tava negociando a troca de minas, abraçados que nem quem vai mostrar uma mercadoria num negócio. Eu olhava pra eles mas não podia falar porque tinha a boca atravessada por um pau enorme. Mas aí percebi uma coisa que me surpreendeu e me deixou muito inquieta. O cara pra quem o Tony tava me entregando não era outro senão meu tio Gustavo. Ele tava com a camisa toda aberta, pronto pra comer a puta que tinham oferecido. Mas quando ele me viu, que era eu. A sobrinha dele. A mesma que tinha deixado ele com tesão umas horas atrás e ainda por cima tava recebendo dois paus de completos estranhos naquele exato momento, eu vi a cara dele se transformar. Percebi no olhar dele que ele tava disposto a continuar e não tinha nenhuma intenção de revelar nosso parentesco.
- Que putinha gostosa você tem, não esperava menos de você, me espera que vou falar com a minha mina - ele disse e, antes de ir, me deu um tapa na lateral da bunda. Ele se aproximou da Jasmim, que tava com a cara vermelha de tanto chupar paus, e falou no ouvido dela. Ela me olhou e sorriu de orelha a orelha. Levantou e falou com os caras que ela tava chupando. Todo mundo começou a se ajeitar. Tony sentou num sofá e puxou o pau pra fora, e a Jasmim foi de quatro até ele e começou a chupar. Os outros dois caras se posicionaram: um metendo nela por trás e o segundo de pé junto ao sofá pra revezar a boca da loira com meu namorado. Meu tio achou uma ótima ideia e ficou de pé ao lado do cara que eu tava chupando, se masturbando devagar. Ver a sobrinha dele toda puta Ele esquentou na hora e aquela rola logo ganhou volume. As veias inchadas e a cabeça molhada me convidavam a provar. Ela roçou no meu rosto como me tentando enquanto eu chupava a outra rola olhando nos olhos dele.
Já tava me esquentando a ideia de ser comida em grupo pelo meu próprio tio. Os outros caras também pareciam gostar da ideia de me comer entre três feito uma putinha gostosa. O que tava segurando minha boca soltou minha nuca e me deixou livre pra chupar do meu jeito. Então tirei ela da boca e comecei a masturbar os dois. Meu tio adorava especialmente me ter assim enquanto passava a mão devagar nos meus peitos. Comecei a lamber as pontas dos dois e sentia como eles tremiam todos ao sentir minha língua devagar na parte mais sensível das picas deles.
Senti a mão com dedos grossos do Gustavo empurrando minha nuca e a rola dele entrando devagar na minha boca. Um arrepio gostoso percorria meu pescoço. Foi entrando até minha garganta e os olhos dele viraram pra cima. Enquanto minha boca abrigava aquele tronco delicioso, minha língua lambia a parte de baixo dos ovos dele.
Olhei pro outro grupo do nosso lado no momento em que meu tio começava a bombar minha boca. A Jasmim tava montando no meu namorado e chupava as picas dos amigos dele. Do meu lado, o cara que tava me comendo deitou debaixo de mim. Colocou a rola entre os lábios da minha buceta e continuou me penetrando num ritmo frenético, mas agora também chupava meus peitos. Meus gemidos abafados pelo falo do meu tio ficavam mais intensos e isso esquentava mais todo mundo. O outro cara que tava com a gente abriu minhas nádegas por trás e começou a meter a língua no meu cu. Quando sentiu que eu tava cedendo, não hesitou e se posicionou atrás de mim, colocando a rola no anel molhado que tinha trabalhado, e soltou todo o peso de uma vez. Foi tão brutal aquele movimento que tirei a rola do meu tio da boca e soltei um grito desgarrador.
Aquele som esquentou muito todo mundo, especialmente o culpado. Devagar, começou o movimento do Culei meu tio se masturbava na minha cara vendo minha expressão de dor. Ele chegou perto do meu ouvido:
- Viu o que acontece com as putinhas que nem você, sobrinha? Terminam sempre com a buceta arrombada - minha resposta foi um olhar de raiva que fez ele rir. Aí ele me pegou de novo pelo cabelo e continuou metendo o pau na minha boca, agora com mais vontade, porque me ver sendo fodida dos dois lados deixava ele louco. Uns segundos antes de enfiar o pau até o fundo da minha garganta, eu vi de relance que a Jazmín já tava com um dos amigos também, levando pica no cu com uma perna no sofá e a outra no chão, igualzinho um pornô. A posição do cara deixava ver os dois paus entrando na namorada do meu tio enquanto o terceiro entupia a boca dela de rola. Meu namorado, que era dono de um dos paus que tavam arrebentando a Jaz, chupava os pezinhos rosados dela igual um louco. Nós duas távamos recebendo de todos os lados e os seis caras tavam se acabando de prazer.
Obviamente, essa putaria toda não passou despercebida e começou a juntar gente na beira do privado. Além dos paus e dos gemidos, eu via luzes de celular e sentia os olhares. Caras se masturbando, novinhos olhando com tesão. Era muito forte pra mim. E os caras que tavam me comendo não se intimidavam nada com a plateia, tavam metendo cada vez mais forte. O de baixo me dava chicotadas constantes com a língua nos meus peitos, além da bombada sem parar.
Mas meu tio tinha outros planos. Me levantaram e me levaram pro outro grupo. Assim que cheguei perto, comecei a beijar meu namorado, que ficou doido ao sentir nos meus lábios o gosto de outros caras.
Nisso, a Jazmín se vira e, tirando um pau da boca, começa a me beijar, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. Pra todo mundo foi muito excitante a imagem da loira e da morena num beijo de língua bem quente. Enquanto eu trocava saliva com a namorada dele, meu tio colocou o pau no meu cu e, me segurando pelo cabelo, começou a penetrar minha bunda de um jeito brutal, arrancando gemidos e... Alguns aplausos entre quem olhava. Eu começava a curtir aquele público, olhava pra eles enquanto brincava com a língua da loira. Meu namorado, sentado no sofá, alternava entre uma das minhas tetas e uma das dela. A que sobrava era apertada com força pelo meu tio.
Todo mundo percebia que tinha algo especial entre nós, mas ninguém sabia do nosso parentesco. Eu tinha os dois amigos da Jasmim do meu lado. Claramente queriam me provar também, e eu já tava disposta a fazer todos gozarem naquela altura. Comecei a bater uma pra eles dois, girando minhas mãos pra espremer bem aqueles paus. Na hora, levei um dos dois pra boca e, a partir dali, comecei a alternar entre eles enquanto levava as porradas do meu tio, que, ao me ver chupando dois paus veiudos, ficou mais excitado e metia com tudo.
Enquanto chupava, via meu namorado mordendo os lábios, como se pensasse na puta que eu tava parecendo. Ele agarrou a Jasmim pelo cabelo e começou a entalar ela violentamente, como se quisesse me mostrar o quanto ficava com tesão de me ver na putaria. Com ela abaixada entre as pernas dele, os outros dois se revezavam pra comer o cu dela. Eu ouvia alguns dos que olhavam gozando só de nos ver, e isso me excitava ainda mais, fazendo meus boquetes ficarem mais fundos e rápidos. Já queria porra, tava sedenta. Pra minha inveja, a primeira a tomar leite foi a Jas. Tony agarrou ela com força e puxou a cabeça dela pra trás. Ela deu um gemido profundo e gozou na boca dela. Eu ouvia ela continuar sugando pra não deixar escapar a porra que saía entre os lábios dela.
— Não seja egoísta, bebê, compartilha com a minha mina — disse Tony. Parei de chupar o que tava entre meus lábios e ela se aproximou de boca aberta. Dava pra ver ela mexendo a porra com a língua. A gente se fundiu num beijo muito gostoso, com o leite passando de boca em boca e escapando entre nossos lábios. Ouvi um gemido parecido com o do meu namorado atrás de mim e, um segundo depois, senti uma porra grossa e quente enchendo meu cu. Meu tio não aguentou ver a namorada dele e a sobrinha passando porra de boca a boca e me encheu a rabeta. Nós dois satisfeitos com a troca quiseram completar a noite com um último show. Formaram uma roda com os outros quatro caras que participaram e nós duas ajoelhadas no meio. Na hora percebemos o que tínhamos que fazer e começamos a chupar uma por uma enquanto eles se punhetavam atrás de gozo.
Depois ficamos juntas com as línguas pra fora e os olhos fechados e começamos a sentir a chuva de porra que banhava nossos rostos. Os gemidos eram incessantes até a última gota. Nos ver assim entregues deixava eles loucos. O tesão que geramos se espalhou quando abri os olhos e os caras ao redor tinham mudado, e a Jaz continuava chupando sem se importar com nada. Eram pelo menos o dobro da quantidade. Senti um me pegar pelo braço e imaginei que ia ser comida por todos eles, mas era meu namorado.
- Pronto, gostosona. Gostou da surpresa? - ele dizia enquanto me vestia como se eu fosse uma criança.
- Amei, amor - respondi olhando de canto pro meu tio, que também parecia estar terminando o serviço ao abotoar a camisa. Achei que ele tiraria a Jazmin daquele tumulto de caras que estavam apalpando ela e fazendo ela chupar, mas pra minha surpresa ele saiu do privado sozinho. Eu olhei confusa.
- Esse cara é doido. Sempre faz a mesma coisa. Traz umas novinhas e deixa pra todo mundo comer, conheço ele, vem de vez em quando - disse meu namorado entre risadas. Pelo visto a Jazmin não sabia desse detalhe, porque quando viu ele saindo começou a chamar ele com uma desesperação lógica, mas no lugar dele continuaram entrando caras que tiravam a roupa. Logo os chamados foram silenciados por um pau enorme que atravessou a boca dela. Quando fomos embora, o corpo da loira quase não dava pra ver no meio das pernas masculinas que a rodeavam por todo lado.
Saímos pra pedir um táxi, mas aí a cupê do meu tio parou. Ele abaixou o vidro e perguntou:
- Levo vocês, moçada? - Um sorriso de orelha a orelha se abriu no meu rosto. desenhou no rosto. Nos olhos dele, eu vi o que ele planejava e acho que meu garoto também, porque ele entrou no carro, sentou atrás e me deixou no banco do carona. Assim que subiu o vidro, meu tio abaixou o zíper da calça e perguntou pra onde a gente ia, Tony. Eu me abaixei no colo dele e fiquei chupando a pica dele o caminho inteiro de volta, sob o olhar atento do meu namorado cúmplice.
Na véspera dessa noite, chegou na cidade meu tio Gustavo e a nova namorada dele. Pra mim não era novidade que em cada visita ele aparecia com uma nova "tia", que geralmente se aproximava dele por interesse. Dessa vez era uma mina de uns trinta anos no máximo, que do lado dos 45 do meu tio parecia uma menina de escola. Na verdade, uma menina de escola com peitos de silicone e uma maquiagem de puta. Exatamente o perfil da maioria das minhas tias anteriores. O engraçado era que com esses personagens ele vinha na minha casa e tentava fazer o papel de cara família e sério. Pra todo mundo já era tão normal que a gente se divertia comentando essas coisas toda vez que ele ia embora. As trocas de olhares cúmplices com meus pais e meu irmão eram rotina nessas jantas bizarras.
Dessa vez, pra mim ia ser mais rápido porque eu ia encontrar o Tony, que tinha me prometido uma surpresa. Eu ficava louca imaginando com o que ele ia me excitar dessa vez. Já tava imaginando outra brincadeira de personagem. A anterior tinha sido com uma fantasia de empregada, e ele era meu patrão abusador. A gente fez aquilo por horas e ele nunca deixou eu tirar a fantasia ou sair do personagem. Por sorte era inverno e pra mim tava fácil esconder as marcas que aquelas noites de descontrole e sexo pesado deixavam no meu corpo.
Minha tia eventual, Jasmim, que estava sentada no colo do meu tio, olhava as horas, entediada com certeza. Isso me fez perceber que faltava pouco pro meu encontro e eu ainda precisava me arrumar. Fui pro meu quarto e me vesti do jeito que meu boy gostava. Coloquei um top branco bem fininho que fazia um decote caído mostrando meus peitos já chamativos por si só, e tinha as costas todas de fora, então era impossível usar sutiã sem ficar ridículo. Por baixo, escolhi uma calcinha fio dental vermelha que sumia entre minhas nádegas, com toda intenção de aparecer, e depois uma minissaia branca com detalhes vermelhos. Por baixo, minhas botas de salto agulha contornavam minhas pernas.
Me maquiei com os olhos puxados de preto e os lábios de vermelho bem forte pra acordar os ratos do Tony. Pra sair, vesti um casaco de couro que escondia meu look pra meu pai não fazer um escândalo como já tinha feito outras vezes. A única coisa que aparecia por baixo do casaco eram minhas botas.
— Ei, pra onde vai toda produzida? — Meu tio falou, interrompendo minha saída silenciosa.
— Hoje é sexta, vou sair pra dançar — respondi apontando pra porta.
— Espera, a gente também vai sair, acho que não pro mesmo lugar — disse ele, rindo cúmplice com a Jasmim.
— Mas se quiser, a gente pode te deixar em algum lugar, vamos pro centro — ela completou, tentando se dar bem com a família, como a boa interesseira que é. Percebi que ela falou por obrigação, mas só pra encher o saco, aceitei a proposta.
Nós três nos arrumamos pra sair. Meu tio tem um carro importado cupê, então pra entrar tiveram que puxar o banco. Passei pelo lado do meu tio, que tava do lado da calçada, pra não tropeçar com os saltos. Enquanto me inclinava pra entrar, vi de relance o velho safado olhando descaradamente pra minha bunda, que mesmo com o casaco, aparecia naquela posição. Olhei rapidamente pra namorada dele, mas ela tava O mundo dela, vidrada no celular. Fiquei meio puto, mas também com uma sensação estranha no peito. A real é que meu namorado atual não tinha tanta diferença de idade assim do meu tio, e comecei a pensar que talvez eles tivessem estilos parecidos. Me acomodei bem no meio dos bancos e tirei o casaco assim que entrei, enquanto ele arrumava o banco e entrava.
Assim que sentou, olhou pelo retrovisor e os olhos dele arregalaram, como quem vê um fantasma. Enquanto a namorada comentava algo sobre as mensagens que recebeu e ria, ele acompanhava com uma risada falsa e mantinha o olhar fixo no espelho. Dava pra sentir ele me escaneando dos pés à cabeça. Me perguntou, nervoso, onde eu queria descer, e eu falei uma esquina que ficava a duas casas do prédio do Tony, pra não me deixarem na porta. Tava acostumada a chegar de táxi, e achava meio chato ele ver que meu tio me levava. Enquanto dava a direção, eu ajeitava a alça da regata pra decote ficar mais pronunciado. Já que ele era um tarado, eu me divertia com os olhares dele.
O safado pegou o caminho dos paralelepípedos velhos, que é tipo andar aos pulos. Tanto os peitos da Jazmín quanto os meus iam quicando com o estado da rua. E eu via os olhos do Gustavo indo de um lado pro outro. Era uma situação muito putaria, e pelo visto ele tava adorando. Um sorriso mal disfarçado no rosto entregava ele quando a namorada falou:
— Ah, Gus, pegou o caminho mais cheio de buraco — com a típica distração de loira burra que marcava a maioria das namoradas dele. Ele me olhou no espelho, buscando uma certa cumplicidade, e respondeu:
— É que por aqui é mais curto pra onde a Andreita quer ir — quando terminou de falar, aquele sorriso safado se desenhou de novo na cara dele, e eu também sorri, segurando a risada.
Finalmente chegamos na esquina que eu indiquei. Ele desceu pra puxar o banco, e eu fingi que esqueci meu casaco. Desci e, como se Sem querer, dei um passo pra trás pra pegar o casaco. Quando fiz isso, caprichei pra esfregar bem a bunda no meu tio degenerado e, como eu suspeitava, ele tava com uma ereção monstra. Me abaixei e passei bem devagar, me fazendo de sonsa. Dei um beijo de longe pra Jaz e nele plantei um na bochecha, deixando a marca vermelha dos meus lábios estampada. Cruzei na frente do carro acenando e esperei eles ligarem o motor pra eu ir até a porta do prédio. Me anunciei e meu homem desceu pra me receber. Assim que me viu, percebi que ele amou meu visual.
— Tá uma putinha gostosa, bebota. Perfeita pro que eu planejei hoje — ele disse e me deu um beijo quente ali mesmo. Fechou a porta e a gente continuou se beijando no corredor, na vista de qualquer vizinho que passasse. Senti a mão dele descendo pela minha bunda e a minha foi direto pro pau dele, que ainda tava meio mole. Apertei e senti ele suspirar. Ele também apertou forte minha raba.
— Espera, sua putinha. Não me tenta que tenho planos bem sujos pra você hoje — ele repetia com aquele mistério sedutor. Mas toda a brincadeira com meu tio me deixou com uma sede de pau do caralho e, assim que entramos no elevador, comecei a beijar ele contra o espelho do fundo e cruzei minhas pernas com as dele enquanto apertava meus peitos no peito dele.
— Não pode me dar um adianto? — perguntei fazendo minha melhor cara de puta, dava pra ver minha expressão no espelho do elevador. Ele me olhou mordendo os lábios e abaixou o zíper da calça. Tirou o pau dele completamente duro pra fora e me mostrou, oferecendo o adiantamento pedido.
— Vai, putinha! Aí tá o adianto. Já sabe o que tem que fazer — ele ordenou com aquele tom dominante que me fazia ficar molhada. Me abaixei na mesma hora que o elevador deu um tranco. Tony tinha parado ele pra nada atrapalhar meu servicinho. Assim que tive o pau na frente, devorei ele rápido.
Quando coloquei ele dentro da minha boca, comecei a ouvir os gemidos do meu homem e me motivei ainda mais. Passei a língua em volta pra fazer ele tremer de prazer. Conforme fui Seus gemidos e agitação aumentavam, e eu ficava mais excitada. Minha cabeça se movia no ritmo do boquete. Enquanto com uma mão segurava a base do pau dele, com a outra esfregava minha calcinha fio dental, que já estava bem molhada. Sentia aquele pau veiudo crescendo a cada impulso da minha boca. A música, junto com a sucção da minha boca e os gemidos do Tony, era ensurdecedora naquele elevador minúsculo. Mais ainda quando, excitado demais, ele me segurou pela cabeça e, com aquele instinto de macho, começou a foder minha boca, metendo o pau até o fundo da minha garganta. Minhas ânsias ecoavam, e os gemidos do meu boy já estavam virando gritos.
Não passaram nem dois minutos daquele movimento frenético, o suficiente pra fazer toda a minha rímel escorrer sob meus olhos por causa das lágrimas do afogamento violento, e senti a cabeça do pau dele inchar e uma porra grossa começar a explodir no fundo da minha boca. Saboreei como se fosse meu prêmio. Fui sugando pra não deixar cair uma gota. Não queria sujar minha roupa, e sei o quanto o Tony adora que eu engula toda a porra. Ele curtiu enquanto eu olhava nos olhos dele, passando minha língua naquele falo gostoso. E no fim, dei uma última lambida na ponta e guardei cuidadosamente de volta na cueca dele, fechando a calça. Ajeitei minha roupa, sequei o rosto e subimos. Pra minha surpresa, não tinha nada de estranho na casa, nem no quarto dele. Ele sentou pra fumar um cigarro, como sempre faz depois de gozar, enquanto eu vasculhava a casa procurando a tal surpresa que ele tinha prometido.
— Vai se arrumar, bebota, que em 10 minutos a gente sai — ele falou, todo seguro. Parece que a surpresa era o lugar pra onde a gente ia, e isso me deixou bem curiosa. Arrumei meus olhos, dei um retoque no vermelho rubi dos meus lábios, ajeitei um pouco o cabelo e já tava pronta. Peguei minha bolsa e descemos pra pegar um táxi. Assim que entramos, ele nem deu o endereço, só falou o nome do lugar pra onde a gente ia, e tanto o taxista quanto eu sacamos qual era. em mente. Era um famoso clube de swing. Eu conhecia ele só de ouvir falar, mas o Tony claramente conhecia bem. Mal chegamos, ele já começou a cumprimentar o pessoal. Dava pra ver o jeito que me olhavam desde que passei pela entrada. Qualquer um dos caras que eu cruzava podia ser com quem meu namorado fosse me trocar, e isso me deixava tão nervosa quanto eles.
- Hoje vou te entregar, sua putinha. Quero ver você dando pra outro ou outros - Tony falou enquanto subíamos uma escada e eu começava a ouvir vozes gemendo de vários lugares. Lá em cima, vi que tinha vários quartos privados e, enquanto caminhávamos entre eles, via trios, quartetos, festas completas com caras que só entravam pra bater punheta vendo o show em cada canto. Senti que tava me molhando só de olhar. Enquanto desfilávamos como se fosse um corredor de supermercado, o Tony parou na entrada de um quarto.
- Aqui - ele disse sem hesitar. Tinha um grupo de vários homens em volta de uma gatinha ajoelhada. Enquanto meu namorado entrou e começou a conversar com um cara, dois dos que estavam sendo atendidos pela gatinha se aproximaram de mim. Um por trás e outro pela frente.
- O que uma beleza como você tá fazendo sozinha aí? Aqui é pra você se divertir - disse o que veio de frente. Detalhe importante: os dois já estavam pelados da cintura pra baixo.
- Meu namorado tá ali conversando pra ver se a gente pode entrar - falei, paralisada que nem uma idiota. O outro, atrás de mim, esfregava a ponta da pica na minha cintura.
- Você já tá convidada, gata - avisou o da frente, enquanto se acariciava a pica. Lá no fundo, via a outra gatinha nua chupando duas picas juntas. Nessa hora, o que tava atrás enfiou a mão por baixo da minha saia, puxou minha calcinha fio dental e começou a meter dois dedos molhados na minha buceta. Soltei um gemido forte ao sentir eles entrando violentamente.
- Uff, gata, já tá pronta? Vem - disse o mais falador dos dois, e me puxou pelo cabelo. direto pro pau dele. Já tava dura e molhada de tanto se tocar e também por causa do boquete da outra gostosa. Assim que me abaixei, senti o outro começando a meter na minha buceta e, bem na hora que eu comecei a gemer, ele empurrou minha nuca e enfiou aquele pauzão na minha boca. Eu sentia os dois me comendo com o mesmo tesão. Um me sufocava e o outro me comia num ritmo já bem acelerado.
A gente tava nessa quando meu namorado chegou perto de mim com o cara com quem ele tava negociando a troca de minas, abraçados que nem quem vai mostrar uma mercadoria num negócio. Eu olhava pra eles mas não podia falar porque tinha a boca atravessada por um pau enorme. Mas aí percebi uma coisa que me surpreendeu e me deixou muito inquieta. O cara pra quem o Tony tava me entregando não era outro senão meu tio Gustavo. Ele tava com a camisa toda aberta, pronto pra comer a puta que tinham oferecido. Mas quando ele me viu, que era eu. A sobrinha dele. A mesma que tinha deixado ele com tesão umas horas atrás e ainda por cima tava recebendo dois paus de completos estranhos naquele exato momento, eu vi a cara dele se transformar. Percebi no olhar dele que ele tava disposto a continuar e não tinha nenhuma intenção de revelar nosso parentesco.
- Que putinha gostosa você tem, não esperava menos de você, me espera que vou falar com a minha mina - ele disse e, antes de ir, me deu um tapa na lateral da bunda. Ele se aproximou da Jasmim, que tava com a cara vermelha de tanto chupar paus, e falou no ouvido dela. Ela me olhou e sorriu de orelha a orelha. Levantou e falou com os caras que ela tava chupando. Todo mundo começou a se ajeitar. Tony sentou num sofá e puxou o pau pra fora, e a Jasmim foi de quatro até ele e começou a chupar. Os outros dois caras se posicionaram: um metendo nela por trás e o segundo de pé junto ao sofá pra revezar a boca da loira com meu namorado. Meu tio achou uma ótima ideia e ficou de pé ao lado do cara que eu tava chupando, se masturbando devagar. Ver a sobrinha dele toda puta Ele esquentou na hora e aquela rola logo ganhou volume. As veias inchadas e a cabeça molhada me convidavam a provar. Ela roçou no meu rosto como me tentando enquanto eu chupava a outra rola olhando nos olhos dele.
Já tava me esquentando a ideia de ser comida em grupo pelo meu próprio tio. Os outros caras também pareciam gostar da ideia de me comer entre três feito uma putinha gostosa. O que tava segurando minha boca soltou minha nuca e me deixou livre pra chupar do meu jeito. Então tirei ela da boca e comecei a masturbar os dois. Meu tio adorava especialmente me ter assim enquanto passava a mão devagar nos meus peitos. Comecei a lamber as pontas dos dois e sentia como eles tremiam todos ao sentir minha língua devagar na parte mais sensível das picas deles.
Senti a mão com dedos grossos do Gustavo empurrando minha nuca e a rola dele entrando devagar na minha boca. Um arrepio gostoso percorria meu pescoço. Foi entrando até minha garganta e os olhos dele viraram pra cima. Enquanto minha boca abrigava aquele tronco delicioso, minha língua lambia a parte de baixo dos ovos dele.
Olhei pro outro grupo do nosso lado no momento em que meu tio começava a bombar minha boca. A Jasmim tava montando no meu namorado e chupava as picas dos amigos dele. Do meu lado, o cara que tava me comendo deitou debaixo de mim. Colocou a rola entre os lábios da minha buceta e continuou me penetrando num ritmo frenético, mas agora também chupava meus peitos. Meus gemidos abafados pelo falo do meu tio ficavam mais intensos e isso esquentava mais todo mundo. O outro cara que tava com a gente abriu minhas nádegas por trás e começou a meter a língua no meu cu. Quando sentiu que eu tava cedendo, não hesitou e se posicionou atrás de mim, colocando a rola no anel molhado que tinha trabalhado, e soltou todo o peso de uma vez. Foi tão brutal aquele movimento que tirei a rola do meu tio da boca e soltei um grito desgarrador.
Aquele som esquentou muito todo mundo, especialmente o culpado. Devagar, começou o movimento do Culei meu tio se masturbava na minha cara vendo minha expressão de dor. Ele chegou perto do meu ouvido:
- Viu o que acontece com as putinhas que nem você, sobrinha? Terminam sempre com a buceta arrombada - minha resposta foi um olhar de raiva que fez ele rir. Aí ele me pegou de novo pelo cabelo e continuou metendo o pau na minha boca, agora com mais vontade, porque me ver sendo fodida dos dois lados deixava ele louco. Uns segundos antes de enfiar o pau até o fundo da minha garganta, eu vi de relance que a Jazmín já tava com um dos amigos também, levando pica no cu com uma perna no sofá e a outra no chão, igualzinho um pornô. A posição do cara deixava ver os dois paus entrando na namorada do meu tio enquanto o terceiro entupia a boca dela de rola. Meu namorado, que era dono de um dos paus que tavam arrebentando a Jaz, chupava os pezinhos rosados dela igual um louco. Nós duas távamos recebendo de todos os lados e os seis caras tavam se acabando de prazer.
Obviamente, essa putaria toda não passou despercebida e começou a juntar gente na beira do privado. Além dos paus e dos gemidos, eu via luzes de celular e sentia os olhares. Caras se masturbando, novinhos olhando com tesão. Era muito forte pra mim. E os caras que tavam me comendo não se intimidavam nada com a plateia, tavam metendo cada vez mais forte. O de baixo me dava chicotadas constantes com a língua nos meus peitos, além da bombada sem parar.
Mas meu tio tinha outros planos. Me levantaram e me levaram pro outro grupo. Assim que cheguei perto, comecei a beijar meu namorado, que ficou doido ao sentir nos meus lábios o gosto de outros caras.
Nisso, a Jazmín se vira e, tirando um pau da boca, começa a me beijar, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. Pra todo mundo foi muito excitante a imagem da loira e da morena num beijo de língua bem quente. Enquanto eu trocava saliva com a namorada dele, meu tio colocou o pau no meu cu e, me segurando pelo cabelo, começou a penetrar minha bunda de um jeito brutal, arrancando gemidos e... Alguns aplausos entre quem olhava. Eu começava a curtir aquele público, olhava pra eles enquanto brincava com a língua da loira. Meu namorado, sentado no sofá, alternava entre uma das minhas tetas e uma das dela. A que sobrava era apertada com força pelo meu tio.
Todo mundo percebia que tinha algo especial entre nós, mas ninguém sabia do nosso parentesco. Eu tinha os dois amigos da Jasmim do meu lado. Claramente queriam me provar também, e eu já tava disposta a fazer todos gozarem naquela altura. Comecei a bater uma pra eles dois, girando minhas mãos pra espremer bem aqueles paus. Na hora, levei um dos dois pra boca e, a partir dali, comecei a alternar entre eles enquanto levava as porradas do meu tio, que, ao me ver chupando dois paus veiudos, ficou mais excitado e metia com tudo.
Enquanto chupava, via meu namorado mordendo os lábios, como se pensasse na puta que eu tava parecendo. Ele agarrou a Jasmim pelo cabelo e começou a entalar ela violentamente, como se quisesse me mostrar o quanto ficava com tesão de me ver na putaria. Com ela abaixada entre as pernas dele, os outros dois se revezavam pra comer o cu dela. Eu ouvia alguns dos que olhavam gozando só de nos ver, e isso me excitava ainda mais, fazendo meus boquetes ficarem mais fundos e rápidos. Já queria porra, tava sedenta. Pra minha inveja, a primeira a tomar leite foi a Jas. Tony agarrou ela com força e puxou a cabeça dela pra trás. Ela deu um gemido profundo e gozou na boca dela. Eu ouvia ela continuar sugando pra não deixar escapar a porra que saía entre os lábios dela.
— Não seja egoísta, bebê, compartilha com a minha mina — disse Tony. Parei de chupar o que tava entre meus lábios e ela se aproximou de boca aberta. Dava pra ver ela mexendo a porra com a língua. A gente se fundiu num beijo muito gostoso, com o leite passando de boca em boca e escapando entre nossos lábios. Ouvi um gemido parecido com o do meu namorado atrás de mim e, um segundo depois, senti uma porra grossa e quente enchendo meu cu. Meu tio não aguentou ver a namorada dele e a sobrinha passando porra de boca a boca e me encheu a rabeta. Nós dois satisfeitos com a troca quiseram completar a noite com um último show. Formaram uma roda com os outros quatro caras que participaram e nós duas ajoelhadas no meio. Na hora percebemos o que tínhamos que fazer e começamos a chupar uma por uma enquanto eles se punhetavam atrás de gozo.
Depois ficamos juntas com as línguas pra fora e os olhos fechados e começamos a sentir a chuva de porra que banhava nossos rostos. Os gemidos eram incessantes até a última gota. Nos ver assim entregues deixava eles loucos. O tesão que geramos se espalhou quando abri os olhos e os caras ao redor tinham mudado, e a Jaz continuava chupando sem se importar com nada. Eram pelo menos o dobro da quantidade. Senti um me pegar pelo braço e imaginei que ia ser comida por todos eles, mas era meu namorado.
- Pronto, gostosona. Gostou da surpresa? - ele dizia enquanto me vestia como se eu fosse uma criança.
- Amei, amor - respondi olhando de canto pro meu tio, que também parecia estar terminando o serviço ao abotoar a camisa. Achei que ele tiraria a Jazmin daquele tumulto de caras que estavam apalpando ela e fazendo ela chupar, mas pra minha surpresa ele saiu do privado sozinho. Eu olhei confusa.
- Esse cara é doido. Sempre faz a mesma coisa. Traz umas novinhas e deixa pra todo mundo comer, conheço ele, vem de vez em quando - disse meu namorado entre risadas. Pelo visto a Jazmin não sabia desse detalhe, porque quando viu ele saindo começou a chamar ele com uma desesperação lógica, mas no lugar dele continuaram entrando caras que tiravam a roupa. Logo os chamados foram silenciados por um pau enorme que atravessou a boca dela. Quando fomos embora, o corpo da loira quase não dava pra ver no meio das pernas masculinas que a rodeavam por todo lado.
Saímos pra pedir um táxi, mas aí a cupê do meu tio parou. Ele abaixou o vidro e perguntou:
- Levo vocês, moçada? - Um sorriso de orelha a orelha se abriu no meu rosto. desenhou no rosto. Nos olhos dele, eu vi o que ele planejava e acho que meu garoto também, porque ele entrou no carro, sentou atrás e me deixou no banco do carona. Assim que subiu o vidro, meu tio abaixou o zíper da calça e perguntou pra onde a gente ia, Tony. Eu me abaixei no colo dele e fiquei chupando a pica dele o caminho inteiro de volta, sob o olhar atento do meu namorado cúmplice.
19 comentários - A orgia mais inesperada
Como se extrañaban tus relatos!
Volvé a postear más seguido, no sabes como me pones la pija y la leche que he sacado con tus relatos!
PD: Siempre he querido saber a qué se debe tu gusto por el incesto
Te mando mp y me das un adelanto? jaja
espero saber de vos en los relatos próximos, vas a tener toda mi atención cuando comentes. besitos