Orgulloso de mi Madre

ORGULHOSO DA MINHA MÃE (Cap. 01) Minha mãe e minha tia querem visitar uma balada pra gente da idade delas. A recusa dos maridos delas em ir junto faz com que eu acabe sendo o acompanhante. Esse é o relato de uma história real que chegou até mim através dos próprios protagonistas, que entraram em contato comigo depois da publicação da minha própria história – Círculo Incestuoso – nessas mesmas páginas e me pediram pra escrever e contar pra vocês. A conversa naquela reunião de família descontraída e cheia de gente na nossa casa de verão, seguiu o rumo de sempre. Como tinha tanto jovem quanto velho na mesa, acabaram comentando a diferença de atitude que os jovens de hoje têm em relação a várias coisas e como isso é diferente do que os mais velhos faziam na época deles. Claro que falaram da evolução dos últimos anos em questões como namoro entre garoto e garota, e isso fez com que a conversa fosse ficando cada vez mais solta, chegando a tocar, entre risadas, em temas até meio ousados. A namorada de um primo meu comentou que os mais velhos também estavam mudando de atitude em muitas coisas, inclusive nisso. Aí ela contou que perto da casa dela tinha uma casa noturna frequentada por gente mais velha e que era de ver como as senhoras entravam lá todas arrumadas e saíam todas soltinhas. Outro primo meu disse que também conhecia uma balada dessas e que tinha ouvido falar que as mulheres mais velhas iam lá pra pegar geral e se soltar sem nenhum pudor. Meu pai concordou, dizendo que já conhecia aquela balada e que uma vez, durante um jantar com uns amigos, tinha visto senhoras na faixa dos 50 e até bem entradas nos 60 saindo de lá, bem agarradas em caras e com toda a cara de serem peguetes daquela noite e nada mais. Comentaram que eram baladas frequentadas por divorciadas e solteironas, e uma tia minha, meio que Brincadeira, ela comentou que também teria casadas querendo esquecer o marido por um tempo. Aí minha mãe disse que já tinha sugerido uma vez pro meu pai e pros meus tios, que estavam ali, irem uma tarde nessa balada pra ver o clima e o que as coroas e os coroas estavam aprontando, mas que tanto meu pai quanto meu tio eram uns sem-graça e nunca topavam ir. — Ué, então vão vocês sozinhas — eu incentivei. — Vamos ter que fazer isso, porque senão com esses aí a gente não sai de casa… — disse minha tia, se referindo à preguiça que meu pai e meu tio têm pra essas coisas. — A gente se arruma bem gostosa e quem sabe até pega alguém, hein? — falou minha mãe rindo, num tom de brincadeira. — Pô, com certeza vocês tão bem melhores que muita mulher que vai por lá e pega geral — entrou outro dos meus primos. — Nesses lugares, acho que todo mundo pega alguém se quiser. O pessoal que vai já tem idade pra ter as ideias bem claras e ninguém tá perdendo tempo. A conversa seguiu nessa linha e comentaram mais casos, tanto de jovens quanto de mais velhos, onde ficava claro como os costumes estavam ficando mais liberais. Dias depois, já na nossa cidade de sempre, ao ouvir um anúncio no rádio daquela casa noturna que a gente tinha comentado, eu perguntei pra minha mãe se elas iam um dia passar a tarde lá. — Sua tia e eu estamos bem decididas, mas esses maridos que a gente tem… — Ué, não sejam bobas e vão vocês sozinhas. — Vamos ter que fazer isso. — Ela falou num tom decidido — Senão a gente nunca vê nada, né? Se ficar esperando eles nos levarem, a gente não sai de casa. — Claro, vocês vão e pronto. Quem sabe até se divertem mais… — Pelo menos pra passar um tempo, ver o pessoal que vai, fofocar e até dançar um pouco, não acha? Quem sabe a gente vê alguma conhecida pegando alguém… — disse minha mãe, divertida e rindo. — Além disso, se quiserem companhia, com certeza não vai faltar… Aposto que sim. Um monte de caras ficava de olho em duas mulheres tão bem conservadas como vocês. Não vão faltar parceiros de dança, não. Minha mãe riu e agradeceu o elogio e continuou. —Se eu te falar a verdade, filho, isso é quase o que mais nos dá vergonha, não pense. Sua tia e eu já conversamos mais de uma vez sobre ir as duas sozinhas pra essa balada, mas justamente por isso que você acabou de comentar, a gente ainda não se decidiu. Por um lado, claro que a gente gostaria de receber uns elogios. Na nossa idade, isso é muito bem-vindo, mas também pode dar problema. —Por quê, mãe? Não tô entendendo… —Bom, não exatamente porque algum cara queira dançar ou até pegar a gente, que isso, entre nós, como já te falei, não ia nos incomodar, desde que não passassem do limite, claro. Porque toda mulher gosta que reparem nela, nisso a gente não vai se enganar. —Claro que sim, mãe. Além disso, vocês estão muito gostosas. Já te falei que com certeza vão se divertir ainda mais se forem sozinhas. —Não é isso. É que imagina a gente lá e uns homens começam a falar com a gente, e aí algum conhecido ou conhecida nos vê. Podem pensar qualquer coisa ao nos ver sem nossos maridos num lugar desses e conversando com outros caras. Porque o povo já sabe que ali se vai pra pegar gente e pra bagunça e… bom, você sabe. —Vocês têm que é se divertir, dançar com quem quiserem e não ligar pros outros. Além disso, se algum conhecido ver vocês lá, é porque também foi fazer alguma coisa. —Pois é isso que a gente não quer que pareça, filho. Você não percebe? Se a gente for sozinha, pode parecer que também fomos lá pra "alguma coisa". Pra parecer que fomos só pra tomar algo ou dançar sem mais, a gente teria que ir já acompanhada, e com esses maridos que a gente tem… —Deixem de besteira e de se preocupar tanto com o que vão pensar. Não sejam bobas e se decidam, porque quanto mais vocês aproveitarem, melhor pra vocês. Ninguém vai agradecer por vocês ficarem sempre em casa entediadas, né? —Filho, Como você é. Parece que não te incomoda sua mãe ir naquele lugar e parecer que foi lá pra pegar um cara… — Olha, mãe. Só entre nós, eu não é que queira ou deixe de querer, mas a verdade é que não ia achar nada demais se minha mãe curtisse a vida e desse umas alegrias pro corpo, muito pelo contrário. Se você se diverte, pra mim tudo que você faz tá bem feito. E, outra coisa; se vocês decidirem ir e não quiserem que ninguém saiba, podem ficar tranquilas que por mim ninguém vai ficar sabendo. — E baixando a voz, continuei num tom cúmplice e de brincadeira: — Façam o que fizerem lá… Minha mãe riu, divertida, e respondeu: — Filho, então não é ruim saber disso. — Então vamos, se animem e se divirtam, que a vida são dois dias… — Vontade não falta, não. Mas ir sozinhas dá um vergonha por causa do que te falei antes… — E então, depois de uns segundos pensando, minha mãe completou: — Vendo a disposição que você tem, que tal você vir com a gente… — Ah, se eu sirvo de acompanhante e vocês ficam mais tranquilas, podem contar comigo, que com certeza também vou me divertir. — Sério? Você toparia ir uma tarde com duas coroas numa balada? — Ela disse com um brilho de empolgação nos olhos. — Claro, e com certeza eu seria a inveja de todo mundo que estivesse lá, indo com vocês. E aliás, vocês não são coroas. São duas maduras muito gostosas. — Como você é, querido. Pra que vamos lá pra levar cantada se já temos você! — disse minha mãe rindo. — Pra levar mais ainda e perceberem que vocês estão muito bem, muito melhores do que muita mina que pega tudo o que quer. E também pra se divertir, que nesses lugares pode rolar de tudo… — falei com uma piscadela. — Como você é, querido. Bom, a gente pensa e depois te falo. Dias depois, minha mãe, estando a sós, me disse que tinha falado com minha tia e que estavam decididas a ir na balada se eu fosse com elas. — Hoje à tarde sua tia Rosa vem aqui e a gente conversa sobre tudo isso pra marcar. —Quando for bom pra você, tá bem?
—Claro, mãe. Pra mim, quando vocês quiserem.
—É que a gente pensou que assim, além de ir com a gente, você leva e traz a gente de carro, e é melhor, não acha?
Aí minha mãe fez uma pausa e, num tom mais baixo, mesmo sem ninguém em casa, continuou:
—O que a gente também pensou é que é melhor seu pai e seu tio não ficarem sabendo que a gente vai nessa balada. Claro que não vai rolar nada, e além disso você vai com a gente, mas já que eles não querem ir, talvez seja melhor não saberem que a gente foi, não acha? É uma bobagem, claro, mas pode ser que eles achem ruim, e assim, se não ficarem sabendo, não precisa contar nada nem dar explicação. Bom, isso se você achar legal a gente fazer assim, claro.
—Claro, mãe. E eu concordo com vocês. Pra mim, sem problema. Já tinha falado antes. Podem contar com minha discrição pra tudo, mãe.
—Já sabia que dava pra confiar em você, amor. É que senão, já sabe: vão começar com “por que a gente tem que ir lá?”, “certeza que alguém falou alguma coisa pra gente”, “o que vão dizer se souberem que a gente foi numa balada assim sem eles?”, “ah, sei lá…” Então, se a gente três guardar segredo, melhor, não acha?
—Claro, mãe. Podem contar comigo cem por cento. Vou ser totalmente discreto, e mesmo que vocês peguem um cara, podem ter certeza que da minha boca não vai sair uma palavra. Aliás, vocês vão precisar da minha discrição porque com certeza vão pegar alguém, e é melhor que ninguém que não deva saber fique sabendo disso. — Finalizei eu, num tom de brincadeira.
—Ah, que ideias você tem, filho. — Minha mãe riu, divertida com minha piada. — Já comentei com sua tia que a gente conta com sua discrição e que você nos incentiva muito a nos divertir, e ela tá encantada de poder contar com você e de você ir junto.
—O que eu quero é que vocês se divirtam, e podem contar comigo pra tudo que precisarem pra se divertir, já sabem.
—Obrigada, amor. — Disse ela. minha mãe, e depois de uma pausa, acrescentou com um certo tom de malícia na voz: — Sério mesmo que você não se importaria se um homem… sabe, conversasse com a gente naquela balada? — Do que os homens vão falar com vocês, não tenho dúvida nenhuma, e muitos vão querer dançar, e alguns vão querer dar um amasso também. Se ninguém tentar pegar vocês, aí sim que eu ia ficar surpreso. Podemos apostar o que você quiser que não vai ser assim. E claro, eu vou achar ótimo e ficar muito orgulhoso de que minha mãe é gostosa pra caralho pros homens… — e aproveitei pra enfatizar: — Vou achar tudo de boa, inclusive o amasso, desde que vocês estejam a fim. Nós dois demos risada e minha mãe concluiu: — Então, filho, isso tranquiliza muito, porque senão, mesmo que não vá rolar nada, se alguém falar alguma coisa e a gente responder pra não parecer mal-educada, é melhor saber que você não tá achando ruim. — Claro que não, mãe. Pelo amor de Deus, que ideia a sua… Você tem que se preocupar mais em se divertir e menos com o que os outros pensam. Já te falei isso várias vezes. — Bom, a gente conversa mais tarde — disse minha mãe com um sorriso cúmplice pra encerrar. No meio da tarde, minha tia chegou, e como não tinha mais ninguém em casa além de mim e da minha mãe, assim que ela entrou na sala e serviu um café, minha mãe já começou a falar do dia em que a gente ia pra tal balada, como iam se arrumar, etc. — Acho que um dia bom pode ser essa sexta — falei. — É, — minha tia Rosa entrou na conversa — a gente também tinha pensado nessa sexta. — Além disso, — continuei — como minha mãe tá pensando em trocar parte dos móveis da casa, a gente pode dizer que vai ver as lojas de móveis naqueles bairros da periferia e que você vai com a gente, tia. Assim ninguém vai perguntar pra onde a gente foi. — Filho, você pensa em tudo — minha mãe elogiou. Acertamos outros detalhes, como o horário, o fato de que a gente passaria pra pegar minha tia e tal, e elas já começaram a falar sobre que roupas vestiriam e essas coisas. As duas estavam como umas mocinhas na véspera de uma festa. — Do jeito que forem, vão ser as mais gostosas, já vão ver a quantidade de caras que vão querer dançar com vocês. Bem, dançar e mais outras coisas. — Completei de forma safada e com uma piscadela. Elas riram e minha tia continuou. — Sua mãe já me disse que você não se importaria se algum homem desse em cima da gente… — Claro que não. Além disso, não tenho dúvida nenhuma de que vocês duas estão muito bem… Elas agradeceram o elogio e riram das minhas palavras, e minha tia seguiu: — Então contamos com sua discrição porque, vendo que dá pra confiar, já vou avisando: se algum cara vier com papo, não vou ficar calada, ha, ha, ha. Tem que se divertir, né? E não vou perder a chance de me acabar, porque com esses maridos que a gente tem, quando é que vamos sair de casa de novo? Se eles não querem se divertir com a gente, a gente se diverte sem eles, ha, ha, ha… — Isso mesmo, tia. Tem que aproveitar e soltar a franga um pouco, que um dia é um dia. E você tem que animar minha mãe a fazer o mesmo. — Ah, essa aí não precisa de animação, não! — Calma, calma, que meu filho vai pensar… — minha mãe entrou na conversa, rindo divertida. Nós três rimos do tom meio picante que a conversa estava tomando, e minha tia, talvez pra dar uma amenizada, disse: — Pô, isso não quer dizer que a gente vai se agarrar com alguém, mas… bem, a parada é se divertir, né? Continuamos falando do nosso plano pra sexta no mesmo clima descontraído até que chegou a hora e minha tia foi pra casa dela. Quando ela já tava indo, eu me atrevi a fazer uma referência ao decote do vestido que ela usava, que deixava ver o começo dos peitões dela e o vale, falando: — Então, tia. Sexta-feira você tem que usar pelo menos um decote igual ao de hoje, hein? Pra aparecer o que tem… — Sim, que ainda tenho umas tetas boas, né? — ela disse com aquele jeito desinibido dela, enquanto pegava nelas com as duas mãos. mãos e os três ríamos. Quando chegou a sexta-feira, minha mãe e eu explicamos em casa nossa intenção de ir às lojas de móveis. Minha mãe disse que se eu a levasse de carro, ela poderia ver as de vários lugares e também comentou que a tia Rosa viria conosco. No meio da tarde de sexta, quando já não havia ninguém em casa, pois o resto da família tinha saído, minha mãe, com um sorriso safado e cheio de cumplicidade, me disse que ia se arrumar. Eu também fui me vestir e, enquanto fazia isso, ouvi minha mãe me chamando do quarto dela. Fui ver o que ela queria e a encontrei de calcinha e sutiã, com um vestido cor de creme na mão. — Não sei se visto este vestido ou o conjunto azul. O que você acha, querido? — Poxa, mãe. Como você está bem assim, do jeito que está agora! — falei eu, me referindo à sua semi-nudez. — Ah, não fala bobagem, que eu já sou uma velha. — respondeu ela, não sem um toque de provocação. — Nada disso, mãe. Você tem um corpo muito gostoso. A verdade é que minha mãe não está nada mal para 54 anos. Ela é um pouco cheinha, sem ser gorda, os peitos dela são de tamanho médio para grandes, já meio caídos, mas de um tamanho mais que apetitoso. As coxas grossas dela são um convite para apalpar, e principalmente tem uma bunda grande e redonda das mais gostosas. Tem uma barriguinha, mas longe de ser feio, isso aumenta o charme dela como uma coroa. Tenho que admitir que, ao ver minha mãe assim, fiquei até um pouco excitado, mesmo sendo minha mãe. Estava vendo ela ali, quase nua, e com certeza o que eu via era uma coroa das mais apetitosas. — Bom — respondeu ela ao meu comentário anterior, e sem dúvida percebendo meu olhar vidrado no corpo dela — mas de qualquer forma não vou sair assim, né? — Na verdade, se você sair assim, vai causar na balada, com certeza. Nós dois rimos e depois continuamos falando sobre a roupa. Eu insinuei que ela colocasse uma saia mais curta do que aquele vestido, mas ela acabou decidindo pelo conjunto. azul que ela tinha mencionado. Eu insisti de novo que era muito comprido e sério e sugeri que ela vestisse um vestido de verão, também azul, mas um pouco mais curto e solto. No fim, ela seguiu minha sugestão e vestiu aquele vestido que, aliás, deixava transparecer um pouco o sutiã branco que ela usava. Quando nós dois ficamos prontos, fomos pegar meu carro e depois fomos para a casa da minha tia Rosa buscá-la. Minha tia ainda não estava totalmente pronta e disse para a gente subir no apartamento dela. Quando chegamos, ela abriu a porta se escondendo atrás dela enquanto abria e, ao fechar, pudemos ver que ela também estava só de calcinha e sutiã. Ela disse que estava sozinha e eu, ao vê-la assim, falei: — Mas tia, não me diga que vai sair assim. — Brinquei. — Então o primeiro que vai te pegar sou eu mesmo. Que gostosona… Minha tia Rosa riu divertida enquanto meu olhar passeava sem nenhum disfarce por toda a sua anatomia abundante, tão exposta naquele momento. Primeiro, merece um comentário a calcinha que minha tia usava, já que, para minha surpresa, era nada menos que do tipo fio dental. A tirinha traseira se escondia inteiramente entre as enormes nádegas, deixando praticamente a bunda enorme dela completamente à mostra. Ao ver isso, acho que meu pau subiu na hora, porque a bunda da minha tia, apesar de ela ter 62 anos, me pareceu das mais apetitosas. Também merece um comentário o sutiã da minha tia, já que era de um tecido parecido com gaze, praticamente transparente, de modo que os peitões grandes dela se viam com toda clareza e os mamilos pretos e grossos marcavam no tecido de um jeito enormemente provocante. — Nossa, que calcinha… e que sutiã — comentou minha mãe, divertida. — Olha, a gente vai paquerar, então tem que se vestir o mais atraente possível… Nunca se sabe quem vai acabar vendo a calcinha — brincou minha tia, fazendo todo mundo rir. — Já sabe, mãe… — intervim. — Copia a tia, que essa calcinha deve ficar um arraso em você também. — É, é… Já vi que tem que ir preparada por dentro e por fora. Mas como é que tu tem uma calcinha dessas? —É pra manter a bunda mais fresca no verão… —brincou com graça minha tia. Todos rimos e depois a tia nos disse que, assim como minha mãe antes, não sabia o que vestir. Fomos pro quarto dela e, entre toda a roupa de sair, tanto eu quanto minha mãe aconselhamos um vestido preto e decotado, que ela acabou escolhendo. Enquanto ela vestia, eu pensava que minha tia ainda era muito gostosa, apesar de já ter mais de 60 anos. Ela é um pouco mais gorda que minha mãe e os peitos dela são dois melões de verdade, já bem caídos, mas muito apetitosos de qualquer jeito. Além disso, mesmo com auréolas pequenas, os peitos dela têm uns bicos incrivelmente duros que dá pra notar até por baixo do sutiã e do vestido. Ela tem uma bunda grande e gorda, que pude apreciar por inteiro graças à calcinha fio dental que ela usava, e umas coxas grossas, muito atraentes mesmo cheias de furinhos da celulite, tipo casca de laranja. Tenho que admitir que, enquanto ela se vestia, fiquei cada vez mais excitado só de olhar o corpão maduro da minha tia. Quando ela terminou de se arrumar, descemos pro carro e fomos pra balada. —Vamos ver se ainda temos jeito pra pegar alguém —disse minha tia, animada como sempre. Eu fui percebendo que, num primeiro momento, minha mãe e minha tia tinham falado do interesse em ver quem ia naquela balada e da vontade de fofocar um pouco como pretexto pra ir, mas com certeza um certo tesão em ver se conseguiam chamar a atenção dos homens e até se sentir desejadas por eles também não era alheio ao interesse delas em ir praquela balada. Algumas das escolhas de roupa que elas usavam deixavam isso bem claro, principalmente no caso da minha tia. —Com o quanto vocês duas são gostosas, vão causar na balada, meninas. E olha que nem vou falar de você, tia, se quando dançar aparecer um pouco da sua calcinha. Nós três rimos e minha tia respondeu: —Você é quem vai aprontar. Se tiver cheia de coroas gostosas como a gente, elas vão se atirar em você ao ver um moço tão bonito como você, sobrinho. —Pois tomara que alguma se atire, pelo menos metade da gostosura de vocês; que eu não dispenso uma coroa bem fornida. —Não me diga que você vai gostar de velhas como a gente! –interveio minha mãe. —Prefiro uma coroa bem fornida do que três mocinhas daquelas que são só osso. E se forem como vocês, nem preciso contar… —Pois vamos ver se a gente pega alguém hoje à tarde, hein? –disse minha mãe, deixando claro de novo que a fofoca era mais desculpa que outra coisa. —Pois comigo você não ia ter que insistir muito, hein, sobrinho? –interveio minha tia com seu jeito desembaraçado de sempre. Nós três rimos e continuamos comentando coisas assim pelo resto do caminho. Quando chegamos ao lugar da tal balada, estacionamos o carro num estacionamento perto e fomos andando até a boate, porque o trajeto era bem curto. Paguei as três entradas e entramos na balada. Minha mãe e minha tia olhavam para todos os lados, pois não era um ambiente a que estivessem muito acostumadas. A luz era fraca, mas dava pra ver bem os rostos das pessoas. Era cedo, tinham acabado de abrir, e devia ter umas 40 ou 50 pessoas na boate. Depois de pedir umas bebidas no balcão, sentamos numa mesa a uma distância prudente da pista, mas de onde se tinha uma vista excelente de toda a boate. —Então, o que acharam? –perguntei. Batemos um papo sobre o lugar e sobre o pessoal que estava lá, enquanto a boate ia enchendo aos poucos. Elas estavam maravilhadas com o clima divertido e descontraído, com o quanto as mulheres estavam arrumadas e com o quanto algumas pareciam soltinhas dançando na pista. Minha mãe e minha tia logo começaram a criticar boa parte das mulheres que estavam no local. Começaram comentando as roupas delas e Logo tiveram que mudar de assunto e comentar as atitudes, porque muitas senhoras cumprimentavam os homens dando beijos na boca e recebendo tapinhas carinhosos e atrevidos na bunda. Quanto à roupa das mulheres, dominavam as saias um pouco compridas, mas com aberturas laterais bem chamativas, de modo que quando as senhoras se sentavam, os muslões delas ficavam claramente de fora. Também tinha bastante minissaia e, portanto, muita exibição de coxão maduro. Por cima, algumas tinham até optado por usar blusas semitransparentes, então dava pra ver fácil os sutiãs das mulheres, entre os quais, aliás, predominava a cor preta. Também algumas, embora fossem minoria, tinham se atrevido a usar, por baixo das jaquetas, blusas semitransparentes sem sutiã, de modo que, ao tirar a peça de cima, dava pra ver claramente as tetas delas. — Uai, uai, uai! Aqui tem muito desbunde… — disse minha mãe, impressionada e se divertindo. — Ué, claro; tem que se soltar um pouco, né, mãe? Senão, a gente veio pra quê? Além disso, o que tem aqui é material de primeira. — Cê acha? — minha tia entrou na conversa. — Cara, embora por enquanto não tenha visto nenhuma mais gostosa que vocês, tem umas que também têm um rebolado. — Cê seria capaz de pegar uma cinquentona como a gente? — perguntou minha mãe, se divertindo, insistindo num assunto que já tinha rolado no carro. — Pra um rango, por que não? Já tô dizendo: se for gostosa igual a vocês… Se quiser que eu seja sincero, e como isso tudo fica entre nós, vou dizer que uma aventura com uma senhora madura e sarada me parece das mais interessantes. — Olha só como vocês, jovens, são — minha tia se meteu. — Pra um rango… — Ué, claro, tia. E vocês deviam fazer o mesmo. Se tiverem a fim de se divertir um pouco, assim sem ninguém saber, por que não iam fazer? Pode ficar tranquila comigo que ninguém vai saber de nada. Já sabem do nosso acordo… Tô falando sério… — Nossa, como você é sem-vergonha, filho. — Minha mãe disse, mais num tom de brincadeira do que de bronca: – Parece que você quer ver sua mãe e sua tia se pegando com tio… – Não sou sem-vergonha não; o importante é se divertir, foi pra isso que viemos, né? E olha, não me importaria nada de ver vocês todas soltas, igual aquela ali, por exemplo. Aí nós três olhamos pra uma mulher de uns 50 anos que tava ali do nosso lado com um cara da mesma idade. Eles se deram um baita amasso e a gente ouviu ele falando: "Passei a semana inteira feito um jumento no cio, sua gostosa." "Pois é, quase não venho. Meu marido queria me levar não sei pra onde." Ela respondeu. Logo sentaram perto da gente e começaram a se beijar e a se apalpar sem muita cerimônia, de um jeito que deu pra ver bem as coxas grossas da mulher enquanto o cara passava a mão gostoso. – Esses dois não são marido e mulher, hein? – comentou minha mãe, maliciosa. – O pessoal que vem pra cá procura outras coisas, diferentes dos maridos ou das mulheres, vocês já sabem. As casadas e os casados que tão aqui, se quisessem ficar com seus parceiros, ficariam em casa. – falei. – Ó, que a gente… – começou minha mãe, como quem ia corrigir minhas últimas palavras. – O caso de vocês hoje é especial, porque vieram ver o clima e criticar um pouco, mas espero que vejam que esse é um bom lugar pra conhecer gente e se divertir… vocês me entendem. Continua.

4 comentários - Orgulloso de mi Madre

Muy bien narrado,espero un desenlace a la altura de lo leído hasta ahora
Se pone interesante. Esperando la continuación.