Olá, pessoal, meu primeiro post. Essa é uma história real que aconteceu comigo há pouco tempo.
Meu nome é Nahuel, tenho cerca de 1,70m e peso 72 kg. A verdade é que gosto de praticar esportes, treinar, me manter em boa forma física. Sou moreno, cabelo preto, olhos castanhos e tenho 28 anos.
A parte mais importante sobre como eu sou é que outro dia saí com uns amigos pra comemorar o aniversário de um deles num bar de sinuca. Era algo bem tranquilo: jogar um pouco de sinuca, tomar uma cerveja entre amigos e ir dormir. Como eu era o último a ficar livre, meus amigos já estavam me esperando lá. Um deles mandou no grupo do WhatsApp: "Negão, vem logo que tão aquelas minas que você curte."
Eu não tava muito afim de tentar pegar ninguém, mas esse comentário me despertou um pouco, então passei um perfume, vesti uma jeans e fui pra lá. Também não entendi direito, porque pensei que iam ficar só os amigos, sem mulheres. Quando chego, descubro que meu amigo tava me zoando: tinha um grupo de meninas com cara de bebê, tipo umas de 18 anos, e ele fez uma piada por causa de outra história.
Começamos a jogar sinuca e tomar umas cervejas, e a verdade é que estávamos jogando muito mal, estranho porque pelo menos meus amigos são bons nisso. A mesa estava bem velha e isso não ajudava, as tabelas estavam frouxas também... A garçonete que tava perto reparou na nossa reclamação de que nada dava certo e começou a nos olhar, acho que pra rir do quão mal a gente tava jogando. Meus dois amigos estavam vidrados numa das garçonetes, e essa que tava nos olhando eles não davam muita bola, mas ela também era gostosa. De tanto que ela olhava, fiz algum comentário pra ela, e meus amigos me falaram que ela era do Peru, tinha 22 anos e estudava não sei o quê. Isso me chamou a atenção, porque tenho uma fraqueza por estrangeiras, e olhei pra ela algumas vezes: era linda, devia ter 1,60m, magrinha mas com uns peitões bem empinados. Uma pele morena escura e uniforme, muito bonita, e também uma boca... larga que imaginei que entrava uma boa rola e uns olhos castanhos bem escuros.
Expliquei que costumamos jogar bem, mas hoje não tava com sorte. Ela ria e falava que eu tava enrolando ela. Falei que quando liberar uma mesa, a gente troca, porque essa tava toda cagada e a gente ia jogar muito melhor. Daí a pouco ela trocou nossa mesa pra uma que tava boa. Aí, além de agradecer e como a gente tinha continuado papeando, falei:
Eu: Bom, se eu fizer duas tacadas seguidas onde encaçapo três bolas, tenho um prêmio
Guria: Sei não, pode ser, mas que prêmio?
Eu: Depois a gente vê, algo tranquilo
Toda vez que era minha vez de jogar e ela tava perto da nossa mesa, ela olhava pra ver se eu fazia as duas seguidas. Na partida, só consegui fazer uma e ela fala:
Guria: Perdeu, não conseguiu fazer as três seguidas
Eu: Falei que tinha que fazer duas, mas não numa partida só, agora na próxima eu faço a outra
Guria: Não, tu é muito trapaceiro.
Jogamos outra partida e eu fiz a sequência, então, contente, falei que ela me devia um prêmio. Meu amigo queria tirar uma cerveja dela, e eu falei pra ele não encher o saco, que minha intenção com a guria era outra.
Guria: E qual vai ser o prêmio então?
Eu: A gente tem que acertar, mas até que horas tu fica aqui no sinuca?
Guria: Até as 6 da manhã, mas saio detonada, agora vou comer, então não sei se vocês vão estar quando eu voltar.
Eu: (tinha pedido uma caneta pra outro garçom e anotei meu número de telefone num guardanapo) Toma, depois a gente acerta o negócio do prêmio.
Guria: O que é isso?
Eu: Meu número, se tiver a fim, me escreve e a gente acerta.
Jogamos mais um pouco e fomos embora do sinuca, e ela ainda não tinha voltado de comer. Quando a gente tava saindo do lugar, vi ela perto da porta e de longe acenei, porque ia ficar de otário se voltasse só pra dar tchau.
Quando a gente tava saindo, um dos meus amigos:
Amigo 1: Pra mim, ela termina de trampar e te escreve
Amigo 2: Pra mim, ela escreve amanhã
Eu: Primeiro, vamos ver. se me escreve, mas agora vou dormir porque tô moído da semana, não vou acordar às 6 da manhã.
Amigo 1: Que véio que tu tá!!! Lembro quando tu acordava e me fazia levantar pra ir caçar alguma gostosa que tava com uma amiga.
Eu: haha, boas histórias.
Enquanto a gente trocava essa ideia do lado do meu carro, morrendo de frio, toca meu celular. Tiro ele e número sem salvar, a mina do bar falando:
Mina: Então qual é o prêmio?
Eu: Não ficou claro se é um prêmio pra você ou pra mim. Quer que a gente combine pra conversar quando você sair do trampo?
Mina: Não não, termino muito tarde.
Eu: Bom, se quiser amanhã a gente toma uma cerveja e conversa cara a cara.
Mina: Fechou, amanhã tô de folga e a gente vai.
Eu: Show, que seja leve.
No outro dia acordei com uma gripe foda, já tava doente e entre o ar condicionado do lugar e a conversa do lado do carro, acabou de me quebrar.
Mandei mensagem pra mina.
Eu: Oi, tô quebrado com essa gripe, mais que uma cerveja, tô mais pra um chá.
Mina: Ah, beleza, se recupera.
Eu: Espero, mas tava afim da gente se ver, te convido pra um chá? Parece coisa de véio, mas já que cê tá de folga, pra fazer alguma coisa.
Mina: E onde a gente vai tomar um chá?
Eu: Domingo a essa hora acho que em lugar nenhum, mas se quiser passo aí pra te pegar e na minha casa tenho um monte de variedade de chá.
Mina: Certeza? Não prefere ficar na cama?
Eu: Primeiro tomar um chá, depois vejo onde me jogo.
Mina: Beleza então, mas só um pouquinho.
Eu: Fechou show, se quiser vou te buscar em algum lugar.
Viemos pra minha casa, literalmente fiz um chá pra cada um, batemos um papo e depois que não tava rolando nada, falei pra ela colocar uma música que ela gostasse, ela botou bachata. Sou péssimo nisso, mas dançamos um pouco até eu começar a beijar ela.
Ela tinha uma boca linda, lábios carnudos e uma língua larga. Aí levei ela pra cama e pra ir testando aquela boca que Ela tinha, ofereci meu polegar. Ela começou a passar a língua como uma profissional e já ficou bem claro pra mim que isso ia ser muito bom. Fui pedindo permissão pra tirar cada peça de roupa dela: o suéter, a regata e a calça. Ela ficou só de lingerie, e aqueles peitos ficavam muito melhores assim do que com a camiseta, como eu tinha visto no dia anterior. Tirei o sutiã dela e comecei a chupar os mamilos em círculos, e ela adorava. Depois tirei a calcinha, e ela tinha uma buceta linda, toda depilada. Assim ou com um pouco de pelo, eu amo, e pensei: bom, vamos aproveitar que tá bem lisinha. Comecei a passar a língua nela, de leve até mais forte, e bem forte ela gostava mais, então já tava descobrindo como ela gostava de ser comida. Depois de um tempo passando a língua em círculos no clitóris, ela teve o primeiro orgasmo. Depois disso, me levantei e ofereci meu pau, que já tava explodindo, pra ela colocar na boca. Tenho um pau normal, uns 17 cm quando tá duro. Mas como essa morena enfiava na boca, era impressionante. Sem usar as mãos, ela colocava até o fundo, esticava a língua e com a pontinha tocava minhas bolas enquanto tinha o pau bem dentro da boca. Ela chupava muito rápido, e eu gosto que chupem devagar. Então peguei ela pelo cabelo e fiz ir mais devagar, que enfiasse centímetro por centímetro e que, quando tirasse quase todo da boca, passasse a língua na cabeça do meu pau. Depois disso, quando meu pau tava prestes a explodir, tive que tirar da boca dela e coloquei um dos travesseiros debaixo dela pra deixar a pélvis levantada e separada do colchão, e comecei a roçar a buceta dela com meu pau, que tava durasso, enquanto me acalmava, porque aquela chupada violenta tinha me deixado muito perto de gozar, e primeiro eu queria conseguir outro orgasmo dessa morena. Comecei a enfiar bem devagar, só a pontinha, pra ir me relaxando, e ela dizia "me dá mais, me dá mais". Quando ela fica assim, eu Encanta e, em vez de meter mais fundo, eu metia menos e mais devagar.
Moça: Me dá mais forte, mete tudo.
Eu: É? Quer que eu meta até o fundo?
Moça: Sim, mete tudo e rápido.
Eu: Tem certeza?
Moça: Sim, mete logo!
Eu meti bem fundo, mas devagar. O travesseiro debaixo dela fazia entrar até o fundo e ela adorava. Eu deixava lá dentro um pouco e tirava rápido pra depois meter bem suave, mas até o fundo de novo. Ela tinha me contado que era de um colégio católico do Peru, mas não parecia nenhuma santa, e quando começou a gritar "ai deus, ai deus", me deixou muito mais excitado.
Fiz ela subir em cima de mim e, como uma endemoniada, começou a meter e tirar a piroca, pulando em cima dela enquanto eu acompanhava o movimento e ajudava segurando na cintura dela.
Eu tava metendo muito rápido, parece que ela gosta assim, mas eu prefiro mais devagar. Então, pra não gozar, tive que tirar ela de cima de mim.
Gui ela pra ficar de quatro na cama, e assim eu meter de pé, porque dava pra meter rápido e essa posição me faz segurar o orgasmo quase o quanto eu quiser. Quando coloquei ela de quatro e vi a bunda que ela tinha, percebi que era bem gostosa, bem empinada, coisa que não tinha notado antes. Sou mais de peitos e já tinha me conquistado com isso. Dei uns tapas na bunda e ela não disse nada, então comecei a bater no cu dela enquanto metia e tirava. Depois fui testando um pouco mais, e depois de cuspir no meu próprio polegar, fui apoiando ele na portinha do cu, que parecia bem gostosa de cima.
Ela também não falava nada de ruim, continuava com o "ai deus, ai deus". Meter de quatro com o dedo no cu é algo que eu amo, e depois de um tempo percebi que ela não ia gozar, então pensei: "vou gozar eu". Não sabia se pedia pra ela engolir a porra ou dar nela assim. O problema é que no início a gente tinha ligado o ar quente, e o vento quente batia em mim. Entre Pois é, o movimento e que eu tava gripado e quase com febre, eu era pura água, olhei pros meus pés e vi que tinha uma poça do meu suor, e comecei a não me sentir tão bem. Percebi que não conseguia gozar, tava entre cansado e doente, mas com muita vontade de continuar trepando, precisava de uma pausa pra me recuperar e gozar do jeito que eu gosto, sem desperdiçar a boca foda que a morena tinha.
Eu: Para, dá uma pausa. Um recreio e a gente continua.
Moça: (quando se virou e me viu) Olha como você tá, garoto!! Você tá se sentindo bem?
Eu: Não, hehe, por isso me dá um segundo pra eu me recompor e a gente vê. (peguei uma toalhinha que tenho perto da cama e comecei a me secar)
Moça: Não, mas olha como você tá, você vai ficar mais doente, melhor a gente se acalmar. Pode te acontecer alguma coisa!!
Eu: Com a vontade que eu tô de continuar trepando, não tô nem aí pra nada.
Moça: Não, eu te compenso outro dia...
Eu: Que outro dia? Ainda falta hoje, vou tomar um banho e a gente vê o que faz.
Moça: Toma banho e eu peço um táxi, porque você vai ficar muito doente.
Continua.....
Espero que vocês gostem, é o primeiro relato, me digam se tem continuação ou se eu decido contar outras aventuras, me digam se tem muita introdução, ou se preferem mais descrições físicas, ou mais o momento do sexo, mais preliminares. Aceito opiniões.
Meu nome é Nahuel, tenho cerca de 1,70m e peso 72 kg. A verdade é que gosto de praticar esportes, treinar, me manter em boa forma física. Sou moreno, cabelo preto, olhos castanhos e tenho 28 anos.
A parte mais importante sobre como eu sou é que outro dia saí com uns amigos pra comemorar o aniversário de um deles num bar de sinuca. Era algo bem tranquilo: jogar um pouco de sinuca, tomar uma cerveja entre amigos e ir dormir. Como eu era o último a ficar livre, meus amigos já estavam me esperando lá. Um deles mandou no grupo do WhatsApp: "Negão, vem logo que tão aquelas minas que você curte."
Eu não tava muito afim de tentar pegar ninguém, mas esse comentário me despertou um pouco, então passei um perfume, vesti uma jeans e fui pra lá. Também não entendi direito, porque pensei que iam ficar só os amigos, sem mulheres. Quando chego, descubro que meu amigo tava me zoando: tinha um grupo de meninas com cara de bebê, tipo umas de 18 anos, e ele fez uma piada por causa de outra história.
Começamos a jogar sinuca e tomar umas cervejas, e a verdade é que estávamos jogando muito mal, estranho porque pelo menos meus amigos são bons nisso. A mesa estava bem velha e isso não ajudava, as tabelas estavam frouxas também... A garçonete que tava perto reparou na nossa reclamação de que nada dava certo e começou a nos olhar, acho que pra rir do quão mal a gente tava jogando. Meus dois amigos estavam vidrados numa das garçonetes, e essa que tava nos olhando eles não davam muita bola, mas ela também era gostosa. De tanto que ela olhava, fiz algum comentário pra ela, e meus amigos me falaram que ela era do Peru, tinha 22 anos e estudava não sei o quê. Isso me chamou a atenção, porque tenho uma fraqueza por estrangeiras, e olhei pra ela algumas vezes: era linda, devia ter 1,60m, magrinha mas com uns peitões bem empinados. Uma pele morena escura e uniforme, muito bonita, e também uma boca... larga que imaginei que entrava uma boa rola e uns olhos castanhos bem escuros.
Expliquei que costumamos jogar bem, mas hoje não tava com sorte. Ela ria e falava que eu tava enrolando ela. Falei que quando liberar uma mesa, a gente troca, porque essa tava toda cagada e a gente ia jogar muito melhor. Daí a pouco ela trocou nossa mesa pra uma que tava boa. Aí, além de agradecer e como a gente tinha continuado papeando, falei:
Eu: Bom, se eu fizer duas tacadas seguidas onde encaçapo três bolas, tenho um prêmio
Guria: Sei não, pode ser, mas que prêmio?
Eu: Depois a gente vê, algo tranquilo
Toda vez que era minha vez de jogar e ela tava perto da nossa mesa, ela olhava pra ver se eu fazia as duas seguidas. Na partida, só consegui fazer uma e ela fala:
Guria: Perdeu, não conseguiu fazer as três seguidas
Eu: Falei que tinha que fazer duas, mas não numa partida só, agora na próxima eu faço a outra
Guria: Não, tu é muito trapaceiro.
Jogamos outra partida e eu fiz a sequência, então, contente, falei que ela me devia um prêmio. Meu amigo queria tirar uma cerveja dela, e eu falei pra ele não encher o saco, que minha intenção com a guria era outra.
Guria: E qual vai ser o prêmio então?
Eu: A gente tem que acertar, mas até que horas tu fica aqui no sinuca?
Guria: Até as 6 da manhã, mas saio detonada, agora vou comer, então não sei se vocês vão estar quando eu voltar.
Eu: (tinha pedido uma caneta pra outro garçom e anotei meu número de telefone num guardanapo) Toma, depois a gente acerta o negócio do prêmio.
Guria: O que é isso?
Eu: Meu número, se tiver a fim, me escreve e a gente acerta.
Jogamos mais um pouco e fomos embora do sinuca, e ela ainda não tinha voltado de comer. Quando a gente tava saindo do lugar, vi ela perto da porta e de longe acenei, porque ia ficar de otário se voltasse só pra dar tchau.
Quando a gente tava saindo, um dos meus amigos:
Amigo 1: Pra mim, ela termina de trampar e te escreve
Amigo 2: Pra mim, ela escreve amanhã
Eu: Primeiro, vamos ver. se me escreve, mas agora vou dormir porque tô moído da semana, não vou acordar às 6 da manhã.
Amigo 1: Que véio que tu tá!!! Lembro quando tu acordava e me fazia levantar pra ir caçar alguma gostosa que tava com uma amiga.
Eu: haha, boas histórias.
Enquanto a gente trocava essa ideia do lado do meu carro, morrendo de frio, toca meu celular. Tiro ele e número sem salvar, a mina do bar falando:
Mina: Então qual é o prêmio?
Eu: Não ficou claro se é um prêmio pra você ou pra mim. Quer que a gente combine pra conversar quando você sair do trampo?
Mina: Não não, termino muito tarde.
Eu: Bom, se quiser amanhã a gente toma uma cerveja e conversa cara a cara.
Mina: Fechou, amanhã tô de folga e a gente vai.
Eu: Show, que seja leve.
No outro dia acordei com uma gripe foda, já tava doente e entre o ar condicionado do lugar e a conversa do lado do carro, acabou de me quebrar.
Mandei mensagem pra mina.
Eu: Oi, tô quebrado com essa gripe, mais que uma cerveja, tô mais pra um chá.
Mina: Ah, beleza, se recupera.
Eu: Espero, mas tava afim da gente se ver, te convido pra um chá? Parece coisa de véio, mas já que cê tá de folga, pra fazer alguma coisa.
Mina: E onde a gente vai tomar um chá?
Eu: Domingo a essa hora acho que em lugar nenhum, mas se quiser passo aí pra te pegar e na minha casa tenho um monte de variedade de chá.
Mina: Certeza? Não prefere ficar na cama?
Eu: Primeiro tomar um chá, depois vejo onde me jogo.
Mina: Beleza então, mas só um pouquinho.
Eu: Fechou show, se quiser vou te buscar em algum lugar.
Viemos pra minha casa, literalmente fiz um chá pra cada um, batemos um papo e depois que não tava rolando nada, falei pra ela colocar uma música que ela gostasse, ela botou bachata. Sou péssimo nisso, mas dançamos um pouco até eu começar a beijar ela.
Ela tinha uma boca linda, lábios carnudos e uma língua larga. Aí levei ela pra cama e pra ir testando aquela boca que Ela tinha, ofereci meu polegar. Ela começou a passar a língua como uma profissional e já ficou bem claro pra mim que isso ia ser muito bom. Fui pedindo permissão pra tirar cada peça de roupa dela: o suéter, a regata e a calça. Ela ficou só de lingerie, e aqueles peitos ficavam muito melhores assim do que com a camiseta, como eu tinha visto no dia anterior. Tirei o sutiã dela e comecei a chupar os mamilos em círculos, e ela adorava. Depois tirei a calcinha, e ela tinha uma buceta linda, toda depilada. Assim ou com um pouco de pelo, eu amo, e pensei: bom, vamos aproveitar que tá bem lisinha. Comecei a passar a língua nela, de leve até mais forte, e bem forte ela gostava mais, então já tava descobrindo como ela gostava de ser comida. Depois de um tempo passando a língua em círculos no clitóris, ela teve o primeiro orgasmo. Depois disso, me levantei e ofereci meu pau, que já tava explodindo, pra ela colocar na boca. Tenho um pau normal, uns 17 cm quando tá duro. Mas como essa morena enfiava na boca, era impressionante. Sem usar as mãos, ela colocava até o fundo, esticava a língua e com a pontinha tocava minhas bolas enquanto tinha o pau bem dentro da boca. Ela chupava muito rápido, e eu gosto que chupem devagar. Então peguei ela pelo cabelo e fiz ir mais devagar, que enfiasse centímetro por centímetro e que, quando tirasse quase todo da boca, passasse a língua na cabeça do meu pau. Depois disso, quando meu pau tava prestes a explodir, tive que tirar da boca dela e coloquei um dos travesseiros debaixo dela pra deixar a pélvis levantada e separada do colchão, e comecei a roçar a buceta dela com meu pau, que tava durasso, enquanto me acalmava, porque aquela chupada violenta tinha me deixado muito perto de gozar, e primeiro eu queria conseguir outro orgasmo dessa morena. Comecei a enfiar bem devagar, só a pontinha, pra ir me relaxando, e ela dizia "me dá mais, me dá mais". Quando ela fica assim, eu Encanta e, em vez de meter mais fundo, eu metia menos e mais devagar.
Moça: Me dá mais forte, mete tudo.
Eu: É? Quer que eu meta até o fundo?
Moça: Sim, mete tudo e rápido.
Eu: Tem certeza?
Moça: Sim, mete logo!
Eu meti bem fundo, mas devagar. O travesseiro debaixo dela fazia entrar até o fundo e ela adorava. Eu deixava lá dentro um pouco e tirava rápido pra depois meter bem suave, mas até o fundo de novo. Ela tinha me contado que era de um colégio católico do Peru, mas não parecia nenhuma santa, e quando começou a gritar "ai deus, ai deus", me deixou muito mais excitado.
Fiz ela subir em cima de mim e, como uma endemoniada, começou a meter e tirar a piroca, pulando em cima dela enquanto eu acompanhava o movimento e ajudava segurando na cintura dela.
Eu tava metendo muito rápido, parece que ela gosta assim, mas eu prefiro mais devagar. Então, pra não gozar, tive que tirar ela de cima de mim.
Gui ela pra ficar de quatro na cama, e assim eu meter de pé, porque dava pra meter rápido e essa posição me faz segurar o orgasmo quase o quanto eu quiser. Quando coloquei ela de quatro e vi a bunda que ela tinha, percebi que era bem gostosa, bem empinada, coisa que não tinha notado antes. Sou mais de peitos e já tinha me conquistado com isso. Dei uns tapas na bunda e ela não disse nada, então comecei a bater no cu dela enquanto metia e tirava. Depois fui testando um pouco mais, e depois de cuspir no meu próprio polegar, fui apoiando ele na portinha do cu, que parecia bem gostosa de cima.
Ela também não falava nada de ruim, continuava com o "ai deus, ai deus". Meter de quatro com o dedo no cu é algo que eu amo, e depois de um tempo percebi que ela não ia gozar, então pensei: "vou gozar eu". Não sabia se pedia pra ela engolir a porra ou dar nela assim. O problema é que no início a gente tinha ligado o ar quente, e o vento quente batia em mim. Entre Pois é, o movimento e que eu tava gripado e quase com febre, eu era pura água, olhei pros meus pés e vi que tinha uma poça do meu suor, e comecei a não me sentir tão bem. Percebi que não conseguia gozar, tava entre cansado e doente, mas com muita vontade de continuar trepando, precisava de uma pausa pra me recuperar e gozar do jeito que eu gosto, sem desperdiçar a boca foda que a morena tinha.
Eu: Para, dá uma pausa. Um recreio e a gente continua.
Moça: (quando se virou e me viu) Olha como você tá, garoto!! Você tá se sentindo bem?
Eu: Não, hehe, por isso me dá um segundo pra eu me recompor e a gente vê. (peguei uma toalhinha que tenho perto da cama e comecei a me secar)
Moça: Não, mas olha como você tá, você vai ficar mais doente, melhor a gente se acalmar. Pode te acontecer alguma coisa!!
Eu: Com a vontade que eu tô de continuar trepando, não tô nem aí pra nada.
Moça: Não, eu te compenso outro dia...
Eu: Que outro dia? Ainda falta hoje, vou tomar um banho e a gente vê o que faz.
Moça: Toma banho e eu peço um táxi, porque você vai ficar muito doente.
Continua.....
Espero que vocês gostem, é o primeiro relato, me digam se tem continuação ou se eu decido contar outras aventuras, me digam se tem muita introdução, ou se preferem mais descrições físicas, ou mais o momento do sexo, mais preliminares. Aceito opiniões.
5 comentários - La moza del pool (primer relato) (primera parte)