Olá. Agradeço de coração a todas as pessoas que participaram de alguma forma do que contei na minha história anterior, e que de certo modo atenderam meu pedido, digamos, de dar suas opiniões sobre o meu assunto. Entrei muito na página pra ler cada coisa que me comentaram e também responder mensagens que me enviaram, agradeço mesmo. Não tinha escrito nada porque não tive notícias dos meus amigos até o sábado passado (14/7). Até então, do meu lado, não tinha falado com o Martín e muito menos com a Lorena, tava com uma baita incerteza sobre isso, principalmente pela ousadia de ter passado a mão na bunda da Lorena. Não sabia se ela tinha contado pro marido, e isso me deixou realmente mal e pensativo todos os dias seguintes.
No sábado, como muitos outros, o Martín apareceu na oficina. Eu tava lustrando meu carro e tomando mate com outro amigo, também amigo do Martín. A primeira coisa que me tranquilizou foi o jeito cordial e alegre do cumprimento dele. Ele entrou na conversa com o outro colega e ficamos tomando mate por um bom tempo, até que o terceiro, que não tem nada a ver com a história, se despediu. Ficamos só eu e o Martín, e conversamos normal, nada sobre o que aconteceu, mas dava pra sentir a tensão no ar. Até que por dentro senti a necessidade de acabar com aquela agonia que tava me consumindo. Fechei a porta da oficina e ficamos a sós, e sem muita enrolação, comecei a conversa quase direto, meio nervoso, com a necessidade de ser frontal. Foi mais ou menos assim:
H: Martín, preciso falar com você sobre o que rolou na sua casa. Acho que a gente deve uma conversa.
M: Foi pra isso que vim. Fala você primeiro, depois eu falo.
H: Primeiro de tudo, quero pedir desculpas se algo que fiz te incomodou, ou se vocês esperavam outra coisa de mim. Mas a verdade é que tudo que aconteceu foi pesado demais pra mim, sei lá, pelo estranho de tudo, entende? Não sou ninguém pra julgar nada, mas que foi algo bizarro, com certeza foi.
M: Olha, Heitor, se não vim antes é porque eu e a Lorena também estávamos... Processando tudo isso, também não foi fácil pra gente, mesmo sendo nós que propusemos. Bom, já te contei como era a parada nesse assunto, e a gente também ficou mal esses dias pensando que talvez devia ter feito isso com outra pessoa menos conhecida, sei lá. Falo isso porque a gente te adora e não quero que nossa amizade vá pro saco, isso de um lado. E segundo, te agradecer por não ter reagido mal ao que aconteceu e de certa forma ter nos ajudado a fazer o que a gente tava afim. A gente curtiu, é difícil te confessar isso, mas é a verdade e quero ser sincero: quero que saiba que a gente aproveitou o que rolou.
H: Bom, a primeira coisa que te digo é que eu também curti, nervoso, mas não posso dizer que passei mal. É meio difícil te falar isso, porque não estamos falando de qualquer mulher, mas da sua mulher, entende?
Nossa conversa tomou um bom rumo pra sinceridade, a gente falou sério sobre o assunto por tudo que envolvia, mas eu ainda tava cheio de dúvidas sobre como a gente tava falando do que a gente tava falando. Pelo menos, não tava acostumado com esse tipo de papo, e não encontrei outro caminho além desse:
H: Quero te perguntar uma coisa, e quero que seja sincero, mas se não quiser responder, entendo. Como vocês chegaram nesse ponto? Ou como tiveram vontade de fazer o que a gente fez? Te pergunto porque ainda não acredito que foi vocês, falo sério, mas sem te julgar.
E aí ele me respondeu longo, calmo e sincero, numa confissão de vários minutos, que há uns anos a sexualidade dele tinha entrado numa crise fudida, que eles passaram por longos meses onde a monotonia tinha tomado conta da intimidade deles. Reconheciam que existia amor entre eles, mas o sexo tinha ficado chato, argumentando a porrada de anos que vinham transando do mesmo jeito tradicional, e que, sendo profissionais da saúde, tentaram buscar alternativas dos dois lados pra melhorar e renovar o sexo e a Casal, conversaram muito, pesquisaram, foram sinceros um com o outro, e aí na vida deles começaram a meter mudança na roupa íntima da Lorena, depois brinquedos sexuais, e o que foi decisivo foi que ele me confessa que os dois tinham pegado gosto por consumir vídeos pornográficos juntos, e a sexualidade deles melhorou muito com a mudança, a ponto de que em cada ato os vídeos e os brinquedos eram indispensáveis na preliminar sexual deles, ficavam muito excitados vendo todo tipo de vídeo, mas com um gosto especial quando eram de mais de duas pessoas. Assim, com o tempo, o assunto trouxe de volta a chama, fingiram ser desconhecidos muitas vezes e isso os deixava muito tesudos, e que tinha sido justamente a Lorena que, numa conversa com uma amiga muito íntima da clínica, ficou sabendo da noite *swinger*. Essa amiga confessou que tinha ido a esses lugares, que não tinham participado com terceiros, mas que tinha saído impressionada com as relações que rolavam nesses lugares, que tinha encontrado um ambiente de máximo respeito e gente de nível socialmente falando. Isso os levou a bisbilhotar e pesquisar, se sentiram muito intrigados já na confiança e sinceridade deles, e que, embora nunca tivessem pensado em fazer algo carnal com um estranho, chamava muito a atenção deles a ideia de serem vistos transando. Ele me explicou que, apesar de ser a própria mulher dele que ele estava expondo aos olhos dos outros, os dois não negaram que a situação os intrigou de tal maneira que pensaram em pelo menos tentar, talvez. Isso excitava os dois, e de tanto conversar e conversar, a situação de um estranho dava medo, principalmente pela insegurança, e foi ele mesmo quem propôs à mulher que eu fosse essa pessoa. Ela, no começo, negou rotundamente por causa da relação que a gente tinha, além da vergonha e do que eu ia pensar, mas eles vinham conversando sobre isso bastante tempo antes de me proporem, até que, entre nervosismo e não encontrar outra alternativa, de algum modo se decidiram. No fim da explicação dele, de mais de vinte minutos... minutos em que só escutei, ele me diz:
M: Amigo, hoje à noite vamos jantar com uns amigos aqui em casa, as crianças vão ficar na casa da minha sogra. Tentei ser o mais sincero possível e espero sua confiança e discrição, que acho que vou ter. Não vou te dizer mais nada, só que, se você quiser, gostaríamos que viesse jantar com a gente. E se não quiser, sem problema nenhum.
H: Como é que eu vou recusar, você é idiota? Claro que sim. À noite estou aí na sua casa.
Desde aquele momento, não vou negar que aceitei com a puta fantasia de ver até onde a gente podia chegar. Embora a situação me deixasse mal, depois da conversa que tivemos, o convite me trouxe aquela sensação de saber que meu amigo não estava só me convidando pra jantar. Mas eu sentia uma vontade danada de ir pela curiosidade de ver o que ia rolar.
Quando a noite chegou e eu já estava na casa dele, rolou um jantar de amigos totalmente normal, só casais, o que no começo me fez pensar que eles estavam num esquema de swing em casa, mas ao mesmo tempo via gente que já tinha visto lá antes, o que me fez pensar que estava enganado, e que aquele jantar era pura e exclusivamente pra, de algum jeito, consertar a relação que tinha ficado tensa. Mais de dez pessoas jantaram, rimos, conversamos pra caralho, no clima típico dessas comidas. Com a Lorena trocamos cumprimentos normais, como antes, e durante a sobremesa várias vezes trocamos opiniões, conversas e respostas um com o outro, isso me deu uma tranquilidade foda na hora de me encaixar de novo na minha posição de amigo íntimo da família, tudo como antes. A noite se esticou, já de madrugada metade das pessoas foi embora e cada vez éramos menos, o álcool rolou solto com vinho e uísque pra maioria dos homens, as mulheres não ficaram atrás. Até aquele momento, sou sincero, não tinha o menor pensamento de nada, até que num determinado momento o Martin me chama pra acompanhar ele até o quintal pra pegar mais Bebida, não senti nada de estranho até aquele momento, os convidados continuavam só na conversa na casa do Martín. Assim que ficamos sozinhos no local com garrafas na mão, ele me segura pelo ombro, me impedindo de voltar pra cozinha de novo. Só eu e ele. Ele me olha meio sorrindo, buscando cumplicidade.
M: Você fica um tempinho hoje? Quando todo mundo for embora, quero dizer. Não quero resposta de compromisso, hein. Só se você quiser e não te incomodar.
H: Entendi perfeitamente. Fico sim, fico.
M: Valeu, não me enganei quando pensei em você, sério, obrigado.
Na mesma hora, fiquei pensando que tudo ia se repetir, mas automaticamente sabendo que dessa vez eu ia aproveitar. Assim que entrei de novo na sala onde todo mundo estava, a primeira coisa que fiz foi prestar atenção na Lorena. Um olhar de não mais que segundos, mas suficientes pra perceber o quanto a mulher do meu amigo é gostosa. Ela estava maquiada, muito elegante, o cabelo sempre solto, ondulado e ruivo, a boca também vermelha. Vestia uma camisa branca e uma calça jeans azul escura justa. Estava muito elegante, mas vieram imagens e sons na minha cabeça de lembrar dela gemendo, e foi difícil me entrosar de novo. As horas seguintes foram uma eternidade, até que o último casal avisou que ia embora. Me ofereci pra ajudar os donos da casa a limpar a mesa. Martín acompanhou os amigos, e eu e a Lorena juntando a mesa e levando pra cozinha, conversando cordiais. Nisso, chega o Martín. Lorena lavando pratos e copos. No fim da conversa, Martín, sem esperar, toma a iniciativa: segura ela pela cintura e fala no ouvido dela. Eu estava parado do lado, secando pratos, e saiu algo assim:
M: Por que você não fica confortável, meu amor? A gente termina aqui, se você quiser. Fica à vontade, linda.
Lorena quase sem responder e percebendo ela nervosa, parou de lavar, secou as mãos e com um "já volto" foi pro quarto dela.
M: Tá tudo conversado, Héctor. Não precisa explicar nada. Desde ontem a gente já falou sobre isso. Queremos repetir o que rolou. Última vez, cê tá bem?
H: Já te falei antes, entendo e tá tudo bem. Vou tentar aproveitar um pouco também.
M: Beleza então, vou subindo, deixa a gente um momento e daqui a pouco sobe.
H: Perfeito.
Só dei essa resposta e meu amigo sorriu pra mim, nos conhecíamos demais pra entender. Ele me agradeceu de novo, quando na real quem devia agradecer era eu. Martin foi pro quarto dele, eu acendi um cigarro e servi mais um copo de uísque na sala. Tentei dar uns quinze minutos, que foram uma eternidade, até que não aguentei mais. Devagar, subi as escadas. Chegando no quarto dele, a porta estava entreaberta. Abri devagar e levei o primeiro susto: não estavam cobertos. Lorena estava totalmente nua na cama, de bruços, e Martin sentado sobre as pernas dela. Vi ele de costas, entrei e fui de lado me sentar na mesma cadeira da outra vez. Sentei e a primeira coisa que curti foi ver a curva da bunda da Lorena. Uma raba linda se via de lado. E o segundo susto é que ela estava com o rosto virado pra mim. Martin, também nu, tava se masturbando enquanto masturbava a mulher dele. Meu corpo tremia inteiro de nervoso e o pau já tava subindo. Martin demorou um tempão numa masturbação simultânea. Todos ficamos em silêncio. Eu olhava Martin massageando aquela raba e sentia inveja. Lorena me olhava e eu podia ver excitação e nervosismo no olhar dela...
M: Vem, Heitor, chega mais.
Senti um tremor no corpo. Levantei e me aproximei. Ele saiu da cama e mandou eu ocupar o lugar dele. Nos olhamos sérios, mas ele abandonou o lugar. Pude notar a ereção extrema dele, um tamanho um pouco menor que o meu, principalmente na grossura. Uma situação inimaginável na minha vida. Ele só disse: "Foca e não pensa que você é o Heitor, nem que eu sou o Martin e que ela é a Lorena. Age como se fôssemos estranhos." Já Lorena, sozinha na cama, eu olhei. Cu mais lindo, branco e grande que eu já tinha visto. Subi em cima das pernas dela e comecei a apalpar aquela bunda preciosa. Tava com a pica muito dura, peguei na bunda dela com as duas mãos e comecei a passar a mão na buceta dela, e de vez em quando enfiava os dedos. A buceta dela tava molhada. A bunda dela não era dura por causa da idade, mas era muito macia e grande, uma bunda linda. Martin sentou na mesma cadeira que eu tava e eu vi ele se masturbando enquanto eu fazia o mesmo com a mulher dele. Lorena começou a gemer mais forte enquanto eu passava todos os dedos na buceta dela. Tentei pensar que era só mais uma puta que eu tinha nas mãos, e o sangue de tano caliente subiu na minha cabeça. Sem pedir permissão, abaixei o zíper da calça, meti a mão e tirei a pica pra fora. Olhei pro Martin e ele se masturbava mais rápido. Subi mais em cima da bunda da Lorena, queria comer ela, e olhei de novo pro Martin, ele continuava se masturbando. Procurei a buceta dela, me deitei em cima dela até enfiar de pouquinho em pouquinho na buceta. Olhei pra ela, e ela, olhando pro marido, abriu a boca e gemeu. As mãos dela apertaram os lençóis, e comecei a comer ela. Peguei ela pela cintura e comi ela por muito tempo pela buceta. Meti forte, comendo a buceta dela sem parar. Ela gemia e o Martin falava coisas tipo "assim, assim". Foi uma situação tão intensa pra mim que rapidamente ia gozar. Lorena não parava de gemer como uma puta, o que me deixava mais tesudo. Tava comendo aquela gostosa divina que não era nada mais que a esposa de um amigo, e ela começou a se mexer. Sentir aquela química de que ela tava gostando de ser comida por mim me pregou uma peça tão ruim que me fez chegar no ponto do orgasmo. Tirei a pica de dentro e jorrei toda a porra nas costas dela, e um pouco caiu nas nádegas dela. Quando gozei, soltei um grito de prazer do caralho, e ela também. Me joguei deitado na cama, e ela se levantou e foi pro lado do marido.
M: Chupa minha pica, meu amor, me faz gozar, por favor. Lorena de joelhos começou a chupar a pica do Martin, eu olhava sinceramente incrédulo, podia ver as costas dela manchadas e me parecia ainda mais inacreditável tudo, ver eles tão putos naquele casal que parecia tradicional e bem constituído, profissionais inimagináveis naquela situação, ela chupava a pica com as mãos dele apoiadas na cabeça dela, um bom tempo até que Martin gemeu fundo apertando a cabeça da mulher, ele estava enchendo a boca dela de porra, a puta gostosa da Lorena. Com a boca bem cheia, Lorena saiu em direção ao banheiro que fica no mesmo quarto, eu me levantei e não sabia o que dizer, tinha comido a mulher dele, ele procurou a roupa e se vestiu, eu de pé já arrumado de novo falei que ia embora, ele me deu o ok e de novo me agradeceu, desce que já te abro, ele disse, a situação era estranha demais e me deixava desconfortável de novo. Desci pensando na loucura que a gente tinha acabado de fazer e só esperei sem saber o que mais fazer, esperei um tempo, mas de novo a situação se repetiu porque quem desceu depois de alguns minutos foi a Lorena, e desceu diretamente de tanguinha e sutiã
L: Martin foi tomar banho
Sem mais conversa, ela se aproxima, me pega pelo rosto e começa a me beijar na boca e com uma mão a me tocar a pica, não podia acreditar, jamais imaginei essa mulher assim nem fodendo, e ali perdi todo o respeito, apertei ela contra mim direto na bunda, apertei tudo, e com uma mão puxei o sutiã dela pra baixo, ela com as mãos me desabotoou a calça e começou a me masturbar, surpreendentemente pra minha idade mas já estava me deixando de pau duro de novo, uma Lorena totalmente desconhecida pra mim, peguei aqueles dois peitos grandes gostosos e brancos com as mãos e chupei todos, ela se abaixa de repente e começa a chupar minha pica, como ela chupou minha pica a filha da puta, eu estava gozando de um boquete impressionante quando notei que Martin nos olhava de cima, me olhava sério enquanto eu gozava na boca da esposa dele, me olhou sério por uns minutos e desapareceu, levantei ela pelo cabelo e nunca mais esqueço
H: Vem cá, gostosa, que vou te comer toda
Levei ela pro sofão e coloquei de quatro, fiquei louco naquela bunda enorme e branca, puxei a tanga dela e enfiei na buceta e comecei a comer ela como uma puta, ela gemia alto que parecia que queria que ouvissem lá de cima, perdi tanto o respeito que metia na buceta e comecei a enfiar o dedão de mecânico no cu dela, percebi que o martin já dava o cu pra mulher dele porque enfiei inteiro e ela nem reclamou, parecia que tava gostando
H: Vou arrebentar teu cu, lorena
Tirei a pica da buceta e enfiei devagar no cu dela, ela deu um berro, meti bem fundo e apertando os peitos dela arrebentei o cu como um coelho, comi sem dó o cu dela com toda a vontade, lorena já tava gemendo e gritando de como eu arrebentava a raba, meti no cu sem parar até dar vontade de gozar de novo, mas dessa vez deixei bem dentro do cu e enchi o cu dela de porra, tirei a pica e a porra escorria do buraco, ela disse que eu tinha matado ela, e pra eu só abrir a porta e vazar que ela fechava, saí da casa dos meus amigos tendo passado a melhor noite da minha vida, acho.
Hector.
No sábado, como muitos outros, o Martín apareceu na oficina. Eu tava lustrando meu carro e tomando mate com outro amigo, também amigo do Martín. A primeira coisa que me tranquilizou foi o jeito cordial e alegre do cumprimento dele. Ele entrou na conversa com o outro colega e ficamos tomando mate por um bom tempo, até que o terceiro, que não tem nada a ver com a história, se despediu. Ficamos só eu e o Martín, e conversamos normal, nada sobre o que aconteceu, mas dava pra sentir a tensão no ar. Até que por dentro senti a necessidade de acabar com aquela agonia que tava me consumindo. Fechei a porta da oficina e ficamos a sós, e sem muita enrolação, comecei a conversa quase direto, meio nervoso, com a necessidade de ser frontal. Foi mais ou menos assim:
H: Martín, preciso falar com você sobre o que rolou na sua casa. Acho que a gente deve uma conversa.
M: Foi pra isso que vim. Fala você primeiro, depois eu falo.
H: Primeiro de tudo, quero pedir desculpas se algo que fiz te incomodou, ou se vocês esperavam outra coisa de mim. Mas a verdade é que tudo que aconteceu foi pesado demais pra mim, sei lá, pelo estranho de tudo, entende? Não sou ninguém pra julgar nada, mas que foi algo bizarro, com certeza foi.
M: Olha, Heitor, se não vim antes é porque eu e a Lorena também estávamos... Processando tudo isso, também não foi fácil pra gente, mesmo sendo nós que propusemos. Bom, já te contei como era a parada nesse assunto, e a gente também ficou mal esses dias pensando que talvez devia ter feito isso com outra pessoa menos conhecida, sei lá. Falo isso porque a gente te adora e não quero que nossa amizade vá pro saco, isso de um lado. E segundo, te agradecer por não ter reagido mal ao que aconteceu e de certa forma ter nos ajudado a fazer o que a gente tava afim. A gente curtiu, é difícil te confessar isso, mas é a verdade e quero ser sincero: quero que saiba que a gente aproveitou o que rolou.
H: Bom, a primeira coisa que te digo é que eu também curti, nervoso, mas não posso dizer que passei mal. É meio difícil te falar isso, porque não estamos falando de qualquer mulher, mas da sua mulher, entende?
Nossa conversa tomou um bom rumo pra sinceridade, a gente falou sério sobre o assunto por tudo que envolvia, mas eu ainda tava cheio de dúvidas sobre como a gente tava falando do que a gente tava falando. Pelo menos, não tava acostumado com esse tipo de papo, e não encontrei outro caminho além desse:
H: Quero te perguntar uma coisa, e quero que seja sincero, mas se não quiser responder, entendo. Como vocês chegaram nesse ponto? Ou como tiveram vontade de fazer o que a gente fez? Te pergunto porque ainda não acredito que foi vocês, falo sério, mas sem te julgar.
E aí ele me respondeu longo, calmo e sincero, numa confissão de vários minutos, que há uns anos a sexualidade dele tinha entrado numa crise fudida, que eles passaram por longos meses onde a monotonia tinha tomado conta da intimidade deles. Reconheciam que existia amor entre eles, mas o sexo tinha ficado chato, argumentando a porrada de anos que vinham transando do mesmo jeito tradicional, e que, sendo profissionais da saúde, tentaram buscar alternativas dos dois lados pra melhorar e renovar o sexo e a Casal, conversaram muito, pesquisaram, foram sinceros um com o outro, e aí na vida deles começaram a meter mudança na roupa íntima da Lorena, depois brinquedos sexuais, e o que foi decisivo foi que ele me confessa que os dois tinham pegado gosto por consumir vídeos pornográficos juntos, e a sexualidade deles melhorou muito com a mudança, a ponto de que em cada ato os vídeos e os brinquedos eram indispensáveis na preliminar sexual deles, ficavam muito excitados vendo todo tipo de vídeo, mas com um gosto especial quando eram de mais de duas pessoas. Assim, com o tempo, o assunto trouxe de volta a chama, fingiram ser desconhecidos muitas vezes e isso os deixava muito tesudos, e que tinha sido justamente a Lorena que, numa conversa com uma amiga muito íntima da clínica, ficou sabendo da noite *swinger*. Essa amiga confessou que tinha ido a esses lugares, que não tinham participado com terceiros, mas que tinha saído impressionada com as relações que rolavam nesses lugares, que tinha encontrado um ambiente de máximo respeito e gente de nível socialmente falando. Isso os levou a bisbilhotar e pesquisar, se sentiram muito intrigados já na confiança e sinceridade deles, e que, embora nunca tivessem pensado em fazer algo carnal com um estranho, chamava muito a atenção deles a ideia de serem vistos transando. Ele me explicou que, apesar de ser a própria mulher dele que ele estava expondo aos olhos dos outros, os dois não negaram que a situação os intrigou de tal maneira que pensaram em pelo menos tentar, talvez. Isso excitava os dois, e de tanto conversar e conversar, a situação de um estranho dava medo, principalmente pela insegurança, e foi ele mesmo quem propôs à mulher que eu fosse essa pessoa. Ela, no começo, negou rotundamente por causa da relação que a gente tinha, além da vergonha e do que eu ia pensar, mas eles vinham conversando sobre isso bastante tempo antes de me proporem, até que, entre nervosismo e não encontrar outra alternativa, de algum modo se decidiram. No fim da explicação dele, de mais de vinte minutos... minutos em que só escutei, ele me diz:
M: Amigo, hoje à noite vamos jantar com uns amigos aqui em casa, as crianças vão ficar na casa da minha sogra. Tentei ser o mais sincero possível e espero sua confiança e discrição, que acho que vou ter. Não vou te dizer mais nada, só que, se você quiser, gostaríamos que viesse jantar com a gente. E se não quiser, sem problema nenhum.
H: Como é que eu vou recusar, você é idiota? Claro que sim. À noite estou aí na sua casa.
Desde aquele momento, não vou negar que aceitei com a puta fantasia de ver até onde a gente podia chegar. Embora a situação me deixasse mal, depois da conversa que tivemos, o convite me trouxe aquela sensação de saber que meu amigo não estava só me convidando pra jantar. Mas eu sentia uma vontade danada de ir pela curiosidade de ver o que ia rolar.
Quando a noite chegou e eu já estava na casa dele, rolou um jantar de amigos totalmente normal, só casais, o que no começo me fez pensar que eles estavam num esquema de swing em casa, mas ao mesmo tempo via gente que já tinha visto lá antes, o que me fez pensar que estava enganado, e que aquele jantar era pura e exclusivamente pra, de algum jeito, consertar a relação que tinha ficado tensa. Mais de dez pessoas jantaram, rimos, conversamos pra caralho, no clima típico dessas comidas. Com a Lorena trocamos cumprimentos normais, como antes, e durante a sobremesa várias vezes trocamos opiniões, conversas e respostas um com o outro, isso me deu uma tranquilidade foda na hora de me encaixar de novo na minha posição de amigo íntimo da família, tudo como antes. A noite se esticou, já de madrugada metade das pessoas foi embora e cada vez éramos menos, o álcool rolou solto com vinho e uísque pra maioria dos homens, as mulheres não ficaram atrás. Até aquele momento, sou sincero, não tinha o menor pensamento de nada, até que num determinado momento o Martin me chama pra acompanhar ele até o quintal pra pegar mais Bebida, não senti nada de estranho até aquele momento, os convidados continuavam só na conversa na casa do Martín. Assim que ficamos sozinhos no local com garrafas na mão, ele me segura pelo ombro, me impedindo de voltar pra cozinha de novo. Só eu e ele. Ele me olha meio sorrindo, buscando cumplicidade.
M: Você fica um tempinho hoje? Quando todo mundo for embora, quero dizer. Não quero resposta de compromisso, hein. Só se você quiser e não te incomodar.
H: Entendi perfeitamente. Fico sim, fico.
M: Valeu, não me enganei quando pensei em você, sério, obrigado.
Na mesma hora, fiquei pensando que tudo ia se repetir, mas automaticamente sabendo que dessa vez eu ia aproveitar. Assim que entrei de novo na sala onde todo mundo estava, a primeira coisa que fiz foi prestar atenção na Lorena. Um olhar de não mais que segundos, mas suficientes pra perceber o quanto a mulher do meu amigo é gostosa. Ela estava maquiada, muito elegante, o cabelo sempre solto, ondulado e ruivo, a boca também vermelha. Vestia uma camisa branca e uma calça jeans azul escura justa. Estava muito elegante, mas vieram imagens e sons na minha cabeça de lembrar dela gemendo, e foi difícil me entrosar de novo. As horas seguintes foram uma eternidade, até que o último casal avisou que ia embora. Me ofereci pra ajudar os donos da casa a limpar a mesa. Martín acompanhou os amigos, e eu e a Lorena juntando a mesa e levando pra cozinha, conversando cordiais. Nisso, chega o Martín. Lorena lavando pratos e copos. No fim da conversa, Martín, sem esperar, toma a iniciativa: segura ela pela cintura e fala no ouvido dela. Eu estava parado do lado, secando pratos, e saiu algo assim:
M: Por que você não fica confortável, meu amor? A gente termina aqui, se você quiser. Fica à vontade, linda.
Lorena quase sem responder e percebendo ela nervosa, parou de lavar, secou as mãos e com um "já volto" foi pro quarto dela.
M: Tá tudo conversado, Héctor. Não precisa explicar nada. Desde ontem a gente já falou sobre isso. Queremos repetir o que rolou. Última vez, cê tá bem?
H: Já te falei antes, entendo e tá tudo bem. Vou tentar aproveitar um pouco também.
M: Beleza então, vou subindo, deixa a gente um momento e daqui a pouco sobe.
H: Perfeito.
Só dei essa resposta e meu amigo sorriu pra mim, nos conhecíamos demais pra entender. Ele me agradeceu de novo, quando na real quem devia agradecer era eu. Martin foi pro quarto dele, eu acendi um cigarro e servi mais um copo de uísque na sala. Tentei dar uns quinze minutos, que foram uma eternidade, até que não aguentei mais. Devagar, subi as escadas. Chegando no quarto dele, a porta estava entreaberta. Abri devagar e levei o primeiro susto: não estavam cobertos. Lorena estava totalmente nua na cama, de bruços, e Martin sentado sobre as pernas dela. Vi ele de costas, entrei e fui de lado me sentar na mesma cadeira da outra vez. Sentei e a primeira coisa que curti foi ver a curva da bunda da Lorena. Uma raba linda se via de lado. E o segundo susto é que ela estava com o rosto virado pra mim. Martin, também nu, tava se masturbando enquanto masturbava a mulher dele. Meu corpo tremia inteiro de nervoso e o pau já tava subindo. Martin demorou um tempão numa masturbação simultânea. Todos ficamos em silêncio. Eu olhava Martin massageando aquela raba e sentia inveja. Lorena me olhava e eu podia ver excitação e nervosismo no olhar dela...
M: Vem, Heitor, chega mais.
Senti um tremor no corpo. Levantei e me aproximei. Ele saiu da cama e mandou eu ocupar o lugar dele. Nos olhamos sérios, mas ele abandonou o lugar. Pude notar a ereção extrema dele, um tamanho um pouco menor que o meu, principalmente na grossura. Uma situação inimaginável na minha vida. Ele só disse: "Foca e não pensa que você é o Heitor, nem que eu sou o Martin e que ela é a Lorena. Age como se fôssemos estranhos." Já Lorena, sozinha na cama, eu olhei. Cu mais lindo, branco e grande que eu já tinha visto. Subi em cima das pernas dela e comecei a apalpar aquela bunda preciosa. Tava com a pica muito dura, peguei na bunda dela com as duas mãos e comecei a passar a mão na buceta dela, e de vez em quando enfiava os dedos. A buceta dela tava molhada. A bunda dela não era dura por causa da idade, mas era muito macia e grande, uma bunda linda. Martin sentou na mesma cadeira que eu tava e eu vi ele se masturbando enquanto eu fazia o mesmo com a mulher dele. Lorena começou a gemer mais forte enquanto eu passava todos os dedos na buceta dela. Tentei pensar que era só mais uma puta que eu tinha nas mãos, e o sangue de tano caliente subiu na minha cabeça. Sem pedir permissão, abaixei o zíper da calça, meti a mão e tirei a pica pra fora. Olhei pro Martin e ele se masturbava mais rápido. Subi mais em cima da bunda da Lorena, queria comer ela, e olhei de novo pro Martin, ele continuava se masturbando. Procurei a buceta dela, me deitei em cima dela até enfiar de pouquinho em pouquinho na buceta. Olhei pra ela, e ela, olhando pro marido, abriu a boca e gemeu. As mãos dela apertaram os lençóis, e comecei a comer ela. Peguei ela pela cintura e comi ela por muito tempo pela buceta. Meti forte, comendo a buceta dela sem parar. Ela gemia e o Martin falava coisas tipo "assim, assim". Foi uma situação tão intensa pra mim que rapidamente ia gozar. Lorena não parava de gemer como uma puta, o que me deixava mais tesudo. Tava comendo aquela gostosa divina que não era nada mais que a esposa de um amigo, e ela começou a se mexer. Sentir aquela química de que ela tava gostando de ser comida por mim me pregou uma peça tão ruim que me fez chegar no ponto do orgasmo. Tirei a pica de dentro e jorrei toda a porra nas costas dela, e um pouco caiu nas nádegas dela. Quando gozei, soltei um grito de prazer do caralho, e ela também. Me joguei deitado na cama, e ela se levantou e foi pro lado do marido.
M: Chupa minha pica, meu amor, me faz gozar, por favor. Lorena de joelhos começou a chupar a pica do Martin, eu olhava sinceramente incrédulo, podia ver as costas dela manchadas e me parecia ainda mais inacreditável tudo, ver eles tão putos naquele casal que parecia tradicional e bem constituído, profissionais inimagináveis naquela situação, ela chupava a pica com as mãos dele apoiadas na cabeça dela, um bom tempo até que Martin gemeu fundo apertando a cabeça da mulher, ele estava enchendo a boca dela de porra, a puta gostosa da Lorena. Com a boca bem cheia, Lorena saiu em direção ao banheiro que fica no mesmo quarto, eu me levantei e não sabia o que dizer, tinha comido a mulher dele, ele procurou a roupa e se vestiu, eu de pé já arrumado de novo falei que ia embora, ele me deu o ok e de novo me agradeceu, desce que já te abro, ele disse, a situação era estranha demais e me deixava desconfortável de novo. Desci pensando na loucura que a gente tinha acabado de fazer e só esperei sem saber o que mais fazer, esperei um tempo, mas de novo a situação se repetiu porque quem desceu depois de alguns minutos foi a Lorena, e desceu diretamente de tanguinha e sutiã
L: Martin foi tomar banho
Sem mais conversa, ela se aproxima, me pega pelo rosto e começa a me beijar na boca e com uma mão a me tocar a pica, não podia acreditar, jamais imaginei essa mulher assim nem fodendo, e ali perdi todo o respeito, apertei ela contra mim direto na bunda, apertei tudo, e com uma mão puxei o sutiã dela pra baixo, ela com as mãos me desabotoou a calça e começou a me masturbar, surpreendentemente pra minha idade mas já estava me deixando de pau duro de novo, uma Lorena totalmente desconhecida pra mim, peguei aqueles dois peitos grandes gostosos e brancos com as mãos e chupei todos, ela se abaixa de repente e começa a chupar minha pica, como ela chupou minha pica a filha da puta, eu estava gozando de um boquete impressionante quando notei que Martin nos olhava de cima, me olhava sério enquanto eu gozava na boca da esposa dele, me olhou sério por uns minutos e desapareceu, levantei ela pelo cabelo e nunca mais esqueço
H: Vem cá, gostosa, que vou te comer toda
Levei ela pro sofão e coloquei de quatro, fiquei louco naquela bunda enorme e branca, puxei a tanga dela e enfiei na buceta e comecei a comer ela como uma puta, ela gemia alto que parecia que queria que ouvissem lá de cima, perdi tanto o respeito que metia na buceta e comecei a enfiar o dedão de mecânico no cu dela, percebi que o martin já dava o cu pra mulher dele porque enfiei inteiro e ela nem reclamou, parecia que tava gostando
H: Vou arrebentar teu cu, lorena
Tirei a pica da buceta e enfiei devagar no cu dela, ela deu um berro, meti bem fundo e apertando os peitos dela arrebentei o cu como um coelho, comi sem dó o cu dela com toda a vontade, lorena já tava gemendo e gritando de como eu arrebentava a raba, meti no cu sem parar até dar vontade de gozar de novo, mas dessa vez deixei bem dentro do cu e enchi o cu dela de porra, tirei a pica e a porra escorria do buraco, ela disse que eu tinha matado ela, e pra eu só abrir a porta e vazar que ela fechava, saí da casa dos meus amigos tendo passado a melhor noite da minha vida, acho.
Hector.
10 comentários - Trio com amiga gostosa 2
como disfruta los cuernos tu amigo
Si conseguis alguna foto de la yegua sos el 1
van 10 me calento mucho!!! saludos