Na cama com outro, infiel

Já faz mais de 20 anos, quando eu tava no ensino fundamental, tinha uma coleguinha, bom, na verdade várias, mas a história vai focar numa só.Natalia, com certeza não aconteceu nenhum evento relevante aqui, a não ser que foi onde a conheci.
Anos mais tarde, quando eu tinha meus 16 anos, já não tinha contato com ninguém dos meus ex-coleguinhas do ensino fundamental, até que um dia, esbarrei num deles no cinema. Trocamos números de telefone e tal, uma conversa rápida. Dias depois, ele me ligou...E aí, beleza? Tô falando que a gente tá planejando fazer uma reunião, o pessoal que tava junto no ensino fundamental. O que cê acha, vai colar?Aceito. Entre eles, vários tinham contato, então era fácil se reunirem. No entanto, eu tive sorte de trombar com minha ex-colega naquele dia. Combinamos de nos ver na casa da Natália. Alguns tinham carro (neste país é possível tirar carteira de motorista a partir dos 15 anos). Eu fui a pé. Quando cheguei, a maioria já estava lá. Todos eram praticamente iguais, só mais altos. Alguns um pouco gordinhos, outros fortinhos. Enfim, os caras eram parecidos, mas algumas garotas, embora na essência fossem iguais, já tinham um corpo desenvolvido. Quem realmente me impressionou foi a Natália, Nat ou Naty pra encurtar. Deixa eu descrever ela um pouco: ela era loira, não tanto quanto uma americana, mas dava pra notar. No entanto, ela tinha o cabelo pintado de um tom avermelhado que ficava bem nela. Olhos verdes, altura uns 162 centímetros, magra mas não tanto. As pernas e a bunda dela eram normais. O que me impressionou mesmo foi aquele par de peitos que ela tinha. Claro que minha última lembrança dela era de quando tínhamos 11 anos. Ela tinha uns peitões enormes comparado com as outras garotas, copo C com certeza. Ela usava uma blusa tão justa que fazia os peitos dela se destacarem ainda mais. Naquela noite, fomos a um morro tirar fotos e conversar entre todos. Não aconteceu nada de especial. A única coisa é que eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela nem por um segundo. E, por sorte, já era noite, porque de vez em quando eu não conseguia controlar minhas ereções ao ver os peitos dela balançando.

Depois daquela noite, continuei em contato com vários deles pelo Messenger, mas especialmente com a Naty.

Conversando com ela, descobri que ela tinha namorado, que era cristã, que não falava palavrão, era bem meiga, por assim dizer. Essas coisas me davam um tesão. Comecei a convidar ela pra sair como amigos pra ela não se ofender. Como ela era muito certinha, não desconfiava de mim e não via que podia ter problemas com o namorado. Um tempo depois, eles terminaram por problemas que não tinham nada a ver comigo. Elas tinham um relacionamento longo, então pra Naty superar isso levou uns meses. Umas 4 semanas depois do término, ela ainda me ligava chorando pedindo conselho. Devo admitir que algumas vezes, enquanto ela me ligava pra contar qualquer coisa, eu fechava os olhos, imaginava ela, aquelas tetonas enormes e o gostoso que devia ser chupar os biquinhos dela, e me masturbava. Uma vez ela até perguntou se eu tava doente porque tava respirando rápido, haha. Enfim, ela nunca ficou sabendo dessas coisas. Bom, como eu dizia, uns 4 meses depois, ela me convidou pra ir na casa dela ver um filme com ela e a irmã. Os pais não estavam, e ela não podia sair, só a irmã, que era mais velha. A gente tinha 17 na época, a irmã dela tinha uns 21. Aproveitando que mencionei ela, deixa eu te descrever: sem dúvida, só de olhar a cara dava pra saber que eram irmãs, ou primas talvez, porque eram bem parecidas. Os mesmos olhos, a mesma cor de cabelo (embora a Naty ainda pintasse de vermelho). A grande diferença era que enquanto a Naty tinha umas tetonas enormes eCynthiaEla tinha umas nalgas grandes e deliciosas, assim como as pernas, e o peito dela era pequeno, mal dava pra um sutiã B, talvez até A, mas mesmo assim era muito gostosa. Agora eu acho que ela é mais gostosa que a Naty. No jeito de ser, elas eram iguais, talvez a Cynthia fosse um pouco mais inocente, mesmo sendo mais velha. Fui na casa dela pra ver o filme, como a gente combinou. A casa dela era grande. Quando passava pela porta da entrada, do lado esquerdo tinha uma sala de jantar enorme, do lado direito a sala de estar, com três sofás grandes e uma tela gigante. Naquela época, as telas quadradas ainda eram as caras e boas. Na frente da porta de entrada, tinha um corredor que levava pra cozinha, que ficava do lado da sala de jantar. Do lado da sala de estar, mas no fundo, ficava o quarto da Naty e uma escada que subia pro andar de cima, onde ficavam o quarto da irmã dela e dos pais, além de outro cômodo pequeno. No andar de baixo tinha um banheiro, e no andar de cima, o quarto da Cynthia tinha outro banheiro. Ela deixava todo mundo da família usar sem problema. A diferença é que o da Cynthia tinha uma banheira e era maior, enquanto o de baixo tinha chuveiro e era um pouco menor.

Como as duas eram cristãs, escolheram um filme daqueles do Moisés ou algo assim. Eu não sou religioso, então não entendo disso, mas fiquei com vergonha de falar alguma coisa, então só fiquei assistindo. A gente tava vendo na sala, na televisão grande. Nós três estávamos sentados no mesmo sofá: Cynthia, Naty e eu, nessa ordem. Pouco depois do filme começar, a Naty caiu no sono. A Cynthia me falou que ela tinha virado a noite. Eu só ri. Tinha pipoca que elas tinham feito no micro-ondas.Vou pegar a pipoca.*da cozinha*Ah não!, queimaram, vou pegar mais

Quer pausar o filme?

Relaxa, eu já vi esse filme. Além disso, dura umas 3 horas, se a gente pausar vai demorar ainda mais. Vou demorar um pouquinho porque dirijo devagar, haha. Mas fica tranquilo, você tá em casa.Ela saiu rapidinho pra não perder mais tempo, Naty continuava dormindo.
Assim que parei de ouvir o motor do carro e vi que Naty ainda tava dormindo e não acordou com nossa conversa, fiz algo pra testar se ela tava mesmo dormindo: levantei e fui pra cozinha sem falar nada, esperei um minuto e depois espiei a sala. Naty continuava dormindo. Como o quarto dela ficava no mesmo andar, fui rápido mas sem fazer barulho pegar uma calcinha dela. Tentei abrir uma gaveta, mas ela rangia, como se o trilho tivesse enferrujado ou algo assim. Do lado do móvel, tinha um cesto com a roupa suja dela. Dei uma fuçada lá e achei uma calcinha estampada da Hello Kitty. Levei ela no rosto por uns segundos e meu pau ficou duríssimo. Voltei pra sala pra ver se ela acordava, mas ela ainda tava dormindo. Sabia que ainda tinha tempo antes da irmã dela chegar. Naty tava num sono profundo, era minha chance. Peguei nos peitos dela. Apertei eles de leve por cima da blusa, cuidando pra não acordar ela. Não parecia que ia levantar, então apertei um pouco mais forte. Ela continuou dormindo. Naquele dia, Naty tava usando uma blusa de botão. Lembro que pela primeira vez comecei a acreditar em Deus e agradeci por isso, porque comecei a desabotoar a blusa dela e apalpei os peitos dela, a parte que o sutiã não cobria. Nessa altura, já tinham passado uns 5 minutos desde que a Cynthia foi embora, no máximo 7. Com cuidado, comecei a baixar um pouquinho o sutiã num dos peitos dela, até o mamilo aparecer. Assim que vi a auréola, meu pau ficou duro que nem diamante, quase pulou sozinho da calça. Deixei o mamilo dela exposto e comecei a acariciar ele em círculos. Tamanho médio, do jeito certo pra uns peitos daquele tamanho. A pele dela era clara, então os mamilos eram rosados, muito lindos, tipo uma frutinha. Me aproximei do mamilo dela e comecei a lamber ele devagar pra não acordar ela. A adrenalina e a excitação que senti naquele momento foram épicas. Não queria que ela acordasse, mas ao mesmo tempo pensei que... talvez a gente pudesse transar, mas mesmo assim não ia me arriscar. lambi por uns momentos e depois chupei, assim que suguei o mamilo dela, a Naty soltou um gemido. recuei na hora, com medo de que ela acordasse. fechei a blusa dela e sentei do lado de novo. tava extremamente excitado, tirei a pica pra fora e me masturbei. não me mexia muito, fazendo tão devagar a estimulação não era a mesma. demorou um tempo e de repente ouvi a porta abrindo, não sei quanto tempo passou mas a Cynthia tinha voltado, e eu tava com a pica de fora. peguei um travesseiro e tapei o pau com ele. quando ela abriu a porta e disse que já tinha voltado, a Naty acordou. lá estava eu com a pica de fora do lado dela, só um travesseiro impedia que me vissem, mas aquela situação deixou ela dura. a Naty levantou pra ir com a irmã até a cozinha jogar água no rosto. aproveitei que as duas estavam distraídas, subi a calça e falei que ia no banheiro delas. voltei rápido pro quarto da Naty, peguei a calcinha que tava no cesto de roupa suja, fui pro banheiro e me masturbei enrolando a calcinha na mão. bati punheta com força e rápido, então gozei em menos de 2 minutos. limpei o esperma com a calcinha. quando voltei, joguei a calcinha de volta no cesto de roupa suja sem entrar no quarto completamente e voltei pra sala ver o filme com elas. elas não perceberam nada do que aconteceu.

Pouco depois pedi ela em namoro, mas ela me rejeitou. fomos nos distanciando aos poucos.

Ela entrou na faculdade pra ser professora de ensino fundamental. Embora a gente tivesse se afastado, ainda conversávamos de vez em quando, e foi assim que descobri que ela estudava aquilo. e apesar de terem passado alguns anos, eu ainda lembrava daquela história que rolou na casa dela quando chupei o peito dela e a desejava. então, quando ela tava no último ano da faculdade, convidei ela pra sair de novo. dessa vez ela me disse que tava a poucos meses de casar. aos 22 anos, ela tinha decidido casar com um cara que conheceu na escola. o cara não tinha Nada de especial, era bonitinho, mas só isso. Era o tipo de pessoa que você imagina que sairia com ela. Apesar de ela ter me dito que ia casar, não me convidou pro casamento. Só me falou que depois de casar, ia pra serra. Nesse país é bem comum recém-formados na área de educação básica serem mandados pra trabalhar na serra, a menos que tenham quem ajude a entrar numa escola na cidade. Passou um ano e ela foi embora, casou, ficou uns meses aqui e depois se mandou. O marido dela ficou aqui na cidade, porque ele tinha emprego aqui, então iam se ver só nas férias por alguns anos. O sinal é ruim naquele lugar, mas mesmo assim a gente conversava de vez em quando.

O primeiro ano que ela passou lá, ela voltou pras férias de Natal. Ela me falou os dias que ia ficar aqui. Disse que a gente devia se ver pra tomar algo e conversar, mas ela respondeu que queria passar o tempo com o marido, a irmã e os pais (que eram separados, então precisava de mais tempo). Eu entendi. Uma semana antes dela chegar, ela me ligou.Oi! O que você tá fazendo?

Naty, o que houve, que milagre

Lembra que eu ia ir na semana que vem? Então, aconteceu uma parada e vou chegar hoje.

Mas se falta uma semana inteira, o que aconteceu?

Teve uns problemas, então mandaram todo mundo embora. Quero chegar de surpresa pro meu marido. Dá pra me pegar na estação e me levar até ele? Sei que é pedir demais, mas...

Claro, sem problema. Me liga quando chegar que passo aí pra te pegar.Na real, eu não guardava rancor nem nada, então não tive problema. Fui buscá-la e tal, a gente se abraçou, ajudei com as malas dela e fomos embora. Quando chegamos na casa do marido dela, ninguém atendeu. Ela não queria estragar a surpresa, então não ligou pra ele — talvez ele só tivesse saído pra fazer compras. Levei a Naty pra casa dela. O carro da irmã não estava lá, só o do pai. A mãe dela morava em outra cidade e só chegaria no dia seguinte, quando a Naty supostamente estaria de visita. Quando batemos na porta, ninguém abriu. Isso era estranho. Por fim, ela ligou pra sogra pra saber se ela sabia de algo. Depois da ligação rápida...Pois parece que meu marido foi pra El Paso fazer compras com meu pai e minha irmã, não me avisaram porque acharam que eu não ia estar aqui, acho que vão me trazer uma surpresa. O bom é que ainda tenho minha chave de casa.Numa das malas dela estava a chave, ajudei ela a descer as coisas dela,Tô chateada, vim mais cedo na esperança de ver vocês e não tem ninguém. Quero dormir, desculpa, mas dá pra me deixar sozinha?Fui embora. No resto daquele dia e no seguinte, não falei com ela nada, só no terceiro ela me ligou.Oi! Qual filme a gente vai ver?Falei com ela com a mesma naturalidade de quando éramos adolescentes, me surpreendeu e entrei na brincadeira.Que tal a gente ver as do ESO?

Vou preparar a pipoca pra você se apressar!E foi assim que fiz. Cheguei em alguns minutos, já que a casa do pai dela não ficava longe da minha. Ela não tinha falado com os pais nem com o marido, e pediu pra sogra não contar nada — não era pra manter surpresa, era porque ela tava puta. A gente sentou pra ver o filme. A sala era igual, a TV era a mesma de sempre, embora a qualidade fosse boa, já tava meio velhinha. Os sofás, o tapete, tudo igual. A única diferença era uma foto dela e do marido no dia do casamento, numa mesinha do lado do sofá onde a gente tava sentado. A Naty trouxe um cobertor do quarto dela (as coisas dela ainda estavam lá) e a gente se cobriu. Ela se aninhou em mim. Não fiz nada. Por uns 40 minutos, fiquei lembrando daquela vez que chupei os peitos dela e como queria repetir, mas agora ela não tava dormindo e, pior, era casada. Ela chegou mais perto de mim, e meu braço tava encostando nos peitos dela. Meu pau começou a endurecer. Com a outra mão, comecei a acariciar meu pau. Desabotoei a calça devagar e comecei a me tocar, sem fazer muito movimento. Não aguentei mais e beijei ela. Virei o rosto dela pro meu e beijei na boca. Ela não resistiu. Pegou meu rosto e me beijou com força. Depois, se afastou devagar.Sou casada.Depois de falar isso, tirei a coberta e deixei meu pau de fora. Ela não disse nada, só ficou me olhando. Beijei ela de novo e ela correspondeu. Depois peguei a mão dela e fiz ela segurar meu pau. Ela apertava e soltava, e começou a me masturbar enquanto a gente se beijava. Tirei a blusa dela, ela não tava de sutiã, e comecei a chupar os peitos dela. Ela continuava me masturbando. Chupei com força, mordi os biquinhos, chupava um enquanto usava a mão pra brincar com o outro. Ela gemia de prazer e me masturbava muito gostoso. A pressão no meu pau era perfeita, e a velocidade também. Depois de ficar um tempinho assim, me deitei no sofá.Você chupa minha buceta?Ela não disse nada, só se aproximou da minha pica com a boquinha dela e começou a chupar. Não era muito boa, mas a sacanagem ajudava, a sacanagem de que minha amiga que eu desejava antes e agora era casada estava me chupando na sala dela. Ela me chupou por um tempo, esfregava minha pica com os lábios dela, só movia o pescoço pra cima e pra baixo.Chupa.E ela começou a chupar, vou insistir, não era muito boa não, mas dava pra sentir gostoso por causa da situação. Depois de uns dois minutos, parou de me mamar, pegou no meu pau com a mão, foi esfregando devagar, chegou perto pra me dar um beijo e sussurrou no meu ouvidoVamos fazer isso.Eu já estava completamente nu, ela ainda estava de calça. Assim que ela disse aquilo, comecei a arrancar a roupa dela o mais rápido que pude. Joguei os sapatos dela na sala, a calça voou e foi parar em cima da TV. A calcinha dela, rosa com um lacinho no elástico, caiu em cima do quadro de fotos do casamento, derrubando-o no chão — não quebrou. Abri as pernas dela. Ela ainda tingia o cabelo de ruivo, mas os pelos pubianos eram loiros. Tinha bastante, mas não era desagradável de ver. Puxei os pelos com uma mão, e ela jogou a cabeça para trás, entre a dor e o prazer. Separei as pernas dela, deixando exposta a pequena buceta rosada — um rosa mais forte que o dos mamilos, mas combinava bem. Os lábios vaginais mal estavam visíveis. Comecei a lamber o clitóris dela. Assim que minha língua tocou o clitóris, ela soltou um gemido.Ahh ♥Chupei a buceta dela por um tempo, depois levantei mais as pernas dela pra lamber o cu.Ai que gostosa♥... mas♥Eu lambia o cu dela, enfiei minha língua no cu dela e meus dedos na buceta, sentia os músculos dela tremendo. Virei pra frente e não conseguia ver o rosto dela porque tava tampado pelo parzão de peitos dela, uma paisagem linda de uma puta cristã infiel recebendo sexo oral. Ela tava deitada de barriga pra cima, eu me ajoelhei na frente dela e meti a pica na buceta dela, na metade da vara de uma vez.♥SIM AHH!♥Enfiei umas quantas vezes com a mesma força e nisso ela me empurrouPor ali não.Não dei bola porque não tinha entendido e continuei, mas ela me empurrou de novo.Esse é do meu marido, o teu é o outro.Então levanto um pouco mais as pernas, apoiando elas nos meus ombros, ela tava me oferecendo o cu.Nem pensar.então comecei a empurrar minha pica dentro do cu dela, tive dificuldade, ter a pica tão dura me ajudava mas mesmo assim tive problemas, finalmente minha cabeça entrouEntão gostosa sim♥ mais ou menos♥Dizia com voz de prazer, mas lágrimas de dor nos olhos. Fui mais gentil com o cu dela do que com a buceta dela. Aos poucos, fui enfiando mais o pau. Depois, fizemos a clássica posição de cachorrinho, onde foi mais fácil meter o pau. Fiquei penetrando ela por um tempo, depois tirei e coloquei na cara dela pra ela me chupar e lubrificar. Ela engoliu meu membro com prazer, encheu de saliva, e eu voltei pra trás dela pra foder. Enfiei no cu dela por mais um tempo, mas aquela buceta me tentava. Então, passei o braço em volta dela e estimulei o clitóris. Ela gritava que nem louca de prazer. Tirei o pau e me sentei no sofá. Ela montou em cima de mim, enfiou meu pau no cu dela, e numa dessas que escapou, aproveitei pra meter na buceta. Penetrei ela rapidamente.Não, amor, esse não é o Ah♥ Ah♥Não me importei e meti nela com tudo, parecia que ia rasgar ela de tão forte que eu tava comendo. Levantei, virei ela, coloquei de costas no sofá e enfiei a pica o mais fundo possível. Dei 5 bombadas, quando ia gozar, parei e comecei a me masturbar.Põe de joelhos aqui.ela me deu bola, se ajoelhou no chão e recebeu meu gozo na cara, um pouco entrou na boca dela sem querer e o resto espalhou pelos olhos, borrando a maquiagem, um pouco escorreu pelo rosto e pingou até os peitos, e outro jato caiu na foto de casamento dela que tinha caído no chão enquanto eu a despia. Ela foi se limpar, voltou, a gente se beijou e viu o resto do filme, abraçados pelados e nos beijando de vez em quando.

Quando acabou, ela pegou a roupa dela e eu levantei o quadro com a foto, aí percebi que estava cheio de porra, não limpei nem falei nada, só coloquei de volta no lugar. Na hora de ir embora, ela não disse nada, só me beijou e eu fui. Isso foi numa terça-feira. Na quinta da mesma semana, a gente transou de novo, dessa vez na cama do quarto dela, nada de especial, a vez anterior eu curti mais. A única coisa que fiz foi que, quando entrei na casa dela nessa ocasião, reparei no quadro de casamento, ainda tinha a mancha de porra já seca. Ela nunca notou e eu não falei nada. No dia seguinte, sexta-feira, foi o último dia dela sozinha. A gente não se viu, ela só me mandou uma mensagem dizendo...Foi minha primeira vez assim, valeu, se cuida♥Eu tinha desvirginado ela no cu.
Depois disso, a gente nunca mais tocou no assunto, ficamos sem nos falar por um tempo, na verdade vários meses, e quando voltamos a conversar, era como se nada tivesse acontecido.
Tempo depois, já com Facebook, adicionei a irmã dela, que é 4 anos mais velha que eu — na verdade, também tem uma história aí, mas isso fica pra próxima, amigos. Até mais, valeu por me acompanharem nessas lembranças.

2 comentários - Na cama com outro, infiel

MrJupon +1
Es evidentemente falsa pero me sirvio, aunque... me la dejó a media asta, tenés potencial, pero lo del cuadro fue muy fantacioso, suerte pibe,
kramalo +1
muy bueno...!! seguí con la hermana...jeje!!