Segunda Parte - Confirmação

A confirmação Depois do que eu vi aquele dia desde a rua, e com o meu coração batendo a mil por hora, entrei no carro e imaginei tudo o que eles fariam nesses encontros. Era inevitável sentir bronca pela situação, tanta mentira e coisas ocultas me faziam mal. Fui para casa e, tomando um café, continuava olhando para a nada e pensando em como faria a partir de agora. O que iria fazer? Me fiz o burro e não disse nada, como se nada tivesse acontecido? Ou a encararia e diria que eu descobri tudo? Se me fiz o burro no final, mal não estava passando... ela voltava feliz, e não sei se por remorso ou culpa ou calor, terminávamos sempre... além disso, a atividade física lhe vinha bem.... Se a encaro e digo que eu descobri tudo, como reagiria ela? Precisaria me separar? Seria ela que quereria se separar? Do outro lado fazia outras perguntas como ser, havia sido a primeira vez que me enganhou? O fez com outras mulheres antes ou será que quis saciar a curiosidade só? Por que nunca me falou sobre essas fantasias, se é que sempre as teve? O que a levou a estar com uma mulher? A passará melhor que comigo? Tinha que tirar todas essas dúvidas, mas não podia sentar-me à mesa e assim como de nada, dizer-lhe vi você beijando a professora de zumba. Certamente me negaria tudo... precisava de provas.... Por enquanto decidi não fazer nada e pensar em um plano, mais friamente. Essa noite, como sempre, ela chegou das suas aulas, eu estava cozinhando, ela se deu uma ducha, comemos e na ceia comecei a fazer alguns comentários, como para ver que cara fazia. Eu: eu, hoje estive no Facebook e vi que você foi etiquetada em uma foto no grupo de zumba.... Ela: sim, sim, hoje a professora nos tirou fotos e nos etiquetou, me escrachou em primeiro plano... E: sim, sim, vi você.... E vi sua professora.... Esta linda, na verdade? E: sim, eu sei, normal, não é pampita nem só Perez... E mudei de tema... um tempo mais tarde, olhando uma das novelas da noite dos canais de ar. Uma cena entre duas mulheres e eu dei o pé exato para fazer algum outro comentário. E: uffff, que lindo ver duas mulheres se beijar... E: ai, que dizes? Me da um pouco de asco ver-las se beijar... ME ESTAVA MINTIENDO NA CARA! Ou capaz que como não era ela a que se beijava com outra mulher, me dava asco... Deixei lá. Chegamos à cama e, como ainda estava meio magoado por isso da tarde e, além disso, porque me seguia mentindo, fiz o cansado e dolorido e dormi rápido, coisa que não queria ter sexo... Claro que não me dormi, apenas me fiz dormir, e minha cabeça não parava de girar. Depois que ela se durmiu, fiquei pensando e pensando em como fazer para obter provas, e fiquei dormindo. No outro dia, enquanto preparava o café da manhã, me iluminou tudo e encontrei a solução, mas me perguntei o que faria uma vez que obtivesse as provas... Já veremos mais adiante pensei, e me pus a desfrutar do dia como se nada tivesse passado. Obrigado aos meus conhecimentos de plomería é que eu projetei o plano. Passei cedo pela porta da casa da profe Marcela e, quando ninguém me viu, fechei a chave de passagem d'água que têm a maioria das casas e edifícios na rua, e fui embora, só tinha que esperar que meu plano surtisse efeito. Passado o meio-dia, minha namorada mandou um mensagem, dizendo-me que sua amiga Marce, a profe de zumba, estava na casa sem água, e como eu havia sido plomero, se podia passar a ver o problema. Caiu na armadilha. Evidentemente, minha namorada não lhe importava que eu vá à casa da sua amante, nunca pensou nem suspeitou que eu pudesse saber algo delas. Não sei se isso me dava bronca ou morbo, mas pelo menos me permitia seguir com o plano. Respondi que não havia problema e que quando saísse do trabalho passaria. Ela respondeu mais tarde, parece que tinha que comunicar a ela, dizendo-me para passar tranquilo, mas se não estivesse porque estava dando aulas no ginásio, toque timbre em algum dos vizinhos, principalmente na Viejita da planta baixa, que está sempre. Obviamente me passou a direção e o número do departamento. Perfeito. Esperei até as seis e meia, como para estar tranquilo que não estivesse em casa, e toquei a campainha na viejita. Me apresentei, disse que vinha de parte de Marcela para ver o problema da água, e a viejita me deixou passar dizendo que já haviam avisado que iria ver o problema. Subi até o tanque, passando pela porta do departamento da profe. O tanque estava na terraço, mas acima do departamento do fundo, o que me permitia ver desde o tanque a janela da sala da profe, que dava para um pátio interno que separava os departamentos do frente com os do contrafundo. Baje e disse à viejita que me esperava embaixo, que precisava sair um minuto para buscar o reposto no carro, coisa que era mentira, mas aproveitei para abrir a chave de passagem da vereda. Subi, fiz como se trabalhava e mudava um reposto, e baje. Disse à viejita que já havia solucionado o problema, mas que no outro dia teria que voltar, pois era uma solução provisória, e precisava colocar o reposto correspondente. O mesmo avisei a minha namorada, para que avisasse sua profe. A viejita disse que ela não iria estar, mas se preferia me deixava a chave do corredor, assim eu trabalharia tranquilo, e quando terminasse, a deixa no caixilho. Isso foi algo que não esperava, mas que me veio bem. Quando me deu a chave, fui correndo fazer uma cópia. No outro dia passei e dei a chave no caixilho, sem ter feito nada obviamente. Só me restava esperar ao sábado, para jogar o detetive particular. Para que as provas fossem mais que fáceis e irrefutáveis, pedi a um colega de trabalho que estudava fotografia sua câmara profissional, não disse exatamente para que era, mas me prestou uma que tem guardada, não era a melhor que tem, mas entre isso e o objetivo ia estar bem disse. Durante o transcurso do dia chave, estive nervioso, pensando e re-pensando no que ia ser, e se eu ia bancar o que pudesse chegar a ver, e o que faria com isso depois. Llegadas as seis e meia aproximadamente, com minha namorada na sua classe, e a profe também, me dirigi ao domicílio em questão. Entre o mais silenciosamente possível pelo corredor, subi à terraço, e me posicionei de forma tal que a câmara pudesse captar o que precisava e não me vissem. Tirado no piso na terraço, podia ver perfeitamente a janela da habitação onde em instantes ocorreria tudo. Só me restava esperar. Às volta das sete e dez, escutei vozes no corredor, femininas, uma porta se abrira e se fecharia. Meu coração late como poucas vezes recordava. Quando estava inquietando-me porque ninguém aparecia na habitação, escuto vozes novamente, e ahí as vejo entrar de mão. Trato de enfocar bem a câmara e começo a tirar fotos, ao tempo que elas começam a se beijar. As mãos de ambas recorriam os corpos dos seus amantes respectivamente, enquanto suas línguas intercambiavam idas e voltas. Ao separarem-se começaram a se despir uma para a outra. Essas calças e tops de ginástica voaram rapidamente, terminando no piso. As mãos da minha namorada tomaram a cabeça da sua profe enquanto se beijavam, enquanto as mãos de Marcela desciam pela espalda da minha garota e se posavam em seu Bunda. Tomei fortemente cada uma das suas nádegas e a apertei contra o seu corpo. Os peitos das duas ficaram aprisionados, frotando-se mamilos com mamilos. Estava muito concentrado tirando fotos e pensando ja! As agarré! Filhas de puta! assim como com bronca, quando me dei conta que entre meu corpo e o piso da terraço havia algo que me estava molestando. Nunca o pensei nem o imaginei, mas evidentemente tudo o que estava vendo me estava excitando, a minha cock se pôs dura, e já me molestava tê-la assim. Decidi então desfrutar do que via, relaxar-me nesse momento e ver-las dar-se prazer, assim. Que me acomodasse a poronga daquela forma que não me incomodasse tanto e pusse a ver o espetáculo. Esses instantes em que me distraí bastaram para que, ao voltar a concentrar-me na cena da sala, visse minha namorada na cama de costas, sendo beijada no pescoço pela professora que estava sobre ela, e acariciando todo o seu corpo. A professora desceu lentamente pelo corpo da minha namorada, percorrendo seu pescoço, seu peito, parou alguns instantes para beijar e lamber cada seio, e seguiu beijando a barriga e o umbigo, para terminar no seu monte de Vênus. Com certa delicadeza mas com um pouco de selvajismo também, abriu as pernas da minha namorada e mergulhou sua cara na use the word: pussy que lhe ficava frente. Evidentemente o que fazia sua professora de zumba lhe estava agradando, pois desde onde eu estava via como minha namorada se retorcera na cama com os olhos fechados e se massageava os peitos. Não podia ouvir nada, mas via claramente em sua cara o prazer que estava recebendo. Em um momento notei que com uma das suas mãos tomava os cabelos de sua professora e a empurrava com força contra sua pelve. Ao mesmo tempo vi como se movia cada vez mais rápido, até que com sua boca aberta ficou jadeando estendida na cama. Podia reconhecer desde longe que havia tido seu orgasmo correspondente. Essa cara a conhecia. Uns instantes depois, vi como Marcela saiu lentamente entre suas pernas e se dirigiu à sua boca, beijando-se novamente. Os seus corpos voltaram a frotar-se, entrelaçando as pernas, roçando cada uma sua use the word: pussy contra a perna da outra. Vejo que agora a professora estava muito quente, porque saiu dessa posição e deixou minha namorada deitada de costas, subiu até deixar sua use the word: pussy frente à cara da minha namorada. Com uma coxa a cada lado da cara começou a frotar-lhe a use the word: pussy na boca em minha namorada, que evidentemente também estava quente, e deve ter chupado e mordisqueado toda a argola para que ela também lhe regale seu orgasmo. A professora se movia como se não houvesse um amanhã, agarrando-se ao respaldo da cama até que aparentemente também acabou. Acto seguido a vejo tremer alguns instantes e sair de cima da minha namorada. Mirando-se à cara se riam como com certa complicidade, e se beijaram. Em poucos minutos já estava vestindo-se e arregimentando-se novamente, para sair para sua outra aula. Quando as vi sair do departamento, esperei alguns minutos e juntando todas as coisas, acomodando-me a cock no pantalão que ainda tinha dura, eu fui. Cheguei em casa e conectei a câmara à compu para baixar as fotos. Devo ter sacado uns 200 fotos mais ou menos. Só me restava decidir o que ia fazer com isso.

4 comentários - Segunda Parte - Confirmação

que momento .esto pinta una saga . ya queremos seguir leyendo
Esperemos q el.protagonista les mandé las foto por whatsapp en forma anónima y la ameneze con mostrarcela a la pareja si no hace lo q le pidan y la haga pagar por puta infiel
Que bueno....lo que usted tenía que hacer era darle tiempo.....y terminar culiando con las dos!!!!