Minhas primas da capital 22

Domingo normalmente era dia de família, a gente se reunia todo ao redor da mesa e depois daquela comida especial que minha tia fazia, o papo se estendia até tarde, saboreando uns docinhos que meu tio trazia quando saía pra comprar o jornal. Era a hora em que todos os assuntos vinham à tona, geralmente coisas que a gente contava pra animar a reunião, pra fazer palhaçada. Minha prima Maite era especial, acho que ela inventava as histórias que contava, mas sempre fazia a gente morrer de rir. Naquele domingo, a coisa não parecia tão divertida. Meu tio estava com uma cara de enterro, e minha tia segurava a mão dele como se estivesse apoiando. Olhei pra Maria, ela pensava igual a mim: tinham nos descoberto mexendo nos vibradores e fazendo eles irem pra todo lado com a pica dura ou a buceta molhada. Me preparei pra bronca. Até agora nunca tinha sido repreendido por nada. Numa família convencional, as relações que a gente tinha entre nós seriam impensáveis e motivo pra um rompimento na hora, mas todos pensavam igual. Era uma sorte ou uma educação onde se dava prioridade ao respeito mútuo e à liberdade total. A gente se amava loucamente, todos. Eu, mesmo não sendo da família direta, era tratado igual aos outros. Depois de um primeiro momento de nos conhecermos, fomos aos poucos ganhando uma confiança que, sem ser um acordo tácito, era subentendida. O carinho era intocável, mas ao mesmo tempo a gente procurava dar aos outros tudo o que podia oferecer, sexo incluído, claro. As coisas rolavam naturalmente, não tinha sido necessário forçar a situação em nenhum caso, e isso criava um clima de tranquilidade onde se deixar levar era a melhor regra. Tanto meu tio Antonio, quanto minha tia Ana ou minhas primas Maria e Maite eram pra mim meus melhores amigos, meus confidentes e meus parceiros de aventuras. A confiança entre a gente nos fazia unidos como uma família, por isso qualquer problema que surgisse já estava resolvido de antemão pela boa vontade de todos. Antonio, diante da bagunça... O que nós, jovens, tínhamos, se levantou e, com uma pigarreada, chamou nossa atenção e nos calamos.
— Galera, eu e a Ana achamos que, felizmente, tudo vai bem na família e nos negócios. Com isso, queremos que vocês comecem a perceber que têm um futuro bem promissor, se trabalharem duro, claro. Por isso, gostaríamos que cada um de vocês direcionasse a vida para o que mais gosta, mas, se possível, continuar tocando as lojas. Juan, há um tempo falei com você sobre direcionar seus estudos para administrar a empresa. María e Maite, claro, podem fazer o que quiserem, mas seria ideal que ajudassem vocês.
— Com isso, o Antonio quer dizer que, se vocês forem se envolvendo aos poucos, a gente vai abrindo espaço para a transição gradual. A verdade é que gostaríamos de nos aposentar ainda jovens para aproveitar a vida ao máximo. Como mãe, amo todos vocês igualmente. Juan, mesmo sendo nosso sobrinho, conquistou nosso coração e se tornou merecedor da nossa confiança.
— Obrigado, tios. Estou emocionado, não esperava tantos elogios hoje e, principalmente, tanto carinho. Sim, sou sobrinho de vocês e amo vocês como se fossem meus pais, mas sempre vou respeitar o direito das minhas primas de serem elas a administrar as lojas.
— Obrigada, pai. Mesmo que você não dissesse, eu e a Maite já tínhamos comentado sobre a capacidade do Juan para fazer qualquer coisa. Ele se dedicar ao negócio da família seria o melhor que podia acontecer. Ainda não decidimos nosso rumo profissional, mas não nos importaríamos de nos integrar à mecânica empresarial.

Antonio se relaxou na cadeira. Para ele, não estava nada clara a disposição nossa, especialmente a das filhas dele, mas era um incentivo que elas se interessassem em trabalhar nas sapatarias.
— Pensamos que não custava nada vocês irem um dia às sapatarias para ver como o negócio funciona. Já aviso: não é só vender. Sapatos, tem que tratar bem os clientes e manter isso ao longo dos anos, comprar o melhor pelo melhor preço, e ganhar dinheiro suficiente pra reinvestir no negócio e aumentar os lucros a longo prazo. Falando assim parece fácil, mas tem que ficar todos os dias do ano pensando nisso.
- Me surpreendeu, cara, não esperava essa conversa hoje e me animou pra caralho. Amanhã mesmo vou passar na sua loja, quero reparar como você age e ver como você lida com a tia, acho que vocês formam um time dos sonhos.

Minha tia apertou a mão do Antonio, eu olhei aliviado pra Maria, a gente tinha se enganado, pensou merda e quis ter certeza. Peguei o celular e abri o app dos consoladores, ofereci pra Maria, ela apertou o dos pais dela e na hora se ergueu na cadeira, apertando com força a taça de conhaque que tinha na mão. Minha tia fechou os olhos e cravou as unhas na mão do meu tio. As coisas continuavam no rumo delas. Ainda passamos o telefone pra Maite participar também. Primeiro ela ligou pra mãe dela, pegou ela na cozinha e um gemido foi ouvido seguido de um barulho de pratos, tinham caído dentro da pia.
- Tá bem, amor? Aconteceu alguma coisa?
- Nada, fica tranquilo, os pratos escorregaram da minha mão.

Quando apertou o do Antonio, Maite demorou mais. Meu tio fechou os olhos e se segurou na borda da mesa. Quando conseguiu, levantou devagar, com o guardanapo tentou se cobrir, mas na braguilha marcava um volume bem evidente. Foi pra cozinha e ficou atrás da minha tia, enquanto soltava o laço do avental, colava o pau nas nádegas da Ana. Minha tia pendurou o avental e saiu dizendo:
- Ufa, tô meio tonta, vou deitar um pouco.
- Vou com você, Ana, também não me faria mal uma soneca.

Quando iam subindo a escada, minha tia já ia pegando no pau dele, com certeza não iam chegar na cama sem meter em qualquer buraco. Minhas primas e eu terminamos de arrumar a mesa. Maria colocou a louça na lava-louças enquanto eu passava por ali. atrás dela, fiz com ela o mesmo que o pai dela fez com a mãe dela. quando sentiu meu pau entre as nádegas dela, ela se levantou, apertando a saia entre as bandas, com certeza tava de fio dental. Maite viu a operação e pegou no meu volume por cima da calça, e imitando a voz da mãe dela disse:
- Uf, tô meio tonta, vou deitar um pouco.
Eu e María respondemos em coro:
- Vou com você, uma soneca não me cairia mal.

Ao passar pela porta do quarto dos meus tios, ficamos em silêncio, dava pra ouvir claramente:
- Minha nossa, Antonio, que pau enorme você tem.
- Principalmente quando enfio na sua buceta, mas prepara o cu também.
- Também? Você não prefere um boquete?
- Também, depois.

Na ponta dos pés, entramos no quarto da Maite. Minha prima continuou a brincadeira quando puxou minha calça pra baixo de uma vez:
- Minha nossa, Juan, que pau enorme você tem.
- Principalmente quando enfio na sua buceta, mas prepara o cu também.
- Ei! Peraí, e pra mim não tem nada?
- Tem sim, María, vocês duas vão ter o que quiserem, tô puta que o pau não cabe em mim de tão duro.
- Temos certeza, primo.

Maite, como sempre, foi a mais ousada e meteu o pau na boca, ofereceu minhas bolas pra irmã dela, e as duas cabeças se juntaram pra me chupar sem parar. Me pegaram de surpresa e meu pau foi subindo até ficar a 45 graus. Maite soltou, e foi ela quem procurou o pau com os lábios. María, enquanto enfiava um testículo na boca e sugava, passava a mão entre minhas nádegas. Eu só conseguia pegar nos peitos delas, e fiz com muito gosto. Cada uma no seu estilo me deixava louco de tesão. Maite procurou na gaveta da mesinha dela, a primeira coisa que tirou foi uma moeda, depois um tubo de creme. Não falaram nada, só disseram:
- Cara.
- Coroa.

A moeda no ar, eu acompanhei com o olhar. Caiu no dorso da mão da Maite, que cobriu com a outra mão. As três cabeças se inclinaram pra ver o resultado. Maite levantou os braços. Vitoriosa, ela tinha vencido e não soltou o tubo de creme. Minha pica ia entrar no cu dela. María aceitou, mas pediu pra ser a primeira. A irmã dela atendeu o desejo e, enquanto se despia toda, ela ficou me chupando a pica pra preparar ela pra buceta da irmã. Minha prima mais velha se ajoelhou na beira da cama, colocou a cabeça no lençol, abriu bem as pernas e os lábios rosados dela se escancararam, brilhando de tesão quando me aproximei. Maite, com a pica na boca, seguia meus passos e, quando o rosto dela encostou na bunda de María, soltou a pica e meteu a cara na buceta dela. Eu dei um tapa na bunda dela e empurrei. A buceta apertada de María se abriu, me deixando entrar. Minha prima mais nova não ficou só olhando: passou uma mão entre minhas pernas, amassando minhas bolas, e com a outra ia dilatando o próprio cu com o creme. Ela mandou eu me inclinar sobre a irmã dela. Fiz isso, segurando os peitos caídos de María, mas ela afastou minhas nádegas e lambeu meu cu. Me deu um susto que me encolhi. O dedo mindinho de Maite, lubrificado e recém-saído do cu dela, entrou no meu. Tive que deixar entrar. Pareceu pouco pra ela, igual pra mim, e trocou pelo dedo médio. A massagem que ela fez quase me fez gozar dentro de María, mas ela parou a tempo quando sentiu que minhas bolas se preparavam pra esporrada. Preferiu soltar meu cu por um momento e roçar o clitóris da irmã dela. Pode ter sido o que ela ouviu no quarto dos pais, ou o aperto que eu dei na cozinha, ou a moeda que tocou na buceta dela, ou o carinho da irmã no botãozinho que fez ela gozar. Não foi uma gozada normal: o orgasmo sacudiu ela dos pés à cabeça. Segurei ela pela cintura enquanto ela socava o lençol. Quando foi se acalmando, ela escorregou pra frente e ficou deitada de bruços. Quando minha pica saiu da buceta de María, pulou como uma mola pra cima, cheia de espuma branca. Maite já tava na mesma posição do lado dela. Tive que escolher entre a buceta da minha prima ou... A bunda dela... era uma pena deixar aquela buceta sem a ração de carne, então enfiei de uma vez. Já lubrificada com os fluidos da María, ela nem percebeu até se sentir cheia, mas já tinha sacado a ideia. - Porra. Aposta é aposta, você errou a entrada, garoto. Tive que recuar a contragosto, mas fiz o mais devagar possível. Ela mexia a bunda pra eu tirar logo, e quando saí, afundou a cara no colchão. A garota, apesar da idade, já tinha aprendido a dilatar o esfíncter. Quando apontei meu pau, vi o buraco aberto, a pele rosa forte escurecendo até o preto absoluto. Meio capuz entrou sem pressão, e a outra metade quase não resistiu; na verdade, meu pau se deformou antes do cu juvenil, mas o diâmetro do meu tronco teve que aguentar, e ela suspirou umas duas vezes. Me abaixei, como ela tinha me mandado fazer com a irmã, e apertei os bicos dos peitos dela. Entre meus dedos, eles se destacavam e roçavam o lençol, enquanto eu a perfurava, ela gemia baixinho. A irmã olhava do lado, retribuiu o carinho e começou a circular o clitóris dela. Maite tentou resistir, mas María sabia muito bem como tratar um clitóris e fez ela gozar. Foi um orgasmo explosivo, do nada ao tudo. Ela caiu esticada no lençol, me arrastando pra dentro dela. Tive que soltar os bicos dos peitos e me apoiar no colchão, mas consegui: meu pau não saiu, e continuei me enterrando nela. Ela nem tinha terminado de tremer sob os espasmos da gozada quando sentiu os meus, acompanhados de porra injetada a pressão. Fiquei deitado sobre ela, nossos pés pendurados pra fora da cama. Aos poucos, me escorri entre as duas irmãs. Se os pais tivessem entrado naquela hora, teriam encontrado três rabos, um deles escorrendo sêmen. Como prometi ao Antonio, no dia seguinte fui à loja. Cheguei um pouco antes de abrir pra ver como eles se organizavam. A mulher da limpeza logo deixou o chão brilhando. enquanto ela se secava, passei pro depósito, meu tio me apresentou pra balconista, era uma garota pequena, quase não tinha peito nem bunda, mas tinha umas pernas muito bonitas, mas o que mais me marcou nela foi o sorriso, com os lábios bem desenhados o rosto dela se iluminava. Meu tio nos apresentou, ela se chamava Elena e eu senti que também caí no gosto dela, desde aquele momento meu tio nos deixou pra eu me atualizar sobre a rotina da loja. Elena me explicou entre prateleiras cheias de sapatos como distinguir as várias referências, pra mim parecia impossível diferenciá-las, mas ela teve paciência e repetiu mil vezes. Cheirava a flores frescas, eu devia estar com cara de bobo quando tentava atendê-la, às vezes ela falava alguma besteira pra ver se eu tava prestando atenção, na verdade eu tava pensando em como aquela boca devia ser gostosa, sentia um formigamento nas mãos imaginando a maciez da pele dela e o toque dos peitinhos dela. Tão distraído que nem vi ela se aproximar, quando ela me deu um beijinho nos lábios nem reagi, ela teve que dar mais três pra eu descer da nuvem onde tava, meus olhos ficaram presos nos dela, uma faísca deve ter saltado, mas como se fossem atraídas por um ímã nossas bocas se juntaram. Empurrei ela contra uma prateleira cheia de caixas, segurei os pulsos dela e coloquei por cima da cabeça, minhas mãos foram por baixo da camisa do uniforme e encontrei os peitos dela debaixo de um sutiã pequeno, levantei até o pescoço dela e as duas pérolas ficaram nas minhas mãos. Só enchiam a palma da mão, mas estavam duras, nos beijamos com tesão, as línguas se encontraram e bebemos nossa saliva, ela me abraçou quando baixou os braços e me empurrou pra um canto mais discreto do depósito. Entre caixas de sapato ela baixou minha calça e procurou meu pau, segurou com força e bateu uma até deixar duro como pedra, se abraçou em mim enquanto sacudia o pau segurando pela cabeça, eu fui por entre as dobras da saia dela até Encontrei o zíper, puxei pra baixo deixando cair no chão, depois de apalpar a buceta peluda passei a mão por baixo da calcinha dela até separar os lábios e atacar o clitóris, gozamos juntos, parecia que tinha dado um treco nos dois ao mesmo tempo, abraçados e tropeçando pelo depósito, mais de uma caixa ficou manchada de porra e minha mão saiu molhada da buceta dela. Ficamos abraçados até os corações pararem de bater que nem tambores, quando conseguimos nos recompor saímos pra loja, já tinham acendido as luzes e era hora de abrir pro público. Antonio me perguntou como tinham sido as explicações da Elena, eu repeti o que a vendedora tinha me enfiado goela abaixo tantas vezes, ia acrescentar que ela era muito gostosa quando ele me apresentou à caixa. Pepita era uma mulher de uns quarenta anos, um pouco cheinha mas se cuidava muito, e com uma pele bem tratada e um cabelo perfeito estava linda. Meu tio pediu pra ela me explicar um pouco o funcionamento do caixa. A mulher abriu espaço no banco dela dentro da plataforma do caixa, fechou a portinha e ficamos apertados na frente da registradora e do computador, ela me explicou como fazer as notas e como usar a maquininha de cartão, a mecânica de cobrança não era muito difícil, o mais complicado era lidar com a caixa registradora, era um modelo muito antigo que meu tio se recusava a trocar, talvez porque combinava com a decoração antiga da loja, era a primeira que os pais dele montaram há muitos anos e isso fazia com que os clientes antigos viessem em peso. Eu sentia do meu lado que a Pepita estava desconfortável, não por causa da posição, o banco de madeira que mesmo acolchoado era duro e estreito, mas porque nossos corpos estavam colados, as bundas juntas se roçando o tempo todo, o quadril carnudo da caixa estava grudado no meu, tive que virar e passar um braço por trás dela que, mesmo sem tocar, fazia meu peito encostar no braço dela. Isso provavelmente a deixava ainda mais nervosa, porque eu Olhava e sorria sem vontade, se mexendo sem parar. Entendi e, com dificuldade, me levantei e fiquei atrás dela, no pouco espaço que a banqueta deixava até a parede — pelo menos ela podia sentar confortável. Pra prestar mais atenção no que a Pepita me explicava, me inclinei sobre as costas dela e coloquei o rosto do lado do dela; o cabelo solto dela roçava na minha cara e entrava no meu nariz. Ela, preocupada, prendia o cabelo atrás da orelha. Minha respiração perto do pescoço dela fazia ela ter arrepios, dava pra ver nos braços dela pela pele arrepiada. Ela também não conseguia ficar quieta no banco e, disfarçadamente, passava os dedos sobre os furinhos que marcavam o sutiã e apertava eles pra dentro. Quando me inclinei pelo lado esquerdo dela, a abertura da camisa deixava ver um pedacinho de peito, mas era o suficiente pra eu ficar mais de olho no decote dela do que na caixa. A caixa tava desconfortável, dava pra ver que não tava acostumada a ter um cara tão perto, e não parava de eliminar qualquer motivo de exibição da parte dela — toda hora fechava a camisa ou escondia os bicos pra disfarçar. Eu fiquei de pé, atrás dela, e vi que a mulher não conseguia se concentrar me tendo do lado, sabendo que dava pra ver um pouco dos peitos dela. Quando passei pro outro lado, já desanimado, sem querer roçuei as costas dela com a pica meio dura que pulsava por baixo da calça. Foi só um roçar, mas que percorreu da esquerda pra direita das costas dela; senti o canal da coluna dela. A mina ficou imóvel quando minha pica afundou entre os rins dela, e até se recostou pra trás — por uns segundos, ela me apertou contra a parede. Não fiz que percebi e continuei até passar pro lado direito dela. Ela devia ter muito trabalho atrasado, porque o braço direito dela não parava de bater nas teclas da máquina e esbarrava na minha braguilha a cada movimento. Me inclinei sobre o ombro dela; dali não tinha como olhar por baixo da camisa, e ela se acalmou ao se sentir segura. Coberta, mas minha boca perto do pescoço dela não deixava ela se concentrar. Eu não tinha intenção de fazer nada, porque não sabia como ela ia reagir, e com o Antonio voando perto e a Elena arrumando a vitrine, não achei adequado. Passei o nariz atrás da orelha dela sem tocar, só respirando e soprando ar morno nos fios de cabelo que entravam nela. Pepita, com cuidado pra não me encostar, tentava tirar os cabelos que a atormentavam, mas sem sucesso. Ela já não se concentrava em nada, ora abria e fechava a gaveta do dinheiro, ora pegava o telefone e desligava na hora. Ela se virava e me olhava sem ousar dizer nada. Tava claro que do meu lado ela ficava desnorteada, então eu me coloquei de novo atrás dela, assim ela se sentia mais segura. Eu me apoiei na parede enquanto ela me explicava não sei o quê, quando ela se esticou pra se sentar melhor, as costas dela encostaram em mim. Ela sentiu o estado em que eu tava e não se adiantou mais. Mexia as omoplatas e me dava uma massagem, talvez sem querer, na minha pica. No vão que as costas dela faziam, fui passando a mão na minha braguilha de cima a baixo, devagar, enquanto ela levantava e abaixava os ombros. Quando cheguei no fecho do sutiã, pressionei pra cima. A peça era linda, eu tinha visto ela por um segundo por baixo da camisa, mas era tão delicada que não aguentou a pressão e soltou. Pepita cruzou os braços na frente na hora. Meu tio, nesse momento, se aproximou da gente perguntando como tava indo o progresso. A garota, sem graça, não teve escolha a não ser se soltar e explicar pro meu tio o que tinha me ensinado. Vi os olhos do Antonio seguindo os movimentos dos peitos soltos por baixo da camisa. Ele já não olhava pra garota, tinha ficado besta imaginando o que tinha por baixo da roupa. Quando pareceu voltar à realidade, sorriu como quem acorda de um sonho. A garota não sabia o que fazer, porque o sutiã solto tinha subido até o pescoço, aparecendo no decote, enquanto os peitos iam pra lá e pra cá. Antonio foi prudente, mas tinha tido uma ideia. Foi pro escritório na hora, uma luz acendeu no telefone da caixa, ela tava ligando pra rua. Quando saiu, falou pra Pepita que iam trazer uma caixa com os uniformes novos e se elas podiam provar vários pra escolher o que mais gostassem. A menina hesitou, mas disse que morava longe e que, se saísse tarde, não dava tempo de comer e voltar na hora. Meu tio achou a solução na hora.
- Não tem problema, se vocês toparem, convido todo mundo pra almoçar, assim vocês têm tempo de provar com calma, vão vir várias peças, vocês podem escolher, o que acham?
- Beeem, mas vou ligar pra minha mãe pra avisar.
- E pra você tá de boa, Elena?
- Então, hoje mesmo meu namorado ia me buscar, vou ligar pra ele e dizer que tô fazendo compras no centro.
- Fechado, vou reservar uma mesa pra quatro no Mesón de Cantábria, a comida lá é especial, vocês vão gostar.

Quando Elena chegou perto do caixa, não passou despercebida a situação da Pepita, a camisa fina deixava os bicos dos peitos bem visíveis, além da renda do sutiã aparecendo entre os botões. Ela me olhou nos olhos, irônica, sabia que eu tinha tudo a ver com o acidente. A caixa se levantou com os braços cruzados sobre o peito e entrou no banheiro, as bochechas vermelhas de vergonha. Elena olhou pra minha braguilha e disse:
- Pô, Juan, sabia que você tinha um bom instrumento, mas não que fosse tão habilidoso.
- Juro que foi sem querer, Elena, ah! Não sabia que você tinha namorado.
- Você nunca perguntou, vou casar ano que vem.
- Sinto muito, bom, não quero dizer isso, mas sim que sinto pelo que rolou antes no depósito.
- Tá falando da punheta mútua que a gente fez? Eu não ia contar pro meu namorado, e você?
- Eu também não, claro. Você ficaria brava se eu dissesse que tem uma buceta muito apetitosa?
- Não, mas você ficaria bravo se eu dissesse que seu pau me fez gozar quando senti ele? a mão?
— Também não, você é uma garota especial, tenho certeza que seu namorado vai ficar encantado com você.
— Pois acho que sim, porque dou tudo o que ele me pede, às vezes até mais.
— Tipo mais o quê?
— Às vezes sou mais ousada que ele e quero experimentar coisas novas, ele é bem tradicional.
— Que pena, eu adoro experimentos, faríamos uma boa dupla.
— Tenho certeza, pode ser que a gente tenha uma chance antes do casamento.
— Vou sonhar com isso. A vendedora se afastou quando Pepita voltou, já arrumada, cada peito no lugar e o cabelo impecável, sorriu pra mim com a tranquilidade de quem se via perfeita de novo, não estava acostumada a perder o controle da sua típica monotonia. Na hora de fechar ao meio-dia, meu tio estava nervoso, dava pra ver a impaciência no jeito de andar, foi pro escritório e me pediu pra ajudar a tirar as roupas que tinham chegado, espalhamos no sofá e na mesa, descartou algumas que achava recatadas demais e escondeu numa gaveta, me deu uma piscada cúmplice. No restaurante, Antonio quis meter o louco, enquanto as meninas se arrumavam um pouco no banheiro, meu tio pediu pratos típicos de Santander, logo serviram as entradas, rabas, anchovas de Santoña, uma amostra de cozido montanhês e depois cada um pediu o que quis, leitão ou amêijoas à marinheira, de sobremesa os sobaos pasiegos e regados com orujo de Liébana. Antonio estava exultante, cada prato parecia delicioso e ele perguntava ao garçom o que tinha e de que parte da Cantábria era. Do nosso lado, um casal também comia, eram de Santander e estavam curtindo a comida da terra, enquanto olhavam o celular de vez em quando, estavam lendo algo que parecia interessar muito porque tinham muita cumplicidade. Antonio, talvez pela idade ou pela confiança que tinha, se inclinou pra Pepita e se aproximou dela no banco corrido que rodeava a mesa, Elena e eu fizemos o mesmo por afinidade. Conforme Antonio ia bebendo shots de orujo de Liébana, a ponta do nariz dela foi ficando vermelha, a da Pepita eram as bochechas. Abri o celular e apertei uma vez o botão do meu tio pra ver o efeito de perto, o garfo caiu da mão dele. Na próxima vez, ele foi pegar o shot de orujo e derrubou na mesa. Pepita olhou pra ele, perguntando com o olhar o que tava rolando, ele não tinha bebido tanto pra ficar bêbado, mas Antonio se afastou um pouco da mesa e mostrou pra caixa o problema. Ela arregalou os olhos assustada, por baixo do cinto tava saindo o pau vermelho. A mão do meu tio pousou na da Pepita em cima da mesa, ela queria se esquivar, mas ele puxava ela pra calça dele. Ela resistiu até convencer meu tio de que não queria colocar a mão na rola dele. Elena era o oposto, foi ela que pegou minha mão e colocou na borda da mesa, em seguida se inclinou pra alcançar a travessa no centro e apertou o peito dela na minha mão. Demorou um tempão pra se servir e me deu tempo de pegar o mamilo dela entre dois dedos. A mina sabia como levantar uma rola, logo meu pau escapou da cueca e desceu rastejando pela minha coxa. Ela voltou a pegar mais comida em outra travessa e se apoiou em cima do meu pau pra alcançar melhor, quando sentou, teve a habilidade de sentar levantando a saia pra trás. Ficou mais que claro quando ela abriu as pernas, roçando uma delas na minha, até deixou uma coxa em cima da minha e a outra quase a 90º. Meu tio passava o braço por trás da Pepita, ela se esquivava na medida do possível, dava pra ver ela esticar a saia quando meu tio escondia a mão debaixo da mesa. Elena, vendo que eu não tava me animando, achou que era por causa do casamento dela e me animou colocando a mão dela na coxa dela. Aí não tive mais dúvida, subi pela coxa dela roçando de leve, a cada centímetro a temperatura subia um grau. Quando cheguei na virilha, me preparei pra levantar a calcinha dela, mas só encontrei um matagal de pelo crespo. Não acreditei que tinha escapado pelo elástico, mas quando meus dedos tocaram a outra virilha e entendi que debaixo da minha mão estava a buceta inteira da Elena. Tendo a referência das duas virilhas, meu dedo do meio pegou o meio e não errou, ali encontrei o clitóris duro, acariciei levantando a pele, um pequeno glande pressionava meu dedo, a garota deslizou a bunda na borda do banco me oferecendo toda a buceta dela. Meu tio nos olhava de canto, via nossas mãos debaixo da mesa e a cara que a Elena fazia, ele tentava fazer algo parecido com a Pepita, mas a mulher resistia teimosamente, ele teve que desistir, a Pepita não cedia e o pau dele quase aparecia por baixo da toalha, meus dedos já cutucavam dentro da vagina da Elena, mas tive que parar quando meu tio chamou o garçom pedindo a conta, dei uma última passada no clitóris e tirei a mão para cima da mesa, a Elena se sentou direitinho e abaixou a saia e soltou meu pau. A Pepita foi a primeira a se levantar, ajeitou a saia se reafirmando na postura, já a Elena se segurava na minha mão apertando a teta no meu braço. Na loja não acendemos as luzes, fomos direto pro escritório e meu tio mostrou pra elas as diferentes opções que tinha encomendado, a Elena gostou de quase todas, juntas foram descartando as que não gostavam até sobrarem só três. A Elena não esperou a gente pedir, ali mesmo se trocou, o sutiãzinho cumpria a função sem esforço, até ficava um pouco grande e quando ela levantava os braços metade da teta escapava por baixo, quando foi trocar a saia lembrou a tempo que não tava de calcinha e colocou por cima da dela e depois deixou cair no chão. A Pepita ficou chocada com a falta de vergonha da vendedora, meu tio também, mas por outros motivos, não imaginava que a Elena fosse tão gostosa, mas o alvo dele era a Pepita. A mulher saiu pro depósito pra se trocar, quando voltou já vinha com o uniforme novo, na Elena caía melhor e ela gostava, mas nela não ficava confortável, a vendedora estendeu outro modelo e a Pepita Quis sair de novo pro depósito, mas Elena segurou ele pelo braço.
— Vamos, Pepita, você parece uma menina, tá com vergonha da gente ver a lingerie que usa?
— Não, é que... fico sem graça na frente dos homens.
— Dos homens? E quem vai te dar um conselho melhor que os homens? Seu Antônio tem um gosto refinado, olha só quando compra as coleções de sapatos, vendem na hora, e o João, apesar de novo, com certeza entende de mulher e não vai se assustar de ver uma garota de lingerie. Além disso, você compra as peças mais lindas, não quer exibi-las?

Enquanto dava esse discurso, foi tirando o uniforme pela cabeça dela. Pepita, sem estar convencida, resistia puxando a blusa pra baixo, mas Elena não se intimidou e continuou puxando até tirar. Pepita ficou de braços cruzados, escondendo o sutiã, mas todos nós elogiamos o gosto dela, e isso fez ela baixar os braços. Quanto mais a elogiávamos, mais orgulhosa ela ficava das peças íntimas. Nem percebeu que Elena não parou na blusa e puxou a saia, deixando ela só de calcinha e sutiã. Soaram os aplausos dos três. A verdade é que ela tava muito bem cuidada pros quarenta, era uma pena ver essa moça tão recatada sem nenhum namorado na lista e sem muita esperança de arrumar um.

Elena, com a mesma naturalidade com que tinha tirado a blusa, deu outra pra ela. A caixa vestiu rapidamente, esticando ao máximo pra cobrir a calcinha combinando com o sutiã grená de renda. A vendedora ajudou ela a vestir a saia nova. Elena também vestiu a blusa, mas já viu o quanto ficava horrível na Pepita e nem trocou a saia. A caixa concordou, era uma droga e caía péssimo. Não esperou Elena tirar e se despiu rápido.

Discretamente, apertei o botão do vibrador do Antônio, deixei o dedo pressionado por alguns segundos. Ele se encolheu como se tivesse levado um soco no estômago e, quando se levantou, já mostrava o volume na calça. o pau se marcava claramente sob o tecido fino do terno do Antônio. Elena ficou pasma, nunca tinha visto uma ereção tão grande e tão rápida, de relance olhou pra minha braguilha, realmente dava pra ver que eu tava duro, mas nem de longe igual ao do meu tio. Antônio olhou pra Pepita suplicante, ela tapou os olhos não querendo ver um pau daqueles, mas já tava decidido e abaixou o zíper da calça, Elena se agarrou em mim esperando ver aquilo, tudo foi lento até que o pauzão do Antônio saltou no meio do escritório, grudados nele dois ovos redondos presos por um anel. Elena, quando se recuperou, se aproximou pra ver com detalhe, eu seguia atrás, mas Antônio já tinha pegado a mão da Pepita que tava nos olhos, ela deixou dócil até sentir entre os dedos a dureza do pau, sem se virar apertou forte, Elena viu como as veias inchavam de sangue enquanto ela continuava de costas. - Desculpa, mas não devo fazer isso, não tá certo. - Como assim não deve, Pepita? Olha o que eu faço! Elena do meu lado tirou a blusa feia. - Não tá vendo o pau que você tem na mão? Quantos você já pegou assim? - Nenhum, é o único que toquei, ainda sou virgem! - Como virgem? Então já não lembra quando me ajudou outro dia? -disse meu tio- - Bem, é verdade, mas foi só pra te ajudar. - E não pode me ajudar agora? Tô tão mal quanto outro dia ou pior. - Se você não fizer, eu faço! –disse Elena- Isso pareceu animar ela mais, não queria ser rejeitada na frente de todo mundo e se virou, segurando com a outra mão a vara de carne do chefe. - Vamos, Pepita, não me obriga a chupar eu mesma. Elena também tinha tirado a saia de uma vez, ficando só de sutiã, o triângulo peludo da garota fez o pau do Antônio pular duas vezes na frente da Pepita, ela tava num dilema, por um lado não queria fazer, embora na buceta dela já escorressem os sucos há um tempo, e por outro não podia permitir que a Elena se adiantasse numa buceta que já tinha sido dela. Elena sabia tudo o que passava na cabeça dela e estava tentando de todo jeito empurrá-la pra buceta que tinha na frente. - Se você não quer, eu vou aproveitar, não tenho problema. A vendedora tirou o sutiã pela cabeça sem desafivelar, num puxão só, os peitos caíram juntos, eu ainda não tinha visto eles e amei, eram pequenos mas com uns bicos que superavam os das minhas primas, sobressaíam ameaçadores. Mesmo assim, Pepita era um mar de dúvidas, não esperou mais, Elena me pegou pela mão e me levou pra trás do caixa, levou ela até o fecho do sutiã pra eu soltar, eu já sabia como fazer e com dois dedos soltei, as alças pularam com força deixando as taças caídas sobre a barriga da Pepita, os dois peitos lindos praticamente intocados vibraram até tomar a forma natural, faziam umas curvas por baixo quase sem cair pelo peso mas com uns bicos centrados que já marcavam a dureza. Elena me incentivou e passei as mãos por debaixo dos braços dela pegando os dois seios, Pepita fechou os olhos querendo se esquivar da situação mas Antonio já tinha tirado a calça e a camisa, tinha ficado tão pelado quanto a Elena, mas com o anel vibrando no tronco da pica dele. Elena pegou no braço da Pepita, que ainda estava agarrada com as duas mãos na pica do meu tio, fez ela se ajoelhar na frente dele, a caixa não abria os olhos, mas Elena puxou as mãos dela e foi aproximando ela mesma a cabecinha do Antonio da boca dela, quando sentiu o calor no nariz, abriu a boca e meu tio se aproximou enfiando a glande entre os lábios da Pepita. Elena finalmente relaxou, tinha sido difícil mas tinha conseguido, eu coloquei minhas mãos nos peitos pequenos dela e, virando-se, ela me beijou na boca. Escolheu o sofá e, puxando de mim, me arrastou até me ter por cima dela, foi me despindo aos puxões, quando fiquei pelada me virou e me sentou no sofá, ela pulou. sobre minhas pernas e se deixou cair, meu pau escorregou entre os lábios dela e saiu na frente entre nós dois, entre os pelos dela parecia que era dela em vez de meu, na verdade era ela quem decidia onde devia entrar e resolveu logo, se levantou e molhou a buceta com saliva, quando se deixou cair de novo sentou sobre minhas pernas, meu pau era todo dela ou pelo menos estava no território dela. Vi o Antonio, agora era ele quem comandava a ação, tinha limpado a mesa e a Pepita estava deitada nela, com as pernas nos ombros do meu tio aguentando as investidas que ele dava na buceta dela, a garota gemia lastimosamente, mesmo transando não tava curtindo. A Elena também gemia, mas era de prazer, eu com meu pau fazia ela gozar, quando pulava em cima de mim lembrei. - Não tá afim de experimentar algo novo? - Tava esperando você pedir. - Então sou todo seu. - Queria sentir você dentro de mim por todos os lados. - Então tão faltando dois, sua boca e seu cu. - Primeiro vou experimentar com a boca. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e meteu o pau na boca, sugou e quase sumiu tudo. Meu tio tava de olho na gente e como tava, saiu e separou as pernas da Pepita, pegou uma cadeira e sentou na frente da buceta dela enquanto apoiava as pernas da mulher nos ombros dele, quando a língua lambeu do cu pra cima a caixa já não gemia de pena, gritava pedindo pra ele comer a buceta dela, mas não foi nada comparado quando ele mordiscou o clitóris, a mulher deixou cair as pernas dos ombros do Antonio e as segurou sobre ela abrindo, os lábios escorriam fluidos grossos que Antonio engolia avidamente. A Elena sentiu que meu pau inchava perigosamente e antes de tirar da boca dele lambeu de novo, quando sentou em cima de mim fez de costas, pela frente pegou o tronco e passou pelos lábios molhados dela, balançava como um limpador de para-brisa escolhendo destino, optou pelo buraco que faltava, e não hesitou, não vi os olhos dela mas só suspirou e disse. - Isso aqui é uma pica e não a do meu namorado, ele diz que não gosta de lá nem de chupar minha buceta. Me aproximei do ouvido dele por trás. - Ele tá perdendo, eu vou te foder no cu e depois vou chupar sua buceta até você gozar dez vezes nela. Percebi que ela gostou do exagero pelo aperto que deu com a bunda na minha pica. Meu tio acendeu uma luz, vendo na frente dele as nádegas abertas da Pepita e a buceta dela à disposição, também viu o círculo escuro que enfeitava o cu da Pepita, levantou e apoiou a cabecinha na buceta da caixa, ela abriu as pernas o máximo que pôde, os sapatos já tinha perdido antes, mas quando ele tirou a pica branca de espuma e apoiou no cu dela, não acreditou que ele seria capaz. Meu tio foi capaz, estava vendo como a Elena, prestes a se casar, estava enfiando minha pica no cu dela e não fazia com rancor, estava aproveitando bem, ele ia provar o cu da caixa, talvez ela fosse culpar ele pra sempre, mas aquele cu tinha que ser dele e que melhor ocasião do que ter a buceta e o cu dela pra escolher. Quando a Pepita gritou, a Elena apertou o esfíncter me dando a entender que ela não gritava, estava curtindo comigo dentro e notei principalmente quando coloquei meus dedos nos mamilos dela, foi como tocar um interruptor, pulou de repente e ficou parada, um tremor percorreu o corpo dela, a boca bonita se abria como se quisesse pegar mais ar, tive que me abraçar por trás dela pra não cair das minhas pernas com minha pica dentro, fiquei prolongando o orgasmo dela acariciando o clitóris, foram minutos longos, mesmo quando já achava que tinha passado, ainda dava espasmos. A Pepita já não gritava, só pedia mais e mais pica, a barra do Antonio parecia um êmbolo numa máquina a vapor, agora era ele quem segurava as coxas dela pra ela aproveitar só enquanto a puxava pra ele, a mulher estreou o primeiro orgasmo anal, nunca acreditou no que as amigas contavam, só uma tinha experimentado sexo anal e tinha Gozei, mas mal tinha aproveitado — ela não. Tinha sido tão intenso quanto na buceta, claro que a pica que estava dentro dela não ia estar na amiga, pensou enquanto o corpo dela se movia pra frente e pra trás em cima da mesa. Antonio se sentiu feliz quando viu Pepita apertando os próprios mamilos e puxando eles desesperadamente enquanto gozava, foi uma visão que acendeu a pica dele de vez. Deu duas enfiadas até o fundo e na terceira ficou cravado, parado. A mangueira que ele tinha entre as pernas começou a encher o intestino de Pepita. A mulher, com os braços caídos ao lado do corpo, respirava ofegante. Antonio quis testar como ela estava e roçou o clitóris dela. A mulher deu um pulo, se estremecendo toda — estava extremamente sensível, mas exausta.

Elena estava deitada no sofá, minha boca na buceta dela, minha língua passava da vagina pro clitóris. Ela ainda não tinha se recuperado do orgasmo anal que tinha curtido, mas com o quadril buscava minha boca, queria gozar também nela, como eu tinha prometido. Ela mexia a cintura pra eu alcançar todas as dobras da buceta. Quando me deu um tapa na bunda, entendi que queria chupar minha pica ao mesmo tempo. Deitei em cima dela, a gente comia as bocetas uma da outra ao mesmo tempo — ela engolia minha pica enquanto eu enfiava a cara entre os lábios dela. O que prometi, cumpri: quando ela gozou de novo, me inundou a cara de fluido. Aquela mina gostava de foder e fazia bem. Fiquei com pena de que, entre as virtudes do namorado dela, não estivesse a de foder. Talvez com um pouco de rancor do namorado dela, gozei dentro da boca dela. Ela engolia enquanto se enchia de porra, eu sentia no meu pau o movimento da garganta dela ao engolir.

Quando sentamos no sofá, meu tio estava ajudando Pepita a se levantar. Os mamilos dela estavam vermelhos de tanto puxar. O rosto dela já não era mais aquele indeciso e medroso que tinha entrado no escritório — agora estava radiante, cheia de porra do Antonio e a buceta cheia de sucos. Nos juntamos no centro do escritório. Faltava pouco pra abrir o... comércio, a Pepita me abraçou e disse.
-       Me permite um capricho?
-       Claro, o que você quiser.
Ela se ajoelhou na minha frente e enfiou meu pau na boca, não parou de lamber até deixar ele duríssimo.
-       Assim que eu gosto, já sei como você tirou meu sutiã antes.
No fundo do corredor ficava o banheiro, nós quatro entramos juntos no chuveiro, não dava pra se mexer, mas sentíamos o frescor da água por cima e o calor dos nossos corpos colados. Ao sair, cada um pegou sua roupa e fomos abrir na hora exata. Continua. Agradeço pelos comentários. Valeu.

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