Tudo pela minha luxúria - Capítulo 2

Olá, bem-vindos ao meu novo post, hoje depois de tanto tempo. Trago o segundo capítulo dessa história que criei. Espero que vocês gostem.


Tudo pela minha luxúria - Capítulo 2







Acordei da soneca que tirei na minha cama depois da minha sessão de sexo com meu namorado, e a primeira coisa que faço é ir pra sala pra ficar com ele, mas ele não estava. Revirei a casa inteira, mas com certeza ele não estava aqui.

Suspiro um pouco pensando que ele vai voltar e pego meu celular pra ligar pra minha amiga, ela atende na hora, super animada.

— Oi, Jéssica. Como você tá? — falei pra minha amiga enquanto ia pro quarto me vestir pra não continuar pelada.

— Amiga, tô ótima. E você?

— Eu também tô bem — parei um segundo pra colocar a calcinha. — Cê tá em casa agora?

— Tô, sim, aqui sozinha. Minha irmã foi num show e só volta tarde. Quer vir? — quando ela me fez essa pergunta, me poupou um monte de palavras.

— Claro, também tô sozinha aqui. Meu namorado foi embora e não sei pra onde — fiz outra pausa rápida pra terminar de colocar o sutiã. — Ia te perguntar exatamente se podia ir aí pra não ficar entediada.

— Cê é sempre bem-vinda aqui em casa, amiga.

— E você na minha. Termino de me arrumar e vou praí. — depois de nos despedirmos e desligar, terminei de me vestir.

Parada na frente do espelho, pude admirar minha roupa pra ir na casa da minha amiga Jéssica: uma camiseta branca com uma jaqueta de couro preta, saia preta curta e justa, e sandálias pretas também. Além disso, peguei um guarda-chuva, mesmo tendo parado de chover enquanto eu dormia, o céu ainda estava nublado e podia cair água de novo a qualquer momento.

Depois de sair de casa, andei duas quadras até chegar na casa da minha amiga, bati na porta e ela abriu em segundos. A gente se cumprimentou se abraçando e dando uns pulinhos, entrei e ela fechou a porta.

Na sala, sentamos pra tomar um chá enquanto conversávamos sobre o dia que cada uma teve. Depois ela me chamou pro quarto dela pra ver se um vestido que ela tinha comprado servia em mim. para ela, mas não servia porque era pequeno na parte do peito, e a Jessica tem peitões, enquanto eu sou uma tábua.

Ela deixou o vestido em cima da cama, e eu comecei a tirar a roupa aos poucos até ficar só de calcinha e sutiã. Quando peguei o vestido pra vestir, ela se aproximou por trás e me abraçou, segurando minha cintura.

— Você fica tão gostosa pelada — ao ouvir essas palavras, fiquei sem reação, mas também não conseguia me soltar, era como se algo me mantivesse junto dela, talvez fosse porque eu tava gostando. — Deixa eu te tocar um pouco mais.

Depois que ela tocou meu corpo inteiro, soltei o vestido deixando ele cair no chão e me deitei na cama. Ela tirou a calcinha que eu tava usando e começou a beijar suavemente meu clitóris. Abriu um pouco mais minhas pernas e continuou com as lambidas enquanto acariciava aquela área de vez em quando, e cada vez que fazia isso, os dedos dela saíam completamente molhados, que ela levava até minha boca pra eu lamber.

Ela deitou o corpo dela suavemente sobre o meu e começamos a nos beijar apaixonadamente enquanto eu tirava com cuidado a legging preta dela e, em seguida, a tanga. Minha amiga tirou por conta própria a blusa e o sutiã dela, então fiz o mesmo com o meu. As duas estávamos cheias de tesão naquela cama e peladas.

Peguei um dos peitos dela e levei à boca, lambendo o mamilo inteiro, enquanto uma das mãos dela acariciava minhas nádegas, dando uns tapas de vez em quando.

Com força, ela me deitou na cama e, ficando de quatro, se posicionou em cima de mim. O rosto dela se aproximou do meu pescoço e começou a beijar intensamente, uma das mãos dela foi até minha buceta e masturbou meu clitóris com os dedos. A sensação era incrível, nunca tinha me sentido assim. O prazer era tão grande que eu não conseguia controlar os movimentos que minha cintura fazia.

«Isso é maravilhoso, mesmo não sendo certo. Ela é só uma amiga» Pensava por dentro, mas todo pensamento durava pouco na minha cabeça porque o Naquele momento, o tesão falava mais alto que a razão.

Ela se afastou por uns segundos, pegou uma caixa que escondia debaixo da cama, tirou de dentro um vibrador de vidro de vinte centímetros e se aproximou de novo de mim.

— Pronta pra brincar, putinha? — foi o que ela me perguntou enquanto me mostrava o dildo. Eu só respondi com uma lambida nos lábios.

Ela começou a lamber o vibrador e eu a abracei, ao mesmo tempo que acariciava o clitóris dela pra deixar ela tão molhada quanto eu tava naquele momento. Quando o vibrador já tava bem encharcado, igual à buceta dela, ela me entregou pra eu enfiar onde eu tava acariciando.

Assim que entrou, ela soltou um gemido de prazer bem alto, e conforme eu ia enfiando mais fundo, os gemidos ficavam cada vez mais safados. Continuei mexendo pra dar um prazer constante e fazer com que os gemidos dela não parassem.

Soltou o vibrador e deixei de lado. A gente se beijou intensamente enquanto se abraçava, e sentamos juntas com o corpo inclinado pra trás, apoiadas na cabeceira da cama. Minha mão direita brincava com o clitóris dela, e a mão esquerda dela se divertia com o meu.

Ficamos assim por alguns minutos até que dois jatos fortes de líquido saíram das duas bucetas ao mesmo tempo, e meu corpo todo deu um tremor breve, mas gostoso. No fim, as duas desabamos na cama, ofegando forte e olhando uma nos olhos da outra.

Nosso momento gostoso foi interrompido quando um homem apareceu do banheiro do quarto com uma câmera na mão.

— Com isso vou ganhar uma grana boa. He, he, he. — disse aquele cara de pele morena e corpo magro, vestido no estilo hip hop.

Continua...

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