Olá, esta é a segunda parte da história, vocês precisam ler a primeira para entender melhor.
Bom, na manhã seguinte estávamos tomando café da manhã por volta das 9h, toda a minha família, exceto a Rebeca, que estava se arrumando para o "encontro" com meu pai. A verdade é que ninguém esperava que ela se arrumasse tão gostosa, já que só ia dar uma olhada em uns negócios com o sogro. Por isso, não tinha necessidade de se produzir como se fosse sair com o namorado, marido ou ficante. Mas eu sabia que não ia ser assim, porque já estava começando a conhecê-la: ela adorava deixar os caras de pau duro e provocar qualquer homem que pudesse. Parece que ela curtia muito isso, talvez fosse algo que a excitava pra caralho.
Depois de algumas horas, começamos a ouvir o barulho dos saltos descendo as escadas. Eu sentia minha respiração acelerar, e meu pau começava a endurecer só de pensar em como ela viria vestida. Aqueles passos eram um sinal de que ela tinha colocado algo realmente gostoso.
E não é que eu não me enganei? Quando ela apareceu no jantar, todo mundo ficou de boca aberta, especialmente meu pai, que não acreditava na mulher gostosa e sexy com quem eu ia sair. Ela vestia uma minissaia branca bem justa e curta demais, muito acima dos joelhos, dava pra ver umas pernas deliciosas, e usava umas sapatilhas de salto agulha preto. Na parte de cima, uma blusa azul marinho sem mangas com um decote infernal, dava pra ver o canal que separava os dois peitões enormes e ainda destacava mais um lindo colar de ouro. Ela até tinha passado uma espécie de brilho nos peitos que os deixava muito apetitosos. A maquiagem era escura e bem sexy, o cabelo preso num rabo de cavalo. Sério, ela estava tão gostosa que eu não acreditava que já tinha comido ela todinha.
Rebeca: Bom dia, tô pronta, bora?
Papai: Uau, como você tá gostosa, Rebeca, você é uma mulher muito linda mesmo.
Rebeca: Kkkk, muito obrigada, você é muito gente boa.
Tânia: Mas mãe, vai sair assim?, se vocês vão só ver uns carros, ainda mais que vai ter um monte de homem.
Rebeca: Ai, filha, tá um calor do caramba, não dá pra ir muito coberta, vou derreter, hehe. Além disso, acho que o Mario não vai se importar.
Papai: Não, de jeito nenhum, pelo contrário hehe. Bom, então bora que tá ficando tarde.
Então meu pai se levantou e esperou a Rebeca sair de casa, ela se despediu da gente e ficamos olhando ela se afastar rebolando aquelas cadeiras lindas, balançando aquele par de peitões naquela minissaia.
Na hora subi pro meu quarto pra poder olhar pela janela, já que dava pra ver a rua. Quando cheguei, ainda dava pra ver meu pai lá longe caminhando até o carro com aquela mulher gostosa. Sério, qualquer um que visse os dois na rua ia se surpreender como um cara barrigudo e sem graça nenhuma podia estar do lado daquela mulherão voluptuoso. Enfim, antes de chegar no carro do meu pai, notei que ele passou o braço na cintura dela e ela não fez nenhuma resistência. Meu pai abriu a porta pra ela, fingindo ser todo um cavalheiro, sendo que com a minha mãe ele nunca fazia isso.
Com certeza eu não podia perder o que ia rolar com eles, eu conhecia os lugares que meu pai frequentava e sabia exatamente pra onde ele iria naquele dia, então decidi segui-los pra ver até onde eles podiam ir.
A gente tem um apartamento onde meu pai morou quando era solteiro, antes de comprar a casa pra família. A gente tem um par de chaves, uma que fica no depósito e outra no quarto dos meus pais. Então, imaginei que, se meu pai tivesse a intenção de comer ela, com certeza faria no apartamento. Fui até aquele depósito pegar a chave, mas qual não foi minha surpresa ao perceber que não estava lá. Obviamente, meu pai tinha pegado ela. Então, não tive outra opção a não ser ir ao quarto dos meus pais pegar a segunda cópia. Peguei as chaves e, bem na hora que ia sair, minha mãe apareceu.
Eu: Oi mãe, que bom te ver, vou sair um instante, preciso comprar material pra fazer um trabalho da escola.
Mamãe: Claro… hmm, queria falar com você.
Eu: Tem que ser agora, é que tô meio na correria.
Mamãe: Ontem eu te vi com a Rebeca.
Pfff, esqueci dessa parte, que a mãe tinha chegado um tempinho antes de eu terminar de foder a Rebeca, fiquei sem palavras.
Mãe: Olha, filho, não se preocupa, acredita em mim que eu te entendo, como eu te falei ontem, você é um homem e aquela mulher é gostosa demais, e parece que é uma mulher muito fácil, claro que você não ia recusar se pintasse uma oportunidade e foi o que aconteceu. A única coisa que peço é que você se cuide pra não cometer a burrice de engravidar ela.
A verdade é que as palavras da mamãe me deram muita confiança, nunca esperava que ela fosse levar desse jeito.
Eu: Se mamãe vacilar, eu me viro, será que o pai sabe disso?
Mamãe: Sim, filho, eu falei pra ele ontem e ele disse que ia conversar com ela sobre isso hoje.
Mamãe: Ah, filho, você saiu igualzinho ao seu pai.
Eu: Jeje, beleza mãe, tenho que ir.
Na mesma hora saí correndo e peguei o primeiro táxi que encontrei. Fui direto pro ferro-velho de carros, onde sabia que ia encontrá-los. Quando cheguei, fui rápido pra entrada pra procurar eles, foi quando escutei a conversa de dois flanelinhas que estavam por ali.
Viu a coroa que o Mario chegou junto?
—Não fode, agora esse cara mandou bem pra caralho, a mina é muito gostosa, viu o decote dela? Quase escaparam aqueles peitões.
—Não fode, cara, deixa disso. A bunda que ela tem, eu acho que é uma puta. A minissaia que ela tá usando é foda, quase dá pra ver a buceta dela, kkk.
Então eu tive certeza de que meu pai e a Rebeca estavam lá, então fui procurá-los. Não foi difícil encontrá-los; de longe vi como eles andavam olhando os carros. Alguns assobios não demoraram a aparecer. Todos os homens paravam pra olhar ela: vendedores, clientes, até notei algumas mulheres que olhavam pra ela com cara de "que puta, como ousa vir vestida assim" e dando cotoveladas ou reclamando com seus parceiros que estavam babando.
Eu segui eles por um bom tempo, vendo como meu pai se sentia o rei do mundo junto com a mulher que ele levava do lado. Até via ele colocando a mão no ombro dela ou na cintura pra guiar o caminho. Eu já tava muito tarado e animado, me excitava a ideia de ver meu pai comendo aquela mulherão gostoso. Sabia que ele conseguiria se quisesse, e talvez até pudesse chantagear ela com o que já sabia do que tinha rolado entre ela e o filho dela.
Saíram do lugar e eu segui eles o mais perto possível, o suficiente pra não ser descoberto. Cada vez meu pai tava mais perto do objetivo dele. Nessa altura, já andavam bem juntinhos e ele tava abraçando ela pela cintura. Passaram perto do carro dele, mas não pararam. Percebi que tavam indo pra um restaurante bar que ficava perto dali. Entraram no lugar e, claro, eu também entrei sem ser visto. Por sorte, consegui sentar numa mesa que era do lado da deles, de costas pra um muro que me escondia perfeitamente e me deixava ouvir tudo que eles conversavam.
Eles estavam falando dos carros que tinham visto, aí vejo que um senhor mais ou menos da idade do meu pai se aproxima dela.
Ramiro: E aí, meu Mario, que milagre você aparecer.
Pai: E aí Ramiro, beleza? Não te via desde o ensino médio.
Ramiro: Se é que fui trabalhar pros Uniteds, e quem é essa gostosa aqui.
Papai: Fica tranquilo, amigão, ela já tem dono. Deixa eu te apresentar minha esposa.
Uau, me surpreendeu o que meu pai tava falando.
Ramiro: Porra, Mario, sortudo pra caralho, quem diria, na escola ninguém te dava bola e olha agora, sem dúvida a vida te recompensou haha, muito prazer
Rebeca: Oi, prazer.
Parece que ela entrou na brincadeira.
Ramiro: Não tá bom, então continuem curtindo, bom apetite, vê aí que dia a gente se vê pra tomar umas, né?
Papai: Claro que tenho seu número, te ligo de noite se eu já estiver desocupado, cê entende, né? kkk
E enquanto dizia isso, abraçava a Rebeca. Já tava claro que meu pai começava com as insinuações dele, depois que aquele tal de Tamiro foi embora.
Rebeca: Por que você disse pra ele que eu era sua esposa.
Papai: Haha, com uma gostosa dessas do meu lado, não deu pra resistir a ver a cara que ela faria haha
Rebeca: Haha, ai Mario, você é um paquerador.
Eles pediram umas cervejas, eu só um refri pra poder vazar antes deles.
Estavam terminando as cervejas, só falavam de coisas sem importância, e quando eu pensei que meu pai tinha perdido a chance de comer aquela mulher gostosa, ele começou a falar do apartamento.
Papai: Ei, preciso passar no meu apê pra pegar umas coisas, vamos pra lá e depois a gente vai pra casa.
Rebeca: Sim, claro.
Muito bem, exatamente como eu tinha imaginado, os dois iam juntos pra aquele lugar onde ficariam sozinhos e, já com umas cervejas na cabeça, tudo podia rolar.
Me apressei pra pagar e sair do bar antes deles, fiquei num lugar estratégico pra observar. Quando vi eles saindo, fiquei muito surpreso porque meu pai saía de mãos dadas com ela, e assim foram até o carro dele. Pfff, isso tava indo muito bem. Meu pai colocou ela no carro, mas foi até a farmácia que ficava perto dali. Demorou uns minutos, depois saiu com uma sacola e jogou o comprovante no lixo. Entrou no carro e foram embora. Imediatamente me aproximei e peguei o ticket, por sorte estava em cima do lixo, então não precisei fuçar. Qual não foi minha surpresa ao ver que ele tinha comprado uma caixinha de camisinha. Definitivamente, isso já era certeza. Em alguns minutos, meu pai ia estar aproveitando aquele corpo voluptuoso da Rebeca. Pensei que talvez tivesse sido o plano dele desde o começo: levar ela pro apartamento e chantagear pra poder comer ela.
Peguei o primeiro táxi que encontrei e pedi pro motorista se apressar pra chegar no apartamento. Quando cheguei lá, me surpreendi porque não vi o carro do meu pai em lugar nenhum. Comecei a imaginar um monte de coisas: talvez ele tivesse decidido levar ela pra um motel ou hotel, ou quem sabe a Rebeca tinha sacado a intenção dele e os planos tinham ido por água abaixo. Mesmo assim, resolvi entrar no apartamento pra ter certeza. Entrei o mais silenciosamente possível, mas não ouvi nenhum barulho. No entanto, pouco depois de ter entrado, escutei o motor de um carro estacionando nos fundos. Imediatamente fui até a janela e vi que era o carro do meu pai. Talvez tivessem passado pra comprar alguma outra coisa, mas isso não importava. Eu tava muito excitado pensando no que podia rolar, então na hora me mandei pra um dos quartos que não tinha cama. Tava muito preocupado com a possibilidade de ser descoberto. O plano do meu pai ia por água abaixo e tudo terminaria.
Ouvi o trinco da porta se abrir, e entre risadas, meu pai foi entrando com a mulher dele, pensando que estariam completamente sozinhos naquele apartamento.
Papai: Que bom que a gente pegou as cervejas, tá um calor do caralho.
Rebeca: Ah, demais, olha como eu tô, toda banhada de suor.
Papai: É, mas mulher suada é gostosa.
Rebeca: Kkkk, ai que coisas você fala, Mario.
Papai: Só a verdade, deixa eu pegar uma toalha pra te secar.
Meu pai subiu pro quarto onde a cama tava e pegou uma toalha. Eu conseguia ver tudo que rolava lá embaixo, escondido atrás de uma morena lá em cima, perto da escada. Quando ele desceu, me surpreendi ao ver que, em vez de dar a toalha pra ela, ele mesmo começou a secá-la. Passou a toalha pelo pescoço dela, pelas costas, pela barriga; Rebeca não falava nada, só olhava meio sem graça, mas não fazia nada pra impedir. Depois, meu pai foi mais longe: passou a toalha pelos peitões dela, que quase escapavam daquela blusa tão justa e decotada, e assim percorreu o corpo todo até chegar nas pernas. Pra isso, ele pegou a toalha com a mão direita, se ajoelhou na frente dela e apoiou a mão esquerda na bunda dela, por cima daquela minissaia tão curta que ela tava usando. Nessa hora, ela ficou meio nervosa.
Rebeca: Muito obrigada, Mario, já estou completamente sequinha.
Papai: Bom, ainda falta eu ficar seco aqui hehe, ei, te incomoda se eu tirar a camisa? Não aguento esse calor.
Rebeca: Não, de jeito nenhum, pode falar!
Não sei o que meu pai queria, claramente não ia excitá-la mostrando aquele corpo gordo e cheio de pneus, mas enfim, ele tirou a camisa e abriu duas cervejas, deu uma pra ela e ficou observando.
Papai: Adorei a saia que você vestiu.
Rebeca: Jeje, sério? Não sei, acho que tá meio curta.
Papai: É por isso que eu gosto, deixa eu apreciar bem essas pernas torneadas e gostosas que você tem.
Rebeca: Jeje, valeu.
Papai: Mas o maiô de ontem, pff, como ficou gostosa em você, combinou muito bem com aquela fio dental preta que você tava usando.
Rebeca ficou um instante em silêncio.
Rebeca: Não pensei que fosse aparecer tanto, rsrs.
Papai: Pois é, e você me deixou com muito tesão.
Assim que disse isso, chegou perto dela e deu um beijão na boca dela. Ela, com uma força fraca, tentava afastá-lo, mas aos poucos essa resistência foi sumindo e ela começou a corresponder ao beijo. Se beijavam com tanta paixão como um casal de namorados que se deseja loucamente. Meu pai começou a acariciar as pernas dela e, devagar, foi enfiando a mão por baixo da minissaia, até chegar na parte mais sensível dela, que reagiu com um pulinho seguido de um gemido. Ele separou os lábios da Rebeca sem tirar a mão que estava dentro da minissaia dela.
Papai: Que bom que passei pra comprar camisinha hehe
Dito isso, ele se levantou, pegou ela pela mão e a levou pro quarto, onde a cama já estava pronta pra uma batalha de sexo que ia rolar naquela tarde.
A Rebeca já tava muito quente. Quando entrou no quarto, se pegaram de novo num beijo de língua super apaixonado. Depois, Rebeca começou a tirar o cinto dele, abriu o botão da calça e enfiou a mão.
Rebeca: Nossa, que gostosa essa!
Papai: É toda sua, minha rainha.
Tirei ele pra fora na hora e ela começou a masturbar ele com a mão, fazendo o pau ficar cada vez mais duro. Depois, ela se ajoelhou e começou a dar lambidas, saboreando como se fosse um sorvete gostoso. Aos poucos, foi enfiando ele na boca, papai não acreditava no que tava acontecendo, ele tava de olhos fechados e cabeça pra trás, se concentrando pra não gozar antes de meter. Ficaram assim por alguns minutos, enquanto a mão direita da Rebeca segurava o pau dele, a outra mão brincava com as bolas e a boca não parava de meter e tirar aquele pedaço de carne, deixando ele com uma excitação alucinante.
Depois meu pai segurou ela pra não gozar.
Papai: Uau, que gostoso você chupa, dá pra ver que você é uma puta completa, nunca tinha recebido um boquete desse nível, agora é minha vez de aproveitar seu corpo.
Se termino de pelar toda, e começou a tirar a blusa dela, o que foi meio difícil porque tava muito justa. Tirou o sutiã e os peitos dela ficaram de fora, parecendo duas bolas, enormes e bem redondos, com uns bicos bonitos e meio escuros. Meu pai, sem perder tempo, começou a chupar, passando a língua por tudo e dando umas mordidinhas que deixavam ela louca, porque enquanto ele fazia isso, ela soltava uns gemidinhos de prazer e os bicos dela começavam a ficar bem durinhos.
Depois, aos poucos, meu pai começou a tirar a minissaia dela sem parar de lamber os peitos gostosos dela, deixou a saia cair até os saltos, deixando ela só de uma fio dental azul-marinho pequena demais, por isso não tinha dado pra notar, mesmo a saia sendo branca e bem justinha.
Papai: Essa fio dental é menor que a que você tava usando ontem, sabia que a gente ia transar, né, putinha.
Rebeca: Imaginei, por isso coloquei ela jeje.
Abraço ela por trás e levo pra cama. Ela se deitou e ele começou a tirar a calcinha fio dental devagar, deixando ela completamente nua, sem contar que ainda tava de salto agulha. Era um monumento de mulher, curvas muito bem definidas, uns peitões grandes e redondos e um par de bundas bem empinadas. Definitivamente, meu pai ia foder uma mulher que nem nos sonhos mais molhados ele teria imaginado.
Comecei a passar minha língua desde os tornozelos dela, percorrendo suas duas pernas lindas. Fiz uma pausa entre as coxas dela para saborear bem, e depois passei pra buceta dela, que já estava bem inundada de todos os líquidos que a excitação dela tinha provocado. A língua do meu pai entrava e saía da buceta dela, engolindo aqueles líquidos, enquanto ela já estava gemendo de prazer com aquilo.
Rebeca: ah ah ai, não para, que gostoso você chupa, papai. ai ai!!!
Meu pai abriu as pernas dela com as duas mãos pra poder entrar mais fundo, a língua dele começou a brincar com o clitóris dela, ela já não aguentava mais e, irresistivelmente, veio o primeiro orgasmo dela, fechando as pernas, apertando a cabeça do meu pai enquanto curtia aquilo.
Ele deixou ela chupar, chegou perto da calça dele e tirou as camisinhas que tinha comprado, pegou uma e entregou pra Rebeca.
Papai: Já quero te penetrar, por que você mesma não enfia tudo que tá prestes a entrar em você.
Ela só sorriu e, sem dizer nada, pegou a camisinha, colocou na boca e, como uma verdadeira profissional, foi colocando.
Papai: Uau, que gostoso, ninguém nunca colocou a camisinha desse jeito em mim, você é definitivamente uma puta gostosa hehe.
Rebeca se deitou de novo e, pra facilitar teu serviço, abriu as pernas pronta pra pancada. Eu cheguei perto, brinquei um pouco com a buceta dela com meu pau, depois comecei a penetrar bem devagar. Dava pra ver meu pau sumindo dentro daquele cuzinho molhado da Rebeca, aí comecei a acelerar o ritmo cada vez que entrava e saía dela. Rebeca não parava de gemer, gritava igual uma puta no cio.
Ai aiiii!! meu amor, que gostoso você me come, aiiii, aiiii!!
Os dois estavam banhados em suor. Depois de uns dez minutos metendo nela, ele parou e tirou o pau inteiro pra fora.
Papai: Agora vira, quero te comer de quatro rsrs
Sem dizer nada, ela se virou e ele enfiou a tranca de novo de uma vez só, fazendo ela soltar um gemido forte de prazer. Ele acelerou o ritmo de novo, dessa vez com mais força, já que a cama não parava de chiar.
De momento eu cuspo no cu dela e enfio um dedo.
Rebeca: Ayyy que gostoso, mas por aí não, papi, faz tempo que não dou o cu e vai doer.
Papai: Não se preocupa, princesinha, vou fazer com todo cuidado.
Então meu pai continuou preparando a buceta dela, enfiando e casando um e depois dois dedos, aproximou o pau e começou a esfregar por cima das nalgas dela, percorrendo todo o reto dela pra depois colocar a ponta da glande na frente da buceta da Rebeca, pude notar como foi desaparecendo no meio daquelas duas bolas de carne, primeiro entrou a metade e ela deu um grito forte e desgarrador, meu pai esperou ela se acostumar com aquilo dentro dela e logo em seguida continuou enfiando tudo até que as bolas dele bateram nas nalgas dela.
Papai: Uau, que gostoso estar dentro de você.
Rebeca: Você tem ele bem grosso, meu bem, e muito gostoso, adoro ter ele dentro de mim.
Meu pai começou a tirar até a metade pra depois meter de novo, aumentando a velocidade a cada vez. Os gritos de dor viraram gemidos fortes de prazer, e eu via como escorria líquido da virilha dela, saindo da buceta dela por causa do tesão que ela tava sentindo. Meu pai comeu o cu dela por uns 10 minutos até não aguentar mais e gozou, derramando todo o esperma dentro dela. Ele ficou um tempinho lá dentro até o pau perder a ereção, aí tirou, e do cu dela saía aquele leite branco que tinha enchido ela toda.
Papai: Uau, uau, foi a melhor foda que eu já tive na minha vida inteira, nunca tinha pegado uma mulher igual a você.
Rebeca: Que bom que você gostou, porque eu amei.
E aí, foder meu filho, minha mulher me contou ontem, desde que você chegou em casa a gente percebeu que você era uma putinha completa, porque uma mulher decente não se veste desse jeito quando vai conhecer os sogros, hehe.
Rebeca: Já te falei, eu gosto de me vestir assim, adoro provocar hehe, por isso só uso leggings e minissaias, claro, sempre acompanhadas de fio dental hehe. E bom, seu filho, pra ser sincera, me surpreendeu, nunca imaginei que na idade dele pudesse fazer uma mulher gozar tanto igual fez comigo, agora entendo, filho de peixe, peixinho é hehe.
Papai: Se meu filho é um filho da puta, saiu igualzinho a mim haha.
Rebeca: Mmmm já que estamos no assunto e já que você me conhece, sabe como sou insaciável, não precisa fingir. Quero te pedir um favor.
Papai: Quer que eu encha você de porra de novo, hehe.
Rebeca: Bom, isso depende. Se você fizer o favor que vou te pedir, vou saber recompensar você direitinho, pode ter certeza disso. Você já pôde comprovar.
Papai: Tá bom, e qual é esse tal favorzinho?
Rebeca: Mmmm… quero deitar com o Armando antes de ir embora.
Papai: Queee!!!, não me enche o saco, é seu futuro genro, uau, não vou cansar de te falar, você é uma puta completa, agora até quer provar a piroca do namorado da sua filha, haha. Mas enfim, e eu como posso te ajudar? Não vou mandar ele te comer, haha.
Rebeca: Disso eu cuido, só preciso que você tire sua família amanhã à tarde. Já que o Fernando vai estar trabalhando e a Tânia vai ficar até tarde por uns cursos que ela tem, vou ter um tempinho a sós com ele, hehe.
Papai: Ah, já entendi. E aí você vai tentar seduzir ele, né? Bom, tudo bem, vou ver o que invento. Depois a gente fala sobre a recompensa que você vai me dar, hehe.
Fiquei totalmente chocado, o que essa mulher queria, queria se esfregar em todos os membros da minha família, exatamente como meu pai dizia, era uma puta completa no cio.
Se vestiram e saíram do apartamento, esperei um pouco até o carro sumir umas ruas depois e aí saí. Voltei pra minha casa já mais calmo. Todo mundo tava na sala conversando, a Rebeca ainda estava com aquela minissaia e aquela blusa tão sexy que tinham feito meu pai querer comer ela, tava de pernas cruzadas, então a saia subia bem acima dos joelhos, claro que meu pai e meus irmãos não paravam de olhar pra ela. Olhei pro meu irmão mais velho e pensei na sorte que ele teria amanhã, nem passava pela cabeça dele que amanhã ele ia ficar um tempo sozinho com aquela deusa, pronta pra passar uma tarde gostosa de sexo com ele. Eu tava meio cansado por causa de todo o caminho que tinha feito, então só cumprimentei eles e falei que ia pro meu quarto descansar, nisso meu pai me chamou.
Papai: Filho, descansa bem, porque amanhã a gente vai visitar seus avós e não vou aceitar um não como resposta.
Eu sabia as intenções do meu pai, mas, mesmo claramente não indo porque teria que ficar pra ver o que ia rolar com meu irmão, não tive saco pra discutir o assunto. Amanhã eu via o que inventar pra poder ficar, só respondi um "sim" e fui pro meu quarto.
No relato a seguir, vou contar o que rolou naquela tarde com meu irmão e a sogra dele.
Você já sabe que comentar é algo que todo mundo que tira um tempo pra contar nossas experiências tão eróticas adora, pra saciar o tesão de cada um. Valeu.
Bom, na manhã seguinte estávamos tomando café da manhã por volta das 9h, toda a minha família, exceto a Rebeca, que estava se arrumando para o "encontro" com meu pai. A verdade é que ninguém esperava que ela se arrumasse tão gostosa, já que só ia dar uma olhada em uns negócios com o sogro. Por isso, não tinha necessidade de se produzir como se fosse sair com o namorado, marido ou ficante. Mas eu sabia que não ia ser assim, porque já estava começando a conhecê-la: ela adorava deixar os caras de pau duro e provocar qualquer homem que pudesse. Parece que ela curtia muito isso, talvez fosse algo que a excitava pra caralho.
Depois de algumas horas, começamos a ouvir o barulho dos saltos descendo as escadas. Eu sentia minha respiração acelerar, e meu pau começava a endurecer só de pensar em como ela viria vestida. Aqueles passos eram um sinal de que ela tinha colocado algo realmente gostoso.
E não é que eu não me enganei? Quando ela apareceu no jantar, todo mundo ficou de boca aberta, especialmente meu pai, que não acreditava na mulher gostosa e sexy com quem eu ia sair. Ela vestia uma minissaia branca bem justa e curta demais, muito acima dos joelhos, dava pra ver umas pernas deliciosas, e usava umas sapatilhas de salto agulha preto. Na parte de cima, uma blusa azul marinho sem mangas com um decote infernal, dava pra ver o canal que separava os dois peitões enormes e ainda destacava mais um lindo colar de ouro. Ela até tinha passado uma espécie de brilho nos peitos que os deixava muito apetitosos. A maquiagem era escura e bem sexy, o cabelo preso num rabo de cavalo. Sério, ela estava tão gostosa que eu não acreditava que já tinha comido ela todinha.
Rebeca: Bom dia, tô pronta, bora?
Papai: Uau, como você tá gostosa, Rebeca, você é uma mulher muito linda mesmo.
Rebeca: Kkkk, muito obrigada, você é muito gente boa.
Tânia: Mas mãe, vai sair assim?, se vocês vão só ver uns carros, ainda mais que vai ter um monte de homem.
Rebeca: Ai, filha, tá um calor do caramba, não dá pra ir muito coberta, vou derreter, hehe. Além disso, acho que o Mario não vai se importar.
Papai: Não, de jeito nenhum, pelo contrário hehe. Bom, então bora que tá ficando tarde.
Então meu pai se levantou e esperou a Rebeca sair de casa, ela se despediu da gente e ficamos olhando ela se afastar rebolando aquelas cadeiras lindas, balançando aquele par de peitões naquela minissaia.
Na hora subi pro meu quarto pra poder olhar pela janela, já que dava pra ver a rua. Quando cheguei, ainda dava pra ver meu pai lá longe caminhando até o carro com aquela mulher gostosa. Sério, qualquer um que visse os dois na rua ia se surpreender como um cara barrigudo e sem graça nenhuma podia estar do lado daquela mulherão voluptuoso. Enfim, antes de chegar no carro do meu pai, notei que ele passou o braço na cintura dela e ela não fez nenhuma resistência. Meu pai abriu a porta pra ela, fingindo ser todo um cavalheiro, sendo que com a minha mãe ele nunca fazia isso.
Com certeza eu não podia perder o que ia rolar com eles, eu conhecia os lugares que meu pai frequentava e sabia exatamente pra onde ele iria naquele dia, então decidi segui-los pra ver até onde eles podiam ir.
A gente tem um apartamento onde meu pai morou quando era solteiro, antes de comprar a casa pra família. A gente tem um par de chaves, uma que fica no depósito e outra no quarto dos meus pais. Então, imaginei que, se meu pai tivesse a intenção de comer ela, com certeza faria no apartamento. Fui até aquele depósito pegar a chave, mas qual não foi minha surpresa ao perceber que não estava lá. Obviamente, meu pai tinha pegado ela. Então, não tive outra opção a não ser ir ao quarto dos meus pais pegar a segunda cópia. Peguei as chaves e, bem na hora que ia sair, minha mãe apareceu.
Eu: Oi mãe, que bom te ver, vou sair um instante, preciso comprar material pra fazer um trabalho da escola.
Mamãe: Claro… hmm, queria falar com você.
Eu: Tem que ser agora, é que tô meio na correria.
Mamãe: Ontem eu te vi com a Rebeca.
Pfff, esqueci dessa parte, que a mãe tinha chegado um tempinho antes de eu terminar de foder a Rebeca, fiquei sem palavras.
Mãe: Olha, filho, não se preocupa, acredita em mim que eu te entendo, como eu te falei ontem, você é um homem e aquela mulher é gostosa demais, e parece que é uma mulher muito fácil, claro que você não ia recusar se pintasse uma oportunidade e foi o que aconteceu. A única coisa que peço é que você se cuide pra não cometer a burrice de engravidar ela.
A verdade é que as palavras da mamãe me deram muita confiança, nunca esperava que ela fosse levar desse jeito.
Eu: Se mamãe vacilar, eu me viro, será que o pai sabe disso?
Mamãe: Sim, filho, eu falei pra ele ontem e ele disse que ia conversar com ela sobre isso hoje.
Mamãe: Ah, filho, você saiu igualzinho ao seu pai.
Eu: Jeje, beleza mãe, tenho que ir.
Na mesma hora saí correndo e peguei o primeiro táxi que encontrei. Fui direto pro ferro-velho de carros, onde sabia que ia encontrá-los. Quando cheguei, fui rápido pra entrada pra procurar eles, foi quando escutei a conversa de dois flanelinhas que estavam por ali.
Viu a coroa que o Mario chegou junto?
—Não fode, agora esse cara mandou bem pra caralho, a mina é muito gostosa, viu o decote dela? Quase escaparam aqueles peitões.
—Não fode, cara, deixa disso. A bunda que ela tem, eu acho que é uma puta. A minissaia que ela tá usando é foda, quase dá pra ver a buceta dela, kkk.
Então eu tive certeza de que meu pai e a Rebeca estavam lá, então fui procurá-los. Não foi difícil encontrá-los; de longe vi como eles andavam olhando os carros. Alguns assobios não demoraram a aparecer. Todos os homens paravam pra olhar ela: vendedores, clientes, até notei algumas mulheres que olhavam pra ela com cara de "que puta, como ousa vir vestida assim" e dando cotoveladas ou reclamando com seus parceiros que estavam babando.
Eu segui eles por um bom tempo, vendo como meu pai se sentia o rei do mundo junto com a mulher que ele levava do lado. Até via ele colocando a mão no ombro dela ou na cintura pra guiar o caminho. Eu já tava muito tarado e animado, me excitava a ideia de ver meu pai comendo aquela mulherão gostoso. Sabia que ele conseguiria se quisesse, e talvez até pudesse chantagear ela com o que já sabia do que tinha rolado entre ela e o filho dela.
Saíram do lugar e eu segui eles o mais perto possível, o suficiente pra não ser descoberto. Cada vez meu pai tava mais perto do objetivo dele. Nessa altura, já andavam bem juntinhos e ele tava abraçando ela pela cintura. Passaram perto do carro dele, mas não pararam. Percebi que tavam indo pra um restaurante bar que ficava perto dali. Entraram no lugar e, claro, eu também entrei sem ser visto. Por sorte, consegui sentar numa mesa que era do lado da deles, de costas pra um muro que me escondia perfeitamente e me deixava ouvir tudo que eles conversavam.
Eles estavam falando dos carros que tinham visto, aí vejo que um senhor mais ou menos da idade do meu pai se aproxima dela.
Ramiro: E aí, meu Mario, que milagre você aparecer.
Pai: E aí Ramiro, beleza? Não te via desde o ensino médio.
Ramiro: Se é que fui trabalhar pros Uniteds, e quem é essa gostosa aqui.
Papai: Fica tranquilo, amigão, ela já tem dono. Deixa eu te apresentar minha esposa.
Uau, me surpreendeu o que meu pai tava falando.
Ramiro: Porra, Mario, sortudo pra caralho, quem diria, na escola ninguém te dava bola e olha agora, sem dúvida a vida te recompensou haha, muito prazer
Rebeca: Oi, prazer.
Parece que ela entrou na brincadeira.
Ramiro: Não tá bom, então continuem curtindo, bom apetite, vê aí que dia a gente se vê pra tomar umas, né?
Papai: Claro que tenho seu número, te ligo de noite se eu já estiver desocupado, cê entende, né? kkk
E enquanto dizia isso, abraçava a Rebeca. Já tava claro que meu pai começava com as insinuações dele, depois que aquele tal de Tamiro foi embora.
Rebeca: Por que você disse pra ele que eu era sua esposa.
Papai: Haha, com uma gostosa dessas do meu lado, não deu pra resistir a ver a cara que ela faria haha
Rebeca: Haha, ai Mario, você é um paquerador.
Eles pediram umas cervejas, eu só um refri pra poder vazar antes deles.
Estavam terminando as cervejas, só falavam de coisas sem importância, e quando eu pensei que meu pai tinha perdido a chance de comer aquela mulher gostosa, ele começou a falar do apartamento.
Papai: Ei, preciso passar no meu apê pra pegar umas coisas, vamos pra lá e depois a gente vai pra casa.
Rebeca: Sim, claro.
Muito bem, exatamente como eu tinha imaginado, os dois iam juntos pra aquele lugar onde ficariam sozinhos e, já com umas cervejas na cabeça, tudo podia rolar.
Me apressei pra pagar e sair do bar antes deles, fiquei num lugar estratégico pra observar. Quando vi eles saindo, fiquei muito surpreso porque meu pai saía de mãos dadas com ela, e assim foram até o carro dele. Pfff, isso tava indo muito bem. Meu pai colocou ela no carro, mas foi até a farmácia que ficava perto dali. Demorou uns minutos, depois saiu com uma sacola e jogou o comprovante no lixo. Entrou no carro e foram embora. Imediatamente me aproximei e peguei o ticket, por sorte estava em cima do lixo, então não precisei fuçar. Qual não foi minha surpresa ao ver que ele tinha comprado uma caixinha de camisinha. Definitivamente, isso já era certeza. Em alguns minutos, meu pai ia estar aproveitando aquele corpo voluptuoso da Rebeca. Pensei que talvez tivesse sido o plano dele desde o começo: levar ela pro apartamento e chantagear pra poder comer ela.
Peguei o primeiro táxi que encontrei e pedi pro motorista se apressar pra chegar no apartamento. Quando cheguei lá, me surpreendi porque não vi o carro do meu pai em lugar nenhum. Comecei a imaginar um monte de coisas: talvez ele tivesse decidido levar ela pra um motel ou hotel, ou quem sabe a Rebeca tinha sacado a intenção dele e os planos tinham ido por água abaixo. Mesmo assim, resolvi entrar no apartamento pra ter certeza. Entrei o mais silenciosamente possível, mas não ouvi nenhum barulho. No entanto, pouco depois de ter entrado, escutei o motor de um carro estacionando nos fundos. Imediatamente fui até a janela e vi que era o carro do meu pai. Talvez tivessem passado pra comprar alguma outra coisa, mas isso não importava. Eu tava muito excitado pensando no que podia rolar, então na hora me mandei pra um dos quartos que não tinha cama. Tava muito preocupado com a possibilidade de ser descoberto. O plano do meu pai ia por água abaixo e tudo terminaria.
Ouvi o trinco da porta se abrir, e entre risadas, meu pai foi entrando com a mulher dele, pensando que estariam completamente sozinhos naquele apartamento.
Papai: Que bom que a gente pegou as cervejas, tá um calor do caralho.
Rebeca: Ah, demais, olha como eu tô, toda banhada de suor.
Papai: É, mas mulher suada é gostosa.
Rebeca: Kkkk, ai que coisas você fala, Mario.
Papai: Só a verdade, deixa eu pegar uma toalha pra te secar.
Meu pai subiu pro quarto onde a cama tava e pegou uma toalha. Eu conseguia ver tudo que rolava lá embaixo, escondido atrás de uma morena lá em cima, perto da escada. Quando ele desceu, me surpreendi ao ver que, em vez de dar a toalha pra ela, ele mesmo começou a secá-la. Passou a toalha pelo pescoço dela, pelas costas, pela barriga; Rebeca não falava nada, só olhava meio sem graça, mas não fazia nada pra impedir. Depois, meu pai foi mais longe: passou a toalha pelos peitões dela, que quase escapavam daquela blusa tão justa e decotada, e assim percorreu o corpo todo até chegar nas pernas. Pra isso, ele pegou a toalha com a mão direita, se ajoelhou na frente dela e apoiou a mão esquerda na bunda dela, por cima daquela minissaia tão curta que ela tava usando. Nessa hora, ela ficou meio nervosa.
Rebeca: Muito obrigada, Mario, já estou completamente sequinha.
Papai: Bom, ainda falta eu ficar seco aqui hehe, ei, te incomoda se eu tirar a camisa? Não aguento esse calor.
Rebeca: Não, de jeito nenhum, pode falar!
Não sei o que meu pai queria, claramente não ia excitá-la mostrando aquele corpo gordo e cheio de pneus, mas enfim, ele tirou a camisa e abriu duas cervejas, deu uma pra ela e ficou observando.
Papai: Adorei a saia que você vestiu.
Rebeca: Jeje, sério? Não sei, acho que tá meio curta.
Papai: É por isso que eu gosto, deixa eu apreciar bem essas pernas torneadas e gostosas que você tem.
Rebeca: Jeje, valeu.
Papai: Mas o maiô de ontem, pff, como ficou gostosa em você, combinou muito bem com aquela fio dental preta que você tava usando.
Rebeca ficou um instante em silêncio.
Rebeca: Não pensei que fosse aparecer tanto, rsrs.
Papai: Pois é, e você me deixou com muito tesão.
Assim que disse isso, chegou perto dela e deu um beijão na boca dela. Ela, com uma força fraca, tentava afastá-lo, mas aos poucos essa resistência foi sumindo e ela começou a corresponder ao beijo. Se beijavam com tanta paixão como um casal de namorados que se deseja loucamente. Meu pai começou a acariciar as pernas dela e, devagar, foi enfiando a mão por baixo da minissaia, até chegar na parte mais sensível dela, que reagiu com um pulinho seguido de um gemido. Ele separou os lábios da Rebeca sem tirar a mão que estava dentro da minissaia dela.
Papai: Que bom que passei pra comprar camisinha hehe
Dito isso, ele se levantou, pegou ela pela mão e a levou pro quarto, onde a cama já estava pronta pra uma batalha de sexo que ia rolar naquela tarde.
A Rebeca já tava muito quente. Quando entrou no quarto, se pegaram de novo num beijo de língua super apaixonado. Depois, Rebeca começou a tirar o cinto dele, abriu o botão da calça e enfiou a mão.
Rebeca: Nossa, que gostosa essa!
Papai: É toda sua, minha rainha.
Tirei ele pra fora na hora e ela começou a masturbar ele com a mão, fazendo o pau ficar cada vez mais duro. Depois, ela se ajoelhou e começou a dar lambidas, saboreando como se fosse um sorvete gostoso. Aos poucos, foi enfiando ele na boca, papai não acreditava no que tava acontecendo, ele tava de olhos fechados e cabeça pra trás, se concentrando pra não gozar antes de meter. Ficaram assim por alguns minutos, enquanto a mão direita da Rebeca segurava o pau dele, a outra mão brincava com as bolas e a boca não parava de meter e tirar aquele pedaço de carne, deixando ele com uma excitação alucinante.
Depois meu pai segurou ela pra não gozar.
Papai: Uau, que gostoso você chupa, dá pra ver que você é uma puta completa, nunca tinha recebido um boquete desse nível, agora é minha vez de aproveitar seu corpo.
Se termino de pelar toda, e começou a tirar a blusa dela, o que foi meio difícil porque tava muito justa. Tirou o sutiã e os peitos dela ficaram de fora, parecendo duas bolas, enormes e bem redondos, com uns bicos bonitos e meio escuros. Meu pai, sem perder tempo, começou a chupar, passando a língua por tudo e dando umas mordidinhas que deixavam ela louca, porque enquanto ele fazia isso, ela soltava uns gemidinhos de prazer e os bicos dela começavam a ficar bem durinhos.
Depois, aos poucos, meu pai começou a tirar a minissaia dela sem parar de lamber os peitos gostosos dela, deixou a saia cair até os saltos, deixando ela só de uma fio dental azul-marinho pequena demais, por isso não tinha dado pra notar, mesmo a saia sendo branca e bem justinha.
Papai: Essa fio dental é menor que a que você tava usando ontem, sabia que a gente ia transar, né, putinha.
Rebeca: Imaginei, por isso coloquei ela jeje.
Abraço ela por trás e levo pra cama. Ela se deitou e ele começou a tirar a calcinha fio dental devagar, deixando ela completamente nua, sem contar que ainda tava de salto agulha. Era um monumento de mulher, curvas muito bem definidas, uns peitões grandes e redondos e um par de bundas bem empinadas. Definitivamente, meu pai ia foder uma mulher que nem nos sonhos mais molhados ele teria imaginado.
Comecei a passar minha língua desde os tornozelos dela, percorrendo suas duas pernas lindas. Fiz uma pausa entre as coxas dela para saborear bem, e depois passei pra buceta dela, que já estava bem inundada de todos os líquidos que a excitação dela tinha provocado. A língua do meu pai entrava e saía da buceta dela, engolindo aqueles líquidos, enquanto ela já estava gemendo de prazer com aquilo.
Rebeca: ah ah ai, não para, que gostoso você chupa, papai. ai ai!!!
Meu pai abriu as pernas dela com as duas mãos pra poder entrar mais fundo, a língua dele começou a brincar com o clitóris dela, ela já não aguentava mais e, irresistivelmente, veio o primeiro orgasmo dela, fechando as pernas, apertando a cabeça do meu pai enquanto curtia aquilo.
Ele deixou ela chupar, chegou perto da calça dele e tirou as camisinhas que tinha comprado, pegou uma e entregou pra Rebeca.
Papai: Já quero te penetrar, por que você mesma não enfia tudo que tá prestes a entrar em você.
Ela só sorriu e, sem dizer nada, pegou a camisinha, colocou na boca e, como uma verdadeira profissional, foi colocando.
Papai: Uau, que gostoso, ninguém nunca colocou a camisinha desse jeito em mim, você é definitivamente uma puta gostosa hehe.
Rebeca se deitou de novo e, pra facilitar teu serviço, abriu as pernas pronta pra pancada. Eu cheguei perto, brinquei um pouco com a buceta dela com meu pau, depois comecei a penetrar bem devagar. Dava pra ver meu pau sumindo dentro daquele cuzinho molhado da Rebeca, aí comecei a acelerar o ritmo cada vez que entrava e saía dela. Rebeca não parava de gemer, gritava igual uma puta no cio.
Ai aiiii!! meu amor, que gostoso você me come, aiiii, aiiii!!
Os dois estavam banhados em suor. Depois de uns dez minutos metendo nela, ele parou e tirou o pau inteiro pra fora.
Papai: Agora vira, quero te comer de quatro rsrs
Sem dizer nada, ela se virou e ele enfiou a tranca de novo de uma vez só, fazendo ela soltar um gemido forte de prazer. Ele acelerou o ritmo de novo, dessa vez com mais força, já que a cama não parava de chiar.
De momento eu cuspo no cu dela e enfio um dedo.
Rebeca: Ayyy que gostoso, mas por aí não, papi, faz tempo que não dou o cu e vai doer.
Papai: Não se preocupa, princesinha, vou fazer com todo cuidado.
Então meu pai continuou preparando a buceta dela, enfiando e casando um e depois dois dedos, aproximou o pau e começou a esfregar por cima das nalgas dela, percorrendo todo o reto dela pra depois colocar a ponta da glande na frente da buceta da Rebeca, pude notar como foi desaparecendo no meio daquelas duas bolas de carne, primeiro entrou a metade e ela deu um grito forte e desgarrador, meu pai esperou ela se acostumar com aquilo dentro dela e logo em seguida continuou enfiando tudo até que as bolas dele bateram nas nalgas dela.
Papai: Uau, que gostoso estar dentro de você.
Rebeca: Você tem ele bem grosso, meu bem, e muito gostoso, adoro ter ele dentro de mim.
Meu pai começou a tirar até a metade pra depois meter de novo, aumentando a velocidade a cada vez. Os gritos de dor viraram gemidos fortes de prazer, e eu via como escorria líquido da virilha dela, saindo da buceta dela por causa do tesão que ela tava sentindo. Meu pai comeu o cu dela por uns 10 minutos até não aguentar mais e gozou, derramando todo o esperma dentro dela. Ele ficou um tempinho lá dentro até o pau perder a ereção, aí tirou, e do cu dela saía aquele leite branco que tinha enchido ela toda.
Papai: Uau, uau, foi a melhor foda que eu já tive na minha vida inteira, nunca tinha pegado uma mulher igual a você.
Rebeca: Que bom que você gostou, porque eu amei.
E aí, foder meu filho, minha mulher me contou ontem, desde que você chegou em casa a gente percebeu que você era uma putinha completa, porque uma mulher decente não se veste desse jeito quando vai conhecer os sogros, hehe.
Rebeca: Já te falei, eu gosto de me vestir assim, adoro provocar hehe, por isso só uso leggings e minissaias, claro, sempre acompanhadas de fio dental hehe. E bom, seu filho, pra ser sincera, me surpreendeu, nunca imaginei que na idade dele pudesse fazer uma mulher gozar tanto igual fez comigo, agora entendo, filho de peixe, peixinho é hehe.
Papai: Se meu filho é um filho da puta, saiu igualzinho a mim haha.
Rebeca: Mmmm já que estamos no assunto e já que você me conhece, sabe como sou insaciável, não precisa fingir. Quero te pedir um favor.
Papai: Quer que eu encha você de porra de novo, hehe.
Rebeca: Bom, isso depende. Se você fizer o favor que vou te pedir, vou saber recompensar você direitinho, pode ter certeza disso. Você já pôde comprovar.
Papai: Tá bom, e qual é esse tal favorzinho?
Rebeca: Mmmm… quero deitar com o Armando antes de ir embora.
Papai: Queee!!!, não me enche o saco, é seu futuro genro, uau, não vou cansar de te falar, você é uma puta completa, agora até quer provar a piroca do namorado da sua filha, haha. Mas enfim, e eu como posso te ajudar? Não vou mandar ele te comer, haha.
Rebeca: Disso eu cuido, só preciso que você tire sua família amanhã à tarde. Já que o Fernando vai estar trabalhando e a Tânia vai ficar até tarde por uns cursos que ela tem, vou ter um tempinho a sós com ele, hehe.
Papai: Ah, já entendi. E aí você vai tentar seduzir ele, né? Bom, tudo bem, vou ver o que invento. Depois a gente fala sobre a recompensa que você vai me dar, hehe.
Fiquei totalmente chocado, o que essa mulher queria, queria se esfregar em todos os membros da minha família, exatamente como meu pai dizia, era uma puta completa no cio.
Se vestiram e saíram do apartamento, esperei um pouco até o carro sumir umas ruas depois e aí saí. Voltei pra minha casa já mais calmo. Todo mundo tava na sala conversando, a Rebeca ainda estava com aquela minissaia e aquela blusa tão sexy que tinham feito meu pai querer comer ela, tava de pernas cruzadas, então a saia subia bem acima dos joelhos, claro que meu pai e meus irmãos não paravam de olhar pra ela. Olhei pro meu irmão mais velho e pensei na sorte que ele teria amanhã, nem passava pela cabeça dele que amanhã ele ia ficar um tempo sozinho com aquela deusa, pronta pra passar uma tarde gostosa de sexo com ele. Eu tava meio cansado por causa de todo o caminho que tinha feito, então só cumprimentei eles e falei que ia pro meu quarto descansar, nisso meu pai me chamou.
Papai: Filho, descansa bem, porque amanhã a gente vai visitar seus avós e não vou aceitar um não como resposta.
Eu sabia as intenções do meu pai, mas, mesmo claramente não indo porque teria que ficar pra ver o que ia rolar com meu irmão, não tive saco pra discutir o assunto. Amanhã eu via o que inventar pra poder ficar, só respondi um "sim" e fui pro meu quarto.
No relato a seguir, vou contar o que rolou naquela tarde com meu irmão e a sogra dele.
Você já sabe que comentar é algo que todo mundo que tira um tempo pra contar nossas experiências tão eróticas adora, pra saciar o tesão de cada um. Valeu.
6 comentários - A bunda gostosa da sogra do meu irmão (parte 2)