Bom, galera, faz um tempão que sou usuário do Poringa, mas essa é a primeira vez que posto algo. É meio longo, então peço desculpas adiantado. Meu nome é Matías, tenho 22 anos, meço 1,81, não sou muito bonito mas também não sou um horror, do meu físico salvo uns abdominais modestos e minhas costas largas (pelo que me dizem). Vim contar pra vocês como foi que comi minha sogra. Mas antes, uma pequena introdução: estou namorando há três anos; conheci a Camila numa festa de formatura, fomos amigos por um tempo até que criei coragem pra chamar ela pra sair, e desde então estamos juntos. Ela é uma gostosa, 1,70, cabelo castanho, peitos normais (do tamanho da palma da mão), mas com uma raba esculpida em mármore. Mas ela não é a protagonista dessa história. Minha sogra, chamada Graciela, é uma mulher divorciada de 47 anos, com uns peitos e uma bunda enormes. Quando jovem era muito bonita, igual a filha, mas os anos e o divórcio tinham cobrado o preço, e ela não estava muito bem cuidada. Ela sempre foi uma mulher reservada com o corpo, nunca vestia nada muito revelador, até que um dia algo mudou. Algo nela mudou, começou a ir pra academia e a se cuidar com a comida, a figura dela melhorou e, orgulhosa disso (suponho eu), começou a usar roupas mais provocantes e justas, e foi aí que comecei a ver ela com outros olhos. Tudo começou no verão passado. Minha namorada mora numa casa com piscina, por isso todo verão a família dela ocupa a casa dela hahaha. Num desses dias estavam todos: tios, primos, primas e a irmã aproveitando a água (e eu também). De repente, vejo minha sogra saindo de casa com um biquíni preto que nunca tinha visto antes. Foi aí que pude observar detalhadamente a nova figura dela: aqueles peitos lindos que se destacavam, a cintura fina, umas pernas torneadas e uma bunda dura e bem empinada, fruto da academia. Imediatamente, o tesão tomou conta de mim e senti a pica endurecer até quase passar o traje de banho pra mim. Ela se deitou numa espreguiçadeira, meio afastada do resto, pra pegar sol. "Essa é minha chance de começar a investir" pensei. Saí da piscina e me deitei numa espreguiçadeira do lado dela. Eu: E aí, sogrinha? Tô vendo que estreou o biquíni, hein. Graciela: siii. Comprei uns dias atrás, tô renovando minhas roupas de praia. Eu: bom, compra mais uns porque fica divino em você. G: hahaha ai, obrigada, mas pode falar a verdade, não precisa mentir pra agradar. Eu: tô falando sério, Gra, teu corpo fica lindo... quer dizer... tu tem um corpo lindo. G: sério que você acha? Eu: siim, claro. G: ai, obrigada, Mati, não sabe como me faz bem ouvir isso. Não sei se ela se fez de sonsa ou se não captou mesmo minha tentativa de cantada, mas beleza. A gente continuou falando mais umas besteiras. Nisso, eu tava com o pau duro, de olho nos peitos dela sempre que dava; acho que ela percebia. Num momento da conversa, surgiu o assunto de relacionamentos. G: desde que comecei a ir na academia, me sinto mais segura comigo mesma, gosto mais do meu corpo e gosto de mostrar um pouco, pelo menos. Quero conhecer alguém. Eu: acho legal; é bom estar num relacionamento, imagino que depois de todo esse tempo você sente falta disso (faz uns 7 ou 8 anos que ela é divorciada, nunca lembro direito haha). G: nãoo, menino, tá louco. Nessa eu não entro de novo, o que eu quero... é transar com alguém — ela fala bem baixinho, meio com vergonha. Eu: ahh, mas pra isso não precisa conhecer alguém novo, pode fazer com alguém próximo que você já conhece. G: é mesmo? E quem você me recomenda? — ela fala num tom meio safado e desafiador. Aí eu amoleci e soltei: "sei lá, um amigo", e o assunto morreu ali. (Sim, eu sei, fui um idiota.) Naquele dia, fiquei pra dormir na casa da minha namorada. A foda que eu dei nela naquela noite pensando na minha sogra não tem explicação; deixei ela de cama. Eu não conseguia dormir, revivia a conversa com a Graciela na minha cabeça sem parar; não conseguia me decidir. se eu tinha estragado minha chance ou se tinha feito o certo pra não foder o relacionamento com minha sogra. Tipo, escuto umas portas abrindo em casa, talvez era minha sogra (podia ser também a irmã da minha namorada), então resolvi arriscar. Levantei e fui pra cozinha. As luzes estavam apagadas, mas entrei mesmo assim. Quando entro, vejo a Graciela sentada na mesa. Tava com uma camisola branca tipo rendada, sem sutiã, dava pra ver os bicos quase furando o pano. G: aii, me assustou, Mati. Que idiota. Eu: desculpa, Gra, foi sem querer. Fiquei olhando o corpo dela de cima a baixo por uns segundos, sentia a pica crescendo. Então sentei do lado dela. Eu: ó Gra, sobre o que a gente conversou hoje... desculpa se de algum jeito te desrespeitei. G: que isso, menino? Kkkk se você não falou nada de ruim. Eu: tô falando daquilo que eu disse que você tem um corpo gostoso... e porque talvez pareci que tava dando em cima de você. G: e deu? Eu:... um pouco, sim. Sei que não é certo, mas você me parece uma mulher linda e divertida. Sei que é errado e não devia, mas ultimamente rola uma parada com você que não consigo controlar e toma conta de mim. Minha sogra ficou me encarando séria por uns segundos (que pareceram uma eternidade) até que chegou perto e me deu um beijo tímido. Respondi na hora, mas com um beijo mais safado, e aí a gente começou a se pegar de boca. Eu não acreditava, tava na cozinha da minha namorada beijando minha sogra! Sentia uma mistura de tesão, excitação e medo. Se alguém pegasse a gente, fodia tudo. Me afastei e fechei a porta. Minha sogra tirou a camisola, deixou cair no chão e ficou só de calcinha. Ver aquelas tetas de perto era um sonho realizado. Ela chegou perto, pegou na minha pica por baixo da calça e começou a bater uma. Eu enquanto pegava nas tetas e tentava chupar elas. Ela se abaixou, puxou minha calça e cueca pra baixo e meteu minha pica de uma vez na boca. boca. Como ela chupava, puta que pariu! Dava pra ver que na juventude ela passava o tempo inteiro mamando. Ela passava a língua no meu pau desde a base até a cabeça enquanto massageava minhas bolas. Depois trocava, chupava minhas bolas enquanto me batia uma. Tinha o pau inteiro encharcado de saliva. Agüentei uns 5 minutos assim até gozar. Um jato forte de porra saiu disparado e sujou a cara dela toda. A filha da puta se limpava com um dedo, levava a porra na boca e engolia olhando nos meus olhos, toda vadia. G: daqui você não sai até me comer, garoto. Mal ela disse isso, sentei ela na cadeira, tirei a calcinha fio dental e comecei a chupar a buceta dela. Aquela buceta linda, molhada e melada, nunca vou esquecer na minha vida. Ela fazia força pra não gritar, mas de vez em quando escapava um gemidinho. G: ai sim, que bom que você chupa!! Não para, não paraaa!! — ela falava baixinho. Brincava com o clitóris dela com a língua enquanto sentia ele endurecer. Fiquei assim um bom tempo até ela gozar. O corpo inteiro tremia. Eu já tava com o pau duro fazia um tempo, então sem dizer nada, encostei a Graciela na parede e meti de uma vez; ela soltou um gemido que não sei como ninguém ouviu. Comecei a bombar ela enquanto segurava a cintura com uma mão e uma goma com a outra, quando sentia que ia gozar, diminuía o ritmo e chupava o pescoço dela (tipo fazendo um chupão mas sem marcar). G: não para, cara, não para!!! Ai...sim sim sim, por favor não para...mete tudo em mim...sim sim, assim, não paraaa. Fiquei uns 10 minutos assim até começar a sentir a buceta dela se contrair, uma sensação maravilhosa. Graciela gozou e na hora desceu pra chupar meu pau. Não demorou muito até eu gozar, mas dessa vez enchi a boca dela de porra direto. Depois de satisfeitos, nos vestimos, conversamos umas besteiras (o clássico "ninguém pode saber") e fomos dormir. Com a Graciela a gente comeu umas duas vezes. umas vezes mais até que a putinha arranjou um namorado (que sorte que ela não queria um relacionamento, né?). Hoje ela me esqueceu, mas eu sonho com o dia de poder provar de novo aquela buceta milf.
8 comentários - Comi minha sogra gostosa