Bem-vindos
A seguir, vou contar pra vocês uma parada que rolou comigo numa viagem uns anos atrás.
Me apresento: sou o Seba, hoje tenho trinta e poucos, mas na época dessa história eu tinha uns 22 anos — e isso que aconteceu nunca vou esquecer...
Fazia um tempo que eu trabalhava pra uma empresa fazendo instalações elétricas em casas e tal (TTambém tenho histórias com clientes, mas isso eu conto em outra oportunidade.). Naquele ano, eu tava com a ideia de juntar uma grana e tirar uma licença bem boa. Questão que acabei decidindo ir num cruzeiro pro Caribe por 15 dias.
Passaram-se os meses e finalmente chegou o dia da partida. Pra ser sincero, tava há um tempão sem meter e queria tirar o atraso com quem fosse.
O primeiro dia foi meio decepcionante, ficou chovendo quase o dia inteiro e a noite toda, então passei o tempo explorando o que o cruzeiro tinha pra me entreter. Fiquei um tempinho no cassino e consegui localizar umas veteranas que estavam fortinhas, ou como diria meu parceiro de trampo Rafa, umas PETERANAS. Num momento, puxei conversa com uma mulher na casa dos quarenta e poucos, a senhora era muito gostosa, uns 1,80 de altura. Tinha um belo par de peitos bem redondos e firmes que brigavam entre si pra pular do decote enorme que ela tava usando, com certeza eram operados. O corpo dela era durinho, nada de gordurinhas ou quilos a mais. O vestido longo dela me deixava ver o volume que a bunda dela fazia, também parecia operada, bem redondinha e empinada. A gente conversou por um tempo. A senhora percebeu minhas intenções de longe e se mandou, dando a desculpa de que o marido dela tava esperando pra jantar. Pra resumir, não rolou nada naquela noite, nem nas 5 seguintes. Foi quando a gente chegou na parte do Caribe que a coisa ficou interessante. Durante o trajeto do navio, a gente parou algumas vezes pra pegar gente, uma dessas paradas foi no norte do Brasil, onde o cruzeiro ganhou mais cor por causa das mulheres brasileiras deliciosas que embarcaram, e as condições climáticas também mandaram bem, a temperatura subiu, quase nenhuma nuvem pra se preocupar, tudo caminhando bem. Mais ou menos no dia 7-8, eu levanto, tomo um café da manhã caprichado e saio pro convés pra ver o panorama. De um lado, tinha umas piscinas cheias de gente tomando sol e se banhando, e do outro, tinha uns bares tipo quiosques com teto de palha e estrutura de madeira. Decidi dar uma volta pelos quiosques pra ver qual era. Cheguei num que tava num canto e, de cara, pude ver a bunda mais gostosa que já vi na vida, pertencia a uma morena de uns 1,70 mais ou menos, o cabelo preto e liso dela batia na cintura, bem onde começava aquela bunda linda. Nem pensei duas vezes e fui sentar do lado dela. Quando vi ela por completo, fiquei de queixo caído. Ela tava usando um bikini preto lindo, a primeira coisa que vi foi o rosto dela, parecia um anjo, aí baixei o olhar e admirei os peitos dela, bem firmes e redondos, não tão grandes como os da coroa que eu tinha cruzado, esses eram menores mas mais apetitosos. Parei de olhar antes que ela percebesse, sentei e pedi uma caipirinha pro barman. Assim que ele me entregou o copo, tomei um gole e olhei pra gostosa que tava do meu lado, ela tava entretida com o celular até que criei coragem e falei com ela.
-Oi.
-Oi. ela respondeu. Naquele momento eu soube que essa mina era uma das brasileiras que tinham subido dias atrás.
-Tudo bem?
-Tudo bem. ela respondeu com aquele sotaque carioca característico.
-Como tão as férias?
-Tá show, e você?
-Espetacular, você fala espanhol muito bem.
-Valeu, trabalho numa agência de viagens e tenho que saber falar espanhol fluente.
-Demais.
-Argentino, né?
-Sim, como você soube?
-Pelo jeito que você fala e se expressa.
-Ahh hahaha sim, que sorte você falar espanhol, senão eu ia ficar na vontade de conversar com você, não sei nada de português.
-hahaha tá tranquilo, se quiser posso te ensinar um pouco.
-Sim, ótimo, mas tem paciência comigo, não sou bom aluno....
A conversa continuou enquanto os drinks iam e vinham, descobri que o nome dela era Sophia, morava em São Paulo e tinha 27 anos. Depois de quase uma hora e uns quantos drinks, notei que ela já tava meio alterada pelo álcool e enquanto falava, se embolava. Era hora de levar as coisas pra outro lado, tava prestes a convidar ela pra ir até a piscina quando chegou uma amiga dela e pediu ajuda, que outra amiga tinha enchido a cara e tava perdida. Enfim, Sophia falou que a gente se via mais tarde, nos despedimos com um beijo bem perto da boca e ela foi embora. Nessa altura eu já tava de pau duro e fiquei no bar até a excitação passar.
Passei o resto do dia na minha, mas sempre de olho pra ver se a Sophia aparecia pra continuar o que a gente tava começando.
Não foi até a noite que a vi de novo. Tinha terminado de jantar e fui pros mesmos quiosques que agora tavam com um clima de festa total, gente dançando com pouca roupa por causa do calor. Chego no balcão onde a gente tinha se encontrado mais cedo. Lá estava ela, dessa vez com um biquíni branco super cavado, tanto a parte de cima quanto a de baixo tinham renda que deixava ela ainda mais gostosa.
Me aproximei e continuei a conversa que tinha ficado pendente, ela falando umas palavras em português e eu repetindo igual um papagaio. Num momento pedi uns tequilas, a gente tomou com o sal e limão certinho e, quando baixei os copos, não me segurei e meti um beijão nela. No começo percebi que ela ficou surpresa, mas logo se animou e correspondeu o beijo. Já tava bêbado e sem vergonha, então enquanto beijava ela, passei a mão pela nuca dela e fui descendo até aquela bunda enorme que ela tinha, tava bem firme e minha mão não dava conta de pegar tudo. Ela mexia as pernas pra roçar nas minhas, e assim, sem mais, convidei ela pro meu quarto.
Entramos nos beijos pela porta e fui direto pra cama. Parei com ela nos meus braços, de costas pra cama, levantei ela pelas nádegas e joguei na cama. Ela caiu e os peitos dela pularam como se quisessem sair do biquíni. Ela se sentou, soltou a parte de cima e deixou as meninas livres. Eram mais lindas do que eu tinha imaginado, bem redondinhas, com os mamilos escuros e duros apontando pra mim.
— Espera. — ela disse.
— O que foi, bebê?
— Apaga a luz e vem. A verdade é que eu não queria apagar a luz, queria ver ela toda pelada, aquele corpo não podia ficar só na minha imaginação, eu tinha que apreciar tudo, mas não quis perder uma foda por uma besteira e apaguei a luz. Subi na cama andando de joelhos até sentir as mãos dela percorrendo meu torso. Ela se grudou em mim e me beijou na boca, depois um beijo no pescoço, um nos meus peitorais e assim até chegar na minha sunga, e tirou ela. Puxou de uma vez igual minha cueca boxer, quando meu pau ficou de fora, ela subiu de novo pra me beijar enquanto me masturbava. Desceu outra vez, encostou meu pau no meu umbigo e passou a língua das minhas bolas até a ponta, indo e voltando umas duas vezes. Depois soltou e começou a chupar bem devagar, com bastante língua. Voltou pras minhas bolas de novo, alternou entre uma e outra e voltou com a língua até a cabeça. Aí começou a chupar mais forte, meu pau entrava e saía da boca dela, cada vez mais fundo, até que não tinha mais o que engolir. Com o pau inteiro na boca, ela balançava a cabeça pra frente e pra trás. Tava comendo a boca dela! Continuou assim até quase me fazer gozar.
— Não goza ainda, meu amor, quero mais pau.
— Tá bem, bebê, mas se continuar assim não vou aguentar. Deixa que agora é minha vez.
— Tem certeza?
— Sim, deixa eu comer você toda.
Ela se afastou pro outro lado e disse:
— Tem uma coisa que não te contei.
— O que foi?
Ela ficou em silêncio por um momento e disse:
—Sou uma transexual, desculpa não ter te falado nada, queria te contar, mas me deixei levar.
Naquele momento achei que o barco ia virar, não podia ser, era a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na vida e descobri que era travesti. Ela ficou em silêncio, pensei em tirar ela do quarto na hora, mas depois daquele boquete não dava pra deixar ela ir embora. Percebi que ela tinha saído da cama e tava andando. Acendeu a luz e começou a procurar a parte de cima do biquíni, pude ver o que ela escondia debaixo da tanga. Tava excitada e dava pra ver um volume sobressaindo. Notei que ela tava triste enquanto vestia o biquíni e, quando foi em direção à porta, pulei da cama e peguei na mão dela.
— Por favor, fica. — falei, virei ela, encostei no meu corpo e beijei. Ela me abraçou na hora e apagou a luz de novo. Depois da notícia, meu pau tava mole, mas a Sophia cuidou disso. Agora deitada de bruços, ela chupava com voracidade, até melhor do que antes. Enquanto ela me chupava, eu passava a mão no cabelo dela e empurrava a cabeça pra ela se engasgar. Continuou assim por um tempo até começar a me beijar desde a barriga até terminar com nossas línguas se encontrando. Fiquei por cima dela e desci as mãos até tirar a tanga, percorri as coxas dela até chegar no pau. Tava durasso, era menor que o meu, mas um pouco mais cabeçudo e circuncidado. Tomei impulso e comecei a chupar, primeiro uns beijos na cabeça e fui enfiando mais do pau dela na boca aos poucos até que tava tudo dentro. Engasguei um pouco, soltei, respirei fundo e continuei. Agora eu lambia desde a cabeça até onde começavam os ovários dela, repetidamente. Depois foi a vez deles, enquanto eu masturbava ela. Ela me pegou pelos ombros como se fosse me puxar pro rosto dela, nos beijamos com paixão e então ela ficou de quatro, apontando a bunda pra mim. Aproximei minha boca e comecei a comer ela também. Minha língua entrava e saía, depois um dedo, depois dois, até que, já com a camisinha colocada, meti. Esse rabo era um deleite, bem apertadinho e quente. As nádegas dela batiam contra meu púbis com força, ela se deixou cair, deixando a bunda ainda mais acessível, eu bombava e a Sophia gemia que nem uma louca, isso me excitava ainda mais. Trocamos de posição, agora eu tava embaixo e ela pulava no meu pau, sentia a piroca dela quicando na minha barriga e isso me deixou a mil. Peguei ela pela cintura e comecei a comer ela que nem um animal, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes até que ela sentou com força em cima de mim, pude sentir o gozo dela jorrando na minha barriga, até caíram umas gotas no meu peito. Ela se jogou em cima de mim, ofegante, começou a beijar meu pescoço e desceu até meu pau, que naquela altura parecia o mastro de um navio. Tirou a camisinha com carinho e começou a chupar, dessa vez já foi direto ao que queria, a boca dela subia e descia rápido, de repente parou, desceu até minhas bolas, mas dessa vez não parou, continuou até meu cu. Meu Deus, nunca tinha sentido nada igual, a língua dela parecia ter vida própria, enfiava, tirava, fazia círculos, enquanto me masturbava com uma mão e me amassava as bolas com a outra.uma verdadeira especialistae, sem aviso nenhum, ela soltou minhas bolas na mesma hora que a boca dela voltou pro meu pau já prestes a explodir, ela enfiou um dedo e foi o suficiente. Gozei na boca dela, enchendo ela toda, ela gemia e lambia minha glande pra não sobrar nada, engoliu tudo, subiu e me deu um beijo na bochecha. Não conseguia acreditar no que tinha acontecido, nunca tinha gozado tanto na minha vida, nunca tinham feito nada igual comigo, tava exausto e ela também, nos abraçamos e dormimos do jeito que estávamos.
Bom, aqui termina esse relato, pessoal. Muito obrigado por lerem. Se gostaram, me avisem, porque tenho mais dessas histórias pra escrever. Essa história me fez conhecer uma parte da sexualidade que eu não conhecia. Desejo a todos que se divirtam tanto quanto eu naquele dia. Embora tenha sido uma experiência linda, não foi a melhor, então ainda tenho muito pra contar pra vocês. Boa noite.
A seguir, vou contar pra vocês uma parada que rolou comigo numa viagem uns anos atrás.
Me apresento: sou o Seba, hoje tenho trinta e poucos, mas na época dessa história eu tinha uns 22 anos — e isso que aconteceu nunca vou esquecer...
Fazia um tempo que eu trabalhava pra uma empresa fazendo instalações elétricas em casas e tal (TTambém tenho histórias com clientes, mas isso eu conto em outra oportunidade.). Naquele ano, eu tava com a ideia de juntar uma grana e tirar uma licença bem boa. Questão que acabei decidindo ir num cruzeiro pro Caribe por 15 dias.
Passaram-se os meses e finalmente chegou o dia da partida. Pra ser sincero, tava há um tempão sem meter e queria tirar o atraso com quem fosse.
O primeiro dia foi meio decepcionante, ficou chovendo quase o dia inteiro e a noite toda, então passei o tempo explorando o que o cruzeiro tinha pra me entreter. Fiquei um tempinho no cassino e consegui localizar umas veteranas que estavam fortinhas, ou como diria meu parceiro de trampo Rafa, umas PETERANAS. Num momento, puxei conversa com uma mulher na casa dos quarenta e poucos, a senhora era muito gostosa, uns 1,80 de altura. Tinha um belo par de peitos bem redondos e firmes que brigavam entre si pra pular do decote enorme que ela tava usando, com certeza eram operados. O corpo dela era durinho, nada de gordurinhas ou quilos a mais. O vestido longo dela me deixava ver o volume que a bunda dela fazia, também parecia operada, bem redondinha e empinada. A gente conversou por um tempo. A senhora percebeu minhas intenções de longe e se mandou, dando a desculpa de que o marido dela tava esperando pra jantar. Pra resumir, não rolou nada naquela noite, nem nas 5 seguintes. Foi quando a gente chegou na parte do Caribe que a coisa ficou interessante. Durante o trajeto do navio, a gente parou algumas vezes pra pegar gente, uma dessas paradas foi no norte do Brasil, onde o cruzeiro ganhou mais cor por causa das mulheres brasileiras deliciosas que embarcaram, e as condições climáticas também mandaram bem, a temperatura subiu, quase nenhuma nuvem pra se preocupar, tudo caminhando bem. Mais ou menos no dia 7-8, eu levanto, tomo um café da manhã caprichado e saio pro convés pra ver o panorama. De um lado, tinha umas piscinas cheias de gente tomando sol e se banhando, e do outro, tinha uns bares tipo quiosques com teto de palha e estrutura de madeira. Decidi dar uma volta pelos quiosques pra ver qual era. Cheguei num que tava num canto e, de cara, pude ver a bunda mais gostosa que já vi na vida, pertencia a uma morena de uns 1,70 mais ou menos, o cabelo preto e liso dela batia na cintura, bem onde começava aquela bunda linda. Nem pensei duas vezes e fui sentar do lado dela. Quando vi ela por completo, fiquei de queixo caído. Ela tava usando um bikini preto lindo, a primeira coisa que vi foi o rosto dela, parecia um anjo, aí baixei o olhar e admirei os peitos dela, bem firmes e redondos, não tão grandes como os da coroa que eu tinha cruzado, esses eram menores mas mais apetitosos. Parei de olhar antes que ela percebesse, sentei e pedi uma caipirinha pro barman. Assim que ele me entregou o copo, tomei um gole e olhei pra gostosa que tava do meu lado, ela tava entretida com o celular até que criei coragem e falei com ela.
-Oi.
-Oi. ela respondeu. Naquele momento eu soube que essa mina era uma das brasileiras que tinham subido dias atrás.
-Tudo bem?
-Tudo bem. ela respondeu com aquele sotaque carioca característico.
-Como tão as férias?
-Tá show, e você?
-Espetacular, você fala espanhol muito bem.
-Valeu, trabalho numa agência de viagens e tenho que saber falar espanhol fluente.
-Demais.
-Argentino, né?
-Sim, como você soube?
-Pelo jeito que você fala e se expressa.
-Ahh hahaha sim, que sorte você falar espanhol, senão eu ia ficar na vontade de conversar com você, não sei nada de português.
-hahaha tá tranquilo, se quiser posso te ensinar um pouco.
-Sim, ótimo, mas tem paciência comigo, não sou bom aluno....
A conversa continuou enquanto os drinks iam e vinham, descobri que o nome dela era Sophia, morava em São Paulo e tinha 27 anos. Depois de quase uma hora e uns quantos drinks, notei que ela já tava meio alterada pelo álcool e enquanto falava, se embolava. Era hora de levar as coisas pra outro lado, tava prestes a convidar ela pra ir até a piscina quando chegou uma amiga dela e pediu ajuda, que outra amiga tinha enchido a cara e tava perdida. Enfim, Sophia falou que a gente se via mais tarde, nos despedimos com um beijo bem perto da boca e ela foi embora. Nessa altura eu já tava de pau duro e fiquei no bar até a excitação passar.
Passei o resto do dia na minha, mas sempre de olho pra ver se a Sophia aparecia pra continuar o que a gente tava começando.
Não foi até a noite que a vi de novo. Tinha terminado de jantar e fui pros mesmos quiosques que agora tavam com um clima de festa total, gente dançando com pouca roupa por causa do calor. Chego no balcão onde a gente tinha se encontrado mais cedo. Lá estava ela, dessa vez com um biquíni branco super cavado, tanto a parte de cima quanto a de baixo tinham renda que deixava ela ainda mais gostosa.
Me aproximei e continuei a conversa que tinha ficado pendente, ela falando umas palavras em português e eu repetindo igual um papagaio. Num momento pedi uns tequilas, a gente tomou com o sal e limão certinho e, quando baixei os copos, não me segurei e meti um beijão nela. No começo percebi que ela ficou surpresa, mas logo se animou e correspondeu o beijo. Já tava bêbado e sem vergonha, então enquanto beijava ela, passei a mão pela nuca dela e fui descendo até aquela bunda enorme que ela tinha, tava bem firme e minha mão não dava conta de pegar tudo. Ela mexia as pernas pra roçar nas minhas, e assim, sem mais, convidei ela pro meu quarto.
Entramos nos beijos pela porta e fui direto pra cama. Parei com ela nos meus braços, de costas pra cama, levantei ela pelas nádegas e joguei na cama. Ela caiu e os peitos dela pularam como se quisessem sair do biquíni. Ela se sentou, soltou a parte de cima e deixou as meninas livres. Eram mais lindas do que eu tinha imaginado, bem redondinhas, com os mamilos escuros e duros apontando pra mim.
— Espera. — ela disse.
— O que foi, bebê?
— Apaga a luz e vem. A verdade é que eu não queria apagar a luz, queria ver ela toda pelada, aquele corpo não podia ficar só na minha imaginação, eu tinha que apreciar tudo, mas não quis perder uma foda por uma besteira e apaguei a luz. Subi na cama andando de joelhos até sentir as mãos dela percorrendo meu torso. Ela se grudou em mim e me beijou na boca, depois um beijo no pescoço, um nos meus peitorais e assim até chegar na minha sunga, e tirou ela. Puxou de uma vez igual minha cueca boxer, quando meu pau ficou de fora, ela subiu de novo pra me beijar enquanto me masturbava. Desceu outra vez, encostou meu pau no meu umbigo e passou a língua das minhas bolas até a ponta, indo e voltando umas duas vezes. Depois soltou e começou a chupar bem devagar, com bastante língua. Voltou pras minhas bolas de novo, alternou entre uma e outra e voltou com a língua até a cabeça. Aí começou a chupar mais forte, meu pau entrava e saía da boca dela, cada vez mais fundo, até que não tinha mais o que engolir. Com o pau inteiro na boca, ela balançava a cabeça pra frente e pra trás. Tava comendo a boca dela! Continuou assim até quase me fazer gozar.
— Não goza ainda, meu amor, quero mais pau.
— Tá bem, bebê, mas se continuar assim não vou aguentar. Deixa que agora é minha vez.
— Tem certeza?
— Sim, deixa eu comer você toda.
Ela se afastou pro outro lado e disse:
— Tem uma coisa que não te contei.
— O que foi?
Ela ficou em silêncio por um momento e disse:
—Sou uma transexual, desculpa não ter te falado nada, queria te contar, mas me deixei levar.
Naquele momento achei que o barco ia virar, não podia ser, era a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na vida e descobri que era travesti. Ela ficou em silêncio, pensei em tirar ela do quarto na hora, mas depois daquele boquete não dava pra deixar ela ir embora. Percebi que ela tinha saído da cama e tava andando. Acendeu a luz e começou a procurar a parte de cima do biquíni, pude ver o que ela escondia debaixo da tanga. Tava excitada e dava pra ver um volume sobressaindo. Notei que ela tava triste enquanto vestia o biquíni e, quando foi em direção à porta, pulei da cama e peguei na mão dela.
— Por favor, fica. — falei, virei ela, encostei no meu corpo e beijei. Ela me abraçou na hora e apagou a luz de novo. Depois da notícia, meu pau tava mole, mas a Sophia cuidou disso. Agora deitada de bruços, ela chupava com voracidade, até melhor do que antes. Enquanto ela me chupava, eu passava a mão no cabelo dela e empurrava a cabeça pra ela se engasgar. Continuou assim por um tempo até começar a me beijar desde a barriga até terminar com nossas línguas se encontrando. Fiquei por cima dela e desci as mãos até tirar a tanga, percorri as coxas dela até chegar no pau. Tava durasso, era menor que o meu, mas um pouco mais cabeçudo e circuncidado. Tomei impulso e comecei a chupar, primeiro uns beijos na cabeça e fui enfiando mais do pau dela na boca aos poucos até que tava tudo dentro. Engasguei um pouco, soltei, respirei fundo e continuei. Agora eu lambia desde a cabeça até onde começavam os ovários dela, repetidamente. Depois foi a vez deles, enquanto eu masturbava ela. Ela me pegou pelos ombros como se fosse me puxar pro rosto dela, nos beijamos com paixão e então ela ficou de quatro, apontando a bunda pra mim. Aproximei minha boca e comecei a comer ela também. Minha língua entrava e saía, depois um dedo, depois dois, até que, já com a camisinha colocada, meti. Esse rabo era um deleite, bem apertadinho e quente. As nádegas dela batiam contra meu púbis com força, ela se deixou cair, deixando a bunda ainda mais acessível, eu bombava e a Sophia gemia que nem uma louca, isso me excitava ainda mais. Trocamos de posição, agora eu tava embaixo e ela pulava no meu pau, sentia a piroca dela quicando na minha barriga e isso me deixou a mil. Peguei ela pela cintura e comecei a comer ela que nem um animal, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes até que ela sentou com força em cima de mim, pude sentir o gozo dela jorrando na minha barriga, até caíram umas gotas no meu peito. Ela se jogou em cima de mim, ofegante, começou a beijar meu pescoço e desceu até meu pau, que naquela altura parecia o mastro de um navio. Tirou a camisinha com carinho e começou a chupar, dessa vez já foi direto ao que queria, a boca dela subia e descia rápido, de repente parou, desceu até minhas bolas, mas dessa vez não parou, continuou até meu cu. Meu Deus, nunca tinha sentido nada igual, a língua dela parecia ter vida própria, enfiava, tirava, fazia círculos, enquanto me masturbava com uma mão e me amassava as bolas com a outra.uma verdadeira especialistae, sem aviso nenhum, ela soltou minhas bolas na mesma hora que a boca dela voltou pro meu pau já prestes a explodir, ela enfiou um dedo e foi o suficiente. Gozei na boca dela, enchendo ela toda, ela gemia e lambia minha glande pra não sobrar nada, engoliu tudo, subiu e me deu um beijo na bochecha. Não conseguia acreditar no que tinha acontecido, nunca tinha gozado tanto na minha vida, nunca tinham feito nada igual comigo, tava exausto e ela também, nos abraçamos e dormimos do jeito que estávamos.
Bom, aqui termina esse relato, pessoal. Muito obrigado por lerem. Se gostaram, me avisem, porque tenho mais dessas histórias pra escrever. Essa história me fez conhecer uma parte da sexualidade que eu não conhecia. Desejo a todos que se divirtam tanto quanto eu naquele dia. Embora tenha sido uma experiência linda, não foi a melhor, então ainda tenho muito pra contar pra vocês. Boa noite.
3 comentários - A surpresa gostosa da Sophia
Buenisimo me paso por tus posts