Minha timidez e minhas tias de 40

Na segunda-feira seguinte, quando Benito veio almoçar, foi direto procurar a Júlia. Minha tia estendeu a mão pra cumprimentar, mas ele se adiantou e abraçou ela. Ela ficou estranhando, mas retribuiu o abraço. O médico agradeceu pelo jantar maravilhoso que ela tinha nos dado, que fez a reunião animar desde o começo. Benito não sabia como mostrar a gratidão dele e abraçou ela de novo. Minha tia, sabendo que ele tava me dando consulta pra ajudar e que, por causa disso, tinha aliviado a prefeita e, de quebra, resolvido o problema chato dela com a papelada, também abraçou ele com a mesma gratidão, ou até mais. Ela minimizou a importância do jantar e, quando se separaram, abraçou ele de novo, se grudando nele. Eu percebi a intensidade do abraço quando notei que a pica do Benito chegava acima da cintura dela, e isso era sinal de algo. A Júlia também tava meio ofegante, deviam passar um monte de sensações na cabeça dela. Benito foi direto agradecer ao Ricardo pelo detalhe das bebidas, a verdade é que ele nos fez um bom agrado. Depois, ele espiou pela porta da cozinha e, sem entrar, cumprimentou a cozinheira. Ela, pouco acostumada a reconhecimentos, tirou o gorro e deu um beijo nele. Aí ele passou pelo balcão, minha mãe olhava ele divertida, vendo ele tão contente antes de ir pra mesa dele. Antes de sentar, ele me disse que precisava me contar uma coisa. Achei que era sobre a Alba, mas era só que o farmacêutico tinha ligado pra ele e dito que a bombinha elétrica que ele tinha emprestado tinha quebrado, e pra ele fazer o favor de passar lá ou me mandar pra ver se tinha conserto. Como o caso era urgente, fui na mesma tarde. Passei na farmácia achando que a bombinha tava lá, mas ele disse que tava na casa dele, que tinha esquecido de trazer. Mas morava perto e dava pra ver ali mesmo. Ele me deu o endereço, era bem perto da farmácia. Quando cheguei, a mulher dele abriu a porta, segurando o pequeno no colo, chorando. Parece que ela tava com fome. A mina ficou feliz em me ver, porque já tava com o mesmo problema de novo, e ainda por cima sem poder usar a bombinha. Ela quis me mostrar como tava sofrendo, largou o bebê no berço por um instante e foi pegar o aparelho. Quando trouxe, se preparou pra amamentar o menino, mas dessa vez não se cobriu como na primeira vez que a vi, com aquele lenço pudico no peito. Ela tirou o sutiã encharcado de leite bem na minha frente. Os peitos tavam estourando, dava pra ver as veias azuis percorrendo toda a mama. Enquanto pegava o bebê e aproximava o bico da boquinha dele, o moleque engoliu com vontade e começou a mamar.

Eu me concentrei em achar o defeito do aparelho. Pra falar a verdade, não tinha muita mecânica, então primeiro olhei no plug da tomada. Provavelmente um fio tinha soltado. Quando desmontei, vi que um dos cabos tava cortado, não desfiado, mas cortado certinho. Não falei nada enquanto via a mina apertar o peito pra sair mais leite pro bebê. Tava funcionando, porque o moleque engolia quase sem esforço os jatos que saíam do bico. Ela também apertava o outro peito, vazando leite que escorria por toda a teta. Pedi se ela tinha uma tesoura pra descascar o fio elétrico.

Ela quis levantar pra pegar, mas com o bebê no colo, eu impedi. Na gaveta que ela falou, não tava. Ela insinuou que podia estar na de baixo. Abri e também não achei. Tava cheia de roupa. Ela disse que tinha certeza de que tava lá. Enfiei o braço entre as peças pra procurar, mas não encontrei nada. Me virei pra ela. O bebê tinha dormido no colo dela e soltado o bico, perdendo leite. Quando olhei pra cima pra perguntar se ela tinha certeza, ela mandou eu olhar direito. Ao mesmo tempo, abriu as pernas e, enquanto a saia dela subia, fui vendo as coxas cada vez mais abertas, até conseguir distinguir os lábios dela envoltos numa camada de pelo crespo. Fiquei paralisado. Olhando incrédulo, e ela pegando o bebê no colo, levantou ele e eu acabei de separar as pernas dela, abrindo as coxas e os lábios da buceta. Com o bebê nos braços, ela continuou até que eu me aproximei dela de quatro, meu rosto entrou entre as coxas dela, cada vez ficava mais escuro, mas eu não precisava de luz, com o cheiro da buceta que exalava me guiava como a estrela polar. A garota deixou o bebê no berço que estava ao lado dela com cuidado, sem fechar as pernas. Eu levantei a saia dela até a cintura e ela empurrou a bunda para a borda do assento. Meus dedos acompanharam minha língua, enquanto eu lambia o clitóris da garota, dois dedos entravam na vagina. A bunda dela estava quase saindo da cadeira, mas ela se segurou para não cair. Meu dedo indicador, lubrificado com o fluxo que jorrava, se introduziu no cu da mamãe. Ela quis protestar, mas como já estava dentro, não achou necessário. Segurando com as mãos no assento da cadeira, ela aguentou o orgasmo, quase não mexeu a bunda, mas a cabeça dela balançava de um ombro ao outro, fechando os olhos com força. Meus joelhos doíam de ficar no chão duro, então me levantei antes que ela se recuperasse da gozada. Tirei a calça e coloquei minha piroca depilada na frente dela. Vi ela chupar com mais vontade que o bebê dela, parecia que queria engolir enquanto me enchia de porra, as mãos apertando os peitos cheios dela, as gotas caíam até o chão, mas ela não ligava. Me agarrei no mamilo dela ainda cheio e meti até a aréola na boca, chupei e chupei com força, os jatos de leite chegavam na minha campainha. Quando soltei, parecia que a aréola estava maior que a outra, por causa da marca da mamada. Ela preparou na cama um forro que usava para trocar o bebê, esticou na borda e se deitou de bruços, as pernas penduradas até o chão. As mãos dela separaram as nádegas e ela disse para eu passar um pouco da porra dela. Apertei um mamilo e molhei os dedos até escorrer, passei no cu dela e com o dedo de antes espalhei. ao redor e até por dentro, não consegui resistir à tentação de enfiar a pica na buceta dela antes, ela se surpreendeu porque já tava com o cu aberto, mas não reclamou nada. Depois de várias enfiadas, minha pica se cravou no cu dela e sumiu lá dentro, caí por cima das costas dela, e dos lados os peitos dela cheios de porra que continuava escorrendo, apertei eles sossegado porque não ia sujar a roupa de cama. Ela gozou de novo com minha pica no cu dela, sem reclamar, só uns gemidos, com as mãos agarradas no lençol aguentou os tremores até passarem. Eu ia gozar, mas ela falou que não, que queria mamar mais ainda, se virou e enfiou a pica na boca, não parou de chupar até os jatos de sêmen escorrerem pelo canto dos lábios dela. Olhei o relógio, quase na hora de fechar a farmácia. A mina, sem falar nada, pegou a tesoura debaixo de uma fralda que tava em cima do móvel, sempre soube que tava ali, e eu sabia que o cabo tinha sido cortado de propósito com aquela tesoura. Arrumei o cabo rapidinho e me vesti, e quando vi que o motor tava girando, ouvi a porta da rua, era o marido dela. Ela pegou o aparelho de mim e colocou no peito que o bebê não tinha mamado, tava cheio e não demorou pra os jatos de porra encherem o recipiente, com a outra mão balançava o berço do bebê. O marido olhava admirado, me deu um tapinha nas costas e falou que ia ser sempre grato e pra mandar lembranças pro Benito da parte dele. O menino continuava dormindo com um sorriso. Quando cheguei em casa, tomei banho, a pica tava cheirando a buceta, mas a cara tava cheirando a porra de mãe. Depois desci pro bar. Fazia dias que eu tava notando algo estranho na Raquel, ela não era uma mina séria, mas tava com o olhar triste. Perguntei num momento de descanso, ela disse que a avó não tava bem, que tava de cama há vários dias e que ela ia cuidar dela, a mãe dela preparava as comidas e Eu fazia as compras pra ela, parecia que era um problema de reumatismo que não deixava ela andar. Me ofereci pra ajudar em qualquer coisa, ela disse que se virava bem, que limpava a casa e trocava os lençóis da cama. Insisti, lembrando do cachorro, afinal Thor era meu e minha responsabilidade, então ela aceitou e combinamos pra tarde. Quando cheguei, a Raquel já tava lá há um tempão, tinha lavado o chão e tirado o pó dos móveis, a casa tava em ordem. A avó dela tava orgulhosa da Raquel, me chamou do quarto assim que ouviu minha voz, mal tive tempo de abraçar a Raquel atrás da porta. Eu gostava da mina, mesmo com o cabelo meio bagunçado e a cara vermelha de tanto trampar, ela tava meio suada e isso fazia ela parecer mais mulher guerreira.

— Manu! É você? Vem aqui que eu quero te ver, já fazia tempo que você não vinha me visitar, pensei que já tinha esquecido dessa velha.
— Nem pensar, dona Encarna, pergunto pra sua neta sobre a senhora direto.
— Aposto que eu lembro mais de você do que você de mim, e são tudo boas lembranças, mas agora tô aqui há uns dias sem conseguir levantar.

A Raquel entrou com uns lençóis nos braços.
— Vamo lá, vó, vou trocar sua roupa de cama pra senhora ficar mais confortável.
— De novo, Raquel? Se eu tô confortável, menina.
— Nada, a senhora vai ver como vai ficar fresquinha e dormir a tarde inteira.

A avó não conseguiu reclamar, a Raquel se virava muito bem. Pegou o lençol da cama e levantou com a avó dentro, virando ela de lado. Me mandou segurar ela de lado enquanto ela desenrolava o lençol limpo e esticava por baixo. Depois veio pro meu lado da cama e repetiu a operação, virou ela pro outro lado e puxou o lençol limpo por baixo, com um puxão tirou o sujo e a avó ficou em cima do lençol trocado. Eu tava admirado com a habilidade da mina, ela fazia tudo no automático. Com as viradas, a camisola da Encarna tinha subido, e eu percebi como a pele dela era fina. Depois de tudo, mesmo sendo avó, era mais por ter uma neta do que pela idade — não chegava aos 70 anos e muito bem vividos. Passei a mão pelas pernas dela pra sentir a pele macia, ela instintivamente abriu as pernas e eu segui até os joelhos. Raquel me olhava de canto, sorrindo. Quando acariciei as coxas de Encarna, a avó de Raquel, ela sussurrou pra mim:

— Por favor, Manu, não me martiriza mais.

Ela abriu as pernas o máximo que conseguiu, a buceta grisalha ficou exposta, e com a mão fui passando por cima com suavidade. Ela não parava de dizer:

— Por favor, por favor, continua.

Quando passei os dedos entre os lábios dela, a mulher suspirou e abriu ainda mais as pernas, dentro dos limites dela. A buceta ainda não tava soltando fluido, mas com meus dedos fui ao encontro dela, encontrei logo. A buceta dela começava a reagir, mas quando acariciei o clitóris, senti meus dedos ficarem encharcados de lubrificação. Com a outra mão, levantei a camisola dela até os peitos — balançavam como pudins, mas os bicos estavam durinhos. Ela pegou na minha mão e fez eu mexer mais rápido. Enfiei três dedos e ela não aguentou mais: gozou, com a barriga, o estômago e os peitos tremendo enquanto eu continuava mexendo os dedos dentro dela. Só disse baixinho:

— Obrigada, Manu.

E dormiu. Saí do quarto depois de cobrir ela com um lençol limpo e fui procurar a Raquel. A gata me deu um beijinho, perguntando como a avó tinha ficado. Falei que tava tranquila e dormindo. Ela me abraçou, colando os peitos lindos dela no meu peito, enquanto me beijava com gosto. Senti um roço na minha perna — era o Thor me cumprimentando. Logo tava lambendo minha mão e querendo brincar. Tive que me separar da Raquel, a contragosto, porque meu cachorro não me deixava em paz. A gata se resignou e me deixou pra continuar com as tarefas dela. Parecia que o encanto do momento tinha se desfeito. O cachorro não sabia o que fazer pra brincar, já grandão, dava conta de mim. Perguntei pra Raquel quem cuidava do cachorro. Enquanto a avó dela estava na cama, ela da cozinha me disse que uma vizinha que tinha outro cachorro pequeno levava ele pra passear todo dia, fiquei feliz porque era um problema pra todo mundo, mas vendo a alegria que isso tinha dado a ela, me ofereci pra levar ele naquele momento. O cachorro veio com a coleira na boca me esperar na porta de casa, era super convincente, saímos pra rua, ele puxava a coleira e me guiava até o parque onde costumava passear e brincar, ficou um tempo comigo tranquilo e eu soltei ele. Enquanto eu olhava os outros cachorros brincando e cuidando pra ele não brigar com ninguém, não percebi que ele saiu correndo pra onde tinha outro cachorro igual a ele, um boxer, era tigrado, lindo, mas tava na coleira, uma senhora segurava, uns quarenta anos mais ou menos, mas me chamou atenção como ela tava bem vestida, com anéis e colares, achei meio estranha a roupa pra levar o cachorro pra passear e me aproximei pra separar os cachorros e não deixar eles encherem o saco, e vi que na verdade eles tavam brincando entre si, já mais calmo me apresentei pra senhora, ela me olhou com uma certa indiferença mas me explicou que ela não costumava levar o cachorro, mas a filha dela tinha ido pra cidade e pediu pra ela passear com ele. Percebi que o Thor não parava de cheirar por trás o outro, que na verdade era uma cadela, a senhora me disse que a filha dela tinha avisado pra ter cuidado porque a cadela tava no cio, o Thor claro que já sabia disso e só tentava montar por trás a cadela. A senhora não parava de puxar a coleira pra meu cachorro não chegar perto, mas o Thor tinha outros planos e montou por trás e tirou o pau da bainha e tentou meter na cadela, a senhora tapou os olhos e disse… - Meu deus, que coisa, tão vermelho, tão molhado, tão feio. - Pois é senhora, os cachorros têm assim, deduzo que a senhora nunca tinha visto o pau de um cachorro. - Pois não, verdade, não imaginava assim, tão grande e tão grosso, parece o do meu falecido marido ou talvez maior. desde então não tinha visto nenhuma, e já faz três anos, coitada, um acidente de carro. Agora eu e minha filha moramos sozinhas com a cadela, tudo mulher, até o jardineiro é mulher.
— E sua filha não tem algum namorado que traga pra casa?
— Qual nada! Ela só tem 17 anos, nunca traz os amigos pra cá, só vai do colégio pra casa. Gosta muito de animais, quer ser veterinária como a tia. Aliás, ela disse que queria criar mais uns boxer se encontrasse um bom candidato.
— Então me deu uma ideia: por que você não fica com meu cachorro uns dias? Parece que ele se dá muito bem com a sua, e eles podem ter filhotes.
— Não é má ideia, não. Pra falar a verdade, seu cachorro é lindo, tenho certeza que a Pilar vai gostar.
— Então vou te passar meu telefone, e você me liga se a ideia convencer sua filha.
— Beleza, mas por que você não deixa o cachorro comigo pra ela ver, e assim você não precisa fazer outra viagem?
— Eu ia ficar sem graça de te incomodar, senhora.
— Por favor, não me trate por senhora, me chamo Carmina.
— Prazer, Carmina, eu sou o Manu.

Me abracei no Thor pra me despedir. Carmina também tinha me dado o endereço dela, era bem perto, um chalézinho com um jardim pequeno. Ali o Thor ia ficar bem com a cadela, e eu tirava um pouco o problema da Encarna. Coloquei a coleira no Thor e acompanhei a Carmina até a casa dela. Ela me fez entrar e me mostrou o jardim todo, onde os cachorros iam brincar. Quando ela tirou a jaqueta que tava usando, fiquei surpreso com a elegância das roupas, mas principalmente com o corpaço que ela escondia debaixo daquelas roupas largas. Não quis incomodar mais e fui pra casa da Encarna.

A mulher ainda tava dormindo, tinha ficado de pernas abertas e roncava feito um tronco. A Raquel já tinha terminado, tava arrumando umas coisas e ficou feliz quando contei a história do cachorro. De qualquer forma, ela não podia acompanhar a Encarna, era uma boa solução por enquanto. Abracei a Raquel, queria continuar as carícias que a gente tinha começado e levar ela pra cama grande, mas ela olhou o relógio e... Disse que Elvira, a mãe dela, tava chegando pra fazer a comida pra Encarna. Como compensação, me deixou chupar os biquinhos do peito dela. Quando cheguei em casa, pouco depois recebi uma ligação. Era da Carmina, a dona da cadela boxer. A filha dela tinha visto o meu cachorro e gostado muito, queria que a gente conversasse sobre o assunto. De tarde, fui na casa da Carmina. Quem me abriu a porta foi uma garota mais ou menos da minha idade, bem magrinha, com traços muito doces, loira de cabelo liso, olhos azuis. Parecia a típica gata nórdica, dava pra ver a influência da mãe, tão sofisticada. Ela foi super educada comigo e me fez entrar na sala. Era bem espaçosa, decorada com móveis minimalistas. Pra mim, parecia muito fria e sem personalidade, mas cada um com seu gosto. O que me encantou foi a janela que ia até o teto, a parede inteira de vidro, dando pra um alpendre e pro jardim, muito bem cuidado, cheio de flores por todo lado. Me ofereceram café e biscoitinhos. Fiquei contando um pouco sobre o meu cachorro, que tinha um pedigree muito bom e que daria uma ninhada legal. A filha me perguntou, meio tímida, o que eu pretendia fazer com os filhotes. Eu não tinha pensado nisso e não soube o que responder. No fim, a Carmina deu uma ideia: - Se vocês quiserem, podem ficar com um, e se tiver mais, a tia Feli pode vender. Achei a ideia perfeita, porque ter mais cachorros não me animava, dado o estilo de vida que eu levava. Agora, como hóspede na casa da Júlia, e daqui a pouco voltaria pra Ana, seria ainda mais problema. - Então a gente fala com a tia quando ela chegar. Aliás, já tá demorando. Na mesma hora, ouvi a porta se fechar e uma voz de dentro: - Já cheguei, meninas, desculpa o atraso. Quando ela entrou na sala, eu fiquei paralisado, e ela também. Aí meu cérebro foi ligando os pontos na velocidade da luz: Carol, a filha, queria ser veterinária; a tia se chamava Feli; e eu conhecia, e bem, uma veterinária chamada Feli. A garota também não esperava por aquela. nunca me viu ali e, depois de alguns segundos de tensão, me cumprimentou.
— Oi Manu, beleza? O que você faz aqui? Sou irmã da Carmina.

Carol e a mãe dela se olharam, sem entender nada. Tentei me explicar.
— Bem, como vocês sabem, me chamo Manu e sou assistente do doutor Benito. Conheço um pouco a Feli dos encontros na casa da dona Francisca.

Feli, aliviada, seguiu a conversa e logo desviou para o assunto dos cachorros. A proposta de deixar os filhotes na clínica dela para vender não teve problema, e ela disse que dividiria o dinheiro que a gente ganhasse. Pra mim, foi perfeito.

Num momento em que ficamos sozinhos, Feli me disse:
— Tô feliz de te ver, Manu. É uma coincidência você ter conhecido minha família, e fico feliz por dois motivos que vou te contar depois.

— E como estão suas dores?
— Bom, se eu dissesse que estou mal, estaria mentindo, mas a verdade é que não estou 100%.
— Então já sabe, quando quiser, a gente pode te atender de novo.
— É, mas não precisa ser nós dois. Pra coisa pouca que me incomoda, acho que você sozinho já me cura. E também acho que não precisa ir ao consultório; se você passar lá em casa, pode me examinar. Mas não esquece das pomadas e géis, que me fizeram muito bem.

Quando mãe e filha se juntaram a nós, já não tinha muito o que discutir. Feli ficou conversando com a irmã enquanto Carol me contava a animação de ter um cachorrinho. Falei pra ela ficar com o mais bonito. Ela ficou super feliz e me deu um abraço leve.

Feli se despediu logo, só tinha ido fazer uma visita. Aproveitei pra ir também. Comecei a andar pela calçada quando um carro parou do meu lado. A cabeça da Feli apareceu na janela e ela disse:
— Posso te levar em algum lugar?
— Sei não, não tenho plano nenhum.
— Sobe! Vamos pra minha casa.

A garota dirigia rápido, mais do que o recomendado dentro da cidade, mas mostrava muito domínio do carrinho pequeno e caro dela. Eu sempre fui Gostei que a mina dirigisse, e ela mandava muito bem. Passamos pela rua da farmácia, pedi pra Feli se podia parar um minuto pra comprar os cremes que eu precisava. Quando entrei, o farmacêutico me atendeu pessoalmente, falou pra eu ir lá nos fundos tomar um café na máquina que ele tinha no escritório. Eu não queria me atrasar, porque a Feli tava me esperando com o carro ligado na rua. O farmacêutico insistiu tanto que tive que tomar o café enquanto apressava ele pra me dar os cremes e os géis. Ele ainda incluiu um pacote de camisinhas, caso um dia eu precisasse, piscando o olho e mostrando no rótulo que eram texturizadas, de prazer máximo. Agradeci e quis pagar, mas ele recusou, além de agradecer pelo que eu fazia pela mulher dele. Disse que ela tinha ficado bem relaxada depois que eu fui embora. Também perguntou se o tratamento que ela tava fazendo ia durar muito, porque mal dava pra foder e exigia muitos cuidados. Tive que explicar que o processo era longo e que valia a pena o sacrifício, porque depois ela ia gozar muito mais. Ele ficou esperançoso e me fez prometer que não demoraria pra visitar a mulher dele de novo, pra ver como tava a cura. A Feli ainda tava no carro com o motor ligado quando saí. Corri, entrei no carro e ela arrancou na hora. Tive que contar que eu tava tratando a mulher do farmacêutico. Ela sabia, pelos encontros que compartilhavam, que a mulher tinha problemas em casa, mas não sabia que era de saúde. Falei que não era bem de saúde, mas coisa da fase de amamentação do pequeno e das limitações dela. Quando chegamos na casa dela, entramos direto na garagem e subimos de elevador até o apartamento. Enquanto isso, fui contando a coincidência que me levou a conhecer a irmã e a sobrinha dela. Ela disse que um dia ia me contar umas paradas sobre elas, e eu fiquei quieto, na minha. O elevador nos deixou na porta do apartamento dela, que abria com chave. Entramos num hall muito bem decorado, nada a ver com o da irmã. Entrar já dava uma sensação de aconchego, dava pra perceber que ela gostava de animais, tinha fotos artísticas de bichos exóticos por toda parte. A mina jogou a bolsa num sofá e entrou no quarto dela, falou pra eu esperar um pouco. Eu fiquei de boa vendo as fotos penduradas, algumas tinham até prêmios internacionais. Olhei pra porta do quarto da Feli, em cima da cama tava a roupa que ela tinha acabado de tirar e dava pra ouvir a água correndo no chuveiro. Fiquei curioso e dei uma espiada, pelo vidro da porta do box dava pra ver o corpo da gata, ela tava se ensaboando toda. Tinha uns peitos lindos, passava espuma neles por baixo, rodeando e principalmente nos bicos. Percebi que nos bicos ela se demorava mais que o normal, até apertava e puxava eles. Depois as mãos foram descendo até chegar na buceta, ensaboou tudo abrindo os lábios, esfregava com a esponja natural os lábios desde a ppk até o cu, quando passava no clitóris fazia mais devagar, até repetia várias vezes. Com os dedos, passou nos lábios menores e na vagina. Quando se enxaguou, a água morna ficou correndo um tempão nos peitos, espalhava entre os dois, principalmente nas aréolas e por baixo deles. Quando chegou na ppk, deixou o chuveirinho fixo enquanto a água batia com força, aumentou a temperatura e com dois dedos abriu os lábios, com a outra mão apertou o clitóris até começar a gemer. Nos espasmos, se apoiou no vidro, amassando os peitos nele, os bicos ficaram colados como tatuagens no vidro enquanto ela, com a cara virada de lado, se concentrava nas carícias. Devagar, voltei pelo mesmo caminho e quando passei pela cama dela, peguei a calcinha, cheirei e tinha um cheiro forte de lubrificação, tava molhada. Sentei num sofá pra esperar, lendo uma revista de natureza. A mina saiu correndo, se desculpando que precisava urgentemente de um banho, e que... Ela estava com todos os músculos travados, veio enrolada num roupão de felpa e me perguntou se eu conseguia reconhecê-la agora. Eu já tinha pego o kit com cremes e géis de antemão e, claro, me preparei, levantei do sofá para reconhecê-la, nem precisava de muito espaço, mas ela disse que seria mais confortável no quarto dela. Ao entrar, elogiei o quanto era aconchegante, como se fosse a primeira vez que via o lugar, em cima da cama já não tinha nada de roupa, muito pelo contrário, ela tinha destapado a colcha e só estava o lençol, mas quando mostrei os cremes e óleos, ela mandou esperar e tirou de uma gaveta um lençol impermeável, esticou ele e subiu na cama, quando estava lá em cima tirou os chinelos que ainda usava e abriu o roupão totalmente, me oferecendo a visão do corpo todo dela, nua, tomada banho e perfumada. Peguei os cremes e outros frascos e os coloquei alinhados por ordem de uso, mas ao ver que a área a ser tratada não era a específica da dor, mudei a ordem e coloquei primeiro os óleos de massagem. Quando destampo o primeiro frasco e fiz menção de jogar um fiozinho nas pernas dela, ela me fez esperar e tirou o roupão de vez para não sujar. Eu, da beira da cama, tentava não respingar óleo e me sujar também, quando disse pra ela primeiro ficar de bruços, aproveitei pra tirar minha roupa, exceto a cueca, pressentindo que ia me sujar todo. A pele dela ficava arrepiada quando eu passava pelas panturrilhas, mas quando cheguei nas coxas, ela foi abrindo elas devagar pra facilitar a massagem, fiquei massageando uma até a virilha, em nenhum momento passava dali, embora ela se abrisse mais, os lábios da buceta dela estavam brilhando e não era por causa do meu óleo, quando passei pra outra coxa também aconteceu a mesma coisa, chegava bem na virilha e voltava, ela levantava a bunda cada vez, passei pelos quadris até a cintura descendo pelas nádegas, repassei várias vezes, até examinei controlando a inflamação que ela tinha. já tinha desaparecido, agora no lugar só tinha a pele um pouco mais escura como era normal e o buraco do cu perfeitamente fechado e enrugado. Subi nela sentado sobre as coxas dela, consegui massagear os rins, e quando subia em direção às costas, meu pau fazia o percurso entre as coxas dela, a bunda e voltava, eu ainda estava de cueca que, mesmo molhada de óleo, segurava meu pau no lugar com dificuldade. Cheguei até o pescoço, ela prendeu o cabelo e levantou ele até em cima da cabeça, com minhas mãos passei pelos lados do corpo dela, com os braços levantados, os peitos dela se projetavam o suficiente para que cada vez que eu passava as mãos, eles aparecessem um pouco mais, insisti até que os bicos dos peitos ficaram de fora, estavam oleados e brilhantes, mas acima de tudo duros, afundavam no lençol. No pescoço e na nuca me demorei mais, notei que devia ser uma zona especialmente erógena pra ela, porque assim que eu aproximava minhas mãos dos ombros, ela não parava de mexer o pescoço buscando meu contato, o máximo foram as orelhas, os lóbulos causaram o primeiro orgasmo nela, a tensão acumulada se espalhou como uma pedra num lago, uma série de tremores nasceram da nuca até os pés, ela se agitava toda, as costas contagiavam os solavancos nos peitos que se projetavam pelos lados e depois de agitar a bunda, chegavam até os tornozelos. Deixei ela relaxar um momento e desci para o chão, observava como as coxas e a bunda dela tremiam, quando se acalmou, sussurrei pra ela virar de costas, sem abrir os olhos, ela se virou, ficando com os braços caídos, as pernas juntas, os peitos separados e terminados em ponta. Espalhei óleo direto da garrafa sobre o corpo dela, o gotejar na pele causava arrepios, joguei entre os peitos, na barriga até o umbigo, o ventre dela acusou um estremecimento, os ombros redondos massageei bem até a nuca, ela levantava a cabeça e virava quando eu passava pelo pescoço, com as mãos molhadas de óleo, percorri os braços, das axilas pra baixo, ao passar pelo começo dos peitos dela, senti a dureza que já tinham, mas continuei até as mãos e, principalmente, os dedos. Ela sentia um prazer especial quando meus dedos se enroscavam nos dela. Depois, deixei os braços dela colados no corpo. Do pescoço, desci até o peito. Feli respirava ofegante, mas não abria os olhos. Minhas mãos passaram entre os peitos dela, ela fez menção de se virar um pouco pra que eu os acariciasse, mas preferi passar sem roçar. Entre eles, tinha um espaço considerável, se espalhavam inchados, duros e erguidos, mas separados. As aréolas, que em outras minas ficam redondas seguindo a curva do peito, nela eram pontudas até formar um conjunto com o mamilo que as coroava.

Quando cheguei na barriga, a cabeça dela roçava meu volume por baixo da cueca. Notei que as mãos dela queriam se mexer, mas ficaram quietas. As minhas, ao subir, passaram pelos lados dos peitos, os contornaram e passaram por baixo, em círculos, até passar as palmas sobre os mamilos dela. Feli não aguentou mais, as mãos dela saltaram como se estivessem soltas de algemas e foram direto na minha cueca. Enquanto uma pegava meu pau pelo tronco por fora, a outra puxava o elástico pra baixo até descobrir a glande. Ela esticou, e meu pau ficou sobre a testa dela. Vi o olhar dela fixo, olhando ao mesmo tempo pra minha cabecinha. Na próxima vez que passei as mãos sobre os mamilos dela, belisquei e estiquei. Ela levantou a cabeça e meteu minha cabecinha na boca. A cueca caiu no chão. Minhas mãos percorriam os peitos dela até a barriga, ela, de boca aberta, admitia no meu vai e vem a entrada e saída do meu pau na boca dela, com a cabeça esticada. Dava pra sentir na garganta dela a chegada da minha glande lá dentro.

Quando já tava dando ânsia nela, fui avançando sobre ela ao mesmo tempo que regava com óleo a ppk dela. A cabeça dela voltava à posição normal, mas sem soltar meu pau. Feli não esperou eu mandar nada, abriu as pernas, encolhendo elas pra que chegou aos seus lábios, abrindo-os e deixando as virilhas à mostra. Quando eu as separei com os dedos, a garota já tinha tomado conta das minhas bolas e me liberado do prepúcio para que a glande entrasse limpo na boca dela. O clitóris da Feli estava solitário entre os lábios, dava pra ver como pulsava e se mexia, eu estava olhando pra ele quando ele veio na minha direção, a Feli tinha levantado a bunda na direção do meu rosto, minha boca pegou ele no ar, e não soltei até que entre meus dentes ele endureceu. A Feli gemia quando soltava meu pau pra poder respirar, levantei as pernas dela deixando as nádegas abertas e elevadas, com a língua percorri o trajeto do clitóris até o cu, parando um momento na buceta, ela não esperava que eu chegasse no cu, ainda estava traumatizada pela inflamação, mas eu já tinha visto que estava curada e passei a língua em volta, estendi a mão e peguei o gel que esquenta e borrifei toda a racha. No começo, o frescor do spray fez ela fechar as pernas, mas logo um ardor inundou a boceta e o cu dela, na hora ela soltou meu pau e me virou, me deixando debaixo dela. Não demorou nada pra subir em cima de mim, lambeu os dedos e lubrificou a buceta inutilmente porque já estava escorrendo, e quis se livrar do tesão que sentia entre as pernas. Sentou em cima de mim assim que sentiu meu pau na boceta dela, os peitos quase escapavam por debaixo dos braços de tão separados que estavam, mas eu peguei e juntei eles, ofereci um mamilo pra boca dela e ela alcançou esticando a língua, lambeu várias vezes enquanto gozava em cima de mim. Quando se deitou completamente me esmagando, meu pau entrava nela como um êmbolo, ela me mordeu no ombro e gozou, não foi mais um tremor controlado, foi um terremoto que tive que segurar pra ela não cair com meu pau dentro. Por fim, ela se virou de lado e caiu ao meu lado de bruços, com os braços abertos. Ficou quase um minuto vibrando em cima do lençol enquanto eu me levantava e ficava atrás dela, subindo meu pau entre as coxas dela, esperei até que Acabou de gozar o orgasmo dela, mas quando percebeu que eu me apoiava nas costas dela sentindo minha glande entre as bundas dela, quis se virar pra impedir. Tentei convencer ela, mas não queria, a experiência ruim tinha traumatizado ela, mas prometi e jurei que ela não ia notar, tive que apelar pro creme mais refrescante que eu tinha, aos poucos foi abrindo as pernas mas as bundas continuavam apertadas, coloquei um travesseiro dobrado em dois debaixo da pélvis dela e levantei a bunda até fazer a cabeça dela encostar nos lençóis, pra dar mais confiança falei pra ela abrir a própria bunda, e fiquei um tempão passando a cabecinha entre a buceta e o cu, ela sempre guardava a esperança de eu decidir pela buceta, mas quando apoiei a glande pontuda no buraco preto lubrificado dela já se tensou, sabia que era sério, falei pra ela encher os pulmões de ar e apertei de leve, Tão dilatado e lubrificado que a glande entrou sem quase esforço, ela mesma falou quando já tinha meia rola dentro… - Posso respirar agora? - Pode Feli, já pode respirar. Quando soltou todo o ar dos pulmões eu apertei até o fundo, ela não percebeu até se sentir cheia. - Cê tava certo Manu, não doeu, já pode meter tudo. - Quem me dera ter mais pra continuar metendo a rola, cê tem ela toda dentro de você. - Com a mão entre as pernas dela se certificou e se convenceu quando pegou meus ovos colados na bunda dela. - Me faz gozar Manu, me faz gozar e me dá outro orgasmo, pelo cu, esse vou aproveitar de verdade. Apoiei os cotovelos do lado dela, minhas mãos agarraram os peitos que apareciam e sem deixar cair meu peso nela comecei a foder o cu dela, só sentia três pontos de referência e os três davam prazer pra ela, minha rola e minhas mãos nos peitos dela, todos os sentidos dela se focaram neles e aconteceu de novo, quando beijei ela atrás da nuca, um arrepio que percorreu o corpo todo fez ela tremer, os peitos dela endureceram e a bunda dela apertou bloqueando meu pau, não me deixou mexer até os espasmos passarem, quando consegui tirar ela disse.
- Agora pode gozar no meu cu.
- Prefiro gozar nos seus peitos, mas antes chupa ele. Eu já tava sentado na barriga dela e adiantando o pau pra ela alcançar com a boca, coloquei o travesseiro debaixo da cabeça dela e fui enfiando de boa, ela só tinha que cuidar pra não roçar os dentes no freio, fui acelerando quando passou da velocidade que ela aguentava ela pegava nas minhas bolas e acariciava, quase continuei e enchi a garganta dela de porra mas a promessa era nos peitos, então tirei da boca dela, ela juntou os dois segurando pelos bicos, entre as duas tetas escorreram os jatos de sêmen até sumir no canal que se formou.
- Valeu Manu, você me fez recuperar a confiança nos homens, o que achou da recuperação?
- Valeu você por confiar em mim, do reconhecimento posso garantir que você tá totalmente recuperada, foda-se a alta. Nos abraçamos e deitamos um tempão, ficamos falando de besteiras até que surgiu o assunto do cachorro, ela disse que era bom a puta da irmã dela parir e baixinho falou.
- E minha irmã também precisa de um bom pau.
- Virei surpreso pra ela com o comentário e ela confirmou.
- Minha irmã não viveu nada, casou e só o marido tocou nela e infelizmente morreu de repente e pelo que deduzo da minha irmã ele não era muito ativo sexualmente.
- Entendi, quando ela se assustou ao ver o pau do meu cachorro saindo, parecia que tinha visto um milagre.
- Claro, pra ela é uma obsessão, sabe de uma coisa?, quando encontrei aquele cara ela confessou que não conseguia dormir sem se masturbar antes e perguntou se meu namorado não teria um amigo pra sairmos as duas juntas, tava louca pra foder, mas quando ela mostrou como aquele bruto tinha deixado minha bunda, ela se assustou, mas continua obcecada. Quando viu o cachorro com a facilidade que ia meter naquela puta, ficou com muito tesão. Tendo você ao lado dela, pensou em te levar pra casa e te foder ali mesmo, mas no fim se segurou. Depois veio minha sobrinha e, pra piorar, eu também apareci. Ela confessou que, se a gente não tivesse chegado, teria te seduzido, e eu acredito. Minha irmã é muito gostosa, tem um corpo muito melhor que o meu e quase "pouco usada".

- E sua sobrinha Carol?
- Minha sobrinha tem amigos no colégio, mas não mostra vontade de ter um parceiro. Minha irmã fica insistindo pra ver se ela leva alguém pra casa e come ele, mas não tem sorte. Não sei o que fazer pra ajudá-la. Já pensei até em falar com o Benito pra vocês darem um jeito de emergência nela.
- Não seria má ideia, não. Pelo pouco que reparei, sua irmã me agradou. Como você disse, ela é muito gostosa e pelo que conta, merece uma boa pica. Tô matutando aqui pra ver se encontro uma solução. Me dá uns dias que eu te conto.

Antes de sair da casa da Feli, tomamos banho juntos, nos ensaboamos um ao outro. O chuveiro era grande o suficiente pra nós dois, e ela pediu pra eu sentar no chão. Enquanto a água quente caía sobre a gente, ela sentou em cima de mim, ficou pulando, enfiando minha pica até gozarmos juntos. Sentimos as mesmas sensações, e quando ela se levantou, a água enxaguou minha pica de porra e fluidos. Ela se ofereceu pra me levar em casa, mas preferi ir a pé. Não era tão longe e eu precisava pensar no que podia fazer pra ajudar a Carmina.

Continua...
Agradeceria os comentários de vocês. Valeu.

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