Não sei como aconteceu 7

Ainda sem me recuperar totalmente do que aconteceu no estacionamento, entramos naquele táxi que minha cunhada, precavida, tinha conseguido localizar e fazer com que nos levasse até nossa casa, e a noite terminou melhor do que eu mesma temia, depois do que tinha visto. Sentia minha calcinha encharcada com a mistura do esperma do garoto e meus fluidos. Minha buceta muito irritada, não me deixava esquecer de tudo que tinha acontecido naquela tarde. Tinha aquela sensação de ter tudo lá embaixo inchado. Meu cu mantinha aquela sensação constante de querer ir ao banheiro (não sei se vocês me entendem, mas acho que sim, principalmente se já deixaram alguém entrar por trás e foder um pouco). Pô! Me deixou impressionada, Laurita! — disse minha cunhada depois de um tempo no táxi, a caminho do chalé dos meus sogros. Isso tem que ficar entre nós, garota! Kkkkk... que surpresas a vida te dá! — disse minha cunhada sem parar de rir. O taxista olhava de soslaio pelo retrovisor, talvez pensando que tinha pegado duas minas bem bebadas e que, pelo que ele deduzia, tinham se divertido pra caralho naquela noite. Temos que sair mais uma noite, cunhada! Isso não pode ficar assim! Nossa, que foda que a gente levou! Esses jovens tão manjando muito nessa parada de foder, não é como antes, era mais difícil! Agora eles tão na mão, sorte nossa! — continuou minha cunhada, falando baixo, fazendo a gente cair na risada de repente, não sei se pela relaxação depois do que fizemos ou por causa do álcool que ainda batia na nossa cabeça. O taxista ficava alucinado com nossas risadas. Chegamos na porta do chalé e minha cunhada (de novo minha cunhada) tirou uma chave não sei de onde, que evitou ter que chamar naquelas horas chatas da madrugada. Olhei meu relógio e os ponteiros passavam das quatro e meia. Em silêncio e fazendo gestos exagerados com o dedo pra não levantar a voz, enquanto mal conseguimos controlar nossas risadas, entramos no jardim e fomos até a casa. Ao passar pela piscina, minha cunhada, fazendo alarde da sua ousadia, me desafiou a terminar a noite dentro da piscina. "Não tem buceta pra gente entrar na piscina!" Ela disse, me olhando desafiante nos olhos com aquela mistura de safadeza que não tinha sumido dos olhos dela a noite toda. "Ah, para, Rosa! Já é muito tarde, caralho!" Falei, não muito convencida de que queria ir dormir e dar a noite por encerrada. De repente, vi minha cunhada puxar o vestido dela pra cima e ficar só de calcinha e sutiã. Ela jogou o vestido na grama rala que rodeava a piscina e, tirando os sapatos, foi até a borda. Lá, ela me olhou sorrindo, esperando minha reação. Dei de ombros pra provocação que minha cunhada acabara de fazer, me despi e, também só de lingerie, fui até onde ela estava. "Se não tirar os sapatos, vai molhar eles, rainha!" Disse minha cunhada, levando a mão à boca pra abafar nossa gargalhada e não acordar todo mundo. Sem nos segurarmos, começamos a fazer o gesto de silêncio com os dedos enquanto entrávamos devagar na água. Apesar da noite quente, minha pele se arrepiou de repente, fazendo meus mamilos se destacarem no meu sutiã sem bojo, que abraçava meus peitos como se fosse uma segunda pele. Olhei pra minha cunhada, que também estava se acostumando com o frescor da água, vendo os mamilos dela endurecerem e ameaçarem pular pra fora do sutiã. Uns mamilos que eu notei serem mais grossos que os meus, e não sei por que, imaginei como seria mordê-los. Aos poucos, fomos entrando na água até que, quando chegou no pescoço e pra não molhar o cabelo, paramos e ficamos lá, nos olhando. Nos aproximamos da borda e nos escondemos atrás de uma espreguiçadeira estrategicamente colocada entre a piscina e a casa, que nos dava uma certa proteção. esconder de qualquer olhar indiscreto, principalmente dos nossos maridos ou dos meus sogros. Buff! Fazia tempo que não me divertia tanto assim, Laura! Minha cunhada me disse baixinho. Não acredito depois do que você me contou no jantar, Rosa! Falei no mesmo tom de voz. É verdade! Foi o fato de eu não esperar que acontecesse o que aconteceu, ou que você estivesse presente! Isso fez subir os decibéis da putaria que teve o que a gente fez no estacionamento! Já tive uns rolos, tudo tem que ser dito, mas não com a sacanagem dessa noite! Rosa continuou falando. Na próxima vez que a gente sair, vou te contar uma parada bem pesada! Mas isso fica pra outra noite, agora vamos dormir e nos comportar como duas senhoras que saíram pra jantar, se divertiram dentro do possível que nossos maridos nos permitem, e voltaram pra casa como duas esposas complacentes que continuam putas por terem sido deixadas na mão pelos nossos maridos adoráveis! Minha cunhada disse toda séria, entrando no personagem. Kkkkkk... Não consegui segurar a risada, e minha cunhada colocou a mão na minha boca pra abafar a gargalhada. Me conta logo essa parada pesada que você tem pra me contar, vai, não me deixa assim! Falei quase implorando. Nãooo!! Assim te obrigo a a gente repetir essa saída, só nós duas! Agora vamos dormir! Ela disse, indo em direção às escadas. Ao sair da piscina, percebi que a calcinha dela tinha grudado na bunda e marcava bem a racha do rabo. Foi uma visão muito gostosa da minha cunhada, já que a bunda dela era uma das melhores partes do corpo. Apesar de ser meio larga de quadril, a perfeição do rabo dela a deixava muito atraente. Pegamos nossos vestidos do chão e, junto com os sapatos, fomos para nossos quartos. Subimos em silêncio, tentando não fazer barulho pra não acordar ninguém. Minha cunhada se despediu de mim, em silêncio, entrando no quarto dela que estava escuro. A gente ficou Só com a luz que entrava por uma janela pro jardim, no fundo do corredor. Antes de entrar no meu quarto, fui no banheiro porque tava com a bexiga cheia depois de ter entornado a garrafa d'água de uma vez só. Fiz minhas necessidades e, ao sair, quase tropecei no meu *brother in law*, que de cueca ia pro banheiro. Fiquei olhando pra entreperna dele, onde dava pra adivinhar o que eu já sabia que existia. Mesmo meia bomba, já dava pra ver o tamanho que podia ter. A gente se encontrou no meio da porta. Eu tentei sair, e meu *brother in law* se meteu entre o corredor e eu, que com a calcinha encharcada, o vestido e os sapatos na mão, também não tava a fim de ficar muito tempo ali, com risco de alguém nos ver. Meus bicos endureceram mais um pouquinho. "Se divertiram, *sister in law*!", disse o filho da puta, passando um dedo num dos meus bicos, sentindo a dureza dele. "Muito bem, *brother in law*!", falei, enfatizando a frase e deixando ele desenhar a silhueta do meu bico até que resolvi empurrar ele com delicadeza e sair pro corredor, deixando ele pra trás, sabendo que o olhar dele tava no meu rabo e sentindo minha calcinha colada nele. Sem olhar pra trás, fui pro meu quarto. Assim que entrei e me acostumei com a penumbra do quarto, me livrei da calcinha, ficando pelada. Coloquei uma calcinha seca e uma camiseta do meu marido e me deitei junto com ele, que tava dormindo sem perceber que eu tinha acabado de chegar. Apaguei na hora. Sentia minha buceta irritada entre os sonhos. Só lembrava daquilo. Meus bicos continuavam duros, mesmo já tendo esquentado fazia um tempo. Meu sono era agitado, por causa do álcool que tinha bebido e de tudo que tinha rolado durante o dia. As imagens iam e vinham. Umas eram de prazer. Outras, de angústia pelo meu comportamento. O que será que minha *sister in law* queria dizer com aquilo de me contar algo muito pesado? De repente, o vazio. Meu sono entrou. No fundo da noite, eu não lembrava de mais nada até acordar no meio da manhã. A bagunça da minha filha no jardim foi me fazendo abrir os olhos aos poucos, e me vi sozinha em cima da cama. A camiseta tinha subido até minha barriga, deixando minha calcinha de fora. Foi a primeira coisa que vi quando consegui focar o olhar no meu corpo. Minha cabeça começou a me lembrar dos exageros da noite com umas pontadas nas têmporas. Sentia o coração bombear sangue que batia contra minhas têmporas e seguia pelo resto do corpo, voltando a bater de novo, até que quanto mais eu sentia a pulsação, mais doloroso ficava, e eu tinha que fechar os olhos de novo pra aliviar a dor. Isso se repetiu várias vezes até que, aos poucos, consegui abrir os olhos e mantê-los abertos sem sentir aquela dor chata nas têmporas, embora na verdade só tenha conseguido diminuir a sequência de batidas tão seguidas que martelavam minha mente, ameaçando quebrá-la. Com certeza não ia beber de novo (pelo menos era o que passava pela minha cabeça naquele momento) ou era o que eu achava na hora. Levantei, arrumei a camiseta e fui pro banheiro. Levantei a tampa do vaso e deixei a natureza fazer o resto. Me limpei com papel higiênico e, como uma zumbi, consegui puxar a calcinha pra cima sem perder o equilíbrio de vez. Joguei água no rosto. Olhei minhas olheiras sem me alarmar, porque já tava me acostumando com elas. Ultimamente faziam parte de mim. Não sei se por causa das minhas neuras ou, nesse caso, pelos exageros da noite, por que não admitir? Arrumei um pouco o cabelo e desci pro térreo pra tomar café e comer algo pra disfarçar a ressaca que tava carregando. Na sala, não tinha ninguém. Melhor, pensei comigo. Abri a geladeira e peguei um suco de abacaxi. Algo com açúcar e geladinho era o que meu corpo pedia naquela hora. Com o Com um copo de suco na mão, fui em direção à saída da cozinha que dava para o jardim e a piscina. A martelada nas minhas têmporas continuava tornando a situação, logo de manhã, já insuportável. Tentei lembrar onde tinha deixado minha caixa de ibuprofeno, sem conseguir situar onde a tinha visto pela última vez. Bom dia a todos! Falei, fazendo meus cunhados, minha sogra e meu marido se virarem de seus assentos, me dando um olhar que me pareceu de pena ao ver meu estado. Sabe onde pode estar minha caixa de ibuprofeno, Gustavo? Perguntei ao meu marido, esperando que ele soubesse onde podia estar e me aliviasse do esforço de tentar lembrar onde a tinha colocado. A última vez que vi estava no carro! Disse meu marido. Eu tinha que ir para a parte de trás da casa onde os carros ficavam guardados. Meu marido não teve a delicadeza de ir buscar a caixa no carro. Essa coisa de estar de férias relaxava demais as relações. Não é à toa que a maioria das separações acontece nas férias. Eu também já estava começando a me encher. Embora reconheça que seria incapaz de me separar do meu marido assim, sem um motivo grave, quer dizer, por uma bobagem. Envolvida nos meus pensamentos, abri a porta que dava para a garagem e entrei. Acendi a luz e fui até nosso carro. Apesar de ter acendido a luz dentro do carro, não conseguia ver direito onde podia ter deixado a caixa. Me inclinei por baixo do banco da frente e não conseguia enxergar onde estava a maldita caixa. Fechei a porta da frente e abri a de trás. Me inclinei o máximo que pude, procurando debaixo do meu banco. Sentia o frescor do lugar refletindo na minha bunda, que tinha ficado exposta, coberta só pela minha calcinha. Aqui está! Falei em voz alta, quando de repente senti uma mão acariciar minha entreperna, pegando na minha buceta por cima da calcinha. Porra!! Falei em voz alta, me assustando por não controlar quem estava atrás de mim, já que estava debruçada com a cabeça enfiada na parte traseira do meu banco. Me virei com cara de poucos amigos, achando que era meu marido quem tinha me assustado, quando de repente vi a cara do meu cunhado sorrindo atrás de mim sem tirar a mão da minha buceta. "Cê é louco, piranha!" falei, tentando retomar a postura que tinha, enquanto meu cunhado não parava de apertar minha virilha, tentando puxar minha calcinha com a outra mão. "Seu irmão pode chegar a qualquer hora e aí vai ser uma tragédia!" Me levantei como pude, mesmo ele não me deixando espaço pra me mexer. Ele me abraçou, me apertando contra ele, fazendo eu sentir a dureza do pau dele na minha virilha. Tava doido. "Fica tranquila, o amigo dele veio, aquele que leva ele pra pescar, e tão conversando na rua com ele! Meu pai também! Minha mulher tá dormindo e minha mãe vigiando sua filha, então a gente tem um tempinho pra gente!" Enquanto falava, me segurava por trás e se esfregava na minha bunda. Eu sentia a dureza do pau dele a cada roçada, enquanto as mãos dele pegavam meus peitos e os amassavam, apertando até doer. Meus bicos tavam duros que nem grão de bico. Júlio lambia meu pescoço, começando a derrubar minhas defesas. Minha xota começava a ficar molhada e a encharcar minha calcinha, enquanto eu tentava me soltar do abraço dele, ainda com os últimos esforços pra manter a compostura, apesar da minha buceta já pedir outra coisa. "Me solta, por favor!" falei num tom de súplica, tentando convencê-lo, enquanto minhas têmporas pareciam explodir de tanto esforço pra me livrar dele. "A gente pode ser pego, porra!! Me solta!!" pedia sem parar, enquanto meu cunhado ficava cada vez mais doido. "Deixa eu te foder, cunhada! Uma rapidinha! Não consigo te esquecer desde ontem à tarde, preciso meter de novo em você! Não pense que se livrou de mim tão fácil!" falou, puxando minha calcinha pra baixo, tentando tirar. Meu corpo ficou inclinado pra frente, na porta traseira do SUV do meu marido aberta. Isso fazia com que, por ser alto o carro, eu ficasse numa posição semiagachada, apoiando as mãos no banco de trás. Ele puxou minha calcinha até o chão com um grito de vitória, escapando dos lábios dele, quando conseguiu tirar de uma perna e deixá-la enrolada no tornozelo da outra. Me empurrou pra frente, abrindo minhas pernas com o pé dele, puxando a minha como alavanca. Eu tinha parado de resistir. Comecei a pensar que era melhor que o que quer que fosse acontecer passasse rápido pra evitar que alguém sentisse nossa falta. A situação, entre perigosa e excitante ao mesmo tempo, fez meu coração disparar de novo, sentindo o sangue subir até minhas têmporas na maior velocidade do mundo. Senti meu cunhado pegar o pau dele pelo tronco e apontar pra minha racha, que já estava lubrificada o suficiente pra não temer a glande dele. Aquela glande que me impressionou na primeira vez que vi, mas que, uma vez que atravessou meu esfíncter, entendi que podia passar por qualquer buraco do meu corpo. Ele passou a cabeça do pau pelos meus lábios, molhando ela. Uma e outra vez, preparando pra me invadir. Pra penetrar dentro de mim. De repente, enquanto pensava nisso, senti aquele estilete entrar sem nenhum impedimento dentro da minha buceta, me fazendo dar um grito que tentei controlar, mas não consegui totalmente. — Que foi, raposinha? — Meu cunhado disse, puxando meu cabelo pra perto dele. — Quer que o mundo todo nos ouça, é? — Falou no meu ouvido enquanto tirava o pau e enfiava de novo de uma vez. — Bufff!! — Saiu da minha boca de novo, sem conseguir controlar. — Só quero esvaziar minhas bolas dentro da sua buceta! Então se comporta e faz eu gozar logo, e assim te deixo em paz! Entendeu, puta? — Ele disse enquanto eu acenava com a cabeça, já que tava começando a doer ele puxar meu cabelo. Ele soltou meu cabelo e me pegou pelas cadeiras, começando a bombar dentro da minha xota, que já tava começando a Me adaptar de novo àquele aríete que ameaçava atravessar. As paredes da minha buceta começavam a se contrair pra prender aquele falo que tava dando tanto prazer, pra sentir se dava pra sentir ainda mais, o roçar nas suas paredes. Minhas têmporas, junto com as asas do meu nariz, pulsavam cada vez mais forte enquanto eu sentia a chegada do orgasmo. Meu peito subia e descia cada vez mais rápido enquanto sentia, uma e outra vez, meu cunhado me penetrando com o pau dele. Ouvia os gemidos dele no meu pescoço enquanto me chamava de tudo. "Você gosta, gostosa! Claro que gosta!", ele dizia entre suspiros. "Vou encher sua xota de porra pra você me carregar dentro de você o dia todo e lembrar de mim toda vez que sentar!", ele falava, me fazendo sentir a maior puta da terra enquanto, sem esperar, comecei a gozar em silêncio, de boca aberta, mal saindo o ar da minha respiração. Ao mesmo tempo, comecei a sentir o pau dele pulsar e os espasmos que precediam a gozada dele. De repente, senti um jato de porra, e depois outro, e mais outro, enquanto meu cunhado gemia com voz rouca, gozando dentro da minha buceta. Eu me deixei cair um pouco, enquanto ele continuava enfiado em mim com o pau, servindo de apoio pra eu não cair de joelhos. Ele saiu da minha boceta, deixando aquele vazio tão característico que acontecia nas duas vezes que ele tinha me fodido. Rapidamente, ele subiu as bermudas que tava usando, e eu reagi puxando minha calcinha e arrumando a camiseta, quando de repente a porta da garagem se abriu e ouvi a voz do meu marido me chamando. Meu cunhado se abaixou de repente, enquanto eu respondia ao chamado, pegando a caixa que tinha vindo buscar e saindo de lá o mais rápido que meu nervosismo permitia. Encontrei ele já dentro da garagem. Abaixei a cabeça e tentei sair dali pra evitar que ele descobrisse o irmão agachado ali, na cara de estupefação dele. "O que foi, Laura? Você me deixou preocupado!", ele disse. Saindo atrás de mim ao ver que eu não falava com ele. "O que é que tem de errado comigo?" Falei toda congestionada entre o susto que eu tinha, a dor nas minhas têmporas e a raiva contida por todo o estresse que estava passando, e explodi (era um jeito de me aliviar e de despistar sobre o que estava rolando na minha vida de um tempo pra cá). "Acontece que eu tô farta de você não me dar bola desde que chegamos! Acontece que eu tô com uma dor de cabeça do caralho e, em vez de vir me dar uma mão procurando os analgésicos, você caga pra mim e eu tenho que vir sozinha achar!" Acontece... e eu desabei a chorar sem consolo. "Porra, Laura! Me desculpa! Não pensei que você estivesse tão puta comigo!" Ele disse tudo isso me abraçando e me consolando até que, aos poucos, fui me acalmando e fiquei um tempão assim, abraçada no meu marido depois de tantos dias; até meu coração voltar a um ritmo de batidas mais normal e minha buceta começar a baixar o nível da excitação que eu tinha tido um pouco antes e que tinha feito minha barriga não parar de tremer até aquele momento em que, finalmente, parecia que o perigo tinha passado e que eu tinha escapado de novo. Dessa vez, tudo tem que ser dito, por um triz. Isso, se é que cabe, tinha deixado tudo mais obsceno e mais excitante ainda. Eu sentia que, aos poucos, o nível tanto de sacanagem quanto de risco aumentava. Uma coisa potencializava a outra e vice-versa. Uma espiral muito perigosa e difícil de controlar, que eu não sabia até onde podia me levar, mas que eu não conseguia evitar, pelo menos enquanto estivesse tão fora do meu ambiente e tão longe do que era minha vida normal. O que eu não sabia era se, depois do que tinha rolado nesses dias, seria possível voltar a controlar como antes o que era minha vida. Nós nos separamos e, de mãos dadas, demos a volta na casa e voltamos até onde todo mundo estava. Todo mundo menos meu cunhado, que tinha ficado escondido na garagem e que eu não sabia, nem me importava, como tinha conseguido sair dessa situação. Já bastava eu ter escapado. eu, sem que o Gustavo percebesse. Quando cheguei onde eles estavam, minha cunhada acordou da moleza e, levantando a cabeça, me deu uma piscada com um sorriso. Olha os pombinhos! Falou com voz pastosa. De onde será que vocês vêm? Disse ela escondida atrás dos óculos escuros. De nenhum dos lugares que sua mente tarada imagina! Respondeu meu marido. Já chegou o motorista marinho de vocês? O que isso significa, cunhado? Continuou perguntando minha cunhada. Que hoje à noite podemos ter sorte e pescar aquele atum que a gente tá sonhando desde que chegamos! Respondeu Júlio, fazendo a gente virar a cabeça enquanto saía pela cozinha pro jardim. De novo sozinhas, cunhada? Então eu vou embora de novo! Topa? Me perguntou de repente. Vamos ver, Rosa! Agora mesmo eu diria que não! Depois da soneca a gente vê! Falei eu, sem me importar com a opinião do meu marido. Naquele exato momento, senti minha calcinha molhada, começando a notar como minha virilha já grudava na costura da calcinha com o sêmen do meu cunhado e meus fluidos vaginais. Precisava me lavar e trocar de calcinha. Vou tomar um analgésico e a gente vê depois, Rosa! Falei pra minha cunhada, indo pra dentro de casa. Bem na porta da cozinha, encontrei o Raúl com uma sacola grande na mão. Deixando ela no chão, ele parou na minha frente. Um beijo, tia Laura! Vou embora, tenho que estudar pra uma prova no começo de setembro! Disse ele me abraçando e me dando dois beijos, sem deixar nenhum vestígio do que tinha rolado entre a gente. Boa sorte! Falei, ainda sem me recuperar do encontro tão repentino que tinha acabado de ter e que tinha disparado minha frequência cardíaca de novo. Entrei em casa e subi pro meu quarto pra pegar uma calcinha limpa e uma roupa pra me lavar e trocar. Escolhi um short jeans e uma regata amarela. Por baixo, um sutiã branco sem bojo. Não queria que meus bicos voltassem a insinuar em que estado eu tava. Andava meio perdida esses dias. Fiquei feliz que o Raúl foi embora. Um risco a menos pra mim. Além disso, isso significava que as férias estavam chegando ao fim. Por um lado, sentia falta da minha vida normal. Por outro, sabia que minha vida nunca mais seria normal depois do que aconteceu nesses dias de férias. Lavei minha virilha sentindo como minha buceta estava tão sensível ou mais do que na noite anterior, principalmente depois de ter sido penetrada por um pau daquele tamanho. Não tava a fim de tomar banho. Tanta emoção tava começando a cobrar seu preço. Tanta tensão. Me enxuguei com a calcinha suja e joguei no cesto de roupa. Coloquei a roupa limpa e desci de novo pro jardim. Lá estava todo mundo. Minha cunhada discutindo com meu cunhado, falando a mesma coisa que eu tinha recriminado no meu marido há pouco. Ela me olhava enquanto discutia com ele, piscando um olho. Meu cunhado tava pouco se lixando pra ela, deitado na rede. Meus sogros se olhavam e sorriam. Enfim, uma típica cena de família de verão. Tava chegando a hora do almoço e, porra, não tava nem um pouco a fim de cozinhar depois da ressaca e do estresse que passei na garagem com meu marido quase me pegando. Tava ficando louca. Era irritante a pouca consideração que eu tinha com essa família e o bem que me trataram desde que comecei a fazer parte dela. Tava me comportando como uma ingrata, uma sem-vergonha, colocando toda a minha família em risco. Minha sogra continuava de olho na minha filha, que, incansável, entrava e saía da piscina sem parar de brincar com todos os brinquedos aquáticos que espalhava ao redor da piscina e que às vezes deixavam a passagem pelas bordas intransitável. Vamos fazer o almoço, cunhada? Tá me ouvindo, gata? Eu ouvia a Rosa enquanto continuava concentrada nos meus pensamentos. Eii!! Acorda, mulher! Minha cunhada insistia. Desculpa, Rosa! O que você disse? Falei, enquanto minha sogra e minha cunhada caíam na risada. Tô muito cansada! Não tenho mais idade pra sair e chegar tão tarde! Tô sem prática! — falei meio que me desculpando, vendo o sorriso das duas mulheres. Claro! Vamos pra cozinha! Levantei do sofá e fui com minha cunhada. Entramos em casa e cada uma foi fazer uma coisa diferente. Eu arrumei a mesa e preparei uma salada. Minha cunhada pegou uns filés de frango e começou a grelhar. Enquanto a comida ficava pronta e vendo que estávamos sozinhas e tranquilas, minha cunhada começou a falar comigo. — Como foi a noite ontem, cunhada? — perguntou com um olhar safado e um sorriso no rosto. — Não fica remoendo isso, garota! Tamo de férias e tudo isso vai ficar aqui! Daqui a uns dias a gente volta pra nossa vida e o que rolou aqui vira só uma lembrança de verão! — continuou Rosa, vendo minha cara de aflição. — Não tô acostumada com essas coisas, Rosa! — falei com toda a cara de pau que consegui. — Se você soubesse! — pensei comigo. — É a primeira vez que traio o Gustavo e, mesmo tendo me divertido, não vou negar, não sei se vale a pena pelo que tô sentindo hoje! — falei, mentindo de novo com a maior cara dura do mundo. — Antes eu te falei que tinha que contar uma parada muito pesada, lembra? — disse minha cunhada, me fazendo lembrar da frase que tinha me deixado toda curiosa. — Sim! Do que se trata? — perguntei, sem esperar ela falar. — Faz mais ou menos um ano, eu fiquei obcecada por um cara bem mais novo que eu! Lembra daquele cara do boquete na balada? Então, fiquei com ele por um ano. Era um safado. Um gostoso do caralho, mas eu adorava estar com ele. Me enlouquecia ele me foder. Me tratar como uma puta. Ele sumia por dias, às vezes semanas. Quando voltava, eu tava esperando de pernas abertas. Era uma relação doentia! Bom, nem era uma relação, como te falei, era uma obsessão. Um dia ele me ligou, parecia super desesperado! Quando encontrei ele, tava todo machucado e cheio de hematomas. Tinham batido nele. Um acerto de contas. conta que se chama. Um ultimato. Devia dinheiro pra um pessoal e tinham dado um aviso por causa da demora do cara em pagar. Meu mundo desabou. Eu tava viciada naquele gostoso. No cafajeste, porque foi assim que ele agiu, como um cafajeste. Mas minha buceta não deixou minha cabeça pensar e, sem avaliar as consequências da enrascada em que eu podia me meter, falei que conseguiria o dinheiro pra ele. Eram cinco mil euros, Laura. Uma fortuna pra uma mulher que não trabalha e que, sozinha, não conseguia ganhar essa grana. Durante a exposição de tudo isso, fiquei calada ouvindo e observando as mudanças de expressão da minha cunhada e a angústia que se refletia no rosto dela diante da confissão que tava fazendo. Percebia o alívio que era poder me contar tudo aquilo e, por um momento, me senti cúmplice dela, da situação passada dela, e me identifiquei com ela como nunca pensei que fosse. Não podia pedir pro Júlio. Também não podia pedir pra nenhum amigo sem correr o risco de contar pro meu marido, então um dia, numa conversa com umas amigas, surgiu o nome de um agiota. Uma amiga de uma delas tinha recorrido a um deles e, apesar dos juros tão altos que essa gente cobrava, diziam que tinha tirado ela de uma situação muito apertada, embora não recomendasse pra ninguém, porque a aparência e o jeito de agir desses agiotas são bem diferentes das pessoas que a gente tava acostumada a lidar. Não quis ouvir minha cabeça e, como ainda tava apaixonada pelo meu homem e não percebia o que tava realmente rolando e que ele só me usava pra tirar o que pudesse, consegui que me dessem o endereço de um desses caras. Marquei um encontro com ele e consegui os cinco mil euros. Os juros, melhor nem te contar pra você não me chamar de idiota tantas vezes quanto eu me chamei depois. Assim que entreguei o dinheiro, ele jurou de pés juntos que me pagaria de volta e correu pra pagar o que devia. Ou pelo menos foi o que eu pensei! Nunca mais vi ele, Laura! Filho da puta! Sua puta! — disse ela, mastigando as palavras. Dois mil euros consegui pagar penhorando as poucas joias que tinha e que não tinham sido dadas pelo Júlio. Outros dois mil paguei com o dinheiro que ia guardando e escondendo do dia a dia. Mas os juros foram me comendo o terreno aos poucos. Até que chegou o dia em que não consegui pagar e tive que encarar meu agiota. Meu agiota é um cara alto, forte, cheio de tatuagens, careca e de cara feia. Um tipo que, normalmente, pessoas como a gente tentam evitar. Digo "é" porque ainda devo dinheiro pra ele. Quando viu que eu não conseguia pagar tão rápido quanto ele tá acostumado, e diante da oportunidade que surgiu de ter uma buceta, como ele me chama, nas mãos dele, ele fez um acordo comigo. Como ainda devo dois mil euros, combinamos que eu pagaria transando com ele. Isso mesmo, Laura! Se pagando em cada foda! Como se eu fosse uma puta! Assim, tô com ele há quase um ano, e o negócio é que toda vez que ele me possui, toda vez que me tem, é uma sensação de tesão e sofrimento que não sei definir. Tenho medo e ao mesmo tempo espero por isso. É um momento único. Não sei como te explicar. Cê acha que eu sou louca, Laura? Não! Bom, não sei o que te dizer, sinceramente! Tento te entender, Rosa, mas é muito difícil! É uma situação muito estranha, pra ser sincera! Se você quiser dinheiro, posso te dar sem ninguém saber, é tudo que posso fazer por você! — falei, ainda impactada pela confissão da minha cunhada. Não! Ele não quer mais dinheiro, Laura! Só quer eu! E não sei como me livrar dele, sério! Hoje ele me mandou um zap. Quer me ver hoje à noite. Falei que não sabia se conseguiria sair sozinha, e ele não acreditou. Ameaçou vir me buscar e fazer um escândalo. Tenho que ir vê-lo, custe o que custar. Me acompanha, por favor, Laura! Os olhos suplicantes dela foram uma tortura pra mim. Não queria deixá-la sozinha, mas também não queria complicar minha vida ainda mais do que já estava. Tá bom, Rosa! Vou te acompanhar, mas só de vigia! Você é a responsável pelo que acontecer. depois, se não gostar do que vejo, ou você vem comigo ou eu vou sozinha, tá? Me ouvi falar mais com o coração do que com a cabeça, pra não deixar ela na mão. Comemos todo mundo em família como se nunca tivéssemos quebrado um prato na vida. Meu filho Marcos apareceu no meio da comida, levando uma bronca do pai e, da minha parte, um carinho também. Ele era o único que parecia não participar das atividades da família. Ia ter que conversar com ele quando as férias acabassem. Não tava disposta a tanta independência aos dezessete anos. As mães veem as coisas de um jeito diferente dos pais. Depois da comida, quando a cozinha e a mesa estavam arrumadas, vimos que nossos maridos colaboravam de um jeito decidido nessas tarefas. Sabíamos que era porque naquela noite a gente ia ficar sozinha de novo. Eles não faziam ideia do perigo que isso representava. Assim que terminamos, subimos pros nossos quartos. Tava louca pra tirar uma boa soneca. Precisava disso. Meu marido ficou lá embaixo e ouvi ele saindo com o pai dele pro clube. Minha filha subiu correndo e se jogou na minha cama. Se abraçou em mim, puxando conversa. Era a melhor hora do dia. Aos poucos, fomos cedendo ao sono. Eu primeiro, minha filha, entediada, depois. Acordei sozinha em cima da cama. Minha filha já tinha acordado e eu ouvia ela conversando com minha sogra no jardim. Me espreguicei e desci pra piscina. Sentei numa espreguiçadeira e de lá observei a energia que minha filha soltava dentro da piscina. Era incansável. A tarde foi passando devagar, ali, sem fazer nada. Relaxada. Daí a pouco minha cunhada desceu até onde a gente tava e sentou numa espreguiçadeira com a gente. Os homens não estavam, como sempre. Conversamos sobre nossas coisas enquanto planejávamos o que vestir naquela noite. Minha cunhada me olhava com uma cara de gratidão. Teria sido impossível recusar ir com ela. Nossos maridos chegaram acompanhados do meu sogro. Júlio me olhava de um jeito obsceno. Só ele e eu sabíamos o que tava rolando. Eles tentavam se desculpar com a história de ir pescar naquela noite. Minha cunhada e eu ignorávamos o assunto com delicadeza, fingindo estar bravas. Se eles soubessem! Lá pelas dez da noite, quando os homens já tinham ido embora, minha cunhada e eu decidimos o que vestir. Minha cunhada escolheu um vestido curto branco que valorizava a bunda dela e, por ser tão curto, também as coxas. O decote era tomara-que-caia, e com um sutiã sem alças, deixava os ombros dela livres, sem amarras. Um pouco de maquiagem, suficiente para o calor que fazia, a deixava uma mulher apetitosa. Uma MILF (termo em inglês que significa mãe que eu comeria), e ela tinha orgulho de ser. Eu escolhi uma saia bem curtinha e uma camisa branca. Minha roupa íntima também era branca, combinando com a camisa. Assim disfarçava mais, pensei comigo. Não queria provocar naquela noite o que tinha rolado na noite anterior. Um táxi veio nos buscar, como na noite anterior, e fomos para a cidade. Chegamos no calçadão à beira-mar e, dessa vez, não entramos num restaurante para jantar. Decidimos ir de tira-gosto. Entramos em dois dos lugares mais famosos de Almuñécar, especializados em petiscos. É daqueles lugares que você pede uma cerveja e já vem o aperitivo. Repetimos isso umas cinco vezes, indo e voltando entre os dois lugares de tira-gosto. Aos poucos, começamos a ficar mais e mais animadas. Os caras não paravam de chegar em nós, mas como era cedo, sabíamos nos controlar e fazer com que nos pagassem bebidas, mas nada além disso. Quando começavam a querer mais, rapidamente dávamos um gelo. Conforme a noite avançava, minha camisa ia se abrindo um pouco mais, até soltar uns botões extras. A mente começava a se soltar, e nessa situação, o perigo de perder a compostura aumentava. Minha cunhada estava meio eufórica e nervosa. Eu não parava de observá-la, tentando decifrar o que a deixava tão nervosa. A verdade é que eu não entendia a postura dela. Se fosse comigo... Ela estaria morrendo de medo. Ou quem sabe. Quem era eu pra julgar ela depois de ter conseguido chegar até onde chegou. Eu tentaria beber mais devagar, pensei comigo enquanto virava a quarta ou quinta cerveja. Minha cunhada, enquanto isso, não parava de olhar pro celular. Eu tinha decidido deixar o meu em casa. No fim das contas, não ia atender meu marido. Eu o considerava o culpado da minha mulher estar tão solta assim. Era um jeito de me desculpar. Saímos do bar onde estávamos e, vendo que já era meia-noite, decidimos ir tomar uma dose e dançar, então pegamos um táxi que nos deixou na entrada de uma casa noturna que parecia ser pra um público mais ou menos da nossa idade, pelo que deduzimos ao entrar no lugar. Fomos até o balcão e pedimos dois gins tônica e, enquanto preparavam, ajeitamos um pouco a roupa e o cabelo, observando o clima do local que, por ser um pouco cedo, ainda não parecia muito animado. Pegamos os dois copos e fomos pra uma das pistas. Começamos a dançar, tentando nos divertir o máximo possível. Minha cunhada pegou o celular e começou a escrever algo nele enquanto uns caras chatos começaram a rodear a gente, tentando puxar conversa. A verdade é que essa noite já tínhamos um plano. Pelo menos minha cunhada. Eu tava intrigada pra ver quem era a pessoa que conseguia deixar minha cunhada tão nervosa. Nunca tinha visto ela daquele jeito. De repente, ela levantou o olhar pra mim e eu vi nos olhos dela um brilho de... ilusão, tesão, desejo? Sei lá, algo muito estranho. O calor começava a pesar nos nossos corpos e minha saia grudava no meu, fazendo ela ficar ainda mais curta, dando uma visão das minhas coxas que não deixaria dúvidas sobre a cor da minha calcinha. Enquanto pensava nisso, senti falta da minha cunhada e, procurando com o olhar, encontrei ela no balcão conversando com um cara alto, cabelo quase Raspado, cheio de tatuagens, com barba de três ou quatro dias e vestido de branco no estilo ibicenco. Um cafajeste! Pensei comigo. Se me pedissem pra definir o que eu achava que era um cafajeste, um gostoso de balada, eu tirava uma foto desse cara e colocava de papel de parede no celular. Respirei fundo e fui na direção deles. Minha cunhada tava toda boba por ele. Quando cheguei perto deles, quase sem perceberem minha presença, eu cumprimentei. Oi! Tudo bem? Falei com o melhor dos meus sorrisos. Oi, Laura! Respondeu minha cunhada. Esse é o Mario! Me apresentou o sujeito. Mario, essa é a Laura, minha cunhada! Continuou com as apresentações. Trocamos dois beijos e ele se aproximou mais do que devia, pegou na minha cintura e fez eu começar a ficar nervosa também. Um prazer, Laura! Não sabia que a Rosa tinha uma cunhada tão gostosa! Disse o garanhão sem tirar os olhos do meu decote, o que me fez perceber o quanto eu tinha ido soltinha até aquele momento. Continuamos encostados no balcão. Eu olhando pro nada com a taça na mão e eles cochichando no ouvido um do outro e rindo sem se ligar pra nada. Comecei a me arrepender de ter cedido aos desejos da minha cunhada. Não sei que buceta eu tava fazendo ali. De repente, ouvi minha cunhada se afastar dele e falar algo irritada: Que isso, Mario! Deixa ela em paz, porra! Ela veio me acompanhar! Não tem nada a ver com isso! Ouvi eles discutindo, mesmo tentando disfarçar que eu não tava sabendo da briga. Eu continuei fingindo que não era comigo e rebolando no ritmo da música. A bebida já tava começando a fazer efeito. Meu corpo começava a perder a compostura. Minha buceta começava a amolecer. É um efeito colateral da bebida no meu corpo. Nunca consegui evitar. Vou ao banheiro, Laura! Disse minha cunhada de repente, me deixando sozinha ali com o gostoso de balada dela. Minha cunhada ainda não tinha chegado no banheiro quando o amigo dela começou o ataque, se aproximando mais do que devia de mim. Então você também é casada, gatinha? Perguntou com a maior cara de pau do mundo. "Sim! E já faz tempo que deixei de ser criança, caso você não tenha percebido!" Falei com a mesma cara de pau que ele tinha usado. "Acredita se eu te contar que tô com o tesão nas alturas desde que te vi?" Continuou o ataque o babaca. "Você já nasceu tarado, garoto!" Falei, ficando na altura dele. Aos poucos, a gente foi sendo empurrada pra um dos lados do balcão até que, sem conseguir recuar mais, bati na parede e fiquei lá apoiada, enquanto o amigo da minha cunhada se colava em mim por causa do empurra-empurra do resto do povo. Enquanto falava comigo, por causa do barulho da música, ele chegava cada vez mais perto do meu ouvido, deixando a situação cada vez mais perigosa. Meu nervosismo só aumentava, e eu não parava de olhar pro banheiro, esperando ver minha cunhada aparecer a qualquer momento. De repente, pra minha surpresa, senti o cara enfiar a mão dentro da minha saia e agarrar minha buceta por cima da calcinha, apertando. Tentei protestar, e quando ia abrir a boca, ele me deu um beijão, enfiando a língua o mais fundo que pôde na minha boca, e por causa do susto, demorei uns segundos pra fechar, tentando morder a língua dele. Empurrei ele com as mãos, mas mal consegui mexer ele do lugar. Ele continuou com a mão cutucando minha xereca, que com tanta roçada já começava a molhar minha calcinha. A chegada da minha cunhada fez ele tirar a mão de dentro e cheirar ela, enquanto me encarava nos olhos. Minha cunhada fingiu que não percebeu e rapidamente se enfiou entre nós dois, nos separando, pra minha aflição com o avanço do babaca. Eles continuaram se provocando e se roçando. Eu não entendia nada. Não parecia o tipo de cara que dá medo ou que você tenta evitar a todo custo. Eu já tava começando a não acreditar no que minha cunhada tinha me contado. "Vou mijar, meninas! Não saiam sem mim!" Falou, começando o caminho até o banheiro. Minha cunhada olhou pra ele como se estivesse em êxtase. Eu não entendia o que ela via. Que figuraça, hein. O que você acha, Laura? — ela me perguntou, feito uma adolescente apresentando o namorado pra melhor amiga. — O que você quer que eu te diga, Rosa? Toma cuidado, porque esse cara é fogo e não tem papas na língua! Acabou de dar em cima de mim também! Parece que tem pra todas, pelo visto! — falei, fazendo minha cunhada cair na risada e me contagiando também. — Já sei! Ele também tá doido por você! — continuou minha cunhada. — Ele disse que dá mil euros pra gente se a gente for no quarto com ele! — falou, me deixando de queixo caído. — Hahaha... nem louca! — respondi, ficando séria de repente. — Você não pensou nisso nem por um segundo, né? — perguntei, começando a temer que ela tava falando sério. — Porra, Laura! Eu não sabia o que era foder até encontrar ele! — confessou, com toda a empolgação que conseguia. — Que nada, porra! — insisti, mesmo sentindo um frio na barriga com a última confissão da minha cunhada. — Vamos pro hotel com ele, e você decide se continua ou não! Faz isso por mim, vai, Laura! — ela implorava, com as bochechas vermelhas. — Se não quiser ficar, é só descer pro saguão do hotel e me esperar lá! Faz isso por mim, vai! Enquanto a gente conversava, o garçom chegou com mais duas doses, e eu tomei um gole longo. Isso só aumentou a névoa que começava a nublar minha cabeça, e sem esperar, me ouvi dizer: — Tá bom! Mas se não gostar da história, eu vazo do quarto! Dito isso, minha cunhada me abraçou e me beijou no rosto, mostrando o quanto tava apaixonada por esse garanhão. Ou pelo pau dele, melhor dizendo. Quando ele voltou do banheiro, com a pressa da minha cunhada e sem a gente ter terminado a bebida direito, partimos pro hotel do amigo dele. Entramos os três juntos no saguão, e sob o olhar do recepcionista, o macho alfa pediu a chave. Nós duas fomos na direção do elevador, tentando não ser vistas de perto — nunca se sabe quem pode te reconhecer depois, em qualquer lugar, no pior momento possível. Subimos no elevador sem cerimônia nenhuma, e Mario agarrou minha cunhada pela bunda. e esfregando-se nela, enfiou a língua dentro da boca da minha cunhada, que, entregue, colaborava num beijo longo e molhado que durou todo o trajeto do elevador e fez minha buceta começar a babar. Pois começamos bem! Pensei, tentando olhar para outro lado sem conseguir, já que o elevador não dava muito espaço para se esconder. Entramos no quarto dela e, sem nos olharmos, ela começou a se despir, ficando só de cueca branca com a faixa azul-marinho na cintura, mostrando o mapa desenhado em cada canto do corpo dela. — Vem comigo ao banheiro! — disse minha cunhada, pegando na minha mão e mandando um beijo pro homem dela. Já dentro do banheiro, minha cunhada levantou o vestido e baixou a calcinha, sentando no vaso e começando a mijar enquanto me olhava. Eu me arrumava no espelho, tentando abafar o calor que começava a sentir e que aumentava com meu nervosismo. A verdade é que não sabia se queria estar ali. Não aprende! Pensei comigo. Minha cabeça dizia isso. Minha buceta e minha barriga pareciam dizer o contrário. Minha cunhada se levantou e se secou com papel higiênico, e eu ocupei o lugar dela no vaso. Tudo isso fizemos sem falar uma palavra, enquanto minha cunhada também arrumava o cabelo e a roupa se olhando no espelho. Subi a calcinha e, depois de repetir a operação que minha cunhada tinha feito, ajustei a saia esticando o máximo que pude. Saímos as duas juntas do banheiro enquanto Mario estava deitado em cima da cama. Ele tinha preparado dois gins tônicos pra gente, e sobre o vidro da mesa havia duas carreiras de um pó branco que logo adivinhei ser cocaína. Minha cunhada foi até a mesa, pegou um canudo que já estava feito sobre a mesa com uma nota de vinte euros e cheirou de uma vez, como se fizesse isso todo dia. Então percebi que ela já tinha feito aquela mesma ação de cheirar algumas vezes. Ela me olhou e me ofereceu o canudo. Eu disse que não com a cabeça. Desde Na minha época da faculdade, não tinha tocado em droga nenhuma de novo. Um arrepio percorreu meu corpo todo. Minha cunhada se aproximou da beirada da cama. O macho alfa olhava ela de cima a baixo, enquanto um brilho saía dos olhos da minha cunhada, fruto do álcool, da coca e do desejo. "Tira a roupa, gostosa!" — ele disse, sem parar de se acariciar no volume que já começava a marcar a silhueta, deixando entrever um bom tamanho, mesmo estando meia-bomba. Minha cunhada não perdeu tempo e, bem devagar, puxou o vestido pra cima, tirando pela cabeça e deixando cair ali mesmo aos pés dela. O sutiã sem alças, também branco, e a calcinha fio-dental rosa continuaram no lugar. O pau do amigo dela crescia a cada instante, começando a querer aparecer por cima da cintura da cueca. "Vem! Chupa aqui, vai! Faz teu trabalho!" — ele falou com toda a confiança do mundo. Minha cunhada se deixou cair na cama e, de quatro, chegou até a cueca do cara e puxou pra baixo, deixando ver um cacete de uns dezoito centímetros e da grossura de um copo americano. Baixando a cueca até os joelhos, ela abaixou a cabeça e deu uma lambida em todo o tronco do falo, de baixo pra cima, lambendo a glande e ensalivando até começar a enfiar na boca bem devagar, olhando o homem nos olhos. Cada vez ela metia mais e mais o pau do gostoso que tava prostituindo ela, fazendo ela parecer o que ele tava vendo que ela gostava: uma puta. A puta dele!. Naquele momento, vendo o deleite e a satisfação que o olhar dele dizia, entendi que ela não ia pagar a dívida com aquele homem até ele se cansar dela. Do sofá onde eu tava sentada, via a bunda dela empinada e a calcinha separando os lábios já inchados de tesão, enquanto a boca dela, escondida da minha vista, subia e descia fazendo um boquete que nem nas atrizes pornô eu tinha conseguido ver. Eu olhava cada vez mais excitada e quase sem me mexer, enquanto continuava bebendo do meu copo sem nem perceber. Por cima de mim... minha cunhada via o garanhão me olhando enquanto acompanhava com a mão a cabeça da amante dela, que subia e descia no pau dele. Ela desviou o olhar para a mesinha e fez um gesto pra eu cheirar a carreira que tinha sobrado. Balancei a cabeça dizendo que não, quase sem mexer. Começava a sentir cada vez mais calor. Eu estava paralisada com a cena. Mario puxou o sutiã de Rosa, deixando os peitos dela caírem, e sem soltar a presa da boca, aquilo dava um aspecto muito sexy e safado. Quase sem perceber, me ajoelhei no chão, peguei o canudo e, sem pensar, cheirei de uma vez a carreira de coca que subiu pelo meu nariz, explodindo no meu cérebro, fazendo lágrimas escorrerem e clareando minha cabeça de uma vez. Quando Mario viu que eu tinha aceitado o desejo dele, levantou a cabeça da minha cunhada do pau dele e apontou com a cabeça pra onde eu estava. Minha cunhada virou a cabeça, e um fio de saliva pendia do lábio dela. Ela aspirou e levantou os joelhos da cama, se aproximando de onde eu estava. Me levantei bem devagar, fiquei parada olhando pra ela. Os olhos dela estavam como que acesos (imagino que os meus estivessem iguais) e, lentamente, ela se aproximou de mim. A primeira coisa que notei foram os mamilos dela, grandes, dourados, principalmente como se destacavam no branco da parte que o biquíni impedia de pegar sol. Uns mamilos duros apontando pra mim. Minha buceta começou a segregar líquido. Sem parar de me olhar nos olhos, ela começou a desabotoar os botões da minha camisa, um por um. Muito devagar. Sem parar de me olhar. Por cima do ombro dela, eu via o cafajeste com a mão no pau dele, se masturbando sem parar de nos olhar. Duro como uma pedra. A glande congestionada pelo acúmulo de sangue. Quando voltei pra minha cunhada, ela já tinha aberto minha camisa e, tirando da minha saia, deixou cair no chão. Ficou no ar meu sutiã branco de renda, que eu tinha colocado pra ocasião e pra não aparecer com a camisa branca. Minhas mãos se acomodaram, cada uma sobre um peito. Tentando escondê-los apesar do sutiã. Minha cunhada continuou me olhando enquanto soltava o botão da minha saia e abaixava o zíper curto que a mantinha justa nos meus quadris. Deixou ela cair no chão. Senti o roçar da saia ao cair acariciando minhas coxas. Tirei um pé e com o outro afastei ela de nós. Minha cunhada aproximou a boca da minha e, sem dizer nada, enfiou a língua entre meus lábios tão suavemente que minha buceta começou a pulsar. Ao mesmo tempo, baixou as alças do meu sutiã até deixar cair meus peitos sobre o peito. Senti o peso dos dois e meus bicos desafiadores apontando direto pra minha cunhada (ela tinha uns peitos lindos, me peguei pensando naquele momento) enquanto sentia a língua dela procurando a minha e a mão dela procurando minha xota, afastando a calcinha e puxando ela pra baixo até descer pelas minhas coxas. Ajudei na tarefa tirando ela dos meus tornozelos. De repente, me vi nua no meio do quarto enquanto minha cunhada beijava meu pescoço e um cara que eu não conhecia se masturbava enquanto nos olhava. A cena, sinceramente, me deixou a mil. Minha cunhada se posicionou atrás de mim e, suavemente, me empurrou em direção à cama, me virando pro macho dela. Me fez ajoelhar e, com as mãos, engatinhar até chegar onde estava a pica do Mário. Sem precisar pedir, comecei a chupar bem devagar no começo e depois um pouco mais rápido, enfiando todo aquele falo na minha garganta, fazendo as ânsias encherem meus olhos de lágrimas. Não ia ficar atrás da minha cunhada. Aquele cara estava no céu. Duas gostosas como a gente brigando por ele. O sonho dele realizado, sem dúvida. Ele tava acostumado a pegar qualquer putinha vagabunda e não duas milfões de classe como a gente. Enquanto lambia a glande dele tentando fazer ele gozar, senti a língua da minha cunhada varrer minha racha de baixo até meu esfíncter, ensalivando e molhando, fazendo eu sentir O calor da língua dela. Um arrepio percorreu minha espinha e fez todos os meus pelos se eriçarem. Meus bicos estavam prestes a explodir e se quebrar em mil pedaços. A língua dela entrou dentro da minha buceta, fazendo meus lábios se abrirem. Um prazer estranho começou a percorrer minha barriga. Nunca tinha sido comida por uma mulher. Sentia como ela abria meus lábios com os dedos e chegava no clitóris, lambendo e chupando, fazendo eu explodir num orgasmo que, por eu ter a pica daquele cara na minha boca, só saía uns bufos abafados enquanto minha barriga tremia com os espasmos do gozo e minha buceta pulsava como se o coração bombasse todo o sangue nela. Minha cunhada não parava de lamber minha buceta e eu não aguentava mais. Precisava que me comesse. Precisava daquela pica dentro de mim. Dentro da minha buceta. Sem dizer nada, parei de chupar. Virei de costas pra ele, de quatro, como tava até agora. Precisava que me montasse. Precisava que me possuísse. Que me fizesse dele. Que me fodesse como uma puta. Não tava consciente dos meus atos. Não pedi proteção. Tava pouco me fodendo. Não pensava. A sensatez tinha sumido da minha vida. Era um bicho no cio. Não importava quem me fodesse. Era nisso que eu tava pensando quando o Mario, entendendo o que eu queria, se ajoelhou atrás de mim. Cuspiu na minha xereca, apoiou a cabeça da pica na entrada e, sem avisar, me penetrou de uma estocada, me machucando. Gritei, de dor, de prazer. As lágrimas vieram nos meus olhos. Ele pareceu se excitar com o grito e, agarrando minha cintura, começou a me penetrar cada vez mais rápido, cada vez mais forte. Minha cunhada se posicionou no pé da cama, me segurando. Segurando a mulher pro macho dela enquanto ele me montava e me chamava de tudo. "Você gosta, raposinha? Pode crer, já comi umas vadias mais putas que você e elas não aproveitaram o que você tá aproveitando hoje!" Minha cabeça ia e vinha com cada estocada do meu macho. Siiiim! Também era meu macho naquele momento. Não Ela não parava de gemer a cada enfiada do pau dele. De vez em quando, um grito e um suspiro escapavam da minha garganta enquanto sentia o pau perfurando minha buceta e lambendo minha xota, alargando ela. "Vou encher sua buceta de porra, putinha! Você vai dormir com seu marido com a buceta cheia de leite de outro cara!" Ele dizia sem soltar minha cintura, me penetrando como se quisesse me partir ao meio. De repente, minha visão começou a embaçar de novo, sentindo o prazer subindo da minha buceta, passando pela minha barriga e se espalhando por cada canto do meu corpo, enquanto minha boca se abria e eu ofegava, e não ouvi mais nada. Comecei a sentir o pau dele inchando, pronto para se esvaziar dentro de mim. E de repente senti a primeira descarga, quente, grossa, abundante, e não me lembro de mais nada. Só os gemidos e bufadas do macho que estava me montando, e de repente a escuridão, o desmaio, o êxtase. Acordei nua, encolhida sobre mim mesma, me abraçando sozinha. Senti o frio da manhã acariciando meu corpo. Levantei a cabeça para me situar. Não lembrava de nada naquele momento. Vi um pé de mulher pendurado na cama e a mão de um homem do outro lado, e dormi de novo, esperando... CONTINUA.

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