O verão que mudou tudo. Minha filha Alicia e eu vivíamos como casados, não dá pra dizer que foi amor à primeira vista, mas chegou perto. Obviamente, ela era a imagem do puro tesão, com seu jeito de menina "bem-comportada"... cabelo castanho em camadas, alisado com mechas discretas, roupas caras, brincos de pérola, enfim, todo o uniforme de estudante patricinha. Eu nunca fui um cara especialmente atraente, mas me viro bem em situações intimistas e tenho bastante lábia. Depois de começarmos a morar juntos por alguns dias por acaso, nos apaixonamos de repente, e se desenhava uma das épocas mais felizes da minha vida... sonhávamos com o futuro, nos comprometíamos com causas sociais, saíamos pra festejar... Éramos um casal muito popular entre meus amigos, o pessoal sempre nos convidava pros seus eventos porque éramos gente simpática e educada (Alicia é especialmente sorridente), tínhamos uma conversa agradável, e claro, minha menina deslumbrava com sua beleza discreta onde quer que fosse. Era uma garota tremendamente gostosa, mas nada extravagante. Seu corpo pequeno, mas bem proporcionado, seu rosto angelical de menina boazinha, e seu sorriso eterno e acolhedor faziam com que todos os caras sentissem uma atração repentina por ela. Não era muito alta, mas tinha curvas generosas, o que fazia qualquer otário pensar que ela estava ao alcance dele, quando na verdade minha doce Alicia era uma mulher maravilhosa em todos os aspectos, físicos, emocionais e intelectuais, e sempre esteve, desde a adolescência, ao alcance de pouquíssimos escolhidos. Sei que teve vários namorados no colégio, quem a desvirginou aos 15 anos e depois outros que não estavam à altura, como ela mesma me disse. No começo, sofri em silêncio alguns ataques de ciúmes quando alguém era especialmente carinhoso com ela, mas quando entendi que isso nos acompanharia a vida toda e que ela me amava com amor sincero e fiel, esses pensamentos desapareceram. Os meses passaram e Alicia foi se tornando uma mulher incrível; com certeza eu tinha ganhado na loteria e, pra completar, a cada dia nos amávamos mais. Eu estava satisfeito com um bom emprego muito bem pago, então começamos a levar uma vida agradável e sem apertos.
Jantares com amigos, baladas, shows, viagens pelo mundo inteiro e esse tipo de coisa… Só faltava a gente casar, mas isso era desnecessário, nós dois tínhamos um contrato vitalício e além, assinado no nosso sangue, nos nossos genes compartilhados. Como era de se imaginar entre um pai e uma filha, no começo nenhum dos dois tinha interesse em ter filhos, então a gente tinha tudo só pra gente. Nossa vida sexual era escandalosamente maravilhosa; o sexo com ela é, até hoje, como uma espécie de droga da qual é impossível se desvencilhar. No entanto, por trás do jeito doce e da aparência ingênua da Alicia, descobriu-se que ela era uma verdadeira safada, disposta a aproveitar o corpo e os sentidos ao máximo, sem nenhum tipo de pudor moral. O INCESTO é supervalorizado, a gente dizia. Grande parte desse prazer ela conseguia ao me proporcionar prazer, o que a tornava uma amante lasciva, complacente e muito ativa. Abertos a experimentar qualquer jogo ou prática sexual que pudesse ser feita a dois, a gente costumava usar todo tipo de brinquedos e acessórios nas nossas fantasias. A gente trepava a qualquer hora, em qualquer lugar, em banheiros de bares e restaurantes, em parques, em portas de prédios, na cabine do caminhão era mais que frequente, já que era nosso segundo lar… e em casa, claro. Anal, beijo grego, algemas, lubrificantes, consolos… de tudo tinha no repertório. Um jogo que a gente adorava especialmente era o seguinte… como ela parece e é mais nova que eu, e eu comecei a ter os primeiros fios brancos nas têmporas e na barba, a gente gostava de acentuar essa diferença de idade com as nossas roupas, e sair na rua. Eu me vestia de acordo com a minha idade e ela com tranças ou rabo de cavalo. no cabelo, e usava saias xadrez curtas e meias até os joelhos. Nessas ocasiões, a gente costumava jantar em algum McDonald's, entre famílias tradicionais. A roupa e o penteado davam um toque ambíguo à Alicia, que aos olhos de qualquer estranho podia ter uns 14 anos quando começamos a fazer isso. De sobremesa, ela sempre pedia um sorvete, e comia saboreando com gosto, de pernas abertas enquanto eu a observava. Depois, a gente ia pra algum hotel, e sob o olhar desaprovador da recepcionista, pegávamos um quarto por uma noite só. Depois de várias horas sendo o centro das atenções, os dois chegávamos no quarto excitados até o paroxismo, então as sessões mais sujas e selvagens de sexo rolavam nessas ocasiões. Eu ficava muito excitado com a roupa de "Lolita" dela, mas mais ainda imaginando em segredo que ela compartilhava esses gostos comigo e queria brincar com um jovem efebo. Sem dúvida, o sexo era o terceiro grande pilar que sustentava nossa relação, junto com a admiração intelectual e o forte amor que sentíamos um pelo outro…. A gente não decidiu que ela engravidasse, simplesmente aconteceu porque não colocamos objeção… Poucos meses depois de começar nossa aventura eletrizante, a Alicia engravidou do nosso primeiro filho. Os nove meses seguintes foram quase perfeitos (os dois iludidos e apaixonados), exceto por um pequeno detalhe (ou nem tão pequeno). No terceiro mês de gravidez, o ginecologista descobriu que as dores que ela sentia às vezes, minha doce menina, eram por causa de uma má posição da placenta: não era perigoso, mas a penetração ficava suspensa até não ter risco de parto prematuro. A gente continuou praticando outros tipos de sexo, mas não poder finalizar as sessões com uma penetração quente e prolongada da minha barra de aço na buceta dela começou a cobrar seu preço rapidinho. Logo estávamos os dois mais quentes que uma cafeteira, especialmente eu. Alicia, que Não queria arriscar nada, nem sequer me permitia penetrar aquela buceta deliciosa dela, então a gente se masturbava todo dia e tinha umas conversas super picantes. Nossa pequena Alexis nasceu num 20 de agosto com pouco mais de 3 quilos. Quem é pai ou mãe vai entender o terremoto que é a chegada do primeiro filho pra um casal. Nosso mundo inteiro virou de cabeça pra baixo, e tomados pelo amor e pela responsabilidade, nos dedicamos de corpo e alma a criar nosso pequeno. Agora formávamos um time perfeito. A Alicia estava mais gostosa do que nunca; dizem que a maternidade favorece todas as mulheres, e com ela não foi exceção. Os olhos dela sorriam safados, a pele brilhava. O corpo dela quase não mudou nada. O período de amamentação durou só uns seis meses, então os peitos dela, depois de incharem e caírem um pouquinho, quase não perderam a forma ou o tamanho por causa da juventude dela, a recuperação do corpo foi quase instantânea. Acho que tem que ter sorte com a genética, e ela tinha. Logo percebemos que nossa vida tinha mudado completamente. A gente tinha saído da tal "zona de conforto", e agora tudo girava em torno do nosso pequeno. Acabaram-se as saídas noturnas e as viagens. O sexo também não voltou com a mesma paixão de antes; não é que a gente não tivesse a mesma vontade de sempre, é que a gente tava morto de cansaço. Todos esses fatores se juntaram pra que, no verão seguinte, nossa vida desse uma nova virada… O verão tava chegando, e com ele, as férias. Normalmente a gente pegava um avião e visitava alguma cidade distante, mas com uma criança de oito meses, a coisa mudava. Não é que a gente seja mochileiro, mas a gente costuma viajar com o básico, anda muitos quilômetros pra visitar um monte de coisas…, então a gente pensou que, dessa vez, não seria ruim alugar uma casa na praia e relaxar na areia por duas ou três semanas. Além disso, a gente merecia um descanso. Depois das pesquisas de sempre na internet, a Alicia encontrou um duplex charmoso na costa catalã, sem piscina, mas na segunda fileira da praia. A área não era muito lotada de turistas por causa dos preços que rolavam por lá, e as fotos eram promissoras, então a gente decidiu alugar. Na noite antes de partir, com a maior parte da bagagem já no carro, eu estava na varanda, lendo um livro e tomando uma taça de vinho, quando a Alicia chegou e me avisou que a Alexis já tinha dormido.
Quando ela parou bem na frente da lâmpada, a silhueta do corpo dela se desenhou dentro do vestidinho branco ibicenco. Dava pra perceber, pelo tom da voz, que ela queria sexo; é uma coisa que acontece quando você passa muito tempo com alguém ou é sua própria filha. Eu fingi indiferença, respondendo seco… sabia que às vezes ela gostava de ficar excitada e implorar pelo orgasmo dela ronronando. Ela se aproximou e sentou em cima de mim, abrindo as pernas. Continuei lendo como se não fosse sensível ao contato das bundas dela nas minhas coxas e ao cheiro almiscarado do suor dela. Ela tinha prendido o cabelo liso e lindo castanho num rabo de cavalo; pelo decote dava pra ver o começo e o fim do colo dela. Ela apoiou os antebraços nos meus ombros e cobriu meu pescoço de beijinhos, sussurrando… Fiquei olhando as fotos do duplex de novo. O terreno é cercado por uns pinheiros bem fechados.
O hálito quente dela se espalhava pelos pelos do meu peito; a voz doce e acolhedora dela, o calor da noite de verão… Tudo isso me deu uma ereção foda que subiu dentro da calça acima das coxas. Ela sentiu e começou a se esfregar contra ela. Continuou… Quero que a gente faça uma coisa esses dias. A praia onde vamos é de família e não podemos dar o show, mas em casa quero que roupa seja proibida. A gente vai ficar o dia todo pelados e vamos foder pra caralho. Todo dia, várias vezes; em todos os cômodos da casa e no jardim também. A ideia me Encantou… Vou te deixar seco… vou te foder todo dia até suas pernas tremerem. Enquanto dizia isso, tinha soltado da sunga o baita pauzão que eu tenho, e depois de esfregar os lábios da buceta e o clitóris nele através da calcinha fio dental, encaixou ele entre as nádegas, subindo pelo caminho que mostrava a fenda entre as bandas. Sentir o roçar livre contra a pele macia das nádegas causado pelo movimento caprichoso da bacia dela se traduzia num aumento do meu desejo… Vou te dar bom dia todo dia com uma mamada foda. Quero que você passe os dias inteiros de pau duro... que minha bunda e minha bucetinha não parem de jorrar seu leite. Eu não sabia se as palavras dela ou as carícias eram mais excitantes. Beijei e passei a mão no pescoço dela, saboreando o sal do suor. Ela puxou a calcinha fio dental de lado e, num movimento elétrico, conseguiu enfiar ela mesma meu pau em estado de mastro. No começo foi um movimento circular lento, com o qual minha cabeça explorou os lugares mais escondidos da buceta dela. O calor e a umidade que a boceta dela soltava eram suficientes pra me fazer sentir relâmpagos de prazer… não precisava de fricção nem roçar. Quando ela começou a cavalgar, continuou falando putaria… Filho da puta, me enche inteira. Vou te deixar seco, você vai emagrecer esses dias… ah sim!, continua me fodendo assim… Mmmmhhhh adoro seu pau, vou desgastar ele. Oh, oh, ah, continua, continua…!! VOCÊ NÃO QUER ME ENGRAVIDAR DE NOVO?! Eu já tava muito excitada, a voz sussurrando, as putarias, e o calor da boceta dela me arrancaram em busca de um orgasmo foda… Não parava de me masturbar, de esfregar o pau dela nos meus lábios que já estavam inchadíssimos e de torturar com a cabecinha dura dele meu clitóris… quando aquela cabeça já devia estar, dentro da minha buceta por direito. Sem querer, eu já tava empurrando minha bacia contra a dela pra devorar com meu coelho faminto aquele pedaço de vara que ele tinha. Quero que você meta… que meta de uma vez que não aguento mais… Uff...!! Se continuar assim, vou gozar antes de você enfiar, papai, não seja filho da puta me fazendo sofrer... Você é minha princesa linda...! Quer ser também minha princesinha vadia?! Siiim, vou ser toda sua, meu amor... Só enfia em mim...! Doeu um pouco porque, ao meter o pau na rachadura, ele pressionou com muita força. Não foi nada delicado com a bucetinha da filha dele... Gritei um pouco alto aliviando a estocada. Rapidamente puxei o corpo dele para se deitar sobre mim, arranhei suas costas. Para não continuar gritando, mordi seu pescoço, e ele aguentou como um verdadeiro macho enquanto seu pau enorme abria caminho no meu interior quente e molhado. Sentia de novo, apaziguada, o rabo quente, duro e cheio de veias de garanhão! Os dois ofegávamos nos olhando enquanto seu quadril descrevia um vai e vem suculento que me deixava louca. Queria dizer que o amava, com certeza ele também, mas algo em nós dois impedia naquela voragem canal. De qualquer forma, eu estava mais que feliz, depois de quase uma semana e meia sem ter meu macho dentro de mim, ficando com tesão dia após dia, finalmente podia me vingar. Sebastião conhecia os truques para me deixar como uma puta no cio. Seu pau descrevia círculos leves dentro de mim, antes de avançar até o fundo. Essas órbitas ajudavam a expandir minhas paredes vaginais, melhorando a penetração sem me machucar. Ele tirava um pouquinho e voltava a desenhar formas circulares, fazia com tanto carinho que lágrimas brotavam dos meus olhos pelo amor com que fodíamos. Minhas pernas e braços pendiam rendidos, já não conseguia controlá-los, minha boquinha não dizia nada compreensível, só resmungava e gemia como uma porca empalada até o estômago. De vez em quando ele me beijava e chupava meus lábios, enfiava a língua e brincávamos com elas lascivamente. Meus olhos já não viam nada, estavam vidrados... Era tudo branco. Me sentia no céu sentindo o pau percutor abrindo minha carne tão deliciosamente. Nem meu melhor namorado soube foder como ele estava fazendo. Ele estava me enfiando magistralmente e meu coelhinho engolia a rola inteira, apertando com meus músculos da buceta para chupar melhor e fazer meu macho saber o que era uma boa ninfomaníaca. Meu PAI me respeitava me fazendo gozar! Eu me sentia muito orgulhosa dele e de ter conseguido ser uma grande ninfomaníaca de paus grossos... Lá no fundo, ouvi meu celular, que me trouxe de volta ao mundo real, com certeza era minha mãe me ligando depois de voltar da viagem com o novo namorado... Mas eu não tava nem aí pro mundo quando estava gozando com o Sebas. Assim como meu pai rompeu tudo pra ficar comigo, eu não teria problemas em ser dele pra sempre. Sebastián olhou pro meu celular, sorrindo ao ver a chamada recebida da ex dele..., depois me beijou com muita força, lambeu meus lábios tão ressecados pela hiperventilação dos meus gemidos depois de uma foda tão boa, e depois minha bochecha corada. Ele era tão fofo comigo, sem deixar de ser bruto com minha buceta! Viramos de lado, eu fiquei por cima dele, abri bem as pernas pra encaixar entre as dele e enfiar o pau dele até as bolas enormes que ele tem... Foi quando começamos a foder mais forte, mais rápido, eu rebolando com a cintura e ele se levantando pra buscar minha buceta numa metida e tirada brutal, onde os ovos dele balançavam pra cima e pra baixo no mesmo ritmo, batendo na minha vulva como se fosse uma parede de frontão. Com certeza ele queria me deixar mais louca a ponto de esquecer o celular e a ligação da minha mãe. E foi assim, eu me rendi ao pau lindo e venoso dele, que ficava encharcado com meus sucos branquinhos por causa das sacudidas sem parar do pau dele na minha bucetinha, como se fosse uma batedeira. Segurando minha cintura e eu apoiada no peito e nos ombros dele, tentando manter o equilíbrio, ele me perfurava sem pensar. Eu me deitava sobre ele e me levantava, dando sentadas fortes com enfiadas profundas..., meus gemidos, quase gritos, se misturavam com o som do chape-chape dos nossos corpos se chocando, criando um clima de Luxúria cativa. Mudamos pro sofá, me deitei de ladinho nos almofadões, apertando com as duas mãos e mordendo a colcha que cobria o sofá. De repente, os dedos saíram de dentro de mim e senti a pressão que meu gostoso macho fazia com a ponta do pau no meu esfíncter. Aaai! Gritei quando vi ele abrindo caminho, castigando o anel da minha bunda. Abri os olhos arregalados de tanta dor que tava sentindo. Ele não teve pena nem consideração nenhuma, só cuspiu no meu cu pra lubrificar a entrada. Tava enfiando de pouquinho em pouquinho até o fundo. Não que ele tivesse com pressa, mas também não parou mesmo com meus gritos, como se não ligasse pra dor e sofrimento da sua querida PRINCESA. Tentei impedir, fugindo inutilmente pra frente, e acabei caindo de bruços no sofá. Meu pai empurrava com força enquanto os dois corpos caíam exaustos na briga em cima do sofá. Ele me deixou imobilizada com o peso do corpo dele no meu, e porque segurou minhas mãos por cima da minha cabeça, dificultando eu me mexer e espernear pra tirar o pau de dentro de mim. Teve uns segundos de luta entre nós dois, que só aumentaram meu tesão e um pouco de dor que ia sumindo em poucos segundos, até que, submissa às vontades dele, parei de resistir. Não parecia o amante do começo, e isso mexia comigo… ser comida com força era algo que eu gostava cada vez mais, era a fórmula perfeita pra me deixar rendida a qualquer desejo do macho que me fodia… Porra, amor, cuidado, por favor, dói muito se você enfiar com força…! Falei enquanto parava de fazer força e tentava me concentrar em aguentar a dor. Sssschhhht! Meu pai fez silêncio, me dando a entender pra relaxar enquanto começava a me comer devagar… Aproveita, porque juro que é a última vez que a gente faz isso…, falei, completamente derretida. resignada a aguentar caladinha a porrada no cu como se fosse uma penitência. *Ssschhht!* Assoviou de novo o Sebas tentando me passar uma calma absurda que não chegava em mim. Largou minhas mãos pra puxar pro lado o cabelo que cobria meu rosto. O egoísta queria se deliciar vendo minhas caretas e expressões de dor e prazer... *Vai logo, filho da puta, termina de uma vez!* Falei puta da vida provocando ele a se mexer mais rápido, essa linguagem suja eu sabia que deixava a rola dele dura e eu não me segurava soltando a língua quando ele me comia tão brutalmente. Dessa vez ele me obedeceu e começou a se mover mais rápido. *Ah, ah, ah, ah...!* Gritava sem conseguir evitar a cada metida que eu levava, liberando o tesão que sentia. Por sorte, senti no meu cu todo arrombado as primeiras contrações da rola do meu macho. *Isso aí, filho da puta, goza, goza no cu da sua princesinha!!* Falei entre um gemido e outro provocando ele pra acabar logo com minha doce agonia. Ele acelerou o ritmo da respiração, mostrando que tava prestes a gozar... *Assim, isso aí, meu amor, assim... Goza dentro do meu cu!!* Incentivei ele tentando distrair minha mente... *Oooh, oooh siim!!* Ele calou meu fôlego com a voz enquanto eu sentia uma porra grossa e quente inundar minhas entranhas, a rola dele pulsando e dilatando meu cu a cada espasmo. Não foram mais que três ou quatro jatos de porra que esvaziaram as bolas cheias dele, quando senti ele tirar e na mesma hora meter no meu pussy... Irritada, sem forças pra negar, ele encaixou rápido pra me foder o pussy por mais uns dois minutos... em nada gozou de novo... Não dava pra acreditar... *Tô gozando de novo, Alicia! Mmff!* O sofá parecia que ia quebrar de tanto balançar com as porradas fortes que ele dava no meu corpinho. *Faz dentro, por favor, mmm... ufff... tomei a pílula...* Você é uma mina foda, sério, se preparou bem pra curtir de O lindo do papai, né? Mmfff…!! Ele me segurou forte pelo quadril e a cara dele ficou muito estranha. Ele ofegou bem forte e os olhos dele pareciam querer virar. Ele enfiou até o fundo depois de um sprint com uma meta de gozar a todo vapor, daquelas que chamam de arrebatamento toda a porra que ainda estava alojada nos ovos dele, e em menos de vinte segundos de fortes penetradas a todo vapor com as bolas batendo na minha bucetinha, senti de novo o esperma quente dele…, agora dentro da minha xereca com longos jatos de leite que o grande capudo inchado cuspia. Ele ficou me dando timidamente por mais alguns segundos o mais fundo que conseguia enfiar o pau no meu útero…. Agora sim, esses ovos que produzem porra pra engravidar uma vaca estão secos. Ele se afastou de mim assim que terminou de esvaziar toda a semente dele… os jatos de porra explodiram dentro da minha buceta se alojando no fundo da minha vagina, bem no colo do útero. Foi incrível como eu estava excitada pra ele ter gozado tão rápido na segunda vez, quase sem tirar a gente pode dizer que eu tomei duas gozadas. Ele é um garanhão ou não é um grande garanhão?! Eu estava morta, feliz mas muito cansada, jogada sobre as almofadas do sofá com minha bunda e bucetinha escorrendo sêmen…. Em nada nossos fluidos se uniram numa poção viscosa e morna que escorreu pelas bolas dele ao vazar vulgarmente dos meus buracos abertos... De lá eu perguntei fracamente… Ei, Sebas… Comigo é melhor do que com a mamãe…? Pode ter certeza, Princesa, contigo é a melhor coisa que já me aconteceu na vida… Continua...
Jantares com amigos, baladas, shows, viagens pelo mundo inteiro e esse tipo de coisa… Só faltava a gente casar, mas isso era desnecessário, nós dois tínhamos um contrato vitalício e além, assinado no nosso sangue, nos nossos genes compartilhados. Como era de se imaginar entre um pai e uma filha, no começo nenhum dos dois tinha interesse em ter filhos, então a gente tinha tudo só pra gente. Nossa vida sexual era escandalosamente maravilhosa; o sexo com ela é, até hoje, como uma espécie de droga da qual é impossível se desvencilhar. No entanto, por trás do jeito doce e da aparência ingênua da Alicia, descobriu-se que ela era uma verdadeira safada, disposta a aproveitar o corpo e os sentidos ao máximo, sem nenhum tipo de pudor moral. O INCESTO é supervalorizado, a gente dizia. Grande parte desse prazer ela conseguia ao me proporcionar prazer, o que a tornava uma amante lasciva, complacente e muito ativa. Abertos a experimentar qualquer jogo ou prática sexual que pudesse ser feita a dois, a gente costumava usar todo tipo de brinquedos e acessórios nas nossas fantasias. A gente trepava a qualquer hora, em qualquer lugar, em banheiros de bares e restaurantes, em parques, em portas de prédios, na cabine do caminhão era mais que frequente, já que era nosso segundo lar… e em casa, claro. Anal, beijo grego, algemas, lubrificantes, consolos… de tudo tinha no repertório. Um jogo que a gente adorava especialmente era o seguinte… como ela parece e é mais nova que eu, e eu comecei a ter os primeiros fios brancos nas têmporas e na barba, a gente gostava de acentuar essa diferença de idade com as nossas roupas, e sair na rua. Eu me vestia de acordo com a minha idade e ela com tranças ou rabo de cavalo. no cabelo, e usava saias xadrez curtas e meias até os joelhos. Nessas ocasiões, a gente costumava jantar em algum McDonald's, entre famílias tradicionais. A roupa e o penteado davam um toque ambíguo à Alicia, que aos olhos de qualquer estranho podia ter uns 14 anos quando começamos a fazer isso. De sobremesa, ela sempre pedia um sorvete, e comia saboreando com gosto, de pernas abertas enquanto eu a observava. Depois, a gente ia pra algum hotel, e sob o olhar desaprovador da recepcionista, pegávamos um quarto por uma noite só. Depois de várias horas sendo o centro das atenções, os dois chegávamos no quarto excitados até o paroxismo, então as sessões mais sujas e selvagens de sexo rolavam nessas ocasiões. Eu ficava muito excitado com a roupa de "Lolita" dela, mas mais ainda imaginando em segredo que ela compartilhava esses gostos comigo e queria brincar com um jovem efebo. Sem dúvida, o sexo era o terceiro grande pilar que sustentava nossa relação, junto com a admiração intelectual e o forte amor que sentíamos um pelo outro…. A gente não decidiu que ela engravidasse, simplesmente aconteceu porque não colocamos objeção… Poucos meses depois de começar nossa aventura eletrizante, a Alicia engravidou do nosso primeiro filho. Os nove meses seguintes foram quase perfeitos (os dois iludidos e apaixonados), exceto por um pequeno detalhe (ou nem tão pequeno). No terceiro mês de gravidez, o ginecologista descobriu que as dores que ela sentia às vezes, minha doce menina, eram por causa de uma má posição da placenta: não era perigoso, mas a penetração ficava suspensa até não ter risco de parto prematuro. A gente continuou praticando outros tipos de sexo, mas não poder finalizar as sessões com uma penetração quente e prolongada da minha barra de aço na buceta dela começou a cobrar seu preço rapidinho. Logo estávamos os dois mais quentes que uma cafeteira, especialmente eu. Alicia, que Não queria arriscar nada, nem sequer me permitia penetrar aquela buceta deliciosa dela, então a gente se masturbava todo dia e tinha umas conversas super picantes. Nossa pequena Alexis nasceu num 20 de agosto com pouco mais de 3 quilos. Quem é pai ou mãe vai entender o terremoto que é a chegada do primeiro filho pra um casal. Nosso mundo inteiro virou de cabeça pra baixo, e tomados pelo amor e pela responsabilidade, nos dedicamos de corpo e alma a criar nosso pequeno. Agora formávamos um time perfeito. A Alicia estava mais gostosa do que nunca; dizem que a maternidade favorece todas as mulheres, e com ela não foi exceção. Os olhos dela sorriam safados, a pele brilhava. O corpo dela quase não mudou nada. O período de amamentação durou só uns seis meses, então os peitos dela, depois de incharem e caírem um pouquinho, quase não perderam a forma ou o tamanho por causa da juventude dela, a recuperação do corpo foi quase instantânea. Acho que tem que ter sorte com a genética, e ela tinha. Logo percebemos que nossa vida tinha mudado completamente. A gente tinha saído da tal "zona de conforto", e agora tudo girava em torno do nosso pequeno. Acabaram-se as saídas noturnas e as viagens. O sexo também não voltou com a mesma paixão de antes; não é que a gente não tivesse a mesma vontade de sempre, é que a gente tava morto de cansaço. Todos esses fatores se juntaram pra que, no verão seguinte, nossa vida desse uma nova virada… O verão tava chegando, e com ele, as férias. Normalmente a gente pegava um avião e visitava alguma cidade distante, mas com uma criança de oito meses, a coisa mudava. Não é que a gente seja mochileiro, mas a gente costuma viajar com o básico, anda muitos quilômetros pra visitar um monte de coisas…, então a gente pensou que, dessa vez, não seria ruim alugar uma casa na praia e relaxar na areia por duas ou três semanas. Além disso, a gente merecia um descanso. Depois das pesquisas de sempre na internet, a Alicia encontrou um duplex charmoso na costa catalã, sem piscina, mas na segunda fileira da praia. A área não era muito lotada de turistas por causa dos preços que rolavam por lá, e as fotos eram promissoras, então a gente decidiu alugar. Na noite antes de partir, com a maior parte da bagagem já no carro, eu estava na varanda, lendo um livro e tomando uma taça de vinho, quando a Alicia chegou e me avisou que a Alexis já tinha dormido.
Quando ela parou bem na frente da lâmpada, a silhueta do corpo dela se desenhou dentro do vestidinho branco ibicenco. Dava pra perceber, pelo tom da voz, que ela queria sexo; é uma coisa que acontece quando você passa muito tempo com alguém ou é sua própria filha. Eu fingi indiferença, respondendo seco… sabia que às vezes ela gostava de ficar excitada e implorar pelo orgasmo dela ronronando. Ela se aproximou e sentou em cima de mim, abrindo as pernas. Continuei lendo como se não fosse sensível ao contato das bundas dela nas minhas coxas e ao cheiro almiscarado do suor dela. Ela tinha prendido o cabelo liso e lindo castanho num rabo de cavalo; pelo decote dava pra ver o começo e o fim do colo dela. Ela apoiou os antebraços nos meus ombros e cobriu meu pescoço de beijinhos, sussurrando… Fiquei olhando as fotos do duplex de novo. O terreno é cercado por uns pinheiros bem fechados.
O hálito quente dela se espalhava pelos pelos do meu peito; a voz doce e acolhedora dela, o calor da noite de verão… Tudo isso me deu uma ereção foda que subiu dentro da calça acima das coxas. Ela sentiu e começou a se esfregar contra ela. Continuou… Quero que a gente faça uma coisa esses dias. A praia onde vamos é de família e não podemos dar o show, mas em casa quero que roupa seja proibida. A gente vai ficar o dia todo pelados e vamos foder pra caralho. Todo dia, várias vezes; em todos os cômodos da casa e no jardim também. A ideia me Encantou… Vou te deixar seco… vou te foder todo dia até suas pernas tremerem. Enquanto dizia isso, tinha soltado da sunga o baita pauzão que eu tenho, e depois de esfregar os lábios da buceta e o clitóris nele através da calcinha fio dental, encaixou ele entre as nádegas, subindo pelo caminho que mostrava a fenda entre as bandas. Sentir o roçar livre contra a pele macia das nádegas causado pelo movimento caprichoso da bacia dela se traduzia num aumento do meu desejo… Vou te dar bom dia todo dia com uma mamada foda. Quero que você passe os dias inteiros de pau duro... que minha bunda e minha bucetinha não parem de jorrar seu leite. Eu não sabia se as palavras dela ou as carícias eram mais excitantes. Beijei e passei a mão no pescoço dela, saboreando o sal do suor. Ela puxou a calcinha fio dental de lado e, num movimento elétrico, conseguiu enfiar ela mesma meu pau em estado de mastro. No começo foi um movimento circular lento, com o qual minha cabeça explorou os lugares mais escondidos da buceta dela. O calor e a umidade que a boceta dela soltava eram suficientes pra me fazer sentir relâmpagos de prazer… não precisava de fricção nem roçar. Quando ela começou a cavalgar, continuou falando putaria… Filho da puta, me enche inteira. Vou te deixar seco, você vai emagrecer esses dias… ah sim!, continua me fodendo assim… Mmmmhhhh adoro seu pau, vou desgastar ele. Oh, oh, ah, continua, continua…!! VOCÊ NÃO QUER ME ENGRAVIDAR DE NOVO?! Eu já tava muito excitada, a voz sussurrando, as putarias, e o calor da boceta dela me arrancaram em busca de um orgasmo foda… Não parava de me masturbar, de esfregar o pau dela nos meus lábios que já estavam inchadíssimos e de torturar com a cabecinha dura dele meu clitóris… quando aquela cabeça já devia estar, dentro da minha buceta por direito. Sem querer, eu já tava empurrando minha bacia contra a dela pra devorar com meu coelho faminto aquele pedaço de vara que ele tinha. Quero que você meta… que meta de uma vez que não aguento mais… Uff...!! Se continuar assim, vou gozar antes de você enfiar, papai, não seja filho da puta me fazendo sofrer... Você é minha princesa linda...! Quer ser também minha princesinha vadia?! Siiim, vou ser toda sua, meu amor... Só enfia em mim...! Doeu um pouco porque, ao meter o pau na rachadura, ele pressionou com muita força. Não foi nada delicado com a bucetinha da filha dele... Gritei um pouco alto aliviando a estocada. Rapidamente puxei o corpo dele para se deitar sobre mim, arranhei suas costas. Para não continuar gritando, mordi seu pescoço, e ele aguentou como um verdadeiro macho enquanto seu pau enorme abria caminho no meu interior quente e molhado. Sentia de novo, apaziguada, o rabo quente, duro e cheio de veias de garanhão! Os dois ofegávamos nos olhando enquanto seu quadril descrevia um vai e vem suculento que me deixava louca. Queria dizer que o amava, com certeza ele também, mas algo em nós dois impedia naquela voragem canal. De qualquer forma, eu estava mais que feliz, depois de quase uma semana e meia sem ter meu macho dentro de mim, ficando com tesão dia após dia, finalmente podia me vingar. Sebastião conhecia os truques para me deixar como uma puta no cio. Seu pau descrevia círculos leves dentro de mim, antes de avançar até o fundo. Essas órbitas ajudavam a expandir minhas paredes vaginais, melhorando a penetração sem me machucar. Ele tirava um pouquinho e voltava a desenhar formas circulares, fazia com tanto carinho que lágrimas brotavam dos meus olhos pelo amor com que fodíamos. Minhas pernas e braços pendiam rendidos, já não conseguia controlá-los, minha boquinha não dizia nada compreensível, só resmungava e gemia como uma porca empalada até o estômago. De vez em quando ele me beijava e chupava meus lábios, enfiava a língua e brincávamos com elas lascivamente. Meus olhos já não viam nada, estavam vidrados... Era tudo branco. Me sentia no céu sentindo o pau percutor abrindo minha carne tão deliciosamente. Nem meu melhor namorado soube foder como ele estava fazendo. Ele estava me enfiando magistralmente e meu coelhinho engolia a rola inteira, apertando com meus músculos da buceta para chupar melhor e fazer meu macho saber o que era uma boa ninfomaníaca. Meu PAI me respeitava me fazendo gozar! Eu me sentia muito orgulhosa dele e de ter conseguido ser uma grande ninfomaníaca de paus grossos... Lá no fundo, ouvi meu celular, que me trouxe de volta ao mundo real, com certeza era minha mãe me ligando depois de voltar da viagem com o novo namorado... Mas eu não tava nem aí pro mundo quando estava gozando com o Sebas. Assim como meu pai rompeu tudo pra ficar comigo, eu não teria problemas em ser dele pra sempre. Sebastián olhou pro meu celular, sorrindo ao ver a chamada recebida da ex dele..., depois me beijou com muita força, lambeu meus lábios tão ressecados pela hiperventilação dos meus gemidos depois de uma foda tão boa, e depois minha bochecha corada. Ele era tão fofo comigo, sem deixar de ser bruto com minha buceta! Viramos de lado, eu fiquei por cima dele, abri bem as pernas pra encaixar entre as dele e enfiar o pau dele até as bolas enormes que ele tem... Foi quando começamos a foder mais forte, mais rápido, eu rebolando com a cintura e ele se levantando pra buscar minha buceta numa metida e tirada brutal, onde os ovos dele balançavam pra cima e pra baixo no mesmo ritmo, batendo na minha vulva como se fosse uma parede de frontão. Com certeza ele queria me deixar mais louca a ponto de esquecer o celular e a ligação da minha mãe. E foi assim, eu me rendi ao pau lindo e venoso dele, que ficava encharcado com meus sucos branquinhos por causa das sacudidas sem parar do pau dele na minha bucetinha, como se fosse uma batedeira. Segurando minha cintura e eu apoiada no peito e nos ombros dele, tentando manter o equilíbrio, ele me perfurava sem pensar. Eu me deitava sobre ele e me levantava, dando sentadas fortes com enfiadas profundas..., meus gemidos, quase gritos, se misturavam com o som do chape-chape dos nossos corpos se chocando, criando um clima de Luxúria cativa. Mudamos pro sofá, me deitei de ladinho nos almofadões, apertando com as duas mãos e mordendo a colcha que cobria o sofá. De repente, os dedos saíram de dentro de mim e senti a pressão que meu gostoso macho fazia com a ponta do pau no meu esfíncter. Aaai! Gritei quando vi ele abrindo caminho, castigando o anel da minha bunda. Abri os olhos arregalados de tanta dor que tava sentindo. Ele não teve pena nem consideração nenhuma, só cuspiu no meu cu pra lubrificar a entrada. Tava enfiando de pouquinho em pouquinho até o fundo. Não que ele tivesse com pressa, mas também não parou mesmo com meus gritos, como se não ligasse pra dor e sofrimento da sua querida PRINCESA. Tentei impedir, fugindo inutilmente pra frente, e acabei caindo de bruços no sofá. Meu pai empurrava com força enquanto os dois corpos caíam exaustos na briga em cima do sofá. Ele me deixou imobilizada com o peso do corpo dele no meu, e porque segurou minhas mãos por cima da minha cabeça, dificultando eu me mexer e espernear pra tirar o pau de dentro de mim. Teve uns segundos de luta entre nós dois, que só aumentaram meu tesão e um pouco de dor que ia sumindo em poucos segundos, até que, submissa às vontades dele, parei de resistir. Não parecia o amante do começo, e isso mexia comigo… ser comida com força era algo que eu gostava cada vez mais, era a fórmula perfeita pra me deixar rendida a qualquer desejo do macho que me fodia… Porra, amor, cuidado, por favor, dói muito se você enfiar com força…! Falei enquanto parava de fazer força e tentava me concentrar em aguentar a dor. Sssschhhht! Meu pai fez silêncio, me dando a entender pra relaxar enquanto começava a me comer devagar… Aproveita, porque juro que é a última vez que a gente faz isso…, falei, completamente derretida. resignada a aguentar caladinha a porrada no cu como se fosse uma penitência. *Ssschhht!* Assoviou de novo o Sebas tentando me passar uma calma absurda que não chegava em mim. Largou minhas mãos pra puxar pro lado o cabelo que cobria meu rosto. O egoísta queria se deliciar vendo minhas caretas e expressões de dor e prazer... *Vai logo, filho da puta, termina de uma vez!* Falei puta da vida provocando ele a se mexer mais rápido, essa linguagem suja eu sabia que deixava a rola dele dura e eu não me segurava soltando a língua quando ele me comia tão brutalmente. Dessa vez ele me obedeceu e começou a se mover mais rápido. *Ah, ah, ah, ah...!* Gritava sem conseguir evitar a cada metida que eu levava, liberando o tesão que sentia. Por sorte, senti no meu cu todo arrombado as primeiras contrações da rola do meu macho. *Isso aí, filho da puta, goza, goza no cu da sua princesinha!!* Falei entre um gemido e outro provocando ele pra acabar logo com minha doce agonia. Ele acelerou o ritmo da respiração, mostrando que tava prestes a gozar... *Assim, isso aí, meu amor, assim... Goza dentro do meu cu!!* Incentivei ele tentando distrair minha mente... *Oooh, oooh siim!!* Ele calou meu fôlego com a voz enquanto eu sentia uma porra grossa e quente inundar minhas entranhas, a rola dele pulsando e dilatando meu cu a cada espasmo. Não foram mais que três ou quatro jatos de porra que esvaziaram as bolas cheias dele, quando senti ele tirar e na mesma hora meter no meu pussy... Irritada, sem forças pra negar, ele encaixou rápido pra me foder o pussy por mais uns dois minutos... em nada gozou de novo... Não dava pra acreditar... *Tô gozando de novo, Alicia! Mmff!* O sofá parecia que ia quebrar de tanto balançar com as porradas fortes que ele dava no meu corpinho. *Faz dentro, por favor, mmm... ufff... tomei a pílula...* Você é uma mina foda, sério, se preparou bem pra curtir de O lindo do papai, né? Mmfff…!! Ele me segurou forte pelo quadril e a cara dele ficou muito estranha. Ele ofegou bem forte e os olhos dele pareciam querer virar. Ele enfiou até o fundo depois de um sprint com uma meta de gozar a todo vapor, daquelas que chamam de arrebatamento toda a porra que ainda estava alojada nos ovos dele, e em menos de vinte segundos de fortes penetradas a todo vapor com as bolas batendo na minha bucetinha, senti de novo o esperma quente dele…, agora dentro da minha xereca com longos jatos de leite que o grande capudo inchado cuspia. Ele ficou me dando timidamente por mais alguns segundos o mais fundo que conseguia enfiar o pau no meu útero…. Agora sim, esses ovos que produzem porra pra engravidar uma vaca estão secos. Ele se afastou de mim assim que terminou de esvaziar toda a semente dele… os jatos de porra explodiram dentro da minha buceta se alojando no fundo da minha vagina, bem no colo do útero. Foi incrível como eu estava excitada pra ele ter gozado tão rápido na segunda vez, quase sem tirar a gente pode dizer que eu tomei duas gozadas. Ele é um garanhão ou não é um grande garanhão?! Eu estava morta, feliz mas muito cansada, jogada sobre as almofadas do sofá com minha bunda e bucetinha escorrendo sêmen…. Em nada nossos fluidos se uniram numa poção viscosa e morna que escorreu pelas bolas dele ao vazar vulgarmente dos meus buracos abertos... De lá eu perguntei fracamente… Ei, Sebas… Comigo é melhor do que com a mamãe…? Pode ter certeza, Princesa, contigo é a melhor coisa que já me aconteceu na vida… Continua...
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