Tudo pelo casamento e manter a chama acesa

Eu, no banheiro do escritório, escutei a conversa de dois colegas, Eduardo e Leonardo, falando sobre a Marcela, que eles conheceram num evento de lançamento de uns produtos novos que rolou no sábado passado, e que todo mundo da empresa foi com as respectivas namoradas ou esposas.

Ao ouvir o nome de Marcela, me escondi pra não ser visto e, prestando atenção, não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Aí vai o mais fiel possível da conversa:


— Viu a bunda que a mina do Ale tem? — perguntou Eduardo.


- Nem me fale, não consegui tirar os olhos daquilo a noite toda, respondeu Leonardo.


- Também com aquela calça que ela usava e aquela fio dental que marcava tudo.


- Além disso, me parece que ela gosta de exibir, porque toda vez que percebia que eu tava olhando, ela se fazia de sonsa e balançava mais ainda.




- A única coisa que te digo é que essa mina parece uma puta gostosa e que adoraria que arrombassem a bunda dela de uma vez, e eu me candidato em primeiro lugar.


Naquele momento, eles saíram do banheiro e eu fiquei com uma raiva tão grande que só era comparável ao tesão que me deu ouvir eles falarem da Marcela daquele jeito.

A partir daquele dia, percebi o quanto me excitava saber o quanto minha esposa era desejada. Toda vez que a gente transava, eu fantasiava com a ideia de ter gente olhando a raba da Marcela enquanto ela rebolava, feliz em mostrar. Assim se passaram vários meses, até que um dia, enquanto a gente tomava sol na sacada de casa, vi ela enfiar a fio dental que tava usando bem pra dentro da raba. Quando perguntei o que ela tava fazendo, respondeu que era pra não ficar marca da sunga, mas na real percebi que ela tinha se levantado da espreguiçadeira e se virado de costas pra grade da sacada, dando um show do caralho pra dois adolescentes que moravam num prédio na frente e não conseguiam tirar os olhos da janela. Quando percebi, achando que a Marcela não tinha notado, avisei:


— Marce, vira pra cá que tão te olhando da frente.


- Sério?


Ela vira o rosto e, olhando pros caras, mostra a língua, passa ela pelos lábios, depois me encara e diz:


- Deixa eles olharem, me excita pensar que hoje à noite vão bater uma pensando em mim.


Não podia acreditar no que tava ouvindo e vendo,

Não soube o que dizer, automaticamente senti que começava a ter uma ereção monumental e comecei a dar crédito ao que meu parceiro Leonardo tinha mencionado na ocasião do banho.

Assim que pude, levantei da cadeira de praia e me aproximei dela, dei um beijo na boca dela e, sussurrando no ouvido, comentei que o que ela estava fazendo era uma das minhas fantasias dos últimos meses e que, se ela gostasse, eu não ficaria com ciúmes; pelo contrário, ajudaria ela a desenvolver a fantasia dela e ir até onde ela quisesse.

Quando ouço isso, me olho fixo e me pergunto:


—Chegar até onde eu quiser?


- Sim, por quê? Até onde você quer chegar?, respondi.


- Queria mostrar a buceta pra esses caras sem a calcinha. Deixa?


A conversa tinha chegado ao ponto em que eu não aguentava mais ter minha pica presa dentro da calça.

Ela me olhava como se esperasse a resposta, sem deixar, claro, de se arquear cada vez mais pra se mostrar melhor pra esses caras.


— Não acha que seria demais? Não te dá vergonha? — perguntei.


- Não, de jeito nenhum, a única coisa que me dá um pouco de vergonha é confessar que sempre gostei de me exibir e, especialmente, me excita pra caralho quando os homens me olham e desejam minha bucetinha e meus peitos.


Vi na cara dela que contar isso a deixava terrivelmente excitada, e eu, que não ficava atrás com a minha tesão, continuei perguntando.


- Você mostrou essa bucetinha apertada pra muitos caras ultimamente?


- A vários, quer que eu conte a última vez?


- Foi ontem quando saí do prédio pra ir pra academia com aquela legging azul. Quando vi que o Sérgio (o porteiro) e o Ruben (o segurança) não conseguiam tirar os olhos de mim, eu abri um pouco as pernas, me agachei sem dobrar os joelhos e fingi que tava amarrando o cadarço do tênis, colocando a raba a um metro da cara deles. Eles cravaram o olhar.


Enquanto me contava isso, ela abriu um pouco mais as pernas e começou a se tocar na buceta, sempre mostrando a raba pra quem quisesse ver nas janelas da frente.


- Bom, se você não tem vergonha, tira a fio dental, mas espera eu ir pra dentro, pra poder te olhar daí.


A única coisa que eu queria era não perder nada do espetáculo que a Marcela ia dar, e queria ver enquanto batia uma punheta da boa.

Quando eu a deixei sozinha, ela virou a cabeça pros olheiros, colocou a língua pra fora passando pelos lábios, puxou o cordão de um dos lados da malha desatando o nó, lá estava ela parada na sacada de pernas abertas, um dedo dentro da buceta e apontando a bundinha nua dela na luz do dia pra dezenas de janelas.

Ela se arqueava cada vez mais, abria as nádegas com a mão, mostrando seu lindo buraquinho e sem parar de se masturbar. De repente, me olhou através do vidro e implorou pra eu meter a pica na boca dela, coisa que não pude evitar, já que tava prestes a explodir. Então saí na sacada, peguei ela pelos cabelos, e ela começou a chupar minha pica, enquanto eu, já fora de mim, gritava: "Você gosta que vejam sua bundinha de puta? Queria ter outra pica enfiada atrás agora?" Ela balançava a cabeça que sim e gemia como nunca tinha ouvido. Já tinha gozado umas cinco vezes. Eu continuava: "Sabe todos os velhos que devem estar batendo punheta vendo sua raba? Queria ter todos eles aqui, não quer, putinha?" "Siiim", ela dizia, mas eu não aguentei mais e tive um orgasmo monumental, que a Marcela engoliu até a última gota. Dei um tapinha na bunda dela e fomos pra dentro.










O dia inteiro no escritório fiquei com um tesão do caralho.

Quando abro a porta, encontro a Marcela cozinhando vestida só com uma tanga vermelha daquelas que entram bem fundo na buceta. Ela vem me dar um beijo e diz que sorte que cheguei, porque já não aguentava mais de tesão e queria que eu comesse ela na varanda, na vista de todo mundo.

Falei pra ela que isso aí a gente não podia mais fazer, e contei sobre a denúncia. Quando falei da proposta que o Ruben e o Sergio tinham me feito, pensei que ela ia morrer de vergonha, mas não, tava muito enganado. Ela me olhou, se tocou na buceta e, depois de um gemidinho, me disse:


- Que sacanagem, e pra você, amor, o que acha da ideia?


- Pra ser sincero, me pegou de surpresa, mas fiquei excitado o dia inteiro.


Você sabe que eu adoro mostrar essa bucetinha o tempo todo, e se você não se importa que fiquem olhando pra ela enquanto me come, a gente podia pedir pra eles subirem.


- Justamente hoje à noite eles estão de folga, falei.


— Por que você não desce e avisa elas pra virem às 10. Mas, amor, não esquece de deixar bem claro que é só pra olhar, não vou deixar ninguém me tocar.


- Claro, eu também não deixaria isso acontecer.


Então desci, encarei o Ruben e, sem muita enrolação, porque tava morrendo de vergonha, falei que minha mina tinha topado a proposta pra hoje à noite.


- Eu tinha certeza de que ela tava morrendo de vontade de dar a bunda pra gente, ele me disse.


— Não vou entregar nada, falei, é só pra ela dar uma olhada, tá claro.


- Tá bom, sem problema nenhum. Já ver ele pelado com aquele rabão gostoso já me basta.


- Avise o Sergio e subam às dez, me despedi.


Voltei pro apartamento e a gente se apressou pra preparar tudo. Decidimos que ia rolar na sala, porque é o lugar mais espaçoso da casa e dava pra gente colocar uma distância entre eles e a gente. Empurramos os sofás e viramos eles de frente pro colchão da cama que jogamos no chão. Trouxemos um abajur que dava uma luz mais suave, mas que ao mesmo tempo iluminava tudo direitinho. A Marcela vestiu um vestidinho turquesa que bate um pouquinho acima dos joelhos, de tecido fininho e justo o suficiente pra deixar ver a tanguinha preta que mal cobria a raba dela e os biquinhos durinhos, já que ela não tava de sutiã. Era a primeira vez que ela ia mostrar a bundinha nua tão de pertinho pra dois quase estranhos. Só de pensar nisso, ela já tinha gozado enquanto se trocava.

Já tinha chegado a hora, e como era de se esperar, bateram na porta na ponta dos pés. Abri, e lá estavam o Rubén e o Sergio.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


- Meu amor, já tão aqui, vem dar um oi, gritei, enquanto Ruben e Sergio se acomodavam no sofá.


- Oi, como vocês estão, disse Marcela, como se fosse só uma visita social, e esticando o rosto deu um beijo na bochecha de cada um.


- Boa noite, senhora, responderam em dupla, que pelo nível de tesão que já estavam, saiu meio entrecortado.


— Essa mina é muito gostosa, disse Sergio, que sempre foi o mais cavalheiro.


— E tem a melhor bunda do bairro, continuou Ruben, mal posso esperar pra ver ele mostrando tudo peladinho. Prosseguiu, enquanto já tinha aberto o zíper da calça e dava pra ver uma ereção violenta.


- Então querem ver minha bucetinha, respondi Marcela, enquanto mordia o lábio, pelo tesão que as palavras do Rubén tinham causado nela.


-

Ela se virou e foi andando até o colchão, arqueou as costas, abriu um pouco as pernas e levantou um pouco o vestido, deixando metade da sua bunda linda à mostra. Olhou pra eles, passou a língua nos lábios pra molhar e perguntou


- Vocês gostam da minha bucetinha?, querem ver ela toda?


- Claro, senhora, mas espera a gente tirar as calças pra gente bater uma punheta gostosa com essa bunda linda, respondeu Ruben.


Assim fizeram, se pelaram por completo e deixaram ver dois pauzões muito maiores que o meu, prestes a explodir. Quando minha mulher virou o rosto e viu aqueles caralhos enormes, não conseguiu evitar soltar um gemido de prazer que fez o Rubén comentar comigo:


- Parece que sua mulher não só gosta de ser olhada, mas também de ver paus grandes.


- É verdade isso, meu amor?, perguntei.


Marcela não respondeu, mas dava pra ver na cara dela que tinha gostado, e que tinha chegado num nível de tesão tão grande que quase num puxão só arrancou o vestido, ficando só com a fio dental preta que mal cobria a bunda dela. Ela se ajoelhou de quatro no colchão, arqueou as costas e entregou pra eles uma vista fabulosa da sua bucetinha, enquanto enfiava um dedo na ppk e perguntava:


- Vocês ficam muito excitados me vendo assim?


- A verdade é que me excita ela ser tão puta, senhora, respondi Sergio.


— Não tá afim de tirar a calcinha e mostrar aquele buraquinho? — perguntou Ruben.


— Me deixa, meu amor, mostrar o buraquinho pros senhores? — ela me perguntou, enquanto rebolava a bunda pra frente e pra trás.


— O marido dela deixa ela fazer o que quiser, e como eu sei que ela tá doida pra um de nós tirar a tanga dela, eu não vou deixar ela na vontade — disse Rubén.


Naquele momento, Ruben se levantou do sofá e foi direto pro colchão onde Marcela estava. Já tinha perdido o controle de tudo e pensei que minha mulher fosse resistir a ser tocada, mas me enganei; pelo contrário, ela continuou na mesma posição e ainda arqueou mais pra deixar Ruben enfiar os dedos nas laterais da tanga e puxar pra baixo, deixando toda a bunda da minha mina no ar.


— O que acha do meu buraquinho? — perguntou Marcela, tocando ele com um dedinho.


É um bundão que precisa de uma linguada, respondeu ele, e na mesma hora se abaixou e enfiou a língua no cu da minha mulher, que já fora de si, se mexia desesperadamente e gritava coisas tipo:


- Sim, senhor, chupa minha bucetinha, por favor. Enfia a língua toda.


Rubén só tirava a boca da bunda pra gritar um monte de putaria pra ela, tipo:


— Eu tinha certeza que você era bem gostosa e que já tava há um tempão querendo dar pra dois homens de verdade. Vem, Sergio, que entre nós dois vamos rachar essa puta no meio.


Rubén parou, me olhou como quem pedia permissão e foi direto colocar a boca na buceta da minha esposa, lugar que o Ruben cedeu pra ele, que foi pra cara da Marcela e comeu a boca dela com um beijo que ela respondeu colocando a língua pra fora e olhando pra ele de um jeito que pedia aos berros pra ele meter aquela pica enorme na boca dela, coisa que o Rubén não fez questão de esperar. Não consigo explicar pra vocês com que desespero ela chupava aquele pauzão.

Nessa altura eu já não acreditava no que tava vendo, me sentei no sofá e fiquei admirando a cena enquanto batia uma punheta da boa.








Marcela só tirava a pica da boca pra gritar pra mim: - Meu amor, sou muito puta e adoro que chupem minha bucetinha.

Ruben se ajoelhou atrás da minha esposa e de uma vez só enfiou a pica até o fundo, e Marcela respondeu com um grito misturado de dor e prazer.








Minha mulher
Tudo pelo casamento e manter a chama acesa

cada vez gritava mais alto.


—Agora o Sergio vai meter nela e você vai chupar ela e engolir todo o leite até a última gota — ele ordenou.


Marcela, claro, obedeceu na hora. Enquanto Sergio arrebentava a buceta dela com aquele pedaço, ela chupou até engolir todo o leite do Rubén, e continuou chupando até que Sergio encheu o cu dela de porra.

Enquanto eu já não aguento mais e solto toda a minha porra, Marcela fica jogada de bruços, exausta, com um fiozinho de sêmen escorrendo do cu dela, e Ruben pega a roupa dela e fala pra minha mina: — Quando quiser mostrar essa raba de novo pra gente,
me avisa que tenho uns amigos que vão adorar ver isso, e a Marcela respondeu: - Adoraria conhecê-los, mas isso eu conto pra vocês outra hora.

11 comentários - Tudo pelo casamento e manter a chama acesa

Excelente relato muy bueno se merecen los puntos y la fantasia de ver a tu mujer con otro es exitante ... saludos
exelente relato . ya nos dieron ganas de participar . y alta fiestita van pts
esta muy detallado me gustaría participar se puede?
trmeendo! que lujo como viven el sueño de muchos. felicitaciones y que sigan por muchos años mas gozando tanto! salu
muy buen relato...te falto fotos del encuentro y quedaba excelente ...muy bueno segui subuendo