Voltando às Origens 3

Apagando o fogo eterno da Alicia. Alicia me esperava no escuro, quando cheguei ela me abraçou e eu beijei ela na boca, ela enfiou a língua e brincou com a minha, no meu ouvido ela disse… Tô com um tesão danado…, faz tanto tempo que não como uma pica que nem lembro quando foi a última vez, e posso te garantir que nenhuma foi igual à sua, seu ladrão! Tenho que aproveitar sua estadia em casa, então vamos pro seu quarto pra ficar mais à vontade, a Aída já foi embora e a Lucía tá bem dormida na minha cama, tenho um presente pra você. Acendi o abajur da mesa de cabeceira, a Alicia tirou o roupão, tava pelada por baixo, me despilou e, de pé, começou a lamber meus mamilos, quando peguei nos peitos dela lembrei dos seios da Lucía, desci e comecei a lamber os bicos grossos e empinados que pareciam o dedo mindinho da minha mão, mordi as pontas que endureceram na hora, continuei descendo e, de joelhos, cheguei na buceta peluda dela…, lambi aqueles beiços carnudos pendurados dos lábios da vagina e com a ponta da língua cheguei finalmente no clitóris. Assim que lambi, ela começou a esfregar a boceta gorda contra meus lábios, chupei os sucos que jorravam forte, tirei o rosto da xota dela e falei… E o meu presente? Ela virou de costas e, se abaixando, ficou de quatro, abriu com as mãos as nádegas enormes e disse… Procura no meio! Um anel escuro e saltado apareceu no centro, enfiei a cara na racha dela e lambi o cu, tentando meter a língua naquele furinho apertado. Depois enfiei um dedo babado e outro dedo, girando eles. Quando achei que tava lubrificada, me levantei e, colocando a ponta da pica naquele anel estrelado e franzido, empurrei, cravou devagar mas sem parar até a base do pau…, Que delícia, adoro!!, exclamou minha Comadre, deduzi que o falecido tinha sido um usuário frequente do esfíncter que agora eu curtia e minha nova amante mantinha o prazer de ser sodomizada. Naquele momento, senti um movimento leve na entrada do quarto, só podia ser a Lucía e se ela quisesse um show eu ia ter, disfarcei que não tinha sentido ela. Desci pelas costas da mãe dela, que apoiou as mãos na cama, e comecei a bombar ela uma vez e outra, depois tirando o pau que deixava um vazio no cu e, antes que fechasse, enfiava de novo, a luz fraca do abajur iluminava a penetrada. Lúcia com certeza via como o pedaço de carne mergulhava naquele rabo pelo buraquinho escuro e estrelado, agora dilatado da mãe dela. Ao sair, a piroca brilhava de tanto suco, depois passei a enfiar na buceta por um tempo, onde meu pau sumia entre os lábios vaginais quase impenetráveis da senhora. Alicia começou a gemer baixinho, aumentei a velocidade da minha cintura até que ela gozou num orgasmo já não tão silencioso, mas sabendo que a Lúcia tava acordada e como espectadora, não impedi que ela gemesse à vontade. Cumprindo já com minha parceira, voltei pro reto da minha Comadre, que impressionou como engolia fácil meu pau grosso, e meu êxtase de me ver como centro do espetáculo apertou a saída da porra…, a primeira descarga caiu nos intestinos da minha wife Comadre, foi um jato bom e forte de porra grossa fabricado exclusivamente pra ela e ativado pela sua filha sortuda, Lúcia. Perto de soltar o segundo leitada, consegui tirar minha pica do buraco dilatado, e a próxima emissão foi nas costas da mulher receptora, assim como o terceiro jato de leite branco. Como já comentei, tenho umas gozadas copiosas e abundantes, capazes de cobrir uma gostosa…, as últimas foram uma salpicada de vários gotões sobre a bunda incrível da Alicia, sempre sob o olhar atento da Lúcia, concentrada no que via. Bem na hora que a mãe percebeu eu gozar dentro dela, soltando um gemido sem censura, e meus gemidos ficaram fortes com a iminência da gozada, a menina tirou a cabeça pra ver melhor o que ia acontecer e o que tava rolando naquele instante. A cria percebeu como eu banhava a mãe dela de sêmen por toda as costas depois de ter inseminado ela. a bunda. As gotas de esperma grosso e mais líquido escorriam pela bunda dela, cheia de espermatozoides inválidos pro que precisavam. Mesmo depois de ter gozado gostoso, meu pau não perdia a ereção, então não me veio outra ideia senão meter o cacete de novo no buraco dilatado da bunda dela, com as nádegas da Alicia coladas em mim pra dar tempo da Lucía voltar pra cama. Finalmente a Alicia se endireitou, me beijou, se despediu e foi pro quarto dela. Dormi satisfeito pensando que nenhum hotel, por mais luxuoso que fosse, incluía aquele serviço, mas meus sonhos estavam gravados nas tetas lindas da minha afilhada. A primeira foda... a virgindade dela.

É difícil imaginar hoje em dia a Galícia rural onde me criei nesses anos pra alguém da cidade. Ainda hoje existe uma diferença em cultura e estilo de vida, um abismo de vinte ou trinta anos... ainda hoje certas coisas acontecem nos vilarejos que nunca são comentadas.

Minha mãe, minha irmã mais velha e eu morávamos numa casa com currais a cinquenta ou cem metros da casa do vizinho, e assim formávamos pequenos núcleos familiares, onde cada família vivia na dela, mas sempre atentas às necessidades umas das outras como comunidade. Trabalhávamos todos no campo e na fazenda. Eu ajudava minha mãe em casa e minha irmã já trabalhava numa loja no centro da cidade. Eu ainda ia pro colégio, com meus 14 anos tava no segundo ano do ensino médio. Um ônibus escolar pegava todos os alunos espalhados pelo vale. Só tínhamos nós mesmas pra maioria das coisas, dividindo as tarefas de casa entre as três.

Meu pai deixou cavalos que alugava pra montar nas éguas, eram garanhões de qualidade muito boa, e agora minha mãe e nós mantínhamos o negócio. Na verdade eram animais de trabalho, mas de boa raça, e alguns vizinhos alugavam eles pra cruzar com as éguas deles. Desde muito novinha lembro do cheiro de sexo, mesmo sem estar vendo, mas sentia. que ouvia os relinchos e os homens gritando pro casal se acasalando. Não me deixavam olhar, enquanto meus vizinhos, todos homens, podiam, então eu sempre tentava ver alguma coisa me escondendo. Um dia vieram uns vizinhos com a sua gostosa. Veio o casal com os dois filhos e a filha que tinha mais ou menos a minha idade. As mulheres ficaram em casa, e os homens se prepararam pra montaria. Eu nem tentei me aproximar, mas logo percebi que a filha dos vizinhos tinha ficado pra ver a montaria, sem o pai falar nada. Me aproximei o máximo que pude pelos currais até o lugar onde estavam com os animais, tentando ver alguma coisa sem ser visto. Quando cheguei, o cavalo já estava com o pau totalmente duro e montado em cima da gostosa, que esperava impaciente pela enfiada. Meu vizinho, o dono da gostosa que iam inseminar, levou a rola pro buracão da buceta dela e ajudou até enfiar direitinho. Quando o cavalo começou o mete-saca, começaram os assobios e os gritos dos homens, e uns relinchos incríveis da gostosa. O vizinho fez um sinal pra minha mãe dizendo com toda naturalidade… Prefiro que minha filha veja o que as éguas sofrem pra não ter ideia de deixar qualquer cara foder ela…. O cavalo do meu pai era maior que a pobre jovem gostosa e tava destruindo a buceta dela, porque além de pequena, a gostosa era virgem…, mas o animal, sem se importar com nada além da própria satisfação, continuava metendo nela. O vizinho completou… Com as idades dos nossos filhos, um dia desses aparecem grávidas com uma barriga de qualquer um. Espero que isso dê um pouco de medo nela…. E por outro lado", acrescentou…. "Tem esses filhos da puta", apontando pro filho dele e pros amigos que o acompanhavam…. "Que tão doidos pra meter a pica! Os garotos riram, mas a garota olhava impassível a fodida do cavalo. Meu padrinho, que tava por ali, achou a ideia boa e me mandou chamar. com o consentimento da minha mãe, que estava em casa com a vizinha. Meu vizinho foi me buscar em casa, onde eu tinha voltado correndo, e fui com ele… Olha, filha…, ele me disse. Pra você ver o que se faz com o que a gente, os caras, tem entre as pernas. Eu olhava alucinada como o pauzão do cavalo entrava e saía da sexy girl. O vizinho me incentivou a chegar perto, e eu cheguei tanto que os fluidos me respingaram. Meu padrinho me avisou sobre o quanto doía, e que eu não devia deixar um garoto fazer o mesmo comigo, porque ia me machucar. Eu já tinha visto os paus de alguns namorados da minha irmã mais velha, e até o dela…, na primeira vez mijando, e eram bem menores, embora minha bucetinha também fosse bem menor que a da sexy girl. Cada raça tem o tamanho que consegue aguentar, apesar de meu padrinho ter a maior piroca que já vi nos caras que comiam minha irmã, os únicos paus que vi até hoje pra comparar. O vizinho disse ao meu padrinho que os garotos não eram problema, que podiam levar eles num puteiro um dia, como os pais deles fizeram com eles, pra eles se aliviarem à vontade, mas a gente, as meninas, é que era problema… Essas crias já tão na idade de dar pro macho. Na hora que quiserem um rabo, podem pegar de qualquer um desses filhos da puta, disse, apontando pros garotos. Os caras riram, enquanto o cavalo relinchava de prazer, anunciando a gozada. Ele tirou de uma vez e um monte de porra veio atrás, respingando no chão. Meu vizinho se apressou em colocar a mão pra não perder mais, enfiando o braço até o cotovelo, pra ajudar a porra a entrar bem fundo. Depois ele ia montar de novo, em umas duas horas tinha muita chance dela ficar prenha. Os jovens não ficaram na fazenda e foram embora nessas duas horas com os pais pra propriedade deles. Enquanto isso, minha mãe, meu padrinho e eu fomos pra casa. Minha mãe e meu padrinho comentavam como o macho tinha sido bom, e como o rabo era grande. ainda pendia flácido pra fora da capa do prepúcio quando fomos embora. A buceta da mulher tava dilatada, mas ela ficou ali do lado, como esperando que o cavalo quisesse dar mais pica pra ela.

3 comentários - Voltando às Origens 3

esperando la proxima entrega! sin dudas sabes captar a tus lectores