Meu nome é Alma Rosa, sou uma mulher gostosa de 35 anos, casada e, infelizmente, infiel ao meu marido, que não tem culpa nenhuma de ter se casado com uma mulher que adora sexo sem controle.
Desde muito novinha, ainda no ensino fundamental, já conhecia os prazeres que, para minha pouca idade, o sexo me dava. Todo dia, fosse de dia ou de noite, sempre que tinha oportunidade, eu me dedava no clitóris, sentindo sensações deliciosas na minha buceta ainda virgem.
No ensino médio, tive minhas primeiras experiências com garotos da escola. Deixava eles apalparem meu corpo todo e eu masturbava a pica deles. Mesmo quando tinha meu namorado, que me comia gostoso, eu tinha vários "amiguinhos" que curtiam meu corpo. O melhor nessa época foi durante uma excursão da escola, onde fui comida por três colegas. Eles me pelaram e, pela primeira vez, chupei o pau de um homem, fazendo isso com os três até gozarem, e dei minha calcinha e sutiã de presente pra eles. A partir daí, o que eu mais amava era chupar a pica dos meus namorados e amigos.
No último ano do ensino médio, perdi minha virgindade vaginal com meu namorado da época. Ele me comia todo dia, e eu, toda feliz, me entregava por completo. Com ele, provei o esperma pela primeira vez, e o sabor me fascinou. Sempre terminávamos eu lambendo o gozo dele, adorava a porra na minha boca. Mas quis provar outro esperma e traía ele com alguns amigos que também me comiam e fazia eles gozarem na minha boca, engolindo o leite deles.
Resumindo, tive muitos namorados, mas nunca fui fiel a nenhum. Sempre tinha "amigos de confiança" que me comiam na primeira oportunidade. Nessa época, já tinha experimentado sexo anal e adorava receber pica, além da buceta e da boca, também no cu.
Finalmente, conheci o Armando, meu marido agora. Tivemos um namoro gostoso de dois anos. Todo dia durante a semana, ele me comia no carro, e o mínimo que fazia era tirar minha meia-calça e calcinha para lambendo minha buceta enquanto eu chupava o pau dele. Nos fins de semana, ele me levava pra algum hotel e me comia gostoso pra caralho, tirava fotos e vídeos eróticos meus. Mas, como com os namorados anteriores, eu não era fiel, deixava amigos e ex-namorados me comerem na primeira oportunidade que aparecia.
Finalmente, quando eu tinha 27 anos, chegou o dia tão esperado: ele me pediu em casamento e o noivado foi oficializado. Eu tinha a firme intenção de que, depois de casada, não ia mais trair ele. Então, dias antes do casamento, eu me dei várias despedidas de solteira. Amigos e ex-namorados aproveitaram meu corpo, pensando que seria a última vez. Três dias antes do casamento, realizei a fantasia que sempre quis: deixei os irmãos Martínez me comerem. Eram uns vizinhos da casa dos meus pais, e os dois me comeram ao mesmo tempo, me dando dupla penetração de todas as formas possíveis, e, como sempre, terminei engolindo o esperma dos dois.
Mas o que eu achei que seria meu último "pau" com um homem diferente do meu noivo (e agora marido) foi com meu antepenúltimo namorado, que nunca parou de me comer e que eu mesma procurei naquela ocasião. Isso foi nada menos que na noite anterior ao meu casamento: ele me deu pau por todos os lados. Agora sim, pensei que era a última vez.
Nos dois primeiros anos de "feliz casamento", eu consegui ser fiel, mesmo recebendo várias propostas pra transar pelo celular, cujo número todos os meus amantes tinham. Quem quase me convenceu foram os irmãos Martínez, que queriam repetir a façanha de me comerem os dois juntos. Mas eu resisti.
Tudo ia bem, éramos um casal normal. Evitamos ter filhos pra curtir um tempo a dois. Armando é contador numa seguradora, então vive viajando pro interior do país, viagens curtas que nunca duram mais de três dias. Nessas viagens, a gente se falava pela internet, pela webcam, e ficávamos com tesão: eu me despia pra me exibir pra ele e dizia que queria que voltaria pra me comer, e ele se masturbava na minha frente.
Toda sexta-feira a gente chamava de "dia dos solteiros", ele ia com os amigos jogar dominó ou cartas e eu saía com minhas amigas pra tomar um café ou uma dose. Eles se revezavam pra jogar cada semana na casa de um deles, e quando era a vez do Armando ser o anfitrião, eu ficava em casa pra ajudar ele a receber os amigos, que às vezes traziam as esposas. Teve vezes que eu também acompanhava ele, mas na maioria das vezes a gente ficava sozinho.
Tudo ia muito bem, mas comecei a sentir um tesão por um deles que chama Ricardo, é um homem lindíssimo, a presença dele me deixava nervosa, ou melhor, com o cuzinho ardendo. A "coceira" de uma rola diferente tava me provocando. Imaginava que ele tinha uma rola gostosa e, inconscientemente, fantasiava que ele me comia. Meu marido não gosta de me comer no cu, nem gozar na minha boca, o que me deixava "faminta" pra sentir de novo uma rola no meu rabo e o sabor excitante do esperma.
Durante algumas semanas que a partida de dominó rolou na nossa casa, fiquei de olho nos olhares safados do Ricardo, ele me despia com os olhos e, sinceramente, me deixava com tanto tesão que molhava a calcinha, e minhas fantasias eróticas com ele ficaram constantes, a ponto de, quando o Armando me comia, eu fechava os olhos e imaginava que quem tava aproveitando meu corpo era o amigo dele, o Ricardo.
No começo, achei que era só minha imaginação tarada, mas uma noite de dominó, descobri que o Ricardo me olhava descaradamente com desejo e, sempre que podia, não tirava os olhos das minhas pernas, que eu exibia numa minissaia curta. O olhar safado dele me deixou com o cuzinho ardendo e decidi dar o gostinho. Fingindo que não percebia as encaradas dele, eu facilitava a atitude quente dele, sentava na frente dele deixando ele ver o máximo das minhas pernas e, de vez em quando, abria as coxas pra ele poder ver minha buceta forrada na calcinha transparente que eu usava por costume. uso. Imaginava que ele estaria com o pau bem duro desejando meu corpo.
Já tava toda molhada e, sem perceber, flertava com ele com um sorriso convidativo, e ele correspondia do mesmo jeito. Minha calcinha já tava encharcada e fui pro quarto trocar, mas quando tirei ela, na putaria extrema, decidi não colocar outra e mostrar pro Ricardo minha buceta peluda. Fiz isso. Eu, com um certo cinismo, mostrava pra ele, e ele me olhava do mesmo jeito. Parecia que, em silêncio, a gente concordava que se desejava sexualmente. Assim passou a noite quente e, na despedida, senti que ele apertou levemente minha mão, e eu fiz o mesmo.
Assim se passaram várias "noites de dominó" que rolaram na minha casa. Inclusive, eu incentivava o Armando a convidar os amigos pra cá, dizendo que era mais seguro pra ele, já que não precisaria dirigir depois de beber. Conseguia convencê-lo e ele fazia isso, mas o verdadeiro motivo era flertar e me exibir pro Ricardo. Cada vez a gente ficava mais cínico, e em toda reunião eu mostrava sem vergonha minha periquita sem calcinha. Era só questão de um de nós dois tomar a iniciativa e falar na lata pra consumar o adultério.
Eu tinha caído na tentação e tava disposta a quebrar minha promessa de fidelidade. Não demorou muito pra ter notícias do Ricardo. Na segunda-feira depois da última "reunião de dominó" que teve na nossa casa, o homem das minhas fantasias eróticas ligou procurando meu marido, sabendo que naquela hora ele tava no trabalho. A conversa não era sexual, mas cheia de flerte e insinuações mútuas, e eu tinha muita experiência nisso. Instintivamente, perguntei se ele gostava de internet e trocamos o WhatsApp e os números de celular. Tudo tava decidido, embora a gente ainda não tivesse tocado no assunto sexual. Só precisava esperar o momento certo.
Como se fosse combinado, naquela noite o Armando me disse que ia viajar por dois dias. No dia seguinte, assim que meu marido se despediu, liguei pro Ricardo pedindo pra ele se conectar na internet. Talvez meu esposo ainda estivesse no aeroporto quando eu já estava só de sutiã e uma calcinha transparente minúscula, exibindo meu corpo pro Ricardo, que me mostrava a vara enorme dele.
Pouco depois, já tinha tirado a calcinha e o sutiã e dançava pelada pra Ricardo pela web. Esperei o voo do meu marido decolar e sugeri pro Ricardo vir até em casa, que eu esperaria ele toda nua. Ele topou na hora e não demorou pra chegar.
Como prometi, só estava de sandálias de salto alto e vestindo "meu traje de Eva". Assim que Ricardo fechou a porta, a gente se entregou num beijo apaixonado de língua, trocando saliva, enquanto as mãos dele percorriam meu corpo todo à vontade e eu sentia a dureza da ereção dele no meu ventre. A pedido dele, posei por uns minutos pra ele admirar meu corpo nu e depois sentei no colo dele pra continuar nos beijando e nos apalpando. Ele chupava meus peitos e acariciava minha buceta, minha bunda e minha xereca.
Era minha vez. Sentei do lado dele, abri o zíper da calça e tirei a pica deliciosa dele pra bater uma punheta pra ele. Logo depois, enchi ela de beijos e chupões, dando um boquete foda como eu sei fazer. E apesar de querer o leite dele, tentava evitar que ele gozasse ainda, a gente mal tinha começado. Enquanto isso, Ricardo enfiava os dedos na minha buceta e no meu cu alternadamente.
Ele se pelou rapidinho e eu montei nele, enfiando a beleza dele na minha racha molhada. Eu sentava sem parar na vara enorme dele, possuída pelo "demônio do meio-dia". Era uma delícia sentir o pau dele dentro de mim. Ricardo chupava meus peitos e enfiava o dedo no meu cu no ritmo das sentadas que eu dava no piru gostoso dele.
Minutos depois, a gente trocou de posição. Fiquei de quatro no sofá, feito uma putinha, pra Ricardo me enfiar a delícia dele. Ele segurava meus peitos com uma mão e... A outra ficava esfregando meu clitóris. A gente não falava nada, só gemidos e uma ou outra palavra pra saber o gostoso que tava sendo. Tive minha primeira descarga num orgasmo gostoso sem que Ricardo parasse de meter e tirar a pica enorme da minha boceta.
Nova troca de posição, dessa vez de pé na frente do Ricardo, ele enfiou o pau na minha buceta e eu me pendurei no pescoço dele, enrolando minhas pernas na cintura dele. Ele me segurava no ar, metendo e tirando o pau da minha xota, num show de força física e sexual. Assim a gente ficou por vários minutos, até que ele me deitou no sofá, sem tirar o pau de dentro, e levantou minhas pernas até os ombros dele sem perder o ritmo das estocadas do falo na minha racha. O prazer era indescritível: de um lado, a emoção de estar sendo comida, e do outro, o tesão de saber que quem tava me comendo era nada menos que o amigo do meu marido.
O tempo passou e eu tive um segundo orgasmo, ainda mais gostoso que o primeiro. Tava quase pedindo pro Ricardo enfiar o pau no meu cu, mas, como se lesse minha mente, ele tirou o pau da minha buceta e encostou no meu rabo. Fez uma pausa, talvez pra ver minha reação à ameaça de me comer por trás. Eu poupei ele da pergunta e falei:
— Mete no meu cuzinho... Enfia tudo... Come meu cu gostoso. — Com essas palavras, Ricardo empurrou com força, mas sem me machucar, e meu cu começou a engolir o pau duro dele. Devagar, foi penetrando meu ânus, reto e intestino, até que tive ele todo dentro, só os ovos dele ficaram pra fora.
Aos poucos, as estocadas no meu cu foram acelerando. O pau dele entrava e saía do meu rabo com dinamismo, enquanto eu gemia e dava uns gritinhos de prazer. Depois de tanto tempo sem provar a delícia de ter uma pica enorme nas minhas entranhas, aquilo me dava os prazeres mais suculentos que alguém pode ter na cama.
Depois de um tempo, explodi de novo no orgasmo mais satisfatório dos últimos anos, e momentos depois Ricardo me avisou que estava prestes a gozar, eu disse apressada pra ele não gozar dentro do meu cu, que preferia que fosse na minha boca, era algo que eu tava secretamente desejando desde que casei. Sem tempo pra pensar, Ricardo tirou o pau do meu rabo e enfiou entre meus lábios, eu chupei o pau dele com desespero e em questão de segundos minha boca tava cheia do esperma dele, que eu saboreava com prazer antes de engolir. Ele tinha uma gozada bem abundante, e cada jato de porra eu degustava com delícia.
Quando os jatos de sêmen pararam, eu ainda chupava o pau dele e beijava agradecida por aquele prazer que ele tinha me dado. A gente tava nessa quando o celular tocou, bem como eu imaginava, era o Armando, meu marido, dizendo que tinha chegado bem no destino. Eu, ainda com a boca cheia de porra do amigo dele, falava que sentia saudades e que à noite a gente se veria pela webcam. Ricardo ficava em silêncio ouvindo eu conversar com meu marido enquanto eu ainda chupava o pau dele.
Não era uma situação nova pra mim, várias vezes falei no telefone com meu marido, quando a gente namorava, com a boca cheia de esperma de outro homem.
Naquele dia, Ricardo e eu tínhamos terminado nossa aventura, mas combinamos de nos ver no dia seguinte pra fornicar de novo, e eu prometia que deixaria ele me comer de todas as formas que quisesse, como se fosse um sacrifício pra mim, quando na verdade eu desejava aquilo com paixão e tinha vergonha de confessar, mas já tava nesse compromisso. Combinamos que nosso próximo encontro seria num hotel, pra evitar que os vizinhos ficassem fofocando que eu recebia visitas masculinas na ausência do meu marido.
Naquela noite, Armando me mostrava o pauzão dele pela webcam e eu exibia "meus cantinhos", dizendo o quanto desejava ele. O que meu marido não sabia era que eu só tava me esquentando pra que no dia seguinte o amigo dele me comesse por todos os meus buracos íntimos. E foi exatamente o que aconteceu, e eu omito os detalhes. detalhes que vocês já podem imaginar. Foi uma delícia ter de novo uma pica enfiada entre minhas nádegas, enchendo meu cu de prazer, e já era impossível parar de fazer aquilo — não só com o Ricardo, mas já tava planejando dar pra outros.
Naquela mesma noite, entrei em contato por telefone com meus antigos parceiros, que estavam mais do que dispostos a me comer e aproveitar meu corpo de todos os jeitos possíveis. E foi o que fiz. Desde então, voltei a transar com meus ex-namorados, e também com os irmãos Martínez, que voltaram a me comer entre os dois — pelo menos duas vezes por mês, enchendo meus buracos de pica ao mesmo tempo.
Também comecei a aventura excitante de me exibir peladinha na internet, pela webcam, pra quem quiser me ver nua e me masturbando, enquanto eles mostram seus belos paus duros. Alguns deles tiveram a sorte de me comer. Desde então, passei a pegar homens nas ruas, restaurantes, bares — em todo lugar que eu encontrava um macho gostoso que despertasse meus instintos sexuais, o que não é nada difícil.
O Armando é um homem bom e confiante, não desconfia de nada das safadezas deliciosas que faço com outros homens na ausência dele. Às vezes sinto um peso na consciência, mas minha putaria extrema não me deixa ser mulher de um homem só.
Desde muito novinha, ainda no ensino fundamental, já conhecia os prazeres que, para minha pouca idade, o sexo me dava. Todo dia, fosse de dia ou de noite, sempre que tinha oportunidade, eu me dedava no clitóris, sentindo sensações deliciosas na minha buceta ainda virgem.
No ensino médio, tive minhas primeiras experiências com garotos da escola. Deixava eles apalparem meu corpo todo e eu masturbava a pica deles. Mesmo quando tinha meu namorado, que me comia gostoso, eu tinha vários "amiguinhos" que curtiam meu corpo. O melhor nessa época foi durante uma excursão da escola, onde fui comida por três colegas. Eles me pelaram e, pela primeira vez, chupei o pau de um homem, fazendo isso com os três até gozarem, e dei minha calcinha e sutiã de presente pra eles. A partir daí, o que eu mais amava era chupar a pica dos meus namorados e amigos.
No último ano do ensino médio, perdi minha virgindade vaginal com meu namorado da época. Ele me comia todo dia, e eu, toda feliz, me entregava por completo. Com ele, provei o esperma pela primeira vez, e o sabor me fascinou. Sempre terminávamos eu lambendo o gozo dele, adorava a porra na minha boca. Mas quis provar outro esperma e traía ele com alguns amigos que também me comiam e fazia eles gozarem na minha boca, engolindo o leite deles.
Resumindo, tive muitos namorados, mas nunca fui fiel a nenhum. Sempre tinha "amigos de confiança" que me comiam na primeira oportunidade. Nessa época, já tinha experimentado sexo anal e adorava receber pica, além da buceta e da boca, também no cu.
Finalmente, conheci o Armando, meu marido agora. Tivemos um namoro gostoso de dois anos. Todo dia durante a semana, ele me comia no carro, e o mínimo que fazia era tirar minha meia-calça e calcinha para lambendo minha buceta enquanto eu chupava o pau dele. Nos fins de semana, ele me levava pra algum hotel e me comia gostoso pra caralho, tirava fotos e vídeos eróticos meus. Mas, como com os namorados anteriores, eu não era fiel, deixava amigos e ex-namorados me comerem na primeira oportunidade que aparecia.
Finalmente, quando eu tinha 27 anos, chegou o dia tão esperado: ele me pediu em casamento e o noivado foi oficializado. Eu tinha a firme intenção de que, depois de casada, não ia mais trair ele. Então, dias antes do casamento, eu me dei várias despedidas de solteira. Amigos e ex-namorados aproveitaram meu corpo, pensando que seria a última vez. Três dias antes do casamento, realizei a fantasia que sempre quis: deixei os irmãos Martínez me comerem. Eram uns vizinhos da casa dos meus pais, e os dois me comeram ao mesmo tempo, me dando dupla penetração de todas as formas possíveis, e, como sempre, terminei engolindo o esperma dos dois.
Mas o que eu achei que seria meu último "pau" com um homem diferente do meu noivo (e agora marido) foi com meu antepenúltimo namorado, que nunca parou de me comer e que eu mesma procurei naquela ocasião. Isso foi nada menos que na noite anterior ao meu casamento: ele me deu pau por todos os lados. Agora sim, pensei que era a última vez.
Nos dois primeiros anos de "feliz casamento", eu consegui ser fiel, mesmo recebendo várias propostas pra transar pelo celular, cujo número todos os meus amantes tinham. Quem quase me convenceu foram os irmãos Martínez, que queriam repetir a façanha de me comerem os dois juntos. Mas eu resisti.
Tudo ia bem, éramos um casal normal. Evitamos ter filhos pra curtir um tempo a dois. Armando é contador numa seguradora, então vive viajando pro interior do país, viagens curtas que nunca duram mais de três dias. Nessas viagens, a gente se falava pela internet, pela webcam, e ficávamos com tesão: eu me despia pra me exibir pra ele e dizia que queria que voltaria pra me comer, e ele se masturbava na minha frente.
Toda sexta-feira a gente chamava de "dia dos solteiros", ele ia com os amigos jogar dominó ou cartas e eu saía com minhas amigas pra tomar um café ou uma dose. Eles se revezavam pra jogar cada semana na casa de um deles, e quando era a vez do Armando ser o anfitrião, eu ficava em casa pra ajudar ele a receber os amigos, que às vezes traziam as esposas. Teve vezes que eu também acompanhava ele, mas na maioria das vezes a gente ficava sozinho.
Tudo ia muito bem, mas comecei a sentir um tesão por um deles que chama Ricardo, é um homem lindíssimo, a presença dele me deixava nervosa, ou melhor, com o cuzinho ardendo. A "coceira" de uma rola diferente tava me provocando. Imaginava que ele tinha uma rola gostosa e, inconscientemente, fantasiava que ele me comia. Meu marido não gosta de me comer no cu, nem gozar na minha boca, o que me deixava "faminta" pra sentir de novo uma rola no meu rabo e o sabor excitante do esperma.
Durante algumas semanas que a partida de dominó rolou na nossa casa, fiquei de olho nos olhares safados do Ricardo, ele me despia com os olhos e, sinceramente, me deixava com tanto tesão que molhava a calcinha, e minhas fantasias eróticas com ele ficaram constantes, a ponto de, quando o Armando me comia, eu fechava os olhos e imaginava que quem tava aproveitando meu corpo era o amigo dele, o Ricardo.
No começo, achei que era só minha imaginação tarada, mas uma noite de dominó, descobri que o Ricardo me olhava descaradamente com desejo e, sempre que podia, não tirava os olhos das minhas pernas, que eu exibia numa minissaia curta. O olhar safado dele me deixou com o cuzinho ardendo e decidi dar o gostinho. Fingindo que não percebia as encaradas dele, eu facilitava a atitude quente dele, sentava na frente dele deixando ele ver o máximo das minhas pernas e, de vez em quando, abria as coxas pra ele poder ver minha buceta forrada na calcinha transparente que eu usava por costume. uso. Imaginava que ele estaria com o pau bem duro desejando meu corpo.
Já tava toda molhada e, sem perceber, flertava com ele com um sorriso convidativo, e ele correspondia do mesmo jeito. Minha calcinha já tava encharcada e fui pro quarto trocar, mas quando tirei ela, na putaria extrema, decidi não colocar outra e mostrar pro Ricardo minha buceta peluda. Fiz isso. Eu, com um certo cinismo, mostrava pra ele, e ele me olhava do mesmo jeito. Parecia que, em silêncio, a gente concordava que se desejava sexualmente. Assim passou a noite quente e, na despedida, senti que ele apertou levemente minha mão, e eu fiz o mesmo.
Assim se passaram várias "noites de dominó" que rolaram na minha casa. Inclusive, eu incentivava o Armando a convidar os amigos pra cá, dizendo que era mais seguro pra ele, já que não precisaria dirigir depois de beber. Conseguia convencê-lo e ele fazia isso, mas o verdadeiro motivo era flertar e me exibir pro Ricardo. Cada vez a gente ficava mais cínico, e em toda reunião eu mostrava sem vergonha minha periquita sem calcinha. Era só questão de um de nós dois tomar a iniciativa e falar na lata pra consumar o adultério.
Eu tinha caído na tentação e tava disposta a quebrar minha promessa de fidelidade. Não demorou muito pra ter notícias do Ricardo. Na segunda-feira depois da última "reunião de dominó" que teve na nossa casa, o homem das minhas fantasias eróticas ligou procurando meu marido, sabendo que naquela hora ele tava no trabalho. A conversa não era sexual, mas cheia de flerte e insinuações mútuas, e eu tinha muita experiência nisso. Instintivamente, perguntei se ele gostava de internet e trocamos o WhatsApp e os números de celular. Tudo tava decidido, embora a gente ainda não tivesse tocado no assunto sexual. Só precisava esperar o momento certo.
Como se fosse combinado, naquela noite o Armando me disse que ia viajar por dois dias. No dia seguinte, assim que meu marido se despediu, liguei pro Ricardo pedindo pra ele se conectar na internet. Talvez meu esposo ainda estivesse no aeroporto quando eu já estava só de sutiã e uma calcinha transparente minúscula, exibindo meu corpo pro Ricardo, que me mostrava a vara enorme dele.
Pouco depois, já tinha tirado a calcinha e o sutiã e dançava pelada pra Ricardo pela web. Esperei o voo do meu marido decolar e sugeri pro Ricardo vir até em casa, que eu esperaria ele toda nua. Ele topou na hora e não demorou pra chegar.
Como prometi, só estava de sandálias de salto alto e vestindo "meu traje de Eva". Assim que Ricardo fechou a porta, a gente se entregou num beijo apaixonado de língua, trocando saliva, enquanto as mãos dele percorriam meu corpo todo à vontade e eu sentia a dureza da ereção dele no meu ventre. A pedido dele, posei por uns minutos pra ele admirar meu corpo nu e depois sentei no colo dele pra continuar nos beijando e nos apalpando. Ele chupava meus peitos e acariciava minha buceta, minha bunda e minha xereca.
Era minha vez. Sentei do lado dele, abri o zíper da calça e tirei a pica deliciosa dele pra bater uma punheta pra ele. Logo depois, enchi ela de beijos e chupões, dando um boquete foda como eu sei fazer. E apesar de querer o leite dele, tentava evitar que ele gozasse ainda, a gente mal tinha começado. Enquanto isso, Ricardo enfiava os dedos na minha buceta e no meu cu alternadamente.
Ele se pelou rapidinho e eu montei nele, enfiando a beleza dele na minha racha molhada. Eu sentava sem parar na vara enorme dele, possuída pelo "demônio do meio-dia". Era uma delícia sentir o pau dele dentro de mim. Ricardo chupava meus peitos e enfiava o dedo no meu cu no ritmo das sentadas que eu dava no piru gostoso dele.
Minutos depois, a gente trocou de posição. Fiquei de quatro no sofá, feito uma putinha, pra Ricardo me enfiar a delícia dele. Ele segurava meus peitos com uma mão e... A outra ficava esfregando meu clitóris. A gente não falava nada, só gemidos e uma ou outra palavra pra saber o gostoso que tava sendo. Tive minha primeira descarga num orgasmo gostoso sem que Ricardo parasse de meter e tirar a pica enorme da minha boceta.
Nova troca de posição, dessa vez de pé na frente do Ricardo, ele enfiou o pau na minha buceta e eu me pendurei no pescoço dele, enrolando minhas pernas na cintura dele. Ele me segurava no ar, metendo e tirando o pau da minha xota, num show de força física e sexual. Assim a gente ficou por vários minutos, até que ele me deitou no sofá, sem tirar o pau de dentro, e levantou minhas pernas até os ombros dele sem perder o ritmo das estocadas do falo na minha racha. O prazer era indescritível: de um lado, a emoção de estar sendo comida, e do outro, o tesão de saber que quem tava me comendo era nada menos que o amigo do meu marido.
O tempo passou e eu tive um segundo orgasmo, ainda mais gostoso que o primeiro. Tava quase pedindo pro Ricardo enfiar o pau no meu cu, mas, como se lesse minha mente, ele tirou o pau da minha buceta e encostou no meu rabo. Fez uma pausa, talvez pra ver minha reação à ameaça de me comer por trás. Eu poupei ele da pergunta e falei:
— Mete no meu cuzinho... Enfia tudo... Come meu cu gostoso. — Com essas palavras, Ricardo empurrou com força, mas sem me machucar, e meu cu começou a engolir o pau duro dele. Devagar, foi penetrando meu ânus, reto e intestino, até que tive ele todo dentro, só os ovos dele ficaram pra fora.
Aos poucos, as estocadas no meu cu foram acelerando. O pau dele entrava e saía do meu rabo com dinamismo, enquanto eu gemia e dava uns gritinhos de prazer. Depois de tanto tempo sem provar a delícia de ter uma pica enorme nas minhas entranhas, aquilo me dava os prazeres mais suculentos que alguém pode ter na cama.
Depois de um tempo, explodi de novo no orgasmo mais satisfatório dos últimos anos, e momentos depois Ricardo me avisou que estava prestes a gozar, eu disse apressada pra ele não gozar dentro do meu cu, que preferia que fosse na minha boca, era algo que eu tava secretamente desejando desde que casei. Sem tempo pra pensar, Ricardo tirou o pau do meu rabo e enfiou entre meus lábios, eu chupei o pau dele com desespero e em questão de segundos minha boca tava cheia do esperma dele, que eu saboreava com prazer antes de engolir. Ele tinha uma gozada bem abundante, e cada jato de porra eu degustava com delícia.
Quando os jatos de sêmen pararam, eu ainda chupava o pau dele e beijava agradecida por aquele prazer que ele tinha me dado. A gente tava nessa quando o celular tocou, bem como eu imaginava, era o Armando, meu marido, dizendo que tinha chegado bem no destino. Eu, ainda com a boca cheia de porra do amigo dele, falava que sentia saudades e que à noite a gente se veria pela webcam. Ricardo ficava em silêncio ouvindo eu conversar com meu marido enquanto eu ainda chupava o pau dele.
Não era uma situação nova pra mim, várias vezes falei no telefone com meu marido, quando a gente namorava, com a boca cheia de esperma de outro homem.
Naquele dia, Ricardo e eu tínhamos terminado nossa aventura, mas combinamos de nos ver no dia seguinte pra fornicar de novo, e eu prometia que deixaria ele me comer de todas as formas que quisesse, como se fosse um sacrifício pra mim, quando na verdade eu desejava aquilo com paixão e tinha vergonha de confessar, mas já tava nesse compromisso. Combinamos que nosso próximo encontro seria num hotel, pra evitar que os vizinhos ficassem fofocando que eu recebia visitas masculinas na ausência do meu marido.
Naquela noite, Armando me mostrava o pauzão dele pela webcam e eu exibia "meus cantinhos", dizendo o quanto desejava ele. O que meu marido não sabia era que eu só tava me esquentando pra que no dia seguinte o amigo dele me comesse por todos os meus buracos íntimos. E foi exatamente o que aconteceu, e eu omito os detalhes. detalhes que vocês já podem imaginar. Foi uma delícia ter de novo uma pica enfiada entre minhas nádegas, enchendo meu cu de prazer, e já era impossível parar de fazer aquilo — não só com o Ricardo, mas já tava planejando dar pra outros.
Naquela mesma noite, entrei em contato por telefone com meus antigos parceiros, que estavam mais do que dispostos a me comer e aproveitar meu corpo de todos os jeitos possíveis. E foi o que fiz. Desde então, voltei a transar com meus ex-namorados, e também com os irmãos Martínez, que voltaram a me comer entre os dois — pelo menos duas vezes por mês, enchendo meus buracos de pica ao mesmo tempo.
Também comecei a aventura excitante de me exibir peladinha na internet, pela webcam, pra quem quiser me ver nua e me masturbando, enquanto eles mostram seus belos paus duros. Alguns deles tiveram a sorte de me comer. Desde então, passei a pegar homens nas ruas, restaurantes, bares — em todo lugar que eu encontrava um macho gostoso que despertasse meus instintos sexuais, o que não é nada difícil.
O Armando é um homem bom e confiante, não desconfia de nada das safadezas deliciosas que faço com outros homens na ausência dele. Às vezes sinto um peso na consciência, mas minha putaria extrema não me deixa ser mulher de um homem só.
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