Olá, sou o Luciano. Outro dia, um leitor me mandou um conto. Muitos já devem ter lido. Só espero um comentário bom e um like se você realmente gostou. A mulher, mesmo assim, se aproximou pra tentar abrir a porta, mas desistiu quando ouviu o vento assobiar forte. Não tinha acontecido nada, só que a porta bateu por causa da corrente de ar que percorria a casa. Levemente aliviada, Marta se virou pra voltar pro lugar onde ia dormir naquela noite. Deitou no sofá e se cobriu um pouco pra não pegar frio com o vento que tinha se levantado, mas outra coisa perturbou Marta de novo: uns passos no corredor que ligava a sala ao quarto dela. Marta aguçou a audição, porque os passos eram muito silenciosos, como se quem estivesse andando estivesse descalço, mas não tinha dúvida de que estavam se aproximando. A mulher achou que era o filho dela, que costumava sair toda noite pra ir ao banheiro ou à cozinha pegar algo pra comer, mas preferiu ficar acordada pra ter certeza de que era ele. Marta conseguiu ver da posição dela a silhueta do filho. Era um rapaz bem mais alto que a média, de corpo magro e pele bem clara, porque Juan, que era o nome dele, não costumava sair muito. Apesar de a escuridão ser bem forte, Marta conseguiu perceber que a única roupa que o filho vestia era uma cueca samba-canção, o que chamou a atenção dela, já que Juan era um garoto muito tímido. – Da próxima vez que for ao banheiro, tenta deixar as portas fechadas – disse a mulher em voz baixa, mas depois de alguns segundos não recebeu resposta nenhuma. Marta, irritada por o filho ignorá-la, se levantou pra acender a luz e lá encontrou Juan, vestido só com a cueca e andando de olhos fechados. O filho dela era sonâmbulo. Marta não sabia muito sobre o assunto, mas tinha certeza de que não devia acordá-lo. A mulher, com medo de perturbá-lo, ficou parada. quieta na zona do quarto onde estava, observando interessada a reação do filho, já que nunca tinha visto ninguém naquele estado. O garoto se moveu lentamente pela sala indo em direção à porta que dava para o quarto dele, mas quando chegou na altura onde a mãe estava, parou. Marta tentou se afastar do caminho do filho o mais devagar possível para não chamar a atenção dele e ele seguir seu rumo até a cama, mas o sonâmbulo não deixou passar a presença da mãe e esticou os braços para colocar uma mão em cada ombro da mulher, o que a deixou nervosa, ela não sabia o que uma pessoa podia fazer e isso fez o coração dela começar a bater forte. Depois de alguns segundos com as mãos perto do pescoço de Marta, Juan começou a baixá-las lenta e suavemente, fazendo a mulher relaxar um pouco e começar a dar passos lentos para trás tentando se afastar das mãos do filho, mas a mulher não conseguiu porque quando os dedos do rapaz chegaram nos peitos dela, não hesitaram em dar um aperto bem forte que a obrigou a parar de novo e levar as mãos à boca para não gritar. O garoto continuou apertando os grandes, macios e quentes peitos da mãe com força por alguns instantes, até que finalmente ficou um pouco mais delicado, e a mulher aproveitou para dar uns passos para trás na esperança de que o filho parasse. Juan tentou reencontrar as tetas da mãe, mas a tentativa foi inútil porque Marta, assim que se livrou do filho, tinha se afastado dele mais alguns passos, ficando numa posição de onde podia ver o rosto de desejo do descendente e a imponente ereção que tinha crescido entre as pernas dele, deixando aparecer por cima da cueca um pau grosso coroado com uma glande arroxeada, louca por sexo. Marta observou um pouco angustiada a reação do filho, que continuava procurando as tetas que tinha tido entre as mãos, sabia que se o marido dela ela acordava e encontrava o filho naquele estado, não seria tão precavida quanto ela. Por sorte, Juan foi pro quarto dele pouco tempo depois. A mulher se deitou no sofá de novo alguns minutos depois que o filho saiu da sala, mas custou a pegar no sono por vários motivos: primeiro, porque tinha medo que o filho voltasse sonâmbulo; segundo, porque começou a lembrar das inúmeras vezes que ouvira o filho se levantar à noite — com certeza o sonambulismo era um problema que ele já carregava há muito tempo; e por último, não conseguia dormir porque sentir as mãos do filho examinando os peitos dela e ver o pênis imponente que ele tinha a deixou excitada pra caralho.
Na manhã seguinte, Marta custou a se levantar. Já estava acostumada a perder sono por causa dos roncos do marido, mas somar a isso o encontro noturno com o filho fez a cabeça dela não parar de funcionar até que ela caiu de exaustão depois de se dar uma aliviada. A mulher só acordou o marido, já que fazia uns dois anos que o filho tinha proibido terminantemente que ela fosse acordá-lo, depois que uma manhã ela o despertou pra ir pro colégio e o encontrou no quarto dele pelado e se masturbando, o que fez ele sentir uma puta vergonha, apesar da mãe ter insistido em tirar a importância disso.
Marta não conseguiu evitar comparar o pinto pequeno que tinha visto no filho há dois anos com o quanto ele tinha crescido até a noite anterior — pensamento que fez ela ficar excitada de novo antes de sair de casa e ter que passar no banheiro pra se masturbar com total privacidade antes de ir pro trabalho. Marta, mesmo tentando manter fora da cabeça a quantidade de pensamentos eróticos com o filho como protagonista, não conseguiu se concentrar no trampo de contadora, o que fez ela ter que aguentar uma bronca do chefe antes de ir embora. Novo pra sua casa. Naquele dia, tentando não ficar sozinha em casa pensando no que tinha rolado na noite anterior, a Marta convidou uma colega de trabalho pra almoçar com ela. Sem dúvida, aquela era a melhor amiga dela, mesmo tendo uns 10 anos a menos, elas se davam super bem e trocavam todo tipo de fofoca, mas naquela ocasião a Marta não tava a fim de confessar os pensamentos pecaminosos que tinha em relação ao filho dela.
– É algo cansativo pra caralho – falou a Marta pra colega Susana enquanto servia um café pra ela – não consigo dormir com os roncos do meu marido e não sei o que fazer.
– Vocês foram no médico? – perguntou a mulher enquanto passava a mão na própria cabeleira loira comprida.
– Não, ele não dá importância – respondeu a Marta.
– Pois deveria dar, acho que o chefe não vai ter muita pena de te mandar embora se não te ver mais ativa – falou a Susana num tom de aviso suave.
– Pensei em tomar algum tipo de remédio pra dormir – disse a Marta olhando pra amiga, sabendo que ela costumava tomar.
– Comigo funciona bem, mas você não devia tomar remédio tendo outras opções – avisou ela.
Do jeito que a Marta sabia, a Susana cedeu ao pedido dela e deu um par de comprimidos pra ela experimentar, depois que a Marta pressionou o suficiente.
Durante o jantar, a Marta tentou olhar pro filho o mínimo possível, sem desviar o olhar rápido demais pra ele não achar que tinha algo errado. A mulher não queria que, no meio da janta, os desejos que tinham despertado nela na noite anterior aparecessem na frente do Juan e do marido.
Como de costume, depois de colocar os pratos na lava-louças, o Juan foi pro quarto dele, deixando os pais na sala vendo a programação chata de quinta à noite, uma programação que fez o Joaquim, marido da Marta, ir dormir antes das 11 da noite.
A Marta aguentou mais um pouco, mas quando decidiu que era hora de ir pra cama, percebeu que naquela noite também não ia conseguir dormir na cama dela junto com o marido, já que os roncos eram ouvidos claramente pelo corredor. Resignada ao seu destino, Marta se deitou no sofá da sala e se cobriu com uma das mantas que costumava deixar por ali para casos como aquele. Levou apenas alguns minutos para pegar no sono. Mas o sonho não durou muito. Antes de cair no sono profundo, ouviu a porta do corredor se abrir e, atrás dela, sair Juan, assim como na noite anterior, cobrindo sua nudez apenas com uma pequena cueca branca que escondia sua masculinidade. Marta se levantou silenciosamente e começou a seguir o filho pela casa. O rapaz não foi a lugar nenhum em específico, simplesmente ficava andando pela casa. Marta, que achava que ele manteria um ritmo mais ou menos constante, seguiu-o de perto, mas aumentou um pouco a distância quando ele se virou de repente e quase esbarrou nela. A mulher não conseguia parar de admirar o corpo do filho. Ele era um garoto extremamente atraente, alto, com músculos bem definidos por causa da academia que frequentava há quase um ano, e um pênis magnífico, no qual sua mãe não parava de pensar desde que o vira no dia anterior. Vê-lo e tê-lo tão perto, sem que ele percebesse o que estava ao redor, fez a excitação de Marta crescer, até chegar ao ponto de não aguentar mais e ir para a sala tirar a roupa sem ter problemas de esbarrar no filho. Levou poucos segundos para se livrar do pijama, ficando completamente nua. O corpo da mulher não era ruim para seus 46 anos. Ela tinha a pele clara, cabelo longo e castanho, seios bem grandes coroados por mamilos rosados que, até alguns meses atrás, eram uma delícia para o marido, e uma buceta grande e rosada que tinha o costume de depilar desde muito jovem. Marta esperou o filho na sala. Não queria abordá-lo muito perto do quarto do marido, já que, embora a mulher tivesse se encarregado de dar a ele um dos comprimidos para dormir diluído, Susana não tinha certeza do barulho que faria se todo o plano dela desse certo como ela tinha planejado. Juan não se fez de rogado, e em poucos minutos começou a voltar para o quarto dele, cruzando de novo com a mãe quando estava quase chegando na porta do corredor que ligava ao quarto dele, mas tinha duas diferenças importantes em relação à noite anterior: ele não ia tirar a roupa e estava completamente pelado. O rapaz, ao sentir o obstáculo, esticou os braços que pousaram exatamente nos peitos da mãe. A mulher, encantada por ele ter acertado de primeira nos seios dela, segurou os pulsos dele com cuidado para que ele não tirasse as mãos dali. Segundo ela tinha lido na internet naquela tarde, o filho não deveria acordar se nenhuma perturbação brusca alterasse o sono dele, e Marta não tinha a menor intenção de perturbá-lo. — Deixa eu descer isso um pouquinho — disse Marta enquanto colocava uma mão de cada lado da cintura do rapaz para começar a deslizar com cuidado a cueca do filho até deixá-la na altura dos joelhos. A mulher ficou impressionada com o pau do garoto, que era visivelmente maior que o do marido dela. Marta lentamente esticou os braços para acariciar aquele grande falo de carne quente e pulsante que tinha na frente dela, fazendo ele inchar ainda mais. A mulher sabia que aquilo estava enlouquecendo o filho, porque quanto mais ela passava a mão no pau dele, mais forte Juan apertava os peitos dela. A mãe, que não queria se separar do filho nem por um instante, segurou os antebraços dele e, aos poucos, foi subindo as mãos dele até que elas alcançassem o rosto dela. A mulher sorriu quando isso aconteceu, porque começou a se abaixar lentamente, ficando a cada segundo mais perto da grande rola do filho, que ela estava morrendo de vontade de ter entre os lábios. Quando o rosto dela ficou na altura do membro de Juan, Marta deu duas lambidas longas, começando pelas duas bolas grandes que pendiam entre as pernas do filho até terminar na grande e úmida glande do rapaz, que soltou um leve murmúrio de prazer. A mulher, ao ouvi-lo, ergueu um pouco a cabeça para ver se o tinha acordado, mas ele continuava de olhos fechados. Apesar da grande excitação que sentia naquele momento, Marta teve o bom senso de fazer as mãos do filho descerem até os ombros dele antes de meter o pau dele na boca, já que, se o filho a obrigasse a seguir um ritmo muito intenso durante o boquete, ela correria o risco de engasgar e não queria de jeito nenhum gozar assim aquela experiência excitante. Juan aceitou sem muitos problemas baixar um pouco as mãos para deixar a mãe trabalhar, e ela meteu o pau do filho na boca na primeira oportunidade, provocando novos murmúrios de prazer por parte do rapaz. A mulher balançava a cabeça, motivada uma e outra vez, enquanto ouvia a sinfonia de gemidos que o filho emitia diante das suas habilidades. Marta não fazia um boquete há muitos meses, nem no marido nem em ninguém, mas não demorou a lembrar das suas melhores técnicas de sedução, fazendo com que o primogênito não aguentasse mais de três minutos antes de soltar todo o seu esperma quente na boca da mãe. A mãe tirou o pau do rapaz da boca devagar para não perder nem uma gota de esperma; normalmente não engolia, mas por ser o filho abriu uma exceção e tomou até a última gota de porra enquanto se acariciava a buceta molhada e observava o pênis de Juan começar a murchar rapidamente. – Isso ainda não acabou, querido – disse ela ao filho num sussurro, enquanto se levantava depois de limpar com cuidado os restos de porra do pênis do rapaz – ainda tem muito o que explorar – falou, sentindo o pau do filho encostado no seu umbigo e se dedicando a lamber o torso musculado e depilado de Juan. O garoto não precisou de muitas instruções da mãe para começar a explorar o corpo da mulher que tinha à sua frente, iniciando a exploração pelas costas para agarrá-la com muita firmeza. as nalgas macias e um pouco grandes de Marta, que gemeu surpresa ao sentir o moleque tentando enfiar um dedo no cu dela. Marta soltou um gemidinho de tesão quando sentiu o dedo indicador do filho dentro da bunda dela, o marido sempre tinha sido muito careta na hora do sexo e ela sempre tinha que se estimular sozinha naquela área, mas naquele momento o filho fazendo isso fez a excitação dela crescer ainda mais. A mãe foi sentindo na barriga dela o pau do filho endurecendo enquanto Marta beijava, mordia e chupava os peitorais durões dele. – Maravilha – falou Marta num sussurro enquanto pegava no pau do filho, sentindo as mãos dele soltarem a bunda dela na hora, com certeza esperançoso de gozar de novo – acho que já é hora de você voltar pra cama, mas como sou uma mãe muito boazinha, vou te acompanhar. O garoto se deixou guiar com toda confiança na mãe, que puxava o pau dele com cuidado, subindo e descendo a pele que cobria a cabeça generosa, Marta não conseguiu evitar salivar um pouco mais do que o normal imaginando o orgasmo que estava prestes a receber. O quarto do João estava meio bagunçado, mas isso não importou pra mulher que pegou na cabeça do filho esticando bem os braços, já que ele era uns 30 centímetros mais alto que ela. A mãe não sabia se aquela ia ser a única chance que teria de transar com o filho, então assim que colocou o rosto do João na altura dela, o beijou. Se sentiu terrivelmente decepcionada nos primeiros segundos porque o amante sonâmbulo não fez nem um movimento pra devolver o beijo, até que finalmente tentou enfiar a língua na boca da mãe, tarefa pra qual Marta deu todas as facilidades do mundo. Depois de um beijo longo, Marta continuou pressionando os ombros do João pra baixo pra ele ir descendo e pudesse explorar o corpo maduro da mulher com a língua. João se distraiu um bom Rato chupando e sugando os grandes e eretos mamilos da mãe, que não conseguia se segurar e gemia bem mais alto do que queria. A mulher, depois de sentir a língua rápida do filho nos peitos, continuou fazendo força nos ombros do garoto para que o rosto dele ficasse na altura da buceta dela e lambesse aquela área que lhe daria tanto prazer. O tesão de ter o filho ajoelhado lambendo sua buceta molhada fez Marta ter que colocar as mãos na boca para não gemir igual uma louca e, com toda certeza, acordar o marido. O garoto se comportou como um amante de primeira, atendendo todas as necessidades da mãe sem mostrar um pingo de impaciência para penetrar a mulher que ele tanto estava lambendo. – Bom trabalho, meu filho – disse a mulher, se inclinando para pegar a rola de Juan de novo, que estava mais dura do que nunca, e começou a levantá-lo devagar enquanto o acariciava. A mãe adoraria poder deitar o filho na cama e cavalgá-lo até os dois gozarem, mas não tinha certeza se conseguiria fazer isso sem que ele acordasse, então decidiu se colocar de quatro, deixando a bunda na beirada da cama com as pernas bem abertas. – Agora você vai penetrar uma mulher, filho – disse ela com um sorriso enquanto passava a glande do garoto pela buceta dela uma e outra vez – não sei se você já fez isso antes, mas a mamãe está aqui para te ajudar. Só precisou enfiar a cabeça da rola de Juan na buceta dela para que ele pudesse continuar sozinho, metendo e tirando o membro inchado e pulsante da buceta da mãe. Marta se surpreendeu que o pau do garoto crescesse ainda mais dentro dela, fazendo com que ela tivesse que se esticar para pegar o travesseiro da cama em que estavam e colocá-lo no rosto enquanto sentia as investidas furiosas de Juan, mas o garoto não deixou ela ficar naquela posição, pois com as mãos tentou encontrar os peitos da mãe para agarrá-los com força. coisa que fez Marta ficar ainda mais excitada. A cada penetração do garoto, Marta tinha menos dificuldade em ficar de boca fechada, mesmo que o prazer continuasse muito intenso, a mulher tinha conseguido reduzir os sons ao mínimo. Ela aguentou perfeitamente até que o filho começou a cansar e, para recuperar as forças, deixou o tronco cair sobre as costas da mãe, fazendo com que ela tivesse que aguentar aquele peso com os braços enquanto continuava sentindo a pica de João enfiando nela cada vez com menos intensidade. – Agora a mamãe vai fazer todo o trabalho, meu filho – disse a mulher sorrindo quando conseguiu deitar o garoto cuidadosamente de costas na cama, com o pau ereto apontando para o teto. A mãe abriu os lábios da buceta o máximo que pôde para que a pica de João entrasse com o menor atrito possível, conseguindo senti-la no fundo do seu ser depois de alguns movimentos habilidosos. Marta começou a cavalgar devagar enquanto segurava as mãos do filho para não perder o equilíbrio, a mulher estava no paraíso, raras vezes tinha tido um pau daquele tamanho perfurando ela, mas sem dúvida nenhuma dessas vezes tinha sentido o tesão e a vontade que invadiam seu corpo naqueles momentos. – Tá procurando meus peitos, hein, safado? – perguntou a mulher sorrindo, sabendo que o garoto não tinha consciência do que fazia – já que você é um bom menino com a mamãe, vou deixar – sentenciou a mãe segurando os pulsos do filho para levar as mãos grandes de João até os peitos volumosos de Marta. A mulher pulava cada vez com mais energia em cima do pau do filho, que a cada vez a penetrava mais fundo, fazendo ela soltar alguns gemidos mais altos do que estava disposta a expressar no começo. Marta sentia como João apertava os seios dela com mais força à medida que a excitação dele crescia, o que era ótimo para ela poder controlar o orgasmo do filho, diminuindo o ritmo quando via que Estava quase gozando e aumentando o ritmo quando sentiu que a ereção do garoto não a preenchia tanto quanto ela queria. O que estava claro é que ela não ia deixar o moleque gozar de novo até que ela mesma chegasse ao clímax. – Mais, mais, me dá mais! – exigiu a mulher em voz baixa, cavalgando com tanta intensidade que as molas da cama do garoto começaram a ranger sob o peso dela. Marta não parou até chegar ao orgasmo e soltar todos os fluidos dela sobre o pau inchado do filho, mas mesmo satisfeita, não deixou de pular em cima da rola do moleque – fazia tempo que não sentia tanto prazer e não achava justo não deixar o garoto gozar dentro dela. No rosto de Juan deu pra ver claramente o prazer quando ele finalmente ejaculou dentro da mãe, fazendo a mulher sentir um belo jato de sêmen invadindo ela. – Bom trabalho, meu filho – disse Marta num sussurro, esmagando com os peitos suados o torso do garoto e abraçando ele. Depois de alguns minutos abraçando o filho e sentindo as mãos dele percorrerem o corpo todo, a mulher começou a se levantar para ir até o pau do moleque, que estava encharcado pelos fluidos vaginais de Marta e com a cabecinha coberta de restos de sêmen – e ela não hesitou em começar a limpar. O pinto de Juan, claro, tinha perdido a vitalidade inicial depois de dois orgasmos, mas ainda mantinha um tamanho considerável e não estava totalmente mole, o que fez o trabalho oral de Marta ser mais fácil do que o esperado. – Tenho certeza de que não será a última vez que a gente se vê – disse a mulher num sussurro depois de dar uma boa lambida nos ovos do garoto. Assim que considerou que tinha eliminado a maior parte das provas de que houve sexo naquela cama, a mulher saiu da cama na ponta dos pés para cobrir o menino e dar um beijo na testa dele antes de ir para o sofá e dormir como não dormia há muito tempo.
Na manhã seguinte, Marta custou a se levantar. Já estava acostumada a perder sono por causa dos roncos do marido, mas somar a isso o encontro noturno com o filho fez a cabeça dela não parar de funcionar até que ela caiu de exaustão depois de se dar uma aliviada. A mulher só acordou o marido, já que fazia uns dois anos que o filho tinha proibido terminantemente que ela fosse acordá-lo, depois que uma manhã ela o despertou pra ir pro colégio e o encontrou no quarto dele pelado e se masturbando, o que fez ele sentir uma puta vergonha, apesar da mãe ter insistido em tirar a importância disso.
Marta não conseguiu evitar comparar o pinto pequeno que tinha visto no filho há dois anos com o quanto ele tinha crescido até a noite anterior — pensamento que fez ela ficar excitada de novo antes de sair de casa e ter que passar no banheiro pra se masturbar com total privacidade antes de ir pro trabalho. Marta, mesmo tentando manter fora da cabeça a quantidade de pensamentos eróticos com o filho como protagonista, não conseguiu se concentrar no trampo de contadora, o que fez ela ter que aguentar uma bronca do chefe antes de ir embora. Novo pra sua casa. Naquele dia, tentando não ficar sozinha em casa pensando no que tinha rolado na noite anterior, a Marta convidou uma colega de trabalho pra almoçar com ela. Sem dúvida, aquela era a melhor amiga dela, mesmo tendo uns 10 anos a menos, elas se davam super bem e trocavam todo tipo de fofoca, mas naquela ocasião a Marta não tava a fim de confessar os pensamentos pecaminosos que tinha em relação ao filho dela.
– É algo cansativo pra caralho – falou a Marta pra colega Susana enquanto servia um café pra ela – não consigo dormir com os roncos do meu marido e não sei o que fazer.
– Vocês foram no médico? – perguntou a mulher enquanto passava a mão na própria cabeleira loira comprida.
– Não, ele não dá importância – respondeu a Marta.
– Pois deveria dar, acho que o chefe não vai ter muita pena de te mandar embora se não te ver mais ativa – falou a Susana num tom de aviso suave.
– Pensei em tomar algum tipo de remédio pra dormir – disse a Marta olhando pra amiga, sabendo que ela costumava tomar.
– Comigo funciona bem, mas você não devia tomar remédio tendo outras opções – avisou ela.
Do jeito que a Marta sabia, a Susana cedeu ao pedido dela e deu um par de comprimidos pra ela experimentar, depois que a Marta pressionou o suficiente.
Durante o jantar, a Marta tentou olhar pro filho o mínimo possível, sem desviar o olhar rápido demais pra ele não achar que tinha algo errado. A mulher não queria que, no meio da janta, os desejos que tinham despertado nela na noite anterior aparecessem na frente do Juan e do marido.
Como de costume, depois de colocar os pratos na lava-louças, o Juan foi pro quarto dele, deixando os pais na sala vendo a programação chata de quinta à noite, uma programação que fez o Joaquim, marido da Marta, ir dormir antes das 11 da noite.
A Marta aguentou mais um pouco, mas quando decidiu que era hora de ir pra cama, percebeu que naquela noite também não ia conseguir dormir na cama dela junto com o marido, já que os roncos eram ouvidos claramente pelo corredor. Resignada ao seu destino, Marta se deitou no sofá da sala e se cobriu com uma das mantas que costumava deixar por ali para casos como aquele. Levou apenas alguns minutos para pegar no sono. Mas o sonho não durou muito. Antes de cair no sono profundo, ouviu a porta do corredor se abrir e, atrás dela, sair Juan, assim como na noite anterior, cobrindo sua nudez apenas com uma pequena cueca branca que escondia sua masculinidade. Marta se levantou silenciosamente e começou a seguir o filho pela casa. O rapaz não foi a lugar nenhum em específico, simplesmente ficava andando pela casa. Marta, que achava que ele manteria um ritmo mais ou menos constante, seguiu-o de perto, mas aumentou um pouco a distância quando ele se virou de repente e quase esbarrou nela. A mulher não conseguia parar de admirar o corpo do filho. Ele era um garoto extremamente atraente, alto, com músculos bem definidos por causa da academia que frequentava há quase um ano, e um pênis magnífico, no qual sua mãe não parava de pensar desde que o vira no dia anterior. Vê-lo e tê-lo tão perto, sem que ele percebesse o que estava ao redor, fez a excitação de Marta crescer, até chegar ao ponto de não aguentar mais e ir para a sala tirar a roupa sem ter problemas de esbarrar no filho. Levou poucos segundos para se livrar do pijama, ficando completamente nua. O corpo da mulher não era ruim para seus 46 anos. Ela tinha a pele clara, cabelo longo e castanho, seios bem grandes coroados por mamilos rosados que, até alguns meses atrás, eram uma delícia para o marido, e uma buceta grande e rosada que tinha o costume de depilar desde muito jovem. Marta esperou o filho na sala. Não queria abordá-lo muito perto do quarto do marido, já que, embora a mulher tivesse se encarregado de dar a ele um dos comprimidos para dormir diluído, Susana não tinha certeza do barulho que faria se todo o plano dela desse certo como ela tinha planejado. Juan não se fez de rogado, e em poucos minutos começou a voltar para o quarto dele, cruzando de novo com a mãe quando estava quase chegando na porta do corredor que ligava ao quarto dele, mas tinha duas diferenças importantes em relação à noite anterior: ele não ia tirar a roupa e estava completamente pelado. O rapaz, ao sentir o obstáculo, esticou os braços que pousaram exatamente nos peitos da mãe. A mulher, encantada por ele ter acertado de primeira nos seios dela, segurou os pulsos dele com cuidado para que ele não tirasse as mãos dali. Segundo ela tinha lido na internet naquela tarde, o filho não deveria acordar se nenhuma perturbação brusca alterasse o sono dele, e Marta não tinha a menor intenção de perturbá-lo. — Deixa eu descer isso um pouquinho — disse Marta enquanto colocava uma mão de cada lado da cintura do rapaz para começar a deslizar com cuidado a cueca do filho até deixá-la na altura dos joelhos. A mulher ficou impressionada com o pau do garoto, que era visivelmente maior que o do marido dela. Marta lentamente esticou os braços para acariciar aquele grande falo de carne quente e pulsante que tinha na frente dela, fazendo ele inchar ainda mais. A mulher sabia que aquilo estava enlouquecendo o filho, porque quanto mais ela passava a mão no pau dele, mais forte Juan apertava os peitos dela. A mãe, que não queria se separar do filho nem por um instante, segurou os antebraços dele e, aos poucos, foi subindo as mãos dele até que elas alcançassem o rosto dela. A mulher sorriu quando isso aconteceu, porque começou a se abaixar lentamente, ficando a cada segundo mais perto da grande rola do filho, que ela estava morrendo de vontade de ter entre os lábios. Quando o rosto dela ficou na altura do membro de Juan, Marta deu duas lambidas longas, começando pelas duas bolas grandes que pendiam entre as pernas do filho até terminar na grande e úmida glande do rapaz, que soltou um leve murmúrio de prazer. A mulher, ao ouvi-lo, ergueu um pouco a cabeça para ver se o tinha acordado, mas ele continuava de olhos fechados. Apesar da grande excitação que sentia naquele momento, Marta teve o bom senso de fazer as mãos do filho descerem até os ombros dele antes de meter o pau dele na boca, já que, se o filho a obrigasse a seguir um ritmo muito intenso durante o boquete, ela correria o risco de engasgar e não queria de jeito nenhum gozar assim aquela experiência excitante. Juan aceitou sem muitos problemas baixar um pouco as mãos para deixar a mãe trabalhar, e ela meteu o pau do filho na boca na primeira oportunidade, provocando novos murmúrios de prazer por parte do rapaz. A mulher balançava a cabeça, motivada uma e outra vez, enquanto ouvia a sinfonia de gemidos que o filho emitia diante das suas habilidades. Marta não fazia um boquete há muitos meses, nem no marido nem em ninguém, mas não demorou a lembrar das suas melhores técnicas de sedução, fazendo com que o primogênito não aguentasse mais de três minutos antes de soltar todo o seu esperma quente na boca da mãe. A mãe tirou o pau do rapaz da boca devagar para não perder nem uma gota de esperma; normalmente não engolia, mas por ser o filho abriu uma exceção e tomou até a última gota de porra enquanto se acariciava a buceta molhada e observava o pênis de Juan começar a murchar rapidamente. – Isso ainda não acabou, querido – disse ela ao filho num sussurro, enquanto se levantava depois de limpar com cuidado os restos de porra do pênis do rapaz – ainda tem muito o que explorar – falou, sentindo o pau do filho encostado no seu umbigo e se dedicando a lamber o torso musculado e depilado de Juan. O garoto não precisou de muitas instruções da mãe para começar a explorar o corpo da mulher que tinha à sua frente, iniciando a exploração pelas costas para agarrá-la com muita firmeza. as nalgas macias e um pouco grandes de Marta, que gemeu surpresa ao sentir o moleque tentando enfiar um dedo no cu dela. Marta soltou um gemidinho de tesão quando sentiu o dedo indicador do filho dentro da bunda dela, o marido sempre tinha sido muito careta na hora do sexo e ela sempre tinha que se estimular sozinha naquela área, mas naquele momento o filho fazendo isso fez a excitação dela crescer ainda mais. A mãe foi sentindo na barriga dela o pau do filho endurecendo enquanto Marta beijava, mordia e chupava os peitorais durões dele. – Maravilha – falou Marta num sussurro enquanto pegava no pau do filho, sentindo as mãos dele soltarem a bunda dela na hora, com certeza esperançoso de gozar de novo – acho que já é hora de você voltar pra cama, mas como sou uma mãe muito boazinha, vou te acompanhar. O garoto se deixou guiar com toda confiança na mãe, que puxava o pau dele com cuidado, subindo e descendo a pele que cobria a cabeça generosa, Marta não conseguiu evitar salivar um pouco mais do que o normal imaginando o orgasmo que estava prestes a receber. O quarto do João estava meio bagunçado, mas isso não importou pra mulher que pegou na cabeça do filho esticando bem os braços, já que ele era uns 30 centímetros mais alto que ela. A mãe não sabia se aquela ia ser a única chance que teria de transar com o filho, então assim que colocou o rosto do João na altura dela, o beijou. Se sentiu terrivelmente decepcionada nos primeiros segundos porque o amante sonâmbulo não fez nem um movimento pra devolver o beijo, até que finalmente tentou enfiar a língua na boca da mãe, tarefa pra qual Marta deu todas as facilidades do mundo. Depois de um beijo longo, Marta continuou pressionando os ombros do João pra baixo pra ele ir descendo e pudesse explorar o corpo maduro da mulher com a língua. João se distraiu um bom Rato chupando e sugando os grandes e eretos mamilos da mãe, que não conseguia se segurar e gemia bem mais alto do que queria. A mulher, depois de sentir a língua rápida do filho nos peitos, continuou fazendo força nos ombros do garoto para que o rosto dele ficasse na altura da buceta dela e lambesse aquela área que lhe daria tanto prazer. O tesão de ter o filho ajoelhado lambendo sua buceta molhada fez Marta ter que colocar as mãos na boca para não gemir igual uma louca e, com toda certeza, acordar o marido. O garoto se comportou como um amante de primeira, atendendo todas as necessidades da mãe sem mostrar um pingo de impaciência para penetrar a mulher que ele tanto estava lambendo. – Bom trabalho, meu filho – disse a mulher, se inclinando para pegar a rola de Juan de novo, que estava mais dura do que nunca, e começou a levantá-lo devagar enquanto o acariciava. A mãe adoraria poder deitar o filho na cama e cavalgá-lo até os dois gozarem, mas não tinha certeza se conseguiria fazer isso sem que ele acordasse, então decidiu se colocar de quatro, deixando a bunda na beirada da cama com as pernas bem abertas. – Agora você vai penetrar uma mulher, filho – disse ela com um sorriso enquanto passava a glande do garoto pela buceta dela uma e outra vez – não sei se você já fez isso antes, mas a mamãe está aqui para te ajudar. Só precisou enfiar a cabeça da rola de Juan na buceta dela para que ele pudesse continuar sozinho, metendo e tirando o membro inchado e pulsante da buceta da mãe. Marta se surpreendeu que o pau do garoto crescesse ainda mais dentro dela, fazendo com que ela tivesse que se esticar para pegar o travesseiro da cama em que estavam e colocá-lo no rosto enquanto sentia as investidas furiosas de Juan, mas o garoto não deixou ela ficar naquela posição, pois com as mãos tentou encontrar os peitos da mãe para agarrá-los com força. coisa que fez Marta ficar ainda mais excitada. A cada penetração do garoto, Marta tinha menos dificuldade em ficar de boca fechada, mesmo que o prazer continuasse muito intenso, a mulher tinha conseguido reduzir os sons ao mínimo. Ela aguentou perfeitamente até que o filho começou a cansar e, para recuperar as forças, deixou o tronco cair sobre as costas da mãe, fazendo com que ela tivesse que aguentar aquele peso com os braços enquanto continuava sentindo a pica de João enfiando nela cada vez com menos intensidade. – Agora a mamãe vai fazer todo o trabalho, meu filho – disse a mulher sorrindo quando conseguiu deitar o garoto cuidadosamente de costas na cama, com o pau ereto apontando para o teto. A mãe abriu os lábios da buceta o máximo que pôde para que a pica de João entrasse com o menor atrito possível, conseguindo senti-la no fundo do seu ser depois de alguns movimentos habilidosos. Marta começou a cavalgar devagar enquanto segurava as mãos do filho para não perder o equilíbrio, a mulher estava no paraíso, raras vezes tinha tido um pau daquele tamanho perfurando ela, mas sem dúvida nenhuma dessas vezes tinha sentido o tesão e a vontade que invadiam seu corpo naqueles momentos. – Tá procurando meus peitos, hein, safado? – perguntou a mulher sorrindo, sabendo que o garoto não tinha consciência do que fazia – já que você é um bom menino com a mamãe, vou deixar – sentenciou a mãe segurando os pulsos do filho para levar as mãos grandes de João até os peitos volumosos de Marta. A mulher pulava cada vez com mais energia em cima do pau do filho, que a cada vez a penetrava mais fundo, fazendo ela soltar alguns gemidos mais altos do que estava disposta a expressar no começo. Marta sentia como João apertava os seios dela com mais força à medida que a excitação dele crescia, o que era ótimo para ela poder controlar o orgasmo do filho, diminuindo o ritmo quando via que Estava quase gozando e aumentando o ritmo quando sentiu que a ereção do garoto não a preenchia tanto quanto ela queria. O que estava claro é que ela não ia deixar o moleque gozar de novo até que ela mesma chegasse ao clímax. – Mais, mais, me dá mais! – exigiu a mulher em voz baixa, cavalgando com tanta intensidade que as molas da cama do garoto começaram a ranger sob o peso dela. Marta não parou até chegar ao orgasmo e soltar todos os fluidos dela sobre o pau inchado do filho, mas mesmo satisfeita, não deixou de pular em cima da rola do moleque – fazia tempo que não sentia tanto prazer e não achava justo não deixar o garoto gozar dentro dela. No rosto de Juan deu pra ver claramente o prazer quando ele finalmente ejaculou dentro da mãe, fazendo a mulher sentir um belo jato de sêmen invadindo ela. – Bom trabalho, meu filho – disse Marta num sussurro, esmagando com os peitos suados o torso do garoto e abraçando ele. Depois de alguns minutos abraçando o filho e sentindo as mãos dele percorrerem o corpo todo, a mulher começou a se levantar para ir até o pau do moleque, que estava encharcado pelos fluidos vaginais de Marta e com a cabecinha coberta de restos de sêmen – e ela não hesitou em começar a limpar. O pinto de Juan, claro, tinha perdido a vitalidade inicial depois de dois orgasmos, mas ainda mantinha um tamanho considerável e não estava totalmente mole, o que fez o trabalho oral de Marta ser mais fácil do que o esperado. – Tenho certeza de que não será a última vez que a gente se vê – disse a mulher num sussurro depois de dar uma boa lambida nos ovos do garoto. Assim que considerou que tinha eliminado a maior parte das provas de que houve sexo naquela cama, a mulher saiu da cama na ponta dos pés para cobrir o menino e dar um beijo na testa dele antes de ir para o sofá e dormir como não dormia há muito tempo.
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