Conseguido. No dia seguinte ao acerto, acordei cedo como sempre pra ir trabalhar, igual ela. Durante o trajeto de carro até deixar ela no ponto do ônibus que pega pro serviço, quase não trocamos uma palavra. Quando ela ia descer do carro, falei: "Olha, nesses dois meses que você tem pra conseguir o que te falei, você não vai mudar nada na sua vida, hein? Vai continuar indo pra zumba como sempre, se tiver que transar, vai continuar transando, e quando chegar em casa à noite, a gente vai continuar trepando como sempre, mas isso sim: lembra que você tem dois meses, nem mais, nem menos…" Ela não disse nada, desceu do carro de cabeça baixa e eu arranquei. Durante o dia, conversamos como se nada tivesse acontecido, como uns namorados perfeitos. À noite, jantamos e fomos dormir, depois de uma trepada. No fundo, toda aquela situação dela ter uma amante me beneficiava… chegava em casa sempre com tesão, a gente transava bem, e a verdade é que me excitava um pouco a ideia dela estar chupando uma buceta… Os dias foram passando e tudo continuava igual, sem novidades… nem boas, nem ruins. Deve ter passado pouco mais de um mês, quando um dia chego em casa depois do futebol de terça com a galera do trampo, e encontro ela cozinhando. Cumprimento e vou tomar um banho. Quando saio, a mesa já estava posta, vinho tinto servido em duas taças, e ela se aproxima e me estende uma delas. Ela: "Vamos brindar…" Eu: "Hmm, bom… e por que vamos brindar?" Ela: "Seu desejo vai ser realizado…" Batemos as taças e, olhando nos olhos um do outro, ela com um sorriso entre cúmplice e pervertido, dá um gole no vinho. Eu faço o mesmo. Ao baixar as taças, nos beijamos, e ela se vira me dizendo que a comida já estava pronta. Serve os pratos e sentamos pra comer. Eu: "Então você convenceu ela?" Ela: "O que você acha?" – rindo da pergunta ingênua que eu fiz… Não era uma pergunta ingênua, na verdade, era mais uma pergunta pra confirmar, porque a verdade é que nem eu acreditava… não conseguia cair a ficha. a qualquer momento eu ia estar me enfiando com duas mulheres, e uma delas seria minha namorada, e a outra a que até então era amante dela…. A pica ficou dura na hora, e do jeito que tava me levantei, me aproximei, e deixando a comida de lado levei ela pro quarto pra gente dar uma boa foda. A gente gozou rápido e junto, coisa que raramente acontecia, mas parece que os dois tavam no fogo. Deitados pelados, ofegantes depois de uma transa violenta, pensei em perguntar como ia ser tudo, mas não, fiquei calado e preferi que ela me surpreendesse quando fosse rolar de verdade. Isso sim, minha mente já começou a tramar várias situações, os ratos na minha cabeça eram enormes e tavam mais que inquietos. Tentei me acalmar e dormir. Os dias passavam e minha ansiedade só aumentava. Claro que não falava pra ela, mas queria que acontecesse logo. Num sábado à tarde, minha namorada, Virgínia, me manda mensagem pedindo pra comprar algo pra beber à noite, ela ia cuidar da comida, e pra eu ter em mente que não íamos estar sozinhos…… meu coração disparou a trezentas batidas por minuto mais ou menos. Comprei várias coisas, não sabia o que podia agradar a Marcela, então levei refrigerantes, campari, fernet, vinho, cervejas, etc. Cheguei em casa, coloquei a bebida na geladeira e fui tomar um banho. Já no chuveiro, ficava imaginando o que podia rolar mais tarde e a pica ficava dura. Já que tava ali, me depilei um pouquinho lá embaixo, pra ficar mais apresentável e caprichado…. Saí, me vesti de boa, e ajudei a Vir a terminar de preparar o jantar. Lá pelas 9 da noite, a campainha toca. Vir saiu pra abrir e eu tava explodindo. Vejo elas entrando conversando o mais relaxadas possível. A morena gostosa de cabelo comprido tava vestida com umas leggings pretas, sapatos marrons, uma regata cinza e uma jaquetinha branca, super de boa, como se fosse comer com uns amigos de infância. A gente se apresentou e acho que eu tava mais nervoso que todo mundo, mas Tentei manter a calma. Elas conversavam sobre qualquer coisa, eu quase não falava nada. Servi algo pra beber, fiz um fernet pra dividir com minha mina, e ela escolheu uma cervejinha. Fiquei várias vezes olhando como ela encostava a boca do porrão de cerveja nos lábios e tomava a breja. Eu sentado na mesa, ela na minha frente, e a Vir sentada no meu colo, acho que ela percebeu como meu volume ficou mais durinho. Daí a pouco servimos a comida. Elas continuavam conversando como se nada tivesse acontecendo, e eu observava de fora. Enchi outro fernet enquanto jantávamos. Depois de comer, fomos pro sofá. Quando íamos sentar, a Vir me pergunta se eu preparava um drink. Não recusei. Fiz um drink que sei que ela adora, o Margarita Frozen. Preparei um pra cada uma, mas eu servi um uísque pra mim. Brindamos os três juntos. Quando fui dar um gole no uísque, vi elas se olhando com certa cumplicidade e sorrindo de um jeito safado. Sentamos no sofá, eu numa ponta, a Vir no meio e a Marce na outra ponta. Continuaram conversando e zoando um pouco, até que notei que começaram com uns roçados de pernas, ou carícias no rosto, arrumar o cabelo uma da outra, essas coisas. Tomei um gole grande de uísque e fiz umas carícias nas costas e nos ombros da Vir. As minas já estavam cara a cara, a poucos centímetros uma da outra, até que minha namorada fechou os olhos e beijou a professora dela. A partir daí, os beijos e carícias foram aumentando. Largaram as taças na mesinha da sala e soltaram a paixão. Eu, de trás, fiquei só olhando com o copo na mão, interferindo quase nada, curtindo ver elas. Num momento, tirei elas do transe, convidando pra ir pro quarto, pra ficar mais confortável. A Vir levantou e, de mãos dadas, bem carinhosamente, levou a Marcela pro quarto. Enchi meu copo de novo e segui elas. No quarto, abaixei as luzes pra ficar quase no escuro, e me deitei numa das pontas. da cama, me apoiando no encosto. Tomando um gole, fiquei olhando e curtindo o espetáculo. Elas começaram a se beijar de novo e a se acariciar por todo lado. Os beijos no pescoço da minha namorada provocavam os primeiros gemidos. As mãos de Marcela foram tirando a camiseta da Virginia aos poucos, deixando ela só de sutiã, que também não durou muito. Vir acariciava e massageava a bunda da professora dela, com tanta paixão que parecia que queria arrancar. Marcela aproveitou esses movimentos para descer pros peitos da Vir e beijar e chupar, e ela praticamente arrancou a camiseta dela. Pude ver a barriguinha da professora, lisa, com os abdominais um pouco definidos, o que parecia excitar minha mina, porque ela ficou acariciando a barriga e desceu devagar pra beijar, enquanto a professora tirava o sutiã, deixando à mostra uns peitos de tamanho normal, com uma caída perfeita. Parece que os beijos da minha namorada na barriga da professora faziam cócegas, ou davam um choque, porque ela se mexia dando espasmos, o que não durou muito porque a fez levantar pra se beijar de novo. Nesse momento, os peitos das minhas se encostaram. Comparando, as tetas da minha namorada eram umas 4 ou 5 vezes maiores. Os bicos se roçavam, apertados entre aqueles corpos quentes. Eu de vez em quando dava um gole no meu drink e massageava a rola por cima da calça, que parecia que ia estourar. Como se já tivessem ensaiado o movimento, as duas enfiaram as mãos dentro das leggings uma da outra, pra agarrar as bundas e se empurrar uma contra a outra, batendo as pelves. Se separaram uns centímetros, e cada uma terminou de se despir completamente, ficando peladas como vieram ao mundo. Em só uns segundos, voltaram a se agarrar de beijo, como numa luta romana. Se ajeitaram de um jeito que as pernas ficaram entrelaçadas, sentadas na cama. Eu podia ver como as bucetinhas delas ficaram de frente uma pra outra, e suas Os movimentos de vai e vem faziam com que os roçados provocassem cada vez mais gemidos, suspiros e sons de prazer típicos de uma sessão de sexo selvagem. Deixei elas brincarem um pouco, até que me aproximei. Deitei de lado perto delas e, com minhas mãos, acariciava devagar suas costas quase simetricamente. Só naquele momento elas perceberam que não estavam sozinhas, tinha mais alguém que também queria prazer. Elas sorriram uma para a outra e, do jeito que estavam, me desabotoaram a calça. Ajudei um pouquinho, baixando tudo junto, calça e cueca, liberando de vez minha pica, que estava dura que nem uma pedra. Terminei de me despir enquanto notei que a Marcela não parava de olhar pra minha pica, como se não visse uma ao vivo há tempos. Me ajoelhei na cama do lado delas e, colocando minha pica entre elas na altura dos peitos, continuei acariciando suas costas e beijei seus pescoços. Quando enfiei minha cara entre as delas, fazendo a gente se beijar os três ao mesmo tempo, entrelaçando nossas línguas, percebi que estava mais tarado do que nunca na minha vida, e isso me deu um gás a mais de tesão. Beijei cada uma alternadamente até que decidi dar o próximo passo. Fiquei de pé ao lado delas, deixando minha poronga dura na altura dos rostos delas. A Virgínia se agarrou na hora pra chupar, me punhetando ao mesmo tempo com a mão direita. Vi a Marcela olhando como que extasiada a cena que rolava a 5 centímetros do rosto dela. A Vir soltou minha pica e, segurando ela pela base com a mão, ofereceu pra Marce. Ela, olhando incrédula, perguntou: posso? Claro! respondeu a Vir. E, pegando minha pica com a mão esquerda, bateu uma punheta suave umas duas vezes e foi enfiando ela na boca aos poucos. Ela tinha a boca um pouco mais funda, e eu sentia como se engolisse ela inteira, coisa que não rolava com a minha namorada. Eu tava extasiado e, num surto de tesão, agarrei as cabeças delas, enfiando meus dedos entre os cabelos, e assim tirei a pica da boca da Marce e as posicionei de um jeito que minha pica Fiquei entre as bocas das duas. Movi meu quadril pra frente e pra trás, como se estivesse comendo as bocas delas. Elas fechavam os lábios, sugando os lados da minha pica, e esticavam as línguas, lambendo todo o comprimento. Naquele exato momento, senti que tocava o céu com a pica. Foi a coisa mais excitante que já vivi na vida. Devo ter ficado uns cinco ou dez minutos nisso. Tive que me concentrar pra não gozar ali mesmo, por isso decidi sair. Deitei na cama e falei: "Então, meninas, vamos mudar um pouco. Tô com vontade de comer a buceta de você, Marce..." M: "Hmmm, e a Vir, o que acha?" V: "Por mim, sem problema..." Y: "Beleza, então você vem e senta na minha pica, enfia e cavalga em mim. E você, Marce, vem e traz essa buceta pra cá que vou chupar ela toda..." E foi assim. Deitado na cama, a Virgínia sentou na minha pica, enfiando devagar até o fundo. Enquanto isso, a Marce sentou na minha cara, olhando pra Vir. Comecei a chupar a buceta dela de um jeito descomunal. Subia e descia a língua do clitóris até o buraco do cu, enfiava a língua o mais fundo possível, e aquela buceta respondia, ficando cada vez mais molhada. Com as mãos, agarrei a raba da Marce e, sinceramente, me surpreendi com a firmeza daquela bunda. Amassei ela por um bom tempo enquanto minha língua continuava comendo a buceta dela. Tava tão concentrado que, quando comecei a ouvir uns gemidos bem fortes, percebi que minha mina estava dando a primeira gozada da noite. Senti como a buceta da Vir se contraiu forte, espremendo minha pica. Poucos segundos depois, senti a Marcela apertar meu rosto com as coxas e, de repente, ficou parada, soltando um grito abafado, e notei que a buceta dela molhou de uma vez um pouco mais. Entendi que ela também tava gozando. Tudo isso enquanto a Vir continuava cavalgando em mim, e junto com a gozada da Marce, isso queimou minha cabeça e acabei gozando dentro da minha mina, deixando uns bons jatos de porra na buceta dela. palavra: buceta. Me recuperando um pouco, fiz a Marce sair de cima do meu rosto, e saindo de dentro da minha namorada eu disse: E: agora quero ver como você come a use the word: buceta da sua amiga….. – tava falando com a Vir. Elas se olharam, e com um sorriso cúmplice a Marcela se deitou na cama, com dois travesseiros atrás da cabeça. M: mmmm vem cá vadiazinha, mostra pro seu namorado como você chupa minha buceta, como você me faz gozar com essa boca, e como eu gozo com você…. Aquilo me matou…. Não esperava, mas me deixou com tesão. Ela se abaixou e colocou a cara entre as pernas da Marcela. A Marce com uma mão agarrou a Vir pelos cabelos e primeiro devagar, mas depois mais violento, enfiou a cara dela na use the word: buceta. Eu via de fora como a minha mina chupava a use the word: buceta da amante dela, e como ela tava curtindo. Também via como minha pica reagia a isso, ficando dura em poucos segundos de novo. Me toquei um pouquinho, olhando nos olhos da Marce, que me olhava desafiadora como quem diz “sua namorada é uma puta e eu tô aproveitando ela” Com aquela cena, voltei a intervir. Agarrei a Vir pela cintura, e levantei ela um pouco pra deixar ela de quatro, enquanto ela continuava chupando a use the word: buceta da amiga. Ela aproveitou pra respirar um pouco e enfiar uns dedos na Marce, fazendo ela jogar a cabeça pra trás gemendo de prazer. Abri as pernas da Vir, e com meus dedos tirei a porra de dentro da use the word: buceta dela. A verdade é que saiu bastante porra. Peguei na minha pica e, encostando a ponta na entrada do buraco cheio de leite, fui enfiando até o fundo, batendo a ponta no fundo do anel dela. Achei que ouvi algo, e quando abri os olhos era a Marcela falando pra Vir tomar cuidado que ela tinha mordido quando eu penetrei. Tentei comer ela sem que ela se mexesse muito, pra ela poder continuar chupando a use the word: buceta da amante dela. E assim ficamos um tempão. Eu ouvia gemidos cada vez mais altos, e tava bem Esquenta o clima. É isso, eu paro e saio de dentro da minha mina. Me afasto um pouco, olhando a paisagem, e dou um gole no uísque que já não tinha mais gelo. E: agora é sua vez… – falo pra Marcela. Ela me olha meio desconfiada de que tudo estivesse tão certo, e olha pra Vir, pra ver se ela dava o aval, e Vir responde se mexendo do lugar pra que ela ocupe. Ajeito a Marce também de quatro. Abro as pernas dela um pouquinho. Não consegui evitar fazer um comentário sobre a raba da Marcela, uma raba impressionante que se revelava na minha frente. Uma forma redondinha, um tamanho perfeito, um buraquinho divino e escuro. V: viu a bunda que a filha da puta tem? – foi a observação da minha mina. Y: sim sim, dá vontade de chupar – e afundei minha cara entre aquelas nádegas por uns segundos, brincando com minha língua no buraquinho dela. Ao sair, falei pra Vir: Y: deita debaixo dela… Ela se ajeitou debaixo, fazendo um 69 entre elas. Começaram a se chupar mutuamente. Me aproximei por trás da Marcela e, pegando minha rola pela base, passei ela ao longo da fenda que se forma entre as nádegas, desci devagar esfregando a ponta na porta do cu, e na porta da buceta. Apoiei a cabeça da rola na boca da minha mina, que abriu a boca pra engolir a cabeça e um pouco mais. Nisso, do meu lugar, dava pra ver a cabeça da Marcela se mexendo entre as pernas da Vir. Fui até o criado-mudo, peguei uma camisinha, abri e coloquei. Y: se prepara que vou te comer… – falei pra Marcela. Me aproximei de novo, apoiei a ponta da rola na entrada da buceta dela e, separando os lábios, penetrei lenta mas profundamente. A buceta dela se abriu depois de umas bombadas, tava bem fechada e apertadinha, e ao chegar no fundo, notei como ela saiu de entre as pernas da minha mina, jogando a cabeça pra trás, soltando um gemido profundo de prazer. Agarrei ela pela cintura e comecei um vai e vem profundo, mas suave. Corri um pouco minhas mãos pra A bunda dela, e separando um pouco as nádegas, apareceu o cu dela. Enquanto eu continuava penetrando ela, já era ela quem se movia pra frente e pra trás, empurrando o corpo contra o meu, sentindo como entrava até o fundo. Também aproveitava pra esfregar o clitóris dela na cara da minha namorada. Com um dos meus polegares, comecei a brincar com o buraquinho do cu dela. Cuspi um pouco pra lubrificar e tentei enfiar o dedo, mas não consegui. Essa combinação toda fez ela gozar de novo, quando ouvi minha namorada dizer: V: mmmmm assim, bebê! Goza na minha cara! Aproveita! Curte! Que delícia ouvir a Vir falar essas coisas, dava pra ver que ela também tava se divertindo. Tentei voltar à realidade. E foi nisso que senti começarem a chupar minhas bolas… minha mina, de baixo, chupava minhas bolas enquanto eu comia a amiga por trás! Situação linda! O tesão que me deu não tem explicação, nem como medir… Continuei nessa por mais uns minutos até lembrar por que tínhamos chegado naquela situação, e, embora já estivesse me vingando, queria uma vingança um pouco mais doce, pelo menos pra mim. Tirando a pica de dentro da Marcela, me afastei uns passos e falei: Y: agora você vai sair daí de baixo, vai sentar no sofá (um que temos ali mesmo no quarto e usamos pra deixar a roupa enquanto nos trocamos) e vai ver como eu como sua amiga… Vir não disse absolutamente nada, saiu da posição dela e foi sentar no sofá. Y: você fica aí que agora vou te comer — falei pra Marcela enquanto tomava um gole de uísque. Fiquei atrás dela de novo e, apontando a pica na entrada do cuzinho, enfiei até o fundo de novo sem piedade. Ela soltou um grito aberto no ar, e em seguida um som gutural saiu da boca dela. Fiquei uns segundos com a pica enfiada até o fundo, enquanto ela se recompunha. Agarrei ela pelas cadeiras de novo e meti e tirei a pica com frenesi. Senti como minhas bolas batiam e ricocheteavam na buceta dela, e eu ouvia o barulho que faziam como se estivessem chapinhando numa poça de lubrificação. Meu corpo ficou tenso pelo esforço físico que eu tava fazendo, tava dando o meu máximo pra meter o mais forte possível e os gritos dela me faziam acreditar que eu tava conseguindo. Sentia o cansaço, meu orgasmo não tava perto, tinha acabado há um tempo, o que me permitiu durar mais do que o normal. Olhei pro sofá e lá estava a Virgínia, de pernas abertas, com uma mão num dos peitos, apertando com raiva, e a outra na pussy, enfiando dois dedos e com a palma apertando contra o clitóris. Ela tava se masturbando fenomenalmente. Voltei a me concentrar na Marcela. Fiz ela virar e deitar de barriga pra cima. Abri as pernas dela, peguei pelos tornozelos e levei até os ombros, deixando a pussy dela aberta ao máximo. Fiquei impressionado com a elasticidade dela. Ajeitei a camisinha no meu cock que tava quase saindo, e encostei na argola dela. E: enfia… – falei pra ela. Ela pegou com a mão e puxou o cock, fazendo o peso do meu corpo enterrar tudo. Ajoelhado ali na cama, comecei a foder ela de novo. E: cê gosta de como eu fuck you na sua slut? – perguntei pra minha namorada… V: uffffg siiiii eu amoooo fode ela! E: siii tô fodendo ela pra caralho – falei, e olhando pra Marcela perguntei E: e você? Cê gosta de como eu fuck you? M: uffff siii uffff me arrebenta aaaggggghhhh siiiii enfia até o fundo filho da puta!! Quanto tempo que não me fodiam assim! Dava pra ver como ela tava adorando. E: conta pra Vir como eu tô te fodendo….. M: mmmm Vir! Seu namorado tá me fodendo muito bem! Adoro o cock dele! Fala pra ele me foder mais forteeee! V: cê gosta, slut? Viu como ele fuck? love…. Fode ela bem! Ahhhh vai! Faz ela gozar que eu vou…..que eu vou….. que eu vou goza…. Que eu vou gozaaaaar….. ahaaahahahahha – e deu pra ver o corpo dela começando a tremer do orgasmo que ela tava tendo…. M: mmmm. Que Ricooooo... Entre a rola do seu namorado e o seu gozo, eu também tô quase gozando!! Em dez segundos, ela já tava tremendo também, apertando minha rola... isso me deixou louco, e eu também tava quase gozando. Tentei segurar mais um pouco, e quando não aguentei mais, saí de dentro da Marce, tirei a camisinha, e bati uma punheta até cuspir o resto do gozo na barriguinha chapada dela, que eu adorava... sacudi umas duas vezes, espremendo até a última gota na barriga dela. E: "vem cá, limpa sua amiga..." – falei pra Vir. Ela se aproximou e lambeu a barriga toda, limpando meu gozo completamente. Exaustos, nós três deitamos na cama e dormimos. No dia seguinte, acordei antes delas. Tirei uma foto delas dormindo e peladas com meu celular. Fui pra cozinha preparar o café. Daí a pouco, a Vir apareceu com uma cara de sono da porra. Vir: "gostou? Tô perdoada?" Beijando ela, falei que sim, adorei e tava perdoada. A Marcela apareceu, tomamos café e ela foi embora. Até hoje, ela continua nas aulas de zumba, o corpo dela tá cada vez mais gostoso, o apetite sexual só aumenta, mas não sei se esses encontros lésbicos com a professora continuam. Também não me importo muito, no fim das contas eu tenho o que queria, e também não sou nenhum santo...
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