Quando Benito e Alba foram embora, minha mãe me pegou pelo braço e me interrogou. Eu achava graça da curiosidade quase infantil que ela demonstrava, era como se quisesse saber, mas sem que eu contasse. Contei vagamente que Alba tinha comprado algumas coisas, mas desviei a conversa para a visita com a Ana. Foi uma boa ideia, porque distraiu ela e ela se interessou vivamente pelo estado da irmã. Lembrei do CD que a Mônica, a amiga médica da minha tia, tinha gravado pra mim. No computador do escritório da Júlia, instalei ele, e Clara, minha tia Júlia e a Lisa, minha prima, se amontoaram atrás de mim pra ver o futuro Manuel. Eu queria explicar o que a médica tinha me mostrado no ultrassom, mas minha tia Júlia me corrigiu. Claramente, ela sabia muito mais daquilo. Foi identificando os traços do menino, e eu tive que ficar atento também, de olho no computador. Minha mãe estava orgulhosa de mim, dava pra perceber, porque ela passou o braço no meu pescoço e me apertou contra ela. Eu fiz o mesmo com minha prima Lisa. As três cabeças inclinadas atrás da Júlia, interessadas nas explicações dela. Quando ela aumentou o som, ouvimos os batimentos do Manuel. Minha prima pegou minha mão, que estava pendurada no ombro dela, e levou até o coração dela. Adorei o gesto, principalmente quando ela encostou a cabeça no meu ombro. Beijei a testa dela pela cumplicidade que ela mostrava, e ela retribuiu deslizando minha mão por todo o peito dela. Dos batimentos acelerados, passei pra redondeza do peito macio dela. Mesmo com um sutiã fino, não senti ele. O mamilo ficou marcado num instante, e ela mesma pegou dois dos meus dedos e usou como pinça nele. Minha pica tava acordando no meio das três mulheres que eu queria. Naquela hora, teria fodido qualquer uma delas, mas preferi pensar no carinho que as três tinham por mim, cada uma por um motivo. Quando fomos pro nosso quarto, era cedo. Minha tia ficou pra arrumar tudo. Minha mãe voltou à carga sobre os preparativos do fim de semana. Usou a arma secreta dela, que eu tanto... conhecia, ela se enfiou na minha cama pelada e grudou em mim, começou a me perguntar um monte de coisa besta, mas eu sabia que, mesmo dando volta, a curiosidade dela era outra. Quando ela começou a falar de brincadeira com a voz melosa, passando a mão procurando minha piroca, já sabia que ia direto ao ponto. Devagar, foi desviando o papo pras compras e os projetos. Quando já tava massageando minha piroca na moral, acendeu uma luz na minha cabeça, pedi um tempo, igual no basquete, e levantei. Fiquei fuçando no armário, enquanto isso a Clara se descobriu, mostrando o corpo pelado, apertando as mini tetas e esticando os bicos. Tava me deixando nervoso porque minha piroca balançava pra cima e pra baixo enquanto eu separava os presentes da caixa que me interessava. Quando achei, entreguei pra ela, parecia que tava oferecendo uma pizza enquanto, embaixo do pacote, a piroca a 45 graus balançava. Minha mãe sentou curiosa na cama, desembrulhou o pacote com cuidado. Por um momento, não queria revelar o segredo, mas por outro a curiosidade tava corroendo ela por dentro. Quando tirou a tampa, fez uma cara de surpresa igual a minha quando abria os presentes dos Reis Magos. Me olhou e, deixando a caixa de lado, levantou e me abraçou, me beijando. O primeiro beijo foi de mãe, com as mãos no meu rosto, me encheu de beijos carinhosos. Os últimos foram colando o corpo dela no meu, ela teve que pegar minha piroca e abaixar até encaixar entre as pernas dela, se encaixou na buceta dela enquanto os bicos dos peitos dela se fincavam no meu peito. Virou a cabeça pra encaixar os lábios nos meus mais intimamente e procurou minha língua com vontade. Sentia o calor e a umidade dos lábios dela na minha cabecinha, tentei pressionar pra deslizar por eles, mas minha mãe recobrou a sanidade e se separou de mim, me perguntou: - Posso? - Claro, é um presente pra você, da sua irmã Ana. Antes de tirar a peça da caixa, me deu um beijinho na boca. Puxando a camisola branca da minha tia Ana, esticou sobre o corpo dela, ainda sem Vestir aquilo deixava a silhueta dela transparente, passei as mãos pelo corpo dela apertando o tecido pra ver o efeito, os peitinhos pequenos marcavam escuros por baixo do pano fino, abaixo do umbigo e mais pra baixo a buceta inchada, por um momento imaginei minha tia Ana na noite de núpcias dela, nem tinha estreado aquilo, pensei que era porque meu tio Jorge não deu tempo, minha mãe ia dar um uso melhor provavelmente. Expliquei pra ela quando me pediu ajuda pra vestir, ela concordou comigo, com certeza preferiu pular direto pra transar com o marido novo. Com os últimos ajustes, Clara esticou a roupa, ficou perfeita nela e deu uma volta mostrando o balanço da saia. Quando me abraçou, grudou em mim como antes, não tive coragem de colocar meu pau entre as pernas dela pra não sujar de líquido pré-seminal que saía da cabeça, Clara adivinhou quando olhou pra baixo e viu a glande brilhando, levantou a barra da camisola longa até a cintura, pegou meu pau e colocou entre os lábios da buceta dela.
— Quer estrear a noiva na noite de núpcias?
— Adoraria ter estreado você.
— Então empurra e entra em mim, com você parece que eu estreio toda vez que a gente fode.
Clara apoiou uma perna na cama e grudou em mim, a cabeça do pau deslizou entre os lábios dela e chegou na entrada da buceta, com um movimento leve de cintura Clara encaixou meu pau e eu só precisei empurrar, senti entrando suave, tava quase tão lubrificado quanto ela e não demorei nada pra ficar colado na barriga dela, agarrei as nádegas dela por baixo da camisola pra puxar ela pra mim.
— Que tal se eu tirar a camisola? Já estreamos e seria uma pena amassar.
— Ia sugerir isso, Benito também merece aproveitar.
Sem se soltar de mim, Clara tirou a roupa pela cabeça, eu segurava ela pelas nádegas pra não sair de dentro dela enquanto ela esticava os braços pra colocar a camisola numa cadeira.
— Vamos pra cama. Vamos ficar mais confortáveis. Rapidamente, Clara entrou na minha cama e, se colocando no centro, abriu os braços para me receber. Deitei sobre ela com as pernas de cada lado, minha pica descansando na barriga dela, e ela se espremeu até conseguir alcançar a cabeça com a boca. O corpinho dela passou sem dificuldade pelo arco das minhas pernas, os peitos não atrapalharam, só senti os bicos roçando minhas bolas. Puxou o travesseiro pra levantar a cabeça e forçou minha pica a entrar na boca dela. Tive que me inclinar sobre ela pra facilitar o boquete. Quando ela agarrou minhas nádegas e me obrigou a me mexer, acompanhei o ritmo. Enfiava a pica regularmente entre os lábios dela, e ela ia engolindo mais e mais até encostar o nariz no meu púbis. Eu teria gozado na garganta dela se não preferisse retribuir, e quando já estava prestes a encher ela de porra, tirei devagar a pica de entre os lábios. Ela saiu molhada e vermelha, as veias inchadas e a cabecinha pulsando. Quando me virei sobre ela, minha mãe já estava me esperando, com as pernas flexionadas e abertas, os lábios molhados e quentes, e o clitóris inchado se abrindo diante dos meus olhos. Quando minha cara se encaixou entre as coxas dela, senti a boca dela tomar conta da minha pica de novo, mas não se contentou com a vara que vinha de cima: pegou minhas bolas com as duas mãos, lambeu e engoliu uma de cada vez. O saco sumia entre os lábios dela e, quando soltava, o testículo saía com um barulho de tampinha, enquanto os dedos dela exploravam mais acima, roçando meu cu. Ela rodeava com suavidade, tentando enfiar um pouco o dedo a cada volta. Eu imitei e lambi o buraco escuro dela. Clara levantava o quadril pra eu alcançar com conforto, e quando consegui chegar com a língua, ela fez o mesmo comigo, deixando minha pica no peito dela e chegando a lamber entre minhas nádegas até empurrar a ponta da língua no buraco enrugado. Pra mim foi o suficiente. Não queria, mas fiz. Gozei em cima dela, reguei os peitos dela com porra. Meu gozo enquanto a Clara tinha enfiado a ponta da língua no meu cu, eu tinha um dedo inteiro no dela e outro na buceta dela, mexi os dois juntos, quase se tocavam, só separados pela anatomia dela. O orgasmo sacudiu ela um pouco depois de eu gozar, já tinha espalhado meu leite nos peitos dela e ela simplesmente se entregou. Continuei acariciando o interior dela enquanto lambia devagar o clitóris dela. Clara se agitava debaixo de mim, a cabeça dela balançava sem controle, batendo no meu pau e nas minhas bolas que pendiam sobre ela. Ela me abraçou, querendo me ter mais perto, e afundou o rosto na minha virilha. Na bochecha dela, meu pau foi perdendo a dureza, e minhas bolas molhadas grudavam no cabelo dela. Ela ainda teve que aguentar os espasmos que sacudiam a boceta dela. Eu não quis atormentar ela lambendo o ponto mais sensível, só apoiei meu rosto entre os lábios dela, sentindo as batidas do coração dela entre as pernas. A vagina dela jorrava sucos quando pulsava. Demoramos pra nos recuperar. Quando conseguimos, nos cobrimos com o lençol e nos abraçamos. Não tinha passado nem quinze minutos quando bateram na porta. Imediatamente, a cabeça da Júlia apareceu e ela entrou. Instintivamente, puxei o lençol até o pescoço. Mesmo minha tia não tendo feito nenhum comentário, ela rapidamente deu uma olhada no quarto. Claramente sacou a situação ao ver a camisola na cadeira e a gente pelado na minha cama. Como se fosse a coisa mais natural do mundo, ela sentou na cama e tirou um estojo pequeno. Minha mãe se sentou. Os mamilos dela ainda estavam durinhos e aparecendo. Notei a Júlia dando um sorrisinho, sem se abalar. Ela entregou o estojo pra Clara. Minha mãe abriu devagar até abrir a boca de surpresa. Júlia tirou qualquer dúvida dela. — É pra você, Clara. É meu presente de aniversário. Minha mãe tirou devagar um brinco lindo. Colocou na orelha e mostrou pra gente. Era uma maravilha, de ouro branco com uns diamantes que brilhavam em mil cores. Eu, do lado dela, com o lençol sobre mim... pernas a admirava, olhava também pra minha tia que me deu uma piscada, tava feliz de ver a irmã dela contente. Minha mãe se levantou pra dar um beijo de agradecimento, ficou de joelhos deixando cair o lençol que já mal cobria ela, nua do jeito que tava com o peito brilhando do meu gozo ainda molhado e com o cheiro característico de sêmen abraçou a Júlia, minha tia abraçada na irmã fez um sinal pra mim de que tava sentindo o cheiro do meu gozo, passou a língua no lábio superior como se tivesse se lambendo, minha pica começou a bater no lençol que mal escondia ela. Ainda estavam abraçadas quando outros nós dos dedos bateram na porta, a Lisa não esperou e entrou, se minha tia tinha disfarçado minha prima foi ainda mais discreta, mas nem por isso perdeu detalhe, a camisola, os dois na cama pelados, o brilho molhado nos peitos da minha mãe e minha pica pulando debaixo do lençol deu a ela um mapa exato. Sentou do meu lado na cama também, minha mãe mostrou orgulhosa o presente da minha tia, colocou eles de novo enquanto sentava sobre os calcanhares no lençol amassado, ainda não tinha parado de admirar eles quando a Lisa ofereceu o presente dela, era uma pulseira que combinava com os brincos da minha tia, elas tinham combinado de dar um bom presente as duas, minha mãe não sabia pra onde olhar, terminou de colocar os brincos, ficaram lindos nela e colocou a pulseira, não conseguia abrir e pediu pra eu colocar nela, sem pensar fiquei de joelhos na frente dela abrindo com cuidado a pulseira pra depois fechar em volta do pulso dela, quando percebi os olhares que minha tia e minha prima trocavam percebi que minha pica era o motivo, aparecia entre minhas pernas poderosa, dura e com a cabeça de fora, tava brilhante escorrendo um pouco de gozo atrasado, Me cobri na hora mas com o nervosismo coloquei as duas mãos na minha pélvis sem perceber que só tinha coberto o púbis porque minha pica continuava saindo entre meus dedos. As duas saíram do quarto, ao fechar a porta atrás delas ouvimos como explodiram numa gargalhada enquanto iam para seus quartos. Quando descemos ao bar na manhã seguinte, minha tia e minha prima sorriram ao nosso passar, minha mãe fez um gesto para elas, provocando inveja, e elas retribuíram. Ao meio-dia, quando sentamos para comer com os colegas, Ricardo deu outra surpresa: ao terminar a sobremesa, ele se levantou, bateu num copo com um garfo e chamou nossa atenção. Todos ficamos em silêncio, e depois de pigarrear sorrindo, ele disse umas palavras de elogio para minha mãe. As outras garotas a observavam atentas enquanto lágrimas escorriam; ela estava emocionada com todos, pois a tratavam como mais uma amiga. Após o discursinho, Ricardo tirou uma caixinha e entregou a ela. Minha mãe me olhou emocionada, ao abri-la, fechou de novo. Quando abriu novamente, olhou para todos, agradeceu com o olhar por muitas coisas, e tirou um relógio lindo. Ela o admirou de todos os ângulos e o colocou no pulso. Todos aplaudimos quando ela se levantou e nos mostrou. Visivelmente feliz, foi beijando todas as camareiras e cozinheiras. Quando chegou em Ricardo, abraçou e beijou ele. Troquei um olhar com Julia; ela estava olhando para a braguilha de Ricardo, e quando reparei, vi um volume grande se marcando debaixo da calça. Benito tinha combinado de nos buscar à tarde. Era sexta-feira, e no dia seguinte ele fazia aniversário. Minha mãe estava muito nervosa; tínhamos dito que passaríamos o fim de semana fora, mas sem dar muitos detalhes. Ela preparou uma malinha com as coisas que havia previsto, e eu também levei uma bolsa com a roupa que achava que poderia precisar. As coisas de banho, Alba levaria. Quando o carro do médico estacionou na porta, todo o pessoal estava de olho em nós. Ao entrar Benito e sua filha, todos aplaudiram, animando o ambiente. Minha mãe estava envergonhada; minha tia e minha prima me olhavam com certa inveja. Alba estava encantadora, com uma blusa folgada e um short bem justinho; provavelmente tinham se trocado por ela. No No carro, minha mãe sentou do lado do Benito, claro. Atrás, eu sentei e, à minha direita, a Alba. O Benito estava de esporte, com uma camisa e um lenço no pescoço. Minha mãe nos surpreendeu com uma calça jeans — nunca tinha visto ela com aquela calça. Era elástica, grudava nas pernas dela, o rabo marcava bem, e uma blusa meio larga valorizava ainda mais o corpo. Ela tinha se maquiado leve e, sinceramente, tava gostosa. O Benito também percebeu e, quando ia dar a partida no carro, deu um beijo na boca dela. Minha mãe virou e sorriu pra mim. Eu mandei um beijo no ar de volta. Quando me virei, encontrei a boca da Alba me esperando. O beijo dela não foi no ar nem igual ao do pai — durou até eu não aguentar mais sem respirar. O Benito já tinha estudado a rota. Saímos na estrada e foi aí que ele nos contou oficialmente o plano pro fim de semana: a gente ia pra um balneário com uma nascente de águas termais no morro. Ele conhecia o diretor, eram amigos de infância, e, embora tivesse começado a faculdade de medicina junto com ele, largou quando surgiu a oferta de dirigir o balneário. De certa forma, por ser água medicinal, o trampo atraía ele. Durante o trajeto, minha mãe falava que nem uma matraca. Dava pra ver que ela tava animada e feliz. De vez em quando, se aproximava do médico e fazia um carinho. A Alba, por conta dela, também tava contente. Eu, encantado — imagino que nem o pai dela. A gente tava com duas mulheres extraordinárias e um fim de semana inteiro pela frente. A Alba fazia gracinhas enquanto o pai explicava sobre os balneários e os benefícios. Ela apoiava a cabeça no meu ombro e me beijava no pescoço. Eu tentava ficar parado, mas, quando ela colocou a mão no meu cinto, o alarme disparou. Minha mãe olhava pro Benito e fazia caracóis no cabelo da nuca dele. Ele tinha uma mão na perna da Clara, que descansava na alavanca do câmbio. Quando o barulho do zíper da minha calça quase não se ouviu, minha mãe virou e viu como... Alba foi enfiando os dedos procurando meu pau, me sorriu e se encostou no banco do Benito. Quando suspirei, minha mãe passou a mão por baixo dos braços do Benito, que seguravam o volante. Eu também ouvi o barulho do zíper do médico. Quando a cabeça do Benito escorregou no banco dele, entendi que minha mãe tinha tomado conta do pau dele. A cabeça da Alba estava sobre minhas pernas, subindo e descendo devagar, a suspensão do carro ajudava na hora de enfiar o pau na boca dela. Meio deitada no banco em cima de mim, ela abria as pernas o suficiente pra minha mão se perder entre as coxas dela. Por baixo do short, tive que afastar a calcinha dela pra alcançar os lábios dela. Ela devia ter feito a depilação, porque estavam macios como os de uma menina. Eu queria surpreendê-la e também tinha raspado os pelos em volta do meu pau, esperava que ela não tirasse ele inteiro da boca e que ainda não percebesse. Me liguei quando senti o Benito dar uma guinada. Por um momento, pensei que ele tinha se distraído, mas o cheiro de porra que encheu o carro me fez entender que minha mãe tinha tirado o leite dele, e na gozada ele perdeu um pouco o controle. Ia avisar ele quando senti que ia acontecer o mesmo comigo. Alba acelerou a cabeça e fechou as pernas, prendendo minha mão entre elas. Na barriga dela, sentia as contrações, e no meu pau, a pressão da língua dela. Ela já não mexia a cabeça, só sugava e engolia a porra que saía bombeando de mim. Minha mãe mostrou a mão brilhando de porra. Alba sorriu pra ela com os lábios molhados de sêmen. As duas caíram na risada, felizes. Quando finalmente chegamos no hotel, fomos pra recepção. Cruzamos com um carregador que ia pegar as malas. Benito se apresentou, e a recepcionista ligou. Na hora, o gerente chegou. Benito abraçou ele com entusiasmo e nos apresentou. — Apresento pra vocês o Germán, meu amigo de muitos anos, somos como irmãos. — Prazer em conhecer vocês, já são como da minha família. — Olha, essa preciosidade aqui é minha filha Alba. E esse outro charme é a Clara, o filho dela, Manu, é mais que um amigo. A gente se cumprimentou com carinho, ele era um cara simpático, dava pra ver que tinha jeito com as pessoas e se virava com muita desenvoltura, os funcionários do hotel gostavam e respeitavam ele ao mesmo tempo. - Reservei dois quartos pra vocês como você pediu, tomei a liberdade de deixar os dois contíguos, até com porta de comunicação, caso queiram ficar juntos em algum momento, são silenciosos e têm uma vista linda das montanhas, vocês vão ver que paisagens, também vou avisar que mandei liberar o spa só pra vocês fora do horário dos hóspedes, além disso, tenho umas surpresas que espero que gostem, mas vocês vão descobrir depois. - Agradeço, Germán, mas não precisava se incomodar, a gente só quer passar uns dias tranquilos, estamos comemorando o aniversário da Clara. - Mmm, então temos que celebrar, fico feliz em saber, aproveitem a estadia, e não me agradeça, não é pra você que estou fazendo isso. Eles nos acompanharam até os quartos, o mensageiro mostrou tudo e disse que as malas já estavam no lugar, abriu a porta de comunicação e fechou de novo, quando foi embora, sorriu agradecido pela gorjeta generosa que o médico deu. Alba e eu quisemos ver o quarto dos nossos respectivos pais, quando abriram a porta, estavam perto o suficiente pra gente deduzir que estavam se beijando do lado da porta, nos mandaram entrar e nos mostraram o quarto, era igual ao nosso, cama imensa de dois por dois metros e, ao lado do frigobar cheio de bebidas de todo tipo, uma janela que mostrava um vale inteiro cheio de pinheiros até o horizonte, Alba chamou minha atenção para um rio claro que corria perto da gente entre choupos. Alba sugeriu que a gente fosse embora, porque dava pra ver uma certa impaciência deles em terminar o que minha mãe tinha começado. Combinamos de nos encontrar em uma hora no restaurante, quando entramos no nosso quarto, a gente foi decidido a tirar a roupa das malas. Malas e pendurá-las no armário, mas quando a Alba pulou na cama gigante, eu soube que ela também tava cobrando o orgasmo pendente dela. O short da mina caiu no chão quando ela jogou ele da cama, a calcinha molhada veio junto. Não esperei ela se despir toda, me joguei com a pica apontando pra ela, ela ria ao me ver chegando, ainda de meias, deixando um rastro das minhas roupas no chão. Caí em cima dela, a gente rolou abraçada e, antes de chegar na beirada da cama, a Alba já tava em cima de mim com minha pica enterrada na buceta dela. Enquanto pulava em cima de mim, ela tirou a blusa, com as mãos cruzadas pegou na barra de baixo e puxou por cima da cabeça, quando passou pelo sutiã, beliscou ele também e saiu junto com a blusa. Os dois peitos lindos dela caíram juntos, quicando na minha frente. Ela foi pulando de leve até acelerar com força. Peguei nos peitos dela pra não baterem no queixo dela. De repente, ela parou e se virou sem tirar a pica. Agora era a raba dela que eu via, as costas finas deixavam ver os peitos por trás pelos lados. Ela aproveitou pra tirar minhas meias e, quando se inclinou pra puxar elas, deixou as nádegas separadas à mostra. Tive uma ideia rápida: coloquei a palma da mão virada pra cima na minha pélvis, com o dedo do meio apontando pro céu. Quando ela terminou de tirar uma meia, sentou de novo, cravando a pica e sentindo meu dedo tentando entrar no cu dela. Ela mexeu um pouco a cintura, mas não conseguiu. Virou pra mim. — Mmm, não tô preparada, lembra que ainda sou virgem por lá. — Eu sei, por isso trouxe hidratante. — Kkkk, por acaso eu também trouxe creme, quero que você me desvirgine o cu. — Relaxa, hoje à noite você vai deixar de ser. A gente tem o tempo que quiser e você vai gozar pra caralho. — Já tô morrendo de vontade, te fuck you a palavra. Ela se virou de novo e continuou pulando em cima de mim. A ideia de finalmente enfiar no cu dela e ela estar desejando aquilo me deixou ainda mais tesudo. Alba sentiu ele dentro dela enquanto eu tirava a outra meia, o botão se contraía com certa frequência, com as mãos nos meus joelhos ela continuava pulando, a piroca sumia dentro dela e quando saía arrastava a buceta junto como se não quisesse que eu esvaziasse ela. Ela se deixou cair de uma vez e se deitou sobre meus pés, os dela se estenderam ao meu lado, minha piroca forçada continuava entrando entre os lábios dela, mas nem por isso parou de se mexer, vi como minha porra escapava pela buceta dela quando meu tronco entrava, ainda consegui passar o dedo entre as nádegas dela e contornar o cu como uma amostra do que ia fazer à noite, Alba agradeceu abrindo as pernas enquanto se agitava. Quando minha piroca saiu da boceta da garota fez um barulho de tampão, no mesmo instante saiu um fio branco e grosso da buceta dela, não era só sêmen. A gente tinha terminado cedo e ficamos um tempinho abraçados pelados, quando olhamos o relógio vimos que já era tarde, pulamos da cama e tomamos banho rápido, ainda deu tempo de dar umas lambidas nos peitos dela, ela juntou eles e me ofereceu os dois mamilos ao mesmo tempo. Quando descemos pro salão de jantar, Clara e Benito estavam se sentando na mesa que a gente tinha reservado, era um pouco afastada do resto dos clientes, a maioria pessoas mais velhas, aposentados que vinham tomar os banhos ou só curtir a companhia por vários dias. Um garçom nos avisou que era um bufê livre, podíamos pegar o que quiséssemos tanto em variedade quanto em quantidade, disfarçadamente abriu uma garrafa de vinho especial cortesia do "Dom Germán", e ao mesmo tempo sussurrou que se quiséssemos algum prato extra era só pedir. Benito agradeceu e depois de olhar pra gente disse que tava tudo bem, levantamos e fomos pegar a comida, os aposentados pareciam estar famintos porque enchiam os pratos como se não houvesse amanhã. Jantamos muito bem, até repeti a sobremesa, quando levantei da cadeira percebi que o vinho não era "da casa". O salão já estava quase vazio. vazio, a maioria tinha ido jogar bingo ou cartas, a gente preferiu queimar o jantar dando uma volta, perguntamos pro garçom simpático o que dava pra fazer a essa hora e ele olhou pra gente, sorriu e disse que o melhor era dar um passeio pela alameda perto do rio, sussurrou que tinha pouca gente a essa hora. A gente riu os cinco, era uma boa ideia, mas seguimos o conselho dele. A noite convidava pra caminhar, a descida nos levou pra dentro do bosque, mesmo com a lua bonita a luz se perdia em alguns trechos, os mais velhos iam atrás da gente, a Alba não demorou pra me abraçar pela cintura quando passei o braço no ombro dela, ela ficava falando coisas no meu ouvido enquanto me mordiscava as orelhas, a gente tava feliz caminhando debaixo das árvores por um caminho de terra, do lado o rio corria silencioso, eu adorava sentir o calor do corpo da Alba e apertava ela beijando a testa, atrás da gente minha mãe e o Benito pareciam igualmente felizes, dava pra ouvir eles rindo e cochichando, num certo momento virei curioso, gostava de ver minha mãe contente e com o Benito ela tava, tive que olhar duas vezes, atrás da gente não vinha ninguém, me virei e chamei a atenção da Alba pro sumiço misterioso do pai dela e da minha, voltamos no caminho, esperávamos que tivessem se escondido em algum canavial pra se pegar, sabia que o Benito adorava quando a Clara tomava a iniciativa, qualquer ideia podia sair da cabeça dela. Voltamos quase até onde o caminho começava, não conseguimos ver eles, a lua iluminava o suficiente pra ver eles mesmo entre a folhagem, demos a volta e também não descobrimos onde estavam, quando já tava ficando nervoso ouvimos umas risadas, continuamos procurando de onde vinham, só tivemos uma ideia ao ouvir o barulho da água batendo, fomos pela margem do rio, a poucos passos encontramos a roupa da minha mãe cuidadosamente dobrada numa pedra, a do Benito tava espalhada pelo chão, no meio do rio dava pra ver as cabeças do casal, eles estavam juntas, muito juntas pensei eu pra estar nadando uma competição, debaixo d'água transparente dava pra ver os corpos delas entrelaçados, não perceberam nossa presença e de vez em quando dava pra ver subindo e descendo. Não soube reagir e me virei pra consultar a Alba, a mina tinha muito mais coragem que eu, já tinha quase se despido, só faltava tirar o sutiã e já tava nessa, tava de costas dobrando a roupa dela junto com a da minha mãe, quando se virou parecia uma ninfa, a lua iluminava o corpo dela e as luzes e sombras deixavam ela ainda mais excitante. Quando passou por mim indo pra água, falou. - O que cê tá fazendo aí parado? Vamos com eles. Tirei a roupa tão rápido que deixei espalhada em cima da do Benito, imaginei que o médico tinha tido a mesma reação e que minha mãe tinha sido a mente pensante. Alba entrou no rio silenciosamente, eu segui ela de pertinho, na margem quase tinha correnteza e tava cheio de pedras roladas, mal dava pra ver o cabelo da mina na frente, só aparecia o nariz e os olhos, tentei seguir o exemplo dela e nos aproximamos do centro do rio, conforme chegávamos perto sentimos o fundo mudando pra um leito de areia e aos poucos subindo de nível, com a luz da lua dava pra ver o fundo claramente e a pouca distância pude ver além do corpo nu da Alba na minha frente o casal de pais, vi o truque que eles tinham, sentado na areia o Benito com as pernas esticadas e minha mãe na frente dele sentada nas pernas dele, com o pouco peso da Clara e a flutuação da água o médico levantava ela sem esforço e deixava cair no pau dele, ela só se segurava no pescoço do Benito. Quando emergimos quase do lado deles se assustaram, ficamos de pé ao lado deles, enquanto eles se separavam eu admirava o corpo da Alba que tinha saído da água como por encanto, com o cabelo molhado escorrendo jatos que caíam nos peitos dela e desses pela barriga dela de volta pro rio. - Puta merda, que susto que vocês nos deram, parecem Moleques.
- Claro, como vocês tão tão ocupados.
- Bom, verdade, a gente tava meio distraído mesmo.
- Pois é, e ainda sem avisar, a gente percorreu o calçadão várias vezes procurando vocês e vocês lá, fodendo debaixo d'água.
- Não foi culpa minha, foi ideia da Clara, hahaha.
- Nossa, mãe, que ideias você tem, tava com tanto calor assim que não dava pra esperar o hotel?
- A verdade é que sim, tava queimando, nem vou dizer onde.
- Hahaha, pelo menos sincera, mas podem continuar se quiserem, a gente já vai sair, só queríamos saber se vocês estavam "sofrendo".
- Hahaha, agora não, a Clara não pesa nada dentro d'água e eu tava segurando ela bem firme.
- A gente já viu isso debaixo d'água.
- O que vocês viram?
- Como ela tava agarrada em você, hahaha.
Aí os dois se levantaram com meio metro de água, a pica do Benito apontando pro céu como sempre, formando um arco que roçava a barriga dela.
- Pai... e aquilo que parece uma cobra?
- Isso? Já tava falando pro seu pai, alguma coisa tava me picando por dentro, hahaha, e o que me diz da jiboia do Manu?
- Ah, isso não é jiboia, é uma sucuri, e não pica, morde! Hahaha.
As duas mulheres, enquanto trocavam farpas, pegavam nas nossas picas pra reforçar as opiniões enquanto a gente saía pra margem. A gente teve que esperar um pouco pra secar o corpo na grama, os quatro sentados em roda, contando histórias vividas no consultório do Benito. Com as pernas dobradas, dava pra ver claramente as picas duras e as bucetas das duas garotas. Elas logo acharam as roupas, mas eu e o Benito tivemos que separar as peças porque estavam misturadas.
Já de volta ao hotel, na recepção, encontramos o Germán. Ele ficou feliz em nos ver e perguntou se a gente tinha gostado do passeio, ao nos ver com o cabelo molhado. As trocas de olhares que a gente fez deram uma ideia a ele de onde a gente tinha estado. Ele ficou contente e nos informou que na manhã seguinte tinha dado instruções pra deixarem o spa pra gente. Só nós dois depois do horário dos clientes, aí nos dariam umas massagens especiais cortesia do hotel, nos olhos dela percebi uma leve malícia. Quando nos despedimos na porta dos quartos, minha mãe piscou um olho pra mim, com isso me desejava boa noite e algo mais, eu retribuí com um beijo no ar. Logo me despi e tomei um banho rápido no chuveiro, mais pra garantir que não tinha sujeira de grama ou barro, depois sentado na cama enorme esperei a Alba, no banheiro ouvi primeiro o chuveiro e depois o secador de cabelo, quando ela saiu tive que engolir seco, ficou apoiada no batente da porta, vestindo a camisola preta que a Ana tinha dado de presente, mesmo com o quarto na penumbra dava pra ver as tetas por baixo do tule preto, os bicos marcavam posição inchando o tecido, uma faixa de renda rodeava a borda inferior na altura da pélvis, só escondia uma calcinha mínima que mostrava mais do que cobria. Enquanto ela se aproximava da cama, me afastei pra ela subir, tava besta e não sabia o que dizer, ela quebrou o silêncio. - Como é que tá a anaconda? Parece que tá se preparando pra atacar. - Glup, pois é, tá pronta pro ataque. Alba pulou sem avisar em cima de mim, me envolveu com os braços e me beijou com gosto, minhas mãos não sabiam pra onde ir, por cima da camisola sentia o volume das tetas dela e adivinhava a posição dos bicos apertando eles, enquanto me beijava as mãos dela também não paravam e me descobriam a glande apertando o freio, não esperou nem tirar a calcinha, quando virou e sentou em cima de mim, só desviou a tira da tanga e se molhando com os dedos babados sentou no meu pau, com as mãos agarrei as tetas dela por cima da camisola, na minha mente tinha flashes da minha tia Ana usando a mesma peça e ainda ficava mais duro. - Tá imaginando sua tia Ana, né? - Como você percebeu? - Vi você fechar os olhos e sua cabecinha pulsar dentro de mim. - Desculpa, Foi uma visão. - Dá pra ver que vocês se amam muito, adorei ver vocês transando outro dia e que me deixou compartilhar você. - Ela é uma mulher especial. - Igual sua mãe. - É, igual. Quando ela começou a fazer círculos com o quadril em cima de mim, a gente tinha acabado de trocar confidências e, tirando a rola da buceta dela, ela tirou a calcinha fio-dental, ficou passando a boceta dela em cima da minha rola deitada, o clitóris roçava no meu freio e nas veias inchadas no vai e vem, eu sentia de vez em quando como ela se excitava na dureza dos peitos dela debaixo da camisola, num momento ela levantou a camisola por cima da cabeça e deixou na cama. Os dois peitos já voavam livres por cima da minha cabeça e eu tentava pegar eles com a boca, quando ela se inclinou totalmente em cima de mim, enfiou uma mão debaixo do travesseiro, quando tirou me mostrou um pote de creme hidratante. O rosto dela brilhava de sensualidade, ela tava me oferecendo o cu virgem dela, por um segundo lembrei daquela garota estranha com os gatos e as flores dela, meio ausente da vida e do sexo, agora curtia tudo, aos poucos eu tinha levado ela pela mão, eu um adolescente pra uma garota ideal, ela tinha confiado em mim a boca dela, a virgindade dela e agora o cu dela, mas acima de tudo o carinho dela, me sentia honrado em oferecer o pouco que eu sabia, o pai dela tinha me pedido pra tratar ela bem e como não podia ser diferente eu tinha feito, possivelmente com o tempo eu teria me apaixonado por ela. Alba tinha destampado o pote e molhado meus dedos de creme, tava impaciente pra ser comida de cu. - Vai doer? - Acho que não, de qualquer forma a qualquer momento você me avisa e a gente para, não queria ver você sofrer nem um pouco. - Como você quer que eu fique? - Como você quiser, eu vou te buscar. Alba se deitou de barriga pra cima, de joelhos eu me aproximei dela, ela abriu as pernas mas eu não queria ir rápido demais e me deitei de lado puxando ela pra perto de mim, deixando a cabeça no colo dela, ela levantou a outra perna em cima de mim, enquanto eu passava creme nos dedos, Alba brincava com minhas bolas, primeiro lambi seus lábios abertos, o clitóris estava no caminho e chupei ele sugando, ela aproximou a buceta pra eu lamber inteira, entre as nádegas apareceu diante dos meus olhos o buraquinho enrugado, era só um pouco mais escuro que a pele dela, na primeira lambida ele se contraiu, mas quando sentiu o frescor do creme relaxou, massageei tudo ao redor com os dedos, percebia como ela se soltava quando consegui pressionar com a ponta do dedo, um pouco de pressão e afundou, o esfíncter resistia, mas com minha insistência teve que ceder, à primeira falange seguiu a segunda, já roçava a maciez do reto, fui dilatando devagar com o dedo até o fundo e quando tirei, acompanhei com o outro dedo, curiosamente tive menos dificuldade que com o primeiro, tinha feito amizade com o cu e ele me reconhecia, Alba tinha aproximado a boca das minhas bolas e as sugava até fazê-las desaparecer entre os lábios. Os dedos já se moviam confortáveis dentro de Alba quando tentei mais um dedo, lubrifiquei bastante, sentia como instintivamente a garota fechava as pernas como defesa e suspirava fundo, não quis explorar mais e dei um beijo no buraquinho aberto, ela soltou as bolas e me deixou mexer, Alba quis ficar de joelhos pra eu meter por trás, mas preferi ver a expressão dela e me ajoelhei entre as pernas dela. Alba olhava curiosa e paciente, sabia que podia confiar totalmente em mim, por isso quando passei a mão nas pernas dela não precisei explicar nada, ela levantou as pernas sobre o corpo segurando os tornozelos com as mãos, coloquei um travesseiro embaixo da bunda dela e ergui as nádegas na minha direção. Alba abriu as pernas a 90°, na minha frente via ela em todo esplendor, o rosto lindo, os peitos duros e brilhantes, os mamilos eretos e a buceta aberta terminando no cu dilatado. Quando me inclinei sobre ela fechou os olhos, queria aproveitar o momento e as novas sensações, passei minha cabecinha entre as nádegas lubrificadas e roçando o cu segui até me afundar na buceta pulsante dela, um gemido escapou da boca dela, quando tirei molhada dos sucos dela, apoiei na bunda dela, ela ainda abriu mais as pernas, quase 180º. Fiquei de frente pra ela e meu pau foi se deformando com a pressão, tentei várias vezes e ficava olhando a expressão dela, quando ela relaxava, tentava de novo, já estava distendida quando pressionei com decisão, foi um segundo de tensão e a glande desapareceu, os músculos da Alba afrouxaram, um sorriso leve se desenhou nos lábios dela e me incentivou a continuar, com o dedo acariciei o clitóris descoberto do pequeno prepúcio dela e ela ergueu os quadris buscando as carícias, foi o que faltava, meu pau se alinhou ao cu dela e ela sozinha entrou até o fundo, nem ela acreditou ao sentir minhas bolas entre as nádegas dela, devagar soltou as pernas ao meu lado e esticou os braços procurando os meus, de mãos dadas me puxava pra ela, fazendo com que eu me afundasse dentro cada vez que saía um pouco, ela estava confortável com a bunda levantada e eu entrava completamente no nível dela, ela relaxou tanto que quando gozou, foi pega de surpresa, o orgasmo anal foi foda, com um dedo ela se acariciava o clitóris e com a outra mão enfiava dois dedos na buceta, minhas mãos estavam ocupadas nos peitos dela. — Valeu, Manu, você me fez muito feliz, a partir de hoje meu cu é seu, tive um orgasmo brutal, não esperava tão cedo. — Fico feliz, adorei ver você gozando comigo dentro do seu cu, te machuquei? — Nada, só um incômodo até a glande entrar. Quando tirei o pau molhado, enfiei na buceta, ela estava me esperando e me recebeu gostosa, notei a diferença do toque sedoso do reto pro áspero da buceta, a natureza era sábia, logo as dobras que pulsavam no meu pau aumentaram a temperatura da minha glande até começar a pulsar perigosamente, minhas bolas agora batiam na bunda da Alba, já ia gozar quando a mina me parou. — Um momento Manu, tô com um capricho. Ela se virou rápido, pegou meu pau e meteu na boca, se agarrou na minha cintura e balançou a cabeça com velocidade, meu pau sumia até a base quando gozei na garganta dela, ouvia ela tentando falar algo mas saía como gargarejo, quando não tinha mais porra pra soltar, Alba demorou pra lamber todo o tronco e limpar de sêmen, quando consegui tirar, tava brilhando como se tivesse saído do chuveiro, a mina se lambia pra não deixar nada nos lábios. - Valeu Alba, me fez muito feliz, pareceu que você tava falando algo… - Mas não dava, realizei meu desejo, te tive dentro de mim por todos os lados, pelo cu, pela buceta e pela boca, e ainda engoli toda sua porra, o que mais posso querer. - Eu também curti estar dentro de você, você é uma mulher maravilhosa. - Já me basta ser toda sua, mesmo que de vez em quando, gosto de como você me dá prazer e tento te dar também. A gente se abraçou e se beijou com tesão, nos lábios dela ainda tinha gosto da minha porra, percebi quando ela enfiou a língua na minha boca e eu na dela. Do quarto ao lado, dava pra ouvir murmúrios, a curiosidade foi maior que Alba e ela pulou pelada até a porta, encostou o ouvido na madeira e me chamou. Colei minha orelha também, Alba se abaixou pra me dar espaço, do outro lado parecia que a noite tava rendendo. - Benito, enfia mais fundo, teu pau é especial, cada vez roça meu ponto G, me faz vibrar toda vez que entra. - Gosto da sua buceta, você recebe com gosto tudo que eu meto. - Ah, não pense que não percebo, quase toca minha garganta com esse pau enorme, Benito. - Tira essa camisola tão bonita e vou meter por trás. - Pelo cu? - Onde você quiser. - Gosto de qualquer jeito, pode escolher agora, só aponta onde quiser. - Mas não tenho creme pra lubrificar você! - Não se preocupa, passa saliva e empurra. - Tá bom, avisa se eu te machucar. Dano.
- Ahhh, que delícia, Benito, você encheu meu cu também.
- Tem quase tão bom quanto a buceta.
- Sério? Não sei se acredito em você, hahaha.
- Você é um amor, te quero, Clara.
- Isso você fala pra todas, amor.
- Não, você sabe, vou gozar, Clara.
- Espera, Benito, vou junto.
- Já?
- Já, Benito, já aaaah!
Alba, com uma mão entre as pernas, se acariciava o clitóris enquanto enfiava meu pau na boca de novo. Parecia que a noite ia ser longa. Continua...
Se gostou, escreve um comentário. Valeu.
— Quer estrear a noiva na noite de núpcias?
— Adoraria ter estreado você.
— Então empurra e entra em mim, com você parece que eu estreio toda vez que a gente fode.
Clara apoiou uma perna na cama e grudou em mim, a cabeça do pau deslizou entre os lábios dela e chegou na entrada da buceta, com um movimento leve de cintura Clara encaixou meu pau e eu só precisei empurrar, senti entrando suave, tava quase tão lubrificado quanto ela e não demorei nada pra ficar colado na barriga dela, agarrei as nádegas dela por baixo da camisola pra puxar ela pra mim.
— Que tal se eu tirar a camisola? Já estreamos e seria uma pena amassar.
— Ia sugerir isso, Benito também merece aproveitar.
Sem se soltar de mim, Clara tirou a roupa pela cabeça, eu segurava ela pelas nádegas pra não sair de dentro dela enquanto ela esticava os braços pra colocar a camisola numa cadeira.
— Vamos pra cama. Vamos ficar mais confortáveis. Rapidamente, Clara entrou na minha cama e, se colocando no centro, abriu os braços para me receber. Deitei sobre ela com as pernas de cada lado, minha pica descansando na barriga dela, e ela se espremeu até conseguir alcançar a cabeça com a boca. O corpinho dela passou sem dificuldade pelo arco das minhas pernas, os peitos não atrapalharam, só senti os bicos roçando minhas bolas. Puxou o travesseiro pra levantar a cabeça e forçou minha pica a entrar na boca dela. Tive que me inclinar sobre ela pra facilitar o boquete. Quando ela agarrou minhas nádegas e me obrigou a me mexer, acompanhei o ritmo. Enfiava a pica regularmente entre os lábios dela, e ela ia engolindo mais e mais até encostar o nariz no meu púbis. Eu teria gozado na garganta dela se não preferisse retribuir, e quando já estava prestes a encher ela de porra, tirei devagar a pica de entre os lábios. Ela saiu molhada e vermelha, as veias inchadas e a cabecinha pulsando. Quando me virei sobre ela, minha mãe já estava me esperando, com as pernas flexionadas e abertas, os lábios molhados e quentes, e o clitóris inchado se abrindo diante dos meus olhos. Quando minha cara se encaixou entre as coxas dela, senti a boca dela tomar conta da minha pica de novo, mas não se contentou com a vara que vinha de cima: pegou minhas bolas com as duas mãos, lambeu e engoliu uma de cada vez. O saco sumia entre os lábios dela e, quando soltava, o testículo saía com um barulho de tampinha, enquanto os dedos dela exploravam mais acima, roçando meu cu. Ela rodeava com suavidade, tentando enfiar um pouco o dedo a cada volta. Eu imitei e lambi o buraco escuro dela. Clara levantava o quadril pra eu alcançar com conforto, e quando consegui chegar com a língua, ela fez o mesmo comigo, deixando minha pica no peito dela e chegando a lamber entre minhas nádegas até empurrar a ponta da língua no buraco enrugado. Pra mim foi o suficiente. Não queria, mas fiz. Gozei em cima dela, reguei os peitos dela com porra. Meu gozo enquanto a Clara tinha enfiado a ponta da língua no meu cu, eu tinha um dedo inteiro no dela e outro na buceta dela, mexi os dois juntos, quase se tocavam, só separados pela anatomia dela. O orgasmo sacudiu ela um pouco depois de eu gozar, já tinha espalhado meu leite nos peitos dela e ela simplesmente se entregou. Continuei acariciando o interior dela enquanto lambia devagar o clitóris dela. Clara se agitava debaixo de mim, a cabeça dela balançava sem controle, batendo no meu pau e nas minhas bolas que pendiam sobre ela. Ela me abraçou, querendo me ter mais perto, e afundou o rosto na minha virilha. Na bochecha dela, meu pau foi perdendo a dureza, e minhas bolas molhadas grudavam no cabelo dela. Ela ainda teve que aguentar os espasmos que sacudiam a boceta dela. Eu não quis atormentar ela lambendo o ponto mais sensível, só apoiei meu rosto entre os lábios dela, sentindo as batidas do coração dela entre as pernas. A vagina dela jorrava sucos quando pulsava. Demoramos pra nos recuperar. Quando conseguimos, nos cobrimos com o lençol e nos abraçamos. Não tinha passado nem quinze minutos quando bateram na porta. Imediatamente, a cabeça da Júlia apareceu e ela entrou. Instintivamente, puxei o lençol até o pescoço. Mesmo minha tia não tendo feito nenhum comentário, ela rapidamente deu uma olhada no quarto. Claramente sacou a situação ao ver a camisola na cadeira e a gente pelado na minha cama. Como se fosse a coisa mais natural do mundo, ela sentou na cama e tirou um estojo pequeno. Minha mãe se sentou. Os mamilos dela ainda estavam durinhos e aparecendo. Notei a Júlia dando um sorrisinho, sem se abalar. Ela entregou o estojo pra Clara. Minha mãe abriu devagar até abrir a boca de surpresa. Júlia tirou qualquer dúvida dela. — É pra você, Clara. É meu presente de aniversário. Minha mãe tirou devagar um brinco lindo. Colocou na orelha e mostrou pra gente. Era uma maravilha, de ouro branco com uns diamantes que brilhavam em mil cores. Eu, do lado dela, com o lençol sobre mim... pernas a admirava, olhava também pra minha tia que me deu uma piscada, tava feliz de ver a irmã dela contente. Minha mãe se levantou pra dar um beijo de agradecimento, ficou de joelhos deixando cair o lençol que já mal cobria ela, nua do jeito que tava com o peito brilhando do meu gozo ainda molhado e com o cheiro característico de sêmen abraçou a Júlia, minha tia abraçada na irmã fez um sinal pra mim de que tava sentindo o cheiro do meu gozo, passou a língua no lábio superior como se tivesse se lambendo, minha pica começou a bater no lençol que mal escondia ela. Ainda estavam abraçadas quando outros nós dos dedos bateram na porta, a Lisa não esperou e entrou, se minha tia tinha disfarçado minha prima foi ainda mais discreta, mas nem por isso perdeu detalhe, a camisola, os dois na cama pelados, o brilho molhado nos peitos da minha mãe e minha pica pulando debaixo do lençol deu a ela um mapa exato. Sentou do meu lado na cama também, minha mãe mostrou orgulhosa o presente da minha tia, colocou eles de novo enquanto sentava sobre os calcanhares no lençol amassado, ainda não tinha parado de admirar eles quando a Lisa ofereceu o presente dela, era uma pulseira que combinava com os brincos da minha tia, elas tinham combinado de dar um bom presente as duas, minha mãe não sabia pra onde olhar, terminou de colocar os brincos, ficaram lindos nela e colocou a pulseira, não conseguia abrir e pediu pra eu colocar nela, sem pensar fiquei de joelhos na frente dela abrindo com cuidado a pulseira pra depois fechar em volta do pulso dela, quando percebi os olhares que minha tia e minha prima trocavam percebi que minha pica era o motivo, aparecia entre minhas pernas poderosa, dura e com a cabeça de fora, tava brilhante escorrendo um pouco de gozo atrasado, Me cobri na hora mas com o nervosismo coloquei as duas mãos na minha pélvis sem perceber que só tinha coberto o púbis porque minha pica continuava saindo entre meus dedos. As duas saíram do quarto, ao fechar a porta atrás delas ouvimos como explodiram numa gargalhada enquanto iam para seus quartos. Quando descemos ao bar na manhã seguinte, minha tia e minha prima sorriram ao nosso passar, minha mãe fez um gesto para elas, provocando inveja, e elas retribuíram. Ao meio-dia, quando sentamos para comer com os colegas, Ricardo deu outra surpresa: ao terminar a sobremesa, ele se levantou, bateu num copo com um garfo e chamou nossa atenção. Todos ficamos em silêncio, e depois de pigarrear sorrindo, ele disse umas palavras de elogio para minha mãe. As outras garotas a observavam atentas enquanto lágrimas escorriam; ela estava emocionada com todos, pois a tratavam como mais uma amiga. Após o discursinho, Ricardo tirou uma caixinha e entregou a ela. Minha mãe me olhou emocionada, ao abri-la, fechou de novo. Quando abriu novamente, olhou para todos, agradeceu com o olhar por muitas coisas, e tirou um relógio lindo. Ela o admirou de todos os ângulos e o colocou no pulso. Todos aplaudimos quando ela se levantou e nos mostrou. Visivelmente feliz, foi beijando todas as camareiras e cozinheiras. Quando chegou em Ricardo, abraçou e beijou ele. Troquei um olhar com Julia; ela estava olhando para a braguilha de Ricardo, e quando reparei, vi um volume grande se marcando debaixo da calça. Benito tinha combinado de nos buscar à tarde. Era sexta-feira, e no dia seguinte ele fazia aniversário. Minha mãe estava muito nervosa; tínhamos dito que passaríamos o fim de semana fora, mas sem dar muitos detalhes. Ela preparou uma malinha com as coisas que havia previsto, e eu também levei uma bolsa com a roupa que achava que poderia precisar. As coisas de banho, Alba levaria. Quando o carro do médico estacionou na porta, todo o pessoal estava de olho em nós. Ao entrar Benito e sua filha, todos aplaudiram, animando o ambiente. Minha mãe estava envergonhada; minha tia e minha prima me olhavam com certa inveja. Alba estava encantadora, com uma blusa folgada e um short bem justinho; provavelmente tinham se trocado por ela. No No carro, minha mãe sentou do lado do Benito, claro. Atrás, eu sentei e, à minha direita, a Alba. O Benito estava de esporte, com uma camisa e um lenço no pescoço. Minha mãe nos surpreendeu com uma calça jeans — nunca tinha visto ela com aquela calça. Era elástica, grudava nas pernas dela, o rabo marcava bem, e uma blusa meio larga valorizava ainda mais o corpo. Ela tinha se maquiado leve e, sinceramente, tava gostosa. O Benito também percebeu e, quando ia dar a partida no carro, deu um beijo na boca dela. Minha mãe virou e sorriu pra mim. Eu mandei um beijo no ar de volta. Quando me virei, encontrei a boca da Alba me esperando. O beijo dela não foi no ar nem igual ao do pai — durou até eu não aguentar mais sem respirar. O Benito já tinha estudado a rota. Saímos na estrada e foi aí que ele nos contou oficialmente o plano pro fim de semana: a gente ia pra um balneário com uma nascente de águas termais no morro. Ele conhecia o diretor, eram amigos de infância, e, embora tivesse começado a faculdade de medicina junto com ele, largou quando surgiu a oferta de dirigir o balneário. De certa forma, por ser água medicinal, o trampo atraía ele. Durante o trajeto, minha mãe falava que nem uma matraca. Dava pra ver que ela tava animada e feliz. De vez em quando, se aproximava do médico e fazia um carinho. A Alba, por conta dela, também tava contente. Eu, encantado — imagino que nem o pai dela. A gente tava com duas mulheres extraordinárias e um fim de semana inteiro pela frente. A Alba fazia gracinhas enquanto o pai explicava sobre os balneários e os benefícios. Ela apoiava a cabeça no meu ombro e me beijava no pescoço. Eu tentava ficar parado, mas, quando ela colocou a mão no meu cinto, o alarme disparou. Minha mãe olhava pro Benito e fazia caracóis no cabelo da nuca dele. Ele tinha uma mão na perna da Clara, que descansava na alavanca do câmbio. Quando o barulho do zíper da minha calça quase não se ouviu, minha mãe virou e viu como... Alba foi enfiando os dedos procurando meu pau, me sorriu e se encostou no banco do Benito. Quando suspirei, minha mãe passou a mão por baixo dos braços do Benito, que seguravam o volante. Eu também ouvi o barulho do zíper do médico. Quando a cabeça do Benito escorregou no banco dele, entendi que minha mãe tinha tomado conta do pau dele. A cabeça da Alba estava sobre minhas pernas, subindo e descendo devagar, a suspensão do carro ajudava na hora de enfiar o pau na boca dela. Meio deitada no banco em cima de mim, ela abria as pernas o suficiente pra minha mão se perder entre as coxas dela. Por baixo do short, tive que afastar a calcinha dela pra alcançar os lábios dela. Ela devia ter feito a depilação, porque estavam macios como os de uma menina. Eu queria surpreendê-la e também tinha raspado os pelos em volta do meu pau, esperava que ela não tirasse ele inteiro da boca e que ainda não percebesse. Me liguei quando senti o Benito dar uma guinada. Por um momento, pensei que ele tinha se distraído, mas o cheiro de porra que encheu o carro me fez entender que minha mãe tinha tirado o leite dele, e na gozada ele perdeu um pouco o controle. Ia avisar ele quando senti que ia acontecer o mesmo comigo. Alba acelerou a cabeça e fechou as pernas, prendendo minha mão entre elas. Na barriga dela, sentia as contrações, e no meu pau, a pressão da língua dela. Ela já não mexia a cabeça, só sugava e engolia a porra que saía bombeando de mim. Minha mãe mostrou a mão brilhando de porra. Alba sorriu pra ela com os lábios molhados de sêmen. As duas caíram na risada, felizes. Quando finalmente chegamos no hotel, fomos pra recepção. Cruzamos com um carregador que ia pegar as malas. Benito se apresentou, e a recepcionista ligou. Na hora, o gerente chegou. Benito abraçou ele com entusiasmo e nos apresentou. — Apresento pra vocês o Germán, meu amigo de muitos anos, somos como irmãos. — Prazer em conhecer vocês, já são como da minha família. — Olha, essa preciosidade aqui é minha filha Alba. E esse outro charme é a Clara, o filho dela, Manu, é mais que um amigo. A gente se cumprimentou com carinho, ele era um cara simpático, dava pra ver que tinha jeito com as pessoas e se virava com muita desenvoltura, os funcionários do hotel gostavam e respeitavam ele ao mesmo tempo. - Reservei dois quartos pra vocês como você pediu, tomei a liberdade de deixar os dois contíguos, até com porta de comunicação, caso queiram ficar juntos em algum momento, são silenciosos e têm uma vista linda das montanhas, vocês vão ver que paisagens, também vou avisar que mandei liberar o spa só pra vocês fora do horário dos hóspedes, além disso, tenho umas surpresas que espero que gostem, mas vocês vão descobrir depois. - Agradeço, Germán, mas não precisava se incomodar, a gente só quer passar uns dias tranquilos, estamos comemorando o aniversário da Clara. - Mmm, então temos que celebrar, fico feliz em saber, aproveitem a estadia, e não me agradeça, não é pra você que estou fazendo isso. Eles nos acompanharam até os quartos, o mensageiro mostrou tudo e disse que as malas já estavam no lugar, abriu a porta de comunicação e fechou de novo, quando foi embora, sorriu agradecido pela gorjeta generosa que o médico deu. Alba e eu quisemos ver o quarto dos nossos respectivos pais, quando abriram a porta, estavam perto o suficiente pra gente deduzir que estavam se beijando do lado da porta, nos mandaram entrar e nos mostraram o quarto, era igual ao nosso, cama imensa de dois por dois metros e, ao lado do frigobar cheio de bebidas de todo tipo, uma janela que mostrava um vale inteiro cheio de pinheiros até o horizonte, Alba chamou minha atenção para um rio claro que corria perto da gente entre choupos. Alba sugeriu que a gente fosse embora, porque dava pra ver uma certa impaciência deles em terminar o que minha mãe tinha começado. Combinamos de nos encontrar em uma hora no restaurante, quando entramos no nosso quarto, a gente foi decidido a tirar a roupa das malas. Malas e pendurá-las no armário, mas quando a Alba pulou na cama gigante, eu soube que ela também tava cobrando o orgasmo pendente dela. O short da mina caiu no chão quando ela jogou ele da cama, a calcinha molhada veio junto. Não esperei ela se despir toda, me joguei com a pica apontando pra ela, ela ria ao me ver chegando, ainda de meias, deixando um rastro das minhas roupas no chão. Caí em cima dela, a gente rolou abraçada e, antes de chegar na beirada da cama, a Alba já tava em cima de mim com minha pica enterrada na buceta dela. Enquanto pulava em cima de mim, ela tirou a blusa, com as mãos cruzadas pegou na barra de baixo e puxou por cima da cabeça, quando passou pelo sutiã, beliscou ele também e saiu junto com a blusa. Os dois peitos lindos dela caíram juntos, quicando na minha frente. Ela foi pulando de leve até acelerar com força. Peguei nos peitos dela pra não baterem no queixo dela. De repente, ela parou e se virou sem tirar a pica. Agora era a raba dela que eu via, as costas finas deixavam ver os peitos por trás pelos lados. Ela aproveitou pra tirar minhas meias e, quando se inclinou pra puxar elas, deixou as nádegas separadas à mostra. Tive uma ideia rápida: coloquei a palma da mão virada pra cima na minha pélvis, com o dedo do meio apontando pro céu. Quando ela terminou de tirar uma meia, sentou de novo, cravando a pica e sentindo meu dedo tentando entrar no cu dela. Ela mexeu um pouco a cintura, mas não conseguiu. Virou pra mim. — Mmm, não tô preparada, lembra que ainda sou virgem por lá. — Eu sei, por isso trouxe hidratante. — Kkkk, por acaso eu também trouxe creme, quero que você me desvirgine o cu. — Relaxa, hoje à noite você vai deixar de ser. A gente tem o tempo que quiser e você vai gozar pra caralho. — Já tô morrendo de vontade, te fuck you a palavra. Ela se virou de novo e continuou pulando em cima de mim. A ideia de finalmente enfiar no cu dela e ela estar desejando aquilo me deixou ainda mais tesudo. Alba sentiu ele dentro dela enquanto eu tirava a outra meia, o botão se contraía com certa frequência, com as mãos nos meus joelhos ela continuava pulando, a piroca sumia dentro dela e quando saía arrastava a buceta junto como se não quisesse que eu esvaziasse ela. Ela se deixou cair de uma vez e se deitou sobre meus pés, os dela se estenderam ao meu lado, minha piroca forçada continuava entrando entre os lábios dela, mas nem por isso parou de se mexer, vi como minha porra escapava pela buceta dela quando meu tronco entrava, ainda consegui passar o dedo entre as nádegas dela e contornar o cu como uma amostra do que ia fazer à noite, Alba agradeceu abrindo as pernas enquanto se agitava. Quando minha piroca saiu da boceta da garota fez um barulho de tampão, no mesmo instante saiu um fio branco e grosso da buceta dela, não era só sêmen. A gente tinha terminado cedo e ficamos um tempinho abraçados pelados, quando olhamos o relógio vimos que já era tarde, pulamos da cama e tomamos banho rápido, ainda deu tempo de dar umas lambidas nos peitos dela, ela juntou eles e me ofereceu os dois mamilos ao mesmo tempo. Quando descemos pro salão de jantar, Clara e Benito estavam se sentando na mesa que a gente tinha reservado, era um pouco afastada do resto dos clientes, a maioria pessoas mais velhas, aposentados que vinham tomar os banhos ou só curtir a companhia por vários dias. Um garçom nos avisou que era um bufê livre, podíamos pegar o que quiséssemos tanto em variedade quanto em quantidade, disfarçadamente abriu uma garrafa de vinho especial cortesia do "Dom Germán", e ao mesmo tempo sussurrou que se quiséssemos algum prato extra era só pedir. Benito agradeceu e depois de olhar pra gente disse que tava tudo bem, levantamos e fomos pegar a comida, os aposentados pareciam estar famintos porque enchiam os pratos como se não houvesse amanhã. Jantamos muito bem, até repeti a sobremesa, quando levantei da cadeira percebi que o vinho não era "da casa". O salão já estava quase vazio. vazio, a maioria tinha ido jogar bingo ou cartas, a gente preferiu queimar o jantar dando uma volta, perguntamos pro garçom simpático o que dava pra fazer a essa hora e ele olhou pra gente, sorriu e disse que o melhor era dar um passeio pela alameda perto do rio, sussurrou que tinha pouca gente a essa hora. A gente riu os cinco, era uma boa ideia, mas seguimos o conselho dele. A noite convidava pra caminhar, a descida nos levou pra dentro do bosque, mesmo com a lua bonita a luz se perdia em alguns trechos, os mais velhos iam atrás da gente, a Alba não demorou pra me abraçar pela cintura quando passei o braço no ombro dela, ela ficava falando coisas no meu ouvido enquanto me mordiscava as orelhas, a gente tava feliz caminhando debaixo das árvores por um caminho de terra, do lado o rio corria silencioso, eu adorava sentir o calor do corpo da Alba e apertava ela beijando a testa, atrás da gente minha mãe e o Benito pareciam igualmente felizes, dava pra ouvir eles rindo e cochichando, num certo momento virei curioso, gostava de ver minha mãe contente e com o Benito ela tava, tive que olhar duas vezes, atrás da gente não vinha ninguém, me virei e chamei a atenção da Alba pro sumiço misterioso do pai dela e da minha, voltamos no caminho, esperávamos que tivessem se escondido em algum canavial pra se pegar, sabia que o Benito adorava quando a Clara tomava a iniciativa, qualquer ideia podia sair da cabeça dela. Voltamos quase até onde o caminho começava, não conseguimos ver eles, a lua iluminava o suficiente pra ver eles mesmo entre a folhagem, demos a volta e também não descobrimos onde estavam, quando já tava ficando nervoso ouvimos umas risadas, continuamos procurando de onde vinham, só tivemos uma ideia ao ouvir o barulho da água batendo, fomos pela margem do rio, a poucos passos encontramos a roupa da minha mãe cuidadosamente dobrada numa pedra, a do Benito tava espalhada pelo chão, no meio do rio dava pra ver as cabeças do casal, eles estavam juntas, muito juntas pensei eu pra estar nadando uma competição, debaixo d'água transparente dava pra ver os corpos delas entrelaçados, não perceberam nossa presença e de vez em quando dava pra ver subindo e descendo. Não soube reagir e me virei pra consultar a Alba, a mina tinha muito mais coragem que eu, já tinha quase se despido, só faltava tirar o sutiã e já tava nessa, tava de costas dobrando a roupa dela junto com a da minha mãe, quando se virou parecia uma ninfa, a lua iluminava o corpo dela e as luzes e sombras deixavam ela ainda mais excitante. Quando passou por mim indo pra água, falou. - O que cê tá fazendo aí parado? Vamos com eles. Tirei a roupa tão rápido que deixei espalhada em cima da do Benito, imaginei que o médico tinha tido a mesma reação e que minha mãe tinha sido a mente pensante. Alba entrou no rio silenciosamente, eu segui ela de pertinho, na margem quase tinha correnteza e tava cheio de pedras roladas, mal dava pra ver o cabelo da mina na frente, só aparecia o nariz e os olhos, tentei seguir o exemplo dela e nos aproximamos do centro do rio, conforme chegávamos perto sentimos o fundo mudando pra um leito de areia e aos poucos subindo de nível, com a luz da lua dava pra ver o fundo claramente e a pouca distância pude ver além do corpo nu da Alba na minha frente o casal de pais, vi o truque que eles tinham, sentado na areia o Benito com as pernas esticadas e minha mãe na frente dele sentada nas pernas dele, com o pouco peso da Clara e a flutuação da água o médico levantava ela sem esforço e deixava cair no pau dele, ela só se segurava no pescoço do Benito. Quando emergimos quase do lado deles se assustaram, ficamos de pé ao lado deles, enquanto eles se separavam eu admirava o corpo da Alba que tinha saído da água como por encanto, com o cabelo molhado escorrendo jatos que caíam nos peitos dela e desses pela barriga dela de volta pro rio. - Puta merda, que susto que vocês nos deram, parecem Moleques.
- Claro, como vocês tão tão ocupados.
- Bom, verdade, a gente tava meio distraído mesmo.
- Pois é, e ainda sem avisar, a gente percorreu o calçadão várias vezes procurando vocês e vocês lá, fodendo debaixo d'água.
- Não foi culpa minha, foi ideia da Clara, hahaha.
- Nossa, mãe, que ideias você tem, tava com tanto calor assim que não dava pra esperar o hotel?
- A verdade é que sim, tava queimando, nem vou dizer onde.
- Hahaha, pelo menos sincera, mas podem continuar se quiserem, a gente já vai sair, só queríamos saber se vocês estavam "sofrendo".
- Hahaha, agora não, a Clara não pesa nada dentro d'água e eu tava segurando ela bem firme.
- A gente já viu isso debaixo d'água.
- O que vocês viram?
- Como ela tava agarrada em você, hahaha.
Aí os dois se levantaram com meio metro de água, a pica do Benito apontando pro céu como sempre, formando um arco que roçava a barriga dela.
- Pai... e aquilo que parece uma cobra?
- Isso? Já tava falando pro seu pai, alguma coisa tava me picando por dentro, hahaha, e o que me diz da jiboia do Manu?
- Ah, isso não é jiboia, é uma sucuri, e não pica, morde! Hahaha.
As duas mulheres, enquanto trocavam farpas, pegavam nas nossas picas pra reforçar as opiniões enquanto a gente saía pra margem. A gente teve que esperar um pouco pra secar o corpo na grama, os quatro sentados em roda, contando histórias vividas no consultório do Benito. Com as pernas dobradas, dava pra ver claramente as picas duras e as bucetas das duas garotas. Elas logo acharam as roupas, mas eu e o Benito tivemos que separar as peças porque estavam misturadas.
Já de volta ao hotel, na recepção, encontramos o Germán. Ele ficou feliz em nos ver e perguntou se a gente tinha gostado do passeio, ao nos ver com o cabelo molhado. As trocas de olhares que a gente fez deram uma ideia a ele de onde a gente tinha estado. Ele ficou contente e nos informou que na manhã seguinte tinha dado instruções pra deixarem o spa pra gente. Só nós dois depois do horário dos clientes, aí nos dariam umas massagens especiais cortesia do hotel, nos olhos dela percebi uma leve malícia. Quando nos despedimos na porta dos quartos, minha mãe piscou um olho pra mim, com isso me desejava boa noite e algo mais, eu retribuí com um beijo no ar. Logo me despi e tomei um banho rápido no chuveiro, mais pra garantir que não tinha sujeira de grama ou barro, depois sentado na cama enorme esperei a Alba, no banheiro ouvi primeiro o chuveiro e depois o secador de cabelo, quando ela saiu tive que engolir seco, ficou apoiada no batente da porta, vestindo a camisola preta que a Ana tinha dado de presente, mesmo com o quarto na penumbra dava pra ver as tetas por baixo do tule preto, os bicos marcavam posição inchando o tecido, uma faixa de renda rodeava a borda inferior na altura da pélvis, só escondia uma calcinha mínima que mostrava mais do que cobria. Enquanto ela se aproximava da cama, me afastei pra ela subir, tava besta e não sabia o que dizer, ela quebrou o silêncio. - Como é que tá a anaconda? Parece que tá se preparando pra atacar. - Glup, pois é, tá pronta pro ataque. Alba pulou sem avisar em cima de mim, me envolveu com os braços e me beijou com gosto, minhas mãos não sabiam pra onde ir, por cima da camisola sentia o volume das tetas dela e adivinhava a posição dos bicos apertando eles, enquanto me beijava as mãos dela também não paravam e me descobriam a glande apertando o freio, não esperou nem tirar a calcinha, quando virou e sentou em cima de mim, só desviou a tira da tanga e se molhando com os dedos babados sentou no meu pau, com as mãos agarrei as tetas dela por cima da camisola, na minha mente tinha flashes da minha tia Ana usando a mesma peça e ainda ficava mais duro. - Tá imaginando sua tia Ana, né? - Como você percebeu? - Vi você fechar os olhos e sua cabecinha pulsar dentro de mim. - Desculpa, Foi uma visão. - Dá pra ver que vocês se amam muito, adorei ver vocês transando outro dia e que me deixou compartilhar você. - Ela é uma mulher especial. - Igual sua mãe. - É, igual. Quando ela começou a fazer círculos com o quadril em cima de mim, a gente tinha acabado de trocar confidências e, tirando a rola da buceta dela, ela tirou a calcinha fio-dental, ficou passando a boceta dela em cima da minha rola deitada, o clitóris roçava no meu freio e nas veias inchadas no vai e vem, eu sentia de vez em quando como ela se excitava na dureza dos peitos dela debaixo da camisola, num momento ela levantou a camisola por cima da cabeça e deixou na cama. Os dois peitos já voavam livres por cima da minha cabeça e eu tentava pegar eles com a boca, quando ela se inclinou totalmente em cima de mim, enfiou uma mão debaixo do travesseiro, quando tirou me mostrou um pote de creme hidratante. O rosto dela brilhava de sensualidade, ela tava me oferecendo o cu virgem dela, por um segundo lembrei daquela garota estranha com os gatos e as flores dela, meio ausente da vida e do sexo, agora curtia tudo, aos poucos eu tinha levado ela pela mão, eu um adolescente pra uma garota ideal, ela tinha confiado em mim a boca dela, a virgindade dela e agora o cu dela, mas acima de tudo o carinho dela, me sentia honrado em oferecer o pouco que eu sabia, o pai dela tinha me pedido pra tratar ela bem e como não podia ser diferente eu tinha feito, possivelmente com o tempo eu teria me apaixonado por ela. Alba tinha destampado o pote e molhado meus dedos de creme, tava impaciente pra ser comida de cu. - Vai doer? - Acho que não, de qualquer forma a qualquer momento você me avisa e a gente para, não queria ver você sofrer nem um pouco. - Como você quer que eu fique? - Como você quiser, eu vou te buscar. Alba se deitou de barriga pra cima, de joelhos eu me aproximei dela, ela abriu as pernas mas eu não queria ir rápido demais e me deitei de lado puxando ela pra perto de mim, deixando a cabeça no colo dela, ela levantou a outra perna em cima de mim, enquanto eu passava creme nos dedos, Alba brincava com minhas bolas, primeiro lambi seus lábios abertos, o clitóris estava no caminho e chupei ele sugando, ela aproximou a buceta pra eu lamber inteira, entre as nádegas apareceu diante dos meus olhos o buraquinho enrugado, era só um pouco mais escuro que a pele dela, na primeira lambida ele se contraiu, mas quando sentiu o frescor do creme relaxou, massageei tudo ao redor com os dedos, percebia como ela se soltava quando consegui pressionar com a ponta do dedo, um pouco de pressão e afundou, o esfíncter resistia, mas com minha insistência teve que ceder, à primeira falange seguiu a segunda, já roçava a maciez do reto, fui dilatando devagar com o dedo até o fundo e quando tirei, acompanhei com o outro dedo, curiosamente tive menos dificuldade que com o primeiro, tinha feito amizade com o cu e ele me reconhecia, Alba tinha aproximado a boca das minhas bolas e as sugava até fazê-las desaparecer entre os lábios. Os dedos já se moviam confortáveis dentro de Alba quando tentei mais um dedo, lubrifiquei bastante, sentia como instintivamente a garota fechava as pernas como defesa e suspirava fundo, não quis explorar mais e dei um beijo no buraquinho aberto, ela soltou as bolas e me deixou mexer, Alba quis ficar de joelhos pra eu meter por trás, mas preferi ver a expressão dela e me ajoelhei entre as pernas dela. Alba olhava curiosa e paciente, sabia que podia confiar totalmente em mim, por isso quando passei a mão nas pernas dela não precisei explicar nada, ela levantou as pernas sobre o corpo segurando os tornozelos com as mãos, coloquei um travesseiro embaixo da bunda dela e ergui as nádegas na minha direção. Alba abriu as pernas a 90°, na minha frente via ela em todo esplendor, o rosto lindo, os peitos duros e brilhantes, os mamilos eretos e a buceta aberta terminando no cu dilatado. Quando me inclinei sobre ela fechou os olhos, queria aproveitar o momento e as novas sensações, passei minha cabecinha entre as nádegas lubrificadas e roçando o cu segui até me afundar na buceta pulsante dela, um gemido escapou da boca dela, quando tirei molhada dos sucos dela, apoiei na bunda dela, ela ainda abriu mais as pernas, quase 180º. Fiquei de frente pra ela e meu pau foi se deformando com a pressão, tentei várias vezes e ficava olhando a expressão dela, quando ela relaxava, tentava de novo, já estava distendida quando pressionei com decisão, foi um segundo de tensão e a glande desapareceu, os músculos da Alba afrouxaram, um sorriso leve se desenhou nos lábios dela e me incentivou a continuar, com o dedo acariciei o clitóris descoberto do pequeno prepúcio dela e ela ergueu os quadris buscando as carícias, foi o que faltava, meu pau se alinhou ao cu dela e ela sozinha entrou até o fundo, nem ela acreditou ao sentir minhas bolas entre as nádegas dela, devagar soltou as pernas ao meu lado e esticou os braços procurando os meus, de mãos dadas me puxava pra ela, fazendo com que eu me afundasse dentro cada vez que saía um pouco, ela estava confortável com a bunda levantada e eu entrava completamente no nível dela, ela relaxou tanto que quando gozou, foi pega de surpresa, o orgasmo anal foi foda, com um dedo ela se acariciava o clitóris e com a outra mão enfiava dois dedos na buceta, minhas mãos estavam ocupadas nos peitos dela. — Valeu, Manu, você me fez muito feliz, a partir de hoje meu cu é seu, tive um orgasmo brutal, não esperava tão cedo. — Fico feliz, adorei ver você gozando comigo dentro do seu cu, te machuquei? — Nada, só um incômodo até a glande entrar. Quando tirei o pau molhado, enfiei na buceta, ela estava me esperando e me recebeu gostosa, notei a diferença do toque sedoso do reto pro áspero da buceta, a natureza era sábia, logo as dobras que pulsavam no meu pau aumentaram a temperatura da minha glande até começar a pulsar perigosamente, minhas bolas agora batiam na bunda da Alba, já ia gozar quando a mina me parou. — Um momento Manu, tô com um capricho. Ela se virou rápido, pegou meu pau e meteu na boca, se agarrou na minha cintura e balançou a cabeça com velocidade, meu pau sumia até a base quando gozei na garganta dela, ouvia ela tentando falar algo mas saía como gargarejo, quando não tinha mais porra pra soltar, Alba demorou pra lamber todo o tronco e limpar de sêmen, quando consegui tirar, tava brilhando como se tivesse saído do chuveiro, a mina se lambia pra não deixar nada nos lábios. - Valeu Alba, me fez muito feliz, pareceu que você tava falando algo… - Mas não dava, realizei meu desejo, te tive dentro de mim por todos os lados, pelo cu, pela buceta e pela boca, e ainda engoli toda sua porra, o que mais posso querer. - Eu também curti estar dentro de você, você é uma mulher maravilhosa. - Já me basta ser toda sua, mesmo que de vez em quando, gosto de como você me dá prazer e tento te dar também. A gente se abraçou e se beijou com tesão, nos lábios dela ainda tinha gosto da minha porra, percebi quando ela enfiou a língua na minha boca e eu na dela. Do quarto ao lado, dava pra ouvir murmúrios, a curiosidade foi maior que Alba e ela pulou pelada até a porta, encostou o ouvido na madeira e me chamou. Colei minha orelha também, Alba se abaixou pra me dar espaço, do outro lado parecia que a noite tava rendendo. - Benito, enfia mais fundo, teu pau é especial, cada vez roça meu ponto G, me faz vibrar toda vez que entra. - Gosto da sua buceta, você recebe com gosto tudo que eu meto. - Ah, não pense que não percebo, quase toca minha garganta com esse pau enorme, Benito. - Tira essa camisola tão bonita e vou meter por trás. - Pelo cu? - Onde você quiser. - Gosto de qualquer jeito, pode escolher agora, só aponta onde quiser. - Mas não tenho creme pra lubrificar você! - Não se preocupa, passa saliva e empurra. - Tá bom, avisa se eu te machucar. Dano.
- Ahhh, que delícia, Benito, você encheu meu cu também.
- Tem quase tão bom quanto a buceta.
- Sério? Não sei se acredito em você, hahaha.
- Você é um amor, te quero, Clara.
- Isso você fala pra todas, amor.
- Não, você sabe, vou gozar, Clara.
- Espera, Benito, vou junto.
- Já?
- Já, Benito, já aaaah!
Alba, com uma mão entre as pernas, se acariciava o clitóris enquanto enfiava meu pau na boca de novo. Parecia que a noite ia ser longa. Continua...
Se gostou, escreve um comentário. Valeu.
2 comentários - Minha timidez e minhas tias gostosas