Oi galera, hoje quero contar uma história bem curtinha, que aconteceu há um tempão, mas que me deixa com tesão até hoje.
Me chamo Florencia e quando tinha 16 anos namorava um cara chamado Nacho. Foi com ele que descobrimos nossa sexualidade.
Essa história começa mais ou menos 6 meses depois que havíamos estreado, aquele momento em que você tá bem, bem putinha. Eu estava basicamente fascinada pelo pau dele, mesmo que hoje eu reconheça que não era muito grande.
Depois de 6 meses como namoradinhos, meus pais já estavam acostumados com ele andando pela casa. Enfim, um dia à tarde, depois da escola, meus pais nos receberam super bem e convidaram o Nacho para jantar. Enquanto isso, fomos pro meu quarto ver um pouco de TV, mas, claro, a coisa desandou. Na verdade, mal nos deitamos e ele já começou a me dar beijinhos no pescoço e a me explorar com as mãos. Ele tinha um gosto especial pelos meus peitos, os tirou pra fora e começou a apertar e apalpar. Isso me deixa louca! E pior ainda quando ele também começa a tocar minha buceta.
Eu fiquei maluca! Estava desesperada por pau, ele me tinha exatamente onde queria. Ele me solta e se levanta.
Nacho: — Vem aqui e chupa bem o meu pau, Flor (me diz com uma cara de convencido)
Flor: — De joelhos, meu amor?
Nacho: — Claro! (Enquanto diz isso, puxa minha roupa pra baixo, deixando meus peitos completamente pra fora)
Chupei ele magistralmente, da base dos ovos até a ponta da glande, não ficou um único lugar que minha língua não passou. Ele delirava de prazer e ainda mais quando comecei a fazer gargantas profundas. Pouco tempo depois, ele se inclina sobre mim e diz:
Nacho: — Tô quase gozando, quero acabar na sua boquinha!
Eu só aceno com a cabeça sem nem tirar o pau da boca. Me dá um tesão enorme chupar ele, até com uma mãozinha eu estava me masturbando, pra mais prazer.
Quando sinto o pré-gozo dele, cravo uma garganta profunda. Com tanta má sorte... que meu pai abre a porta e vê de cara a situação:
Sua única filha, de joelhos, de peitos pra fora, se masturbando e engolindo completamente o pau de um cara.
Meu velho ficou atônito e pasmo. Eu, por outro lado, reagi me jogando um pouco pra trás e afastando o pau do Nacho com a mão que estava livre. PÉSSIMA DECISÃO.
Aquele último puxão no pau pra trás provocou a gozada do meu namorado, que acertou em cheio na minha cara enquanto eu dizia:
Flor: SAI, PAI!
Carlos, meu velho, sem dizer uma só palavra, deu um passo pra trás e fechou a porta.
Eu caí no chão, com a cara cheia de porra e com o coração a mil por hora. Super excitada e sem a mínima ideia de como encarar meu pai.
No final, depois de me limpar, decidimos descer. Acontece que meu velho tinha subido pra nos chamar pra jantar, mas segundo minha mãe "passou mal e quis ir deitar sem comer".
Aquele dia jantamos com minha mãe e eu continuei com aquele namorado por vários meses. Meu pai nunca teve coragem de me dizer nada e só voltou a ver o Nacho no meu aniversário. E olhava com tanto ódio que ele teve que ir embora antes porque achou que ia apanhar.
Eu ainda penso naquela tarde e me excita. Realmente queria que meu velho me visse assim de novo, dando um boquete e banhada de porra. Tá errado? Já tenho 25 anos e não moro mais com meus pais, mas quero me sentir tão puta assim de novo.
Realmente quero isso! Tô louca? Não é que eu queira transar com meu pai nem nada (que nojo). Mas me dá muito tesão me sentir tão puta, a ponto do meu próprio pai me ver.
Me chamo Florencia e quando tinha 16 anos namorava um cara chamado Nacho. Foi com ele que descobrimos nossa sexualidade.
Essa história começa mais ou menos 6 meses depois que havíamos estreado, aquele momento em que você tá bem, bem putinha. Eu estava basicamente fascinada pelo pau dele, mesmo que hoje eu reconheça que não era muito grande.
Depois de 6 meses como namoradinhos, meus pais já estavam acostumados com ele andando pela casa. Enfim, um dia à tarde, depois da escola, meus pais nos receberam super bem e convidaram o Nacho para jantar. Enquanto isso, fomos pro meu quarto ver um pouco de TV, mas, claro, a coisa desandou. Na verdade, mal nos deitamos e ele já começou a me dar beijinhos no pescoço e a me explorar com as mãos. Ele tinha um gosto especial pelos meus peitos, os tirou pra fora e começou a apertar e apalpar. Isso me deixa louca! E pior ainda quando ele também começa a tocar minha buceta.
Eu fiquei maluca! Estava desesperada por pau, ele me tinha exatamente onde queria. Ele me solta e se levanta.
Nacho: — Vem aqui e chupa bem o meu pau, Flor (me diz com uma cara de convencido)
Flor: — De joelhos, meu amor?
Nacho: — Claro! (Enquanto diz isso, puxa minha roupa pra baixo, deixando meus peitos completamente pra fora)
Chupei ele magistralmente, da base dos ovos até a ponta da glande, não ficou um único lugar que minha língua não passou. Ele delirava de prazer e ainda mais quando comecei a fazer gargantas profundas. Pouco tempo depois, ele se inclina sobre mim e diz:
Nacho: — Tô quase gozando, quero acabar na sua boquinha!
Eu só aceno com a cabeça sem nem tirar o pau da boca. Me dá um tesão enorme chupar ele, até com uma mãozinha eu estava me masturbando, pra mais prazer.
Quando sinto o pré-gozo dele, cravo uma garganta profunda. Com tanta má sorte... que meu pai abre a porta e vê de cara a situação:
Sua única filha, de joelhos, de peitos pra fora, se masturbando e engolindo completamente o pau de um cara.
Meu velho ficou atônito e pasmo. Eu, por outro lado, reagi me jogando um pouco pra trás e afastando o pau do Nacho com a mão que estava livre. PÉSSIMA DECISÃO.
Aquele último puxão no pau pra trás provocou a gozada do meu namorado, que acertou em cheio na minha cara enquanto eu dizia:
Flor: SAI, PAI!
Carlos, meu velho, sem dizer uma só palavra, deu um passo pra trás e fechou a porta.
Eu caí no chão, com a cara cheia de porra e com o coração a mil por hora. Super excitada e sem a mínima ideia de como encarar meu pai.
No final, depois de me limpar, decidimos descer. Acontece que meu velho tinha subido pra nos chamar pra jantar, mas segundo minha mãe "passou mal e quis ir deitar sem comer".
Aquele dia jantamos com minha mãe e eu continuei com aquele namorado por vários meses. Meu pai nunca teve coragem de me dizer nada e só voltou a ver o Nacho no meu aniversário. E olhava com tanto ódio que ele teve que ir embora antes porque achou que ia apanhar.
Eu ainda penso naquela tarde e me excita. Realmente queria que meu velho me visse assim de novo, dando um boquete e banhada de porra. Tá errado? Já tenho 25 anos e não moro mais com meus pais, mas quero me sentir tão puta assim de novo.
Realmente quero isso! Tô louca? Não é que eu queira transar com meu pai nem nada (que nojo). Mas me dá muito tesão me sentir tão puta, a ponto do meu próprio pai me ver.
16 comentários - Meu pai me viu com porra na cara.
si lo haces lo pones en otro relato a ver que tal
Y la verdad que el morbo de estar todos despeinados, cansados y tener que caretearla cuando por dentro pienso que hace segundos me la estaba cogiendo como yo quería... calienta y mucho!