Meu começo com minha empregada veterana (2ª parte)

Fala, aqui vai o segundo relato com aquela coroa tão puta que adorei ter por um tempo.

Como vocês já sabem, esse relato é 100% real.

Como ficou no final do relato anterior, a Jime me prometeu que da próxima vez ia ser com tudo. Depois daquela primeira vez no carro, já ficaram mais comuns as mensagens de putaria. Fotos nuas de nós dois, vídeos.

Quando ela entrava na empresa, como entrava um pouco mais tarde que eu, eu ia abrir a porta e geralmente cumprimentava ela com um beijo ou um selinho, escondido do resto, e muito apalpação por baixo da mesa. De vez em quando a gente se pegava com tudo em algum lugar escondido.

Assim, todo dia aumentava o tesão dos dois, até que um dia combinamos de nos encontrar numa tarde. Ela deu uma desculpa pro marido que ia se encontrar com amigas do emprego anterior (Lembra que ela tinha entrado há pouco na nossa empresa).

Fui buscá-la 1 hora depois do fim do nosso horário de trabalho, lembro como se fosse hoje que ela estava vestida com uma calça jeans apertada que marcava muito aquela bunda gostosa que ela tinha, um tênis tipo Converse mais de novinha e uma camisa solta verde.

Aí buzinei quando vi ela, ela entrou no meu carro e a gente se comeu de boca com desespero, e naquele momento já começamos a nos apalpar. Mas eu falei: "Espera, que a gente vai pra um hotel, porque senão eu te como aqui dentro mesmo."

Paramos e fomos pra um hotel da região, um bem normalzinho, o que a gente precisava era de tempo, não de luxo.

Quando chegamos, pedi um quarto com garagem, descemos do carro e subimos mais rápido do que nunca pro quarto.

Assim que entramos, a gente se acabou de beijos contra a porta do lugar, nos apalpando tudo. Ela passava a mão nas minhas costas e me abraçava, enquanto eu segurava ela forte pela bunda e a levantava no colo.

Levei ela pra cama enquanto continuávamos nos pegando com tudo. Naquele momento comecei a tirar a camisa dela, os tênis. Enquanto ela tirava a minha. remera.
Ela ficou só de calcinha e sutiã, e eu só de jeans. Ela tava usando um conjunto de renda branca e azul que ficava divino nela.
Jime: "Gostou? Comprei pra hoje, nem imagina a vontade que eu tava de a gente ficar junto."
Eu: "Meu amor, fica lindo em você, mas pena que você vai usar ele por pouco tempo."

Aí eu baixei o jeans, e mal ele chegou no chão, ela veio da cama engatinhando devagar e puxou minha cueca pra baixo. A piroca saltou pra cima de tão dura que tava.
Ela começou a chupar como já tinha mostrado que era boa, mas dessa vez, com mais tempo, foi mais devagar, com mais língua e mais saliva, descendo até as bolas. Enquanto chupava minhas bolas, ela passava a mão na piroca, e eu só conseguia aproveitar.

Deviam ter passado uns 10 minutos quando eu falei: "Agora é minha vez."
Joguei ela na cama e comecei a chupar a buceta dela sem parar. Ela tava toda depilada e dava pra ver o quanto tava excitada, porque assim que passei a língua, ela já começou a ficar molhada.
Fiquei uns 5 minutos chupando, até que senti ela ficar tensa e gozar pela primeira vez, molhando minha boca toda.

Não parei de chupar, e aproveitei o embalo pra enfiar um dedo no cuzinho dela enquanto continuava com as duas coisas.
Jime: "Ai, meu Deus! Como você chupa bem essa buceta, hein. E olha que se enfiou o dedo aí, vai ter que encher de leite."
Não acreditava na puta que essa coroa era e na química que a gente tinha.

Passaram mais 5 minutos, e eu me deitei, puxei ela pra cima de mim pra me montar.
Ela colocou devagar pra sentir centímetro por centímetro. Quando já tava tudo dentro, começou a rebolar cada vez mais rápido, olhando pro teto e gemendo de prazer.
Ficamos assim um tempo, nos beijando, eu chupando o pescoço dela, até que beijei a orelha dela e parecia outra pessoa. Ela gozou pela segunda vez e ficou mais puta do que nunca. Me montou com tudo, igual num filme pornô, e acho que não passaram nem 10 minutos até eu encher a buceta dela de leite. Buceta cheia de porra.
Se acabo cedendo no meu peito e me abraçando,
Jime – Você não sabe há quanto tempo eu não tinha orgasmos assim –
Eu – E eu não acredito no quanto você adora foder e na química que a gente tem, pode saber que não vai ser a última vez –
Jime – Claro que não, você tem que fazer a minha rabeta, não esquece –

Música para meus ouvidos, ela se levantou e foi tomar banho.
Quando voltou, sem dizer nada, foi direto chupar minha rola, que estava bem murcha.
Mas aos poucos foi endurecendo, e quando ficou dura, ela babou ela toda, desceu pros ovos. Continuou com um beijo grego, um dedo. E ficou assim uns 10 minutos, chupando minha pica, enquanto alternava com os ovos e enfiava um dedo (se vocês ainda não experimentaram, façam, é a melhor coisa do mundo). Tive que pedir pra ela parar um pouco porque eu ia gozar.

Coloquei ela de quatro e comecei a brincar com a rabeta dela, mas parece que no chuveiro ela já tinha se mexido, porque estava bem dilatada. Então não demorei nada pra enfiar até o fundo.
Assim que tava no fundo, fui devagar, porque como é grossa, doía um pouco nela.
Mas em nada ela já estava totalmente dilatada e gritando pra caralho.
Até que o celular dela tocou.
Era o marido, e ela me diz:
Jime – Nossa! Que cara chato, vou ter que atender, mas tenta não fazer muito barulho –

Então quando ela atendeu, eu parei e ia tirar, mas ela segurou meu corpo com a outra mão pra eu não sair de dentro dela,
E ela se mexia, então continuamos fodendo devagar enquanto ela falava com o marido:
Jime – Oi amor, como você tá? Aconteceu alguma coisa? Tô com as meninas, meio ocupada –
Jime – Tá bom, sem problema, quando eu for pra casa compro algo no caminho, vou deixar você, tô perdendo a conversa –
Jime – Tá, tchau, eu também te amo –

Assim que desligou, ela me olhou e riu, enquanto ia fechando os olhos e mordendo o lábio, mostrando como estava voltando a sentir prazer.
Aí continuei bombando forte e fundo, enquanto dava tapas, deixando a bunda dela toda vermelha.

Ela só gemia e gritava.

Jime – Por favor, me dá mais Forte, quero que você encha minha bunda inteira de porra!! –
Tava nessa, até que num momento ela colocou a perna dela entre as minhas, e levou o calcanhar dela na minha bunda que já tava sensível por causa do beijo grego e do dedo de antes.
Raramente senti o prazer que tava sentindo ali, enquanto ela esfregava o calcanhar na minha bunda e eu arrombava a buceta dela.

Não aguentei nem 2 minutos a mais, e explodi 4 jatos de porra na bunda dela.
E nós dois ficamos assim, do jeito que estávamos, sem nos mexer, sem falar nada.

Até que eu falei:
Eu – Jime, acho que nunca gozei assim, a melhor foda da minha vida –
Jime – Viu, as veteranas têm nossos truques, e como é gostoso sentir seu pau no meu cu – .

Depois disso, tomamos banho juntos, nos beijando o tempo todo, e tive que levá-la de volta pra casa.
Durante todo o caminho foi a mesma coisa, beijos, apalpadas, e tive que deixá-la na esquina de casa de novo, com a promessa de que isso claramente se repetiria.

6 comentários - Meu começo com minha empregada veterana (2ª parte)

Muy bueno..!!. las vetes.....son lo más...ja!