A bunda gostosa da sogra do meu irmão (parte 2)

Olá, essa é a segunda parte da história, vocês precisam ler a primeira pra entender melhor.

Bom, na manhã seguinte estávamos tomando café da manhã por volta das 9h, toda a minha família, exceto a Rebeca, que estava se arrumando para o "encontro" com meu pai. A verdade é que ninguém esperava que ela se arrumasse tão gostosa, já que só ia dar uma olhada em uns negócios com o sogro. Por isso, não tinha necessidade de se produzir como se fosse sair com o namorado, marido ou parceiro. Mas eu sabia que não seria assim, porque já estava começando a conhecê-la: ela adorava deixar os caras de pau duro e provocar qualquer homem que pudesse. Parece que ela curtia muito isso, talvez fosse algo que a excitava pra caralho.

Depois de algumas horas, começamos a ouvir o barulho dos saltos descendo as escadas. Eu sentia minha respiração acelerar, e meu pau começava a endurecer só de pensar em como ela viria vestida. Aqueles passos eram um sinal de que ela tinha colocado algo realmente gostoso.

E não é que eu não me enganei? Quando apareci no jantar, todo mundo ficou de boca aberta, especialmente meu pai, que não acreditava na mulher gostosa e sexy com quem eu ia sair. Ela tava usando uma minissaia branca bem justinha e curta demais, muito acima dos joelhos, dava pra ver umas pernudas deliciosas, e com um salto agulha preto. Na parte de cima, uma blusa azul marinho sem manga com um decote infernal, dava pra ver o canal que separava os dois peitões enormes e ainda destacava mais um colar de ouro lindo. Ela até tinha passado um brilho nos peitos que deixava eles muito apetitosos. A maquiagem era escura e bem sexy, o cabelo preso num rabo de cavalo. Sério, ela tava apetitosa demais, eu não acreditava que já tinha comido ela todinha.

Rebeca: Oi, bom dia, tô pronta, vamos nessa?
Papai: Uau, como você tá gostosa hoje, Rebeca, você é uma mulher muito linda mesmo.
Rebeca: Haha, muito obrigada, você é muito gente boa.
Tânia: Mas mãe, você vai sair assim?, se é só pra ir ver uns carros, ainda mais que vai ter um monte de homem.
Rebeca: Ai, filha, tá um calor do caramba, não dá pra ir muito coberta, vou derreter, hehe. Além disso, acho que o Mario não vai se importar.
Papai: Não, de jeito nenhum, é o contrário hehe. Bom, então vamos nessa que tá ficando tarde.

Então meu pai se levantou e esperou a Rebeca sair de casa, ela se despediu da gente e ficamos olhando ela se afastar rebolando essas cadeiras lindas, balançando aquele par de peitos naquela minissaia.

Na hora subi pro meu quarto pra espiar pela janela, já que dava pra ver a rua. Quando cheguei, ainda dava pra enxergar meu pai lá longe andando na direção do carro com aquela mulher gostosa. Sério, qualquer um que visse os dois na rua ia se espantar como um cara barrigudo e sem graça nenhuma podia estar do lado daquela bucetuda. Enfim, antes de chegarem no carro do meu pai, notei que ele passou o braço na cintura dela e ela não fez a menor questão de se soltar. Meu pai abriu a porta pra ela, fingindo ser todo um cavalheiro, sendo que com a minha mãe ele nunca fazia isso.

Com certeza eu não podia perder o que ia rolar com eles, eu conhecia os lugares que meu pai frequentava e sabia direitinho pra onde ele iria naquele dia, então decidi segui-los pra ver até onde eles podiam ir.

A gente tem um apartamento onde meu pai morou quando era solteiro, antes de comprar a casa pra família. A gente tem um par de chaves, uma que fica no depósito e outra no quarto dos meus pais. Então, imaginei que, se meu pai tivesse a intenção de comer ela, com certeza faria no apartamento. Fui até aquele depósito pegar a chave, mas qual não foi minha surpresa ao perceber que não estava lá. Obviamente, meu pai tinha pegado ela. Então, não tive outra opção a não ser ir ao quarto dos meus pais pegar a segunda cópia. Peguei as chaves e, bem na hora que ia sair, minha mãe apareceu.

Eu: Fala, mãe, que bom te ver. Vou dar uma saída rapidinho, preciso comprar um material pra fazer um trabalho da escola.
Mamãe: Claro… hmm, queria falar com você.
Eu: Tem que ser agora, é que tô meio na correria.
Mamãe: Ontem eu te vi com a Rebeca.

Pfff, esqueci dessa parte, que a mãe tinha chegado antes de eu terminar de foder a Rebeca, fiquei sem palavras.

Mãe: Olha, filho, não se preocupa, acredita em mim, eu te entendo, como te falei ontem, você é um homem e aquela mulher é gostosa demais, e parece que é uma mulher muito fácil, claramente você não ia recusar se aparecesse uma oportunidade e foi o que aconteceu, a única coisa que peço é que você se cuide pra não cometer a burrice de engravidar ela.

A verdade é que as palavras da mamãe me deram muita confiança, nunca esperava que ela fosse levar daquele jeito.

Eu: Se a mamãe vacilar, eu me viro, será que o pai sabe disso?
Mamãe: Sim, filho, eu falei pra ele ontem e ele disse que ia conversar com ela sobre isso hoje.
Mamãe: Ah, filho, você saiu igualzinho ao seu pai.
Eu: Jeje, bem, mãe, tenho que ir.

Na mesma hora saí correndo e peguei o primeiro táxi que encontrei, fui direto pro ferro-velho de carros onde sabia que ia encontrá-los. Quando cheguei, fui rápido pra entrada pra procurar eles, foi quando escutei a conversa de dois flanelinhas que estavam por ali.
Viu a coroa que o Mario chegou com?
-Caralho, agora sim esse cara se mandou bem, a mina é muito gostosa, viu o decote dela, quase essas peitudas escapavam.
—Não fode, cara, deixa disso. A bunda que ela tem, eu falo que é uma puta gostosa. A minissaia que ela tá usando é um absurdo, quase dá pra ver a buceta dela, kkk.

Então tive certeza de que meu pai e a Rebeca estavam lá, então fui procurá-los. Não foi difícil encontrá-los; de longe vi como eles andavam olhando os carros. Uns assobios não demoraram a aparecer, todos os homens paravam pra olhar ela — vendedores, clientes. Até reparei umas mulheres olhando com cara de "que puta, como se atreve a vir vestida assim" e dando cotoveladas ou reclamando com os parceiros que estavam de babões.

Eu segui eles por um bom tempo, vendo como meu pai se sentia o rei do mundo ao lado da mulher que ele levava junto. Até via ele colocando a mão no ombro dela ou na cintura pra guiar o caminho. Eu já tava muito tarado e animado, me excitava a ideia de ver meu pai comendo aquela mulherão gostoso e sabia que ele conseguiria se quisesse, até podia chantagear ela com o que já sabia do que tinha rolado entre ela e o filho dela.

Saíram do lugar e eu fui atrás o mais perto possível, o suficiente pra não ser descoberto. Cada vez meu pai tava mais perto do objetivo dele. Nessa altura, já andavam bem juntos e ele tava abraçando ela pela cintura. Passaram perto do carro dele, mas não pararam. Percebi que tavam indo pra um restaurante bar que ficava perto dali. Entraram no lugar e, claro, eu também entrei sem ser visto. Por sorte, consegui sentar numa mesa que era do lado da deles, de costas pra uma parede que me escondia perfeitamente e me deixava ouvir tudo que eles falavam.

Eles tavam falando dos carros que tinham visto, aí do nada vejo um senhor mais ou menos da idade do meu pai se aproximando dela.

Ramiro: E aí, meu Mario, que milagre você aparecer.
Pai: E aí Ramiro, beleza? Faz tempo que não te via desde o ensino médio.
Ramiro: Se é que fui trabalhar pros Uniteds, e quem é essa gostosa aqui.
Papai: Calma aí, amigão, ela já tem dono. Deixa eu te apresentar minha esposa.

Uau, me surpreendeu o que meu pai estava dizendo.

Ramiro: Porra, Mario, sortudo pra caralho, quem diria, na escola ninguém te dava bola e olha agora, sem dúvida a vida te recompensou haha, muito prazer
Rebeca: Oi, prazer.

Parece que ela entrou na brincadeira.

Ramiro: Não tá bom então, continuem aproveitando, bom apetite, quem sabe um dia a gente se vê pra tomar um negócio, né?
Papai: Claro, tenho seu número sim, te ligo de noite se eu já estiver livre, você me entende, né? haha

E enquanto dizia isso, abraçava a Rebeca. Já tava claro que meu pai começava com as insinuações dele, depois que aquele tal Tamiro foi embora.

Rebeca: Por que você disse pra ele que eu era sua esposa.
Papai: Haha, com uma gostosa dessas do meu lado, não deu pra resistir a ver a cara que ela ia fazer haha.
Rebeca: Kkkk ai Mario, cê é um paquerador

Eles pediram umas cervejas, eu só um refri pra poder vazar antes deles.
Tavam terminando as cervejas, só falando de besteira, e quando eu pensei que meu pai tinha perdido a chance de comer aquela mulherão gostoso, ele começou a falar do apartamento.

Papai: Ei, preciso passar no meu apê pra pegar umas coisas, vamos pra lá e depois a gente vai pra casa.
Rebeca: Sim, claro.

Muito bem, exatamente como eu tinha imaginado, os dois iam juntos pra aquele lugar onde ficariam sozinhos e, já com umas cervejas na cabeça, tudo podia rolar.

Me apressei pra pagar e sair do bar antes deles, me posicionei num lugar estratégico pra observar. Quando vi eles saindo, fiquei muito surpreso, porque meu pai saiu de mãos dadas com ela e assim foram até o carro dele. Pfff, isso tava indo muito bem. Meu pai ajudou ela a entrar no carro, mas foi até a farmácia que ficava perto dali. Demorou uns minutos, depois saiu com uma sacola e jogou o comprovante no lixo, entrou no carro e foram embora. Na mesma hora, me aproximei e peguei o ticket, sorte que tava em cima do lixo, então não precisei fuçar. Qual não foi minha surpresa ao ver que ele tinha comprado uma caixinha de camisinha. Definitivamente, isso já era certeza. Em alguns minutos, meu pai ia estar aproveitando aquele corpo voluptuoso da Rebeca. Pensei que talvez tivesse sido o plano dele desde o começo: levar ela pro apartamento e chantagear pra poder comer ela.

Peguei o primeiro táxi que encontrei e pedi pro motorista se apressar pra chegar no apartamento. Quando cheguei lá, me surpreendi porque não vi o carro do meu pai em lugar nenhum. Comecei a imaginar um monte de coisas: talvez ele tivesse decidido levar ela pra um motel ou hotel, ou quem sabe a Rebeca tinha sacado a intenção dele e os planos tinham ido pro saco. Mesmo assim, resolvi entrar no apartamento pra ter certeza. Entrei o mais silenciosamente possível, mas não ouvi barulho nenhum. No entanto, pouco depois de ter entrado, escutei o motor de um carro estacionando nos fundos. Na hora, fui até a janela e vi que era o carro do meu pai. Talvez tivessem passado pra comprar alguma outra coisa, mas isso não importava. Eu tava muito excitado pensando no que podia rolar, então fui na hora pra um dos quartos que não tinha cama. Tava muito preocupado com a possibilidade de ser descoberto; o plano do meu pai iria por água abaixo e tudo acabaria.

Ouvi o trinco da porta se abrir, e entre risadas, meu pai foi entrando com a mulher dele, achando que estariam completamente sozinhos naquele apartamento.

Papai: Que bom que a gente pegou as cervejas, tá um calor do caralho.
Rebeca: Ah, é demais mesmo, olha como eu tô, tô toda suada.
Papai: Sim, mas as mulheres suadas são gostosas.
Rebeca: Kkkk, ai que coisas você fala, Mario.
Papai: Só a verdade, deixa eu pegar uma toalha pra te secar.

Meu pai subiu pro quarto onde a cama tava e pegou uma toalha. Eu conseguia ver tudo que rolava lá embaixo, escondido atrás de uma morena lá em cima, perto da escada. Quando ele desceu, me surpreendi ao ver que, em vez de dar a toalha pra ela, ele mesmo começou a secá-la. Passou a toalha pelo pescoço dela, pelas costas, pela barriga; Rebeca não falava nada, só olhava meio sem graça, mas não fazia nada pra impedir. Depois, meu pai foi mais longe: passou a toalha pelos peitões enormes dela, que quase escapavam daquela blusa tão justa e decotada, e assim percorreu o corpo todo até chegar nas pernas. Pra isso, ele pegou a toalha com a mão direita, se ajoelhou na frente dela e apoiou a mão esquerda na bunda direita dela, por cima daquela minissaia tão curta que ela tava usando. Nessa hora, ela ficou meio nervosa.

Rebeca: Muito obrigada, Mario, já estou completamente sequinha.
Papai: Bom, ainda falta eu ficar seco aqui hehe, ei, te incomoda se eu tirar a camisa? Não aguento esse calor.
Rebeca: Não, de jeito nenhum, pode falar!

Não sei o que meu pai tava pensando, claramente não ia excitar ela mostrando aquele corpo gordo e cheio de banha, mas enfim, ele tirou a camisa e abriu duas cervejas, deu uma pra ela e ficou olhando.

Papai: Adoro a saia curta que você vestiu.
Rebeca: Jeje, sério? Não sei, sinto que ela tá meio curta
Papai: É por isso que eu gosto, deixa apreciar bem essas pernas torneadas e gostosas que você tem.
Rebeca: Jeje, valeu.
Papai: Mas o maiô de ontem pff, como ficava bem em você, combinou muito bem com aquela fio dental preta que você tava usando.

Rebeca ficou um instante em silêncio.

Rebeca: Não pense que ia aparecer tanto, hehe.
Papai: Pois é, e você me deixou com muito tesão.

Assim que disse isso, se aproximou dela e deu um beijo na boca dela. Ela, com uma força fraca, tentava afastá-lo, mas aos poucos essa resistência foi sumindo e ela começou a corresponder ao beijo. Se beijavam com tanta paixão como um casal de namorados que se deseja. Meu pai começou a acariciar as pernas dela e, devagar, foi enfiando a mão por baixo da minissaia, até chegar na parte mais sensível dela, que reagiu com um pequeno pulo acompanhado de um gemido. Ele separou os lábios da Rebeca sem tirar a mão que estava dentro da minissaia dela.

Papai: Que bom que passei pra comprar camisinha hehe

Dito isso, ele se levantou, pegou ela pela mão e a levou pro quarto, onde a cama já tava pronta pra uma batalha de sexo que ia rolar naquela tarde.

A Rebeca já tava muito na pica, quando entrou no quarto se pegaram de novo naqueles beijos de língua super apaixonados, depois a Rebeca começou a tirar o cinto dele, abriu o fecho da calça e enfiou a mão.

Rebeca: Nossa, que gostosa essa!
Papai: É toda sua, minha rainha.

Logo eu tiro ele e, com a mão dela, ela começa a masturbar ele, deixando o pau dele cada vez mais duro. Depois, ela se ajoelha e começa a dar lambidas, saboreando como se fosse um sorvete gostoso. Aos poucos, ela vai enfiando na boca dela, e o pai tava tipo, sem acreditar, de olhos fechados e cabeça pra trás, se concentrando pra não gozar antes de meter. Ficaram assim por uns minutos, enquanto a mão direita da Rebeca segurava o pau dele, a outra mão brincava com as bolas, e a boca dela não parava de enfiar e tirar aquele pedaço de carne, causando uma excitação alucinante.

Depois meu pai segurou ela pra não gozar.

Papai: Uau, que gostoso você chupa, dá pra ver que é uma putinha mesmo, nunca tinha recebido um boquete desse nível, agora é minha vez de aproveitar seu corpo.

Se terminou de se despir completamente, e começou a tirar a blusa dela, o que foi meio difícil porque estava muito justa. Tirou o sutiã e os peitos dela ficaram de fora, parecendo duas bolas — eram enormes e bem redondos, com uns bicos bonitos e meio escuros. Meu pai, sem perder tempo, começou a chupá-los, passou a língua por toda parte e dava pequenas mordidas, o que a excitava muito, porque enquanto ele fazia isso, ela soltava uns gemidinhos de prazer e os bicos dela começavam a ficar bem durinhos.

Depois, aos poucos, meu pai começou a tirar a minissaia dela sem parar de lamber os peitos gostosos dela, deixou a saia cair até os saltos, deixando ela só numa fio-dental azul-marinho pequena demais, por isso nem dava pra perceber, mesmo a saia sendo branca e bem justinha.

Papai: Essa fio dental é menor que a que você tava usando ontem, sabia que a gente ia transar, né, putinha?
Rebeca: Imaginei, por isso coloquei ela hehe.

Abraço ela por trás e levo pra cama. Ela se deitou e ele começou a tirar a calcinha fio dental devagar, deixando ela completamente pelada, sem contar que ainda tava de salto agulha. Era uma monumento de mulher, curvas muito bem definidas, uns peitões grandes e redondos e um par de bundas bem empinadas. Definitivamente, meu pai ia foder uma mulher que nem nos sonhos mais molhados ele teria imaginado.

Comecei a passar minha língua desde os tornozelos dela, percorrendo aquelas duas pernas lindas. Dei uma pausa entre as coxas dela pra saborear bem, e depois fui pra buceta dela, que já tava toda inundada com os líquidos que a excitação dela tinha provocado. A língua do meu pai entrava e saía da buceta dela, engolindo aqueles líquidos, enquanto ela já tava gemendo de tanto prazer que aquilo tava causando.

Rebeca: ah ah ai, não para, que gostoso você chupa, papai. ai ai!!!

Meu pai abriu as pernas dela com as duas mãos pra poder entrar mais fundo, a língua dele começou a brincar com o clitóris dela, ela já não aguentava mais e, irresistivelmente, veio o primeiro orgasmo dela, fechando as pernas, apertando a cabeça do meu pai enquanto curtia aquilo.

Ele deixou ela chupar, se aproximou da calça dele e tirou as camisinhas que tinha comprado, pegou uma e deu pra Rebeca.

Papai: Já quero te penetrar, por que você mesma não enfia tudo que está prestes a entrar em você.

Ela só sorriu e, sem dizer nada, pegou a camisinha, colocou na boca e, como uma expert, foi colocando ela.

Papai: Uau, que gostoso, ninguém nunca colocou a camisinha desse jeito em mim, definitivamente você é uma puta gostosa hehe.

Rebeca se deitou de novo e, pra facilitar teu serviço, abriu as pernas pronta pra porrada. Eu cheguei perto, brinquei um pouco com a buceta dela com meu pau, depois comecei a meter bem devagar. Dava pra ver meu pau sumindo dentro daquele cuzinho molhado da Rebeca, aí comecei a acelerar o ritmo cada vez que entrava e saía dela. Rebeca não parava de gemer, gritava igual uma puta no cio.

Aí aiiii!! meu amor, que gostoso você me come, aiiii, aiiii!!

Os dois estavam banhados em suor. Depois de uns dez minutos metendo nela, ele parou e tirou o pau inteiro pra fora.

Papai: Agora vira de costas, quero te comer de quatro kkkk

Sem dizer nada, ela se virou e ele enfiou a tranca de novo de uma vez só, fazendo ela soltar um gemido forte de prazer. Ele acelerou o ritmo de novo, dessa vez com mais força, já que a cama não parava de chiar.

Por enquanto eu cuspo no cu dela e enfio um dedo.

Rebeca: Aiiii que gostoso, mas por aí não, papai, faz tempo que não dou o cu e vai doer.
Papai: Não se preocupa, princesinha, vou fazer com todo cuidado.

Então meu pai continuou preparando a buceta dela, enfiando e casando um, depois dois dedos. Aproximou o pau e começou a esfregar por cima das nalgas enormes dela, percorrendo todo o reto pra depois colocar a ponta da glande na frente da buceta da Rebeca. Eu pude notar como foi desaparecendo no meio daquelas duas bolas de carne. Primeiro entrou a metade e ela deu um grito forte e desgarrador. Meu pai esperou ela se acostumar com aquilo dentro dela e logo em seguida continuou enfiando tudo até as bolas dele baterem nas nalgas dela.

Papai: Uau, que gostoso estar dentro de você.
Rebeca: Você tem ele bem grosso, meu bem, e muito gostoso, adoro ter ele dentro de mim.

Meu pai começou a tirar até a metade pra depois meter de novo, aumentando a velocidade a cada vez. Os gritos de dor viraram gemidos fortes de prazer, e eu via como escorria líquido pela virilha dela, saindo da buceta dela por causa do tesão que ela tava sentindo. Meu pai comeu ela no cu por uns 10 minutos até não aguentar mais e gozar, derramando todo o leite dele dentro dela. Ele ficou um tempinho lá dentro até o pau perder a ereção que tinha, tirou ele, e do cu dela saía aquele fluxo branco que tinha enchido ela por completo.

Papai: Uau, uau, foi a melhor foda que já tive na minha vida inteira, nunca tinha pegado uma mulher igual a você.
Rebeca: Que bom que você gostou, porque eu adorei.
E aí, fode meu filho, minha mulher me contou ontem, desde que você chegou em casa a gente percebeu que você era uma puta completa, porque uma mulher decente não se veste desse jeito quando vai conhecer os sogros, hehe.
Rebeca: Já te falei, eu gosto de me vestir assim, adoro provocar hehe, por isso só uso leggings e minissaias, claro, sempre com fio dental por baixo hehe. E olha, seu filho, pra ser sincera, me surpreendeu, nunca imaginei que na idade dele pudesse fazer uma mulher gozar tanto igual fez comigo, agora entendo, filho de peixe, peixinho é hehe.
Papai: Se meu filho é um filho da puta, saiu igualzinho a mim haha.
Rebeca: Mmmm já que a gente tá nesse assunto e você me conhece, sabe como sou insaciável, não precisa fingir. Quero te pedir um favor.
Papai: Quer que eu encha você de porra de novo kkk.
Rebeca: Bom, isso depende. Se você fizer o favor que vou te pedir, vou saber recompensar você direitinho, pode ter certeza disso. Você já pôde comprovar.
Papai: Tá bom, e qual é esse tal favorzinho?
Rebeca: Mmmm… quero dar pro Armando antes de ir embora.
Papai: Nossa!!!, não me enche o saco, é seu futuro genro, uau, não vou me cansar de te falar, você é uma puta completa, agora até quer provar a pica do namorado da sua filha, haha. Mas então, como é que eu posso te ajudar? Não vou mandar ele te foder, haha.
Rebeca: Disso eu cuido, só preciso que você tire sua família de casa amanhã à tarde. Já que o Fernando vai estar trabalhando e a Tânia vai ficar até tarde por uns cursos que ela tem, vou ter um tempo sozinha com ele, hehe.
Papai: Ah, já entendi. E aí você vai tentar seduzir ele, né? Bom, tá certo, vou ver o que invento. Depois a gente fala sobre a recompensa que você vai me dar, hehe.

Eu fiquei totalmente surpreso, o que essa mulher queria, queria se esfregar em todos os membros da minha família, exatamente como meu pai dizia, era uma puta completa no cio.

Se vestiram e saíram do apartamento. Esperei um pouco até o carro se afastar umas quadras e depois saí. Voltei pra minha casa já mais calmo. Todo mundo estava na sala conversando, a Rebeca ainda estava com aquela minissaia e aquela blusa tão sexy que tinham feito meu pai querer foder ela. Ela estava de pernas cruzadas, então a saia subia bem acima dos joelhos, claro que meu pai e meus irmãos não paravam de olhar pra ela. Olhei pro meu irmão mais velho e pensei na sorte que ele teria amanhã. Não passava pela cabeça dele que amanhã ele ia ficar um tempo sozinho com aquela deusa, pronta pra passar uma tarde gostosa de sexo com ele. Eu tava meio cansado por causa do caminho todo que tinha feito, então só cumprimentei todo mundo e falei que ia pro meu quarto descansar. Nisso, meu pai me chamou.

Papai: Filho, descansa bem, porque amanhã vamos visitar seus avós e não vou aceitar um não como resposta.

Eu sabia as intenções do meu pai, mas, mesmo claramente não indo, já que teria que ficar pra ver o que ia rolar com meu irmão, não tive saco pra discutir o assunto. Amanhã eu via o que inventar pra poder ficar, só respondi um "sim" e fui pro meu quarto.

No relato a seguir, vou contar o que aconteceu naquela tarde com meu irmão e a sogra dele.

Você já sabe que comentar é algo que todo mundo que tira um tempo pra contar nossas experiências tão eróticas adora, pra matar a curiosidade de cada um. Valeu.

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