Sentados na varanda olhando pro lago, minha filha fez a ligação do dia pra mãe dela. Abracei ela por trás e peguei o peito direito dela com a mão, ela tentava se soltar de mim, mas sem força suficiente. Era nosso segundo dia a sós, com todo o tempo do mundo pra gente… — “Mãe, pode repetir isso de novo? Não consegui te ouvir direito.” Claro que ela não conseguia ouvir o que a mãe dizia, a Paula tava concentrada em não gemer na frente da mãe. Soltei o peito dela e levei a mão esquerda até a saia, deslizei por baixo da calcinha, sentindo a buceta depilada, peguei o clitóris e comecei a acariciar de leve. A Paula facilitava o acesso enquanto se segurava pra não gemer, a resistência dela já tava indo embora. — “Bom, Paula, dá um tchau pro seu pai…” Assim que desligou o telefone, ela me deu uma cotovelada no peito, mas não parou minhas mãos em nenhum momento. — “Idiota, quer que ela descubra a gente? Ahhumm, continua! Como você sabe despertar os instintos básicos de uma mulher!” — “Desculpa, mas a ideia de fazer essa travessura parecia irresistível. Olha como você aproveitou bem!” — “Vai, papai! Tô adorando, quase gozando.” Ver o rostinho da minha princesa doce era lindo demais, não tem imagem que se compare a ver uma mulher se entregando aos prazeres sexuais, ainda mais uma menina virgem como a Paula. De repente, sinto os músculos da minha filha se tensionarem, sinto minha mão molhada e ouço um grito de prazer. A Paula tinha chegado ao clímax, na cara dela só dava pra ver a satisfação, ela deixou o peso cair em cima de mim, aquele orgasmo foi forte pra caralho… — “Gostou, meu amor?” — “Amei! Uumm!” A gente se beijou, eu adorava beijar aqueles lábios, amava, eram minha droga e eu tava começando a ficar viciado, neles, nos carinhos dela, no cheiro dela. As horas passaram e já tava bem tarde, nem eu nem a Paula tínhamos mais energia, precisávamos descansar. — “Papi, vou dormir.” — “Boa noite, princesa.” De repente, ela parou e se virou pra mim. Mí… —“Tava pensando que…” —“Tava pensando… em coisa boa?” —“Tava pensando, por que dormir sozinho, se sua cama é tão grande… Você topa dormir comigo?” Falei pra Paula que precisava tomar um banho e que me esperasse na cama. Fazia um tempão que eu adorava sentir a água fria na pele antes de descansar. No chuveiro, ela entrou comigo e a brincadeira não parou o tempo todo. Chegamos no quarto pelados em poucos minutos, ela com o cabelo solto e eu de pau duro. —“Não pensa que eu só quero a Paula gostosa, também quero a Paula sentimental. Eu te amo quando você tá de cabelo solto!” —“Papai, já vi que é verdade o que você diz, já te falei o quanto eu te amo?!” —“Não, sou órfão de amor.” —“Tá na cara, e pra você não falar que sou uma bruxa má...” Ela chegou perto de mim e me abraçou forte pra me dar um beijo carinhoso. —“Por que você quis que fosse eu quem te tirasse a virgindade, tendo tantos caras te querendo?” —“É verdade, tive muitos caras me pedindo, mas uma coisa que só se entrega uma vez tem que ser com alguém muito especial. Acontece que eu só tenho um pai e ele é o homem que eu mais amo entre todos que eu poderia ter.” Me fez sentir bem e estranho ao mesmo tempo, era bem óbvio que eu gostava da minha filha como mulher, tendo deixado pra trás a culpa do incesto e meu comportamento de pai que nunca soube estar ao lado dela. Paula e eu conversamos uma boa parte da noite sobre nossas vidas, tinha muita coisa que eu não sabia dela e claro, ela de mim. A gente transou com paixão e depois ela se aninhou nas minhas costas até o sono nos vencer. Quando acordei, me senti um homem novo, ninguém sabe como é bom acordar com outra pessoa na cama até acontecer, ver meu anjo de amor dormindo abraçado em mim me enchia de alegria. Será que eu tava me apaixonando pela minha filha?! Um amor proibido. Anos de separação nos tratando de forma espaçada, tinham sido superados. substancialmente com nossa relação íntima, a ponto de me impressionar os limites ultrapassados… TODAS AS LINHAS VERMELHAS ULTRAPASSADAS. Sou um homem muito paciente, mas ficava desesperado pra arrumar um tempo no meu trabalho pra ficar com ela todo dia. Apareceu um feriado com um fim de semana prolongado, era algo muito raro e o único em todas as férias que a Paula passaria aqui. — “Esses dias vamos aproveitar ao máximo, juntos, eu e você”. — “Esperamos tempo demais!” eu disse. — “Sim, mas valeu a pena, agora estamos seguros um do outro e é mais divertido compartilhar nosso amor”. As horas pareciam intermináveis, eu tava muito ansioso pra ter a Paula nos meus braços, nos beijamos como se ambos quiséssemos devorar um ao outro. Quando me viu entrar, pulou em cima de mim e eu segurei ela agarrando suas bundas. Nos braços, chegamos ao quarto e a primeira coisa que ela fez foi tirar minha camisa desesperadamente pra beijar meu peito. Eu, sem perder tempo, tirei a blusa dela, deixando à minha disposição aquelas deliciosas montanhas pontudas, coroadas por um mamilo inchado, tão gostoso quanto uma gema de ovo. Paula desceu rápido e abriu meu short desesperadamente, tirou ele tão apressada que levou a cueca junto, deixando meu pau no ar, todo duro. Paula foi direto ao ponto, com a mão direita, pegou firme no meu pau, batendo uma e engolindo o máximo que podia com aqueles lábios mágicos. Os boquetes dela faziam você se sentir no sétimo céu. Começou um movimento de vai e vem que, combinado com a língua brincalhona, me deixava louco. Sentia meu orgasmo chegando cada vez mais… tive que parar ela se não quisesse ficar inútil antes de terminar tudo. — “Amor, deixa eu pegar uns preservativos”. — “Não vai ser necessário, não gosto de sentir a porra do látex dos preservativos, prefiro que você me foda no pelo, sentir seu pau roçando as paredes da minha buceta e se enchendo do meu fluido vaginal, por isso comecei a tomar a pílula”. Despi minha Princesa das suas meias-calças, abri as pernas dela e comecei a beijar devagar as coxas dela de baixo pra cima até chegar na virilha. Com a boca, peguei o elástico da calcinha dela pra tirar. Passei minha língua devagar dos lábios maiores descendo até os lábios menores, com uma das mãos comecei a tocar o clitóris dela enquanto com a outra enfiava o dedo do meio e, aos poucos, fui colocando mais dedos até chegar a três dentro da bucetinha dela. Minha Paula me disse que tava pronta, disposta a receber a fruta desejada do amor. — "Por favor, tenta fazer devagar no começo." Fui enfiando aos poucos pra ser o menos incômodo possível pra ela. Escancarada, ela foi entrando na glória daquela rachinha apertada, enchendo de carne a gruta acolhedora do amor da minha filha. Primeiro, aproximei até fazer contato, depois empurrei pra dentro buscando o útero dela, se abrindo como uma flor. Devagar, pude sentir como ela envolvia meu pau enquanto notava o aperto quente e a umidade que vinha da buceta da minha amante. Não tinha comparação com nenhuma outra mulher que eu tive antes. — "Meu Deus, como é bom sentir você, amor!" — falei entre os gemidos dela. Aumentei o ritmo das penetradas, como minha filha pedia. No começo, fui a passo de tartaruga, mas depois consegui pegar o ritmo. Ela fechou as pernas pra apertar meu pau com a buceta e ter mais atrito. Com os braços, me prendia a ela tentando controlar a profundidade e a velocidade de cada enfiada. Paula me olhava excitada e tão sensual que despertava minha vontade de penetrar ela com mais força. O que eu sentia com ela era algo totalmente diferente do que já tinha sentido. Aumentei mais a cadência até chegar num ritmo desenfreado, sentia que meu orgasmo tava bem perto, o dela já devia ter passado, mas ela ia alcançar o segundo. — "Papai, não para, continua me fodendo, vou gozar de novo!!!" — "Amor, eu também tô. pronto". Dei tudo o que tinha, fazendo com que minha princesa e eu gozássemos quase ao mesmo tempo. A sincronização de orgasmos é rara entre casais, o que me faz pensar que formamos um tandem muito especial. Senti as fortes contrações da bucetinha dela, mostrando os sinais da gozada, além de ser evidente pelos fluidos gelatinosos que escorriam pra fora da ppk dela. Aquele chapinhar das minhas bolas com tanta umidade reagiu com um forte jato de esperma que encheu a barriga da minha menina com toda a porra acumulada de dias, que jorrou do meu pau. Mantive ele enfiado por quase um minuto até que toda a descarga de sêmen acontecesse. Nós dois caímos exaustos na cama, precisávamos de um respiro. — "Ufa! papai, pra ser a segunda vez, foi incrível". — "Minha vida, é você quem faz cada vez que a gente transa ser incrivelmente diferente... e emocionante". A curiosidade crescia em mim, esperando a terceira foda com o papai.
Saía da academia com a bolsa no ombro e o rostinho ainda inocente, quem diria que por baixo daquele vestido se escondia uma mulher realizada, finalmente! Eu tinha superado minhas amigas mais íntimas, que exibiam com orgulho suas experiências com os namorados, que não passavam de uns amassos no banco de trás de um carro e uma rapidinha em qualquer lugar. Uns dias antes, eu me emocionava imaginando como seria dar um beijo apaixonado, e agora, de forma inesperada, tinha aproveitado isso e a sensação de um orgasmo com penetração masculina com um homem de verdade. Me sentia diferente, era bobo, mas tocava meus lábios como se algo neles tivesse mudado, sentia que no meu corpo tinha ficado um rastro dos beijos dele, percebia minhas mãos como se ainda guardassem o aroma da masculinidade dele. Na minha buceta, ainda conservava aquela sensação de ter sido desflorada. Em vez de andar, eu flutuava pelas ruas daquela cidade idílica, uma mistura de emoções me deixava hipersensível, medrosa, Inquieta, alegre e satisfeita. Tinha curtido o sexo, e com certeza tinha agido como uma garota safada. Meus olhos brilharam e meus medos ficaram pra trás na calçada, quando vi ele se aproximar com o carro até mim. Senti minhas pernas tremendo e sucumbi àquele olhar doce que ele me dava, MEU DEUS! Era como um deus pagão lindo e eu queria ser a oferenda dele… o petisco diário dele. Infelizmente, a mulher ousada da noite anterior me abandonou naquele momento, me deixando com as bochechas coradas, o olhar desviado e uma timidez pra encarar aquele encontro. Ele abriu a porta e, sem trocar uma palavra, me acomodei no banco. Ele colocou uma música e, fingindo relaxar, perguntou… — “Como foram as aulas, princesa?” — “Bem, o de sempre, mas… não esperava que você viesse me buscar.” — “Queria saber como você estava… neném, isso é muito difícil pra mim, não sou só um adulto, também sou seu pai… é complicado pra mim explicar pra mim mesmo o nosso rolê, quanto mais pra você. Acho melhor a gente ir pra um lugar neutro. Que tal a gente comer alguma coisa?” — “Sim”, respondi sem hesitar, tava com fome. Ele virou pra avenida principal, a gente ia pra uma área de cafeterias, café. Quem é que pensa nisso? Nossa, meu pai tava mesmo por fora. Enfim, deixei ele ir por onde quisesse, ele conhecia melhor a região. Aparentemente, eu me distraía olhando as vitrines dos shoppings, mas minha cabecinha tava pensando no que a gente ia se falar na comida. Ele estacionou o carro e trocou a cafeteria por um restaurante. Subimos pro andar de cima, não era muito grande, mas era agradável, construído em madeira, a decoração era aconchegante e o ambiente discreto. Escolhemos uma mesa que ficava numa parte reservada. A gente tinha muito o que conversar e não queria que o olhar de ninguém nos intimidasse. Ele acariciou minha bochecha. — “Você é linda”, disse piscando um olho, “ninguém me parece mais gostosa que você”. Parecia sincero, não senti como uma mentirinha e gostei muito que ele falou isso. dos seus lábios. “Gosto de te ver sorrindo e feliz, meu amor. Prometo que nunca mais vou fazer algo que deixe esses olhinhos tristes”. — “Pai, tem uma coisa que quero saber… O que você sente por mim agora?” Direto ao coração da questão. Golpe de mestre…, deixei ele nocauteado por vários segundos antes de conseguir responder… — “Podíamos começar pelas perguntas fáceis?” Depois de uma pausa longa demais que me irritava, ele disse. Bom, minha filha, claro que sei o que sinto por você, olha, você tem 20 anos, né?” — “Sim, sou toda uma mulher”, falei toda orgulhosa. — “Ah, então minha love além de metida, também é vaidosa?” Rimos juntos. “Pois bem, durante esses 20 anos, você foi a menina dos meus olhos, minha queridinha, minha doce princesa que eu vi como a mulher mais importante da minha vida, uma vida que eu daria por você sem hesitar. Mas agora estou bem confuso, penso igual a você. Não sei o que aconteceu comigo, por que deixei as coisas chegarem a esse ponto com você, talvez não devesse ter acontecido…”. Enquanto ele se esforçava para me dar mil explicações absurdas sobre o que aconteceu, eu não conseguia parar de olhar para os lábios dele enquanto desenhavam as palavras que ele formava com carinho, olhava também o rosto dele, os olhos azuis com cílios invisíveis, o cabelo meio bagunçado, a roupa casual que usava, a pulseira de prata que ele tinha amarrada com meu nome, tudo, cada detalhe dele, tudo me importava… também passou pela minha cabeça, a pele bronzeada dele, os ombros largos, o púbis com os pelos quase raspados, o pau duro apontando para mim… me sentindo empalada por um membro viril tão vasto… — “Entende, minha filha? Entende o que estou te dizendo?” — “Ah sim, pai, que não vai acontecer de novo porque… você está arrependido, já…” falei, deixando ele sentir minha tristeza. “Minha love, você é a coisa mais linda que já me aconteceu, mas um dia você vai me agradecer por não irmos mais longe, é melhor para você”. Comemos em silêncio e não consegui evitar que um par de lágrimas escorresse pela minha bochecha, ele não entendia nada, não sabia tudo o que eu sentia. Para ele, foi só uma confusão pela Excitação descontrolada, mas pra mim, era meu sonho realizado… levantei e saí correndo pro banheiro, não queria que me visse chorar. — “Paula, você tá bem!” — “Não se preocupa, pai, tô bem”, falei já calma. Saí e ele me abraçou bem forte, ficamos assim vários segundos, queria que o tempo tivesse parado naquele momento…
Timidamente, sussurrei… “Papi, meus olhos não tão tristes pelo que aconteceu, nem tô confusa, talvez eu esteja um pouco assustada, mas sei exatamente o que quero… melhor, o que eu gostaria de ter com você…”. Toquei de leve seus lábios, roçando neles, sentindo a umidade… vi nos olhos dele um instante de dúvida, que não ia desperdiçar. Dei uns passos me afastando dele, empurrei a porta de entrada do banheiro e, virando a cabeça, falei… “Vem, Fernando, vem comigo…” Ele semicerrô os olhos e apertou os punhos, sei que ouvia cantos celestiais e nem o próprio inferno podia botar uma tentação tão grande… — “Paula… eu… eu…” Me aproximei e, pegando na mão dele, o levei pra dentro. Acariciei suas bochechas e, como se seduzisse um menino, murmurei… “Calma, não tem medo, você tá comigo… com a Paula… com sua princesa…”. Me encostei nele buscando seu calor, nos beijamos com intensidade, a língua dele percorria meus lábios, beijava minhas comissuras e entrava fundo na minha boca. As mãos dele acariciavam minhas costas, descendo pelos meus quadris até minha bunda, que ele apertava contra si, juntando a pélvis dele com a minha, já nada podia nos parar. 20 minutos de conversa viraram pó, as palavras foram levadas pelo vento porque nosso desejo era maior do que aquilo que sabíamos ser certo. As mãos dele tocaram meus peitos, me arrepiando toda, desceu pelo meu pescoço, pelos meus ombros, desabotoou meu sutiã e, levantando minha blusa, procurou meus mamilos, beijava eles, e eu gemia em silêncio, abafado. Levantou minha saia e, com delicadeza, enfiou a mão entre minhas coxas, afastando minha calcinha, suspirou quando deslizou pelos meus lábios encontrando a umidade da minha bucetinha encharcada. Tirou os dedos Molhados, ela os colocou na boca, lambendo meus sucos, e me beijou de novo para compartilhar o gosto comigo. Fiquei com um tesão danado, só pensava em ser comida. Ele me abraçou por trás com fúria, a pélvis dele batendo na minha bunda, sentia a ponta do pau inchado dele contra mim, e rebolando a cintura devagar, dava pra sentir pela roupa o que é um bom piru. Deixei claro que tava afim daquela rola, empinando a bunda pra trás — não era nenhuma mocinha, e não queria parecer. Gemia sentindo meu corpo se preparar pro prazer de receber o que ele quisesse me dar... Umas vozes se aproximando nos deixaram gelados, bem, ele ficou, porque eu achei emocionante e ri baixinho. Meu pai tapou minha boca com o dedo, me obrigando a calar a boca, mas eu quase soltava uma risada. Desesperado em silêncio, ele sofria porque podíamos ser descobertos, mas eu, maliciosa, brincava de passar as mãos entre as coxas dele, sentindo toda a potência da masculinidade dele. Abri o zíper da calça dele e enfiei os dedos em busca do tesouro. Me agachei e comecei a lamber devagar o tronco duro dele, beijei a cabecinha endurecida e tentei enfiar ele inteiro na minha boca, bem, pelo menos até onde dava. Ainda faltava técnica, não era a expert que sou hoje, só fazia do jeito que sabia, mas pros olhos dele e pro pau dele, naquele momento, era a melhor boquete do mundo. Que situação excitante e ao mesmo tempo divertida! O coitado não sabia se se deixava levar pelo susto ou pelo prazer... Pouco depois, ouviu-se o barulho da água descendo no vaso e os murmúrios se calaram... Rindo, saímos correndo pra nossa mesa. — "Menina, em dois dias você muda minha vida: primeiro me transforma num tarado pervertido por adolescentes, e agora num depravado exibicionista... De quem você puxou essa loucura, hein?" Olhando pra ele como se aquilo fosse um elogio, levantei da cadeira, dei um beijo na bochecha dele e murmurei no ouvido... — "De você, meu amor, de quem mais seria?! Ou você já esqueceu? que metade dos meus genes saíram daqueles dois ovos enormes e redondos que pendem da sua porra fantástica, que me deixa louca”. Terminamos de comer e enquanto ele pagava, fui na frente pro carro… “Pra onde a gente vai?” — “Pra onde? Pra casa, bobinha, olha a hora que é… já tô super atrasado pro trabalho”. — “Mas valeu a pena ou não, papai?” — “Ah, menina…!! Menina… menina…”. Ele fez uma ligação, acho que pro trabalho justificando o atraso e começou a dirigir. Quando chegou num cruzamento que dava numa rua secundária, com os olhos brilhando de malícia, murmurou… “Amor, quer terminar o que começou no banheiro do restaurante?” Surpresa com as palavras dele, respondi… — “Não sei se é o certo, aliás, lembro que você disse… textualmente ‘não ia rolar de novo…’ e eu sou muito obediente”, falei sarcástica. — “Desculpa, desculpa, não sei o que falo, mas é que com você eu passo da sanidade à loucura em dois segundos…” Chegamos em casa e quando ele ia se despedir, me adiantei… — “Espera, papai, queria continuar o que comecei no restaurante, claro, se me alcançar…” Corri pra dentro, a gente ria enquanto ele me perseguia, atravessei a sala, subi os degraus pulando, ia entrar no quarto mas uma lembrança me deu um tapa… o sótão… o porão… Mamãe… mamãe sendo fodida pelo marido dela e não pelo papai. Finalmente a vida me recompensava com a pessoa que ia marcar minha sexualidade. Dessa vez eu não ia ficar atrás das portas ouvindo gemidos, iam ouvir os meus. Busquei os lábios dele, faminta pelos beijos, pela língua, pela saliva dele, deslizei pra baixo até deixar meu rosto sobre a braguilha dele, a pica dele pulsava através do tecido e crescia cada vez mais. Desatei o cinto… abri o zíper… a cueca… e libertei o refém… sim, aquele prisioneiro que pedia pra ser preso na minha boca. Senti o cheiro da buceta dele, misturando minha saliva com o fluxo pré-seminal na glande… — “Assim, amor, assim, lambe, abre mais essa boquinha e deixa entrar até onde aguentar… isso, devagar,” Tira ele... motel... mmm, minha garota, você aprende rápido mesmo...". - "Papai, deixa eu tentar sozinha...!! Ou você não tá vendo que eu consigo te fazer muito bem?!" Empurrei ele contra a cama, deixando ele encurralado, enquanto eu, de joelhos, impregnava no meu rosto aquele cheiro especial que até hoje não sei definir, mas que sempre me transforma numa puta faminta por agradar ele. O cheiro dele deixava rastros nas minhas bochechas, no meu pescoço, nos meus peitos, enquanto minhas mãos amassavam as bolas dele. Não resisti à vontade e eu mesma abri as pernas dele, fazendo minha língua alcançar e lamber aquelas bolas redondas e gordas, cheias de porra. Chupando elas devagar, no ritmo dos gemidos dele, eu engolia com cuidado, brincando com cada ovo na minha boca como se fossem balas. Dentro da minha boca, eu lambia com a ponta da língua, sem tirar os olhos dos olhos dele, percebendo que aquilo o matava de prazer. Eu ficava fascinada em descobrir que com simples lambidas nas bolas dele, com minha cabeça na virilha, a pélvis dele se contorcia, empurrando em minha direção, e o pau dele ficava desesperado por encontrar refúgio na minha boca. Chupei ele por vários minutos, brincando na glande e no furinho por onde saiu o esperma que me gerou e que um dia poderia me encher a barriga. Aos poucos, eu descia até encher minha boca com quase toda a arma dele, alternando movimentos lentos e depois rápidos, seguindo o guia das mãos dele presas no meu cabelo. Engolia aquele pedaço duro de carne, e minha saliva facilitava o vai e vem... Como eu amava os olhos de cordeiro dele, o rosto distorcido e o pau todo arrepiado de prazer!! Nunca imaginei que fosse tão fácil enlouquecer um homem, e naquela tarde descobri o maravilhoso que é fazer sexo oral. Sem dúvida, foi um bom começo para se tornar minha prática favorita, mas minha curiosidade e minha vontade exigiam mais... Forcei ele a sentar e, abrindo minhas pernas, fingi que queria brincar mais fundo. Levantei meus quadris e me acomodei em cima do ponta parecida com uma ameixa madura. Meu coelho bateu, causando um pouco de dor apesar de toda minha lubrificação, já que a pica bruta dele é grande demais pra minha buceta apertada. Segurei ele com a mão e fiz roçar entre meus lábios, deslizou pela fenda da minha bunda roçando meu cu e o ânus, depois se encaixou na minha vulva entre os lábios vaginais acariciando meu clitóris com ele… minha tesão pedia muito mais que isso, então tentei enfiar ele pra dentro. Meu coração disparou bem antes de meter um pauzão tão tremendo. Meus movimentos pareciam não entender… queria sentir ele dentro, se movendo sinuoso, escorregando por aquele caminho que sabia que me daria ainda mais prazer, mas meu pai parou, tinha medo de me penetrar, por medo, por sensatez, por sentimento de culpa, sei lá por quê… — “Papai, me olha, é assim que você gosta de mim… outros também, não preciso fazer esforço nenhum pra ter um macho que satisfaça minhas necessidades, mas eu quero, desejo e sonho que você acalme meus hormônios descontrolados… com você… só com você quero fazer isso…”. Ele me abraçou excitado, minha jogada tinha sido perfeita… Peguei minha saliva e passei inteira nele, da base até a ponta da cabecinha, tava duríssima, e segurando firme, enquanto balançava ele me mostrou o quanto tava disposto a me coroar. Fiquei de quatro em cima dele com meus peitos na cara dele e começou um jogo de vai e vem e aos poucos a glande começou a entrar, me fazendo gemer desesperada, ele parou uns segundos e disse… — “Meu amor, obrigado por me dar a chance de me sentir um bom amante e não sair correndo. Em menos de dois segundos, ninguém vai te salvar de eu te dar tudo por completo…”. — “Se você vai me dar completo, me dá logo!”. Quando senti a cabecinha gorda dele na entrada da minha buceta, sentei de uma vez nas bolas dele e enfiei o troço inteiro até a raiz sem dar chance pra ele fazer isso. Soltei um grito de dor gostosa e comecei, entre gemidos, a meter e tirar o esporão dele mexendo minha quadril. Eu me surpreendia comigo mesma como conseguia rebolar minha bunda no jeito de um perreio! Minha buceta engolia a pica dele com a mesma facilidade que minha boca, mas até as bolas. Fiquei pelo menos cinco minutos nessa posição e, sem avisar, saí e me virei ao contrário pra ele ter uma visão completa da minha bunda com o pau dele entrando e saindo da minha xota quente e encharcada de tesão. — "Vou te fazer uma mulher completa, a mulher mais feliz do mundo. Minha vida, vou te dar tudo que você precisa pra saber que nunca vou te falhar." — "Sim, papai, me faz uma mulher, quero que seu pau me engravide." Minha pele se arrepiou com aquelas palavras sedentas de sexo convulsivo. Com minha resposta, me abri o máximo que pude, convidando ele a entrar mais, se coubesse. A vara dele começou a me invadir, empurrando mais forte, centímetro por centímetro, abrindo minha boceta, doía, queimava, ele empurrou um pouco mais, rasgando até a alma... gritei enquanto ele parou, ficando totalmente imóvel no fundo do meu ser. Aos poucos, os movimentos dele aumentaram com um vai e vem suave na minha bucetinha quente. Sentia meu corpo entupido de virilidade até a barriga, e como minha carne se abria cada vez que ele repetia a ação de me penetrar. A dor diminuía na acomodação daquele pauzão tremendo e só me deixava uma vontade de morrer, de querer matar, de querer sei lá o quê, ser uma mulher desejada. Do fundo da minha intimidade, senti como uma onda de contrações me devastava, um tsunami arrasando a praia da minha vulva inchada dos dois lados da pica dele. A curiosidade de me ver no espelho com a buceta aberta formava redemoinhos de palpitações que, de tanta intensidade, me faziam levantar a pelve, apertar os dentes e, sem piedade, cravar as unhas no filho da puta do meu pai por uma foda tão fabulosa. Simplesmente explodi com a maior felicidade da minha vida. Minhas paredes internas apertavam o grande capitão, enforcando ele, e ele reagia me partindo ao meio enquanto as bolas dele batiam A buceta toda melada de lubrificação vaginal. A imagem das duas bolas dele balançando com a cabecinha entrando e saindo me deixava tão arrepiada que segurei elas com a mão esquerda e apertei, querendo espremer como uma esponja. Queria sugar a força dele, a vontade, a masculinidade, apertando bem as bolas. Massageando os testículos com meus dedos, em segundos ele começou a me foder com mais força, como se tivesse feito um esforço sobre-humano pra se segurar até me satisfazer, e agora, sem piedade, se deixava levar numa arrancada final. Empurrou mais uma vez, colado na minha buceta, enquanto nosso suor, nossos fluidos e nossos gemidos se misturavam num só. Foram mais de quinze minutos intensos onde o pau dele acariciou cada dobra, cada nervo sensível da minha buceta apertada e contraída. Não sei como cabia 17 centímetros de carne dura, com quase 5 centímetros de grossura, na minha grutinha fechada e de novinha. Nunca me machucou, mas sem dúvida a cabecinha roçava a entrada do meu útero quando as bolonas dele esmagavam minha xota a cada metida. Depois de duas horas de estímulo, não podia ser diferente: uma quantidade desgraçada de porra jorrou das bolas dele. Sem nenhuma misericórdia, ele gozou um primeiro jato de porra que saiu como um geiser. Senti lá no fundo da minha buceta, quente e gostoso. Depois vieram vários outros jatos de sêmen enchendo minha vagina bem fundo, abotoando meu útero, e quando descia, me presenteava com novas pulsadas que me faziam gemer de novo, enquanto o dedo dele acariciava meu clitóris. Estranhamente e fácil, gozei de novo, esguichando melado misturado com o esperma dele. Com tanta quantidade, acabou transbordando minhas entranhas e escorrendo pelos meus lábios vermelhos, passando pelo cu até os lençóis. Com o portento dele fora de mim, meio mole, descansava do meu lado com cara de quem fez o trabalho bem feito. Caiu junto de mim, respirando fundo, se recuperando do esforço e da excitação. Aos poucos, nossa respiração foi se acalmando. Coloquei a mão no peito dele, sentindo as batidas aceleradas diminuírem até o normal. — "Finalmente sou toda sua, papai..." — soltei num suspiro... E acariciando minha bunda, ele sussurrou... — "Sim, meu amor, agora você é minha, assim como eu sou só seu... o bom é que ainda temos muito o que aprender... e compartilhar." Sorrimos e ficamos nos olhando tão profundamente que nossos olhos buscavam o próprio orgasmo... Alguns minutos depois, subi em cima dele e, com malícia, sussurrei... — "E o que é isso... que ainda tenho que aprender?" — "Minha menina curiosa!!" — ele disse enquanto me beijava de novo, acariciando minhas costas molhadas e minhas nádegas encharcadas de suor, fluido vaginal e porra... "Seu pai ainda tem muitas surpresas para te dar, mas tudo a seu tempo..." Continua.
Saía da academia com a bolsa no ombro e o rostinho ainda inocente, quem diria que por baixo daquele vestido se escondia uma mulher realizada, finalmente! Eu tinha superado minhas amigas mais íntimas, que exibiam com orgulho suas experiências com os namorados, que não passavam de uns amassos no banco de trás de um carro e uma rapidinha em qualquer lugar. Uns dias antes, eu me emocionava imaginando como seria dar um beijo apaixonado, e agora, de forma inesperada, tinha aproveitado isso e a sensação de um orgasmo com penetração masculina com um homem de verdade. Me sentia diferente, era bobo, mas tocava meus lábios como se algo neles tivesse mudado, sentia que no meu corpo tinha ficado um rastro dos beijos dele, percebia minhas mãos como se ainda guardassem o aroma da masculinidade dele. Na minha buceta, ainda conservava aquela sensação de ter sido desflorada. Em vez de andar, eu flutuava pelas ruas daquela cidade idílica, uma mistura de emoções me deixava hipersensível, medrosa, Inquieta, alegre e satisfeita. Tinha curtido o sexo, e com certeza tinha agido como uma garota safada. Meus olhos brilharam e meus medos ficaram pra trás na calçada, quando vi ele se aproximar com o carro até mim. Senti minhas pernas tremendo e sucumbi àquele olhar doce que ele me dava, MEU DEUS! Era como um deus pagão lindo e eu queria ser a oferenda dele… o petisco diário dele. Infelizmente, a mulher ousada da noite anterior me abandonou naquele momento, me deixando com as bochechas coradas, o olhar desviado e uma timidez pra encarar aquele encontro. Ele abriu a porta e, sem trocar uma palavra, me acomodei no banco. Ele colocou uma música e, fingindo relaxar, perguntou… — “Como foram as aulas, princesa?” — “Bem, o de sempre, mas… não esperava que você viesse me buscar.” — “Queria saber como você estava… neném, isso é muito difícil pra mim, não sou só um adulto, também sou seu pai… é complicado pra mim explicar pra mim mesmo o nosso rolê, quanto mais pra você. Acho melhor a gente ir pra um lugar neutro. Que tal a gente comer alguma coisa?” — “Sim”, respondi sem hesitar, tava com fome. Ele virou pra avenida principal, a gente ia pra uma área de cafeterias, café. Quem é que pensa nisso? Nossa, meu pai tava mesmo por fora. Enfim, deixei ele ir por onde quisesse, ele conhecia melhor a região. Aparentemente, eu me distraía olhando as vitrines dos shoppings, mas minha cabecinha tava pensando no que a gente ia se falar na comida. Ele estacionou o carro e trocou a cafeteria por um restaurante. Subimos pro andar de cima, não era muito grande, mas era agradável, construído em madeira, a decoração era aconchegante e o ambiente discreto. Escolhemos uma mesa que ficava numa parte reservada. A gente tinha muito o que conversar e não queria que o olhar de ninguém nos intimidasse. Ele acariciou minha bochecha. — “Você é linda”, disse piscando um olho, “ninguém me parece mais gostosa que você”. Parecia sincero, não senti como uma mentirinha e gostei muito que ele falou isso. dos seus lábios. “Gosto de te ver sorrindo e feliz, meu amor. Prometo que nunca mais vou fazer algo que deixe esses olhinhos tristes”. — “Pai, tem uma coisa que quero saber… O que você sente por mim agora?” Direto ao coração da questão. Golpe de mestre…, deixei ele nocauteado por vários segundos antes de conseguir responder… — “Podíamos começar pelas perguntas fáceis?” Depois de uma pausa longa demais que me irritava, ele disse. Bom, minha filha, claro que sei o que sinto por você, olha, você tem 20 anos, né?” — “Sim, sou toda uma mulher”, falei toda orgulhosa. — “Ah, então minha love além de metida, também é vaidosa?” Rimos juntos. “Pois bem, durante esses 20 anos, você foi a menina dos meus olhos, minha queridinha, minha doce princesa que eu vi como a mulher mais importante da minha vida, uma vida que eu daria por você sem hesitar. Mas agora estou bem confuso, penso igual a você. Não sei o que aconteceu comigo, por que deixei as coisas chegarem a esse ponto com você, talvez não devesse ter acontecido…”. Enquanto ele se esforçava para me dar mil explicações absurdas sobre o que aconteceu, eu não conseguia parar de olhar para os lábios dele enquanto desenhavam as palavras que ele formava com carinho, olhava também o rosto dele, os olhos azuis com cílios invisíveis, o cabelo meio bagunçado, a roupa casual que usava, a pulseira de prata que ele tinha amarrada com meu nome, tudo, cada detalhe dele, tudo me importava… também passou pela minha cabeça, a pele bronzeada dele, os ombros largos, o púbis com os pelos quase raspados, o pau duro apontando para mim… me sentindo empalada por um membro viril tão vasto… — “Entende, minha filha? Entende o que estou te dizendo?” — “Ah sim, pai, que não vai acontecer de novo porque… você está arrependido, já…” falei, deixando ele sentir minha tristeza. “Minha love, você é a coisa mais linda que já me aconteceu, mas um dia você vai me agradecer por não irmos mais longe, é melhor para você”. Comemos em silêncio e não consegui evitar que um par de lágrimas escorresse pela minha bochecha, ele não entendia nada, não sabia tudo o que eu sentia. Para ele, foi só uma confusão pela Excitação descontrolada, mas pra mim, era meu sonho realizado… levantei e saí correndo pro banheiro, não queria que me visse chorar. — “Paula, você tá bem!” — “Não se preocupa, pai, tô bem”, falei já calma. Saí e ele me abraçou bem forte, ficamos assim vários segundos, queria que o tempo tivesse parado naquele momento…
Timidamente, sussurrei… “Papi, meus olhos não tão tristes pelo que aconteceu, nem tô confusa, talvez eu esteja um pouco assustada, mas sei exatamente o que quero… melhor, o que eu gostaria de ter com você…”. Toquei de leve seus lábios, roçando neles, sentindo a umidade… vi nos olhos dele um instante de dúvida, que não ia desperdiçar. Dei uns passos me afastando dele, empurrei a porta de entrada do banheiro e, virando a cabeça, falei… “Vem, Fernando, vem comigo…” Ele semicerrô os olhos e apertou os punhos, sei que ouvia cantos celestiais e nem o próprio inferno podia botar uma tentação tão grande… — “Paula… eu… eu…” Me aproximei e, pegando na mão dele, o levei pra dentro. Acariciei suas bochechas e, como se seduzisse um menino, murmurei… “Calma, não tem medo, você tá comigo… com a Paula… com sua princesa…”. Me encostei nele buscando seu calor, nos beijamos com intensidade, a língua dele percorria meus lábios, beijava minhas comissuras e entrava fundo na minha boca. As mãos dele acariciavam minhas costas, descendo pelos meus quadris até minha bunda, que ele apertava contra si, juntando a pélvis dele com a minha, já nada podia nos parar. 20 minutos de conversa viraram pó, as palavras foram levadas pelo vento porque nosso desejo era maior do que aquilo que sabíamos ser certo. As mãos dele tocaram meus peitos, me arrepiando toda, desceu pelo meu pescoço, pelos meus ombros, desabotoou meu sutiã e, levantando minha blusa, procurou meus mamilos, beijava eles, e eu gemia em silêncio, abafado. Levantou minha saia e, com delicadeza, enfiou a mão entre minhas coxas, afastando minha calcinha, suspirou quando deslizou pelos meus lábios encontrando a umidade da minha bucetinha encharcada. Tirou os dedos Molhados, ela os colocou na boca, lambendo meus sucos, e me beijou de novo para compartilhar o gosto comigo. Fiquei com um tesão danado, só pensava em ser comida. Ele me abraçou por trás com fúria, a pélvis dele batendo na minha bunda, sentia a ponta do pau inchado dele contra mim, e rebolando a cintura devagar, dava pra sentir pela roupa o que é um bom piru. Deixei claro que tava afim daquela rola, empinando a bunda pra trás — não era nenhuma mocinha, e não queria parecer. Gemia sentindo meu corpo se preparar pro prazer de receber o que ele quisesse me dar... Umas vozes se aproximando nos deixaram gelados, bem, ele ficou, porque eu achei emocionante e ri baixinho. Meu pai tapou minha boca com o dedo, me obrigando a calar a boca, mas eu quase soltava uma risada. Desesperado em silêncio, ele sofria porque podíamos ser descobertos, mas eu, maliciosa, brincava de passar as mãos entre as coxas dele, sentindo toda a potência da masculinidade dele. Abri o zíper da calça dele e enfiei os dedos em busca do tesouro. Me agachei e comecei a lamber devagar o tronco duro dele, beijei a cabecinha endurecida e tentei enfiar ele inteiro na minha boca, bem, pelo menos até onde dava. Ainda faltava técnica, não era a expert que sou hoje, só fazia do jeito que sabia, mas pros olhos dele e pro pau dele, naquele momento, era a melhor boquete do mundo. Que situação excitante e ao mesmo tempo divertida! O coitado não sabia se se deixava levar pelo susto ou pelo prazer... Pouco depois, ouviu-se o barulho da água descendo no vaso e os murmúrios se calaram... Rindo, saímos correndo pra nossa mesa. — "Menina, em dois dias você muda minha vida: primeiro me transforma num tarado pervertido por adolescentes, e agora num depravado exibicionista... De quem você puxou essa loucura, hein?" Olhando pra ele como se aquilo fosse um elogio, levantei da cadeira, dei um beijo na bochecha dele e murmurei no ouvido... — "De você, meu amor, de quem mais seria?! Ou você já esqueceu? que metade dos meus genes saíram daqueles dois ovos enormes e redondos que pendem da sua porra fantástica, que me deixa louca”. Terminamos de comer e enquanto ele pagava, fui na frente pro carro… “Pra onde a gente vai?” — “Pra onde? Pra casa, bobinha, olha a hora que é… já tô super atrasado pro trabalho”. — “Mas valeu a pena ou não, papai?” — “Ah, menina…!! Menina… menina…”. Ele fez uma ligação, acho que pro trabalho justificando o atraso e começou a dirigir. Quando chegou num cruzamento que dava numa rua secundária, com os olhos brilhando de malícia, murmurou… “Amor, quer terminar o que começou no banheiro do restaurante?” Surpresa com as palavras dele, respondi… — “Não sei se é o certo, aliás, lembro que você disse… textualmente ‘não ia rolar de novo…’ e eu sou muito obediente”, falei sarcástica. — “Desculpa, desculpa, não sei o que falo, mas é que com você eu passo da sanidade à loucura em dois segundos…” Chegamos em casa e quando ele ia se despedir, me adiantei… — “Espera, papai, queria continuar o que comecei no restaurante, claro, se me alcançar…” Corri pra dentro, a gente ria enquanto ele me perseguia, atravessei a sala, subi os degraus pulando, ia entrar no quarto mas uma lembrança me deu um tapa… o sótão… o porão… Mamãe… mamãe sendo fodida pelo marido dela e não pelo papai. Finalmente a vida me recompensava com a pessoa que ia marcar minha sexualidade. Dessa vez eu não ia ficar atrás das portas ouvindo gemidos, iam ouvir os meus. Busquei os lábios dele, faminta pelos beijos, pela língua, pela saliva dele, deslizei pra baixo até deixar meu rosto sobre a braguilha dele, a pica dele pulsava através do tecido e crescia cada vez mais. Desatei o cinto… abri o zíper… a cueca… e libertei o refém… sim, aquele prisioneiro que pedia pra ser preso na minha boca. Senti o cheiro da buceta dele, misturando minha saliva com o fluxo pré-seminal na glande… — “Assim, amor, assim, lambe, abre mais essa boquinha e deixa entrar até onde aguentar… isso, devagar,” Tira ele... motel... mmm, minha garota, você aprende rápido mesmo...". - "Papai, deixa eu tentar sozinha...!! Ou você não tá vendo que eu consigo te fazer muito bem?!" Empurrei ele contra a cama, deixando ele encurralado, enquanto eu, de joelhos, impregnava no meu rosto aquele cheiro especial que até hoje não sei definir, mas que sempre me transforma numa puta faminta por agradar ele. O cheiro dele deixava rastros nas minhas bochechas, no meu pescoço, nos meus peitos, enquanto minhas mãos amassavam as bolas dele. Não resisti à vontade e eu mesma abri as pernas dele, fazendo minha língua alcançar e lamber aquelas bolas redondas e gordas, cheias de porra. Chupando elas devagar, no ritmo dos gemidos dele, eu engolia com cuidado, brincando com cada ovo na minha boca como se fossem balas. Dentro da minha boca, eu lambia com a ponta da língua, sem tirar os olhos dos olhos dele, percebendo que aquilo o matava de prazer. Eu ficava fascinada em descobrir que com simples lambidas nas bolas dele, com minha cabeça na virilha, a pélvis dele se contorcia, empurrando em minha direção, e o pau dele ficava desesperado por encontrar refúgio na minha boca. Chupei ele por vários minutos, brincando na glande e no furinho por onde saiu o esperma que me gerou e que um dia poderia me encher a barriga. Aos poucos, eu descia até encher minha boca com quase toda a arma dele, alternando movimentos lentos e depois rápidos, seguindo o guia das mãos dele presas no meu cabelo. Engolia aquele pedaço duro de carne, e minha saliva facilitava o vai e vem... Como eu amava os olhos de cordeiro dele, o rosto distorcido e o pau todo arrepiado de prazer!! Nunca imaginei que fosse tão fácil enlouquecer um homem, e naquela tarde descobri o maravilhoso que é fazer sexo oral. Sem dúvida, foi um bom começo para se tornar minha prática favorita, mas minha curiosidade e minha vontade exigiam mais... Forcei ele a sentar e, abrindo minhas pernas, fingi que queria brincar mais fundo. Levantei meus quadris e me acomodei em cima do ponta parecida com uma ameixa madura. Meu coelho bateu, causando um pouco de dor apesar de toda minha lubrificação, já que a pica bruta dele é grande demais pra minha buceta apertada. Segurei ele com a mão e fiz roçar entre meus lábios, deslizou pela fenda da minha bunda roçando meu cu e o ânus, depois se encaixou na minha vulva entre os lábios vaginais acariciando meu clitóris com ele… minha tesão pedia muito mais que isso, então tentei enfiar ele pra dentro. Meu coração disparou bem antes de meter um pauzão tão tremendo. Meus movimentos pareciam não entender… queria sentir ele dentro, se movendo sinuoso, escorregando por aquele caminho que sabia que me daria ainda mais prazer, mas meu pai parou, tinha medo de me penetrar, por medo, por sensatez, por sentimento de culpa, sei lá por quê… — “Papai, me olha, é assim que você gosta de mim… outros também, não preciso fazer esforço nenhum pra ter um macho que satisfaça minhas necessidades, mas eu quero, desejo e sonho que você acalme meus hormônios descontrolados… com você… só com você quero fazer isso…”. Ele me abraçou excitado, minha jogada tinha sido perfeita… Peguei minha saliva e passei inteira nele, da base até a ponta da cabecinha, tava duríssima, e segurando firme, enquanto balançava ele me mostrou o quanto tava disposto a me coroar. Fiquei de quatro em cima dele com meus peitos na cara dele e começou um jogo de vai e vem e aos poucos a glande começou a entrar, me fazendo gemer desesperada, ele parou uns segundos e disse… — “Meu amor, obrigado por me dar a chance de me sentir um bom amante e não sair correndo. Em menos de dois segundos, ninguém vai te salvar de eu te dar tudo por completo…”. — “Se você vai me dar completo, me dá logo!”. Quando senti a cabecinha gorda dele na entrada da minha buceta, sentei de uma vez nas bolas dele e enfiei o troço inteiro até a raiz sem dar chance pra ele fazer isso. Soltei um grito de dor gostosa e comecei, entre gemidos, a meter e tirar o esporão dele mexendo minha quadril. Eu me surpreendia comigo mesma como conseguia rebolar minha bunda no jeito de um perreio! Minha buceta engolia a pica dele com a mesma facilidade que minha boca, mas até as bolas. Fiquei pelo menos cinco minutos nessa posição e, sem avisar, saí e me virei ao contrário pra ele ter uma visão completa da minha bunda com o pau dele entrando e saindo da minha xota quente e encharcada de tesão. — "Vou te fazer uma mulher completa, a mulher mais feliz do mundo. Minha vida, vou te dar tudo que você precisa pra saber que nunca vou te falhar." — "Sim, papai, me faz uma mulher, quero que seu pau me engravide." Minha pele se arrepiou com aquelas palavras sedentas de sexo convulsivo. Com minha resposta, me abri o máximo que pude, convidando ele a entrar mais, se coubesse. A vara dele começou a me invadir, empurrando mais forte, centímetro por centímetro, abrindo minha boceta, doía, queimava, ele empurrou um pouco mais, rasgando até a alma... gritei enquanto ele parou, ficando totalmente imóvel no fundo do meu ser. Aos poucos, os movimentos dele aumentaram com um vai e vem suave na minha bucetinha quente. Sentia meu corpo entupido de virilidade até a barriga, e como minha carne se abria cada vez que ele repetia a ação de me penetrar. A dor diminuía na acomodação daquele pauzão tremendo e só me deixava uma vontade de morrer, de querer matar, de querer sei lá o quê, ser uma mulher desejada. Do fundo da minha intimidade, senti como uma onda de contrações me devastava, um tsunami arrasando a praia da minha vulva inchada dos dois lados da pica dele. A curiosidade de me ver no espelho com a buceta aberta formava redemoinhos de palpitações que, de tanta intensidade, me faziam levantar a pelve, apertar os dentes e, sem piedade, cravar as unhas no filho da puta do meu pai por uma foda tão fabulosa. Simplesmente explodi com a maior felicidade da minha vida. Minhas paredes internas apertavam o grande capitão, enforcando ele, e ele reagia me partindo ao meio enquanto as bolas dele batiam A buceta toda melada de lubrificação vaginal. A imagem das duas bolas dele balançando com a cabecinha entrando e saindo me deixava tão arrepiada que segurei elas com a mão esquerda e apertei, querendo espremer como uma esponja. Queria sugar a força dele, a vontade, a masculinidade, apertando bem as bolas. Massageando os testículos com meus dedos, em segundos ele começou a me foder com mais força, como se tivesse feito um esforço sobre-humano pra se segurar até me satisfazer, e agora, sem piedade, se deixava levar numa arrancada final. Empurrou mais uma vez, colado na minha buceta, enquanto nosso suor, nossos fluidos e nossos gemidos se misturavam num só. Foram mais de quinze minutos intensos onde o pau dele acariciou cada dobra, cada nervo sensível da minha buceta apertada e contraída. Não sei como cabia 17 centímetros de carne dura, com quase 5 centímetros de grossura, na minha grutinha fechada e de novinha. Nunca me machucou, mas sem dúvida a cabecinha roçava a entrada do meu útero quando as bolonas dele esmagavam minha xota a cada metida. Depois de duas horas de estímulo, não podia ser diferente: uma quantidade desgraçada de porra jorrou das bolas dele. Sem nenhuma misericórdia, ele gozou um primeiro jato de porra que saiu como um geiser. Senti lá no fundo da minha buceta, quente e gostoso. Depois vieram vários outros jatos de sêmen enchendo minha vagina bem fundo, abotoando meu útero, e quando descia, me presenteava com novas pulsadas que me faziam gemer de novo, enquanto o dedo dele acariciava meu clitóris. Estranhamente e fácil, gozei de novo, esguichando melado misturado com o esperma dele. Com tanta quantidade, acabou transbordando minhas entranhas e escorrendo pelos meus lábios vermelhos, passando pelo cu até os lençóis. Com o portento dele fora de mim, meio mole, descansava do meu lado com cara de quem fez o trabalho bem feito. Caiu junto de mim, respirando fundo, se recuperando do esforço e da excitação. Aos poucos, nossa respiração foi se acalmando. Coloquei a mão no peito dele, sentindo as batidas aceleradas diminuírem até o normal. — "Finalmente sou toda sua, papai..." — soltei num suspiro... E acariciando minha bunda, ele sussurrou... — "Sim, meu amor, agora você é minha, assim como eu sou só seu... o bom é que ainda temos muito o que aprender... e compartilhar." Sorrimos e ficamos nos olhando tão profundamente que nossos olhos buscavam o próprio orgasmo... Alguns minutos depois, subi em cima dele e, com malícia, sussurrei... — "E o que é isso... que ainda tenho que aprender?" — "Minha menina curiosa!!" — ele disse enquanto me beijava de novo, acariciando minhas costas molhadas e minhas nádegas encharcadas de suor, fluido vaginal e porra... "Seu pai ainda tem muitas surpresas para te dar, mas tudo a seu tempo..." Continua.
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