Lembra da minha colega, aquela magrinha que me comeu e deixou eu gozar dentro. E na segunda vez, ela tomou meu gozo e me beijou. Bom, ela teve febre e voltou na maldade, e acabamos transando de novo. Dessa vez, ela veio com uma ideia sacana. Me chamou no escritório dela e, enquanto eu olhava o PC dela, sussurrou que estava menstruada, se a gente quisesse transar, não tinha problema de usar camisinha ou gozar fora. Nem louco eu falei, mas ela sabe como me excitar, me disse "vai, bebê, faz o que quiser comigo"... E então. Voltaram as horas extras e, dois dias atrás, fui no apartamento dela. Mal passamos pela porta, ela pega minha pica que já tava explodindo! Tira pra fora e começa a chupar que nem uma deusa. Quando eu vou gozar, ela abaixa a calça e pede pra eu comer ela, abrindo a buceta, meio vermelhinha... E eu comi ela ali mesmo, ela se abaixou enquanto eu enchia a barriga dela com o sangue da menstruação. Mas continuei comendo ela cada vez mais forte, como ela pedia, até gozar dentro. Aí ela vira e me beija de boca aberta, "não se preocupa", ela diz. Sai andando e me chama do banheiro, "vem, vamos tomar banho". No meio do banho, ela chupa minha pica de novo e, já duro, arrebentei o cu ensaboado dela. E de novo gozo dentro. Uma vez na cama, mais relaxados, ela me pergunta se hoje eu não vou chupar ela... Olho pra ela surpreso, e ela diz "você não sabe fazer o palhaço?" Olho pra ela, "nem louco", "MAL!" ela fala e começa a puxar minha pica de novo. Quando eu ia comer ela de novo, ela diz "NÃO! Se não fizer o palhaço, não vai rolar." Bati uma punheta e joguei todo o gozo na cara dela. Ela riu e falou de novo "vai, me chupa e faz o palhaço". Me aproximei do corpo dela... comecei pelos peitos que quase nem existem e, quando vi, tava chupando aquela buceta recém-depilada... com os fluidos dela e muito mais. Ela se inclina e ri. Olha pra minha cara e diz "que lindo, meu palhaço". Sem hesitar, comi ela de novo. Essa magrinha, minha colega, me excita tanto que consegue tudo o que quer comigo. Fode como os deuses...
Lembra da minha colega, aquela magrinha que me comeu e deixou eu gozar dentro. E na segunda vez, ela tomou meu gozo e me beijou. Bom, ela teve febre e voltou na maldade, e acabamos transando de novo. Dessa vez, ela veio com uma ideia sacana. Me chamou no escritório dela e, enquanto eu olhava o PC dela, sussurrou que estava menstruada, se a gente quisesse transar, não tinha problema de usar camisinha ou gozar fora. Nem louco eu falei, mas ela sabe como me excitar, me disse "vai, bebê, faz o que quiser comigo"... E então. Voltaram as horas extras e, dois dias atrás, fui no apartamento dela. Mal passamos pela porta, ela pega minha pica que já tava explodindo! Tira pra fora e começa a chupar que nem uma deusa. Quando eu vou gozar, ela abaixa a calça e pede pra eu comer ela, abrindo a buceta, meio vermelhinha... E eu comi ela ali mesmo, ela se abaixou enquanto eu enchia a barriga dela com o sangue da menstruação. Mas continuei comendo ela cada vez mais forte, como ela pedia, até gozar dentro. Aí ela vira e me beija de boca aberta, "não se preocupa", ela diz. Sai andando e me chama do banheiro, "vem, vamos tomar banho". No meio do banho, ela chupa minha pica de novo e, já duro, arrebentei o cu ensaboado dela. E de novo gozo dentro. Uma vez na cama, mais relaxados, ela me pergunta se hoje eu não vou chupar ela... Olho pra ela surpreso, e ela diz "você não sabe fazer o palhaço?" Olho pra ela, "nem louco", "MAL!" ela fala e começa a puxar minha pica de novo. Quando eu ia comer ela de novo, ela diz "NÃO! Se não fizer o palhaço, não vai rolar." Bati uma punheta e joguei todo o gozo na cara dela. Ela riu e falou de novo "vai, me chupa e faz o palhaço". Me aproximei do corpo dela... comecei pelos peitos que quase nem existem e, quando vi, tava chupando aquela buceta recém-depilada... com os fluidos dela e muito mais. Ela se inclina e ri. Olha pra minha cara e diz "que lindo, meu palhaço". Sem hesitar, comi ela de novo. Essa magrinha, minha colega, me excita tanto que consegue tudo o que quer comigo. Fode como os deuses...
1 comentários - Confissões do cinéfilo 13: A terceira com a minha colega