comendo a putinha da minha ex

Bom, pra começar, eu tinha falado que reencontrei uma ex (NINA) que, na época certa, acho que teria oficializado com ela, porque a gente tinha muita coisa em comum e, principalmente, ela me amava de verdade. Infelizmente, não fui sincero com ela e perdi. A questão é que, no dia seguinte ao nosso encontro, depois de relembrar muita coisa, vi ela de novo num shopping, mas tava com uma amiga (FLAVIA), com quem desde o início a gente teve muita intimidade. Conversamos uns 45 minutos, depois trocamos números com a FLAVIA. Essa mina é uma teen de 18 anos, mas tem uma bunda enorme e umas pernas bem torneadas. O que me surpreendeu é que ela era alta, quase da minha altura, e parece ter mais idade. A gente se deu bem, e naquela mesma noite comecei a conversar com ela, tipo matando tempo. Em mim, tinha despertado meu espírito tarado, queria saber até onde ia com essa mina, e sem querer a gente passou 3 horas conversando. Era sábado à noite, já era 23h, e ela me disse: "Por que você não vem pra cá? A gente tá numa balada com sua amiga, o marido dela e vários caras." Respondi que não, melhor amanhã te convido pra sair, e ela aceitou.

Domingo, a gente se encontrou perto do hotel onde ela tava hospedada. A tarde foi agradável, muita conversa, um passeio. Já era umas 20h, ela disse: "Preciso voltar, porque minha tia chegou hoje de manhã, não quero que ela conte pro meu pai que saí sozinha." Enfim, levei ela de volta. Nisso, eu já tinha começado a jogar um charme, e ela dizia: "Vamos nos conhecer mais." Mas mesmo assim, me dava liberdade pra abraçar ela. Passaram 4 dias entre WhatsApp e algumas saídas. Era quinta-feira à tarde, ela me disse: "O que você tá fazendo?" "Eu aqui, nada, tava quase descansando." "Vem, a gente tá comemorando o aniversário de um amigo." O lugar era meio longe da cidade, uns 40 minutos. No começo, fiquei na dúvida: "Melhor não ir", mas pensei: "Esse pode ser o dia que ela cai." Me troquei e fui pro local. Pra completar, a maioria já tava bebendo. Esse lugar é tipo uma fazenda, tem sala, quartos... esses malditos. alugaram pra festejar, então cheguei. FLAVIA estava me esperando na porta e me fez entrar, mas não pra onde estavam bebendo, e sim lá no fundo, onde dava pra ver o campo. Aí sentamos, ela pediu um drink pra mim e começamos a conversar. Nisso, aparece uma mulher baixinha com um putivestido, e na hora notei: peitos médios, meio gordinha, mas um rabão, cabelo castanho. Com aquele sotaque de charapa, ela fala pra FLAVIA: "E esse meninão, quem é?"

"Um amigo, MARY." Aí ela vira pra mim: "Te apresento minha tia." "Ahhh, muito prazer." Ela senta do meu lado e fala: "Não sou tão tia assim, ahh, só tenho 29." "Ah, relaxa, eu tenho 28 também" (na real tenho 30). Hehe, enfim, começamos a conversar, e aí toca uma música do Corazón Serrano. MARY vira pra FLAVIA: "Me empresta teu amigo pra dançar um pouco?" Ela me pega pela mão e me leva pra onde estavam dançando. Eu, todo sem graça: primeiro porque não conhecia ninguém, segundo porque me olhavam tipo "e esse daí, que merda tá fazendo aqui?". Enfim, fingi demência e continuei dançando. Como era um DJ, começa o mix: cumbia, depois salsa, e eu fui me soltando, claro que sei dançar. Aí veio o reggaeton, e essa condenada grudou em mim. Ela fala: "Fica aqui, DI, não tenho par de dança." Viro e a FLAVIA não está mais. "Putz, já se irritou", pensei. Fui pro canto, mandei mensagem: "Cadê você?" Ela responde: "Já volto, vim pra cidade acompanhar minha amiga, daqui a pouco voltamos, não vai embora." Aí eu falo: "Como me deixa sozinho?" Ela diz: "Conversa com minha tia, passa o tempo com ela." Já eram 8 da noite, tinha passado uma hora e meia que a FLAVIA tinha saído, e a tia cada vez mais grudada, me puxava pra dançar. Nisso, ela me dá um beijinho, já mais ousada. "Ops, desculpa." "Relaxa, vamos lá fora um pouco." Saímos, continuamos conversando, e como já era noite, a parte tava escura. Pensei: "Hora de aproveitar." Comecei a me aproximar, entre conversa e risadas, peguei ela na cintura, quase abraçando, e a mina não falava nada. Até que, como quem não quer nada... Comecei a beijar ela e, como percebi que ela tava correspondendo, comecei a beijar com mais paixão. Aí ela falou: "Vem, vamos pro quarto lá em cima". Me pegou pela mão e me levou por outro caminho pra ninguém ver a gente. No caminho, continuei os beijos, passando a mão nela, eu já tava duro. Chegamos no quarto, mais beijos, e desci a mão na buceta dela — tava molhada. Tirei o vestido dela e começamos no 69. Não era um boquete dos melhores pra mim, mas pelo menos ela se esforçava. Aí trocamos, coloquei a camisinha e comecei no papai-e-mamãe. Depois ela por cima, como ela gemia, a danada. Até que coloquei ela de quatro e meti forte por um bom tempo. Depois de pé até eu gozar. A última gota foi deliciosa pra caralho, porque tava rolando a adrenalina de alguém nos achar ou a FLAVIA voltar e ver que eu tô comendo a tia dela. Assim que terminei, falei: "Te espero lá embaixo". Voltei pro lugar onde tava conversando com a FLAVIA e vi um carro chegando — era ela descendo e falou: "Vamos passear mais pra cima, não quero mais ficar aqui". Então fomos até eu voltar com a florida e ela me aceitou. Agora não sei o que vem depois, tanto eu quanto ela não queremos que ninguém saiba ainda, mas sei que vou comer ela mais cedo ou mais tarde. Enfim, foi isso.
Espero que vocês gostem do meu conto. Também publiquei ele aqui, se alguém quiser ler mais dessas histórias:https://hermanodeleche.com

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