Filha Gostosa do Caminhoneiro 3

O verão que mudou tudo. Minha filha Alicia e eu vivíamos como casados, não dá pra dizer que foi amor à primeira vista, mas chegou perto. Obviamente, ela era a imagem do puro tesão, com seu jeito de menina "bem-comportada"... cabelo castanho em camadas, alisado com mechas discretas, roupas caras, brincos de pérola, enfim, todo o uniforme de estudante patricinha. Eu nunca fui um cara especialmente atraente, mas me viro bem em situações íntimas e tenho bastante lábia. Depois de começarmos a conviver uns dias por acaso, nos apaixonamos de repente, e se desenhava uma das épocas mais felizes da minha vida... sonhávamos com o futuro, nos comprometíamos com causas sociais, saíamos pra festar... Éramos um casal muito popular entre meus amigos, o pessoal sempre nos convidava pros eventos porque éramos gente simpática e legal (Alicia é especialmente sorridente), tínhamos conversa agradável, e claro, minha menina deslumbrava com sua beleza discreta onde quer que fosse. Era uma garota extremamente gostosa, mas nada chamativa. Seu corpo pequeno, mas bem proporcionado, seu rostinho angelical de menina boazinha, e seu sorriso eterno e acolhedor faziam com que todos os caras sentissem uma atração repentina por ela. Não era muito alta, mas tinha curvas generosas, o que fazia qualquer otário pensar que ela estava ao alcance dele, quando na verdade minha doce Alicia era uma mulher maravilhosa em todos os aspectos, físicos, emocionais e intelectuais, e sempre esteve, desde a adolescência, ao alcance de pouquíssimos escolhidos. Sei que teve vários namorados no colégio, quem a desvirginou aos 15 anos e depois outros que não estavam à altura, como ela mesma me disse. No começo, eu sofri em silêncio alguns ataques de ciúmes quando alguém era especialmente carinhoso com ela, mas quando entendi que isso nos acompanharia a vida toda e que ela me amava com amor sincero e fiel, esses pensamentos desapareceram. Os meses passaram e Alicia foi se tornando uma mulher incrível; com certeza eu tinha tirado a sorte grande e, pra completar, a cada dia nos amávamos mais. Eu estava satisfeito com um bom emprego muito bem pago, então começamos a levar uma vida agradável e sem apertos. Jantares com amigos, saídas noturnas, shows, viagens pelo mundo todo e esse tipo de coisa… Só faltava a gente casar, mas isso era desnecessário, nós dois tínhamos um contrato vitalício e além, assinado no nosso sangue, nos nossos genes compartilhados. Como era de se imaginar entre um pai e uma filha, no começo nenhum de nós dois estava interessado em ter filhos, então tínhamos tudo só pra gente. Nossa vida sexual era escandalosamente maravilhosa; o sexo com ela é, até hoje, como uma espécie de droga da qual é impossível se desvencilhar. No entanto, por trás do gesto doce e da aparência ingênua da Alicia, descobriu-se que ela era uma verdadeira safada, disposta a aproveitar o corpo e os sentidos ao máximo, sem nenhum tipo de pudor moral. O INCESTO é supervalorizado, a gente dizia. Grande parte desse prazer ela conseguia ao me proporcionar prazer, o que a tornava uma amante lasciva, complacente e muito ativa. Abertos a experimentar qualquer jogo ou prática sexual que pudesse ser feita a dois, costumávamos usar todo tipo de brinquedos e acessórios para nossas fantasias. A gente transava a qualquer hora, em qualquer lugar, em banheiros de bares e restaurantes, em parques, portais de prédios, na cabine do caminhão era mais que frequente por ser nosso segundo lar… e em casa, claro. Anal, beijo grego, algemas, lubrificantes, consolos… de tudo tinha no repertório. Um jogo que a gente gostava especialmente era o seguinte… como ela parecia e é mais nova que eu, e eu comecei a ter meus primeiros fios de cabelo branco nas têmporas e na barba, a gente gostava de acentuar essa diferença de idade com a nossa roupa, e sair na rua. Eu me vestia de acordo com a minha idade e ela com tranças ou rabos de cavalo. no cabelo, e usava minissaias xadrez e meias até os joelhos. Nessas ocasiões, a gente costumava jantar em algum McDonald's, entre famílias tradicionais. A roupa e o penteado davam um toque ambíguo à Alicia, que aos olhos de qualquer estranho podia ter 14 anos quando começamos a fazer isso. De sobremesa, ela sempre pedia um sorvete, e comia saboreando com gosto, de pernas abertas enquanto eu a observava. Depois, a gente ia pra algum hotel, e sob o olhar desaprovador da recepcionista, pegávamos um quarto por uma noite só. Depois de várias horas sendo o centro das atenções, os dois chegávamos ao quarto excitados até o paroxismo, então as sessões mais sujas e selvagens de sexo geralmente rolavam nessas ocasiões. Me excitava muito a roupa de "Lolita" dela, mas ainda mais imaginar em segredo que ela compartilhava esses gostos comigo e queria brincar com um jovem efebo. Sem dúvida, o sexo era o terceiro grande pilar que sustentava nossa relação, junto com a admiração intelectual e o forte amor que sentíamos um pelo outro... Não decidimos que ela engravidasse, simplesmente aconteceu porque não colocamos objeção... Poucos meses depois de começarmos nossa aventura eletrizante, a Alicia engravidou do nosso primeiro filho. Os nove meses seguintes foram quase perfeitos (ambos iludidos e apaixonados), exceto por um pequeno detalhe (ou nem tão pequeno assim). No terceiro mês de gravidez, o ginecologista descobriu que as dores que ela sentia às vezes, minha doce menina, eram por causa de uma má posição da placenta: não era perigoso, mas a penetração ficava suspensa até não haver risco de parto prematuro. Continuamos praticando outros tipos de sexo, mas não poder finalizar as sessões com uma penetração quente e prolongada da minha barra de aço na buceta dela começou a pesar logo. Em pouco tempo, estávamos os dois mais quentes que uma cafeteira, especialmente eu. Alicia, que Não queria arriscar nada, nem sequer me permitia penetrar aquela bunda deliciosa dela, então a gente se masturbava todo dia e tinha umas conversas super picantes. Nossa pequena Alexis nasceu num 20 de agosto com pouco mais de 3 quilos. Quem é pai ou mãe vai entender o terremoto que é a chegada do primeiro filho pra um casal. Nosso mundo virou de cabeça pra baixo, e tomados pelo amor e pela responsabilidade, nos dedicamos de corpo e alma a criar nosso pequeno. Agora formávamos um time perfeito. A Alicia estava mais gostosa do que nunca; dizem que a maternidade cai bem pra todas as mulheres, e com ela não foi diferente. Os olhos dela sorriam safados, a pele brilhava. O corpo dela quase não mudou nada. O período de amamentação durou só uns seis meses, então os peitos dela, depois de inchar e cair um pouquinho, quase não perderam a forma ou o tamanho por causa da juventude dela, a recuperação do corpo foi quase imediata. Acho que é sorte com a genética, e ela tinha de sobra. Logo percebemos que nossa vida tinha mudado completamente. A gente tinha saído da tal "zona de conforto", e agora tudo girava em torno do nosso pequeno. Acabaram-se as noitadas e as viagens. O sexo também não voltou com a mesma paixão de antes; não é que a gente não tivesse a mesma vontade de sempre, é que a gente tava exausto de cansaço. Todos esses fatores se juntaram pra que, no verão seguinte, nossa vida desse uma nova virada… O verão tava chegando, e com ele, as férias. Normalmente a gente pegava um avião e visitava alguma cidade distante, mas com um bebê de oito meses, a coisa mudava. Não que a gente seja mochileiro, mas a gente costuma viajar com o básico, andar muitos quilômetros pra visitar um monte de coisas… então a gente pensou que, dessa vez, não seria ruim alugar uma casa na praia e relaxar na areia por duas ou três semanas. Além disso, a gente merecia um descanso. Depois das pesquisas de sempre na internet, a Alicia encontrou um duplex charmoso na costa catalã, sem piscina, mas na segunda fileira da praia. A área não era muito lotada de turistas por causa dos preços que rolavam por lá, e as fotos eram promissoras, então a gente decidiu alugar. Na noite antes de partir, com a maior parte da bagagem já no carro, eu tava na varanda, lendo um livro e tomando um vinho, quando a Alicia chegou e me falou que a Alexis já tinha dormido.

Quando ela parou bem na frente da lâmpada, a silhueta do corpo dela se desenhou dentro do vestidinho branco ibicenco. Dava pra perceber, pelo tom da voz, que ela queria sexo; é uma coisa que acontece quando você passa muito tempo com alguém ou é sua própria filha. Eu fingi indiferença, respondendo seco… sabia que às vezes ela gostava de ficar excitada e implorar pelo orgasmo dela ronronando. Ela se aproximou e sentou em cima de mim, abrindo as pernas. Continuei lendo como se não sentisse o contato da bunda dela nas minhas coxas e o cheiro almiscarado do suor dela. Ela tinha prendido o cabelo liso e lindo num rabo de cavalo; pelo decote dava pra ver o começo e o fim do colo dela. Ela apoiou os antebraços nos meus ombros e cobriu meu pescoço de beijinhos, sussurrando… Fiquei olhando as fotos do duplex de novo. O terreno é cercado por uns pinheiros bem fechados.

O hálito quente dela se espalhava pelos pelos do meu peito; a voz doce e acolhedora dela, o calor da noite de verão… Tudo isso me deu uma ereção foda que subiu dentro da calça acima das coxas. Ela sentiu e começou a se esfregar nela. Continuou… Quero que a gente faça uma coisa esses dias. A praia onde vamos é de família e não podemos dar show, mas em casa quero que roupa seja proibida. A gente vai ficar pelado o dia inteiro e transar muito. Todo dia, várias vezes; em todos os cômodos da casa e no jardim também. A ideia me Encantou… Vou te deixar seco… vou te foder todo dia até suas pernas tremerem. Enquanto dizia isso, tinha soltado da sunga o baita pauzão que eu tenho, e depois de esfregar os lábios da buceta e o clitóris nele através da calcinha fio dental, encaixou ele entre as nádegas, subindo pelo caminho que mostrava a fenda entre as bandas dela. Sentir o roçar livre contra a pele macia das nádegas causado pelo movimento caprichoso do quadril dela se traduzia num aumento do meu desejo… Vou te dar bom dia todo dia com uma mamada foda. Quero que você passe os dias inteiros de pau duro… que minha bunda e minha bucetinha não parem de jorrar seu leite. Eu não sabia se as palavras dela ou as carícias eram mais excitantes. Beijei e passei a mão no pescoço dela, saboreando o sal do suor. Ela puxou a calcinha fio dental de lado e, num movimento elétrico, conseguiu enfiar ela mesma meu pau em estado de mastro. No começo foi um movimento circular lento, com o qual minha cabeça explorou os lugares mais profundos da buceta dela. O calor e a umidade que a ppk dela soltava eram suficientes pra me fazer sentir raios de prazer… não precisava de fricção nem roçar. Quando ela começou a cavalgar, continuou falando obscenidades… Filho da puta, me enche inteira. Vou te deixar seco, você vai emagrecer esses dias… ah sim!, continua me fodendo assim… Mmmmhhhh adoro seu pau, vou desgastar ele. Oh, oh, ah, continua, continua…!! VOCÊ NÃO QUER ME ENGRAVIDAR DE NOVO?! Eu já estava muito excitada, a voz sussurrante, as obscenidades, e o calor da buceta dela me arrancaram em busca de um orgasmo enorme… Não parava de me masturbar, de esfregar o pau dele nos meus lábios que já estavam inchadíssimos e de torturar com a cabecinha dura dele meu clitóris…, quando aquela cabeça já devia estar, dentro da minha buceta por direito. Sem querer, eu já estava empurrando meu quadril contra o dele pra devorar com meu coelhinho faminto aquele pedaço de vara que ele tinha. Quero que você meta… que meta de uma vez que não aguento mais… Uff…!! Se continuar assim, vou gozar antes de você enfiar, papai, não seja filho da puta me fazendo sofrer… Você é minha princesinha linda…! Quer ser também minha princesa putinha?! Siim, vou ser toda sua, meu amor… Só enfia em mim…! Doeu um pouco porque, ao meter o pau na rachadura, ele pressionou com muita força. Não foi nada delicado com a bucetinha da filha dele… Gritei um pouco alto aliviando a investida. Rapidamente puxei o corpo dele pra se deitar sobre mim, arranhei as costas dele. Pra não continuar gritando, mordi o pescoço dele, e ele aguentou como um verdadeiro macho enquanto o pau enorme dele abria caminho no meu interior quente e molhado. Sentia de novo, apaziguada, o rabo quente, duro e cheio de veias de garanhão! Os dois ofegávamos nos olhando enquanto o quadril dele descrevia um vai e vem gostoso que me deixava louca. Queria dizer que amava ele, com certeza ele também, mas algo em nós dois impedia naquela voragem canal. De qualquer forma, eu tava mais que feliz, depois de quase uma semana e meia sem ter meu macho dentro de mim, ficando com tesão dia após dia, finalmente podia me vingar. Sebastião conhecia os truques pra me deixar como uma puta no cio. O pau dele fazia círculos leves dentro de mim, antes de avançar até o fundo. Essas órbitas ajudavam a expandir minhas paredes vaginais, melhorando a penetração sem me machucar. Ele tirava um pouquinho e voltava a desenhar formas circulares, fazia com tanto carinho que as lágrimas caíam pelo amor com que a gente transava. Minhas pernas e braços pendiam rendidos, já não conseguia controlar, minha boquinha não dizia nada compreensível, só murmurava e gemia como uma porca empalada até o estômago. De vez em quando ele me beijava e chupava meus lábios, enfiava a língua e a gente brincava com elas lascivamente. Meus olhos já não viam nada, vidrados…, era tudo branco. Me sentia no céu sentindo o pauzão percutor abrindo minha carne tão deliciosamente. Nem meu melhor namorado soube foder como ele tava fazendo. Ele estava me enfiando magistralmente e meu coelhinho engolia a rola inteira, fazendo pressão com meus músculos vaginais para chupá-la melhor e fazer meu macho saber o que era uma boa ninfomaníaca. Meu PAI me respeitava me fazendo gozar! Eu me sentia muito orgulhosa dele e de ter conseguido ser uma grande ninfomaníaca de paus grossos… Ao longe, ouvi meu celular, que me trouxe de volta ao mundo real, com certeza era minha mãe me ligando depois de voltar da viagem com o novo namorado… Mas eu não tava nem aí quando estava gozando com o Sebas. Assim como meu pai rompeu com tudo para ficar comigo, eu não teria problemas em ser dele para sempre. Sebastián olhou meu celular, sorrindo ao ver a chamada recebida da ex dele…, depois me beijou com muita força, lambeu meus lábios tão ressecados pela hiperventilação dos meus gemidos depois de uma foda tão boa, e depois minha bochecha corada. Ele era tão carinhoso comigo, sem deixar de ser bruto com minha buceta! Viramos de lado, eu fiquei por cima dele, abri bem as pernas para encaixar entre as dele e enfiar o pau dele até as bolas enormes que ele tem… Foi quando começamos a foder mais forte, mais rápido, rebolando com a cintura e ele se levantando para buscar minha buceta numa metida e tirada brutal, onde os ovos dele balançavam para cima e para baixo no mesmo ritmo, batendo na minha vulva como se fosse uma parede de frontão. Com certeza ele queria me deixar mais louca a ponto de esquecer o celular e a ligação da minha mãe. E foi assim, me rendi ao pau lindo e venoso dele, que se encharcava dos meus sucos esbranquiçados com as sacudidas incessantes da rola na minha xereca, como se fosse uma batedeira. Segurando minha cintura e eu apoiada no peito e nos ombros dele, tentando manter o equilíbrio, ele me perfurava sem piedade. Eu me deitava sobre ele e me levantava, dando sentadas fortes com enfiadas profundas…, meus gemidos, quase gritos, se misturavam com o som do chape-chape dos nossos corpos se chocando, criando um clima de Luxúria cativa. Mudamos pro sofá, me deitei de lado igual um feto, sem parar de apertar e morder a colcha que cobria o sofá. De repente, os dedos saíram lá de dentro e senti a pressão que meu macho gostoso fazia com a ponta do pau no meu esfíncter. Aaai! Gritei quando vi ele abrindo caminho, castigando o anel do meu cu. Arregalei os olhos de tanta dor que tava sentindo. Ele não teve pena nem consideração nenhuma, só cuspiu no meu cu pra lubrificar a entrada. Tava enfiando aos poucos, até o fundo. Não que fosse muito rápido, mas também não parou mesmo com meus gritos, como se não ligasse pra dor e sofrimento da sua querida PRINCESA. Tentei impedir, fugindo pra frente sem jeito, e acabei caindo de bruços no sofá. Meu pai empurrava com força enquanto os dois corpos caíam exaustos na briga em cima do sofá. Ele me prendeu com o peso do corpo no meu, e porque segurou minhas mãos por cima da minha cabeça, dificultando qualquer movimento pra tentar fazer o pau sair de dentro de mim. Teve uns segundos de luta entre nós dois que só aumentaram meu tesão e um pouco de dor que foi sumindo em poucos segundos, até que, rendida às vontades dele, parei de resistir. Não parecia o amante do começo, e isso mexia comigo… ser fodida com força, eu gostava cada vez mais, era a fórmula perfeita pra me deixar rendida a qualquer desejo do macho que me comia… Porra, amor, cuidado, por favor, dói muito se você mete forte…! Falei enquanto parava de fazer força e tentava me concentrar em aguentar a dor. Sssschhhht! Meu pai fez silêncio, me mandando relaxar enquanto começava a me comer devagar… Aproveita, porque juro que é a última vez que a gente faz isso…, falei, completamente entregue. resignada a aguentar caladinha a porrada no cu como se fosse uma penitência. Ssschhht! Assoviou de novo o Sebas tentando me passar uma calma absurda que não chegava em mim. Soltou minhas mãos pra afastar o cabelo que cobria meu rosto. O egoísta queria se deliciar vendo minhas caretas de dor e prazer…. Vai logo, filho da puta, termina de uma vez! Falei irritada provocando ele a se mexer mais rápido, essa linguagem suja eu sabia que deixava o pau dele duro e eu não me segurava em soltar a língua quando ele me comia tão brutalmente. Dessa vez ele me obedeceu e começou a bombar mais rápido. Ah, ah, ah, ah,….! Gritava sem conseguir evitar a cada metida que eu levava, liberando o tesão que sentia. Por sorte senti no meu cu judiado as primeiras contrações do pau do meu macho. Isso aí, filho da puta, goza, goza no cu da sua princesinha!! Falei entre gemidos provocando ele pra acabar logo com minha doce agonia. Ele acelerou a respiração mostrando que tava prestes a gozar… Assim, isso aí, meu amor, assim… Goza dentro do meu cu!! Animava ele tentando distrair minha mente… Oooh, oooh siiim!! Ele calou meu fôlego com a voz enquanto eu sentia uma porrada grossa e quente inundar minhas entranhas e o pau dele pulsava dilatando meu esfínter a cada espasmo. Não foram mais que três ou quatro jatos de porra que esvaziaram as bolas cheias dele, quando senti ele tirar e na mesma hora meter na minha buceta… Excitada sem forças pra recusar, ele encaixou rápido pra me foder a buceta por mais uns dois minutos…, em nada ele gozou de novo… Não dava pra acreditar… Tô gozando de novo, Alicia! Mmff! O sofá parecia que ia quebrar de tanto balançar com as porradas fortes que ele dava no meu corpinho. Goza dentro, por favor, mmm… ufff… tomei a pílula… Você é uma mina foda, sério, se preparou bem pra curtir O lindo do papai, né? Mmfff…!! Ele me segurou forte pelo quadril e o rosto dele ficou muito estranho. Ele ofegou bem forte e os olhos pareciam querer virar. Ele meteu até o fundo depois de um sprint com uma gozada violenta, daquelas que chamam de arrebatamento, soltando toda a porra que ainda estava alojada nos ovos dele, e em menos de vinte segundos de penetrações fortes no talo, com as bolas batendo na minha bucetinha, senti de novo o esperma quente dele… agora dentro da minha xereca, com longos jatos de leite que o grande cabeção inchado cuspia. Ele ficou me dando mais uns segundos, timidamente, o mais fundo que conseguia enfiar o pau no meu útero…. Agora sim, esses ovos que produzem porra pra engravidar uma vaca estão secos. Ele se afastou de mim assim que terminou de esvaziar toda a semente dele… os jatos de porra explodiram dentro da minha buceta, se alojando no fundo da minha vagina, bem no colo do útero. Foi incrível como eu estava excitada pra ter gozado tão rápido na segunda vez, quase sem tirar o pau, pode-se dizer que eu tinha levado duas gozadas. Ele é um garanhão ou não é um baita garanhão?! Eu estava morta, feliz, mas muito cansada, jogada nas almofadas do sofá com a minha bunda e bucetinha escorrendo sêmen…. Em nada nossos fluidos se misturaram numa poção viscosa e morna que escorreu pelas bolas dele ao vazar vulgarmente dos meus buracos abertos... De lá, perguntei fracamente… Ei, Sebas… Comigo é melhor do que com a mamãe…? Pode ter certeza, Princesa, contigo é a melhor coisa que já me aconteceu na vida… Continua...

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