Isso que vou contar aconteceu há muito tempo, mas quando lembro, não paro de ficar excitada com a situação. Era primavera, tinha acabado de fazer 18 anos e sentia que isso era o suficiente pra começar a experimentar tudo que me chamava atenção, principalmente no sexo. Tinha uma ex-colega de escola que não via há um tempo. Saímos algumas vezes pra dançar e ela vinha dormir em casa, confesso que a gente vinha meio alterada pelo álcool e acabava dormindo na minha cama, abraçadas e mortas de cansaço.
Num sábado, combinamos de sair, mas dessa vez iríamos pra casa dela por questão de conforto, já que ficava mais perto da balada. Dançamos e bebemos muito, conhecemos um cara e, de brincadeira, começamos a provocar ele e a dar em cima. A gente se tocava, com certa cumplicidade beijávamos o pescoço, a boca, e assim nos divertimos até que dissemos que íamos ao banheiro e sumimos. Decidimos vazar de uma vez; já era tarde, então pegamos um táxi e fomos embora.
Chegamos e entramos devagar, tiramos as sandálias pra não fazer barulho e acordar os pais. Ainda estávamos nos provocando e não parávamos de rir daquela noite. Tiramos a roupa, ela me emprestou uma camiseta que tinha por lá pra ficar mais confortável. Tirou o vestido e mostrou os peitos, pude ver aqueles mamilos rosados e duros. Rindo e me fazendo de boba, toquei neles. Como não houve reação ruim, apertei e falei que era a primeira vez que tocava em outra mulher. Ela sorriu e disse pra eu continuar e chupar então.
Entre brincadeiras e risadas, tudo foi rolando. Começamos a brincar, experimentando uma com a outra. Ela tirou minha camiseta e começou a chupar meus peitos, brincava com a língua no meu mamilo. Eu tava excitadíssima, morria de vontade de ter uma piroca gostosa na minha buceta. Fiquei deitada e enquanto ela provou minha buceta molhada, me deu a dela, fazendo um belo 69. Aquela buceta era gostosa; pequenina, rosada, bem de menina. Enquanto enfiava meus dedos, olhei como ela fazia. Mas ao mesmo tempo percebi que não notamos que a porta Ela estava entreaberta. Naquele momento, não importou. Enfiei minha língua e mexi rápido até sentir um gemido, empurrando a buceta dela forte na minha cara. Chupei todo aquele suquinho e descansei. Ouvimos um barulho e nos assustamos. Eu não consegui gozar, tava muito excitada mas não cheguei lá. O medo de alguém ter ouvido ela quando gozou tomou conta de nós duas, então preferimos dormir. Ela sorriu, virou de lado e dormiu. Mas eu não consegui, tinha ficado muito quente. Levantei devagar e fui no banheiro. Achei que todo mundo tava dormindo e entrei direto. Foi aí que encontrei o pai da minha amiga pelado, se tocando. Pedi desculpas e tentei fechar a porta, mas ele me agarrou e me puxou pra dentro. — Eu vi vocês, e olha como fiquei — comentou, enquanto levava minha mão pro pau dele. Aquele pau tava explodindo, duríssimo, e eu não pensei muito, me ajoelhei e chupei ele, sentia como ele gostava, me chamava de "gostosa". "Chupa, gostosa, come meu pau, isso, gostosa..." Me colocou contra o espelho e começou a me foder. Meteu bem fundo. Só umas poucas vezes e tive um dos melhores orgasmos da minha vida, me molhei toda enquanto ele me comia com mais força e rapidez. Quando não aguentou mais, me ajoelhei e ele disse: — Abre a boca, gostosa, põe a língua pra fora e toma o leite do papai. Fiz isso, pedia aquele leite igual uma putinha. Esperei e foi muito; encheu minha cara e minha boca. Com o pau dele, juntava o leite do meu rosto e me dava pra chupar. Pediu pra eu engolir, e eu engoli. Aquele pau ficou bem limpinho. Naquela manhã, tive um dos melhores orgasmos da minha vida, e assim, cheinha, me meti na cama pra descansar.
Num sábado, combinamos de sair, mas dessa vez iríamos pra casa dela por questão de conforto, já que ficava mais perto da balada. Dançamos e bebemos muito, conhecemos um cara e, de brincadeira, começamos a provocar ele e a dar em cima. A gente se tocava, com certa cumplicidade beijávamos o pescoço, a boca, e assim nos divertimos até que dissemos que íamos ao banheiro e sumimos. Decidimos vazar de uma vez; já era tarde, então pegamos um táxi e fomos embora.
Chegamos e entramos devagar, tiramos as sandálias pra não fazer barulho e acordar os pais. Ainda estávamos nos provocando e não parávamos de rir daquela noite. Tiramos a roupa, ela me emprestou uma camiseta que tinha por lá pra ficar mais confortável. Tirou o vestido e mostrou os peitos, pude ver aqueles mamilos rosados e duros. Rindo e me fazendo de boba, toquei neles. Como não houve reação ruim, apertei e falei que era a primeira vez que tocava em outra mulher. Ela sorriu e disse pra eu continuar e chupar então.
Entre brincadeiras e risadas, tudo foi rolando. Começamos a brincar, experimentando uma com a outra. Ela tirou minha camiseta e começou a chupar meus peitos, brincava com a língua no meu mamilo. Eu tava excitadíssima, morria de vontade de ter uma piroca gostosa na minha buceta. Fiquei deitada e enquanto ela provou minha buceta molhada, me deu a dela, fazendo um belo 69. Aquela buceta era gostosa; pequenina, rosada, bem de menina. Enquanto enfiava meus dedos, olhei como ela fazia. Mas ao mesmo tempo percebi que não notamos que a porta Ela estava entreaberta. Naquele momento, não importou. Enfiei minha língua e mexi rápido até sentir um gemido, empurrando a buceta dela forte na minha cara. Chupei todo aquele suquinho e descansei. Ouvimos um barulho e nos assustamos. Eu não consegui gozar, tava muito excitada mas não cheguei lá. O medo de alguém ter ouvido ela quando gozou tomou conta de nós duas, então preferimos dormir. Ela sorriu, virou de lado e dormiu. Mas eu não consegui, tinha ficado muito quente. Levantei devagar e fui no banheiro. Achei que todo mundo tava dormindo e entrei direto. Foi aí que encontrei o pai da minha amiga pelado, se tocando. Pedi desculpas e tentei fechar a porta, mas ele me agarrou e me puxou pra dentro. — Eu vi vocês, e olha como fiquei — comentou, enquanto levava minha mão pro pau dele. Aquele pau tava explodindo, duríssimo, e eu não pensei muito, me ajoelhei e chupei ele, sentia como ele gostava, me chamava de "gostosa". "Chupa, gostosa, come meu pau, isso, gostosa..." Me colocou contra o espelho e começou a me foder. Meteu bem fundo. Só umas poucas vezes e tive um dos melhores orgasmos da minha vida, me molhei toda enquanto ele me comia com mais força e rapidez. Quando não aguentou mais, me ajoelhei e ele disse: — Abre a boca, gostosa, põe a língua pra fora e toma o leite do papai. Fiz isso, pedia aquele leite igual uma putinha. Esperei e foi muito; encheu minha cara e minha boca. Com o pau dele, juntava o leite do meu rosto e me dava pra chupar. Pediu pra eu engolir, e eu engoli. Aquele pau ficou bem limpinho. Naquela manhã, tive um dos melhores orgasmos da minha vida, e assim, cheinha, me meti na cama pra descansar.
6 comentários - Uma noite com minha amiga e o pai dela