Meus primeiros dias de aula foram meio traumáticos, claro que minha carreira anterior não tinha nada a ver com o programa que eu tinha me proposto, mas eu continuaria com ela até terminar. Sendo o novato, meus novos colegas tiveram reações diferentes comigo, desde curiosidade até indiferença ou desconfiança. Entendi que um cara que quer estudar com interesse é meio diferente, mas aos poucos fui conquistando a confiança deles. Claro que tinha de todo tipo: desde os mais fechados até os melosos, engraçados ou líderes convictos, e garotas desde as tímidas até umas leoas exuberantes. Quando voltava pra casa, me trancava no quarto e me dedicava a me organizar. Sempre tive facilidade pra estudar de forma metódica, então com menos esforço tirava notas melhores. Minhas primas me visitavam de vez em quando, também estavam curiosas sobre como eu lidava com a nova situação. Claro que sabiam das intenções dos pais delas sobre o futuro dos negócios; elas estavam melhor vivendo à margem de tudo, mas sem problemas financeiros. Quando recuperei a rotina na minha vida, lembrei de muitas coisas que tinha esquecido por causa da empolgação. Me surpreendi por não ter pensado em todos esses dias nas minhas primas ou na minha vizinha Emi. De repente, tudo voltou pra minha cabeça, senti curiosidade ou talvez remorso por isso. Minhas primas continuavam com suas vidas, tinham seus amigos, suas aulas, etc. Eu também estava na vida delas, mas de outra forma. Sobre a Emi, não conseguia esquecer o dia que comecei os trâmites na universidade. A gente tinha transado de um jeito selvagem, eu diria. Uma mulher maravilhosa e desesperada por ser amada. Me interessava pela vida dela, estava convencido de que merecia o melhor. Quando tive uma tarde livre, fui até uma loja de eletrônicos. Tinha pesquisado na internet como instalar uma câmera pra gravar por um bom tempo. Com um certo remorso, instalei ela apontando pra casa da minha vizinha Emi, em parte pra poder ajudar ela num... em relação ao futuro com o marido, mas também sentia a necessidade de vê-la quando ela saía na sua varanda solário. Da minha janela dava pra ver muito bem e eu gravava tudo, muitos dias passava gravando num arquivo no meu computador a minha vizinha, ela saía pra tomar sol regularmente se o tempo permitisse, o corpo dela me excitava muito, mas mais ainda o jeito de se mover, percebi que me afetava mais do que o recomendável, então comecei a deletar arquivos. Numa das vezes que ia apagar o que a câmera tinha captado, parei num momento que me deixou muito intrigado, minha vizinha estava como sempre tomando sol, pelada e deitada na espreguiçadeira que eu já conhecia, era um domingo, me relaxei e me preparei pra ver tudo, depois de um tempo no sol, bateram na porta, ela se levantou e voltou acompanhada pela minha tia, pulei na cadeira, minha tia lá toda à vontade… Emi tinha se coberto com um roupão pra ir abrir, mas assim que chegou na varanda tirou a roupa e ficou pelada de novo, minha tia sem se abalar levantou a blusa, soltou a saia e ficou só de calcinha e sutiã, como não podia faltar, usava um conjunto lindo, os peitos dela estavam presos num sutiã preto, mínimo, de renda, os bicos marcavam claramente, a calcinha era do tipo biquíni alta na cintura e com um recorte que deixava as pernas dela enormes, tive que admitir que não esperava minha tia com esse corpão, mas quando ela tirou as duas peças e deixou numa cadeira fiquei pasmo, ela tinha uns peitos de matar, altos, redondos, durinhos com um bico que quase cobria metade do peito, os quadris largos que nasciam de uma cintura fina pra idade dela e depois de ter parido duas meninas. Além disso, ela se cuidava muito, pois tinha uma ppk perfeitamente depilada, formava um triângulo de pelinhos curtos, pequeno o suficiente pra indicar que só alguns centímetros abaixo tinha uma buceta espetacular. Ela se deitou numa espreguiçadeira que Emi trouxe pra perto, colocou do lado dela, a pele dela também Ela era morena, sem marcas de roupa, quando o sol a fez suar e a pele dela brilhou. Minha pica ficou tão dura que tive que bater uma punheta, bem na tranquilidade, em homenagem àqueles dois monumentos. Estavam totalmente nuas na minha frente, mal falavam. Eu via a Emi por inteiro, menos os pés. Ela estava com as pernas meio abertas e os lábios da buceta brilhando. Minha tia estava numa posição que eu só via até a cintura, mas imaginava o resto. Quando subi pro meu quarto depois da janta, tava muito tarado. Minha tia fazia a rotina de sempre, e eu reparei: não dava pra adivinhar o corpo que ela tinha. Não queria pensar nisso, mas teria fodido ela ali mesmo. Só que o respeito por ela e, principalmente, pelo meu tio, fez eu apagar toda tentação. Depois de um tempo deitado, levantei. Não aguentava mais. Desci pro quarto da Maria. Antes de bater, escutei na porta: dava pra ouvir a respiração tranquila da minha prima. Entrei sem fazer barulho. Com a luz fraca que entrava pela janela, me enfiei debaixo dos lençóis depois de tirar a cueca. Era uma sensação que eu não sentia há muito tempo. O corpo da minha prima, macio, jovem, quente e pelado, tava do meu lado, de bruços. Gostei de passar a mão da nuca até a cintura. Só senti um leve tremor quando passei pelas costas dela. Depois, passei a mão nas nádegas, redondas, aveludadas. A redondeza se perdia entre as coxas dela. Mesmo não tendo quase espaço entre elas, não se fechavam completamente. Tinham uma separação suficiente pra meus dedos seguirem até sentir o fim dos lábios fechados dela. Foi um alívio pra mim. A maciez me lembrou um lugar aconchegante. Peguei as pernas dela pelos joelhos e abri com muito cuidado. Não queria acordá-la, só aproveitar o calor dela. Quando as pernas dela estavam abertas o suficiente pra ver os lábios fechados no fim das coxas, entre as nádegas, olhei além, depois das nádegas dela: a cintura, as costas. Sua nuca, aquela nuca tão sensível que só de roçar nela os cabelos dela se arrepiavam e até os mamilos, minha boca foi beijando desde a parte de trás dos joelhos, passando pelas coxas, subindo devagar, com uma infinidade de beijos suaves, sem intenção de acordá-la. Quando meus lábios beijaram as duas nádegas ao mesmo tempo, o cheiro de sexo que vinha da buceta dela quase me fez perder a cabeça, mas continuei beijando o quadril dela, as costas pela fenda da coluna até chegar ao pescoço. Ali foi minha perdição: vários fatores se juntaram. O menos esperado foi o cheiro do perfume que sempre acompanhava a Maria; o outro, que enquanto minha boca subia pelas costas, meu pau passeava entre as coxas dela; e o último, que quando os dois se uniram, eu já estava com a cabeça entre os lábios da buceta da minha prima. Me deixando cair sobre ela, o calor do corpo dela fez com que, só de pressionar um pouco, minha glande separasse os lábios e entrasse alguns centímetros para dentro. Maria, meio sonolenta, abriu as pernas um pouco. A buceta ainda estava pouco lubrificada, então ela se encolheu ao sentir minha cabeça quente. Cuspi na minha mão e passei no pau para umedecer. Só precisei de uma leve pressão para a glande desaparecer na vagina dela. Um suspiro me indicou que, se ela não tinha acordado, pelo menos não achava ruim o calor dentro do corpo dela. Isso me animou a continuar metendo carne. Beijei a nuca dela, e ela virou a cabeça de lado. Sussurrei no ouvido dela: — Maria, quero te foder. As pernas dela se abriram como uma tesoura, as nádegas dela deram espaço pro meu pau com minhas bolas atrás. Minhas mãos passaram por baixo do peito dela, puxando os peitos para os lados. Os mamilos, mesmo forçados, apareciam o suficiente para eu beliscá-los de leve. Ela levantou as nádegas para receber mais fundo meu pau, duro como um guarda-chuva. Quando eu começava a acelerar as metidas e ela suspirava sem parar, ouvimos uns barulhos do lado de fora do quarto. Fiquei paralisado. A última coisa que eu queria era que meus tios me pegassem fodendo a filha deles. Filha, embora minha tia "soubesse", isso já era outra história. A María ficou paralisada em cima dos lençóis, nenhum de nós dois respirava. A gente escutou e parecia que os barulhos vinham do corredor. Levantamos na ponta dos pés, meu pau murchou que nem um balão vazio. A María se colou atrás de mim, eu entreabri a porta. O barulho era na verdade um murmúrio, mas saía do quarto dos pais dela. Por baixo da porta dava pra ver uma luz fraca. Como dava pra ouvir um murmúrio constante, encostamos o ouvido na madeira da porta. Ficamos mais tranquilos quando percebemos que os pais dela também estavam trepando. Já íamos voltar pra cama quando a gente ouviu minha tia gritar quase... — Mete tudo, seu filho da puta, quero vocês nos dois buracos ao mesmo tempo. A gente se olhou com os olhos arregalados, não esperava nem o grito, nem a expressão meio vulgar pra minha tia, nem a opção dos "dois ao mesmo tempo". Ficamos na dúvida entre voltar pra cama ou bisbilhotar pra ver o que rolava. Ao mesmo tempo, voltamos atrás e nos apoiamos na porta no momento em que minha tia gritou de novo... — Mete o teu no cu e o Carlitos na buceta, vamos. Foi uma sorte ela ter gritado, porque a porta cedeu o suficiente pra gente espiar pela fresta. Eu fiquei de pé e a María agachada entre minhas pernas. A visão que apareceu na nossa frente chocou nós dois. Meu tio estava deitado na cama, minha tia sentada de costas pra ele, com o pau dele enfiado no cu dela. Mal dava pra ver mais que os ovos, e com uma mão meu tio enfiava um vibrador enorme na buceta dela. O brinquedo a pilha girava enquanto vibrava e atacava o clitóris e a vagina ao mesmo tempo. Minha tia se mexia sem parar, gozando com as penetrações que tava levando. Os peitos que eu já tinha admirado eram amassados pela outra mão do meu tio. Como ela tava de frente pra gente e bem iluminada, a cena era perfeita. Acho que foi pelo tesão da situação que meu pau começou a crescer. No começo, encostava nas costas da María, mas ela nem notava de tão excitada que tava. Quando ela se apoiou no ombro dele, duro como um cacete, virou o suficiente pra enfiar na boca dele. Quase caí na porta, mas minha tia me deixou hipnotizado. Ela se mexia loucamente em cima das duas rolas enfiadas, xingava meu tio, que aguentava estoico, e pedia cada vez mais. Imaginei, lembrando da tarde com a Emi, que eles deviam ter falado de putaria e ela tinha ficado tão excitada que agora tava se aliviando. Quando meu tio anunciou que ia gozar, minha tia levantou e se colocou embaixo, só disse imperiosamente:
— Não goza dentro, quero na cara.
Ela pegou nos ovos dele e puxou pra cima do rosto dela. Meu tio se masturbava, um pau enorme, tão grosso quanto o meu, mas mais comprido. Parecia que nunca ia terminar de tirar do cu. Com dois movimentos rápidos, ele soltou vários jatos de porra. Os primeiros acertaram o rosto da minha tia, escorreram pelas bochechas até o olho. Os seguintes foram parar nos peitos dela, várias rajadas encheram os bicos e o meio dos peitos. Nessa hora, minha tia pegou o vibrador e enfiou fundo no cu dela, mal dava pra ver o controle das pilhas quando ligou na velocidade máxima. O efeito foi fulminante: um orgasmo tomou o corpo dela, dando uns espasmos que derrubaram meu tio, que ainda tava escorrendo a rola nela.
Os gritos dela ecoavam no silêncio da noite, mas abafaram meus gemidos quando minha prima me fez gozar de joelhos na porta do quarto dos pais dela, enquanto a gente via os dois trepando como loucos. Ela teve que engolir toda a porra que depositei na boca dela pra não sujar o chão. Depois que lambeu meu pau todo, ela disse:
— Bom, acho que já deu por hoje, vamos dormir.
E foi o que fizemos, cada um pro seu quarto. Entrei sem fazer barulho e me meti na cama. Quando me cobri, notei que os lençóis estavam mornos. Estendi a mão e senti a pele macia de uma mulher. Não perguntei nada. Quando já tava coberto, só precisei aproximar a mão. onde eu supunha que estavam os peitos para confirmar que era minha prima Maite a dona daquele par de bicos duros. Minha prima caiu na risada assim que sentiu minha mão apertando as pontas, estava me esperando desde sei lá quanto tempo, sem pensar duas vezes pegou na minha pica, claro que não estava dura nem grossa, tinha acabado de ser chupada pela irmã dela e minhas bolas vazias, ela se encostou em mim passando a perna por cima das minhas mas sem soltar a pica, perguntei… --- Maite, o que você faz aqui a essa hora? --- Tava te esperando, queria que me contasse em primeira mão o que você e minha irmã estavam fazendo espionando meus pais, vi vocês. --- Bom… é que a gente ouviu um barulho estranho vindo do quarto e sem querer vimos o que rolava pela porta semiaberta. --- Ah! E o que vocês viram? Me conta… --- Os barulhos não eram nada alarmante, só que seu pai e sua mãe estavam fodendo como possessos, só isso. --- É! E vocês só de espectadores frios, né? Então por que minha irmã tava te chupando a pica até você gozar na boca dela? Também vi, hahaha. --- Isso foi consequência do espetáculo, e você onde tava? --- Também acordei com os barulhos, fui pro corredor e ouvi de onde vinham e imaginei, também vi vocês dois olhando atentamente e como a Maria acalmava isso que tenho na mão e que tá tão cansado. Dito isso, apertou minha pica com uma mão e com a outra as bolas. --- E o que você achou do que viu? Meu pai tem uma grande, né? --- Pois é, verdade, tem uma pica enorme, nunca imaginaria nele, mas… e você como sabe? --- Eu já vi muitas vezes desde pequena, nunca se esconderam da gente, sempre vimos a nudez como coisa natural, embora a primeira vez que vi ele de pau duro me chocou muito, entrei sem bater no quarto, meu pai tava de costas pra mim, minha mãe de joelhos na frente dele, não dei importância Até que eu reparei no espelho de corpo inteiro que tinha do lado, vi eles de perfil, era de manhã e tinha muita luz. Pelo espelho, vi que minha mãe estava com quase toda a rola dentro da boca, tinha puxado a pele para trás e os lábios dela chegavam até a metade do tronco. Com uma mão, ela segurava os ovos dele, e com a outra, batia uma na rola até ele gozar dentro da boca dela, mas só saiu um jato; o resto foi na cara dela, cobrindo os olhos e o cabelo de porra. Quando acabou de sair a gozada, minha mãe se afastou dele e lambeu a rola até deixar limpinha. Foi aí que eu vi ela inteira. "Você tem uma rola muito boa, grossa e dura, mas a do meu pai é maior." — "É verdade, não sei como sua mãe enfia esse pedaço de carne inteiro na buceta." — "Pois parece que sim, e no cu também, já vi outras vezes." — "Tá bom, vejo que você tá bem informada, mas já é tarde, amanhã a gente tem aula, vamos dormir." — "Vou embora quando você chupar minha buceta um pouco, só pra eu ir pra cama molhadinha." A verdade é que não era sacrifício nenhum fazer aquilo, ainda mais quando ela já tinha montado em cima de mim de pernas abertas e colocado os lábios dela na minha boca. Ela se comportou bem; quando a buceta ficou encharcada de suco dela e da minha saliva, ela desceu e saiu do meu quarto. De manhã, fui pra universidade como sempre, já nem lembrava da visão do domingo. Fiquei tentando conhecer meus colegas, principalmente as meninas. Tinha uma garota que era uma verdadeira modelo: alta, magra, lindíssima e com uma elegância especial. O ruim é que ela tava sempre cercada por um enxame de caras babando atrás dela. Já no polo oposto, tinha a Asun, uma garota bem normal: magra, nem bonita nem feia, cabelo castanho liso e um corpo sem curvas marcantes. Usava óculos de armação grossa e vivia carregada de livros e anotações, quase sempre vestida igual: calça e camiseta estampada com uma jaqueta jeans. Na aula, ela sentava sempre na primeira fila e, pouco tempo depois... Ao reparar nela, percebi que era a melhor aluna da turma. Prometi a mim mesmo que me envolveria com ela. Quando voltei pra casa, vi a porta do chalé da Emi aberta. Olhei pra ver se ela tinha chegado, mas só vi o jardineiro saindo com um saco enorme cheio de grama cortada. Quando ele ia fechar a porta atrás de si, vi minha vizinha agachada na frente de um canteiro cheio de flores. Ela se virou e, ao me ver, veio até o portão da rua. Tinha as mãos com luvas grossas, vestia um short e uma camisa amarrada na cintura, e um lenço no cabelo segurando os fios soltos. — Oi, Juan, quanto tempo sem te ver. Mas já sei que você tá super ocupado ultimamente. Quer um café? — Oi, Emi, que bom te ver. Tô mesmo sobrecarregado com a faculdade, e sim, quero um café. Segui ela pra dentro de casa. Por baixo do short, as bundas dela balançavam alternadamente, marcando um ritmo perfeito. Ela me mandou sentar enquanto trocava de roupa. Enquanto esperava, fiquei de olho na sala. Era decorada com bom gosto, sem ostentação. Quando ela voltou, tava com uma calça fina, longa e boca de sino, umas rasteirinhas e uma camiseta de lycra. Sentou do meu lado, trazendo uma bandeja com duas xícaras e uma cafeteira cheia de café. Serviu o dela sem açúcar, o meu com dois cubos. Quando demos o primeiro gole, Emi sentou mais perto, colocou a mão na minha coxa e disse: — Então, me conta como tão indo seus progressos. Um passarinho me disse que você tá voando baixo. — Parece que as notícias correm. As boas novas são que fui aceito num curso de administração, especializado no tipo de conhecimento que me interessa. Tô me dedicando de corpo e alma pra conseguir isso o mais rápido possível. — Sim, já sei. Sua tia me contou. Parece que ela tá muito empolgada com você. Bem, seu tio também, mas eu diria que de um jeito diferente. Ela falou isso com um olhar meio... Piriguete, eu nem liguei e continuei contando umas coisas bestas das aulas. --- Tô com a impressão que minha tia e você são bem amigas… --- Não me diga que você ainda não tinha percebido, somos amigona, não tem segredo entre nós, gostamos das mesmas coisas e somos muito unidas. --- Pô, então eu não ia adivinhar, falei baixando o olhar… --- Não acredito, ainda mais quando você nos viu da sua janela tomando sol juntas, peladas e batendo papo de boa. --- Que porra, como você me viu? Eu mal espiei pela janela… --- Kkkk, instinto feminino, e sua tia também te viu, e no dia que a gente trepou, ela também te viu da sua janela, parece que é um bom observatório. --- Caralho, que mancada, quem sabe o que ela pensou do sobrinho dela. --- Relaxa, não esquenta com nada, sua tia te adora pra caralho e sabe o seu valor, o único problema que eu vejo é que ela curte muito pica e, principalmente, a sua. Assim que soube que você tava olhando, ela ficou toda excitada e quis te esquentar também. Começou fazendo você vê-la pelada, se exibiu na sua frente com toda a sensualidade que podia e se preparou pra te deixar de pau duro na primeira chance que tivesse. Ela me disse que naquela noite ia dar um jeito de você ver ela foder, ia fazer com seu tio, mas era dedicado a você. Acho que seu tio também sacou e vocês dois deram um showzão, né? Pelo menos foi o que ela me contou. No começo, faziam com o irmão gêmeo do seu tio, o Carlos. Seu tio comia ela enquanto o Carlos mantinha a pica pronta, e quando sua tia gozava, o Carlos substituía seu tio e enfiava até gozar dentro dela, na intenção de engravidar. Mas depois, pra aumentar as chances, e porque o Carlos tinha uma pica ainda maior que a do marido, a Ana passou a foder só com o Carlos, e seu tio viajava enquanto isso. --- Então, Carlitos?... --- Ah! Kkkk, você viu o Carlitos? Que bom, esse consolo eu que dei pra ela, mandei buscar do Japão. Uma comissária de bordo amiga minha, pedi pra ela dar o melhor de si, e olha, é verdade, eu mesma ensinei ela a usar. Quando ela mostrou pro marido e eles testaram, combinaram de batizar com o nome do irmão dele. Fiquei pasmo, completamente abalado com a história que a Emi tava contando, nunca imaginei que meus tios fossem tão entrosados assim, e confesso que curti, tanto que precisei esticar a perna pra dar espaço pro meu pau que descia por ela assim que saiu da cueca. Ele encontrou a mão que a Emi tinha na minha coxa, e ela só levantou os dedos pra envolver ele e apertar. Percebi que pra ela também não passou batido, porque por baixo da camiseta de lycra apareceram dois bicos duros, que se adiantavam pros peitos mal contidos por um sutiã minúsculo. Meus olhos grudaram neles e meu pau engrossou ainda mais. Emi se levantou e, na minha frente, foi puxando a camiseta pra cima. Quando os braços dela estavam sobre a cabeça, por baixo do sutiã que mal aparecia, escapavam uns pedaços de peito moreno. Minhas mãos pousaram neles e, enfiando os dedos por baixo do sutiã, levantei ele, deixando cair nas minhas palmas os dois globos inchados com os bicos endurecidos. Quando a camiseta caiu no sofá, ela desabotoou o sutiã que apertava, e os dois peitos se libertaram completamente, cobrindo toda a frente dela. Minhas mãos soltaram o cordão que amarrava a cintura da calça, fui descendo devagar, mesmo sabendo o que ia encontrar, queria saborear o momento. Quando cheguei no púbis dela, um rastro mínimo de pelo anunciava o começo da separação dos lábios, uma linha perfeita, só interrompida por uma leve rugosidade que ainda não tinha atingido o grau de excitação que fazia parecer uma avelã descascada. Quando minhas mãos pousaram nas nádegas dela e a puxei pra mim, esses lábios até então fechados foram se abrindo até me oferecerem o volume rugoso que meus lábios agarraram e minha língua rodeou. até fazê-lo crescer várias vezes de tamanho, Emi pressionava minha cabeça contra a boceta dela, enquanto levantava uma perna no sofá e me deixava alcançar todos os lábios dela. Um cheiro forte de buceta quente me guiou até a entrada da vagina dela, que escorria um suco delicioso. Quando me deitei no sofá, as pernas dela envolveram meu rosto, ela se ajustou o suficiente pra me deixar respirar o mínimo enquanto eu lambia a xereca dela. Os suspiros dela enchiam a sala; só os tremores da boceta dela deixaram a garota exausta. Quando pararam de sacudir, ela ficou largada em cima de mim. Terminei de tirar a calça dela pelos pés; ela estava nua no sofá, o peito dela pulsava ofegante. Quando tirei minha roupa e me deitei sobre ela, esperei ela se recuperar pra pressionar com meu pau a entrada da vagina dela. Emi só entreabriu os olhos quando abriu as pernas e levantou o quadril pra eu meter o mais fundo que pudesse. Meus cotovelos fincados no assento do sofá me deixavam pegar os peitos dela ao mesmo tempo. Conforme eu sentia mais e mais prazer, Emi segurou as próprias pernas por debaixo dos joelhos e as levantou sobre o peito. Ficaram à vista as nádegas redondas, perfeitas, que delimitavam uns lábios abertos e molhados já pelos fluidos dela. Meu pau enterrou até o fundo, preenchia o corpo dela por completo, mas ainda assim caberia um tamanho maior de carne. Quando eu começava a sentir minha futura gozada, Emi levantou ainda mais as nádegas, sorriu docemente pra mim e separou com as mãos as massas carnudas. Um filete de fluidos ia da vagina dela até o cuzinho rosado. Foi o suficiente pra lubrificar minha glande que, no menor empurrão, desapareceu dentro do intestino dela, seguido de todo o tronco que engoliu sem nenhuma interrupção. Quando eu ia na metade do percurso, uma série de espasmos me indicou que outro orgasmo estava levando ela ao céu. Meu pau não aguentou essas contrações, então reguei ela com vários jatos de porra em várias estocadas. até dentro. Ela deixou cair as pernas ao meu lado e eu fiquei sobre ela, enquanto recuperava as batidas normais do coração, fiquei pensando até onde essa relação poderia me levar e a trama que minha tia estava armando, ou melhor, seria meus tios? Continua. Agradeceria seus comentários.
— Não goza dentro, quero na cara.
Ela pegou nos ovos dele e puxou pra cima do rosto dela. Meu tio se masturbava, um pau enorme, tão grosso quanto o meu, mas mais comprido. Parecia que nunca ia terminar de tirar do cu. Com dois movimentos rápidos, ele soltou vários jatos de porra. Os primeiros acertaram o rosto da minha tia, escorreram pelas bochechas até o olho. Os seguintes foram parar nos peitos dela, várias rajadas encheram os bicos e o meio dos peitos. Nessa hora, minha tia pegou o vibrador e enfiou fundo no cu dela, mal dava pra ver o controle das pilhas quando ligou na velocidade máxima. O efeito foi fulminante: um orgasmo tomou o corpo dela, dando uns espasmos que derrubaram meu tio, que ainda tava escorrendo a rola nela.
Os gritos dela ecoavam no silêncio da noite, mas abafaram meus gemidos quando minha prima me fez gozar de joelhos na porta do quarto dos pais dela, enquanto a gente via os dois trepando como loucos. Ela teve que engolir toda a porra que depositei na boca dela pra não sujar o chão. Depois que lambeu meu pau todo, ela disse:
— Bom, acho que já deu por hoje, vamos dormir.
E foi o que fizemos, cada um pro seu quarto. Entrei sem fazer barulho e me meti na cama. Quando me cobri, notei que os lençóis estavam mornos. Estendi a mão e senti a pele macia de uma mulher. Não perguntei nada. Quando já tava coberto, só precisei aproximar a mão. onde eu supunha que estavam os peitos para confirmar que era minha prima Maite a dona daquele par de bicos duros. Minha prima caiu na risada assim que sentiu minha mão apertando as pontas, estava me esperando desde sei lá quanto tempo, sem pensar duas vezes pegou na minha pica, claro que não estava dura nem grossa, tinha acabado de ser chupada pela irmã dela e minhas bolas vazias, ela se encostou em mim passando a perna por cima das minhas mas sem soltar a pica, perguntei… --- Maite, o que você faz aqui a essa hora? --- Tava te esperando, queria que me contasse em primeira mão o que você e minha irmã estavam fazendo espionando meus pais, vi vocês. --- Bom… é que a gente ouviu um barulho estranho vindo do quarto e sem querer vimos o que rolava pela porta semiaberta. --- Ah! E o que vocês viram? Me conta… --- Os barulhos não eram nada alarmante, só que seu pai e sua mãe estavam fodendo como possessos, só isso. --- É! E vocês só de espectadores frios, né? Então por que minha irmã tava te chupando a pica até você gozar na boca dela? Também vi, hahaha. --- Isso foi consequência do espetáculo, e você onde tava? --- Também acordei com os barulhos, fui pro corredor e ouvi de onde vinham e imaginei, também vi vocês dois olhando atentamente e como a Maria acalmava isso que tenho na mão e que tá tão cansado. Dito isso, apertou minha pica com uma mão e com a outra as bolas. --- E o que você achou do que viu? Meu pai tem uma grande, né? --- Pois é, verdade, tem uma pica enorme, nunca imaginaria nele, mas… e você como sabe? --- Eu já vi muitas vezes desde pequena, nunca se esconderam da gente, sempre vimos a nudez como coisa natural, embora a primeira vez que vi ele de pau duro me chocou muito, entrei sem bater no quarto, meu pai tava de costas pra mim, minha mãe de joelhos na frente dele, não dei importância Até que eu reparei no espelho de corpo inteiro que tinha do lado, vi eles de perfil, era de manhã e tinha muita luz. Pelo espelho, vi que minha mãe estava com quase toda a rola dentro da boca, tinha puxado a pele para trás e os lábios dela chegavam até a metade do tronco. Com uma mão, ela segurava os ovos dele, e com a outra, batia uma na rola até ele gozar dentro da boca dela, mas só saiu um jato; o resto foi na cara dela, cobrindo os olhos e o cabelo de porra. Quando acabou de sair a gozada, minha mãe se afastou dele e lambeu a rola até deixar limpinha. Foi aí que eu vi ela inteira. "Você tem uma rola muito boa, grossa e dura, mas a do meu pai é maior." — "É verdade, não sei como sua mãe enfia esse pedaço de carne inteiro na buceta." — "Pois parece que sim, e no cu também, já vi outras vezes." — "Tá bom, vejo que você tá bem informada, mas já é tarde, amanhã a gente tem aula, vamos dormir." — "Vou embora quando você chupar minha buceta um pouco, só pra eu ir pra cama molhadinha." A verdade é que não era sacrifício nenhum fazer aquilo, ainda mais quando ela já tinha montado em cima de mim de pernas abertas e colocado os lábios dela na minha boca. Ela se comportou bem; quando a buceta ficou encharcada de suco dela e da minha saliva, ela desceu e saiu do meu quarto. De manhã, fui pra universidade como sempre, já nem lembrava da visão do domingo. Fiquei tentando conhecer meus colegas, principalmente as meninas. Tinha uma garota que era uma verdadeira modelo: alta, magra, lindíssima e com uma elegância especial. O ruim é que ela tava sempre cercada por um enxame de caras babando atrás dela. Já no polo oposto, tinha a Asun, uma garota bem normal: magra, nem bonita nem feia, cabelo castanho liso e um corpo sem curvas marcantes. Usava óculos de armação grossa e vivia carregada de livros e anotações, quase sempre vestida igual: calça e camiseta estampada com uma jaqueta jeans. Na aula, ela sentava sempre na primeira fila e, pouco tempo depois... Ao reparar nela, percebi que era a melhor aluna da turma. Prometi a mim mesmo que me envolveria com ela. Quando voltei pra casa, vi a porta do chalé da Emi aberta. Olhei pra ver se ela tinha chegado, mas só vi o jardineiro saindo com um saco enorme cheio de grama cortada. Quando ele ia fechar a porta atrás de si, vi minha vizinha agachada na frente de um canteiro cheio de flores. Ela se virou e, ao me ver, veio até o portão da rua. Tinha as mãos com luvas grossas, vestia um short e uma camisa amarrada na cintura, e um lenço no cabelo segurando os fios soltos. — Oi, Juan, quanto tempo sem te ver. Mas já sei que você tá super ocupado ultimamente. Quer um café? — Oi, Emi, que bom te ver. Tô mesmo sobrecarregado com a faculdade, e sim, quero um café. Segui ela pra dentro de casa. Por baixo do short, as bundas dela balançavam alternadamente, marcando um ritmo perfeito. Ela me mandou sentar enquanto trocava de roupa. Enquanto esperava, fiquei de olho na sala. Era decorada com bom gosto, sem ostentação. Quando ela voltou, tava com uma calça fina, longa e boca de sino, umas rasteirinhas e uma camiseta de lycra. Sentou do meu lado, trazendo uma bandeja com duas xícaras e uma cafeteira cheia de café. Serviu o dela sem açúcar, o meu com dois cubos. Quando demos o primeiro gole, Emi sentou mais perto, colocou a mão na minha coxa e disse: — Então, me conta como tão indo seus progressos. Um passarinho me disse que você tá voando baixo. — Parece que as notícias correm. As boas novas são que fui aceito num curso de administração, especializado no tipo de conhecimento que me interessa. Tô me dedicando de corpo e alma pra conseguir isso o mais rápido possível. — Sim, já sei. Sua tia me contou. Parece que ela tá muito empolgada com você. Bem, seu tio também, mas eu diria que de um jeito diferente. Ela falou isso com um olhar meio... Piriguete, eu nem liguei e continuei contando umas coisas bestas das aulas. --- Tô com a impressão que minha tia e você são bem amigas… --- Não me diga que você ainda não tinha percebido, somos amigona, não tem segredo entre nós, gostamos das mesmas coisas e somos muito unidas. --- Pô, então eu não ia adivinhar, falei baixando o olhar… --- Não acredito, ainda mais quando você nos viu da sua janela tomando sol juntas, peladas e batendo papo de boa. --- Que porra, como você me viu? Eu mal espiei pela janela… --- Kkkk, instinto feminino, e sua tia também te viu, e no dia que a gente trepou, ela também te viu da sua janela, parece que é um bom observatório. --- Caralho, que mancada, quem sabe o que ela pensou do sobrinho dela. --- Relaxa, não esquenta com nada, sua tia te adora pra caralho e sabe o seu valor, o único problema que eu vejo é que ela curte muito pica e, principalmente, a sua. Assim que soube que você tava olhando, ela ficou toda excitada e quis te esquentar também. Começou fazendo você vê-la pelada, se exibiu na sua frente com toda a sensualidade que podia e se preparou pra te deixar de pau duro na primeira chance que tivesse. Ela me disse que naquela noite ia dar um jeito de você ver ela foder, ia fazer com seu tio, mas era dedicado a você. Acho que seu tio também sacou e vocês dois deram um showzão, né? Pelo menos foi o que ela me contou. No começo, faziam com o irmão gêmeo do seu tio, o Carlos. Seu tio comia ela enquanto o Carlos mantinha a pica pronta, e quando sua tia gozava, o Carlos substituía seu tio e enfiava até gozar dentro dela, na intenção de engravidar. Mas depois, pra aumentar as chances, e porque o Carlos tinha uma pica ainda maior que a do marido, a Ana passou a foder só com o Carlos, e seu tio viajava enquanto isso. --- Então, Carlitos?... --- Ah! Kkkk, você viu o Carlitos? Que bom, esse consolo eu que dei pra ela, mandei buscar do Japão. Uma comissária de bordo amiga minha, pedi pra ela dar o melhor de si, e olha, é verdade, eu mesma ensinei ela a usar. Quando ela mostrou pro marido e eles testaram, combinaram de batizar com o nome do irmão dele. Fiquei pasmo, completamente abalado com a história que a Emi tava contando, nunca imaginei que meus tios fossem tão entrosados assim, e confesso que curti, tanto que precisei esticar a perna pra dar espaço pro meu pau que descia por ela assim que saiu da cueca. Ele encontrou a mão que a Emi tinha na minha coxa, e ela só levantou os dedos pra envolver ele e apertar. Percebi que pra ela também não passou batido, porque por baixo da camiseta de lycra apareceram dois bicos duros, que se adiantavam pros peitos mal contidos por um sutiã minúsculo. Meus olhos grudaram neles e meu pau engrossou ainda mais. Emi se levantou e, na minha frente, foi puxando a camiseta pra cima. Quando os braços dela estavam sobre a cabeça, por baixo do sutiã que mal aparecia, escapavam uns pedaços de peito moreno. Minhas mãos pousaram neles e, enfiando os dedos por baixo do sutiã, levantei ele, deixando cair nas minhas palmas os dois globos inchados com os bicos endurecidos. Quando a camiseta caiu no sofá, ela desabotoou o sutiã que apertava, e os dois peitos se libertaram completamente, cobrindo toda a frente dela. Minhas mãos soltaram o cordão que amarrava a cintura da calça, fui descendo devagar, mesmo sabendo o que ia encontrar, queria saborear o momento. Quando cheguei no púbis dela, um rastro mínimo de pelo anunciava o começo da separação dos lábios, uma linha perfeita, só interrompida por uma leve rugosidade que ainda não tinha atingido o grau de excitação que fazia parecer uma avelã descascada. Quando minhas mãos pousaram nas nádegas dela e a puxei pra mim, esses lábios até então fechados foram se abrindo até me oferecerem o volume rugoso que meus lábios agarraram e minha língua rodeou. até fazê-lo crescer várias vezes de tamanho, Emi pressionava minha cabeça contra a boceta dela, enquanto levantava uma perna no sofá e me deixava alcançar todos os lábios dela. Um cheiro forte de buceta quente me guiou até a entrada da vagina dela, que escorria um suco delicioso. Quando me deitei no sofá, as pernas dela envolveram meu rosto, ela se ajustou o suficiente pra me deixar respirar o mínimo enquanto eu lambia a xereca dela. Os suspiros dela enchiam a sala; só os tremores da boceta dela deixaram a garota exausta. Quando pararam de sacudir, ela ficou largada em cima de mim. Terminei de tirar a calça dela pelos pés; ela estava nua no sofá, o peito dela pulsava ofegante. Quando tirei minha roupa e me deitei sobre ela, esperei ela se recuperar pra pressionar com meu pau a entrada da vagina dela. Emi só entreabriu os olhos quando abriu as pernas e levantou o quadril pra eu meter o mais fundo que pudesse. Meus cotovelos fincados no assento do sofá me deixavam pegar os peitos dela ao mesmo tempo. Conforme eu sentia mais e mais prazer, Emi segurou as próprias pernas por debaixo dos joelhos e as levantou sobre o peito. Ficaram à vista as nádegas redondas, perfeitas, que delimitavam uns lábios abertos e molhados já pelos fluidos dela. Meu pau enterrou até o fundo, preenchia o corpo dela por completo, mas ainda assim caberia um tamanho maior de carne. Quando eu começava a sentir minha futura gozada, Emi levantou ainda mais as nádegas, sorriu docemente pra mim e separou com as mãos as massas carnudas. Um filete de fluidos ia da vagina dela até o cuzinho rosado. Foi o suficiente pra lubrificar minha glande que, no menor empurrão, desapareceu dentro do intestino dela, seguido de todo o tronco que engoliu sem nenhuma interrupção. Quando eu ia na metade do percurso, uma série de espasmos me indicou que outro orgasmo estava levando ela ao céu. Meu pau não aguentou essas contrações, então reguei ela com vários jatos de porra em várias estocadas. até dentro. Ela deixou cair as pernas ao meu lado e eu fiquei sobre ela, enquanto recuperava as batidas normais do coração, fiquei pensando até onde essa relação poderia me levar e a trama que minha tia estava armando, ou melhor, seria meus tios? Continua. Agradeceria seus comentários.
4 comentários - Minhas primas da capital 5