Minha timidez e minhas tias 49

Benito deu de ombros olhando pra minha mãe, a resposta da filha não deixava dúvidas, todos aprovaram a decisão da Alba e foram embora comentando a rapidez com que a garota decidiu. Jorge estava tão surpreso quanto todo mundo, mas disfarçou e fingiu que a ideia era dele mesmo, com muita habilidade já tomou a iniciativa.

— Bom, Alba, adoro que você vá ficar com a gente e com o Manu, claro, e pensei em organizar a tarde pra vocês. Hoje à noite vou convidar vocês pra jantar, e não é um jantar qualquer, e ainda vão sozinhos. É uma pequena amostra de gratidão ao Manu por tudo que ele faz por nós.

— Mas eu só estou com essa roupa, não tinha planejado ficar.

— Nada, não se preocupa, conheço um lugar que não precisa ir muito arrumado, tem um clima íntimo e música ao vivo. Vou ligar pra reservar uma mesa e depois vocês saem pra tomar o que quiserem, tá bom?

— Agradeço, Jorge, mas eu gostaria que fôssemos todos. Minha tia também merece um tempo de distração.

— Não, nada disso. Acabei de ter bebê e preciso descansar, e o Manuel é muito pequeno. Essa noite vai ser só pra vocês dois.

Diante da insistência dos meus tios, fomos jantar. Como meu tio tinha adiantado, na saída ele colocou na minha mão um maço de notas. Não contei, mas dava pra sentir que era uma boa grana. Um táxi nos levou ao restaurante, já tinham uma mesa reservada pra gente na primeira fila do palco. A surpresa foi que, quando os músicos entraram, eram um dos favoritos da Alba. A garota se emocionou ao vê-los e me abraçou de alegria. Depois de se apresentarem, começaram a tocar. Eram realmente muito bons, e o público aplaudia sem parar.

Num momento em que o garçom estava retirando os pratos pra servir o próximo, passei um bilhete pra ele. Pouco depois, quando já tínhamos terminado de jantar, os músicos silenciaram, as luzes se apagaram e vários refletores giraram, iluminando a mesa onde estávamos.

— Senhoras e senhores, essa balada é dedicada especialmente à maior fã... Gostosa que temos, apresento a vocês: Alba! Minha mina ficou alucinada enquanto o bar inteiro aplaudia, eu tava grato pela dedicatória, só tinha pedido uma música que sabia que a Alba curtia, mas aquilo foi especial. Minha mina me abraçou e me beijou enquanto a galera gritava e aplaudia, ela tava emocionada e feliz, quando saímos todo mundo nos cumprimentava e parabenizava, não era comum fazerem esse tipo de detalhe com os fãs. Fomos pra uma área de bares, passamos por alguns, tava um puta agito e em alguns nos reconheciam por causa da música, pra Alba era tipo um sonho. Quando chegamos em casa, tava difícil achar a fechadura, Alba pegou minha mão e juntos conseguimos abrir, na casa tava um silêncio total, só uma luz fraca no quarto dos meus tios, o barulhinho das chupadas do Manuel indicava que ele tava pegando uma ração de peito. A cama não era muito larga, mas dava de sobra, Alba arrumou a roupa dela direitinho numa cadeira e não se preocupou com mais nada, quando me deitei ela já tava me esperando pelada na cama, louca pra me abraçar e fazer amor, os beijos que ela me deu não deixaram dúvida, a gente se sentia ligado por algo além do sexo, ficamos um tempão nos acariciando e nos beijando antes dela pedir pra eu meter, fiz devagar, saboreando cada segundo, nossos corpos reagiam a cada estímulo, trocávamos de posição só pra curtir de todas as maneiras possíveis, dando o melhor de si pro outro. A gente transou várias vezes na noite, tomamos cuidado pra os gemidos dos orgasmos não serem ouvidos no quarto da Ana, e quando acordamos no dia seguinte, minha tia nos olhou de canto, pelas olheiras dava pra adivinhar a tempestade de sexo que tinha explodido no nosso quarto. - Oi, bom dia, dormiram bem? ah, que tonta eu sou, vocês dormiram? Alba se aninhou nos meus braços, sem dizer nada, disse tudo. - A gente pensou numa coisa. Se quiserem, depois de mamar o Manuel, eu visto ele e vocês levam ele pra passear um pouco no carrinho, assim ele pega um solzinho, que acham? Eu gostei, mas a Alba ficou toda empolgada e em pouco tempo já estávamos na rua empurrando o carrinho do Manuel, debaixo da sombrinha ele estava lindo, corado e alegre. Quando encontramos um parque, sentamos na varanda de um bar na sombra de umas árvores frondosas, enquanto traziam umas bebidas refrescantes, a Alba balançava o Manuel, o pessoal passava e olhava curioso pro menino e comentavam entre si. - Ah! Que criança tão linda, não me diga que você virou pai, Manu, e ninguém me contou nada. Olhei quem tava falando, era uma moça jovem, muito elegante, e que não reconheci por causa do sol na cara dela, mas levantei quando ouvi meu nome, reconheci na hora, era a Merche, mãe da Asun. - Oi Merche, não, não virei pai hahaha, é meu primo recém-nascido, ah! te apresento a Alba, estamos tomando um negócio enquanto passeamos o Manuel, Alba, essa moça linda é a Merche, trabalha na Secretaria da universidade e me ajudou pra caramba em tudo. As duas mulheres se beijaram carinhosamente sem parar de se olhar de cima a baixo. - Um dia desses passo na universidade, preciso me informar sobre o novo curso. - Quando quiser, te atendo com o maior prazer, como você merece, já tava com saudade, perguntei muito por você pra Asun. - Valeu, também tava afim de ver vocês. Ela se despediu fazendo um carinho no Manuel, a Alba me perguntou sutilmente sobre a Merche, expliquei o que ela tinha feito por mim e também as ajudas mútuas com a filha dela, a Asun, a Alba sacou na hora que tinham sido ajudas especiais. Quando voltamos pra casa, o Jorge anunciou que tinha pedido um catering pra comer em casa, iam trazer de um restaurante que recomendaram pra ele, eu e a Alba montamos a mesa grande da sala, a Ana pegou a louça e a cristaleira das ocasiões especiais e quando trouxeram a comida parecia um banquete. A conversa foi longa, meu tio não parava de contar histórias das viagens dele e a gente ria pra caralho. Eu também contei umas coisas que me aconteceram, as que dava pra contar, claro. Já era tarde quando saímos pra ver um filme que tava estreando no cinema. De noite, jantamos um sanduíche. A Ana já tava de roupão, trocando o Manuel, meu tio arrumando a mala pra três dias fora, e logo fomos dormir. No escuro do quarto, eu tava calado. Do meu lado, a Alba se abraçava em mim, o rosto dela encostado no meu pescoço, me olhando enquanto com o dedo fazia cachinhos nos pelos do meu peito.

— Nossa, como você tá calado, no que tá pensando?
— Que eu sou muito feliz e que queria continuar sendo.
— Eu também sou muito feliz com você.
— Então, se nós dois somos felizes, por que a gente não continua assim pra sempre? Alba, você quer ser minha namorada? Eu gosto muito de você e acho que te amo.
— Mmm, Manu, quanto tempo esperando você me pedir isso. Eu também te amo, e vou te amar ainda mais.
— Mas você sabe que eu sou bem mais novo que você.
— Claro que sei, bobinho. E sei que agora você tem que focar nos seus estudos, e sei que tenho que esperar até você ficar um pouco mais velho. E mesmo que eu tenha alguns anos a mais, não importa. Vou te amar pra sempre.
— Sério que você vai me esperar? Sempre achei que eu era só um pivete do seu lado.
— E eu uma velhinha, hmm, que casal mais estranho, cê não acha? hahaha.

A Alba quis mostrar o quanto era velhinha e pulou em cima de mim, esfregando os peitos duros na minha cara. Só precisei abrir a boca e um mamilo caiu dentro. A partir dali, virou uma batalha de risadas e gritos. A gente tava feliz, agora éramos um casal, e a gente se procurava. Em cada pedacinho da pele a gente se beijava, mordia ou lambia. A gente transou como uns loucos. Mesmo ouvindo barulho na cozinha, a gente continuou, sem ligar pra nada. Queríamos que o mundo inteiro soubesse que a gente se amava. De manhã, acordamos tarde. O Jorge já tinha ido embora cedo e pediu pra Ana se despedir por ele. Por ele, minha tia estava sentada na cama dando de mamar pro Manuel e a gente sentou do lado dela.
— Que lindo é ver um bebê mamar, cê gosta disso, Manu?
— É uma das cenas mais bonitas que existem, uma maravilha da natureza.
— Sempre me atraiu ver os bebês mamando.
— É admirável ver como os peitos da Ana cresceram, antes ela tinha igual minha mãe.
— Pois se os meus crescerem tanto assim…
— Mmm, não se preocupa, que eu também vou mamar.
— Olha o guloso do meu sobrinho, aposto que vai adorar.
— Eu sempre tive vontade de experimentar.
— Sério, Alba, que você gostaria de mamar?
— Sim, embora nunca tivesse coragem de pedir.
— Então não se preocupa, quando o Manuel terminar, posso te dar esse gostinho.
— Cê faria isso por mim? Adoraria, de verdade.

Ana percebeu que Manuel tinha dormido com o bico na boquinha, já não sugava mais, e o colocou no berço. Limpou cuidadosamente os bicos e abriu o roupão até a cintura, sacudiu o peito e os dois peitos balançaram, ficando completamente soltos, inchados de leite, com as veias visíveis e os bicos brilhando. Tava irresistível. Alba esperou que ela indicasse como se posicionar, e Ana a colocou do mesmo jeito que tinha me colocado: deitou ela sobre as pernas e pôs um bico entre os lábios dela. A garota provou as gotinhas que saíam, mas Ana apertou e um jorro escorreu entre os lábios de Alba, que os abriu, e minha tia encheu a boca dela de peito. A garganta de Alba mostrava que ela tava engolindo o leite que sugava, fazia isso com calma, tinha gostado e não tava com pressa de parar.

Ana colocou uma mão no peito de Alba, os peitos da garota se sentiam por baixo do sutiã fino, percebeu que os bicos de Alba também estavam duros e foi desabotoando a camisa até que ficou toda aberta. Alba tirou o braço pra deixar ela continuar, e Ana soltou o fecho do sutiã. A peça bonita saltou, deixando os dois peitos durinhos balançando. Ela me olhou e me convidou pra chupar os dois ao mesmo tempo. Enquanto Alba continuava engolindo a porra da Ana, eu lambia os mamilos da Alba, enfiava eles na boca igual ela fazia com minha tia, chupávamos juntos. Quando Alba já tinha o suficiente, minha tia disse:
- É gostoso ver vocês dois mamando, eu também queria mamar se pudesse.

Alba não respondeu, mas me fez subir na cama enquanto abria meu cinto. Quando baixou minha calça, passou a mão por baixo da cueca e puxou o pau quase duro. Ana esticou a cueca pra baixo, tirando pelos pés. Alba segurou ele na vertical e ofereceu pra Ana meu pau pra ela mamar. Depois de lamber tudo ao redor, enfiou ele entre os lábios, saboreando a cabeça, e depois engoliu. Dava pra sentir a língua dela apertando a glande contra o céu da boca. Alba deitou do lado dela e, com o rosto na minha coxa, ficou olhando meu pau entrando na boca da Ana.

Minha tia não era egoísta e quis compartilhar aquela delícia, passou pra Alba. Devagar, ela foi repetindo o que a Ana tinha feito. As duas foram trocando meu pau entre si.
- Cê gosta da porra do Manu?
- Foi a primeira coisa que provei e desde então quase sempre faço, mas você primeiro, por favor.

Ana sorriu e começou a chupar, enquanto Alba batia uma mais rápido no tronco.
- Por favor, não goza ainda.

Ana disse que sim com a cabeça, sem tirar o pau da boca. Depois dos primeiros jatos, ela cumpriu a palavra e passou pra Alba, que terminou de engolir a porra que saía aos jatos. As duas ficaram grudadas no pau, enquanto o resto do sêmen escorria lentamente pelo tronco.
- Ah! Sabe de uma coisa, Ana?
- Essa porra tava uma delícia, mais grossa que a minha, mas com mais sabor.
- Sim, claro, mas vou te dar uma notícia muito importante: você é a primeira pessoa a saber que o Manu me pediu em namoro.

Ana se levantou na hora e, rindo, abraçou a Alba. Depois se inclinou sobre mim e me beijou na boca.
- Adoro saber disso, vocês me deixam muito feliz. Tava preocupada porque, com o Manu sendo tão tímido, ele não ia ter coragem. Pra falar a verdade, eu já desconfiava, dava pra ver quando vocês estavam juntos. Fico muito feliz, parabéns, vocês formam um casal perfeito. Minha tia mexeu na penteadeira e deu um anel pra Alba.
— Toma, Alba, da parte do Manu. Imagino que ele não tenha tido tempo de fazer isso, mas estou te dando em nome dele.
A garota colocou o anel, e por coincidência serviu certinho no dedo. Depois deu um beijo na minha tia e outro em mim. Ana sorria feliz enquanto Alba procurava minha língua com a dela.
Acompanhei Alba até a estação. Quando chegasse, ela iria procurar o pai no consultório. O trem já estava na plataforma e fiquei com ela até a hora. Pela via ao lado, chegou outro comboio cheio de gente. Quando o chefe da estação deu o sinal de partida, um apito anunciou que o trem ia arrancar. Da janela, Alba mandava beijo com os lábios esticados.
Ao passar pela plataforma ao lado, cruzei com a Vicenta.
— Oi, Dom Juan, o que você faz por aqui? Bom, já sei, te vi se despedindo da garota.
— Oi, Vicenta. A Alba voltou pra cidade. Ah! Outro dia me entregaram um bilhete seu.
— Sim, meu pai já me contou.
— Seu pai?
— Sim, o revisor que te entregou é meu pai. Ele disse que você agradou muito ele.
— Poxa, não tinha imaginado. Teria mandado algum recado a mais pra você.
— Não precisou. Meu pai me conhece bem e logo sacou que a gente tinha ficado junto. Ele sabe que eu tenho bom gosto.
— E eu também. Já tenho seu telefone, vou te ligar quando tiver um tempo livre.
— Vou adorar. E minha amiga da loja de lingerie também. Ela já perguntou por você várias vezes. Desconfio que ela adoraria que a gente se encontrasse uma tarde na casa dela, nós três, claro.
— Hummm, adoro o plano, mas vocês não vão ser demais pra mim?
— Kkkk, acho que não. Conhecendo você, vai ser o contrário. Nós duas não vamos dar conta de você.
— Kkkk, vou adorar ver isso.
— Vai ver, se quiser.
— Bom, fico feliz em te ver. Te ligo qualquer hora.
— Tchau, gato. Kkkk.
Quando cheguei em casa, Ana estava lavando as roupinhas. Do Manuel, o físico dele foi voltando ao normal, os quilos a mais foram sumindo e a pele emprestada foi reduzindo drasticamente. Ela voltou a ser a garota magricela como as irmãs, exceto pelos peitos que se destacavam pelo volume.

- Oi Ana, já cheguei em casa.
- Oi Manu, que bom que você se decidiu pela Alba, ela é uma garota encantadora.
- É o que eu acho, espero não decepcioná-la.
- Não vai, pode ficar tranquilo. Além disso, ela é muito compreensiva e te conhece bem, e acho que não é ciumenta, hahaha.
- Não é, ela já me deu várias provas disso. O pai dela a educou muito bem, ela pensa como eu, separando o love do sexo. Sei que poucas pessoas conseguem, mas isso elimina muitos problemas.

Fui pro meu quarto, fiquei arrumando tudo. A vida estava voltando ao normal. Olhei pra cama e lembrei das noites que passei com a Alba. Ela já não era mais a garota ideal pra me acompanhar, agora era "minha garota". Na hora, recebi uma ligação de um número desconhecido. Atendi curioso.

- Alô... pode falar!
- Oi Manu, é o Ricardo. Desculpa te incomodar, mas não dava pra esperar.
- Aconteceu alguma coisa?
- Claro que aconteceu, e bem... me decidi e pedi a Julia pra ser minha parceira, e ela disse SIM! O que você acha? Tô empolgado, é a primeira vez que vou ter uma parceira. Até agora sempre me procuraram pelo meu pau, mas a Julia é diferente, é uma mulher de verdade e me deixou apaixonado.
- Pois eu também tenho uma notícia, mas não quero contar ainda. Vou esperar até estar aí com vocês.
- Hahaha, não me diga que você também deu um passo à frente?
- Como você soube?
- Não era difícil, dava pra perceber. E quando a Alba chegou com o pai dela, tava estampado na cara. De qualquer forma, vou guardar seu segredo, fica tranquilo.
- Valeu, Ricardo, você é um bom amigo. Posso contar o seu?
- Pra quem?
- Pra minha tia Ana, ela vai gostar de saber.
- Beleza, conta pra ela, mas pede pra não comentar com ninguém, que ela já vai fazer isso. Público Julia, um abraço, Manu.
- Até logo, Ricardo. Saí feito um foguete do meu quarto procurando a Ana, encontrei ela agachada na frente da máquina de lavar colocando roupa, peguei ela por trás e, com uma teta em cada mão, falei:
- Notícias fresquinhas, adivinha qual é a novidade?
- Que susto, Manu, vou até cortar a gozada. O que aconteceu, notícia boa ou ruim?
- Acho que você vai gostar, mas tem que me prometer que não vai contar pra ninguém.
- Prometo, fala.
- Tem outro compromisso na família!
- Como assim outro? O da Clara eu já sei, o seu também, foi a Cris?
- Não, frio, frio. Dessa vez foi a Julia.
- Julia? E com quem?
- Lembra do Ricardo, o garçom?
- Ricardo, aquele do…?
- Isso, Ricardo. Será que a Julia já tinha te falado alguma coisa?
- Bom, me contaram umas coisas sobre as “qualidades” dele.
- Pois é, parece que o relacionamento tava indo pra frente e sua irmã aceitou.
- Que bom, vou ligar pra dar os parabéns.
- Nããão, eu falei que você não podia contar pra ninguém, você prometeu.
- E pro meu marido também não?
- Uff, Ana, você complica, mas tudo bem, pro Jorge pode. Mas pra mais ninguém, entendeu? A Julia mesma te conta.
- E agora, que tal me deixar continuar lavando? Você tá segurando minhas tetas e eu sinto seu pau entre as nádegas, assim não dá pra fazer nada.
- Ah, desculpa, foi um reflexo sem querer.
- Não tô reclamando, tava até gostando de sentir você separando as bandas do meu cu enquanto seu pau engrossava. Se quiser, deixa ele aí.
- Que sensibilidade, Ana. Imagina eu, sentindo o calor da sua buceta e a umidade da gozada nas mãos.
- Já tô morrendo de vontade de você meter onde quiser, não sei se vou aguentar muito tempo.
- Mas a Mônica, a ginecologista, falou alguma coisa?
- Ela disse que eu devia esperar um tempo prudente, mas não falou quanto.
- Claro, os pontos da vagina têm que cicatrizar.
- Que pontos? Se não me deu pontos? —
Sério, então fico muito feliz, tava sofrendo com medo de te doer. —
Nada disso, vem no meu quarto e me vê como eu tô. Largou o avental na cozinha e me levou pro quarto, abriu a janela de par em par pra entrar luz e se deitou na cama desabotoando o roupão que vestia. Tava de calcinha branca de algodão que ia até a cintura, tirou e jogou longe, abrindo as pernas quase a 90º —
Ufa, que saco de calcinha, já tô doida pra usar umas pequenininhas como eu gosto, minha... e você, olha bem como eu tô por baixo. —
Metei literalmente a cabeça entre as coxas dela, a buceta tava só um pouco irritada, mas a vagina como ela dizia não tinha pontos e tinha voltado ao tamanho original. —
Como você vê, Manu? —
Olha, sem entender muito, vejo bem por fora, os lábios tão bons como antes, o clitóris impressionante e a vagina meio vermelha mas de tamanho normal, mas isso quem devia ver é a médica. —
Não posso esperar, Manu, e o melhor jeito de descobrir é testar, se doer a gente para, tá? —
Ana, não seja impulsiva, é melhor a Mônica te falar. —
Que que a Mônica vai saber se minha buceta já tá pronta pra foder, com a vontade que eu tô não pode ser ruim, falei, se prepara, Manu. Com muita reserva, tirei a roupa, minha tia de pernas abertas me esperava impaciente, teve que pegar na minha pica e animar porque não tava de pau duro o suficiente, e quando conseguiu, ela abriu os lábios como se já não tivesse bem separados. Me inclinei sobre ela e apoiei a cabeça na vagina dela, Ana louca pra ter ela dentro me abraçou e puxou pra perto, quando vi a cara dela me afastei um pouco, mal tinha entrado a cabecinha quando ela fez uma careta de dor, teve que se render à evidência e se contentar, doeu em mim quase mais que nela, via ela tão animada que voltei a me aproximar mas sem meter, passei sobre o clitóris roçando ele, rodeado por... nos lábios, notei que pra Ana tava pouco, mas quando uma ereção levantou aquele botãozinho tão sensível dela, ela se esqueceu por um momento e me acompanhou nos vai e vem. Ela devia tar muito tesuda porque não demorou pra me abraçar e, entre gemidos e ofegos, gozou violentamente. Esperei ela se acalmar pra levantar, mesmo sem descarregar meu peso em cima dela, não queria forçar a barriga dela.

— Ana, vou gozar, onde você quer?
— Gostaria na buceta, você já sabe.
— Não, Ana, seria perigoso, mas eu adoraria que a gente misturasse o gozo dos dois.
— Boa ideia, sobe.

Subi em cima da barriga dela, coloquei a pica no canalinho e Ana apertou os dois peitos em volta dela. Com a pressão, os biquinhos começaram a jorrar fios de leite sobre a cabecinha que deslizava entre eles. Quando me esvaziei, uma poça de leite materno lubrificava o caminho, e meu esperma se misturou, formando um creme branco.

— Manu, tô pensando numa coisa: enquanto o Jorge estiver fora, queria que você dormisse comigo, gosto de sentir você perto de mim.

Não achei ruim. Quando me deitei e senti o calor da Ana do meu lado, senti pela primeira vez o que era ter uma parceira. Já não era mais buscar o calor do corpo dela pra acariciar e dar o máximo de prazer enquanto esperava uma reciprocidade generosa. Agora era também curtir a companhia dela, a cumplicidade de dar felicidade só pelo fato de sentir a presença dela. Parece que com Ana rolou algo parecido: a gente já não se procurava com a intenção de pegar minha pica e devorá-la avidamente ou enfiá-la entre as pernas dela. A gente só se abraçava em silêncio, sentindo a respiração um do outro. Eu sabia que a Ana tava ali comigo, e eu tava na cama dela, convidado por ela, e não era por umas horas, era pra noite toda, e pra próxima, e pra quantas fossem necessárias. Se a gente se abraçava, as mãos não iam direto pros peitos ou pra buceta. Agora podiam passar um tempão na barriga dela ou no peito sem roçar os seios, só acompanhando a respiração calma dela. Eu sentia o mesmo. Fiquei um tempão colado nela, ela passando a mão no meu cabelo, e mesmo os peitos dela roçando em mim, não era pra me excitar. Ficamos muitas horas acordados. Às vezes era o Manuel quem tirava a gente do devaneio, enquanto a Ana se levantava e tirava o peito pra dar pro bebê, eu preparava a fralda pra trocar ele e ele dormir feliz. Quando o Manuel parava de mamar, ela me oferecia os peitos pra eu terminar de esvaziar, porque inchavam demais. Eu mamava nela até dormir também, com o mamilo na boca. Acordava com as mãos dela acariciando meu rosto. De manhã, ela me disse que a Mônica, a ginecologista, tinha ligado pra fazer uma revisão, e me pediu pra acompanhar ela. Fiquei trocando o Manuel, a mãe dele terminou de vestir ele e, quando acabou, se vestiu também. Vi que ela não usava mais as calcinhas de algodão, tinha voltado a usar as de renda que ela mais gostava e me mostrou. No sutiã, ela tentou, mas por mais que quisesse, não cabia. Teve que desistir e usar o de amamentação. Colocou uns gazes nos mamilos pra não manchar o vestido, mesmo eu tendo esvaziado os dois peitos de leite. Quando se vestiu, experimentou por curiosidade o vestido de grávida. A gente riu um pouco, porque era engraçado ver como ela tinha murchado em tão pouco tempo. Na rua, as pessoas olhavam disfarçadamente, eu empurrando o carrinho do bebê e a Ana agarrada no meu braço. Ela já tinha colocado salto alto e pisava firme. A Mônica mandou a gente entrar na hora, cumprimentou a gente com carinho e foi examinar a Ana. Eu sentado na frente da mesa, esperando e cuidando do meu primo. Quando as duas se sentaram, a Mônica disse: — Muito bem, Ana, você está maravilhosa. É curioso como você se recuperou, dá pra ver que cuidam bem de você. Logo logo você vai poder ter uma vida normal. A Ana se aproximou e, em voz baixa, perguntou: — Mônica, e sexo? Quando posso ter sexo? A médica, também num tom baixo, respondeu: — Olha, Ana, seu corpo passou por uma mudança grande. Você está ótima, mas não custa dar um tempinho, se for... o que você pode esperar. - Mas Mônica, é que eu tô desesperada, tô com uma vontade danada de transar. - Bom, a verdade é que sua buceta já tá normal, eu no seu lugar tentaria com cuidado (e levantando a voz continuo) isso sim, que seu… marido seja cuidadoso e atencioso, sem brutamontes e que não goze dentro de você, não esquece que, mesmo sendo difícil, não é impossível você engravidar de novo. - Nisso não tem problema, ele é muito carinhoso e faz muito bem, por isso tô louca pra ter ele dentro de mim. - Muito bem, mas não deixa ele fazer penetrações muito profundas, o pau dele é muito grande? - Olha, mais do que grande, ele é grosso, me preenche toda e quando a gente faz sexo anal, eu mal aguento ele dentro. - Agora não é bom fazer sexo anal, pode dar infecção, é melhor ele meter na sua buceta, em que posição você gosta mais? - Eu gosto de todas, principalmente de quatro, sinto ele mais fundo. - Pois é, justamente agora não é bom por causa disso, é melhor você subir em cima dele e ir enfiando o pau até sentir um desconforto, assim também não aperta os peitos cheios de leite, vejo que eles tão cheios, é bom você tirar leite se sobrar. - Ele já faz, deixa eles vazios depois que meu filho se sacia. - Vou te contar um segredo, eu queria ter um… marido igual ao seu, eu também adoro foder. Enquanto as duas mulheres conversavam, eu disfarçava olhando um cartaz com o aparelho reprodutor feminino em corte, sabia que elas falavam com segundas intenções, mas sabia que se olhasse pra elas, ia ficar vermelho. Quando saímos do consultório, Ana se agarrou com mais força no meu braço livre e sussurrou no meu ouvido. - Manu, vamos pra casa, temos um assunto pendente pra resolver, você ouviu a Mônica? Vamos foder. Continua. Agradeço os comentários.

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