Duas minas me pegaram pela mão e me levaram por um corredor escuro, depois subimos uma escada e, ao chegar no andar de cima, me enfiaram num quarto e fecharam a porta.
Acenderam as luzes.
Nesse lugar não tinha encenação igual naquele de onde a gente vinha, e que um dia vou contar o que rolou. Aqui, só uma luz fraca, uma cama de madeira e na minha frente duas minas novinhas, muito gostosas, que pareciam conhecidas. Uma era morena e a outra loira. As duas cheias de curvas, com rabetões firmes. Vestidas igual: minissaia bem curta, camisa branca com três botões desabotoados, sem calcinha.
—Você gostou do que viu?
- Preciso ser sincero. Gostei muito de você.
—Eu te falei que ele era um tarado... os olhos dele brilhavam.
-Você tinha razão, eu achei que ele ia surtar de ciúmes, mas ele segurou bem a onda…
-Pena que ela não lembra da gente…
-Desculpem, meninas. Acho que conheço vocês, mas não sei de onde. Se a gente tivesse conversado alguma vez, eu lembraria. Tenho uma memória muito boa, e vocês duas não são fáceis de esquecer…
—Não se faz de machão com a gente, não, que a gente chama a Valéria pra vir ver o que a gente vai fazer com você…
— Fomos nós que te atendemos no restaurante, na noite em que você comeu a Dona no quartinho…
-Mas é claro! Como não percebi antes! Aquele lugar tava muito escuro.
—Senta aí e fica quietinho. Temos que te dar o prêmio por ter se comportado como um homem de verdade.
—Qual é o nome de vocês?
— Não temos nome.
Me sentaram numa cadeira e, enquanto a loira me beijava na boca, fundo, com a língua molhada, a morena desabotoava minha calça e deixava ela caída até os joelhos. Quando ela liberou meu pau da cueca, as duas riram, debochando. Tava duro, e a ponta tava molhada, daquela porra que escorre da cabeça quando a gente tá muito tesudo. A morena enfiou ele na boca como se fosse uma guloseima, enquanto a loira acariciava meu peito e reclamava pra parceira que ela era egoísta, que também queria. Aí recebeu um convite com o olhar, e as duas assistentes estavam ajoelhadas, lambendo alternadamente, me fazendo voar com os carinhos das línguas delas. Se beijavam entre si, e também se masturbavam.
-Que buceta gostosa ela tem!
—Que sorte que a Senhora Valéria tem!
Sim. Não é grande. Mas tem um gostinho gostoso.
- E é gorda
- Deve ser gostoso no cu
- Pena que não podemos
Quis tocar nelas. Tocar um peito, enfiar um dedo em algum lugar. Não me deixaram. Enquanto me chupavam, uma esfregava o clitóris da outra, e a outra fazia o mesmo com a amiga. Estávamos entrelaçados, e eu, prisioneiro das bocas delas. Quando se deram um orgasmo, no qual magicamente gozaram juntas, se beijaram profundamente, com meu pau no meio do beijo. As línguas se esfregavam, entre si e no meu membro. No tesão do que estava acontecendo comigo, e pelo que tinha visto alguns minutos antes, me deixei levar. Gozei, como diriam os cubanos. Me corro, à moda galega. Acabei como uma besta, na boca das minas, que continuaram me chupando até eu recuperar o ritmo normal da respiração. Elas continuaram se beijando, dividindo meu gozo.
—Agora se veste, que a gente vai te acompanhar até a porta. Seu motorista tá te esperando pra te levar pra casa, porque amanhã cedo você tem que ir pro tribunal.
-Tomara que a gente se veja logo.
Acenderam as luzes.
Nesse lugar não tinha encenação igual naquele de onde a gente vinha, e que um dia vou contar o que rolou. Aqui, só uma luz fraca, uma cama de madeira e na minha frente duas minas novinhas, muito gostosas, que pareciam conhecidas. Uma era morena e a outra loira. As duas cheias de curvas, com rabetões firmes. Vestidas igual: minissaia bem curta, camisa branca com três botões desabotoados, sem calcinha.
—Você gostou do que viu?
- Preciso ser sincero. Gostei muito de você.
—Eu te falei que ele era um tarado... os olhos dele brilhavam.
-Você tinha razão, eu achei que ele ia surtar de ciúmes, mas ele segurou bem a onda…
-Pena que ela não lembra da gente…
-Desculpem, meninas. Acho que conheço vocês, mas não sei de onde. Se a gente tivesse conversado alguma vez, eu lembraria. Tenho uma memória muito boa, e vocês duas não são fáceis de esquecer…
—Não se faz de machão com a gente, não, que a gente chama a Valéria pra vir ver o que a gente vai fazer com você…
— Fomos nós que te atendemos no restaurante, na noite em que você comeu a Dona no quartinho…
-Mas é claro! Como não percebi antes! Aquele lugar tava muito escuro.
—Senta aí e fica quietinho. Temos que te dar o prêmio por ter se comportado como um homem de verdade.
—Qual é o nome de vocês?
— Não temos nome.
Me sentaram numa cadeira e, enquanto a loira me beijava na boca, fundo, com a língua molhada, a morena desabotoava minha calça e deixava ela caída até os joelhos. Quando ela liberou meu pau da cueca, as duas riram, debochando. Tava duro, e a ponta tava molhada, daquela porra que escorre da cabeça quando a gente tá muito tesudo. A morena enfiou ele na boca como se fosse uma guloseima, enquanto a loira acariciava meu peito e reclamava pra parceira que ela era egoísta, que também queria. Aí recebeu um convite com o olhar, e as duas assistentes estavam ajoelhadas, lambendo alternadamente, me fazendo voar com os carinhos das línguas delas. Se beijavam entre si, e também se masturbavam.
-Que buceta gostosa ela tem!
—Que sorte que a Senhora Valéria tem!
Sim. Não é grande. Mas tem um gostinho gostoso.
- E é gorda
- Deve ser gostoso no cu
- Pena que não podemos
Quis tocar nelas. Tocar um peito, enfiar um dedo em algum lugar. Não me deixaram. Enquanto me chupavam, uma esfregava o clitóris da outra, e a outra fazia o mesmo com a amiga. Estávamos entrelaçados, e eu, prisioneiro das bocas delas. Quando se deram um orgasmo, no qual magicamente gozaram juntas, se beijaram profundamente, com meu pau no meio do beijo. As línguas se esfregavam, entre si e no meu membro. No tesão do que estava acontecendo comigo, e pelo que tinha visto alguns minutos antes, me deixei levar. Gozei, como diriam os cubanos. Me corro, à moda galega. Acabei como uma besta, na boca das minas, que continuaram me chupando até eu recuperar o ritmo normal da respiração. Elas continuaram se beijando, dividindo meu gozo.
—Agora se veste, que a gente vai te acompanhar até a porta. Seu motorista tá te esperando pra te levar pra casa, porque amanhã cedo você tem que ir pro tribunal.
-Tomara que a gente se veja logo.
6 comentários - Premio a la obediencia
Puntitos, besitos y apoyaditas para vos!!
Sos genial!
Camila❤
sueño con que leyendo, te pasen cosas en el cuerpo que quieras reeditar personalmente!