Em outro relato, contei sobre a veterana do trabalho. A gente ficou um tempão transando, cada vez melhor. Sempre fora de casa. Em motéis, no meu carro e em hotéis quando viajávamos. O nosso trampo tinha pelo menos umas 5 viagens por ano, às vezes mais.
Nessas viagens, íamos vários, sempre no mesmo hotel e, muitas vezes, dividindo quartos, homem com homem e mulher com mulher. Na época que eu e a veterana estávamos no auge, essas viagens eram ótimas, porque a gente brincava com fogo, procurando lugares ou momentos pra fazer qualquer coisa.
Ela tinha um certo cargo no trabalho e muitas vezes ficava com quarto sozinha. Numa dessas viagens em que ela tava sem ninguém no quarto, me chamou pra resolver uns roles de trampo no fim da tarde, um pouco antes de ir pra um jantar de trabalho. Desci como se nada, sem pensar no que ia rolar.
Ela deixou a porta entreaberta e mandou eu entrar. Entrei e não tinha ninguém. Fechei a porta e me joguei na cama. Nisso, do banheiro, sai ela toda enrolada em toalhas, porque tinha acabado de sair do chuveiro. Me olhou e tirou a toalha, com uma cara de puta que era incrível.
A gente começou a se pegar ferozmente. De pé, se beijando de língua, mão boba… Eu já tava de pau duro pra caralho. Queria comer ela ali mesmo. Nisso, ouvimos uns barulhos e percebemos que no quarto ao lado tinha uns colegas de trabalho. “Para, vão nos pegar”, ela dizia.
Como vocês sabem, nós dois éramos solteiros, mas ela tinha medo de descobrirem no escritório que tava comendo um cara do trampo. Ela quis parar, e eu, muito tarado, levei ela pro banheiro. Falei “aqui não vão ouvir nada” e comecei a chupar aquelas tetonas enormes de veterana que ela tinha.
Ela se deixava levar e respirava pesado de prazer. Uns gemidos de tesão começaram a escapar. “Não aguento mais…” falando meu nome. “Vira, quero te comer por trás.” “Vai… mete tudo, rápido, não quero que nos vejam.”
“Então não fala nomes. Tudo, menos isso, ok?” e naquele momento eu meti. “Ahhhhh sim, filho da puta.”
Segurei ela. da cintura e comecei a meter nela, forte e rápido. Não tinha muito tempo. Ela se abaixava me dando a raba e gemia muito, só repetindo “sim, sim, sim...” sem parar.
Não tinha colocado camisinha e quando ela percebeu que eu ia gozar tudo, me disse “dentro não, dentro não, parei com os remédios, dentro não”. Isso me deixou louco e tive que tirar rápido. E enchi a raba e as costas dela de porra.
Queria que ela gozasse também, mas ela tava com aquele medo de se alguém tinha nos ouvido ou não. Não me deixou fazer nada, e olha que eu tava era tesudo. Aí me arrumei a roupa e ela mandou eu vazar.
Mas fazer o quê, nessa viagem ainda ia rolar mais.
Nessas viagens, íamos vários, sempre no mesmo hotel e, muitas vezes, dividindo quartos, homem com homem e mulher com mulher. Na época que eu e a veterana estávamos no auge, essas viagens eram ótimas, porque a gente brincava com fogo, procurando lugares ou momentos pra fazer qualquer coisa.
Ela tinha um certo cargo no trabalho e muitas vezes ficava com quarto sozinha. Numa dessas viagens em que ela tava sem ninguém no quarto, me chamou pra resolver uns roles de trampo no fim da tarde, um pouco antes de ir pra um jantar de trabalho. Desci como se nada, sem pensar no que ia rolar.
Ela deixou a porta entreaberta e mandou eu entrar. Entrei e não tinha ninguém. Fechei a porta e me joguei na cama. Nisso, do banheiro, sai ela toda enrolada em toalhas, porque tinha acabado de sair do chuveiro. Me olhou e tirou a toalha, com uma cara de puta que era incrível.
A gente começou a se pegar ferozmente. De pé, se beijando de língua, mão boba… Eu já tava de pau duro pra caralho. Queria comer ela ali mesmo. Nisso, ouvimos uns barulhos e percebemos que no quarto ao lado tinha uns colegas de trabalho. “Para, vão nos pegar”, ela dizia.
Como vocês sabem, nós dois éramos solteiros, mas ela tinha medo de descobrirem no escritório que tava comendo um cara do trampo. Ela quis parar, e eu, muito tarado, levei ela pro banheiro. Falei “aqui não vão ouvir nada” e comecei a chupar aquelas tetonas enormes de veterana que ela tinha.
Ela se deixava levar e respirava pesado de prazer. Uns gemidos de tesão começaram a escapar. “Não aguento mais…” falando meu nome. “Vira, quero te comer por trás.” “Vai… mete tudo, rápido, não quero que nos vejam.”
“Então não fala nomes. Tudo, menos isso, ok?” e naquele momento eu meti. “Ahhhhh sim, filho da puta.”
Segurei ela. da cintura e comecei a meter nela, forte e rápido. Não tinha muito tempo. Ela se abaixava me dando a raba e gemia muito, só repetindo “sim, sim, sim...” sem parar.
Não tinha colocado camisinha e quando ela percebeu que eu ia gozar tudo, me disse “dentro não, dentro não, parei com os remédios, dentro não”. Isso me deixou louco e tive que tirar rápido. E enchi a raba e as costas dela de porra.
Queria que ela gozasse também, mas ela tava com aquele medo de se alguém tinha nos ouvido ou não. Não me deixou fazer nada, e olha que eu tava era tesudo. Aí me arrumei a roupa e ela mandou eu vazar.
Mas fazer o quê, nessa viagem ainda ia rolar mais.
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