O que vou contar aconteceu há mais ou menos um ano. Se estou publicando, é porque minha mulher não viu nenhum dos meus contos até agora. Tive que manter essa conta escondida pra poder escrever sobre minhas experiências. Se alguém um dia achar algo familiar, por favor, shhh! Trabalho num comércio que tem um depósito pequeno nos fundos, onde guardamos um monte de coisas pessoais e até uma mesa e cadeira. Tava eu um dia arrumando quando minha colega de 47 anos se aproxima, magra, peitão e rabo bons pra idade... Uma coroa gostosa em todos os sentidos. Ela me pede algo e, como eu tava em cima da escada, respondi: — Se pegar no meu pacote (eu tava falando do que tinha na mão, mas ela entendeu errado). — Epa, Guille! Tamo trabalhando! Hahaha Percebi que, bem antes de rir, ela olhou pro meu volume, o que me deixou vermelho. Quando desci pra pegar o que ela pediu, ela sacou e me zoou: — Ficou com vergonha, gostoso? — (eu, que não me deixo intimidar) Não, é que te imaginei me atendendo no depósito e fiquei mal! Hahaha — Se eu fizesse isso, a gente era mandado embora, cê imagina? — Não, claro, teria que achar um lugar melhor, né? — Guille, cê tá falando sério? (Ela me olhou com uma cara de surpresa e curiosidade ao mesmo tempo) — Digamos que se eu tivesse uma chance com você, não deixaria passar... Mulher como você, gente boa, sem frescura e ainda por cima gostosa, não tem! — Valeu! Que elogio lindo! Vindo de um cara como você, soa melhor (ela piscou um olho). Desde que me separei, não tenho tido sorte com os homens. São uma decepção... — É que você merece coisa melhor que um divorciado velho. Já se olhou no espelho? Tem um corpaço! — Ah, obrigada. Vou pra academia direto. Não é fácil se manter. — Você devia ir pra alguma balada mais jovem. Com uns caras de vinte e poucos, fode... ehhh dispostos! — Hahaha e cê acha que eu pegaria qualquer um? Não. Eu não botaria um cara nem um sujeito grande desconhecido dentro de casa. Eu lido com gente que eu sei quem é. — Bom... ééé —Você me conhece bem pra caralho (falei olhando pro lado).
—Guille, para, você quer me comer? Tá falando sério?
—Sim. Eu adoraria...
—Mas isso ia dar problema... Você é casado!
—Você contaria pra alguém?
—Não, mas...
—Eu também não. E a gente ia se divertir pra cacete. Prometo não ser uma decepção!
—Hahaha, você é um fofo... Adorei a ideia... Vamos fazer o seguinte: a gente combina de você vir aqui em casa uma tarde. Tomamos alguma coisa e vê no que dá... Que tal?
—Pra mim é perfeito... FIM DA PRIMEIRA PARTE.
—Guille, para, você quer me comer? Tá falando sério?
—Sim. Eu adoraria...
—Mas isso ia dar problema... Você é casado!
—Você contaria pra alguém?
—Não, mas...
—Eu também não. E a gente ia se divertir pra cacete. Prometo não ser uma decepção!
—Hahaha, você é um fofo... Adorei a ideia... Vamos fazer o seguinte: a gente combina de você vir aqui em casa uma tarde. Tomamos alguma coisa e vê no que dá... Que tal?
—Pra mim é perfeito... FIM DA PRIMEIRA PARTE.
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