Minha timidez e minhas tias 41

Não sabia o que fazer para ajudar Carmina, por um lado sua irmã Feli, veterinária, e também sua filha Carol haviam mostrado muito interesse por mim em tudo. Quando cheguei ao restaurante estavam preparando para receber os clientes da noite, ao ver Ricardo colocando os talheres ao redor dos pratos se acendeu a luz, quizás pudesse convencê-lo e assim poderia ajudar Carmina, ele era o perfil de homem que precisava da irmã cursi de Feli, só faltava que houvesse um entendimento para que se pudesse fazer uma reunião mais ou menos casual, crei que contaria com Feli pelo menos, estive madurando a ideia até falar com o garçom. Quando subi à minha habitação minha mãe estava se banhando, o dia havia sido duro e eu estava cansada, entrou envolta em uma toalha de banho, o cabelo molhado brilhava, eu além do amor que lhe tinha como mãe admirava por muitas coisas, sua vitalidade com um corpo tão minúco, as ideias tão claras, seu caráter tão afável e a juventude que demonstrava. Agora ao vê-la entrar com seu passo decidido me senti muito afortunado, à minha frente uma mulher muito grande em todos os sentidos, me o havia demonstrado desde sempre, como mãe e como mulher, tinha um coração imenso. Eu estava deitado na minha cama olhando melhor admirando Clara enquanto procurava um camisola no armário, quando a encontrou soltou o nó que segurava a toalha que a cobria, de golpe ficou como havia saído da banheira. Colocou a camisola, era curta e transparentava todo seu corpo exceto os mamilos, o púbio tendo sido depilado não se distinguia sob o leve tecido, colocou uma calcinha conjunta com a camisola e abriu a roupa da minha cama. Antes de me meter na cama me beijou na testa, se deitou e se tapou, esteve olhando para o teto um momento, se voltou para mim e levantando a roupa da cama sacou a mão, nela carregava as calcinhas que acabara de colocar, as segurou até se assegurar de que eu havia dado conta, me levantei e me dirigi à sua cama, as deixei cair ao chão. Quando eu estava deitado junto a ela, notei o aroma da sua pele recém-duchada, ela se agachou entre meus braços e se fez mais pequena, eu sabia que gostava de se sentir abraçada e quando estava junto a mim, se cobrigava contra meu peito, quase sem darmos conta, sempre ficava dando-me as costas, pegava minhas mãos e se rodeava de meus braços, as mãos levavam minhas mãos até suas tetas quase imperceptíveis e enredava meus dedos em seus pezones. A maioria das vezes nos dormíamos presos, o seu coração batia sob minha mão e o meu soava na sua costas, se ela usava calcinha ou não era indiferente, meu pau ao toque da sua pele sempre endurecia até apertarse contra suas nádegas, quando me sentia simplesmente levantava uma perna o suficiente para acolher-me entre seus músculos, se não usava calcinha rapidamente sentia a umidade que escorria do seu sexo, se usava calcinha notava o calor quente que irradiava em meu pau. Esta noite parecia ser especial, porque sem falar se apertava contra mim de uma forma mais íntima, apertava seu cu na minha entreperna, meu pau normalmente ficava entre suas pernas mas esta noite sobressaía por sua pubis, seus pezones embora naturais fossem muito prominentes esta noite escapavam entre meus dedos, até teria jurado que suas tetas enchiam as palmas de minhas mãos. Estivemos quietos, apenas sentindo-nos próximos, tanto intimamente como anímicamente, este estado de paz e recolhimento talvez inspire a minha boca a beijar o pescoço de Clara, quase não fez qualquer movimento mas notei como sua pele desde o pescoço até seus músculos se eriçava em um arrepiamento. Só notou-se um leve movimento desde a cintura para baixo muito preciso, arqueou sua costas, levantou uma perna e moveu seu cu para trás, notei como meu pau resbalava entre suas nádegas até que uma vez terminadas era abraçada pelos lábios do pussy de Clara, suavemente se foi apertando contra mim e ao mesmo tempo em que se aproximava meu pau se introduzia nela. Minhas mãos não se atreviam a moverse, ya eram seus mamilos os que acariciavam meus dedos, parecia que tinham vida própria, inchavam e adquiriam uma textura áspera e rugosa que se diferenciava da suave e sedosa pele do seu peito. O efeito do massagem que eu proporcionava na cock com seus músculos vaginais me fazia sentir sensações não vividas até agora, simplesmente estava concentrada em mim, para ela estar abraçada pela pessoa que mais amava e dar-lhe o melhor de si era sua maior felicidade. O que nunca havia me ocorrido me aconteceu, sem mover-me, quieto completamente todo o corpo mas mentalmente concentrado num mar de sensações, algo em meu cérebro deu a ordem e uma corrente elétrica saiu desde minha cabeça até meus testículos, foi como uma descarga, mas da minha cock começou a sair em várias descargas uma quantidade de esperma que nunca havia pensado. Minha mãe acusou a inundação de cum que lhe enchia as entranhas, fechou a vagina para que nada saísse e com a sensação de ter seu filho dentro regando-a do seu elixir de vida se deixou levar por um orgasmo tranquilo aparentemente, mas que lhe fazia tremer o corpo, com suas mãos apertava as minhas contra o seu peito até que pouco tempo se calmou, não houve nenhum comentário entre nós, nos dormimos unidos, minha cock suponho que sairia dela ao rato, quando baixasse minha ereção suavemente resvalando entre os jugos de minha mãe e meu esperma, quando ela se despertou sentiu como se secava o pussy empapado, me deu um beijo tierno nos lábios e se vistiu para começar outro dia de trabalho. Quando me levantei no meio da cama havia uma mancha amarela, bastante grande, quase tão grande como a sensação que havia gozado quando ejaculei. Ao descer ao bar para desjejugar minha mãe estava ocupada atendendo a barra, só me olhou fixamente nos olhos e disse - Gracias Manu, o que passou ontem era justo o que eu precisava. Me deu um beijo na comissura dos lábios que para os que pudessem ver foi de carinho mas para mim foi de amor profundo. Apos o almoço eu me dirigi ao restaurante onde Ricardo estava ocupado, servindo os clientes, entre eles estavam Isa e Carmen, as duas garotas que já conhecíamos, tanto uma como outra não deixavam de comprometer Ricardo, que dificilmente se esquivava para não cair na tentação das duas feras. Quando me viram dividiram seu acaso entre os dois, mas Ricardo aproveitou para me sacar dali com uma desculpa, disse que precisava pedir um favor a ele, que provavelmente lhe iria gostar, embora por falta de tempo não pudesse dar muitos detalhes. Quando o serviço terminou eu me aproximei outra vez e expliquei o caso de Carmina, sua irmã Feli, sua filha Carol e até meu cão Thor. A ideia era fazer uma visita à garota, possivelmente sabendo as necessidades de Carmina, elas estariam satisfeitas com as atenções de Ricardo, especialmente conhecendo seus atributos. No fundo de mim, albergava a esperança de um acercamento a Carol, mesmo não era tão disparatado ter uma reunião entre Feli e sua irmã Carmina conosco dois, suspeitava que as duas irmãs compartilhavam seus momentos de relax. O difícil era organizar o encontro entre Carmina e Ricardo, sem que fosse óbvio que estava previsto, a sorte esteve do meu lado quando Carol me chamou para perguntar algo sobre meu cão, ela não conhecia o comportamento dos animais e eu quase nem, Carol dava vergonha perguntar essas coisas à sua tia Feli. Tive que informar um pouco na internet para não parecer ignorante do todo, perguntei mesmo a Ricardo, ele sim havia tido uma temporada com um cão e estava muito mais informado que eu e me deu uma série de conselhos. Uma tarde que o garçom estava livre no restaurante, ficamos para ir à casa de Carmina, anunciei que Ricardo iria comigo como conhecedor dos animais. Nos aproximamos da casa de Carol e abriu a porta sua mãe Carmina, vestida como sempre elegante, uma camisa de seda e uma saia larga, sapatos de tacão alto, o cabelo recém-arrumado de barbearia, desde a primeira olhada notei que gostava de Ricardo, uma sonrisa de orelha a orelha indicava que em seu interior, as hormonas estavam revolucionando, a Ricardo tampouco lhe foi indiferente. Nos fez passar e nos levou para onde estava Carol, a garota mais discreta usava uma blusa sem decote abotoada atrás, uma saia curta acima da coxa e tênis de corrida, no jardim corriam meu cão e sua puta, se perseguiam mas a puta queria sobretudo jogar, enquanto Thor tinha outras intenções bem distintas. Com Carol era fácil estar, embora fosse jovem e não havia saído muito da casa materna, logo me explicou suas dúvidas com toda sinceridade, não sabia que tinha que fazer para que sua puta se deixasse montar, eu também não sabia mas me ocorreu jogar com os dois cães, Ricardo me havia aconselhado alguma tática e decidi compaginarla com minhas ideias. Com Thor não tive nenhum problema em jogar, como sempre era ele quem me buscava e nos revolcávamos pela grama, Carol ao ver-me jogar quis colaborar e com sua puta também se pôs a correr, desde dentro da casa Carmina e Ricardo nos observavam enquanto conversavam. Quando os cães pegaram confiança propus a Carol que eu tentaria jogar com sua puta e ela com Thor, não viu nenhum problema e meu cão demonstrou sua docilidade e aceitou de bom grado, a puta após um momento de desconfiança também me aceitou e acabou revolcando-se e mordisqueando-me pela grama, pouco a pouco fui aproximando a puta de Thor, enquanto a estava segurando um pouco para que não se distraísse demais, muito perto estavam Carol e meu cão, o cachorro não tardou em cheirar a puta em celo e seu cock vermelho começou a aparecer entre suas patas, inicialmente Carol não notou mas quando o cock do cão já ultrapassava os dez centímetros se quedou admirada e assustada ao mesmo tempo. Depois dos cristais Ricardo passava seu braço sobre o ombro de Carmina e ela o seu pela cintura do garoto, rolaram sobre seus pés e poco a pouco entraram para o fundo da casa e subiram para o andar de cima. Carol nunca havia visto um cock de um cachorro e menos em estado de excitação como estava o meu, eu aguentei à puta e Thor rapidamente saltou com as mãos sobre a puta e procurou meter-se na puta, com os nervos não acertava e tentava de todas formas. Em um momento a puta parece que se mostrou mais receptiva e o cachorro procurava mas não conseguia, de repente ordenei para Carol. - Carol, agarre a cock de Thor e encare-a no pussy da puta. Ela nem duvidou, obedeceu-me e sem pensar agarrou a cock molhada e vermelha como o fogo do cachorro e com urgência a pôs atrás da puta, após alguns intentos fracassados a garota agarrou com as duas mãos e meteu a ponta dentro da puta. Thor teve que empurrar apenas e entrou a cock de um único golpe, a garota com as mãos pegajosas com a forma ainda do grosor da cock do cachorro se mirou e se olhou os dedos, aspirou fundo e parece que não lhe cheirava mal. O cachorro procurava manter-se com as patas traseiras no chão enquanto montava a puta com as dianteiras, mas esta fazia o impossível para evitar, eu segurava a puta e Thor não parava de meter-se na puta, com os movimentos esquivos dos cachorros houve um momento que nos empurraram aos dois, eu caí de costas mas me apoiei com as mãos no gramado. Carol com as mãos pegajosas da cock do cachorro não quis manchar-se e caiu para trás de costas, não podia apoiar-se para levantar-se e pediu ajuda, com os intentos de levantamento sua saia subira até a cintura, eu apressado por levantá-la não sabia onde pegá-la, tentei passar-lhe um braço sob as pernas e outro pela espalda, mas era um iluso, pesava demais para mim, teve que soltar, então pude dar conta do thong que ela trazia, dois triângulos sujeitos por finas cintas lhe cobriam o justo. A garota pelejava por cobrir as pernas com a saia, mas suas mãos pringosas se o impediam, probé diferentes maneiras, pus-me entre suas coxas e estendi seus braços em direção a mim, mas o único que conseguia era que seu thong estivesse mais à vista, apenas cobria um pouco o pubis e outro pouco o bumbum, no final pus-me atrás dela e passando meus braços sob suas axilas pude incorporá-la, até que conseguiu equilíbrio sem eu dar conta que estava seguramente segurando-lhe as duas tetas com minhas mãos. Carol toda azorada não sabia o que fazer, as mãos acartonadas, saia da blusa meio subida e blusa girada, mostrou-me o maior problema suas mãos, eu vi em um canto do jardim uma fonte ornamental, saía um jorro de água sobre uma pilha redonda, dirigimo-nos para lá ela com os braços estendidos para não manchar a roupa. Tentou se lavar as mãos sob o chorro mas saía com pouca força e não alcançava, a água da pilha estava suja de mofo, disse-me que a segurasse para poder alcançar o chorro, agarrei-a pela cintura para que se aproximasse mas ainda assim não conseguia, tive que fazer contrapeso, pus-me atrás do seu bumbum e com minhas mãos em suas tetas fizemos equilíbrio até que ela alcançasse. Se lavou a consciência, dava-lhe asco o toque da cock resbaladiza do cachorro e se lavou com meticulosidade todos os dedos até os antebraços, eu com meu cock apoiado fortemente contra seu bumbum e com as duas mãos agarradas às suas tetas não podia controlar a ereção que surgiu, Carol não protestava talvez porque compreendia que era preciso para poder se lavar ou porque gostava do que estava notando. Quando terminou de se lavar disse-me que eu tirasse dela até a pusesse vertical, fiz isso embora por alguns segundos continue segurando suas tetas. Carol deu conta de que suas chuteiras estavam sujas. - Ora, que má sorte, as deportivas que estrenava hoje e me mancharam com o gramado verde. Estava tentando limpá-las com as mãos molhadas agachando-se, eu desde atrás dela podia ver como sua saia subia o suficiente para mostrar um pouco do thong, não pude - Aguantar mais e eu me decidi. Eu tirei a cock dura e me agarrei ao seu cu, ela continuou limpando as chuteiras, enquanto se movia para evitar meu contato, com minha cock seguindo o movimento das suas nádegas tentando encontrar o melhor local, mas eu evitava. Ouvimos latir os cães, nos voltamos e vimos os dois presos pelo cu, a Thor havia feito uma bola na base da sua cock que evitava poder sacá-la, a puta tentava libertar-se, mas era inútil, até que o cão não baixasse a ereção não poderia se separar. Possivelmente essa visão dos cães ligados pela cock fez Carol mais receptiva e ela se manteve quieta um momento com minha cock entre suas nádegas, eu agarrei a fita do thong e a tirei de entre seus cachos e a deixei de lado, minha cock oscilava dando saltos. Carol teve que ajudar novamente, passou sua mão entre as suas pernas e me pegou o capítulo e o pôs na entrada da sua vagina, fez um pouco para trás e entrou a ponta, eu já me encarreguei em dois movimentos mais para meter-lhe toda, ela com as mãos nas suas coxas aguentava meus empurrões mansamente.

Me virei para a janela do apartamento, atrás dos cristais vi Ricardo e Carmina, a mão direita sobre o ombro de Carmina havia descido, havia despirado a camisa e se havia encontrado com um sutiã sem tirantes, para ele não foi problema baixar a copa e deixar o peito da garota à sua disposição. Carolina por sua parte havia descoberto a dureza da cock de Ricardo e havia baixado a cremallera, o que não se esperava é que Ricardo hoje não se havia posto roupa interior e a cock saltou para fora com o consequente sobresalto de Carmina, mas não demorou para admirar o enorme membro do garoto e estirou-o dele até sacar os ovos para ver-lo em todo seu esplendor, massageava-o enquanto ele endurecia o pezão, então giraram sobre seus talões e sem se soltar entraram no quarto da garota. ------------------------------------------------------------- Carol after a moment bent down holding my invitations was tired, she told me to go to a seesaw that had been under the shed, it wasn't far and I didn't get out, hugged from behind holding onto her breasts we arrived at the seesaw the size of a sofa, I imagined she would want me to sit and put herself on top of me, but saw other possibilities and got up on her knees in the seat grabbing the backrest. My cock was at the height of her pussy and it was swaying, I didn't have to move, the girl was moving the seesaw at the height and speed she wanted, her pussy received my cock that was waiting quietly, sometimes it would get out but since it was so lubricated from flows the glans found its way back in. -----------------------------------------------------------

Na sala de Carmina os dois se beijavam ardorosamente, Ricardo estava guiando Carmina pouco a pouco para a cama, mas quando estavam ao lado, a garota virou de repente e foi o menino quem caiu de costas sobre a colcha. Carmina não perdeu tempo, soltou o cinto e tirou os calções, esticando-os pelas pernas, nem tirou os sapatos. Ajoelhou-se entre as suas pernas e com as duas mãos segurou o pênis e o esteve subindo e descendo, colocando os lábios no glande, Ricardo estava tirando as mangas da camisa de Carmina, o sutiã enrolado no estômago foi liberado quando encontrou o fechamento e as duas tetas lindas ficaram sobre os muslos de Ricardo. Carmina estava entusiasmada com o membro imponente de Ricardo, não quis desperdiçar a oportunidade de colocá-lo entre as suas tetas e apertando-as juntou-as fazendo uma cubana especial. Tentou meter-lho na boca, mas nos primeiros intentos comprovou que lhe ia ser muito difícil e optou pelo mais rápido, subiu-se à cama sobre o menino, afastou as calcinhas para um lado e apontou a ponta no seu pussy. Possivelmente fossem os anos... que lá não haviam entrado mais que os dedos de Carmina quando ela se masturbava, mas não contava que a cock de Ricardo era algo fora do série e sua vagina possivelmente estreita para ela, ficou paralisada assim que entrou o capullo, seus olhos se fecharam e sua boca se abriu como se lhe faltasse ar, não mudou de expressão nem respirou até que, deixando-se cair lentamente a cock de Ricardo, pressionava o pescoço do útero.

Carol disse-me que ia vir um orgasmo, soltei os botões da blusa dela na espinha, ela caiu sobre meus braços, o sutiã foi o próximo, ela se soltou do respaldo para tirá-lo e que suas tetas balançavam com ela, abracei-a por trás segurando seus pezones, ela mesma acelerou o balanço e se deixava prender até dentro, pediu-me que aguentasse o máximo e fiz.

As tetas de Carmina revoloteavam sobre a cara de Ricardo, não foi difícil para ele agarra-las pellizcando suavemente seus pezones, a garota saltava sobre ele admirando-se de ver entre suas pernas aparecer e desaparecer uma tranca semelhante, já se havia adaptado a ele. O primeiro orgasmo chegou inesperadamente quando Ricardo acariciou seu clítoris, foi um latigazo, fazia anos que não sentia nada igual, quando se masturbava fantasiando em uma boa cock nunca pensou que pudesse cumprir-se e suas corridas eram como sonhos impossíveis, mesmo quando vivia com o marido quase nunca logrou correr-se medianamente bem. Ricardo quis mudar de posição e ser mais ativo e a pôs nos quatros, a garota não teve inconveniente até que comprovou que agora era Ricardo quem metia à sua vontade, e tinha muita vontade, notava como dentro dela seus pliegues vaginais deixavam passar o glande redondo do impetuoso rapaz, embora essa vez não lhe avisasse se corria igualmente, desde a nuca até dentro do pussy uma série de descargas fez com que caísse sobre a sabana, suas mãos incontroladas não podiam sustentá-la, mas Ricardo acomodava-a, não lhe havia tirado o cock e continuava metendo e metendo, ela suportava tudo aplastada sobre a cama com as pernas abertas boca abaixo. O menino notou que chegava ao fim e susurrou isso no ouvido de Carmina. -       Carmina vou correr, onde prefieres que eu faça, na vagina? -       Não por favor, não na vagina, estou ovulando esses dias, seria quase seguro que ficasse grávida. -       Pois tu dirás! Mas decide logo. -       Não sei, na espalda, nas tetas ou nas nádegas. -       Me referia dentro de ti. -       Dentro? A boca não me cabe, já o viste. -       Há mais opções Carmina, há mais. Ricardo levantou as nádegas de Carmina e pôs uma almofada dobrada, seu cu quedou alto e escupiu no ânus, ante a rápida decisão do menino Carmina alongou a mão e sacou da mesa um frasco de creme hidratante e o deu a Ricardo. Diante da boa disposição da garota Ricardo untou os dedos de creme e um a um foi dilatando o esfíncter, ela se queixava mas sabia que sua única defesa era a relaxação, com o segundo dedo do menino estava respirando fundo até que dilatasse o suficiente, quis verificar como estava e ela meteu seus dedos, a ela cabiam três e se tranquilizou. Ainda assim Ricardo não era como seu marido e quando apoiou o glande pensou que com uma pequena pressão teria suficiente, mas teve que aguentar uma força que entrava sem cessar em seu cu, estava muito dilatada, muito lubrificada mas aquilo era especial, sabia que era seu sonho e isso lhe ajudou a resistir, mordendo a sábana e arranhando o colchão mas quando o glande passou o esfíncter só desejava que não o sacasse e continuasse até dentro. Ricardo quando notou que seus testículos se grudavam ao pussy de Carmina deu um beijo na nuca como prêmio, a garota estremeceu e se relaxou, soltou a sábana e o colchão e levantou o cu para Ricardo. Não parou de meter-lhe e sacar-lhe o cock até que seus testículos deram o alarme, se-lo anunciou. - Vou correr Carmina, vou me vazar dentro de ti. - Um momento, por favor, se você aguentar apenas um momento, eu irei acompanhá-la. Os dois correram ao mesmo tempo, os seus corpos moviam-se sem qualquer ordem, Ricardo derramava-se dentro de Carmina, enchendo-lhe o reto de cum. Ela notava como rios de sêmen quente a inundavam, teria preferido que fosse no pussy, mas com um semental desses, certamente faria um barulho.

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Quando me recuperou, sentei-me eu no balanço, a garota fez-o sobre minhas pernas com as suas tetas à minha frente, acariciei-as com minhas mãos e boca, até então, embora as tivesse em minhas mãos não as havia visto e eram preciosas, delicadas, sonrosadas, mas duras e suaves. Carol saltava sobre mim, enquanto eu impulsionava o columpio, abraçou-se a mim e me beijou, meu cock estava para rebentar. Ela me cravou os dedos quando lhe veio o segundo orgasmo e se apertou a mim, notava as suas tetas sobre meu peito. - Manu gostaria que você corresse dentro de mim, adoraria sentir seu cum como fez minha puta do seu cão. - E eu não sei como desfrutar fazendo-o. Olhamos para os cachorros, já se haviam desacoplado, a puta antes tão esquiva agora lhe estava lamendo o cock de Thor. Carol compreendeu a lição e desceu do columpio, fez-me deitar no sofá e meteu meu cock na sua boca, eu acariciava as suas tetas ou o pussy enquanto ela me lambia por todo, não descansou até notar que eu estava chegando ao primeiro jato, meteu o cock bem fundo, e foi tragando à medida que se enchia a sua garganta, quando já não havia mais nada para dar-lhe, a garota deitou-se ao meu lado no sofá descansando, os cachorros jogavam como se nada fosse no gramado. Já o sol estava baixando quando Carol recolheu seu sutiã, colocou-o à minha frente, foi colocando as suas tetas uma a uma comodamente, sua blusa e saia após isso, eu me vesti e sentamos novamente no sofá. Não havia passado muito tempo quando Apareceram Carmina e Ricardo, a mãe de Carol trazia uma bandeja de sanduíches de presunto, Ricardo algumas cervejas, comemos os quatro no balanço, Carol era quem se encarregava de fazer que ele não parasse de balançar. -       Sabes filha? Me ocorre que possivelmente Thor não engravidou em uma só vez tua puta, devíamos nos assegurar, seria possível que voltassem os dois outro dia? -       Seria possível, dissemos os quatro em coro. Continuará

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