Acordei aos poucos e tive dificuldade para me adaptar à visão do quarto. Sentia frio no corpo, apesar do mês em que estávamos. O ar-condicionado se fazia notar no ambiente. Peguei minha calcinha rastejando sobre o carpete do quarto e procurei meu sutiã com o olhar, até encontrá-lo. Recolhi as peças e, lançando um olhar para a cama, certifiquei-me de que minha cunhada e Mario continuavam dormindo. Tranquei-me no banheiro e vesti minha roupa íntima rapidamente. Uma vez que cada peça estava em seu lugar, senti-me um pouco mais segura (é incrível o que andar nua faz, a insegurança que causa). Fiquei em frente ao espelho e me senti estranha. A mulher que via refletida nele não era a Laura que eu conhecia. Não me sentia arrependida, apenas me sentia esquisita. Era só isso. Uma estranha. Ajustei meu sutiã, apesar do pouco ajuste que uma peça tão mínima como um sutiã permite, e vi meus mamilos duros sobressaindo através do tecido. Um arrepio fez cada canto do meu corpo se arrepiar e fez com que da minha buceta saísse algo que molhou minha calcinha e me lembrou da gozada do maconheiro que minha cunhada tinha me apresentado há poucos instantes e que havia feito com que, em questão de muito pouco tempo, eu tivesse dois orgasmos brutais, atribuíveis à presença dele naquele quarto. Abri um pouco minha calcinha e senti mais do que vi a umidade que começava a aparecer na minha virilha. Peguei uma tira de papel higiênico e sequei meus lábios, introduzindo-a na minha buceta. Uma vez seca e já menos incomodada, respirei fundo e abri a porta, disposta a me vestir e sair daquele lugar o mais rápido possível, antes que as coisas se complicassem mais do que já estavam. Justo no momento de abrir a porta, encontrei-me de repente com Mario, que entrava no banheiro ao mesmo tempo. Ficamos nos encarando. Ele sorrindo, apesar da cara de sono, e eu... não sei que cara fiz ao encontrá-lo ali de repente, mas senti um calor e uma sensação de medo, ao mesmo tempo que um ardor muito intenso na minha... entrepernas. Ele ficou ali parado, me olhando de cueca. A silhueta do pau dele parecia bem grossa. Sem dizer nada, ele pegou minha mão e me puxou de volta para o banheiro. - Tô com vontade de mijar, gata! Tá esperando o quê? Ele disse, fixando o olhar na privada, que estava com a tampa levantada. - Como é? Respondi, sem entender do que ele estava falando. - Tira ele pra fora, porra! Não aguento mais! Ele insistiu, agora olhando fixamente para mim. Não acreditei! O imbecil queria que eu tirasse e segurasse o pau dele enquanto ele mijava. O sangue bateu forte na minha buceta quando finalmente entendi o que ele queria. Quase sem reação, ele pegou meu pulso e levou até sua entrepernas. Como uma autômata e dominada por um nervosismo que fazia meu ventre palpitar sem controle, minhas mãos baixaram a cueca e deixaram seu pau à mostra. Meu olhar ficou hipnotizado, não só por ver o membro dele ali pendurado, mas pelo que eu ia fazer pela primeira vez na minha vida. Peguei o pau dele com a mão direita e apontei para a privada. Senti o calor que emanava ao contato com minha mão enquanto o segurava, e o calor que de repente invadiu todo meu corpo ao perceber a situação que estava protagonizando. No mesmo instante, senti o jato de urina pressionando sua uretra e saindo, caindo na privada sem derramar uma única gota fora. Essa ação fez com que, como uma idiota, um sorriso aparecesse no meu rosto devido ao sucesso da manobra que acabara de fazer. Fiquei ali o tempo todo segurando o pau dele enquanto ele terminava de mijar, o que foi bem abundante, provavelmente por causa da bebida e de ficar tanto tempo sem aliviar. Uma vez terminada a ação, procedi a chacoalhar como tinha visto meu marido fazer, e até meu filho, quando ainda me deixava vê-lo urinar. - Limpa ele! Ouvi ele dizer, me tirando da concentração. Me abaixei em direção ao papel higiênico, quando ele me puxou e disse: - Com a boca, porra! Ele falou de novo com seu meio sorriso. Fiquei uns instantes sem saber o que fazendo olhando para o seu rosto. De repente ele se agachou e fechou a tampa, me sentando nela sem que eu oferecesse resistência. Meu rosto ficou na altura do pau dele que, diante da manobra que esperava, começou a reagir, iniciando uma ereção que aos poucos ia se erguendo enquanto minha mão o agarrava, envolvendo-o e trazendo-o perto da minha boca. Abri os lábios e comecei a lamber sua glande bem devagar, molhando-a com minha saliva, enquanto minha buceta começava a reagir e a umedecer suas paredes. Eu me via ali sentada na privada, aos pés de um cara sinistro, chupando seu pau. Um pau que sabia a sexo, a suor e um pouco a urina. Essa mistura de sabores, longe de me dar nojo, só aumentava minha excitação, fazendo meus mamilos ficarem duros como pedra e meu coração palpitar como se fosse sair do peito. Enquanto minha boca engolia seu pau e o ensalivava para facilitar que entrasse na minha garganta, eu imaginava: ali sentada na privada, de calcinha, uma mulher formada, com boa reputação no seu círculo social, fazendo um boquete num cara que, normalmente, sua relação com ele seria defendê-lo num tribunal, e que agora ela estava tentando dar o máximo prazer possível com sua boca, enquanto sua vagina ficava molhada como há muito tempo não sentia. Uma puxada de cabelo um pouco brusca, que apesar da dor que me causou, me excitou ainda mais dentro da situação em que já estava, me tirou dos meus pensamentos enquanto ele me levava para o quarto, me fazendo agachar até o chão, onde me deixou de quatro. Lá agachada, olhei para cima, onde seu pau, empinado e duro como uma pedra, chegava quase até o umbigo. Naquele momento, me senti orgulhosa de ser mulher e de ter conseguido deixá-lo tão duro e tão disposto. Direcionei o olhar para a cama, onde Rosa, sentada só de calcinha e com os seios à mostra, me olhava expectante, com um olhar luxurioso que implorava para que a deixássemos participar daquilo o que estávamos fazendo naquele momento. Ajoelhada assim, com minhas mãos também apoiadas no carpete, reparei num banco quadrado estofado que havia ao lado da mesa e apoiei minhas mãos nele, permanecendo com meu corpo ajoelhado esperando meu homem. Senti ele se despir da cueca e se ajoelhar atrás de mim. Minhas narinas começaram a dilatar com o nervosismo que precede a penetração. Senti a cabeça do pau dele, inchada, enorme, pressionando os lábios da minha buceta enquanto eu olhava minha cunhada, que tinha metido a mão dentro da calcinha e começado a se tocar. De repente, ele empurrou e, por estar tão encharcada, seu pau entrou até o fundo sem encontrar resistência. Ufff!! Caralho!! Continua!! Eu me ouvi dizer. - Gosta, puta? Não pensava que ia ter tanta sorte hoje à noite, né? Não pense que eu fodo com qualquer uma! Falou o imbecil enquanto metia e tirava o pau da minha buceta, primeiro devagar e depois cada vez mais rápido. Da minha boca só saíam gemidos que, juntos aos grunhidos do macho que estava me comendo naquele momento, davam ao quarto uma melodia de sexo que até o menos imaginativo ficaria de pau duro. Sentia o pau dele chegando até o fundo da minha buceta enquanto sua dureza aumentava cada vez mais, ou pelo menos essa era a sensação que eu tinha na hora. As paredes da minha vagina se dilatavam para deixá-lo entrar e se fechavam para apertar seu pau quando ele saía, com uma sincronização incrível pelo pouco tempo que estava dentro de mim. Eu estava no paraíso. Só queria que ele me fodesse, que nunca parasse de me enfiar. Dessa vez eu estava aguentando mais tempo sem gozar. Queria aproveitar aquele momento. Sentia meus joelhos deslizando no carpete a cada empurrão do garanhão. Minhas mãos agarravam o banco, tentando aguentar as investidas, jogando meus quadris para trás na tentativa de buscar, se é que era possível, uma penetração ainda mais profunda. Notava meus lábios inchados. Meu clitóris prestes a explodir com o atrito do pau dele enquanto o garanhão empurrava, me penetrando sem dar quase nenhum sinal de cansaço. – Meu Deus!! Que não pare a noite toda! – ouvi-me pensar. De repente, enquanto o Mario continuava me comendo, minha cunhada, dominada pela excitação e sem conseguir se segurar, desceu da cama e veio para onde estávamos. Sem parar de olhar para nós dois, tirou a calcinha e, nua, sentou-se no banquinho onde minhas mãos estavam apoiadas. Abriu as pernas e deixou minhas mãos agarrando o banquinho bem no meio delas. Sem parar de nos observar, começou a se masturbar enquanto meu corpo ia e vinha a cada investida. Da minha posição, eu via sua boceta aberta, os lábios inchados e avermelhados e o clitóris inflamado, duro, como um grão-de-bico, enquanto seus dedos deslizavam de novo e de novo sobre ele, fazendo-a gemer como uma possessa, empurrando os quadris cada vez mais na direção da minha cara. Apoiou a borda das nádegas na borda do banquinho, me oferecendo sua buceta enquanto minhas mãos voltavam a se apoiar no chão e o Mario não parava de me foder. De repente, senti meu homem diminuir o ritmo das investidas. Meus olhos não se desgrudavam da buceta da minha cunhada, ali tão perto. Sentia o cheiro dela impregnar meu nariz. Minha excitação já não tinha limite naqueles momentos. Aproximei minha boca de sua vagina. Estiquei a língua e lambi seus lábios. Bebi seus fluidos e comecei a lamber sua vulva de baixo para cima. Chegava até seu clitóris e o chupava enquanto sentia as coxas da minha cunhada apertarem minha cabeça entre elas e suas mãos agarrarem meu cabelo, ouvindo-a gemer e dizer: – Não para, Laura! Entre gemidos e soluços, sentia ela tremer de prazer enquanto minha língua lambia sua xota. Meu ventre começou a tremer também enquanto eu não parava de chupar a buceta da minha cunhada. O Mario começou a gemer um pouco mais alto. Sentia o pau dele cada vez mais duro e cada vez mais inchado enquanto minha boceta começava a se entregar em busca do orgasmo. Minha cunhada começou a gemer enquanto não parava de masturbar o clitóris, fazendo… Sentei na minha língua. Meu macho começou a bufar como um touro diante da iminência da sua ejaculação e minha boceta começou a apertar seu pau, decidida a não deixá-lo sair de lá sem ter ordenhado o suficiente. Ouvi-me ofegar sem tirar a boca da boceta da Rosa enquanto ela gozava gemendo como uma louca, deixando meu rosto encharcado com sua porra. Senti o Mario gozar, empurrando uma e outra vez dentro de mim, e naquele momento meu orgasmo reapareceu. Comecei a gozar gritando enquanto minha cunhada segurava meu rosto e o Mario meus quadris, sem parar de meter enquanto as paredes da minha vagina se adaptavam ao seu pau, como uma segunda pele. Deusss!! Ouvi-me dizer enquanto me deixava cair no carpete com meu macho ainda dentro da minha boceta e deitado em cima de mim, até que me soltei e relaxei. De novo a penumbra. De novo a felicidade. Acordei novamente depois de um tempo. Minha cunhada estava de pé na minha frente, se vestindo. Percebi então que continuava deitada no chão do quarto, nua. Reagi e procurei minha roupa com os olhos, sem me mover de onde estava. Minha cunhada, lá de cima, me sorria e, sem dizer nada, foi para o banheiro. Levantei-me e comecei a pegar minhas roupas. Nesse momento, percebi que estávamos só nós duas no quarto. Melhor assim!, pensei comigo. Me vesti o mais rápido que pude e entrei no banheiro enquanto minha cunhada terminava de retocar os lábios e o cabelo. Pedi emprestado o batom e, sem trocarmos palavra, nos arrumamos o melhor possível. Pegamos nossas bolsas e saímos de lá. Eram cinco da manhã e, por essa noite, já estava bom (pensei comigo). Saímos para a rua sob o olhar da recepcionista, que só Deus sabe o que passava pela cabeça dela naquele momento, embora, depois do que tinha vivido naquele quarto, pouco me importasse. Uma vez lá fora, sentimos o frescor da rua que, apesar de no quarto não estar quente, era de agradecer. Pedimos um peguei um táxi e, uma vez dentro e em silêncio, seguimos em direção à casa dos nossos sogros. Chegamos ao portão do jardim, pagamos e entramos no terreno. Peguei minha cunhada pelo braço e disse:
- Isso que aconteceu, Rosa, não podemos contar pra ninguém, nem mesmo nos piores momentos! Entende, né? Seria o fim da nossa família!
- Calma, querida! Tenho tanto a perder quanto você! Não se preocupe!
- Nunca me comportei dessa maneira e já são duas vezes que isso acontece! Não acha que estamos exagerando, Rosa? Se o Gustavo descobrir, não sei o que vai acontecer! - disse num surto de desespero e sinceridade.
- Calma, meu amor! Não se preocupe, isso vai ficar entre a gente! - ela sussurrou.
- Deixa pra lá! Não se preocupa! Ninguém vai descobrir, tá? - continuou me acalmando em voz baixa. Parecia fazer essas coisas com frequência, ou pelo menos foi a impressão que tive.
Acenei em silêncio e me agarrei ao braço dela. Minha cunhada afagou meu braço com carinho e caminhamos bem juntas até a casa. Será que realmente nada ia mudar entre nós depois do que aconteceu essa noite? Fiquei pensando comigo mesma.
Em silêncio, apenas com a luz que entrava pelas janelas - ainda fraca, já que mal eram cinco e meia da manhã - subimos para o andar de cima. Minha cunhada bocejou na porta do quarto e, me jogando um beijo com os lábios semicerrados, entrou tentando não fazer barulho ao fechar a porta atrás de si.
Minha primeira ideia era entrar no meu quarto e deitar, mas vi a porta do quarto dos meus filhos entreaberta e lembrei que precisava dar uma olhada neles. Entrei em silêncio e me aproximei da cama da minha filha Laura. Ela parecia um anjo dormindo assim, alheia a tudo que aconteceu com a mãe desde o início das férias. Nada tinha mudado para minha menina. Acariciei sua mão e uma grande ternura percorreu meu corpo. Sentia que estava falhando com eles, embora não conseguisse controlar o desejo que nascia em mim, quando estava sozinha, sem eles. Eu parecia outra mulher. Uma gostosa em busca de homens sem nem pensar em tomar precauções. Não só para evitar engravidar de qualquer desconhecido, mas também para evitar qualquer tipo de infecção que transformasse minha vida em um inferno. Parecia que quanto mais perigosa era a situação, mais excitada eu ficava. Me aproximei da outra cama e, me abaixando, beijei meu filho Marcos na testa. Ele já era quase um homem. Eu estava orgulhosa do que tinha gerado. Esse pensamento me fez sentir um pouco melhor, dentro da angústia que sempre sentia quando dava espaço a tudo o que havia acontecido esta noite. Devagar e em silêncio, saí do quarto e fui em direção ao meu. Entrei nele e parei na entrada com a porta fechada. Fiquei um tempo assim até me acostumar com a luz que entrava pela janela. Vi a silhueta do meu marido de barriga para cima na cama, vestindo apenas uma cueca preta que marcava o contorno do seu membro e do seu saco. Devagar e sem fazer barulho, peguei do armário uma camiseta dele e uma calcinha limpa. Peguei uma toalha e saí novamente em direção ao banheiro. Entrei e tranquei a porta (esse meu hábito de não trancar já me tinha causado bastantes problemas). Me despi bem devagar e entrei no chuveiro. Abri a torneira da água fria e, ao sentir o quanto estava gelada mesmo estando em pleno mês de agosto, fez com que cada pelo do meu corpo se arrepiasse. Senti meus mamilos se apertarem e enrugarem. Ensaboei todo o corpo e, ao passar a mão pela minha buceta, notei os lábios inchados e muito sensíveis ao toque. Um arrepio ainda mais intenso que antes percorreu meu corpo. Fiquei um tempo deixando a água cair sobre meu corpo, até que fechei a torneira e comecei a me secar, esfregando devagar para recuperar o calor do meu corpo. Peguei o vestido e minha roupa íntima usada e saí do banheiro, indo novamente para meu quarto. Entrei nele e, em silêncio, me deitei ao lado de Gustavo. O banho tinha me deixado acordada. Olhei para meu marido enquanto ele dormia totalmente relaxado, alheio a toda a agitação que tinha abalado sua mulher desde o primeiro dia que ela pisou nesta casa. Acariciei sua barriga bem devagar enquanto ele continuava dormindo sem responder aos estímulos. Fiz minha mão girar bem lentamente para não acordá-lo, passando o dedo pelo seu umbigo, marcando suas dobras. Ouvi sua respiração começar a acelerar bem devagar enquanto seu membro começava a ficar cada vez mais visível dentro da cueca. A situação me deixou um pouco travessa e comecei a acariciá-lo por cima, marcando sua silhueta bem devagar. Abrangia ele com dois dos meus dedos bem lentamente. Para cima e para baixo. Chegava até suas bolas e as envolvia com minha mão, apertando-as um pouco com delicadeza. Sentia a cabeça do pau dele balançar dentro da prisão, tentando sair dela. Bem devagar, introduzi minha mão entre a cueca e sua barriga, pegando seu pau que já estava em plena ereção. Bem devagar para que ele não acordasse, puxei a peça para baixo, deixando o membro livre dela. Não deixei seu líquido seminal molhar minhas mãos e torná-las mais escorregadias, vendo com alegria que isso favorecia minha ação. Descobri a cabeça do pau dele bem devagar, voltando a cobri-la. Me sentia poderosa com o pau dele na mão. Percebia minha buceta ficar molhada de novo (será que você é uma puta? pensei comigo. Como se não tivesse tido o suficiente esta noite) enquanto começava a punhetá-lo bem devagar. Gustavo começou a mover seus quadris acompanhando minha mão sobre seu pau como se estivesse sonhando. Sentia que lhe devia isso e muito mais. Este era o homem que me tinha dado a coisa mais linda da minha vida: meus dois filhos. Enquanto esses pensamentos vinham à minha cabeça, não parava de masturbá-lo. Sentia meu sexo encharcar de novo minha calcinha recém-colocada. Com a mão livre, puxei-a para baixo e, me ajudando com minhas pernas, não sem bastante esforço contido para não acordá-lo, consegui tirá-la dos meus tornozelos. Vi-a enrolada nos pés da cama (sempre achei uma calcinha muito excitante enroladas, recém-tiradas, ainda com cheiro da minha buceta) e sem fazer nenhum movimento brusco para não me entregar, sentei de cavalinho sobre suas coxas e bem devagar subi me apoiando nas mãos até chegar nos seus quadris. Arqueei meus quadris e, pegando o pau dele com minha mão, encostei na entrada da minha buceta. Bem devagar e sentindo como ele me penetrava, diante da minha satisfação pelo sucesso da manobra realizada, me deixei cair sobre ele, me atravessando como se uma faca entrasse numa barra de mantequilla, tal era o estado de lubrificação em que minha vagina estava. Abri minha boca pela falta de ar causada por esse movimento, enquanto percebia como meu marido, ainda entre sonhos, começava a mover seus quadris buscando entrar e sair de mim. Comecei a cavalgá-lo como há muito tempo não fazia. Fechei os olhos e me deixei levar, apertando minha buceta para sentir o pau dele enquanto meu marido, que já tinha aberto os olhos e via que não estava sonhando, pegou meus quadris e começou a me levantar para cima enquanto eu descia com todas as minhas forças, assim uma e outra vez, até que percebi meu marido começar a gemer enquanto sentia seu pau pulsar diante da iminente chegada da ejaculação dele. Dentro! Goza dentro, meu amor! Disse, presa pelo desejo que sentia de tê-lo dentro e por compensá-lo de alguma forma por todas as infidelidades que estava cometendo, enquanto o cavalgava cada vez com mais força, apertando minha pélvis contra a dele. Vou gozar, Laura! Vou gozar! Ele disse com voz entrecortada enquanto eu tapava sua boca para não sermos ouvidos. Faz, meu céu! Vamos! Estou te esperando! Enche minha buceta de porra, vamos! Falei em voz baixa, sem me reconhecer. De repente, senti a sacudida do leite quente, abundante e quente, seguida de outras duas e de outra mais fraca, mas que molhou um pouco mais minha xoxota enquanto eu continuava cavalgando-o cada vez mais devagar até que ficamos quietos. Ele dentro de mim até que a flacidez do pau dele marcou o momento em que eu deveria descer de cima e com Tomei muito cuidado para não sujar os lençóis, coloquei a calcinha que ainda estava onde tinha deixado e, sem dizer nada, me abracei com meu marido. Pouco a pouco, o sono nos invadiu enquanto a claridade da manhã começava a iluminar o quarto. Acordei devagar, tentando abrir os olhos e mantê-los abertos, mas a luz intensa do dia feriu minhas pupilas, fazendo-me fechá-los novamente. Aos poucos, fui me localizando. Estava sozinha na cama. Meu marido já não estava ao meu lado. As memórias voltaram à minha cabeça. Minha buceta denunciava a agitação que sofrera a noite toda, e a umidade da minha calcinha mostrava que ainda guardava restos do que acontecera há pouco com meu marido. De repente, sem aviso, a porta do meu quarto se abriu de golpe e, como um furacãozinho, minha filha Laura apareceu correndo, subiu na minha cama sem pedir permissão, se abraçou a mim e começou a me beijar como se não me visse há anos. Esse gesto cheio de ternura da minha filha encheu meus olhos de lágrimas. Ela pegou meu rosto com suas mãozinhas e me deu um beijo em cada bochecha. "Acorda, dorminhoca! Hoje você tem que tomar banho comigo! Tá bom?" — disse ela, quase sem me dar tempo para cumprimentá-la. "Tá bom! Mas daqui a pouco!" — respondi, tentando adiar o compromisso. Meu organismo precisava de um tempo para se adaptar novamente à luz do dia. "Não! Agora! Te espero na piscina! Vamos, levanta já, por favor!" — suplicou minha filha, descendo da cama do mesmo jeito que havia subido e saindo rapidamente do quarto. Levantei-me, coloquei o biquíni e, apesar da pouca vontade, mas diante das súplicas da minha filha, desci para a cozinha, tomei um copo de suco e comi uma pera madura para colocar algo sólido no estômago. Com meus óculos escuros e um pareô, saí em direção à piscina. Em uma espreguiçadeira estava minha sogra, sempre vigilante (essa mulher não tinha preço). "Bom dia!" — disse para me fazer notar. "Bom dia!" — respondeu minha sogra com um sorriso de pena ao ver meu... Cara. Mãe! Vem tomar banho comigo! Olha como eu já sei nadar bem! Ouvi minha filha reclamar minha presença. Por acaso você achou que ela ia esquecer de você, Laura! Pensei comigo. Com passos cansados me dirigi para a piscina tentando aparentar a vontade que tinha de me banhar depois da ressaca que começou a aparecer assim que me mexi da cama. O melhor lugar para estar naquele momento, segundo minha pirâmide vital. Claro que, no último lugar, estava a maldita piscina. Fiquei brincando um bom tempo com minha filha na água. Ela não parava de rir e de espirrar água, quase sem mostrar sinais de cansaço. Era tão fácil fazê-la feliz e eu tinha dedicado tão pouco tempo a ela durante as férias que comecei a me sentir culpada. Um olhar da minha sogra (nunca poderia agradecer o suficiente a essa mulher pelo que fazia pela minha filha) me fez recompor e começar a valorizar de verdade o quão bem ela estava se comportando comigo. Sempre atenta a qualquer problema com minha filha e sempre disposta a se sacrificar para que nós não tivéssemos esse peso, pelo menos durante as férias. Como foi ontem à noite? Perguntou minha sogra com cuidado para não constranger. Foi bom! A verdade é que nos divertimos muito! É bom ter um tempinho só para nós, sem maridos e sem filhos! Disse sorrindo para minha sogra. Pode crer! Quem dera a gente pudesse ter tido um tempinho só para as garotas no nosso tempo! Disse minha sogra tentando criar empatia conosco. Era só propor! Disse sem muita convicção, só para agradar minha sogra. Eu sabia muito bem o que tinha custado para nós, mulheres, chegarmos onde minha cunhada e eu chegamos naquela noite. Sim, como se fosse tão fácil! Comentou minha sogra. Interrompemos nossa conversa quando percebemos a chegada dos meus cunhados. Rosa estava com cara de quem não tinha dormido muito bem e eu sabia muito bem o porquê. Ao passar do meu lado e depois de dar bom dia para mim e para minha sogra, vi como ela me piscou um olho sem falar mais uma palavra. como sinal de cumplicidade, me deixando um sorriso que alegrou minha manhã (minha confidente, pensei para mim e minhas companheiras de putaria... kkkkk) também me escapou outro sorriso naquele intercâmbio de olhares. Meu cunhado continuou, dando um beijo na mãe dele e me cumprimentando, sem parar de me dar uma olhada de baixo pra cima, parando nos meus peitos e esboçando um sorriso que deixava claro que ele me tinha na mira como vítima do dia. Coloquei meus óculos de novo e parei de aguentar o olhar dele, me concentrando em vigiar como Laura tomava banho, tentando constantemente chamar minha atenção. Cada um na sua rede, tentávamos passar despercebidos, embora a educação dissesse que devíamos puxar algum tipo de conversa, principalmente pelo pouco tempo que ficávamos juntos durante o dia. Logo a conversa derivou para os poucos mantimentos que tínhamos na despensa e o quão necessário começava a parecer enchê-la para aguentar os poucos dias que restavam de férias. Fizemos uma lista mental de tudo que precisávamos para aguentar os dias que nos restavam na casa e me voluntariei para ir depois do almoço, esperando que não houvesse muita gente no supermercado nesse horário. Minha cunhada se desculpou, dizendo que ela preparava o jantar naquela noite, mas que precisava tirar uma soneca. Porra! Como se eu não precisasse também, pensei comigo mesma. Eu te acompanho, Laura! Meu cunhado se ofereceu, e essa ideia não me agradou nem um pouco. Vou contar para o Gustavo, não se preocupa, Julio! Disse na hora, tentando bloquear a proposta dele. Vai lá, Laura! Deixa ele fazer alguma coisa pela casa! Respondeu a Rosa, sem imaginar a que se devia tanto interesse do marido em me acompanhar. De qualquer forma, vou contar para o Gustavo! Também não vai cair os anéis dele se me acompanhar também! Disse diante do olhar do Julio, que não conseguia disfarçar sua raiva pelo que eu havia acabado de propor e meu sorriso de vitória. Preparamos a comida diante da chegada do resto do pessoal que faltava, meu marido e meu filho Marcos, que costumavam acordar mais cedo que os outros e cada um seguia seu rumo. Meu marido para o porto e meu filho com os amigos para a praia. Almoçamos todos com aquela alegria que só as férias dão, vendo as pessoas que a gente ama felizes e relaxadas. Meu cunhado não parava de me olhar, cada vez mais descarado, diante da ignorância da minha cunhada e do resto da galera sentada à mesa. Eu sabia que ele tava tramando alguma, e a verdade é que, longe de me irritar, aquilo começou a me parecer excitante, e eu não desviava mais o olhar, correspondendo com a mesma ousadia. Terminada a refeição, todos juntos limpamos a mesa e, depois de arrumar a cozinha, cada um foi para seu lado. Tentei convencer meu marido a me acompanhar ao supermercado, mas como sempre, ele deu uma desculpa, dizendo que estava muito cansado e que sem uma soneca não era homem, blá blá blá... Resignada, subi para o quarto e, enquanto meu marido deitava na cama com nossa filha, me vesti para ir às compras. Escolhi um vestido curto, na altura da coxa e com decote. Abotoado na frente até embaixo, na cor mel com alguns detalhes em marrom mais escuro nas mangas e na barra. Decidi usar calcinha branca para não marcar, já que o vestido era fino e meio transparente. Me despedi do meu marido e da minha filha, passei um batom leve nos lábios e desci para a parte de baixo da casa. Lá, esperava encontrar minha sogra e minha cunhada, além do meu cunhado, para irmos fazer as compras. Ao descer, para minha surpresa, só encontrei meu cunhado, que com um sorriso irônico, me vendo aparecer toda pronta, comentou que a esposa dele resolveu dormir até mais tarde e minha sogra estava com enxaqueca e também não poderia vir. "Então só sobrou você e eu, cunhada!" ele disse com um sorriso de satisfação. "Que ótimo!" falei alto, vendo que não tinha muita escapatória e que teria que aguentar O lance de sair sozinha com meu cunhado. Subimos no carro dele e, apesar do cuidado que tive ao me sentar e por causa da precariedade do meu vestido, dei uma visão espetacular das minhas pernas ao me acomodar no banco do passageiro. A verdade é que, sendo morena e mantendo pernas das quais eu tinha muito orgulho para a minha idade, dei a ele motivo suficiente para não parar de me olhar enquanto eu tentava disfarçar, observando a paisagem que, naquela hora e com o ar-condicionado do carro, mantinha minha concentração fora da linha de visão dele.
"Adoro suas pernas, cunhada!" disse Júlio depois de um tempo.
"Já percebi! Olha a estrada, só falta a gente ter um acidente por você não prestar atenção!" falei, me sentindo orgulhosa do comentário dele, mesmo fingindo não dar valor.
De repente, senti a mão dele na minha coxa, na altura do joelho, acariciando minha perna. Agarrei a mão dele e tirei de cima de mim.
"Concentra na direção, vai!" disse, afastando a mão da minha coxa.
"É que não paro de pensar em te foder, Laura, caralho! Você me deixa louco!" ele falou, sem parar de me olhar e reduzindo a velocidade.
"Você tá doido ou o quê? E seu irmão? E a Rosa? Porra, foca e pensa no estrago que a gente faria!" tentei convencê-lo.
"Tanto faz! Só penso em você! Quero te meter no cu de novo! Não tenho outra coisa na cabeça!" ele disse, levando a mão em direção à minha virilha enquanto minha mão tentava segurá-la para que não chegasse até minha calcinha.
"Já chega, Júlio, por favor!" supliquei.
Chegamos ao supermercado e, rapidamente, para a surpresa do Júlio, abri a porta do carro e ele não teve escolha a não ser parar e me deixar descer do veículo. Dirigi-me aos carrinhos, coloquei uma moeda e peguei um, me agarrando a ele como se fosse minha defesa. Entrei no mercado. Uma onda de ar fresco me recebeu ao adentrar o local. Meus mamilos, presos pelo frio e, por que não dizer, também pela excitação que começava a sentir, ficaram duros como pedras, pressionando meu sutiã. separá-lo dos meus peitos. Comecei a colocar no carrinho as coisas que tinha anotado na lista de compras enquanto meu cunhado ficava andando de um lado para outro matando tempo enquanto eu fazia as compras. Eu estava na seção de vinhos e licores, absorta procurando uma marca específica de gim, quando ao levantar a vista de repente me deparei com Mario. Meu coração deu um salto inesperado com o encontro. Fingi que não o conhecia. Meu cunhado não estava muito longe dali e o que eu menos queria era uma briga de galo. Fingi que estava distraída e tentei me esquivar, mas não ia ter tanta sorte. Mario me viu e se dirigiu até mim. "Oi, não lembro do seu nome! Só lembro da sua buceta!" ele me disse já perto de mim. "Oi! Não acho um elogio você me lembrar só por isso!" respondi com toda a má vontade do mundo. "Hahaha... Imagino que não! Mas é a verdade!" disse com toda a desfaçatez do mundo. "Mas um dia desses tenho um trabalho para você!" continuou falando enquanto olhava uma garrafa de gim. "Não creio! Meu mundo não é perto do seu!" falei com todo o descaramento que fui capaz. "Veremos, Rainha! Um dia desses te procuro!" disse enquanto se afastava, me deixando ali pensativa escolhendo uma garrafa de gim. Uma voz me tirou dos meus pensamentos. Era Julio que, ao me ver conversando com Mario, se aproximou para ver se eu precisava de ajuda. Ou quem sabe, tomado pelo ciúme. "Quem era aquele cara?" perguntou bastante interessado, ciumento, diria eu. "Um admirador! Diz que por mim faria qualquer coisa!" disse tentando provocá-lo. "Que gostosa você é, cunhada! Esse aí é um cafajeste, só isso! Nada a ver comigo!" continuou falando Julio tomado pelo ciúme. Essa situação estava começando a me agradar. Sentia um formigamento na minha barriga. A sensação de dois machos brigando por uma mulher. Me sentia o centro da atenção de dois homens. Essa sensação era nova para mim. Minha calcinha começou a ficar molhada sem que eu pudesse evitar. Me sentia o centro dos dois machos. O motivo da sua briga. Meu cunhado não se afastou de mim. Cada vez que podia, ele se esfregava em mim. Às vezes no quadril, outras vezes na bunda. Eu fingia que não percebia. Comecei a gostar do jogo. Disfarçadamente, ele aproximava a mão do meu quadril, deixando-a descer um pouco em direção à minha nádega. Eu me deixava levar. Já que tinha tido que vir sozinha com ele, estava começando a gostar do jogo. Enchemos o carrinho com tudo que era necessário e passamos no caixa. Apesar da hora, no caixa havia gente que tinha que fazer fila. Meu cunhado, aproveitando esse momento, se esfregava cada vez mais em mim. Minha buceta começou a ficar molhada sem que eu pudesse evitar. Via o Mario no outro caixa pagando o que tinha comprado e meu ego começou a inchar até quase explodir, vendo os olhares dos dois garanhões brigando pela mulher. Nunca me senti assim e a verdade é que adorei. Pagamos e nos dirigimos ao estacionamento. Meu cunhado começou a colocar as compras no porta-malas enquanto o Mario, que tinha estacionado ao lado, fazia o mesmo com as dele. Os dois homens se olhavam em silêncio. Eu me sentia o centro das atenções e curtia o que estava acontecendo. Os machos tentavam marcar seu território em relação à mulher. Uma vez vista a situação tão tensa, entrei no carro do Julio e deixei lá fora os dois machos alfas disputando sua fêmea. Foi uma sensação indescritível para mim. Me senti a rainha do universo por alguns segundos. Sentei no banco do passageiro. Abri minhas pernas e, colocando meu vestido entre elas, esperei que meu cunhado terminasse de arrumar as compras no porta-malas e entrasse no carro. Lá fora estava muito calor, ainda mais naquela hora. Meu vestido colava na minha pele e minhas coxas mal conseguiam segurar o vestido na altura em que normalmente deveria estar. Me sentia muito provocante e, principalmente, sentia que era a dona da situação. Eu era a fêmea e eu decidia com qual macho iria me acasalar. Pouco tempo depois de sentada, meu cunhado entrou no carro. Percebia sua irritação pelo cara a cara que teve com Mario. Isso me excitava. Sentia que era por minha causa. Eu era a disputa. Eu era o prêmio. "Quem é esse cara? Com certeza você conhece!" ele disse bastante irritado. "Não sei! Por que diz isso?" perguntei, me fazendo de desinteressada. "Ele parecia muito interessado em você!" "Não sei!" continuei com a conversa. "Imagino que ele deve ter gostado de mim! Assim, do nada! Não acha?" Meu cunhado, muito puto, arrancou com o carro sem falar e saímos do estacionamento do supermercado. Quase sem trocar uma palavra, seguimos o caminho de volta para a casa dos meus sogros. Sem que meu cunhado percebesse, levantei meu vestido até a metade das minhas coxas. Eu estava ficando com muito tesão e dessa vez não tinha bebido nada. Meu cunhado dirigia com a testa franzida de raiva, mas não conseguia tirar os olhos das minhas coxas. Eu me deixava admirar sem parar de olhar a paisagem. Minha buceta começava a ficar molhada só com a sensação da disputa, momentos antes, entre os dois homens que me queriam. A mão do meu cunhado, depois de uma troca de marcha, passou para minha coxa esquerda. No primeiro momento, fiquei parada. Sua mão subia pela minha coxa até alcançar, pouco a pouco, minha virilha. Nesse momento, segurei sua mão sem deixá-la avançar. Houve uma luta enquanto ele tentava dirigir sem perder a estrada de vista. De repente, soltei sua mão para ver até onde a situação ia. Uma vez livre, sua mão chegou até minha virilha. Sentia sua mão acariciando sem muita delicadeza minha buceta por cima da minha calcinha. Minha mão ainda segurava a dele, impedindo liberdade total. Minha buceta começava a colaborar com tanto atrito. Sentia minha virilha ficar molhada apesar da minha resistência. De repente, ele saiu da estrada e procurou um caminho secundário que dava num pinhal que ficava na sombra e protegido dos carros que passavam na autoestrada naquela hora. Uma vez debaixo dos pinheiros e sem tirar a mão da minha virilha, ele desligou o motor do carro. Meteu a mão Dentro da minha calcinha e mesmo com minha mão ainda tentando segurar a dele, eu sentia seus dedos aos poucos minando as poucas defesas que eu ainda tinha. Seus dedos procuravam minha buceta e minha buceta procurava seus dedos. Agora estamos onde queríamos, gostosa! Você nunca vai esquecer meu pau! Ninguém vai te fazer sentir como eu faço! Nem aquele babaca do supermercado! Enquanto ele dizia isso, sua mão entrava na minha xota que já tinha começado a se abrir para o ataque dos seus dedos. Ele puxou minha calcinha para baixo enquanto, segurando meu cabelo, me beijava na boca. Eu estava entregue aos seus beijos. Minha língua procurava a dele. Estava igual uma adolescente no carro. Voltei à minha época da faculdade. Minha buceta queria se satisfazer. Queria um pau para foder e minha cabeça não pensava em mais nada. Quando percebi, tinha diante de mim o pau do meu cunhado. A cabeça grande, igual um cogumelo, inchada, esperando permissão para entrar por um buraco ou pelo outro enquanto sua mão explorava minha xota, fazendo ela derreter. Encharcando até limites que eu nem imaginava. Minha boceta ansiando pelo pau dele. Minha cabeça dizia que o que eu ia fazer não era certo. Quando reagi, vi que minha calcinha estava no chão do carro e minhas pernas estavam abertas, esperando. Esperando para ser possuída. Tanto fazia por onde, minha cabeça não reagia a isso. Eu precisava ser possuída. Meu vestido estava na altura da minha cintura, enrolado. Minha buceta aberta, esperando. Meus olhos semicerrados tentando não participar daquilo, mesmo desejando. Meu cunhado tentando passar de um assento para o outro enquanto o meu reclinava para trás. Minhas pernas se abriam por causa da excitação do momento e da pressa do meu cunhado. Suas mãos subiam pelo meu ventre até meus peitos. Senti suas mãos desabotoando meu vestido, botão por botão, enquanto meu corpo ficava exposto, coberto apenas pelo meu sutiã. Eu me deixava levar pela expectativa do que me esperava. cunhado encarava sua presa enquanto seu pau balançava diante dos meus olhos. Minhas pupilas denunciavam a excitação do momento enquanto minha calcinha deslizava até sumir nos tapetes do carro. Sem nenhuma pressão, eu sentia minhas coxas se abrirem diante da ameaça daquele monstro. Meus olhos só conseguiam acompanhar o avanço do pau do meu cunhado em direção à minha buceta. Minha respiração começava a ficar ofegante diante da ameaça que ele representava. Meu cunhado, aproveitando o momento, pegou no tronco do seu membro e esfregando contra minha vulva tentava entrar dentro de mim. Meus lábios já estavam liberando o líquido preparatório para a invasão.
Vou te foder, gostosa! Você vai ver quem te fode melhor! Se é o zé-ninguém do supermercado, seu marido ou eu!
Ele dizia tudo isso enquanto passava a cabeça do pau dele de um lado pro outro nos meus lábios. Minha desesperança me fazia calar e minhas quadris já buscavam a penetração. Meu nariz tremia só de pensar em ser penetrada por aquele monstro de novo. Enquanto isso, eu sentia como a cabeça do pau dele levava minha libido a limites insuspeitados. Seu rabo continuava ameaçando minha buceta até que, pouco a pouco, começou a penetrar no meu xoxoto. Sentia as paredes da minha vagina dilatando enquanto se acostumavam ao tamanho dele. Num momento de descuido, com um empurrão, ele enfiou o pau todo dentro da minha ppk. Uma dor intensa, junto com a sensação de estar se abrindo mais do que estava acostumada, fez com que minha vagina se moldasse ao invasor. De repente, ele parou ali, quieto, me empalando enquanto minha boca buscava ar. Meus mamilos duros como pedrinhas esperavam, inquietos, pelo próximo movimento. O macho que me fodia naquele momento (e nunca uma expressão foi tão literal) começou a acelerar os movimentos enquanto minha buceta se adaptava a ele. Minha vagina apertava os músculos, impedindo que ele saísse, enquanto meu homem empurrava.
Ai, caralho! Continua, porra!
Enquanto isso, minhas pernas envolviam sua cintura, dando apoio para que ele empurrasse com mais força. Minha respiração começava a ficar agitada. enquanto meu cunhado acelerava as estocadas. Minha buceta, cada vez mais encharcada, ansiava pelo orgasmo. Eu já estava quase lá. Minha vagina apertava o pau dele. A cabeça dele, uma e outra vez, roçava as paredes da minha buceta, me levando ao êxtase. Eu já estava quase lá quando, de repente, ele saiu de mim. "O que você tá fazendo, porra?" Eu disse, com os olhos vidrados, em meu desespero, sem soltar minhas pernas dos quadris dele. "Quero te foder pelo cu!" Ele disse, no desespero dele. "Não fode, cara! Continua e depois por onde quiser!" Eu disse, esperando que ele continuasse me comendo. "Não! Quero te foder no cu!" Ele continuou insistindo. Sem pensar duas vezes e dominada pela minha excitação, eu o empurrei para fora de mim e, afastando-o, me virei, ficando de quatro no banco. Meu cunhado não podia acreditar na sua sorte e, cuspindo na mão, passou no pau dele e, apoiando-a no meu esfíncter, começou a pressionar aos poucos. Meu corpo ficou tenso, esperando ser penetrada. A glande dele deslizou sobre meu esfíncter enquanto ele pressionava para entrar dentro do meu intestino. Pouco a pouco, foi minando minhas defesas. De repente, senti a cabeça dele dentro de mim. Uma sensação de ardência prevalecia sobre qualquer outra sensação prazerosa. O pau dele começou a se mover enquanto meu esfíncter se adaptava ao invasor. Pouco a pouco, a ardência foi diminuindo e uma sensação de prazer foi crescendo enquanto meu cunhado acelerava o atrito do pau dele dentro do meu cu. "Você gosta, né, sua puta? Ninguém vai te foder como eu! Ninguém vai te fazer sentir como uma gostosa! É assim que eu gosto de te ver, empalada no meu pau! Entregue!" Longe de me humilhar, cada palavra que ele dizia só me excitava mais. Eu queria que ele me fodesse. Tanto fazia o que ele dissesse. Eu me via ali, num carro, com o cu ao vento e sendo comida pelo irmão do meu marido. Enquanto ele acelerava as estocadas, eu sentia crescer em mim a sensação de formigamento que precede o orgasmo. Ouvia meu cunhado gemer, preso na excitação. Meu esfíncter apertava o pau dele, deixando-se perfurar. Minha mente começava a ficar nebulosa e, pouco a pouco... Senti o orgasmo chegar junto com a gozada do Julio, enquanto ouvia ele gemer e bufar lá longe, no meio da névoa do meu orgasmo. Vadia! Porra, você é uma vadia! Ouvi ele gemer enquanto sentia a porra dele escorrer pelo meu reto. Senti as pernas ficarem moles enquanto me jogava sobre o banco e meu cunhado ficava por cima. O pau dele na minha bunda. As mãos dele nos meus quadris. Ali na beira da estrada, com o risco de alguém nos ver. Laura, você é uma vadia, porra! É a verdade, mas não tem como evitar… Enquanto esse pensamento vinha à mente, ela se deixava cair no banco, relaxando, enquanto seu macho, o homem que naquele momento era seu dono, permanecia dentro dela. Possuindo-a… CONTINUA
- Isso que aconteceu, Rosa, não podemos contar pra ninguém, nem mesmo nos piores momentos! Entende, né? Seria o fim da nossa família!
- Calma, querida! Tenho tanto a perder quanto você! Não se preocupe!
- Nunca me comportei dessa maneira e já são duas vezes que isso acontece! Não acha que estamos exagerando, Rosa? Se o Gustavo descobrir, não sei o que vai acontecer! - disse num surto de desespero e sinceridade.
- Calma, meu amor! Não se preocupe, isso vai ficar entre a gente! - ela sussurrou.
- Deixa pra lá! Não se preocupa! Ninguém vai descobrir, tá? - continuou me acalmando em voz baixa. Parecia fazer essas coisas com frequência, ou pelo menos foi a impressão que tive.
Acenei em silêncio e me agarrei ao braço dela. Minha cunhada afagou meu braço com carinho e caminhamos bem juntas até a casa. Será que realmente nada ia mudar entre nós depois do que aconteceu essa noite? Fiquei pensando comigo mesma.
Em silêncio, apenas com a luz que entrava pelas janelas - ainda fraca, já que mal eram cinco e meia da manhã - subimos para o andar de cima. Minha cunhada bocejou na porta do quarto e, me jogando um beijo com os lábios semicerrados, entrou tentando não fazer barulho ao fechar a porta atrás de si.
Minha primeira ideia era entrar no meu quarto e deitar, mas vi a porta do quarto dos meus filhos entreaberta e lembrei que precisava dar uma olhada neles. Entrei em silêncio e me aproximei da cama da minha filha Laura. Ela parecia um anjo dormindo assim, alheia a tudo que aconteceu com a mãe desde o início das férias. Nada tinha mudado para minha menina. Acariciei sua mão e uma grande ternura percorreu meu corpo. Sentia que estava falhando com eles, embora não conseguisse controlar o desejo que nascia em mim, quando estava sozinha, sem eles. Eu parecia outra mulher. Uma gostosa em busca de homens sem nem pensar em tomar precauções. Não só para evitar engravidar de qualquer desconhecido, mas também para evitar qualquer tipo de infecção que transformasse minha vida em um inferno. Parecia que quanto mais perigosa era a situação, mais excitada eu ficava. Me aproximei da outra cama e, me abaixando, beijei meu filho Marcos na testa. Ele já era quase um homem. Eu estava orgulhosa do que tinha gerado. Esse pensamento me fez sentir um pouco melhor, dentro da angústia que sempre sentia quando dava espaço a tudo o que havia acontecido esta noite. Devagar e em silêncio, saí do quarto e fui em direção ao meu. Entrei nele e parei na entrada com a porta fechada. Fiquei um tempo assim até me acostumar com a luz que entrava pela janela. Vi a silhueta do meu marido de barriga para cima na cama, vestindo apenas uma cueca preta que marcava o contorno do seu membro e do seu saco. Devagar e sem fazer barulho, peguei do armário uma camiseta dele e uma calcinha limpa. Peguei uma toalha e saí novamente em direção ao banheiro. Entrei e tranquei a porta (esse meu hábito de não trancar já me tinha causado bastantes problemas). Me despi bem devagar e entrei no chuveiro. Abri a torneira da água fria e, ao sentir o quanto estava gelada mesmo estando em pleno mês de agosto, fez com que cada pelo do meu corpo se arrepiasse. Senti meus mamilos se apertarem e enrugarem. Ensaboei todo o corpo e, ao passar a mão pela minha buceta, notei os lábios inchados e muito sensíveis ao toque. Um arrepio ainda mais intenso que antes percorreu meu corpo. Fiquei um tempo deixando a água cair sobre meu corpo, até que fechei a torneira e comecei a me secar, esfregando devagar para recuperar o calor do meu corpo. Peguei o vestido e minha roupa íntima usada e saí do banheiro, indo novamente para meu quarto. Entrei nele e, em silêncio, me deitei ao lado de Gustavo. O banho tinha me deixado acordada. Olhei para meu marido enquanto ele dormia totalmente relaxado, alheio a toda a agitação que tinha abalado sua mulher desde o primeiro dia que ela pisou nesta casa. Acariciei sua barriga bem devagar enquanto ele continuava dormindo sem responder aos estímulos. Fiz minha mão girar bem lentamente para não acordá-lo, passando o dedo pelo seu umbigo, marcando suas dobras. Ouvi sua respiração começar a acelerar bem devagar enquanto seu membro começava a ficar cada vez mais visível dentro da cueca. A situação me deixou um pouco travessa e comecei a acariciá-lo por cima, marcando sua silhueta bem devagar. Abrangia ele com dois dos meus dedos bem lentamente. Para cima e para baixo. Chegava até suas bolas e as envolvia com minha mão, apertando-as um pouco com delicadeza. Sentia a cabeça do pau dele balançar dentro da prisão, tentando sair dela. Bem devagar, introduzi minha mão entre a cueca e sua barriga, pegando seu pau que já estava em plena ereção. Bem devagar para que ele não acordasse, puxei a peça para baixo, deixando o membro livre dela. Não deixei seu líquido seminal molhar minhas mãos e torná-las mais escorregadias, vendo com alegria que isso favorecia minha ação. Descobri a cabeça do pau dele bem devagar, voltando a cobri-la. Me sentia poderosa com o pau dele na mão. Percebia minha buceta ficar molhada de novo (será que você é uma puta? pensei comigo. Como se não tivesse tido o suficiente esta noite) enquanto começava a punhetá-lo bem devagar. Gustavo começou a mover seus quadris acompanhando minha mão sobre seu pau como se estivesse sonhando. Sentia que lhe devia isso e muito mais. Este era o homem que me tinha dado a coisa mais linda da minha vida: meus dois filhos. Enquanto esses pensamentos vinham à minha cabeça, não parava de masturbá-lo. Sentia meu sexo encharcar de novo minha calcinha recém-colocada. Com a mão livre, puxei-a para baixo e, me ajudando com minhas pernas, não sem bastante esforço contido para não acordá-lo, consegui tirá-la dos meus tornozelos. Vi-a enrolada nos pés da cama (sempre achei uma calcinha muito excitante enroladas, recém-tiradas, ainda com cheiro da minha buceta) e sem fazer nenhum movimento brusco para não me entregar, sentei de cavalinho sobre suas coxas e bem devagar subi me apoiando nas mãos até chegar nos seus quadris. Arqueei meus quadris e, pegando o pau dele com minha mão, encostei na entrada da minha buceta. Bem devagar e sentindo como ele me penetrava, diante da minha satisfação pelo sucesso da manobra realizada, me deixei cair sobre ele, me atravessando como se uma faca entrasse numa barra de mantequilla, tal era o estado de lubrificação em que minha vagina estava. Abri minha boca pela falta de ar causada por esse movimento, enquanto percebia como meu marido, ainda entre sonhos, começava a mover seus quadris buscando entrar e sair de mim. Comecei a cavalgá-lo como há muito tempo não fazia. Fechei os olhos e me deixei levar, apertando minha buceta para sentir o pau dele enquanto meu marido, que já tinha aberto os olhos e via que não estava sonhando, pegou meus quadris e começou a me levantar para cima enquanto eu descia com todas as minhas forças, assim uma e outra vez, até que percebi meu marido começar a gemer enquanto sentia seu pau pulsar diante da iminente chegada da ejaculação dele. Dentro! Goza dentro, meu amor! Disse, presa pelo desejo que sentia de tê-lo dentro e por compensá-lo de alguma forma por todas as infidelidades que estava cometendo, enquanto o cavalgava cada vez com mais força, apertando minha pélvis contra a dele. Vou gozar, Laura! Vou gozar! Ele disse com voz entrecortada enquanto eu tapava sua boca para não sermos ouvidos. Faz, meu céu! Vamos! Estou te esperando! Enche minha buceta de porra, vamos! Falei em voz baixa, sem me reconhecer. De repente, senti a sacudida do leite quente, abundante e quente, seguida de outras duas e de outra mais fraca, mas que molhou um pouco mais minha xoxota enquanto eu continuava cavalgando-o cada vez mais devagar até que ficamos quietos. Ele dentro de mim até que a flacidez do pau dele marcou o momento em que eu deveria descer de cima e com Tomei muito cuidado para não sujar os lençóis, coloquei a calcinha que ainda estava onde tinha deixado e, sem dizer nada, me abracei com meu marido. Pouco a pouco, o sono nos invadiu enquanto a claridade da manhã começava a iluminar o quarto. Acordei devagar, tentando abrir os olhos e mantê-los abertos, mas a luz intensa do dia feriu minhas pupilas, fazendo-me fechá-los novamente. Aos poucos, fui me localizando. Estava sozinha na cama. Meu marido já não estava ao meu lado. As memórias voltaram à minha cabeça. Minha buceta denunciava a agitação que sofrera a noite toda, e a umidade da minha calcinha mostrava que ainda guardava restos do que acontecera há pouco com meu marido. De repente, sem aviso, a porta do meu quarto se abriu de golpe e, como um furacãozinho, minha filha Laura apareceu correndo, subiu na minha cama sem pedir permissão, se abraçou a mim e começou a me beijar como se não me visse há anos. Esse gesto cheio de ternura da minha filha encheu meus olhos de lágrimas. Ela pegou meu rosto com suas mãozinhas e me deu um beijo em cada bochecha. "Acorda, dorminhoca! Hoje você tem que tomar banho comigo! Tá bom?" — disse ela, quase sem me dar tempo para cumprimentá-la. "Tá bom! Mas daqui a pouco!" — respondi, tentando adiar o compromisso. Meu organismo precisava de um tempo para se adaptar novamente à luz do dia. "Não! Agora! Te espero na piscina! Vamos, levanta já, por favor!" — suplicou minha filha, descendo da cama do mesmo jeito que havia subido e saindo rapidamente do quarto. Levantei-me, coloquei o biquíni e, apesar da pouca vontade, mas diante das súplicas da minha filha, desci para a cozinha, tomei um copo de suco e comi uma pera madura para colocar algo sólido no estômago. Com meus óculos escuros e um pareô, saí em direção à piscina. Em uma espreguiçadeira estava minha sogra, sempre vigilante (essa mulher não tinha preço). "Bom dia!" — disse para me fazer notar. "Bom dia!" — respondeu minha sogra com um sorriso de pena ao ver meu... Cara. Mãe! Vem tomar banho comigo! Olha como eu já sei nadar bem! Ouvi minha filha reclamar minha presença. Por acaso você achou que ela ia esquecer de você, Laura! Pensei comigo. Com passos cansados me dirigi para a piscina tentando aparentar a vontade que tinha de me banhar depois da ressaca que começou a aparecer assim que me mexi da cama. O melhor lugar para estar naquele momento, segundo minha pirâmide vital. Claro que, no último lugar, estava a maldita piscina. Fiquei brincando um bom tempo com minha filha na água. Ela não parava de rir e de espirrar água, quase sem mostrar sinais de cansaço. Era tão fácil fazê-la feliz e eu tinha dedicado tão pouco tempo a ela durante as férias que comecei a me sentir culpada. Um olhar da minha sogra (nunca poderia agradecer o suficiente a essa mulher pelo que fazia pela minha filha) me fez recompor e começar a valorizar de verdade o quão bem ela estava se comportando comigo. Sempre atenta a qualquer problema com minha filha e sempre disposta a se sacrificar para que nós não tivéssemos esse peso, pelo menos durante as férias. Como foi ontem à noite? Perguntou minha sogra com cuidado para não constranger. Foi bom! A verdade é que nos divertimos muito! É bom ter um tempinho só para nós, sem maridos e sem filhos! Disse sorrindo para minha sogra. Pode crer! Quem dera a gente pudesse ter tido um tempinho só para as garotas no nosso tempo! Disse minha sogra tentando criar empatia conosco. Era só propor! Disse sem muita convicção, só para agradar minha sogra. Eu sabia muito bem o que tinha custado para nós, mulheres, chegarmos onde minha cunhada e eu chegamos naquela noite. Sim, como se fosse tão fácil! Comentou minha sogra. Interrompemos nossa conversa quando percebemos a chegada dos meus cunhados. Rosa estava com cara de quem não tinha dormido muito bem e eu sabia muito bem o porquê. Ao passar do meu lado e depois de dar bom dia para mim e para minha sogra, vi como ela me piscou um olho sem falar mais uma palavra. como sinal de cumplicidade, me deixando um sorriso que alegrou minha manhã (minha confidente, pensei para mim e minhas companheiras de putaria... kkkkk) também me escapou outro sorriso naquele intercâmbio de olhares. Meu cunhado continuou, dando um beijo na mãe dele e me cumprimentando, sem parar de me dar uma olhada de baixo pra cima, parando nos meus peitos e esboçando um sorriso que deixava claro que ele me tinha na mira como vítima do dia. Coloquei meus óculos de novo e parei de aguentar o olhar dele, me concentrando em vigiar como Laura tomava banho, tentando constantemente chamar minha atenção. Cada um na sua rede, tentávamos passar despercebidos, embora a educação dissesse que devíamos puxar algum tipo de conversa, principalmente pelo pouco tempo que ficávamos juntos durante o dia. Logo a conversa derivou para os poucos mantimentos que tínhamos na despensa e o quão necessário começava a parecer enchê-la para aguentar os poucos dias que restavam de férias. Fizemos uma lista mental de tudo que precisávamos para aguentar os dias que nos restavam na casa e me voluntariei para ir depois do almoço, esperando que não houvesse muita gente no supermercado nesse horário. Minha cunhada se desculpou, dizendo que ela preparava o jantar naquela noite, mas que precisava tirar uma soneca. Porra! Como se eu não precisasse também, pensei comigo mesma. Eu te acompanho, Laura! Meu cunhado se ofereceu, e essa ideia não me agradou nem um pouco. Vou contar para o Gustavo, não se preocupa, Julio! Disse na hora, tentando bloquear a proposta dele. Vai lá, Laura! Deixa ele fazer alguma coisa pela casa! Respondeu a Rosa, sem imaginar a que se devia tanto interesse do marido em me acompanhar. De qualquer forma, vou contar para o Gustavo! Também não vai cair os anéis dele se me acompanhar também! Disse diante do olhar do Julio, que não conseguia disfarçar sua raiva pelo que eu havia acabado de propor e meu sorriso de vitória. Preparamos a comida diante da chegada do resto do pessoal que faltava, meu marido e meu filho Marcos, que costumavam acordar mais cedo que os outros e cada um seguia seu rumo. Meu marido para o porto e meu filho com os amigos para a praia. Almoçamos todos com aquela alegria que só as férias dão, vendo as pessoas que a gente ama felizes e relaxadas. Meu cunhado não parava de me olhar, cada vez mais descarado, diante da ignorância da minha cunhada e do resto da galera sentada à mesa. Eu sabia que ele tava tramando alguma, e a verdade é que, longe de me irritar, aquilo começou a me parecer excitante, e eu não desviava mais o olhar, correspondendo com a mesma ousadia. Terminada a refeição, todos juntos limpamos a mesa e, depois de arrumar a cozinha, cada um foi para seu lado. Tentei convencer meu marido a me acompanhar ao supermercado, mas como sempre, ele deu uma desculpa, dizendo que estava muito cansado e que sem uma soneca não era homem, blá blá blá... Resignada, subi para o quarto e, enquanto meu marido deitava na cama com nossa filha, me vesti para ir às compras. Escolhi um vestido curto, na altura da coxa e com decote. Abotoado na frente até embaixo, na cor mel com alguns detalhes em marrom mais escuro nas mangas e na barra. Decidi usar calcinha branca para não marcar, já que o vestido era fino e meio transparente. Me despedi do meu marido e da minha filha, passei um batom leve nos lábios e desci para a parte de baixo da casa. Lá, esperava encontrar minha sogra e minha cunhada, além do meu cunhado, para irmos fazer as compras. Ao descer, para minha surpresa, só encontrei meu cunhado, que com um sorriso irônico, me vendo aparecer toda pronta, comentou que a esposa dele resolveu dormir até mais tarde e minha sogra estava com enxaqueca e também não poderia vir. "Então só sobrou você e eu, cunhada!" ele disse com um sorriso de satisfação. "Que ótimo!" falei alto, vendo que não tinha muita escapatória e que teria que aguentar O lance de sair sozinha com meu cunhado. Subimos no carro dele e, apesar do cuidado que tive ao me sentar e por causa da precariedade do meu vestido, dei uma visão espetacular das minhas pernas ao me acomodar no banco do passageiro. A verdade é que, sendo morena e mantendo pernas das quais eu tinha muito orgulho para a minha idade, dei a ele motivo suficiente para não parar de me olhar enquanto eu tentava disfarçar, observando a paisagem que, naquela hora e com o ar-condicionado do carro, mantinha minha concentração fora da linha de visão dele.
"Adoro suas pernas, cunhada!" disse Júlio depois de um tempo.
"Já percebi! Olha a estrada, só falta a gente ter um acidente por você não prestar atenção!" falei, me sentindo orgulhosa do comentário dele, mesmo fingindo não dar valor.
De repente, senti a mão dele na minha coxa, na altura do joelho, acariciando minha perna. Agarrei a mão dele e tirei de cima de mim.
"Concentra na direção, vai!" disse, afastando a mão da minha coxa.
"É que não paro de pensar em te foder, Laura, caralho! Você me deixa louco!" ele falou, sem parar de me olhar e reduzindo a velocidade.
"Você tá doido ou o quê? E seu irmão? E a Rosa? Porra, foca e pensa no estrago que a gente faria!" tentei convencê-lo.
"Tanto faz! Só penso em você! Quero te meter no cu de novo! Não tenho outra coisa na cabeça!" ele disse, levando a mão em direção à minha virilha enquanto minha mão tentava segurá-la para que não chegasse até minha calcinha.
"Já chega, Júlio, por favor!" supliquei.
Chegamos ao supermercado e, rapidamente, para a surpresa do Júlio, abri a porta do carro e ele não teve escolha a não ser parar e me deixar descer do veículo. Dirigi-me aos carrinhos, coloquei uma moeda e peguei um, me agarrando a ele como se fosse minha defesa. Entrei no mercado. Uma onda de ar fresco me recebeu ao adentrar o local. Meus mamilos, presos pelo frio e, por que não dizer, também pela excitação que começava a sentir, ficaram duros como pedras, pressionando meu sutiã. separá-lo dos meus peitos. Comecei a colocar no carrinho as coisas que tinha anotado na lista de compras enquanto meu cunhado ficava andando de um lado para outro matando tempo enquanto eu fazia as compras. Eu estava na seção de vinhos e licores, absorta procurando uma marca específica de gim, quando ao levantar a vista de repente me deparei com Mario. Meu coração deu um salto inesperado com o encontro. Fingi que não o conhecia. Meu cunhado não estava muito longe dali e o que eu menos queria era uma briga de galo. Fingi que estava distraída e tentei me esquivar, mas não ia ter tanta sorte. Mario me viu e se dirigiu até mim. "Oi, não lembro do seu nome! Só lembro da sua buceta!" ele me disse já perto de mim. "Oi! Não acho um elogio você me lembrar só por isso!" respondi com toda a má vontade do mundo. "Hahaha... Imagino que não! Mas é a verdade!" disse com toda a desfaçatez do mundo. "Mas um dia desses tenho um trabalho para você!" continuou falando enquanto olhava uma garrafa de gim. "Não creio! Meu mundo não é perto do seu!" falei com todo o descaramento que fui capaz. "Veremos, Rainha! Um dia desses te procuro!" disse enquanto se afastava, me deixando ali pensativa escolhendo uma garrafa de gim. Uma voz me tirou dos meus pensamentos. Era Julio que, ao me ver conversando com Mario, se aproximou para ver se eu precisava de ajuda. Ou quem sabe, tomado pelo ciúme. "Quem era aquele cara?" perguntou bastante interessado, ciumento, diria eu. "Um admirador! Diz que por mim faria qualquer coisa!" disse tentando provocá-lo. "Que gostosa você é, cunhada! Esse aí é um cafajeste, só isso! Nada a ver comigo!" continuou falando Julio tomado pelo ciúme. Essa situação estava começando a me agradar. Sentia um formigamento na minha barriga. A sensação de dois machos brigando por uma mulher. Me sentia o centro da atenção de dois homens. Essa sensação era nova para mim. Minha calcinha começou a ficar molhada sem que eu pudesse evitar. Me sentia o centro dos dois machos. O motivo da sua briga. Meu cunhado não se afastou de mim. Cada vez que podia, ele se esfregava em mim. Às vezes no quadril, outras vezes na bunda. Eu fingia que não percebia. Comecei a gostar do jogo. Disfarçadamente, ele aproximava a mão do meu quadril, deixando-a descer um pouco em direção à minha nádega. Eu me deixava levar. Já que tinha tido que vir sozinha com ele, estava começando a gostar do jogo. Enchemos o carrinho com tudo que era necessário e passamos no caixa. Apesar da hora, no caixa havia gente que tinha que fazer fila. Meu cunhado, aproveitando esse momento, se esfregava cada vez mais em mim. Minha buceta começou a ficar molhada sem que eu pudesse evitar. Via o Mario no outro caixa pagando o que tinha comprado e meu ego começou a inchar até quase explodir, vendo os olhares dos dois garanhões brigando pela mulher. Nunca me senti assim e a verdade é que adorei. Pagamos e nos dirigimos ao estacionamento. Meu cunhado começou a colocar as compras no porta-malas enquanto o Mario, que tinha estacionado ao lado, fazia o mesmo com as dele. Os dois homens se olhavam em silêncio. Eu me sentia o centro das atenções e curtia o que estava acontecendo. Os machos tentavam marcar seu território em relação à mulher. Uma vez vista a situação tão tensa, entrei no carro do Julio e deixei lá fora os dois machos alfas disputando sua fêmea. Foi uma sensação indescritível para mim. Me senti a rainha do universo por alguns segundos. Sentei no banco do passageiro. Abri minhas pernas e, colocando meu vestido entre elas, esperei que meu cunhado terminasse de arrumar as compras no porta-malas e entrasse no carro. Lá fora estava muito calor, ainda mais naquela hora. Meu vestido colava na minha pele e minhas coxas mal conseguiam segurar o vestido na altura em que normalmente deveria estar. Me sentia muito provocante e, principalmente, sentia que era a dona da situação. Eu era a fêmea e eu decidia com qual macho iria me acasalar. Pouco tempo depois de sentada, meu cunhado entrou no carro. Percebia sua irritação pelo cara a cara que teve com Mario. Isso me excitava. Sentia que era por minha causa. Eu era a disputa. Eu era o prêmio. "Quem é esse cara? Com certeza você conhece!" ele disse bastante irritado. "Não sei! Por que diz isso?" perguntei, me fazendo de desinteressada. "Ele parecia muito interessado em você!" "Não sei!" continuei com a conversa. "Imagino que ele deve ter gostado de mim! Assim, do nada! Não acha?" Meu cunhado, muito puto, arrancou com o carro sem falar e saímos do estacionamento do supermercado. Quase sem trocar uma palavra, seguimos o caminho de volta para a casa dos meus sogros. Sem que meu cunhado percebesse, levantei meu vestido até a metade das minhas coxas. Eu estava ficando com muito tesão e dessa vez não tinha bebido nada. Meu cunhado dirigia com a testa franzida de raiva, mas não conseguia tirar os olhos das minhas coxas. Eu me deixava admirar sem parar de olhar a paisagem. Minha buceta começava a ficar molhada só com a sensação da disputa, momentos antes, entre os dois homens que me queriam. A mão do meu cunhado, depois de uma troca de marcha, passou para minha coxa esquerda. No primeiro momento, fiquei parada. Sua mão subia pela minha coxa até alcançar, pouco a pouco, minha virilha. Nesse momento, segurei sua mão sem deixá-la avançar. Houve uma luta enquanto ele tentava dirigir sem perder a estrada de vista. De repente, soltei sua mão para ver até onde a situação ia. Uma vez livre, sua mão chegou até minha virilha. Sentia sua mão acariciando sem muita delicadeza minha buceta por cima da minha calcinha. Minha mão ainda segurava a dele, impedindo liberdade total. Minha buceta começava a colaborar com tanto atrito. Sentia minha virilha ficar molhada apesar da minha resistência. De repente, ele saiu da estrada e procurou um caminho secundário que dava num pinhal que ficava na sombra e protegido dos carros que passavam na autoestrada naquela hora. Uma vez debaixo dos pinheiros e sem tirar a mão da minha virilha, ele desligou o motor do carro. Meteu a mão Dentro da minha calcinha e mesmo com minha mão ainda tentando segurar a dele, eu sentia seus dedos aos poucos minando as poucas defesas que eu ainda tinha. Seus dedos procuravam minha buceta e minha buceta procurava seus dedos. Agora estamos onde queríamos, gostosa! Você nunca vai esquecer meu pau! Ninguém vai te fazer sentir como eu faço! Nem aquele babaca do supermercado! Enquanto ele dizia isso, sua mão entrava na minha xota que já tinha começado a se abrir para o ataque dos seus dedos. Ele puxou minha calcinha para baixo enquanto, segurando meu cabelo, me beijava na boca. Eu estava entregue aos seus beijos. Minha língua procurava a dele. Estava igual uma adolescente no carro. Voltei à minha época da faculdade. Minha buceta queria se satisfazer. Queria um pau para foder e minha cabeça não pensava em mais nada. Quando percebi, tinha diante de mim o pau do meu cunhado. A cabeça grande, igual um cogumelo, inchada, esperando permissão para entrar por um buraco ou pelo outro enquanto sua mão explorava minha xota, fazendo ela derreter. Encharcando até limites que eu nem imaginava. Minha boceta ansiando pelo pau dele. Minha cabeça dizia que o que eu ia fazer não era certo. Quando reagi, vi que minha calcinha estava no chão do carro e minhas pernas estavam abertas, esperando. Esperando para ser possuída. Tanto fazia por onde, minha cabeça não reagia a isso. Eu precisava ser possuída. Meu vestido estava na altura da minha cintura, enrolado. Minha buceta aberta, esperando. Meus olhos semicerrados tentando não participar daquilo, mesmo desejando. Meu cunhado tentando passar de um assento para o outro enquanto o meu reclinava para trás. Minhas pernas se abriam por causa da excitação do momento e da pressa do meu cunhado. Suas mãos subiam pelo meu ventre até meus peitos. Senti suas mãos desabotoando meu vestido, botão por botão, enquanto meu corpo ficava exposto, coberto apenas pelo meu sutiã. Eu me deixava levar pela expectativa do que me esperava. cunhado encarava sua presa enquanto seu pau balançava diante dos meus olhos. Minhas pupilas denunciavam a excitação do momento enquanto minha calcinha deslizava até sumir nos tapetes do carro. Sem nenhuma pressão, eu sentia minhas coxas se abrirem diante da ameaça daquele monstro. Meus olhos só conseguiam acompanhar o avanço do pau do meu cunhado em direção à minha buceta. Minha respiração começava a ficar ofegante diante da ameaça que ele representava. Meu cunhado, aproveitando o momento, pegou no tronco do seu membro e esfregando contra minha vulva tentava entrar dentro de mim. Meus lábios já estavam liberando o líquido preparatório para a invasão.
Vou te foder, gostosa! Você vai ver quem te fode melhor! Se é o zé-ninguém do supermercado, seu marido ou eu!
Ele dizia tudo isso enquanto passava a cabeça do pau dele de um lado pro outro nos meus lábios. Minha desesperança me fazia calar e minhas quadris já buscavam a penetração. Meu nariz tremia só de pensar em ser penetrada por aquele monstro de novo. Enquanto isso, eu sentia como a cabeça do pau dele levava minha libido a limites insuspeitados. Seu rabo continuava ameaçando minha buceta até que, pouco a pouco, começou a penetrar no meu xoxoto. Sentia as paredes da minha vagina dilatando enquanto se acostumavam ao tamanho dele. Num momento de descuido, com um empurrão, ele enfiou o pau todo dentro da minha ppk. Uma dor intensa, junto com a sensação de estar se abrindo mais do que estava acostumada, fez com que minha vagina se moldasse ao invasor. De repente, ele parou ali, quieto, me empalando enquanto minha boca buscava ar. Meus mamilos duros como pedrinhas esperavam, inquietos, pelo próximo movimento. O macho que me fodia naquele momento (e nunca uma expressão foi tão literal) começou a acelerar os movimentos enquanto minha buceta se adaptava a ele. Minha vagina apertava os músculos, impedindo que ele saísse, enquanto meu homem empurrava.
Ai, caralho! Continua, porra!
Enquanto isso, minhas pernas envolviam sua cintura, dando apoio para que ele empurrasse com mais força. Minha respiração começava a ficar agitada. enquanto meu cunhado acelerava as estocadas. Minha buceta, cada vez mais encharcada, ansiava pelo orgasmo. Eu já estava quase lá. Minha vagina apertava o pau dele. A cabeça dele, uma e outra vez, roçava as paredes da minha buceta, me levando ao êxtase. Eu já estava quase lá quando, de repente, ele saiu de mim. "O que você tá fazendo, porra?" Eu disse, com os olhos vidrados, em meu desespero, sem soltar minhas pernas dos quadris dele. "Quero te foder pelo cu!" Ele disse, no desespero dele. "Não fode, cara! Continua e depois por onde quiser!" Eu disse, esperando que ele continuasse me comendo. "Não! Quero te foder no cu!" Ele continuou insistindo. Sem pensar duas vezes e dominada pela minha excitação, eu o empurrei para fora de mim e, afastando-o, me virei, ficando de quatro no banco. Meu cunhado não podia acreditar na sua sorte e, cuspindo na mão, passou no pau dele e, apoiando-a no meu esfíncter, começou a pressionar aos poucos. Meu corpo ficou tenso, esperando ser penetrada. A glande dele deslizou sobre meu esfíncter enquanto ele pressionava para entrar dentro do meu intestino. Pouco a pouco, foi minando minhas defesas. De repente, senti a cabeça dele dentro de mim. Uma sensação de ardência prevalecia sobre qualquer outra sensação prazerosa. O pau dele começou a se mover enquanto meu esfíncter se adaptava ao invasor. Pouco a pouco, a ardência foi diminuindo e uma sensação de prazer foi crescendo enquanto meu cunhado acelerava o atrito do pau dele dentro do meu cu. "Você gosta, né, sua puta? Ninguém vai te foder como eu! Ninguém vai te fazer sentir como uma gostosa! É assim que eu gosto de te ver, empalada no meu pau! Entregue!" Longe de me humilhar, cada palavra que ele dizia só me excitava mais. Eu queria que ele me fodesse. Tanto fazia o que ele dissesse. Eu me via ali, num carro, com o cu ao vento e sendo comida pelo irmão do meu marido. Enquanto ele acelerava as estocadas, eu sentia crescer em mim a sensação de formigamento que precede o orgasmo. Ouvia meu cunhado gemer, preso na excitação. Meu esfíncter apertava o pau dele, deixando-se perfurar. Minha mente começava a ficar nebulosa e, pouco a pouco... Senti o orgasmo chegar junto com a gozada do Julio, enquanto ouvia ele gemer e bufar lá longe, no meio da névoa do meu orgasmo. Vadia! Porra, você é uma vadia! Ouvi ele gemer enquanto sentia a porra dele escorrer pelo meu reto. Senti as pernas ficarem moles enquanto me jogava sobre o banco e meu cunhado ficava por cima. O pau dele na minha bunda. As mãos dele nos meus quadris. Ali na beira da estrada, com o risco de alguém nos ver. Laura, você é uma vadia, porra! É a verdade, mas não tem como evitar… Enquanto esse pensamento vinha à mente, ela se deixava cair no banco, relaxando, enquanto seu macho, o homem que naquele momento era seu dono, permanecia dentro dela. Possuindo-a… CONTINUA
1 comentários - No se como paso 8