Já que passou de 100 pontos, vou postar mais um relato do mesmo tema. É que hoje, pensando bem, acho que já estive com mais transexuais do que com minas. Esse relato é de quando visitei a Loli. Assim como a Sabrinita, dá pra encontrar ela em vários lugares... Essa super mulher é muito doce, mas tem seu lado. Subi no apartamento dela, impecável. Ela me esperava de fio dental e peitos de fora, igualzinho na foto (que é ela de verdade, imaginem que eu sou o careca). Ela me olha e fala: "Entra, gatinho." Não consigo tirar os olhos da bunda dela, ela se vira, eu pago e na hora ela esfrega os peitos em mim. "O que você quer?", ela pergunta. "Chupar você", falo, porque era isso que eu queria, naquela época eu não tinha coragem de deixar comer. "OK." Ela puxou o fio dental de lado e falou: "Abaixa." Eu obedeci, e perguntei: "Camisinha?" "Você quer?", ela perguntou, gostosa, enquanto eu já tinha o pau dela crescendo na mão, a centímetros da minha boca. Nem respondi, chupei ela por uns 20 minutos. Quando tava dura, perguntei: "E você, chupa o meu?" "Fala", ela disse, me deu a mão e me levou pro quarto. Aí continuamos com um 69, onde gozei rapidinho, avisando que ia estourar. Ela bateu uma e gozou nos próprios peitos. Levantou, se limpou os peitos e, com o pau ainda duro, perguntou se eu queria continuar chupando. E eu continuei por um bom tempo até ficar duro de novo, e aí meti nela, agora com camisinha. Gozei de novo, e ela falou: "Você vai tomar meu leite." Falei não, obrigado (hoje é o que mais quero experimentar e me arrependo). "OK, então terminamos." E foi assim que, numa nova visita a essas minas incríveis, perdi mais uma chance de me soltar, embora estivesse progredindo...
3 comentários - Confissões do Cinefiloco 16: Boquete sem, uma trans...