Olá, amig@s do poringa.net.
Depois de uns meses sem escrever aqui, tô de volta com minhas histórias nunca contadas.
Quero agradecer os comentários dos posts anteriores e também todos os novos seguidores. Valeu, galera. Adoro saber o que vocês pensam e o que meus posts provocam. Isso me dá ânimo pra continuar contando minhas histórias. Também não esqueço de quem prefere trocar ideia no privado e me conta suas fantasias. Obrigado, meninos e meninas. Bom, espero que comentem esse também e deem pontos. Assim a gente ganha mais medalhas e atrai mais gente pra essa comunidade linda.
Hoje apresento pra vocês a Mariela. Uma mulher gostosa de 40 anos, muito bem conservada. Esposa fiel e mãe dedicada, trabalhadora e super elegante. Doninha de um corpo lindo, desejoso de ser amado por um homem de verdade.
Tudo começou uns meses atrás, quando fiquei sem carro e tive que pegar o busão pra me locomover. Foi lá que conheci ela pela primeira vez. O busão lotado de gente e eu tive que viajar em pé. Quem anda de busão sabe do que eu tô falando. Gente amontoada e roçando um no outro. Sem querer, meu volume e a bunda da Mariana se encontraram. Tentei me ajeitar pra não parecer um tarado, mas era impossível. Até empurrava quem tava atrás de mim pra não ter contato com ela, mas tava tão cheio que por mais que tentasse, não conseguia me desgrudar. Ela sentiu minha tentativa de me afastar e até pediu pros de trás não empurrarem. Quando me virei, ela tava me olhando.
Eu: — Desculpa, senhora, não é minha intenção ficar tão colado na senhora, mas como cê vê, é impossível.
Mariana: — Relaxa, cada dia que passa viajar aqui tá pior.
Nas primeiras 5 das 20 quadras, entre apertos e meus pedidos de desculpa, meu volume e os glúteos dela se roçavam e tava cada vez pior. Ao sentir aquela bunda linda tão grudada na minha braguilha e com as roçadas, não consegui evitar que subisse. Tentando disfarçar, percebo que ela não tava tão... Desconfortável. Pelo contrário, ela acompanhava o movimento e mexia a bunda de leve, se ajeitando pra sentir bem meu pau.
Não podia acreditar que aquela mulher tava curtindo aquela situação.
Pra ter certeza de que não era coisa da minha cabeça, eu dava empurrõezinhos pequenos, mas fortes, como se estivesse pegando ela vestida.
Pra minha surpresa, ela cada vez mais empinava a bunda. O micro tava lotado de gente.
Minha mão acariciou a cintura dela, ela só ficou parada.
Minha mão foi pra frente, e ela colocou a bolsa na frente, como se estivesse escondendo minha mão.
Primeiro, acariciei a barriga lisa e perfeita dela, e fui descendo até deslizar minha mão na buceta gostosa e molhada dela. Ela não dizia nada, só disfarçava aquela situação tão quente.
Minha mão brincava com a buceta dela, e meu pau duro se enterrava na bunda redonda e perfeita dela.
Dava pra ver que ela tava se segurando pra não gemer. E o rosto dela ficava vermelho de tesão.
No auge do prazer dela, o micro foi esvaziando.
Tivemos que parar aquela brincadeira gostosa, e os dois disfarçamos.
Nos afastamos um pouco.
Mariela: Valeu pelo momento tão quente.
Vou descer aqui.
Eu: De nada, foi um prazer. Não me passa o número?
Ela só sorriu e desceu do micro.
Nossos olhares se encontraram pela última vez, enquanto o micro se afastava.
Eu fiquei com o cheiro dela na minha mão, que era uma delícia.
Cheguei no meu destino, e não conseguia tirar aquela mulher da cabeça.
Hora de voltar, depois de esperar o micro por mais de meia hora.
Só pensava naquela mulher, como queria vê-la de novo.
O micro chegou, e quando passei onde ela desceu, eu implorava pra vê-la subir de novo. Mas não foi assim.
Era quase impossível que acontecesse de novo.
No outro dia, a mesma coisa: subi no micro e ela não estava.
A decepção de não encontrá-la era terrível. Com certeza, nunca mais cruzaria com aquela mulher.
Fazendo minhas tarefas, parei de pensar nela.
Falei pra mim mesmo: já era.
Cheguei no meu destino, e era o último dia de serviço naquele lugar.
Hora de voltar. de novo a tortura de esperar o ônibus.
cansado, sentei no ônibus.
umas quadras adiante, minha grande surpresa.
ela subiu no ônibus.
nossos olhares se cruzaram e a gente se sorriu safadamente.
mariela: oi, como cê tá?
eu: agora que te vejo, tô muito bem.
mariela: uau, que galante, muito obrigada.
ela me contou que, igual a mim, ontem me procurou no ônibus e que o marido hoje levou ela até o trabalho.
eu: não me diga, eu também.
cê é casada?
mariela: sim, faz 20 anos. sou mãe de dois meninos, quase adolescentes.
e o de ontem não sei como explicar, cê vai pensar que sou uma puta. mas não é assim.
é a primeira vez que me deixo levar por uma situação parecida.
cê é casado? tem filhos?
eu: te entendo e peço desculpa. eu também me deixei levar.
e também foi minha primeira vez.
mas foi muito excitante tudo.
não, nunca casei. já tive parceiras, mas não de muitos anos igual você.
filhos não tenho.
mariela: que estranho um homem como você não ter sido fisgado. cê é muito gostoso.
desculpa, não acredito que tô flertando com alguém que não conheço kkkk.
eu: não pede desculpa, linda.
nunca traiu seu marido?
mariela: nunca, por isso não entendo o que aconteceu ontem e agora flertando com um estranho.
eu: bom, se te faz sentir melhor, que tal a gente se conhecer mais?
se cê tiver tempo, a gente pode ir na minha casa e se conhecer melhor, o que cê acha?
mariela: aii, não sei, na verdade, ir a um bar? é um risco, já tamo perto.
ir na sua casa também kkkk.
não sei. tô com medo e intrigante ao mesmo tempo.
eu: decidi rápido, tamo perto da minha casa.
acho que não vamos nos trombar de novo, hoje foi meu último dia de trabalho onde fui.
me fala como a gente faz.
mariela: ok, bora. mas tô com pouco tempo, viu?
ela pegou o celular e mandou uma mensagem pro marido.
chegamos e andamos uns quarteirões até minha casa.
mariela: não acredito. você mora aqui?
eu: sim, por quê?
mariela: meu marido trouxe uma vez o outro carro que a gente tinha aqui.
eu moro a quase 12 quarteirões daqui.
eu: então devo conhecer ele, sou o dono da oficina.
mariela: não acredito, haha.
dentro de casa, não perdemos tempo e nos beijamos apaixonadamente. nossas línguas se chocavam e dançavam uma dança excitante e cheia de tesão.
abraçados e esfregando nossos corpos, as carícias não demoraram a rolar.
mariela: meu deus, não acredito que tô fazendo isso.
como você beija bem.
deus, quanto tempo que não me sentia assim.
me fala que você tem camisinha, pelo amor de deus.
eu: claro, fica tranquila.
peguei ela pela mão e levei até o quarto.
continuamos nos beijando na beira da cama enquanto nossas roupas voavam pelo quarto.
ela tremia de nervoso e pedia desculpa por isso.
eu acalmava ela com beijos e carícias.
meus beijos no pescoço dela faziam ela delirar.
chupei os peitos dela e mordi de leve os bicos gostosos.
subi de novo pra beijar ela.
desci pro pescoço e virei ela de costas pra mim, sem parar de beijar e chupar o pescoço dela.
coloquei ela na beira da cama de quatro.
fui percorrendo as costas dela com a língua até chegar na bunda linda dela.
dando umas mordidinhas, ela gemia e pedia pra eu não marcar ela, por favor.
assim de quatro, eu tinha uma vista linda daquela buceta divina. buceta encharcada e aquele cuzinho redondinho fechado e perfeito.
minha língua começou a brincar na sua buceta suculenta.
mariana: mmmm nossa que suave que você é maury.... mmm
mmmm você gosta disso né mmmm.
eu: adoro sua buceta mamãe.
vou comer ela toda mmmm.
macia e sem pelo do jeito que eu gosto mmm.
mariana: é toda sua pra você fazer o que quiser com ela maury.
faz tempo que ela não tem uma alegria.
eu: não acredito seu marido tem que se acabar nessa delícia.
mariana: faz meses que não rola nada.
mais no dia que te conheci fui até a banca que fica sozinha. e não rolou nada.
ele não conseguiu me foder, fiquei puta e fui embora.
depois quando senti sua ereção me perdi.
eu: não acredito nisso gata.
minha língua fazia ela gemer que nem louca e mais ainda quando minha língua brincava com aquele cuzinho fechado.
mariana: mmm tô muito puta nossa.......
não acredito no que vou te falar?
quero chupar seu pau jááá.
não aguento mais de vontade maury.
eu me deitei na cama e ela de quatro que nem uma gata veio na minha direção.
começou a passar a língua da base até a ponta.
com chupadas suaves me fazia delirar de prazer.
era uma sucção suave mas constante.
eu: que gostoso como você chupa mamãe.
mariana: você gosta? pro meu marido eu faço sempre mas não rola nada.
eu: que idiota morro de vontade de te ter assim por horas mamãe.
mariana: que vontade de te agradar maury.
você tem um pau ideal pra isso.
chegaram 2 mensagens no celular dela. e enquanto me chupava o pau ela respondia.
mariana: desculpa tenho que responder pra não ter treta em casa.
eu: tá bom, gostosa, a gente não quer isso.
mas quando te vi com o celular na mão, me deu umas ideias.
Mariana: ideias?
Eu: sim, você fica tão gostosa chupando pau que eu queria tirar uma foto sua.
Mariana: assim? chupando o pau?
cê tá muito doido, haha.
Eu: eu adoraria.
Mariana: haha, cê é brincalhão e safadinho.
bom, se você gosta, a gente pode tentar. hahaha
Esticando meu braço, peguei a câmera na gaveta do criado-mudo.
Mariana: ah, tá, cê já deixa ela à mão pra qualquer emergência, hahaha.
então, vou continuar chupando e você brinca, hahaha.
mariana: tô bem assim? kkkk.
tô bem putinha, não fala nada kkkk.
eu: cê tá gostosa, amor, tá mó gata.
ela chupava mais e mais e terminava limpando meu pau com a língua dela.
mariana: mmm que pica boa.
gosto assim bem dura e grande igual a sua.
já quero sentir ela bem dentro de mim.
Ela subiu beijando desde meu pau até passar pelo meu peito, com um sorriso enorme me olhou e me beijou.
Com uma mão pegou meu pau e colocou sozinha na entrada da buceta dela.
Meu pau foi entrando bem devagar e bem apertado.
mariana: deus que pica boa mmmmm.
uffff como te sinto coração mmmm.
devagar amor mmmm sim devagar que gostoso.
sempre ter uma pica assim dentro de mim mmmm.
Em menos de 2 minutos o corpo dela tremeu de prazer.
mariana: não acredito que vou gozar mmmm.
ai sim maury mmm sim. ha ha ha deus meuoooooo.
sim mmmm toda gozada toda deusssssssss que pica boa.....
nunca gozei tão rápido. não aguento mais que gostoso que foi.
O telefone dela tocou de novo com uma mensagem nova.
Ela respondeu a mensagem de novo.
Mas enquanto ela escrevia pro marido, eu aproveitei pra foder ela.
mariana: que filho da puta não pode fazer isso comigo, enquanto escrevo pro meu marido.
Não tava nem aí, só queria continuar fodendo. Cada posição diferente era uma loucura pra ela.
Orgamos atrás de orgasmos, ela não parava de se surpreender como era gostoso foder com um homem de verdade.
A buceta dela se moldava ao tamanho do meu pau e pra ela era só prazer.
mariana: puta que pariu, tu é um touro, não acredito como tu come bem.
to sem muito tempo, love.
mas adoro foder com você.
eu: minha vida, tô perto de gozar. deixa eu te curtir mais um pouco.
mariela: desculpa, love, mas já ficou tarde demais.
vou te fazer gozar agora.
sem me dar nem chance.
ela botou a mão na massa. com muita qualidade, chupou minha pica deliciosamente.
chupava e batia uma punheta ao mesmo tempo.
eu: caralho, como tu é boa, gata.
já tô quase lá.
Já não aguentava mais e deixei um jato de porra sair.
As contrações do meu pau inundavam a boca dela.
Ela não parava de chupar e bater uma pra mim, mas com mais suavidade.
Aos poucos, foi engolindo minha porra grossa e abundante.
Meu pau ficou limpinho quando ela terminou o serviço.
Ela se levantou e, enquanto procurava a roupa, me perguntou se eu tinha gostado.
Mariela: enquanto me arrumo um pouco, vou no banheiro. Você me chama um Uber, por favor?
Ela se arrumou, enxaguou a boca e saiu feita uma deusa, como se nada tivesse acontecido, perfumando meu banheiro e meu quarto.
O Uber chega em 5 minutos. Ok, você é um doce, ela respondeu, e nos beijamos de novo.
Ela pediu meu número de telefone e depois foi embora.
Quase meia-noite, recebo uma mensagem dela.
Mariela: oi, lindo, obrigada pelo momento tão gostoso. Salva meu número.
Você sabe meus horários, mas quando puder, te escrevo de novo.
Você é a melhor coisa que me aconteceu em anos.
Beijinhos e descansa, tkm.
Assim, há meses sou amante dela. Quando contei que escrevia aqui, ela topou na hora e me deu permissão para publicar essa história linda.
___________________________________________CONTINUA__________________________________________________
PS: espero que gostem e comentem. Espero os pontos também, e quem quiser mandar privado, valeu também por passar pelos meus posts. Até a próxima.
_______________________________________________________________________________________MAURY-SOLO-YOU.__
Depois de uns meses sem escrever aqui, tô de volta com minhas histórias nunca contadas.
Quero agradecer os comentários dos posts anteriores e também todos os novos seguidores. Valeu, galera. Adoro saber o que vocês pensam e o que meus posts provocam. Isso me dá ânimo pra continuar contando minhas histórias. Também não esqueço de quem prefere trocar ideia no privado e me conta suas fantasias. Obrigado, meninos e meninas. Bom, espero que comentem esse também e deem pontos. Assim a gente ganha mais medalhas e atrai mais gente pra essa comunidade linda.
Hoje apresento pra vocês a Mariela. Uma mulher gostosa de 40 anos, muito bem conservada. Esposa fiel e mãe dedicada, trabalhadora e super elegante. Doninha de um corpo lindo, desejoso de ser amado por um homem de verdade.
Tudo começou uns meses atrás, quando fiquei sem carro e tive que pegar o busão pra me locomover. Foi lá que conheci ela pela primeira vez. O busão lotado de gente e eu tive que viajar em pé. Quem anda de busão sabe do que eu tô falando. Gente amontoada e roçando um no outro. Sem querer, meu volume e a bunda da Mariana se encontraram. Tentei me ajeitar pra não parecer um tarado, mas era impossível. Até empurrava quem tava atrás de mim pra não ter contato com ela, mas tava tão cheio que por mais que tentasse, não conseguia me desgrudar. Ela sentiu minha tentativa de me afastar e até pediu pros de trás não empurrarem. Quando me virei, ela tava me olhando.
Eu: — Desculpa, senhora, não é minha intenção ficar tão colado na senhora, mas como cê vê, é impossível.
Mariana: — Relaxa, cada dia que passa viajar aqui tá pior.
Nas primeiras 5 das 20 quadras, entre apertos e meus pedidos de desculpa, meu volume e os glúteos dela se roçavam e tava cada vez pior. Ao sentir aquela bunda linda tão grudada na minha braguilha e com as roçadas, não consegui evitar que subisse. Tentando disfarçar, percebo que ela não tava tão... Desconfortável. Pelo contrário, ela acompanhava o movimento e mexia a bunda de leve, se ajeitando pra sentir bem meu pau.
Não podia acreditar que aquela mulher tava curtindo aquela situação.
Pra ter certeza de que não era coisa da minha cabeça, eu dava empurrõezinhos pequenos, mas fortes, como se estivesse pegando ela vestida.
Pra minha surpresa, ela cada vez mais empinava a bunda. O micro tava lotado de gente.
Minha mão acariciou a cintura dela, ela só ficou parada.
Minha mão foi pra frente, e ela colocou a bolsa na frente, como se estivesse escondendo minha mão.
Primeiro, acariciei a barriga lisa e perfeita dela, e fui descendo até deslizar minha mão na buceta gostosa e molhada dela. Ela não dizia nada, só disfarçava aquela situação tão quente.
Minha mão brincava com a buceta dela, e meu pau duro se enterrava na bunda redonda e perfeita dela.
Dava pra ver que ela tava se segurando pra não gemer. E o rosto dela ficava vermelho de tesão.
No auge do prazer dela, o micro foi esvaziando.
Tivemos que parar aquela brincadeira gostosa, e os dois disfarçamos.
Nos afastamos um pouco.
Mariela: Valeu pelo momento tão quente.
Vou descer aqui.
Eu: De nada, foi um prazer. Não me passa o número?
Ela só sorriu e desceu do micro.
Nossos olhares se encontraram pela última vez, enquanto o micro se afastava.
Eu fiquei com o cheiro dela na minha mão, que era uma delícia.
Cheguei no meu destino, e não conseguia tirar aquela mulher da cabeça.
Hora de voltar, depois de esperar o micro por mais de meia hora.
Só pensava naquela mulher, como queria vê-la de novo.
O micro chegou, e quando passei onde ela desceu, eu implorava pra vê-la subir de novo. Mas não foi assim.
Era quase impossível que acontecesse de novo.
No outro dia, a mesma coisa: subi no micro e ela não estava.
A decepção de não encontrá-la era terrível. Com certeza, nunca mais cruzaria com aquela mulher.
Fazendo minhas tarefas, parei de pensar nela.
Falei pra mim mesmo: já era.
Cheguei no meu destino, e era o último dia de serviço naquele lugar.
Hora de voltar. de novo a tortura de esperar o ônibus.
cansado, sentei no ônibus.
umas quadras adiante, minha grande surpresa.
ela subiu no ônibus.
nossos olhares se cruzaram e a gente se sorriu safadamente.
mariela: oi, como cê tá?
eu: agora que te vejo, tô muito bem.
mariela: uau, que galante, muito obrigada.
ela me contou que, igual a mim, ontem me procurou no ônibus e que o marido hoje levou ela até o trabalho.
eu: não me diga, eu também.
cê é casada?
mariela: sim, faz 20 anos. sou mãe de dois meninos, quase adolescentes.
e o de ontem não sei como explicar, cê vai pensar que sou uma puta. mas não é assim.
é a primeira vez que me deixo levar por uma situação parecida.
cê é casado? tem filhos?
eu: te entendo e peço desculpa. eu também me deixei levar.
e também foi minha primeira vez.
mas foi muito excitante tudo.
não, nunca casei. já tive parceiras, mas não de muitos anos igual você.
filhos não tenho.
mariela: que estranho um homem como você não ter sido fisgado. cê é muito gostoso.
desculpa, não acredito que tô flertando com alguém que não conheço kkkk.
eu: não pede desculpa, linda.
nunca traiu seu marido?
mariela: nunca, por isso não entendo o que aconteceu ontem e agora flertando com um estranho.
eu: bom, se te faz sentir melhor, que tal a gente se conhecer mais?
se cê tiver tempo, a gente pode ir na minha casa e se conhecer melhor, o que cê acha?
mariela: aii, não sei, na verdade, ir a um bar? é um risco, já tamo perto.
ir na sua casa também kkkk.
não sei. tô com medo e intrigante ao mesmo tempo.
eu: decidi rápido, tamo perto da minha casa.
acho que não vamos nos trombar de novo, hoje foi meu último dia de trabalho onde fui.
me fala como a gente faz.
mariela: ok, bora. mas tô com pouco tempo, viu?
ela pegou o celular e mandou uma mensagem pro marido.
chegamos e andamos uns quarteirões até minha casa.
mariela: não acredito. você mora aqui?
eu: sim, por quê?
mariela: meu marido trouxe uma vez o outro carro que a gente tinha aqui.
eu moro a quase 12 quarteirões daqui.
eu: então devo conhecer ele, sou o dono da oficina.
mariela: não acredito, haha.
dentro de casa, não perdemos tempo e nos beijamos apaixonadamente. nossas línguas se chocavam e dançavam uma dança excitante e cheia de tesão.
abraçados e esfregando nossos corpos, as carícias não demoraram a rolar.
mariela: meu deus, não acredito que tô fazendo isso.
como você beija bem.
deus, quanto tempo que não me sentia assim.
me fala que você tem camisinha, pelo amor de deus.
eu: claro, fica tranquila.
peguei ela pela mão e levei até o quarto.
continuamos nos beijando na beira da cama enquanto nossas roupas voavam pelo quarto.
ela tremia de nervoso e pedia desculpa por isso.
eu acalmava ela com beijos e carícias.
meus beijos no pescoço dela faziam ela delirar.
chupei os peitos dela e mordi de leve os bicos gostosos.
subi de novo pra beijar ela.
desci pro pescoço e virei ela de costas pra mim, sem parar de beijar e chupar o pescoço dela.
coloquei ela na beira da cama de quatro.
fui percorrendo as costas dela com a língua até chegar na bunda linda dela.
dando umas mordidinhas, ela gemia e pedia pra eu não marcar ela, por favor.
assim de quatro, eu tinha uma vista linda daquela buceta divina. buceta encharcada e aquele cuzinho redondinho fechado e perfeito.
minha língua começou a brincar na sua buceta suculenta.
mariana: mmmm nossa que suave que você é maury.... mmm
mmmm você gosta disso né mmmm.
eu: adoro sua buceta mamãe.
vou comer ela toda mmmm.
macia e sem pelo do jeito que eu gosto mmm.
mariana: é toda sua pra você fazer o que quiser com ela maury.
faz tempo que ela não tem uma alegria.
eu: não acredito seu marido tem que se acabar nessa delícia.
mariana: faz meses que não rola nada.
mais no dia que te conheci fui até a banca que fica sozinha. e não rolou nada.
ele não conseguiu me foder, fiquei puta e fui embora.
depois quando senti sua ereção me perdi.
eu: não acredito nisso gata.
minha língua fazia ela gemer que nem louca e mais ainda quando minha língua brincava com aquele cuzinho fechado.
mariana: mmm tô muito puta nossa.......
não acredito no que vou te falar?
quero chupar seu pau jááá.
não aguento mais de vontade maury.
eu me deitei na cama e ela de quatro que nem uma gata veio na minha direção.
começou a passar a língua da base até a ponta.
com chupadas suaves me fazia delirar de prazer.
era uma sucção suave mas constante.
eu: que gostoso como você chupa mamãe.
mariana: você gosta? pro meu marido eu faço sempre mas não rola nada.
eu: que idiota morro de vontade de te ter assim por horas mamãe.
mariana: que vontade de te agradar maury.
você tem um pau ideal pra isso.
chegaram 2 mensagens no celular dela. e enquanto me chupava o pau ela respondia.
mariana: desculpa tenho que responder pra não ter treta em casa.
eu: tá bom, gostosa, a gente não quer isso.
mas quando te vi com o celular na mão, me deu umas ideias.
Mariana: ideias?
Eu: sim, você fica tão gostosa chupando pau que eu queria tirar uma foto sua.
Mariana: assim? chupando o pau?
cê tá muito doido, haha.
Eu: eu adoraria.
Mariana: haha, cê é brincalhão e safadinho.
bom, se você gosta, a gente pode tentar. hahaha
Esticando meu braço, peguei a câmera na gaveta do criado-mudo.
Mariana: ah, tá, cê já deixa ela à mão pra qualquer emergência, hahaha.
então, vou continuar chupando e você brinca, hahaha.
mariana: tô bem assim? kkkk. tô bem putinha, não fala nada kkkk.
eu: cê tá gostosa, amor, tá mó gata.
ela chupava mais e mais e terminava limpando meu pau com a língua dela.
mariana: mmm que pica boa. gosto assim bem dura e grande igual a sua.
já quero sentir ela bem dentro de mim.
Ela subiu beijando desde meu pau até passar pelo meu peito, com um sorriso enorme me olhou e me beijou.
Com uma mão pegou meu pau e colocou sozinha na entrada da buceta dela.
Meu pau foi entrando bem devagar e bem apertado.
mariana: deus que pica boa mmmmm.
uffff como te sinto coração mmmm.
devagar amor mmmm sim devagar que gostoso.
sempre ter uma pica assim dentro de mim mmmm.
Em menos de 2 minutos o corpo dela tremeu de prazer.
mariana: não acredito que vou gozar mmmm.
ai sim maury mmm sim. ha ha ha deus meuoooooo.
sim mmmm toda gozada toda deusssssssss que pica boa.....
nunca gozei tão rápido. não aguento mais que gostoso que foi.
O telefone dela tocou de novo com uma mensagem nova.
Ela respondeu a mensagem de novo.
Mas enquanto ela escrevia pro marido, eu aproveitei pra foder ela.
mariana: que filho da puta não pode fazer isso comigo, enquanto escrevo pro meu marido.
Não tava nem aí, só queria continuar fodendo. Cada posição diferente era uma loucura pra ela.
Orgamos atrás de orgasmos, ela não parava de se surpreender como era gostoso foder com um homem de verdade.
A buceta dela se moldava ao tamanho do meu pau e pra ela era só prazer.
mariana: puta que pariu, tu é um touro, não acredito como tu come bem. to sem muito tempo, love.
mas adoro foder com você.
eu: minha vida, tô perto de gozar. deixa eu te curtir mais um pouco.
mariela: desculpa, love, mas já ficou tarde demais.
vou te fazer gozar agora.
sem me dar nem chance.
ela botou a mão na massa. com muita qualidade, chupou minha pica deliciosamente.
chupava e batia uma punheta ao mesmo tempo.
eu: caralho, como tu é boa, gata.
já tô quase lá.
Já não aguentava mais e deixei um jato de porra sair. As contrações do meu pau inundavam a boca dela.
Ela não parava de chupar e bater uma pra mim, mas com mais suavidade.
Aos poucos, foi engolindo minha porra grossa e abundante.
Meu pau ficou limpinho quando ela terminou o serviço.
Ela se levantou e, enquanto procurava a roupa, me perguntou se eu tinha gostado.
Mariela: enquanto me arrumo um pouco, vou no banheiro. Você me chama um Uber, por favor?
Ela se arrumou, enxaguou a boca e saiu feita uma deusa, como se nada tivesse acontecido, perfumando meu banheiro e meu quarto.
O Uber chega em 5 minutos. Ok, você é um doce, ela respondeu, e nos beijamos de novo.
Ela pediu meu número de telefone e depois foi embora.
Quase meia-noite, recebo uma mensagem dela.
Mariela: oi, lindo, obrigada pelo momento tão gostoso. Salva meu número.
Você sabe meus horários, mas quando puder, te escrevo de novo.
Você é a melhor coisa que me aconteceu em anos.
Beijinhos e descansa, tkm.
Assim, há meses sou amante dela. Quando contei que escrevia aqui, ela topou na hora e me deu permissão para publicar essa história linda.
___________________________________________CONTINUA__________________________________________________
PS: espero que gostem e comentem. Espero os pontos também, e quem quiser mandar privado, valeu também por passar pelos meus posts. Até a próxima.
_______________________________________________________________________________________MAURY-SOLO-YOU.__
14 comentários - Mariela dando o cu no micro-ônibus. Com fotos.
Te sigo y espero nuevos realtos capo! + 10.
Abrazo desde Cordoba 😉
Sos lo más, flaco!