Já faz mais de 20 anos, quando eu tava no ensino fundamental, tinha uma coleguinha, bom, na verdade várias, mas a história vai focar numa só.Natalia, com certeza não aconteceu nenhum evento relevante aqui, além de ter sido onde a conheci.
Anos mais tarde, quando eu tinha meus 16 anos, já não tinha contato com ninguém dos meus ex-coleguinhas do ensino fundamental, até um dia em que trombei com um no cinema. Trocamos números de telefone e tal, uma conversa rápida. Dias depois, ele me ligou...E aí, beleza? Tô ligado que a gente tá planejando fazer um encontro, a galera que tava junto no ensino fundamental. O que cê acha, vai colar?Aceito. Entre eles, vários tinham contato, então era fácil se reunirem. No entanto, tive sorte de trombar com meu ex-colega naquele dia. Combinamos de nos ver na casa da Natalia. Alguns tinham carro (neste país, é possível tirar carteira de motorista a partir dos 15 anos). Eu fui a pé. Quando cheguei, a maioria já estava lá. Todos eram praticamente iguais, só mais altos. Alguns um pouco gordinhos, outros fortinhos. De qualquer forma, os caras eram parecidos, mas algumas das garotas, embora na essência fossem iguais, já tinham um corpo desenvolvido. Quem realmente me impressionou foi a Natalia, Nat ou Naty pra encurtar. Deixa eu descrever ela um pouco: ela era loira, não tanto quanto uma americana, mas dava pra notar. No entanto, o cabelo dela era pintado de um tom avermelhado que combinava com ela. Olhos verdes, altura de uns 162 centímetros, magra, mas não tanto. As pernas e a bunda dela eram normais. O que realmente me impressionou foi aquele par de peitos que ela tinha. Claro, minha última lembrança dela era de quando tínhamos 11 anos. Ela tinha uns peitos enormes comparados com as outras garotas, copo C com certeza. Ela usava uma blusa tão justa que fazia os peitos dela se destacarem ainda mais. Naquela noite, fomos a um morro tirar fotos e conversar entre todos. Não aconteceu nada de especial. A única coisa é que não consegui tirar os olhos dos peitos dela nem por um segundo. E, por sorte, já era noite, porque de vez em quando eu não conseguia controlar minhas ereções ao ver os peitos dela balançando.
Depois daquela noite, continuei em contato com vários deles pelo Messenger, mas especialmente com a Naty.
Conversando com ela, descobri que ela tinha namorado, que era cristã, que não falava palavrão, era bem meiga, por assim dizer. Essas coisas me causavam um tesão. Comecei a convidar ela pra sair como amigos, pra ela não se ofender. Como ela era muito pura, não desconfiava de mim e não via que poderia ter problemas com o namorado. Tempo depois, eles terminaram por problemas que não tinham nada a ver comigo. eles tinham um relacionamento longo, então pra Naty superar isso levou uns meses. Umas 4 meses depois do término, ela ainda me ligava chorando pedindo conselho. Devo admitir que algumas vezes, enquanto ela me ligava pra falar qualquer coisa, eu fechava os olhos, imaginava ela, as tetonas dela e como devia ser gostoso chupar os biquinhos dela, e me masturbava. Uma vez ela até perguntou se eu tava doente porque eu tava respirando rápido, haha. Enfim, ela nunca ficou sabendo dessas coisas. Bom, como eu tava dizendo, uns 4 meses depois, ela me convidou pra ir na casa dela ver um filme com ela e a irmã. Os pais não estavam e ela não podia sair, só a irmã dela porque era mais velha. A gente tinha 17 na época, a irmã dela tinha uns 21. Aproveitando que eu mencionei ela, deixa eu descrever ela pra você. Sem dúvida, olhando pro rosto dava pra saber que eram irmãs, ou primas talvez, porque eram bem parecidas: os mesmos olhos, a mesma cor de cabelo (embora a Naty ainda pintasse de vermelho). A grande diferença era que enquanto a Naty tinha umas tetas enormes eCynthiaEla tinha umas nalgas grandes e deliciosas, assim como as pernas também. O peito dela era pequeno, no máximo um sutiã tamanho B, talvez até A, mas mesmo assim ela era muito gostosa. Agora eu acho que ela é mais gostosa que a Naty. No jeito de ser, elas eram iguais, talvez a Cynthia fosse um pouco mais inocente, mesmo sendo mais velha. Fui na casa dela ver o filme, como combinamos. A casa dela era grande. Quando passei pela porta da entrada, do lado esquerdo tinha uma sala de jantar enorme, do lado direito a sala de estar. Tinha três sofás grandes e uma tela gigante. Naquela época, as TVs quadradas ainda eram as caras e boas. Na frente da porta de entrada tinha um corredor que levava pra cozinha, que ficava do lado da sala de jantar. Do lado da sala de estar, mas no fundo, ficava o quarto da Naty e uma escada que subia pro andar de cima, onde ficavam o quarto da irmã dela e dos pais, além de outro cômodo pequeno. No andar de baixo tinha um banheiro, e no andar de cima o quarto da Cynthia tinha outro banheiro. Ela deixava toda a família usar sem problema. A diferença é que o banheiro da Cynthia tinha uma banheira e era maior, enquanto o de baixo tinha chuveiro e era um pouco menor.
Como as duas eram cristãs, escolheram um filme daqueles do Moisés ou algo assim. Eu não sou religioso, então não entendo disso, mas fiquei com vergonha de falar alguma coisa, então só fiquei assistindo. A gente tava vendo na sala, na TV grande. Estávamos os três sentados no mesmo sofá: Cynthia, Naty e eu, nessa ordem. Pouco depois do filme começar, a Naty dormiu. A Cynthia me falou que ela tinha virado a noite. Eu só ri. Tinha pipoca que elas tinham feito no micro-ondas.Vou pegar a pipoca.*da cozinha*Ah não!, queimaram tudo, vou pegar mais
Quer pausar o filme?
Não se preocupa, eu já vi ela, além disso dura umas 3 horas, se a gente pausar vai durar ainda mais. Vou demorar um pouquinho porque dirijo devagar Haha, mas fica tranquilo que você tá em casa.Ela saiu rápido pra não perder mais tempo, Naty continuava dormindo.
Assim que parei de ouvir o motor do carro e vi que Naty ainda tava dormindo e não tinha acordado com nossa conversa, fiz algo pra testar se ela tava mesmo dormindo: levantei e fui pra cozinha sem falar nada, esperei um minuto e depois espiei na sala. Naty continuava dormindo. Como o quarto dela ficava ali no mesmo andar, fui rápido mas sem fazer barulho procurar uma calcinha dela. Tentei abrir uma gaveta, mas ela rangia, como se o trilho tivesse enferrujado ou algo assim. Do lado do móvel tinha um cesto com a roupa suja dela. Dei uma fuçada lá e encontrei uma calcinha estampada da Hello Kitty. Levei ela no rosto por uns segundos e meu pau ficou duríssimo. Voltei pra sala pra ver se ela acordava, mas ela ainda tava dormindo. Sabia que ainda tinha tempo antes da irmã dela chegar. Naty tinha um sono profundo, era minha chance. Agarrei os peitos dela. Peguei eles de leve por cima da blusa, cuidando pra não acordar ela. Não parecia que ia levantar, então apertei um pouco mais. Ela continuou dormindo. Naquele dia, Naty tava com uma blusa de botão. Lembro que pela primeira vez comecei a acreditar em Deus e agradeci por isso, porque comecei a desabotoar os botões dela e apalpei os peitos dela, a parte que o sutiã não cobria. Nessa altura já tinham passado uns 5 minutos desde que a Cynthia foi embora, no máximo 7 minutos. Com cuidado, comecei a baixar um pouquinho o sutiã de um dos peitos dela, até o mamilo aparecer. Mal vi a aréola e meu pau ficou duro igual diamante, quase pulou sozinho da calça. Deixei o mamilo dela exposto e comecei a acariciar ele em círculos. Tamanho médio, do tamanho perfeito pra uns peitos daquele tamanho. A pele dela era clara, então os mamilos eram rosados, muito lindos, tipo uma frutinha. Aproximei a boca do mamilo dela e comecei a lamber, devagar pra não acordar ela. A adrenalina e a excitação que senti naquele momento foram épicas. Não queria que ela acordasse, mas ao mesmo tempo pensei que... talvez a gente pudesse transar, mesmo assim não ia me arriscar, lambi por uns momentos e depois chupei, assim que suguei o mamilo dela, a Naty soltou um gemido, me afastei na hora, com medo de que ela fosse acordar, fechei a blusa dela e sentei do lado de novo, tava extremamente excitado, tirei a pica pra fora e me masturbei, não mexi muito, fazendo tão devagar a estimulação não era a mesma, demorou um tempo e de repente ouvi a porta abrindo, não sei quanto tempo passou mas a Cynthia tinha voltado, e eu tava com a pica pra fora, peguei um travesseiro e tapei o pau com ele, quando ela abriu a porta e disse que já tinha voltado a Naty acordou, aí tava eu com a pica de fora do lado dela, só um travesseiro impedia que me vissem, mas aquela situação deixou ela dura, a Naty levantou pra ir com a irmã na cozinha jogar água no rosto, aproveitei que as duas estavam distraídas, subi a calça e falei que ia no banheiro delas, voltei rápido pro quarto da Naty, peguei a calcinha que tava no cesto de roupa suja, fui no banheiro e me masturbei enrolando a calcinha na mão, fiz com força e rápido, então gozei em menos de 2 minutos, limpei o esperma com a calcinha, quando voltei joguei a calcinha de volta no cesto de roupa suja sem entrar no quarto completamente e voltei pra sala ver o filme com elas, elas não perceberam nada do que aconteceu.
Pouco depois pedi pra ela ser minha namorada mas ela me rejeitou, a gente foi se afastando aos poucos.
Ela entrou pra estudar pra ser professora de ensino fundamental. Mesmo afastados a gente ainda conversava de vez em quando, foi assim que descobri que ela estudava aquilo, e apesar de terem passado alguns anos eu lembrava daquela história que rolou na casa dela quando chupei o peito dela e a desejava, então quando ela tava no último ano da faculdade, convidei ela pra sair de novo, dessa vez ela me disse que tava a poucos meses de casar, aos 22 anos ela tinha decidido casar com um cara que conheceu na escola, o cara não tinha Nada de especial, era bonitinho, mas só isso. Era o tipo de pessoa que você imagina que sairia com ela. Mesmo ela tendo me dito que ia casar, não me convidou pro casamento. Só me falou que depois de casar, ia pro interior. Nesse país é bem comum que os recém-formados na área de educação básica sejam mandados pra trabalhar no interior, a menos que tenham quem ajude a conseguir vaga numa escola da cidade. Passou um ano e ela foi embora, casou. Ficou uns meses aqui e depois se mandou. O marido dela ficou aqui na cidade, porque ele tinha emprego aqui, então iam se ver só nas férias por uns anos. O sinal é ruim naquele lugar, mas mesmo assim a gente conversava de vez em quando.
No primeiro ano que ela passou lá, voltou pras férias de Natal. Ela me falou os dias que ia ficar aqui. Falei que a gente devia se ver pra tomar alguma coisa e conversar, mas ela disse que queria passar o tempo com o marido, a irmã e os pais (que eram separados, então precisava de mais tempo). Eu entendi. Uma semana antes dela chegar, ela me ligou.E aí! O que você tá fazendo?
Naty, o que rolou, que milagre
Lembra que eu ia ir na semana que vem? Então, aconteceu uma parada e vou chegar hoje.
Mas se falta uma semana inteira, o que aconteceu?
Teve uns problemas, então mandaram todo mundo embora. Quero chegar de surpresa pro meu marido. Dá pra me pegar na estação e me levar até ele? Sei que é pedir demais, mas...
Claro, sem problema. Me liga quando chegar que passo aí pra te buscar.A verdade é que eu não guardava rancor nem nada, então não tive problema. Fui buscá-la e tal, a gente se abraçou, ajudei com as malas dela e fomos embora. Quando chegamos na casa do marido dela, ninguém atendeu. Ela não queria estragar a surpresa, então não ligou pra ele — talvez ele só tivesse saído pra fazer compras. Levei a Naty pra casa dela. O carro da irmã não estava, só o do pai. A mãe dela morava em outra cidade e só chegaria no dia seguinte, quando a Naty supostamente estaria de visita. Quando batemos na porta, ninguém abriu. Isso era estranho. No fim, ela ligou pra sogra pra saber se ela sabia de algo. Depois da ligação rápida...Pois parece que meu marido foi pra El Paso fazer compras com meu pai e minha irmã, não me avisaram porque acharam que eu não ia estar aqui, acho que vão me trazer uma surpresa, o bom é que ainda tenho minha chave de casa.Numa das malas dela estava a chave, ajudei ela a descer as coisas dela,Tô chateada, vim mais cedo na esperança de ver vocês e não tem ninguém. Quero dormir, desculpa, mas dá pra me deixar sozinha?Fui embora. No resto daquele dia e no seguinte, não falei com ela nada, só no terceiro ela me ligou.E aí! Qual filme a gente vai ver?Falei com ela com a mesma naturalidade de quando éramos adolescentes, me surpreendeu e entrei na brincadeira.Que tal a gente ver as da ESO?
Vou preparar a pipoca pra você se apressar!E foi assim que eu fiz, cheguei em uns minutos já que a casa do pai dela não era longe da minha. Ela não tinha falado com os pais nem com o marido, e pediu pra sogra não contar nada — não era pra manter surpresa, era porque ela tava puta. A gente sentou pra ver o filme, a sala era igual, a TV era a mesma de sempre, embora a qualidade fosse boa já tava meio velhinha, os sofás, o tapete, tudo igual. A única diferença era uma foto dela e do marido no dia do casamento em cima de uma mesinha do lado do sofá onde a gente tava sentado. A Naty trouxe uma coberta do quarto dela (as coisas dela ainda estavam lá) e a gente se cobriu junto. Ela se aninhou em mim, eu não fiz nada. Por uns 40 minutos, fiquei lembrando daquela vez que chupei os peitos dela e como queria repetir, mas agora ela não tava dormindo e, pior ainda, tava casada. Ela chegou mais perto de mim e meu braço tava encostando nos peitos dela, meu pau começou a endurecer. Com a outra mão, comecei a acariciar meu pau, desabotoei a calça devagar, e comecei a me tocar sem fazer muito movimento. Não aguentei mais e beijei ela, virei o rosto dela pro meu e beijei na boca. Ela não resistiu, pegou meu rosto e me beijou com força, depois se afastou devagar.Sou casada.Depois de falar isso, tirei a coberta e deixei meu pau de fora. Ela não disse nada, só ficou me olhando. Beijei ela de novo e ela correspondeu. Depois peguei a mão dela e fiz ela segurar meu pau. Ela apertava e soltava, e começou a me masturbar enquanto a gente se beijava. Tirei a blusa dela, ela não tava de sutiã, e comecei a chupar os peitos dela. Ela continuava me masturbando. Chupei com força, mordi os bicos, chupava um enquanto usava a mão pra brincar com o outro. Ela gemia de tesão e me masturbava muito gostoso. A pressão no meu pau era perfeita, e a velocidade também. Depois de ficar um tempão assim, me deitei no sofá.Você chupa minha buceta?Ela não disse nada, só se aproximou da minha pica com a boquinha dela e começou a chupar. Não era muito boa, mas a sacanagem ajudava, a sacanagem de que minha amiga que eu desejava antes e agora era casada estava me chupando na sala dela. Ela me chupou por um tempo, esfregava minha pica com os lábios, só movia o pescoço pra cima e pra baixo.Chupa.E ela começou a chupar, juro, não era lá essas coisas, mas tava gostoso pela situação. Depois de uns minutos, parou de me mamar, pegou no meu pau com a mão, esfregando devagar, se aproximou pra me dar um beijo e sussurrou no meu ouvido.Vamos fazer isso.Eu já estava completamente nu, ela ainda estava de calça. Assim que ela disse aquilo, comecei a arrancar a roupa dela o mais rápido que pude. Joguei os sapatos dela na sala, a calça voou e foi parar em cima da TV. A calcinha dela, rosa com um lacinho no elástico, caiu em cima do quadro de fotos de casamento, derrubando-o no chão — não quebrou. Abri as pernas dela. Ela ainda tingia o cabelo de ruivo, mas os pelos pubianos eram loiros. Tinha bastante, mas não era desagradável. Puxei os pelos com uma mão, e ela esticou o pescoço para trás, entre a dor e o prazer. Abri as pernas dela, e sua bucetinha rosada ficou exposta — um rosa mais forte que o dos mamilos, mas combinava bem. Os lábios da buceta dela mal estavam visíveis. Comecei a lamber o clitóris dela. Assim que minha língua tocou o clitóris, ela soltou um gemido.Ahh ♥Chupei a buceta dela por um tempo, depois levantei mais as pernas dela pra lamber o cu.Ai que gostosa♥... mas♥Eu lambia o cu dela, enfiei minha língua no cu dela e meus dedos na buceta dela, sentia os músculos dela se contraindo. Virei pra frente e não conseguia ver o rosto dela porque tava tampado pelo par enorme de peitos dela, uma paisagem linda de uma puta cristã infiel recebendo sexo oral. Ela tava deitada de barriga pra cima, eu me ajoelhei na frente dela e enfiei a pica na buceta dela, metade de uma vez.♥SIM AHH!♥Eu penetrei ela umas quantas vezes com a mesma força e nisso ela me empurrouPor ali não.Não dei bola porque não tinha entendido e continuei, mas ela me empurrou de novo.Esse é do meu marido, o teu é o outro.Então levanto um pouco mais as pernas, apoiando elas nos meus ombros, ela tava me oferecendo o cu.Nem pensar.então comecei a empurrar minha pica dentro do cu dela, tive dificuldades, ter a pica tão dura me ajudava mas ainda assim tive problemas, finalmente minha cabeça entrouEntão gostosa sim♥ mais ou menos♥Dizia com voz de prazer, mas lágrimas de dor nos olhos. Fui mais gentil com o cu dela do que com a buceta dela, aos poucos fui enfiando mais o pau. Depois fizemos a clássica posição de cachorrinho, onde foi mais fácil meter o pau. Fiquei penetrando ela por um tempo, depois tirei e coloquei na cara dela pra ela me chupar e lubrificar. Ela engoliu meu membro com prazer, encheu de saliva e eu voltei pra trás dela pra foder. Enfiei no cu dela por mais um tempo, mas aquela buceta me tentava. Então enrolei meu braço nela e estimulei o clitóris dela, ela gritava igual louca de prazer. Tirei o pau e me sentei no sofá, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau no cu dela e numa dessas que escapou, aproveitei pra meter na buceta, penetrei ela rapidamente.Não, amor, esse não é o Ah♥ Ah♥não me importei e meti nela super forte, parecia que ia rasgar ela de tão duro que eu tava comendo, levantei, virei ela, coloquei de costas no sofá e enfiei a pica o mais fundo possível, 5 bombadas quando ia gozar, parei e comecei a bater umaPõe de joelhos aqui.ela me deu bola, se ajoelhou no chão e recebeu meu gozo na cara, um pouco entrou na boca dela sem querer e o resto espalhou nos olhos, borrando a maquiagem, um pouco escorreu pelo rosto e pingou até os peitos, e outro jato caiu na foto de casamento dela que tinha caído no chão enquanto eu a despia. Ela foi se limpar, voltou, nos beijamos e vimos o resto do filme, abraçados pelados e nos beijando de vez em quando.
Quando terminou, ela pegou a roupa dela e eu levantei o quadro com a foto, aí percebi que estava cheio de porra, não limpei nem falei nada, só coloquei de volta no lugar. Na hora de ir embora, ela não disse nada, só me beijou e eu fui. Isso foi numa terça-feira. Na quinta da mesma semana, a gente transou de novo, dessa vez na cama do quarto dela, nada de especial, a vez anterior eu curti mais. A única coisa que fiz foi que, quando entrei na casa dela nessa ocasião, reparei no quadro de casamento, ainda tinha a mancha de porra já seca. Ela nunca notou e eu não falei nada. No dia seguinte, sexta-feira, foi o último dia dela sozinha. Não nos vimos, ela só me mandou uma mensagem dizendo...Foi minha primeira vez assim, valeu, se cuida♥Eu tinha desvirginado ela no cu.
Depois disso, a gente nunca mais tocou no assunto, ficamos sem nos falar por um tempo, na verdade vários meses. Depois, nossas conversas foram como se nada tivesse acontecido. Tempo depois, já com Facebook, adicionei a irmã dela, que é 4 anos mais velha que eu. Na verdade, também tem uma história com ela, mas isso fica pra próxima, amigos. Nos vemos, valeu por me acompanharem nessas lembranças.
Anos mais tarde, quando eu tinha meus 16 anos, já não tinha contato com ninguém dos meus ex-coleguinhas do ensino fundamental, até um dia em que trombei com um no cinema. Trocamos números de telefone e tal, uma conversa rápida. Dias depois, ele me ligou...E aí, beleza? Tô ligado que a gente tá planejando fazer um encontro, a galera que tava junto no ensino fundamental. O que cê acha, vai colar?Aceito. Entre eles, vários tinham contato, então era fácil se reunirem. No entanto, tive sorte de trombar com meu ex-colega naquele dia. Combinamos de nos ver na casa da Natalia. Alguns tinham carro (neste país, é possível tirar carteira de motorista a partir dos 15 anos). Eu fui a pé. Quando cheguei, a maioria já estava lá. Todos eram praticamente iguais, só mais altos. Alguns um pouco gordinhos, outros fortinhos. De qualquer forma, os caras eram parecidos, mas algumas das garotas, embora na essência fossem iguais, já tinham um corpo desenvolvido. Quem realmente me impressionou foi a Natalia, Nat ou Naty pra encurtar. Deixa eu descrever ela um pouco: ela era loira, não tanto quanto uma americana, mas dava pra notar. No entanto, o cabelo dela era pintado de um tom avermelhado que combinava com ela. Olhos verdes, altura de uns 162 centímetros, magra, mas não tanto. As pernas e a bunda dela eram normais. O que realmente me impressionou foi aquele par de peitos que ela tinha. Claro, minha última lembrança dela era de quando tínhamos 11 anos. Ela tinha uns peitos enormes comparados com as outras garotas, copo C com certeza. Ela usava uma blusa tão justa que fazia os peitos dela se destacarem ainda mais. Naquela noite, fomos a um morro tirar fotos e conversar entre todos. Não aconteceu nada de especial. A única coisa é que não consegui tirar os olhos dos peitos dela nem por um segundo. E, por sorte, já era noite, porque de vez em quando eu não conseguia controlar minhas ereções ao ver os peitos dela balançando.
Depois daquela noite, continuei em contato com vários deles pelo Messenger, mas especialmente com a Naty.
Conversando com ela, descobri que ela tinha namorado, que era cristã, que não falava palavrão, era bem meiga, por assim dizer. Essas coisas me causavam um tesão. Comecei a convidar ela pra sair como amigos, pra ela não se ofender. Como ela era muito pura, não desconfiava de mim e não via que poderia ter problemas com o namorado. Tempo depois, eles terminaram por problemas que não tinham nada a ver comigo. eles tinham um relacionamento longo, então pra Naty superar isso levou uns meses. Umas 4 meses depois do término, ela ainda me ligava chorando pedindo conselho. Devo admitir que algumas vezes, enquanto ela me ligava pra falar qualquer coisa, eu fechava os olhos, imaginava ela, as tetonas dela e como devia ser gostoso chupar os biquinhos dela, e me masturbava. Uma vez ela até perguntou se eu tava doente porque eu tava respirando rápido, haha. Enfim, ela nunca ficou sabendo dessas coisas. Bom, como eu tava dizendo, uns 4 meses depois, ela me convidou pra ir na casa dela ver um filme com ela e a irmã. Os pais não estavam e ela não podia sair, só a irmã dela porque era mais velha. A gente tinha 17 na época, a irmã dela tinha uns 21. Aproveitando que eu mencionei ela, deixa eu descrever ela pra você. Sem dúvida, olhando pro rosto dava pra saber que eram irmãs, ou primas talvez, porque eram bem parecidas: os mesmos olhos, a mesma cor de cabelo (embora a Naty ainda pintasse de vermelho). A grande diferença era que enquanto a Naty tinha umas tetas enormes eCynthiaEla tinha umas nalgas grandes e deliciosas, assim como as pernas também. O peito dela era pequeno, no máximo um sutiã tamanho B, talvez até A, mas mesmo assim ela era muito gostosa. Agora eu acho que ela é mais gostosa que a Naty. No jeito de ser, elas eram iguais, talvez a Cynthia fosse um pouco mais inocente, mesmo sendo mais velha. Fui na casa dela ver o filme, como combinamos. A casa dela era grande. Quando passei pela porta da entrada, do lado esquerdo tinha uma sala de jantar enorme, do lado direito a sala de estar. Tinha três sofás grandes e uma tela gigante. Naquela época, as TVs quadradas ainda eram as caras e boas. Na frente da porta de entrada tinha um corredor que levava pra cozinha, que ficava do lado da sala de jantar. Do lado da sala de estar, mas no fundo, ficava o quarto da Naty e uma escada que subia pro andar de cima, onde ficavam o quarto da irmã dela e dos pais, além de outro cômodo pequeno. No andar de baixo tinha um banheiro, e no andar de cima o quarto da Cynthia tinha outro banheiro. Ela deixava toda a família usar sem problema. A diferença é que o banheiro da Cynthia tinha uma banheira e era maior, enquanto o de baixo tinha chuveiro e era um pouco menor.
Como as duas eram cristãs, escolheram um filme daqueles do Moisés ou algo assim. Eu não sou religioso, então não entendo disso, mas fiquei com vergonha de falar alguma coisa, então só fiquei assistindo. A gente tava vendo na sala, na TV grande. Estávamos os três sentados no mesmo sofá: Cynthia, Naty e eu, nessa ordem. Pouco depois do filme começar, a Naty dormiu. A Cynthia me falou que ela tinha virado a noite. Eu só ri. Tinha pipoca que elas tinham feito no micro-ondas.Vou pegar a pipoca.*da cozinha*Ah não!, queimaram tudo, vou pegar mais
Quer pausar o filme?
Não se preocupa, eu já vi ela, além disso dura umas 3 horas, se a gente pausar vai durar ainda mais. Vou demorar um pouquinho porque dirijo devagar Haha, mas fica tranquilo que você tá em casa.Ela saiu rápido pra não perder mais tempo, Naty continuava dormindo.
Assim que parei de ouvir o motor do carro e vi que Naty ainda tava dormindo e não tinha acordado com nossa conversa, fiz algo pra testar se ela tava mesmo dormindo: levantei e fui pra cozinha sem falar nada, esperei um minuto e depois espiei na sala. Naty continuava dormindo. Como o quarto dela ficava ali no mesmo andar, fui rápido mas sem fazer barulho procurar uma calcinha dela. Tentei abrir uma gaveta, mas ela rangia, como se o trilho tivesse enferrujado ou algo assim. Do lado do móvel tinha um cesto com a roupa suja dela. Dei uma fuçada lá e encontrei uma calcinha estampada da Hello Kitty. Levei ela no rosto por uns segundos e meu pau ficou duríssimo. Voltei pra sala pra ver se ela acordava, mas ela ainda tava dormindo. Sabia que ainda tinha tempo antes da irmã dela chegar. Naty tinha um sono profundo, era minha chance. Agarrei os peitos dela. Peguei eles de leve por cima da blusa, cuidando pra não acordar ela. Não parecia que ia levantar, então apertei um pouco mais. Ela continuou dormindo. Naquele dia, Naty tava com uma blusa de botão. Lembro que pela primeira vez comecei a acreditar em Deus e agradeci por isso, porque comecei a desabotoar os botões dela e apalpei os peitos dela, a parte que o sutiã não cobria. Nessa altura já tinham passado uns 5 minutos desde que a Cynthia foi embora, no máximo 7 minutos. Com cuidado, comecei a baixar um pouquinho o sutiã de um dos peitos dela, até o mamilo aparecer. Mal vi a aréola e meu pau ficou duro igual diamante, quase pulou sozinho da calça. Deixei o mamilo dela exposto e comecei a acariciar ele em círculos. Tamanho médio, do tamanho perfeito pra uns peitos daquele tamanho. A pele dela era clara, então os mamilos eram rosados, muito lindos, tipo uma frutinha. Aproximei a boca do mamilo dela e comecei a lamber, devagar pra não acordar ela. A adrenalina e a excitação que senti naquele momento foram épicas. Não queria que ela acordasse, mas ao mesmo tempo pensei que... talvez a gente pudesse transar, mesmo assim não ia me arriscar, lambi por uns momentos e depois chupei, assim que suguei o mamilo dela, a Naty soltou um gemido, me afastei na hora, com medo de que ela fosse acordar, fechei a blusa dela e sentei do lado de novo, tava extremamente excitado, tirei a pica pra fora e me masturbei, não mexi muito, fazendo tão devagar a estimulação não era a mesma, demorou um tempo e de repente ouvi a porta abrindo, não sei quanto tempo passou mas a Cynthia tinha voltado, e eu tava com a pica pra fora, peguei um travesseiro e tapei o pau com ele, quando ela abriu a porta e disse que já tinha voltado a Naty acordou, aí tava eu com a pica de fora do lado dela, só um travesseiro impedia que me vissem, mas aquela situação deixou ela dura, a Naty levantou pra ir com a irmã na cozinha jogar água no rosto, aproveitei que as duas estavam distraídas, subi a calça e falei que ia no banheiro delas, voltei rápido pro quarto da Naty, peguei a calcinha que tava no cesto de roupa suja, fui no banheiro e me masturbei enrolando a calcinha na mão, fiz com força e rápido, então gozei em menos de 2 minutos, limpei o esperma com a calcinha, quando voltei joguei a calcinha de volta no cesto de roupa suja sem entrar no quarto completamente e voltei pra sala ver o filme com elas, elas não perceberam nada do que aconteceu.
Pouco depois pedi pra ela ser minha namorada mas ela me rejeitou, a gente foi se afastando aos poucos.
Ela entrou pra estudar pra ser professora de ensino fundamental. Mesmo afastados a gente ainda conversava de vez em quando, foi assim que descobri que ela estudava aquilo, e apesar de terem passado alguns anos eu lembrava daquela história que rolou na casa dela quando chupei o peito dela e a desejava, então quando ela tava no último ano da faculdade, convidei ela pra sair de novo, dessa vez ela me disse que tava a poucos meses de casar, aos 22 anos ela tinha decidido casar com um cara que conheceu na escola, o cara não tinha Nada de especial, era bonitinho, mas só isso. Era o tipo de pessoa que você imagina que sairia com ela. Mesmo ela tendo me dito que ia casar, não me convidou pro casamento. Só me falou que depois de casar, ia pro interior. Nesse país é bem comum que os recém-formados na área de educação básica sejam mandados pra trabalhar no interior, a menos que tenham quem ajude a conseguir vaga numa escola da cidade. Passou um ano e ela foi embora, casou. Ficou uns meses aqui e depois se mandou. O marido dela ficou aqui na cidade, porque ele tinha emprego aqui, então iam se ver só nas férias por uns anos. O sinal é ruim naquele lugar, mas mesmo assim a gente conversava de vez em quando.
No primeiro ano que ela passou lá, voltou pras férias de Natal. Ela me falou os dias que ia ficar aqui. Falei que a gente devia se ver pra tomar alguma coisa e conversar, mas ela disse que queria passar o tempo com o marido, a irmã e os pais (que eram separados, então precisava de mais tempo). Eu entendi. Uma semana antes dela chegar, ela me ligou.E aí! O que você tá fazendo?
Naty, o que rolou, que milagre
Lembra que eu ia ir na semana que vem? Então, aconteceu uma parada e vou chegar hoje.
Mas se falta uma semana inteira, o que aconteceu?
Teve uns problemas, então mandaram todo mundo embora. Quero chegar de surpresa pro meu marido. Dá pra me pegar na estação e me levar até ele? Sei que é pedir demais, mas...
Claro, sem problema. Me liga quando chegar que passo aí pra te buscar.A verdade é que eu não guardava rancor nem nada, então não tive problema. Fui buscá-la e tal, a gente se abraçou, ajudei com as malas dela e fomos embora. Quando chegamos na casa do marido dela, ninguém atendeu. Ela não queria estragar a surpresa, então não ligou pra ele — talvez ele só tivesse saído pra fazer compras. Levei a Naty pra casa dela. O carro da irmã não estava, só o do pai. A mãe dela morava em outra cidade e só chegaria no dia seguinte, quando a Naty supostamente estaria de visita. Quando batemos na porta, ninguém abriu. Isso era estranho. No fim, ela ligou pra sogra pra saber se ela sabia de algo. Depois da ligação rápida...Pois parece que meu marido foi pra El Paso fazer compras com meu pai e minha irmã, não me avisaram porque acharam que eu não ia estar aqui, acho que vão me trazer uma surpresa, o bom é que ainda tenho minha chave de casa.Numa das malas dela estava a chave, ajudei ela a descer as coisas dela,Tô chateada, vim mais cedo na esperança de ver vocês e não tem ninguém. Quero dormir, desculpa, mas dá pra me deixar sozinha?Fui embora. No resto daquele dia e no seguinte, não falei com ela nada, só no terceiro ela me ligou.E aí! Qual filme a gente vai ver?Falei com ela com a mesma naturalidade de quando éramos adolescentes, me surpreendeu e entrei na brincadeira.Que tal a gente ver as da ESO?
Vou preparar a pipoca pra você se apressar!E foi assim que eu fiz, cheguei em uns minutos já que a casa do pai dela não era longe da minha. Ela não tinha falado com os pais nem com o marido, e pediu pra sogra não contar nada — não era pra manter surpresa, era porque ela tava puta. A gente sentou pra ver o filme, a sala era igual, a TV era a mesma de sempre, embora a qualidade fosse boa já tava meio velhinha, os sofás, o tapete, tudo igual. A única diferença era uma foto dela e do marido no dia do casamento em cima de uma mesinha do lado do sofá onde a gente tava sentado. A Naty trouxe uma coberta do quarto dela (as coisas dela ainda estavam lá) e a gente se cobriu junto. Ela se aninhou em mim, eu não fiz nada. Por uns 40 minutos, fiquei lembrando daquela vez que chupei os peitos dela e como queria repetir, mas agora ela não tava dormindo e, pior ainda, tava casada. Ela chegou mais perto de mim e meu braço tava encostando nos peitos dela, meu pau começou a endurecer. Com a outra mão, comecei a acariciar meu pau, desabotoei a calça devagar, e comecei a me tocar sem fazer muito movimento. Não aguentei mais e beijei ela, virei o rosto dela pro meu e beijei na boca. Ela não resistiu, pegou meu rosto e me beijou com força, depois se afastou devagar.Sou casada.Depois de falar isso, tirei a coberta e deixei meu pau de fora. Ela não disse nada, só ficou me olhando. Beijei ela de novo e ela correspondeu. Depois peguei a mão dela e fiz ela segurar meu pau. Ela apertava e soltava, e começou a me masturbar enquanto a gente se beijava. Tirei a blusa dela, ela não tava de sutiã, e comecei a chupar os peitos dela. Ela continuava me masturbando. Chupei com força, mordi os bicos, chupava um enquanto usava a mão pra brincar com o outro. Ela gemia de tesão e me masturbava muito gostoso. A pressão no meu pau era perfeita, e a velocidade também. Depois de ficar um tempão assim, me deitei no sofá.Você chupa minha buceta?Ela não disse nada, só se aproximou da minha pica com a boquinha dela e começou a chupar. Não era muito boa, mas a sacanagem ajudava, a sacanagem de que minha amiga que eu desejava antes e agora era casada estava me chupando na sala dela. Ela me chupou por um tempo, esfregava minha pica com os lábios, só movia o pescoço pra cima e pra baixo.Chupa.E ela começou a chupar, juro, não era lá essas coisas, mas tava gostoso pela situação. Depois de uns minutos, parou de me mamar, pegou no meu pau com a mão, esfregando devagar, se aproximou pra me dar um beijo e sussurrou no meu ouvido.Vamos fazer isso.Eu já estava completamente nu, ela ainda estava de calça. Assim que ela disse aquilo, comecei a arrancar a roupa dela o mais rápido que pude. Joguei os sapatos dela na sala, a calça voou e foi parar em cima da TV. A calcinha dela, rosa com um lacinho no elástico, caiu em cima do quadro de fotos de casamento, derrubando-o no chão — não quebrou. Abri as pernas dela. Ela ainda tingia o cabelo de ruivo, mas os pelos pubianos eram loiros. Tinha bastante, mas não era desagradável. Puxei os pelos com uma mão, e ela esticou o pescoço para trás, entre a dor e o prazer. Abri as pernas dela, e sua bucetinha rosada ficou exposta — um rosa mais forte que o dos mamilos, mas combinava bem. Os lábios da buceta dela mal estavam visíveis. Comecei a lamber o clitóris dela. Assim que minha língua tocou o clitóris, ela soltou um gemido.Ahh ♥Chupei a buceta dela por um tempo, depois levantei mais as pernas dela pra lamber o cu.Ai que gostosa♥... mas♥Eu lambia o cu dela, enfiei minha língua no cu dela e meus dedos na buceta dela, sentia os músculos dela se contraindo. Virei pra frente e não conseguia ver o rosto dela porque tava tampado pelo par enorme de peitos dela, uma paisagem linda de uma puta cristã infiel recebendo sexo oral. Ela tava deitada de barriga pra cima, eu me ajoelhei na frente dela e enfiei a pica na buceta dela, metade de uma vez.♥SIM AHH!♥Eu penetrei ela umas quantas vezes com a mesma força e nisso ela me empurrouPor ali não.Não dei bola porque não tinha entendido e continuei, mas ela me empurrou de novo.Esse é do meu marido, o teu é o outro.Então levanto um pouco mais as pernas, apoiando elas nos meus ombros, ela tava me oferecendo o cu.Nem pensar.então comecei a empurrar minha pica dentro do cu dela, tive dificuldades, ter a pica tão dura me ajudava mas ainda assim tive problemas, finalmente minha cabeça entrouEntão gostosa sim♥ mais ou menos♥Dizia com voz de prazer, mas lágrimas de dor nos olhos. Fui mais gentil com o cu dela do que com a buceta dela, aos poucos fui enfiando mais o pau. Depois fizemos a clássica posição de cachorrinho, onde foi mais fácil meter o pau. Fiquei penetrando ela por um tempo, depois tirei e coloquei na cara dela pra ela me chupar e lubrificar. Ela engoliu meu membro com prazer, encheu de saliva e eu voltei pra trás dela pra foder. Enfiei no cu dela por mais um tempo, mas aquela buceta me tentava. Então enrolei meu braço nela e estimulei o clitóris dela, ela gritava igual louca de prazer. Tirei o pau e me sentei no sofá, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau no cu dela e numa dessas que escapou, aproveitei pra meter na buceta, penetrei ela rapidamente.Não, amor, esse não é o Ah♥ Ah♥não me importei e meti nela super forte, parecia que ia rasgar ela de tão duro que eu tava comendo, levantei, virei ela, coloquei de costas no sofá e enfiei a pica o mais fundo possível, 5 bombadas quando ia gozar, parei e comecei a bater umaPõe de joelhos aqui.ela me deu bola, se ajoelhou no chão e recebeu meu gozo na cara, um pouco entrou na boca dela sem querer e o resto espalhou nos olhos, borrando a maquiagem, um pouco escorreu pelo rosto e pingou até os peitos, e outro jato caiu na foto de casamento dela que tinha caído no chão enquanto eu a despia. Ela foi se limpar, voltou, nos beijamos e vimos o resto do filme, abraçados pelados e nos beijando de vez em quando.
Quando terminou, ela pegou a roupa dela e eu levantei o quadro com a foto, aí percebi que estava cheio de porra, não limpei nem falei nada, só coloquei de volta no lugar. Na hora de ir embora, ela não disse nada, só me beijou e eu fui. Isso foi numa terça-feira. Na quinta da mesma semana, a gente transou de novo, dessa vez na cama do quarto dela, nada de especial, a vez anterior eu curti mais. A única coisa que fiz foi que, quando entrei na casa dela nessa ocasião, reparei no quadro de casamento, ainda tinha a mancha de porra já seca. Ela nunca notou e eu não falei nada. No dia seguinte, sexta-feira, foi o último dia dela sozinha. Não nos vimos, ela só me mandou uma mensagem dizendo...Foi minha primeira vez assim, valeu, se cuida♥Eu tinha desvirginado ela no cu.
Depois disso, a gente nunca mais tocou no assunto, ficamos sem nos falar por um tempo, na verdade vários meses. Depois, nossas conversas foram como se nada tivesse acontecido. Tempo depois, já com Facebook, adicionei a irmã dela, que é 4 anos mais velha que eu. Na verdade, também tem uma história com ela, mas isso fica pra próxima, amigos. Nos vemos, valeu por me acompanharem nessas lembranças.
2 comentários - Na cama com outro, infiel