História de Incesto 2 (Amor em Família Pt2)

Por causa do trampo da minha tia, eu fiquei em casa. Podia nos ver nos fins de semana, mas durante a semana eu ficava na minha casa com a minha mãe. Depois da conversa com a minha tia, minha mãe meio que mudou de atitude, fazia coisas que não fazia antes, como sair do banho só de toalha pela casa, levantar da cama só de camisola e ir pra cozinha assim, onde eu podia apreciar o corpo inteiro dela. Vou te falar, as camisolas são praticamente transparentes, e antes eu via a calcinha e o sutiã dela, mas agora dava pra ver os peitos e a buceta dela. Ela se esfregava mais do que o normal em mim. Nessa época, eu tava sempre com uma ereção de cavalo. Uma dessas vezes, a gente tava na cozinha, ela com a camisola curtinha, queria pegar algo numa prateleira alta e, como não alcançava, me pediu ajuda. Eu só tava de shorts de pijama e com uma ereção violenta. Resumo: fiquei atrás dela e foi inevitável que meu pau não se alojasse entre as bandas da bunda dela. Eu não me segurei nem um pouco e fiquei esfregando meu pau na bunda dela, mas ela se segurou menos ainda e se inclinou um pouco pra trás pra sentir melhor meu pau. Passei minhas mãos pelo lado dela, tocando os peitos dela com a desculpa de deixar algo na pia. Ficamos assim um tempão até que eu me toquei quem era, me afastei e fui pro meu quarto. Lá, bati uma punheta daquelas em homenagem a ela. Outra vez, ela saiu do banho e a gente se encontrou de frente. Quando me viu, fingiu surpresa e deixou a toalha cair na minha frente. Aí pude apreciar o corpo nu dela inteiro: a buceta depilada com uma tirinha de pelo enfeitando, os peitos mostravam a idade mas ainda estavam firmes, e o que mais me deixou com tesão, se é que dava, foi olhar pra cara dela e ver aquela expressão que as mulheres têm quando tão excitadas. Meu pau reagiu na hora e ficou duro que nem pedra: — Nossa, Luís, filho, você me surpreendeu, não esperava... — disse ela olhando pro meu volume, e em seguida, passando a língua nos lábios, falou num tom bem sensual: — Acho que... que o teu "amiguinho" gosta do que vê...
—Meu "amiguinho", como você chama, não é bobo, reage assim ao ver uma mulher como você pelada, porque mesmo sendo minha mãe, você é muito gostosa e "ele" adoraria poder te mostrar tudo que sabe fazer...
—Muito obrigada, mas como você mesmo disse, sou sua mãe e tem coisas que não podem ser...
Dizendo isso, pegou a toalha e entrou no quarto, fechando a porta. Me deixou com uma ereção que doía de tão dura que estava. Minha reação foi sair atrás dela, entrar no quarto, deitá-la na cama e meter o pau na buceta até ela gozar entre gritos de prazer. E era isso que eu ia fazer, mas quando peguei na maçaneta para abrir a porta, um gemido me parou. Parei para escutar, abri um pouco a porta sem fazer barulho e o que vi me excitou mais do que já estava. Minha mãe deitada na cama, se masturbando com uma mão na buceta, esfregando com toda força o clitóris, e a outra apertando o mamilo da teta, entre gemidos dizendo meu nome:
—Aaagghhh… Luis, querido, mete esse pau tão lindo na minha buceta que ele tá a mil… Aaaghhh…
—Sim, minha vida, belisca meu mamilo que eu gosto enquanto você me fode… Aaagghhh…
—Continua, não para até a gente gozar junto…
Eu, vendo aquilo, fiquei parado e, em vez de entrar, fiquei na porta olhando. Posso jurar que era a coisa mais excitante que já tinha visto até agora: minha mãe nua, se masturbando na minha frente, falando meu nome. Qualquer um poderia ter feito outra coisa, mas eu só consegui baixar a calça, pegar no meu pau e começar a me masturbar como um louco. Quando estava prestes a gozar, reparei no rosto da minha mãe e percebi que ela estava me olhando com a mesma cara de safada que tinha antes no corredor. E naquele exato momento, veio um orgasmo bestial, meu pau deixou sair toda a porra que tinha dentro. Minha mãe, sem perder um detalhe, gozou ao mesmo tempo que eu, entre gemidos:
—Aaaggghhh… assim, querido, goza… como eu gosto… você me deixa louquinha… aaaggghhh… Deixo ela deitada na cama e vou pro meu quarto, me jogo na cama e fico pensando no que aconteceu. Por um lado, tenho um sentimento estranho, é minha mãe, mas por outro, tenho que admitir que ela me deixou com mais tesão do que até minha tia Ana. Não sabia que isso podia rolar, mas o que eu tinha certeza era que a mulher que tinha acabado de gozar comigo eu tinha que fazer minha, ou seja, em outras palavras, eu tinha que foder minha mãe de qualquer jeito. Fiquei matutando isso na cabeça por um bom tempo até ouvir minha mãe me chamando pra comer. Como tava calor, coloquei só um short. Quando cheguei na cozinha, tava meio sem graça pelo que aconteceu, mas o clima foi embora rápido quando vi que minha mãe tava super normal, até diria que mais animada do que de costume. Sentei na mesa:

— Que calor, né, filho? Que sorte que vocês homens têm de poder ficar fresquinhos.
— Ué, você também pode, se quiser. Pra mim não tem problema nenhum você ficar à vontade.
— Ah, então já volto, vou ficar mais fresquinha.

Ela me deixou sozinho na cozinha e voltou pouco tempo depois. Quando vi ela, fiquei de boca aberta. Achei que ela ia colocar um short e uma camiseta, o que seria o normal, mas percebi que com minha mãe não existe lógica. Ela veio pelada, bom, não totalmente: tava usando umas calcinhas de renda que deixavam a bunda dela uma delícia.

— Luis, filho, o que foi? Se te incomoda eu estar assim, eu troco (ela disse toda melosa).
— Não, pelo amor de Deus, mãe, você tá divina, adoro te ver assim…

A verdade é que eu adorava ver ela daquele jeito, pra não dizer que meu pau ficou duro só de olhar. A comida foi meio estranha porque eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela, e ela sabia disso, porque cada vez que se levantava, os movimentos dela eram mais sensuais. Terminamos de comer e ajudei ela a guardar tudo. A mesa tava limpa e ela disse:

— Meu amor, o que você quer de sobremesa?
— A verdade é que o que eu tô afim agora não sei se posso pedir…
— Então fala, pede o que quiser, se eu puder, eu faço. te dou isso… .-Mãe, acho que você já percebeu como você me deixa… .-Sim, filho, e o que você quer então… .-Bom, correndo o risco de você me dizer não, te colocar em cima da mesa, te dar um beijo de língua que tô morrendo de vontade, descer pelo seu peito e chupar essas duas tetas tão gostosas que você tem, continuar pela sua barriga até chegar na sua buceta e comer ela inteira, sem parar até você gozar na minha boca gemendo de prazer e, pra finalizar, esperar você me pedir pra meter meu pau na sua buceta e continuar até a gente gozar junto… .-Luis, filho, então não sei o que você tá esperando pra comer sua sobremesa, não sei mais o que fazer pra você se decidir a me foder, tô com a buceta encharcada só de pensar… E foi assim que eu fiz, me abracei nela, meti minha língua na boca dela e a gente se fundiu num beijo e num abraço que fez meu pau começar a soltar líquido pré-seminal, fui fazendo tudo que tinha descrito e ela foi aproveitando, os gemidos dela foram enormes quando ela gozou na minha boca: .-Aaaggghhh…filho, você tá me matando de prazer, agora quero sentir esse pau que você tem, mas deixa eu fazer do meu jeito… Ela desceu da mesa, baixou o shorts que eu tava usando, que por sinal tava molhado de tanto líquido pré-seminal que meu pau soltava, meteu ele na boca e me deu um boquete fenomenal: .-Mãe…se você continuar assim, vai me fazer gozar…não vou aguentar muito…Aaagghhh… .-Calma, amor, goza na boca da mamãe que quero beber toda sua gozada… E ela continuou chupando meu pau, eu não aguentei mais e gozei na boca dela, verdade seja dita, a cena não era pra menos, minha mãe nua de joelhos na minha frente, com meu pau na boca e o tesão que eu tava, como ia aguentar mais? .-Que gostoso é o leite do meu menino… Ela continuou chupando meu pau, deixou ele bem limpinho e deixou duro de novo. Puxou uma cadeira, fez eu sentar e ela ficou na minha frente, pegou meu pau e foi enfiando devagar até ficar completamente empalada, depois começou um movimento suave de vai e vem… Minha mãe tava me comendo e, pra ser sincero, eu ficava louco com ela fazendo isso. .-Assim, mamãe, chupa devagar, bem devagar, que eu adoro… .-Isso, filho, deixa a mamãe ser sua putinha… deixa eu te foder desse jeito… .-Adoro olhar sua carinha enquanto você enfia seu pau na minha buceta… .-Pega nos meus peitos e dá umas boas chupadas, morde meus mamilos… .-Assim, mamãe… assim que você gosta… seu filho te foder te deixa com tesão… .-Siimm… você não faz ideia do quanto… aagghhh… parece que vou gozar igual uma porca… .-Então goza… que você vai ter pau pra caramba… eu ainda vou demorar um pouco pra gozar… Nessa hora, enfiei um dedo no cu dela e comecei a mexer, foi o estopim pro gozo da minha mãe: .-Aaagghhh… tô gozando, que filho da puta você é, não esperava por essa… mas não para, que eu adoro e tô gozandooo… aaagghhh… .-Aproveita, putinha, que eu falei que tem mais pau pra você e agora você vai ver… Mandei ela se apoiar na mesa e, assim dobrada, fiquei atrás dela e fui enfiando no cu dela devagar, bem devagarinho: .-Aaaagghhh… que filho da puta, você tá enfiando no meu cu… .-Eu paro, mamãe, se você quiser… mas me parece que você adora levar no cu… .-Nem pense em tirar… você tá me matando… adoro sentir seu pau no meu cu… .-Continua, não para, quero sentir o calor da sua porra… aagghhh… me masturba, amor, acaricia meu clitóris que você tá me fazendo ter um orgasmo incrível… aaaggghhh… .-Eu também tô chegando lá… aaaggghhh… goza comigo, mamãe… .-Siimm… aaaggghhh… agora, agora, fiilhooo… Gozamos os dois ao mesmo tempo e fiquei abraçado nela, na mulher que me deu a vida, nessa mulher que, se eu já amava por ser minha mãe, agora, com o que tinha rolado, também amava como amante. Quando nos acalmamos, fomos tomar banho juntos, nos ensaboamos um ao outro e nos acariciamos o corpo todo. Depois de nos secar, fomos pra cama dela — tava claro que aquilo tinha só começado pra nós dois, mas agora chegava o momento Das explicações:
— Mamãe, como chegamos a isso?
— Olha, filho, não vou mentir pra você. Amo seu pai pra caralho, mas o coitado, passando tanto tempo fora de casa, me deixa meio abandonada. Quando sua tia veio, as coisas meio que saíram do controle. Ela me disse pra prestar atenção em como você agia, e foi o que eu fiz. Comecei a reparar em como você devorava ela com os olhos, e isso foi despertando em mim uma excitação que eu achava que tinha perdido. Aí, quando ela se mudou, me propôs um teste. Ela tinha uma atração enorme por você e me disse — ou melhor, me pediu permissão — pra transar com você, se você topasse. Eu falei que você já era grandinho e que, se você quisesse, eu não podia impedir. E pelo que ela me contou, com todos os detalhes, parece que você gostou.
— Pois é, mãe, a tia é uma mulher excepcional, e espero que você não fique brava… adoro transar com ela.
— Ela é melhor do que eu?
— Olha, mãe, esse caminho não é bom. Eu não disse que uma é melhor ou pior que a outra. Só falei que adoro transar com ela, e o mesmo vale pra você. Além disso, tenho que dizer: se já tem um tesão danado transar com minha tia, imagina transar com minha mãe? Mas continua contando.
— Bom, então ela me contou como você comeu ela, e isso me deixou com muito tesão, tesão e ciúme. Como era possível que ela tivesse na cama ao lado um amante tão bom e eu continuasse na seca? Alguma coisa bagunçou minha cabeça. O negócio é que comecei a me insinuar pra você, saía com menos roupa ou quase nua, tipo, queria te esquentar ao máximo, e pelo visto consegui. Embora eu tenha que dizer que o fato de você ser meu filho me deixava ainda mais excitada, se é que isso é possível.
— Verdade, mãe, você me deixava perdido, não sabia o que fazer… ainda bem que finalmente decidi aproveitar esse pedaço de corpo.
Enquanto conversávamos, estávamos deitados na cama, pelados, e nos acariciávamos. Quando falei isso, nos abraçamos e dei um beijo na boca dela. Quando terminamos, ela disse:
— Vem, meu amor, sobe em cima da mamãe e enfia essa pica na minha buceta, que eu tô com tesão de novo. Faz amor comigo. Devagar e não para de me chamar de mamãe, que me deixa muito excitada. .-Como quiser, mamãe, sempre farei o que me pedir. Aliás, continue também me chamando de filho, que também me deixa com muito tesão. Naquele momento, subi nela e fui enfiando meu pau devagar, sem pressa, saboreando o momento até ter tudo lá dentro. Comecei a entrar e sair sempre suave, nos acariciando e nos beijando. Tínhamos todo o tempo do mundo, éramos dois seres se unindo da forma mais íntima de se amar, aproveitando um do outro sem tabus nem convencionalismos. Aos poucos, o prazer de chegar ao orgasmo foi fazendo a gente aumentar o ritmo da nossa sessão de sexo, o que tinha começado suave foi ganhando mais velocidade: .-Mamãe, sinto que vou gozar, vou gozar fora de você… aaaggghhh… .-Não, filho… aaagghhh… eu também estou chegando… mas quero que você goze dentro de mim… aaagghhh… quero sentir seu leite quente nas minhas entranhas… aaaghhh… .-Jááá… mamãe… aaaggghhh… .-Siim… filho… deeentro… aaagghhh… Foi tão intenso o orgasmo que nós dois dormimos, eu com meu pau dentro da buceta da minha mãe. Tinha sido nosso batismo sexual e, na verdade, tinha sido da melhor forma possível. Quando acordamos, combinamos de convidar minha tia para jantar e contar como tinha sido bom para nós dois. A verdade é que com ela não tínhamos segredos, ela era uma parte fundamental na nossa vida como casal. Além disso, eu tinha combinado com minha mãe que, quando meu pai estivesse em casa, ela seria só para ele, porque, mesmo transando comigo, ela ainda o amava muito e ele continuava sendo meu pai. E se minha tia não se importasse, eu continuaria transando com ela. Naquela noite, tiraríamos as dúvidas. A noite chegou e minha tia Ana apareceu para jantar. Ela estava linda. Quando chegou, deu um beijo na bochecha da minha mãe e outro em mim, mas foi na boca com língua. Fiz cara de estranho, mas ela disse: .-Fica tranquilo, querido, já falei com sua mãe. Mas agora, no jantar, quero que vocês me contem em detalhes como foi. Fui e contei com todos os detalhes… Foi assim no jantar, contamos tudo o que aconteceu pra minha tia, e vi o rosto dela mudando aos poucos. Não pude deixar de perguntar:
— Ana, o que você tem? Não concorda com nosso relacionamento…
— Calma, querido… eu concordo, sim… o que acontece é que, enquanto vocês iam contando, fiquei com um tesão danado, tô com a buceta encharcada só de ouvir vocês…
— Fica tranquila, Ana, eu vivi isso e também tô com a buceta encharcada de tanto tesão…
— Então acho que já somos três. Eu não tô com a buceta encharcada, mas meu pau tá duro como pedra…

E dizendo isso pras duas mulheres da minha vida, me levantei e mostrei meu pau. Minha tia pegou ele como se fosse um microfone, levou à boca, e minha mãe se aproximou dela. As duas esticaram a língua e, ao mesmo tempo, começaram a lamber meu pau. De repente, soltaram ele e se agarraram num beijo lésbico que quase me fez gozar de tanto prazer em ver. Elas se separaram e cochicharam algo no ouvido uma da outra, que eu não consegui entender, mas logo me disseram:
— Querido, vai pra sala e espera a gente, sua mãe e eu, sentado no sofá. E, acima de tudo, muito importante… pelado…
— Vocês me dão medo, mas vou obedecer em tudo…

As duas saíram da cozinha em direção ao quarto da minha mãe, não sem antes me dar cada uma um beijo de língua e uma carícia no meu pau. Lá estava eu, sentado no sofá, pelado, acariciando meu pau já duro, quando duas mulheres deslumbrantes aparecem, vestindo dois robes de seda transparentes que deixavam seus corpos ainda mais desejáveis, se é que isso era possível. Dois corpos que não se diferenciavam muito um do outro e que me enlouqueciam: Ana e Elena… Elena e Ana, minha mãe e minha tia, e eu as tinha as duas juntas na minha frente. Como podem imaginar, meu pau começou a vazar líquido pré-seminal diante daquela situação. Eu ia me levantar, quando as duas disseram em coro:
— Quieto aí onde você está… e aproveita o espetáculo…

Dito isso, elas se abraçaram. e deram outro beijo lésbico de tirar o fôlego, minha tia em seguida foi beijando minha mãe no pescoço descendo devagar até os peitos dela enquanto ia despindo ela, se distraiu um tempinho brincando com os mamilos, depois entre carícias e beijos foi descendo até a buceta da minha mãe e abrindo com os dedos os lábios vaginais deu umas lambidas. Era a vez da minha mãe que repetiu os mesmos passos que a irmã quando as duas estavam peladas se deitaram no chão e me deram o show de um sessenta e nove entre elas espetacular eu enquanto isso estava me masturbando vendo tudo, excitado ao máximo. As duas mulheres ficaram um tempinho se comendo a buceta e entre gemidos gozaram juntas isso fez com que eu gozasse junto com elas espalhando toda minha porra pelo meu peito, as duas percebendo isso se aproximaram de mim com uma cara de safada cada uma de tirar o fôlego e me beijando na boca foram me limpando minha porra com suas línguas enquanto minha tia fazia isso no meu pau e nas minhas bolas minha mãe fazia no meu peito e depois me deu um beijo na boca, a boca dela tinha gosto da minha porra e dos líquidos da minha tia entre isso e o boquete da minha tia no meu pau, ele ficou duro de novo. .-Que maravilha de pau…acabou de gozar e já tá pronto…vem Elena te cedo a honra de meter ele primeiro na sua buceta que me deixa com muito tesão a ideia de ver seu filho te fodendo… .-Vou Ana…você não sabe a vontade que eu tenho de enfiar de novo essa delícia de pau… Minha mãe se posicionou em cima de mim e minha tia pegando meu pau apontou ele na entrada da buceta da minha mãe, ela foi sentando devagar, enfiando meu pau até minhas bolas encostarem na bunda dela, enquanto eu peguei com minhas mãos e comecei a apertar os peitos dela e dar uns beliscões nos mamilos que já estavam duros de tesão. Enquanto minha tia se posicionou atrás da minha mãe, beijava a nuca dela, a boca, com as mãos dela sobre as minhas acariciava também os peitos da minha mãe e com movimentos leves ajudava minha mãe a enfiar mais fundo se pudesse meu pau: .-Aaaggghhh seus putos… tão fazendo eu gozar como uma vadia… que delíciaaaa… .-Assim… continua… continua… que eu vou gozaaaar…. aaaggghhh… Minha mãe teve um orgasmo tremendo que fez os olhos dela revirarem, ela desceu do meu pau e ficou um momento sentada ao nosso lado se recuperando da gozada que tinha acabado de ter, a buceta dela deixava escorrer todos os líquidos da gozada na minha frente, enquanto minha tia não perdeu tempo e se colocou na mesma posição que minha mãe, começando a cavalgar em mim: .-Agora é minha vez, passei a semana inteira desejando teu pau, tenho a buceta encharcada de vontade de enfiar… E foi o que fez, começou uma cavalgada selvagem no meu pau, eu apertava os peitos dela e virando a cabeça me coloquei entre as pernas da minha mãe e comecei a chupar a buceta dela, as duas começaram a gemer de prazer, minha mãe porque a buceta tava sensível da última gozada e minha tia porque a visão a excitava muito e também tava prestes a gozar: .-Aaagghhh… que filho da puta você é, Luis… tá me fazendo gozar… só de ver você chupando a buceta da sua mãe… que tesão… aaagghhh… vou gozar… siiiim, enfia bem a língua… belisca meus bicos do peito do jeito que você sabe… siiiim… que delíciaaaa…. aaaghhh... .-Assim, minha vida, chupa minha buceta que você faz eu ter outro orgasmo… aagghhh… continua enfiando o pau na vadia da sua tia pra ela saber que tipo de macho eu tenho em casa… aagghhh… tô gozando, meu amor, não para… jáaaaaa… As duas gozaram quase ao mesmo tempo e eu com meu pau duro feito uma estaca, verdade seja dita, graças a ter acabado de gozar e à vitalidade da idade, porque tenho que admitir que com o que tinha acabado de acontecer qualquer um já teria gozado. Minha tia saiu de cima de mim e minha mãe não perdeu tempo, pegou meu pau e começou a chupar com habilidade, minha tia não ficou atrás e enquanto uma chupava minha cabeça a outra se entretinha com minhas bolas, de vez em quando passavam a Língua no meu pau e quando se encontravam, se beijavam de língua uma na outra, era um espetáculo realmente excitante. Eu sentia que estava quase gozando, então peguei meu pau e, ficando de pé, pedi para as duas se ajoelharem na minha frente, queria me masturbar no rosto delas, falei a mesma coisa e disse para elas se masturbarem também enquanto eu fazia o mesmo, minha intenção era gozarmos os três ao mesmo tempo e encher a cara delas com meu gozo: — Vou gozar, putas… aaghhh… vou encher a cara de vocês com meu gozo… abram suas bocas… aagghhh… — Sim… eu também, meu amor… joga na minha cara… aagghhh… disse minha mãe. — E eu também, querido… tudo, tudo nas nossas caras… aaghhh… Gozamos os três ao mesmo tempo, como eu disse, joguei todo meu gozo na cara delas e elas, em agradecimento, limparam meu gozo uma da outra com a língua, se beijando depois, trocando meus fluidos de uma boca para a outra. Deitamos para descansar um pouco no sofá, os três juntos, eu no meio das duas, e elas foram me beijando na boca de vez em quando, se uma me excitava, a outra mais ainda, era uma experiência maravilhosa. Depois fomos para o chuveiro, onde entre risadas e massagens nos divertimos muito, nos secamos e já na cama da minha mãe passamos o resto da noite. Já faz um tempo desde aquela primeira vez, com minha mãe é raro o dia que não transamos, ela está mais sorridente, gosta de fazer em qualquer lugar da casa, no banheiro, na cozinha, vendo TV na sala, claro na cama dela, já chegamos a fazer até no chão do corredor, onde desse vontade e na hora que fosse. Devo dizer que quando meu pai está em casa, ela dedica todo o tempo a ele, eu por minha parte saio de cena. Com minha tia passo muitos fins de semana com ela e nossas sessões de cama são inesquecíveis, de vez em quando, para que minha mãe não fique sozinha, marcamos umas sessões nós três que nem o Kama Sutra, ainda bem que me cuido e faço muito exercício, senão tenho certeza que não aguentaria esse ritmo. Até aqui minhas aventuras com as duas mulheres mais importantes da minha vida… até agora…
Só lembrem que a história não é minha, achei na web e achei foda pra caralho pra compartilhar com vocês. Espero que tenham gostado, se curtiram a ideia de eu postar mais histórias, comentem 👇👇👇👇👇👇

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