Rompiendole el culo a mili (41)

Depois daquela incursão perigosa na casa da Mili, realizando minhas fantasias e talvez as dela também, decidi focar nas minhas provas. Esqueci por um tempo das palavras do velho da Mili, já teria tempo depois dos exames para me distrair com várias teorias e fazer perguntas. Essa semana passou rápido, dando uma força de vez em quando pra Mili estudar na facul.

Assim, terminaram as provas finais e tudo indicava que a gente tinha passado nas matérias… sentíamos um alívio danado ao saber que íamos nos formar. A cerimônia no auditório da universidade seria só na semana seguinte.

- O que você tá a fim de fazer?... perguntei animado pra Mili, naquele sábado.
- Bom… sei lá… o que você quiser… ela respondeu, cansada depois da semana de provas.

Resposta feminina clássica, parece que no fundo elas sabem, mas adoram ver a gente tateando e errando até acertar a resposta que mais agrada elas. Então comecei o interrogatório…

- Vamos dançar numa balada?... sugeri.
- Na verdade não, não tô no clima… tô meio cansada… Mili respondeu.
- Que tal o clube militar?, a gente pode descansar e relaxar na piscina… completei.
- Hummm… é meio longe… Mili reclamou.
- Então… vemos um filme na sua casa ou na minha… falei, perdendo um pouco a paciência e as opções, essa menina tava ficando birrenta.
- Aiii… nãooo… quero sair pra espairecer… ela respondeu.
- Bom… sair de casa, ver filme… vamos ao cinema… sugeri, resignado, o próximo passo era mandar ela longe dar um abraço na avó.
- Sim… tá bom… ela falou, mais animada.

Fui buscá-la na casa dela, entrei um pouco pra cumprimentar os pais. Ela me recebeu com um vestido solto, não tão justo no busto, mas com os ombros de fora, do vestido saíam umas tiras que passavam pelo pescoço dela pra evitar que o vestido caísse e mostrasse aqueles peitos apetitosos.
A saia batia pouco abaixo dos joelhos. e suas pernas cobertas por meia-calça. Ela estava linda, menos provocante do que das outras vezes. Para minha surpresa, me disse que assim se sentia mais confortável, depois da semana estressante, como se não estivesse a fim de usar vestidos justos nem atrair olhares.

Antes de sairmos, cheguei a ouvir o pai dela impor um horário limite, igualzinho à Cinderela: voltar antes da meia-noite. Depois notei uma pequena troca de palavras…

— Não se esqueça de contar pra ele… — o velho avisou.
— Tá bom, pai… eu cuido disso… — disse Mili, resignada.

Fomos no táxi, e no começo Mili estava carinhosa, mas depois ficou pensativa de novo, como nos últimos tempos… e isso já começava a me preocupar. O velho pressionava ela pra me contar algo, era a segunda vez que eu ouvia, desde aquela vez que escapei da garagem.

— O que você tinha que me dizer?… Pareceu que seu pai falou isso… — comentei com Mili.
— Ah, não… bom, isso de… — ela disse, nervosa.
— O quê? — insisti.
— Ah, é… de chegar cedo… sim, é um saco que ainda me imponham horários… — completou, aliviada, mas eu sentia que escondia algo mais.

Imaginei que quando tivesse mais confiança, Mili me revelaria o segredo que tanto guardava. Não queria sufocar ela com perguntas também. Estávamos indo bem nas últimas semanas, realizando nossas fantasias eróticas e cumprindo objetivos educativos… não dava pra estragar o momento.

Deixei Mili escolher o filme, uma comédia romântica que foi divertida… mas ainda assim notei que ela divagava de vez em quando. Bom, talvez depois do filme fosse hora de ir tirando dela, aos poucos, aquilo que tanto a incomodava e que ela não tinha coragem de me contar…

Bom, no fim das contas, já éramos um casal, tinha que ter comunicação e blá, blá, blá… talvez no tempo em que ficamos sozinhos ela tenha saído com alguém, Javier, Guille ou sei lá (essa continuava sendo minha grande dúvida)… com certeza ela não queria me contar, e o pai aconselhou ela a fazer isso pra evitar problemas… eu pensava em tomar A iniciativa foi discreta, mas aconteceu o contrário…
Saímos do cinema conversando sobre o filme, achava que no caminho pra casa podia falar com calma sobre o outro assunto… mas aí, nos esbarramos nos corredores com ela… fazia um tempão que não nos víamos… e ela também estava acompanhada… era a Viviana…
Foi uma coincidência do caralho: enquanto a gente saía de uma sala de cinema, eles saíam da sala da frente, os filmes tinham terminado quase ao mesmo tempo… porra… já fazia meses desde a última vez que vi ela, ou melhor, desde que terminei com ela pra ficar com a Mili.
Foi um momento bem desconfortável, como vocês podem imaginar, daqueles que você não sabe o que fazer e só fica olhando… não sabe se cumprimenta, se faz um gesto ou um sorriso educado, fala alguma coisa ou só sai vazando fingindo que não viu nada…
Minha sorte foi que dessa vez eu não precisei tomar essa decisão… a Viviana escolheu a última opção, saiu como se não tivesse me visto, puxando o namorado dela às pressas.
Não precisei falar nada pra Mili, ou melhor, confirmar quem era, porque ela já tinha sacado.
– Era a Viviana?... ela perguntou.
– Ehhh… sim… sim… era ela… respondi tentando me recompor e não dar importância.
– Puxa… parece que ela não te esqueceu totalmente… ela falou com uma certa intuição feminina.
– Por que você diz isso?... retruquei, curioso.
– Ela arrumou um cara parecido com você: alto, pele clara, cabelo castanho, seu tipo de corpo… disse a Mili, meio séria, meio de brincadeira.
Não tinha reparado nesses detalhes, eu tava mais focado na Viviana, que tava linda como sempre. Na verdade, me surpreendeu a Mili comentar essas coisas, com certeza tentava se mostrar tranquila sobre o ocorrido, mas isso ia mudar com o passar dos minutos.
– Tenho que admitir que ela é uma gostosa… disse a Mili.
– É… ela é… falei distraidamente, talvez não devesse ter dito, a Mili tirava as coisas de mim aos poucos.
– Você tem bom gosto… Gostoso… disse Mili, e tentando fazer uma piada, completou sorrindo: talvez por isso você também me escolheu…
Ela enfatizou a última parte, como quem diz: Estou aqui, sou sua namorada, eu, agora, aqui, me olha, me dá atenção… faz minutos que a Viviana foi embora… se sua ex… volta pra cá, pra realidade, comigo… sai do seu mundo e das lembranças com ela.

Sabia que a Mili fazia tudo de boa fé, tentando me distrair ou me dar confiança pra falar sobre o assunto e desabafar um pouco… mas mesmo assim, eu continuava distraído. Dava pra ver que a Viviana tinha mexido comigo, coisa que já não tava fazendo a menor graça pra Mili, mas como evitar?

A Viviana tinha sido importante numa época recente da minha vida… já tinha me apaixonado antes, sentido carinho pelas minhas outras namoradas… mas o que rolou com a Viviana talvez tenha sido meu primeiro relacionamento sério, com quem um dia eu vislumbrei um futuro… foi a primeira mina pra quem eu disse que amava, de verdade… além disso, foi a única que gerou consenso positivo nos meus pais… eles adoravam ela.

- Vamos embora?… disse Mili, começando a ficar incomodada com meu devaneio.
- Ah, é… seu pai pediu pra você voltar cedo.

Só então percebi que, no tempo em que fiquei sozinho (brigado com a Mili), não passou pela minha cabeça ligar ou procurar a Viviana. Acho que a respeitava demais pra ficar brincando com ela num momento desses, pra preencher o vazio que a Mili deixou em mim. Por outro lado, pensei que também devia gostar da Mili, já que não me ocorreu procurar a Viviana, a Vane ou qualquer outra.

Tenho que admitir que percebi que a Viviana agiu com um certo ciúme, olhou a Mili dos pés à cabeça, igual as mulheres fazem quando querem achar um defeito pra detonar a mina que tá com o ex, pra depois contar no grupo de amigas. Me deu uma graça, nunca tinha visto a Viviana reagir assim.

Claramente eram diferentes, claro que a Viviana era gostosa (como a Mili reconheceu) e tinha um corpo atlético, mas principalmente no jeito de se vestir era mais recatada e, bem, na personalidade… também mais reservada, mas amorosa. Enquanto Mili era um furacão em todos os sentidos, sua personalidade, suas roupas, seu corpo, a intimidade…
Era trágico-cômico… eu tinha dado a Mili várias opções pra aquele dia de folga (balada, o clube, a casa dela, a minha) e justo ela escolhe o cinema… Justo o mesmo que a Viviana escolhe… Eu tava nessa neura até que…
- Ela deve ter significado muito pra você… Mili completou, meio ciumenta.
- Não… é que… nada… respondi, mordendo a língua pra não piorar as coisas.
- Nada? Olha como ela te deixou… Mili praticamente reclamou.
Aí ela virou o rosto, olhando pela janela do táxi, se sentiu ofendida pela minha distração, entendendo que minha cabeça ainda tava na Viviana e não na mina que tava do meu lado, minha atual… então tentei acalmá-la, tomando cuidado com as palavras pra não pisar na bola de novo.
- É que… ela foi especial… só isso… sei lá, talvez você tenha tido um ex que foi difícil de largar… expliquei pra ela entender com algum exemplo da experiência dela.
- É… teve alguém que foi difícil de terminar… Mili admitiu.
- Viu? Algum namoradinho da escola ou do bairro?… devolvi as perguntas.
- Foi você… idiota… foi difícil terminar com você… ela disse, melancólica.
- Nossa… e antes não… com o Javier?… perguntei, surpreso.
Ela me explicou que terminar com o Javier foi relativamente fácil… que começou com ele numa fase em que queria ter alguém, que ele era divertido e fazia ela esquecer os problemas com a mãe… mas ela sentia que ele era infiel… na verdade, achou que foi covarde por não ter terminado antes com ele…
- Fico com um pouco de ciúme, sabe?… ela me disse.
- Por quê? Isso já passou… falei.
- É que você pelo menos amou outra pessoa… e eu… eu só amei você… ela confessou.
O fato de eu ter visto a Viviana foi tipo um alerta pra Mili… a sombra da ex… a gente tava tão bem, até o rolê da Vane… depois voltamos a ficar bem e agora aparecia Viviana, isso a fazia se sentir insegura em relação a nós de novo.
- Ei… Vem aqui… sabe que também te amo… falei, abraçando ela e forçando meus sentimentos para confortá-la.
Depois nos beijamos com ternura. Nos olhamos com carinho… ela ainda via um pouco de escuridão e angústia nos meus olhos, sobrecarregados pelas lembranças de Viviana… mas eu não deixaria ela vencer… não naquela noite…
- Senhor… a gente desce aqui… disse Mili de repente.
Ah, lá vem a noite, pensei… vai começar a discussão, naquela rua deserta, ou num rompante vai pegar outro táxi e ir embora sozinha… falei pra mim mesmo. Mili me pegou pelo braço, quase me puxando.
- Vem… vamos… ela disse.
Não sabia pra onde Mili estava me levando, porque estávamos numa rua vazia, no meio da noite, talvez fossem umas 11… estávamos perto do toque de recolher imposto pelo pai dela, coisa que parecia não importar pra Mili… ela sabia e tinha certeza de onde queria ir.
Até que no fim da rua… vi o letreiro de neon pra onde Mili parecia apontar…
- É sério? A essa hora? Naquele lugar?... perguntei pasmo, não que eu fosse esnobe, sou homem e entro em qualquer lugar, tava falando mais por ela.
- Sim… ali… e agora… ela disse de um jeito imperativo e mandão.
Já podem imaginar… era um hotel, melhor dizendo, um pousada… de baixa categoria, mas foi o mais perto que Mili viu enquanto passávamos de táxi. Ela tava disposta a me exorcizar naquela noite da lembrança de Viviana, de qualquer jeito e em qualquer lugar.
- Ei… não precisa… falei meio cansado, melhor dizendo, sem muito ânimo.
- Ahhh… sim… precisa sim… ela disse de forma decidida, tinha encarado como um desafio.
Apesar de nós dois estarmos cansados pela semana longa de provas, Mili tava disposta a sacrificar o cu naquela pousada simples, oferecer a bunda como tributo pra eu ver o quanto ela me amava… até se rebelando contra o horário limite imposto pelo pai dela.
Mili entrou sem vergonha, pediu um quarto e até pago, deixando o documento de identificação… eu parecia mais o puto que tinham pago pra acompanhar e satisfazer ela… e parecia que ela ia cobrar em espécie, com o suor da minha virilha.
Ela me pega pela mão e me leva pro quarto… Mili parecia uma policial levando um preso pra cela… eu seguia atordoado e surpreso, nesse tempo todo nunca tinha visto ela tomar tanta iniciativa nessas coisas… muito menos minha ex Viviana… talvez a única que foi assim foi a Vane, que era doida e me amarrou…

Entramos num quarto preparado pro ato, com umas imagens de mulheres peladas, um espelho de um lado da cama e outro no teto… algo me dizia que atrás de um desses espelhos podia ter uma câmera, daquelas que a gente vê depois nos vídeos de sexo amador na net.

Enquanto eu apreciava o quarto e sentia aquele cheiro típico desses motéis (de sexo, alguns vão saber do que tô falando), lembrava que já tinha tido encontros casuais em lugares assim, mas com minas que a gente conhece na balada ou em festas… mas até me dava vergonha levar a Mili ou outra parceira séria pra lá.

No entanto, pra Mili isso pouco importava, ela tinha uma missão e ia cumprir. Sem perceber, enquanto eu me perdia em abstrações e observações do lugar, ela já tinha se apossado do meu pau, baixei o olhar e Mili já tava de joelhos, chupando ele… tentando deixar ele duro.

Assim que ficou durinho do jeito que ela queria, sorriu safada e satisfeita… se levantou, me pegou pela mão, me levando pra cama…

— Vem, amor… arromba minha bunda… — disse com uma expressão morbidosa.

Mili tava motivada, pronta pra apagar qualquer lembrança da Viviana naquela noite. Ela queria ser a única memória que eu levaria pro travesseiro naquela noite… eu seguia ela besta, mal lembrando que com a Viviana eu não vivia esse tipo de luxúria, claro que tinha paixão e um pouco de morbo, mas também ternura… era mais perto do que se pode chamar de fazer amor…

No caminho pra cama, Mili tinha soltado o Tirou as alças do vestido do pescoço, deixando a parte de cima cair, liberando os peitos redondos dela. Mili levantou a saia e se deitou na cama, de lado, ergueu uma perna e depois a outra sobre a cama, um braço apoiado na cama e o outro livre.
Nessa posição, percebi que as pernas dela enfiadas em meia-calça preta terminavam em ligas nas coxas, ligadas por tiras à calcinha pequena que ela mesma tratou de puxar para o lado. Aquela imagem era excitante, parecia que, apesar do cansaço, Mili tinha ido naquela noite me dar uma surpresa, caso surgisse a oportunidade, com aquela lingerie preta sexy.
Vendo que eu não reagia, besta olhando para ela, Mili com a mão livre começou a fazer sinais para eu me aproximar, enquanto me olhava excitada. Já tinha deixado o espaço necessário para eu entrar de lado no cu ansioso dela, que me esperava pulsando.
— Não seja tímido, bobinho… — dizia ela, ansiosa para ser possuída.
Fui me ajeitando, com um pé no chão e um joelho na cama, um braço na frente dela e outro atrás, mas Mili não queria esperar muito. Pegou meu pau com confiança e puxou, apontando para o cu dela, depois segurou minha camisa como se quisesse que meu corpo se aproximasse e meu pau fosse se enfiando entre as bundas gordas dela…
Percebi que aquela posição tinha seu motivo… Mili queria me observar enquanto eu a satisfazia, queria ver como eu também me deliciava com a bunda suculenta dela, os peitos redondos e o cu apertado… queria que meu olhar não ficasse perdido em lembranças como desde que saí do cinema, depois de ver a Viviana… Mili só queria ver a luxúria que me provocava dominar ela.
Foi assim que comecei a furar o cu dela, enquanto Mili me olhava desejosa. Para incentivar meu ritmo, puxou minha camisa e me beijou com paixão, enquanto a língua dela estimulava a minha, me dando alguns olhares de agonia e prazer… os gemidos dela iam aumentando, até que não conseguiu mais me beijar, porque os gemidos contidos Na garganta dela, tava sufocando ela.
-          Uhm… isso amor… assim… arrebenta a bunda da sua namorada… uhm… ela falava, como se tivesse me lembrando de quem era minha dona agora.
Por uns momentos, sentia que tava agindo no automático, até que cumpria meu papel, mas minha cabeça dava uns flashes de outros momentos com a Viviana… porra, foca, eu pensava… custei tanto pra voltar pra Mili, não posso perder a cabeça uma noite por causa da minha ex…
-          Eu sou sua mulher, love?… sou sua mulher?… Mili insistia, excitada, querendo me puxar pro jogo dela.
Naquela hora, eu não tinha certeza de nada, mas Mili não podia saber, tinha que dar meu melhor show pra sair dessa enrascada que a Viviana me meteu. Se as mulheres conseguem fingir orgasmo, talvez eu conseguisse fingir mais paixão que o normal… e no caminho, quem sabe, nem precisasse mais fingir…
-          Não… você não é minha mulher… falei num momento de estupidez sincera.
-          O quê?... não sou sua mulher?... ela respondeu, chocada, decepcionada.
-          Não… hoje à noite… hoje à noite você é minha putinha… respondi, salvando a situação.
-          Sua putinha?... Mili repetiu, perplexa, não era a resposta gentil que esperava, mas no fundo, aquilo despertou um certo tesão nela, dava pra ver na cara confusa dela.
Pra não dar chance pra outras perguntas, comecei a bombar ela com mais força, a perna dela levantada mal conseguia me segurar enquanto eu castigava o cu dela e beijava com paixão, devolvendo minha língua e sufocando ela de novo entre gemidos e suspiros. Minha mão começou a apertar os peitos cheios dela, deixando ela louca de prazer.
-          Isso… amor… sou sua putinha… sou sua putinha… uhm… ela repetia, frenética, satisfeita.
Como eu esperava, aos poucos fui entrando no personagem e me deixando levar pelo tesão, Mili ajudava com os gemidos gostosos dela e as expressões no rosto, entre prazer, dor, momentos de sorriso, ou caras de menina castigada, fazendo biquinho ou mordendo os lábios.
-          Amor… você tá arrebentando meu cuzinho… au… ela falava, cheia de dengo. sabia que isso me incentivava ainda mais e que eu ia bombar com mais força.
Nessa posição, esticando o pescoço, dava pra ver como minha rola dura dilatava o cu dela violentamente, enquanto ela me olhava surpresa. De vez em quando fechava os olhos e, com a cabeça pra cima, curtia aquelas sensações… até que abriu os olhos e começou a dar bom uso pro espelho no teto… olhando bestializada como o corpo dela se contorcia de prazer, os peitos dela balançavam e a expressão no rosto dela.
— Uhmmm… Você me transformou na sua putinha love… uhmmm… — exclamou completamente submissa.

As imagens não enganavam ela, aquilo que começou com ela me levando pra lá e quase mandando em mim… agora tinha se invertido, com a Mili aguentando um castigo anal selvagem… tão pesado que já tava cãibra na perna dela que tava levantada.

Embora a Mili aguentasse porque queria mais, ou melhor, tirar a Viviana da cabeça, resolvi mudar de posição… assumindo meu novo papel machista, e tendo dado a ela o papel de uma putinha submissa. Peguei ela pelo cabelo e virei ela pra cama…
— O quê?... ohhh… — exclamou surpresa e excitada com minha grosseria.

Afinal, era isso que ela queria, me trouxe pra esse puteiro sujo pra eu arrebentar o cu dela, pra se sentir segura que era a única, que não tinha mais ninguém lá fora pra fazer sombra… nem a Vane, nem a Viviana, nem qualquer outra… só ela… só aquele rabão dela…
— O que cê tá fazendo love?... uhmmm… — gemeu meio assustada.

Com a barriga na borda da cama e as pernas penduradas, quase como se estivesse de joelhos e presa ao mesmo tempo entre minha virilha e a cama, assim de quatro, como ela gostava, comecei a meter nela, de cima pra baixo, fazendo pressão com meu corpo pra baixo e quicando contra os glúteos avantajados dela.
— Ouuu… uhmmm… ayyyyy Dannyyy… uhmmm… — reclamava a Mili daquela empalação.

A Mili aguentava minhas investidas contra a cama, arranhando o colchão velho, com o rosto de lado, uma mistura de medo e dor… eu tinha despertado a besta em mim… eu, enlouquecido, tentando bloquear As memórias da Viviana me perseguiam… eu castigava com força o cu da Mili…

- Abre essa bunda… ordenei, dando um tapa na bunda dela.

Ela, depois de receber aquele tapa sonoro que deixou a bunda dela vermelha, só conseguiu passar as mãos pra trás e separar os glúteos gordos, pra aguentar meu castigo…

- Assim nãooo, amorrr… assim nãooo… ela disse, meio soluçando.

Percebi que estava sendo agressivo demais, a excitação da Mili tava virando medo… e bom, não era justo… ela não tinha culpa da confusão na minha cabeça, só tentou me puxar pra ela… só entendi isso na hora e tentei salvar a situação…

- Você é minha mulher e vai me satisfazer… repreendi, pra elogiar ela.

Tentava mudar o papel da Mili de garota abusada pra mulher complacente, pra ideia de que era um castigo ficasse mais leve pra ela, apesar da violação cruel que o cu dela tava sofrendo…

- Siiim… siiim, amorrr… sua mulher vai te satisfazerrr… uhmmm… ela respondeu, excitada de novo.

Animada outra vez, sentindo que tinha cedido ao pedido de se reconhecer como minha mulher… Mili agora, com gosto, abria mais a bunda carnuda, quase se arranhando, enquanto aguentava e começava a curtir aquele castigo de novo.

É inacreditável como umas palavras ditas no tom e na hora certa podem fazer uma gostosa aceitar de boa uma foda violenta, e até levar ela a um nível de safadeza que faz ela aproveitar ao máximo.

- Aiii, amorrr… que delíciaaa… uhmmm… Mili gemia, gostosa.

- O que, amor? O quê?... perguntei pra estimular a perversão dela.

- Teu pau entupindo meu cu… uhmmm… ela exclamou, como se estivesse possuída.

Dessa vez, no rosto dela de lado, não vi medo, só os olhos semi-cerrados de prazer, curtindo tudo aquilo… a perversão dela ia se multiplicar quando ela usasse os espelhos de novo, um do lado da cama… ela via, absorta, como minha virilha batia na bunda rechonchuda dela… como as unhas dela se cravavam na própria pele… Nalgas e como faltavam mãos pra agarrar toda aquela bunda gorda dela.
— Amorrr… minha bunda é enorme… uhmmm… — exclamou, surpresa com o que via.

Ela me viu também praticamente pulando em cima dela, com uma cara de tesão doentio… o que a fez sorrir satisfeita… que o homem dela a olhasse com luxúria e prazer, enquanto se deliciava com aquela bunda enorme, enquanto enfiava a pica até o fundo…

Acho que também dava tesão nela se ver como uma puta submissa numa cama de um hotel vagabundo… isso acabou levando ela ao auge…

— Aiiii não… não… ouuuu… uhmmmm… — exclamou, tremendo, quase com cãibra.

Mesmo tentando resistir, não aguentou e teve um orgasmo brutal… de novo uns jatos de excitação inundaram o interior dela, enquanto Mili se contorcia de prazer…

— Ai, amor… uggg… ufff… — exclamei, me rendendo àquela rabuda enorme.

Despejei um galão de porra, parecia um carro abastecendo… não parava de sair jorros de sêmen, enchendo as tripas dela com meus fluidos. Queria ter gozado na boca dela, espirrar na cara… mas ufff… com essa bunda às vezes não dá… nem sempre se ganha…

Me desgrudei e fiquei de lado, sentado no chão ao lado dela, que continuava na mesma posição encostada na cama… tentando se recuperar… enquanto respirava ofegante e me olhava com um sorriso amoroso, apesar da surra que dei na bunda vermelha e no cu quase estourado dela.

— Sou sua única mulher?… — perguntou, besta.

Mili esperava que com aquela demonstração tivesse vencido a batalha contra minhas lembranças da Viviana, sacrificando a bunda, o cu que quase acabou destruído.

— Sim, meu amor… você é a única… — falei pra acalmar ela de vez.

Acho que Mili queria continuar nessa conversa besta, de elogios bobinhas… como as garotas fazem quando ficam grudentas depois de transar… no entanto… um barulho nos tirou da nossa recuperação gostosa… o celular dela começou a vibrar…

— Uiii… meu pai… Ayyy... são meio-dia... disse Mili olhando as horas.
Era meio-dia em ponto e o pai dela ligou pra encher o saco por ela não ter chegado na hora combinada...

— Desculpa, papai... o filme começou um pouco mais tarde e durou mais do que devia... disse Mili com vozinha de menina boazinha.

Ouvir ela assim me deixava excitado... Mili percebeu e fez sinal pra eu me arrumar pra ir embora, mas assim que desligou, agarrou meu pau, limpando ele com umas lambidas certeiras. Não quis chupar porque sabia que se continuasse a gente não sairia.

Mili se limpou do jeito que deu e saímos voando do motel, tão apressados que ela quase esqueceu os documentos. Quando chegou na casa dela, apesar da explicação, o pai ainda nos esperou com cara de poucos amigos, depois de uma bronca severa, deu um sermãozinho.

Me despedi da Mili, que parecia mais apaixonada do que nunca, eu também tava satisfeito... mas, com o passar dos minutos, os pensamentos sobre a Viviana começaram a me assombrar de novo, agora teria tempo mais livre pra me torturar com aquelas imagens do passado.

Quando cheguei em casa, antes de dormir, recebi uma mensagem no celular... achei estranho porque já tinha avisado a Mili que cheguei bem.

— Tô com saudade... não paro de pensar em você... dizia.

Essa Mili ficou mais romântica e carinhosa do que o normal, pensei, mas não era o número dela...

— Foi gostoso relembrar algumas coisas... não sei mais o que te dizer... respondi, sobrecarregado.

Talvez não devesse ter respondido, pelo menos não naquele momento, naquelas horas que mostravam que eu também tava pensando nela, quando não era pra estar.

— Desculpa, fui uma idiota, você não tá sozinho... não devia ter te escrito... descansa... ela finalizou na mensagem seguinte, se despedindo.

— Tá bem... Descansa, Viviana... respondi com um nó na garganta e no coração.

Porra... lembrei como foi difícil largar uma mina assim, linda, nobre, inteligente, amorosa, e me vinham um monte de outras qualidades, desde os modos dela, até... Um jeito elegante de se vestir sem deixar de ser sensual, uma mina que você podia exibir em família ou em encontros com amigos ou no trabalho, sem medo de que todo mundo ficasse em cima dela feito lobos adolescentes.
Do corpo, pelo que vi, Viviana continuava atlética, tinha aquelas curvas bem definidas e graciosas de modelo, nada a ver com as curvas voluptuosas e chamativas da Mili… tirando conclusões, elas eram muito diferentes em quase tudo.

Na real, com a Mili nesses meses, tudo tinha sido longe de calmo, tinha sido um furacão de momentos extremos de paixão, brigas, vinganças, entre outras paradas… bem, o que alguns poderiam dizer que essas coisas dão um tempero na vida…

Mas, por outro lado, no tempo que fiquei com a Viviana, tudo funcionou em paz e harmonia… não lembrava de brigas sérias, ciúmes, interferência de terceiros (como aconteceu comigo e a Mili por causa da Vane, do Javier, do Guille)… com a Viviana, tudo fluía fácil… como num sonho, e assim fui pegando no sono.

Talvez aquele encontro com a Viviana fosse o golpe final pra mim e pra Mili… o destino coloca as pessoas no seu caminho por vários motivos, e esses reencontros talvez tivessem um propósito… diante do que estava por vir…

Finalmente eu ia descobrir o que a Mili tinha escondido de mim por semanas… no momento menos esperado e de um jeito meio cruel… e isso ia acabar de vez com a balança…

Continua…

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